| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 14432810000121 | China Brasil Tabacos Exportadora S.A. | 1900-01-01 | R$ 396,5 mil |
Mostrar a importância do envolvimento da literatura infantil na prática escolar através da contação de história planejada, contribuindo para reflexões e diálogos sobre buylling entre professores e alunos da educação infantil.
A) Descrever com detalhes o tema central que foi abordado no livro e como será realizado nas palestras. Tema central: o bullying e o respeito são temas centrais do livro Uni. Neste livro trago as diferenças e como, alguns, não sabem lidar com elas, “brincando” com o outros, deixando-o desconfortável e triste. Somos TODOS diferentes, ninguém é igual a ninguém, cada um com suas características e peculiaridades. Somos especiais porque somos únicos, assim como os personagens do livro, únicos com suas diferenças: temos de respeitar e amar o outro da forma que ele é, saber não só aceitar e tolerar, mas, acima de tudo, respeitar quem é diferente de mim. B)Apresentar como o autor dividiu, por capítulos, o conteúdo do livro. Livro UNI Livro infantil com uma história distribuída em 20 páginas. Escrita por Márcia Funke Dieter e ilustrada por Silvana Santos. Publicada pelo Ateliê de Histórias Editora LTDA. A HISTÓRIA: Traz a fantasia e a realidade entrelaçadas, contribuindo no processo imaginativo: crianças amam animais e gostam de histórias envolvendo-os e, o Unicórnio é ainda mais adorado, justamente por fazer parte da fantasia. Tema real: não respeitar as diferenças, fazer bullying com o outro por conta das diferenças. RESUMO: Numa floresta encantada, depois da curva havia uma cidade, em que moravam apenas cavalos. Lá, entre tantos cavalos, vivia um cavalinho que adorava galopar, amava sentir o vento soprar suas crinas, era sua brincadeira preferida. Mas, ele já não galopava como gostaria porque tinha um chifre na cabeça. E, daí você deve estar pensando. É que os outros cavalos viviam olhando para ele, apontando, rindo e dizendo: “Olha lá, é o Uni com um chifre na cabeça” e riam dele. Seu nome era Uni e era o único cavalo, por ali, com um chifre na cabeça. Uni era único. Por ter muita vergonha, por se sentir estranho e triste acabou parando de fazer o que mais gostava, galopar, e passou a se esconder. Até que um dia apareceu por ali, uma menina chamada Sophia. Uni, assim que a viu, gostou muito da menina, ela tinha crinas feito o arco-íris (na verdade eram cabelos, mas como ele nunca tinha visto uma menina antes, achou que eram crinas). Sophia era única. Sophia também gostou muito do Uni, ele tinha cheirinho do seu bolo preferido, o bolo que sua avó fazia. Os dois se aproximaram e começaram a conversar e foi tão bom. Uni contou à Sophia o que lhe deixava triste e Sophia disse ao Uni que ele estava perdendo tempo, galopar era muito mais legal que se esconder por aí. Ela disse que seus cabelos eram diferentes e ela achava-os super legais e ter um chifre na cabeça não tinha nada demais. Uni ouviu, Uni pensou que no Mundo de Sophia também tem dessas coisas e Uni decidiu brincar, ser feliz porque ele gostava muito do seu chifre, achava-o incrível e não ia mais se esconder por causa disso. Os dois saíram para brincar juntos, enquanto Sophia pedalava, Uni, feliz da vida, ao seu lado, galopava. E, já que Uni era o único cavalinho com um chifre na cabeça em Córnio, Sophia começou a chama-lo de UNI-CÓRNIO, UNICÓRNIO e ele adorou. E, daquele dia em diante, todos os cavalinhos com chifre na cabeça são chamados de UNICÓRNIO e...dizem que quando sentimos um cheirinho de bolo pelo ar é porque eles estão bem pertinho. C) Explicar qual a relevância do tema abordado para a área cultural brasileira e para a realização do projeto. O tema abordado na literatura é de muita relevância para a cultura brasileira, uma vez que dialoga com as crianças através de uma arte, a literatura, que contribui para o seu imaginar e para a sua formação e humanização, como afirma Coelho (2000, pg. 15), “É ao livro, à palavra escrita, que atribuímos a maior responsabilidade na formação da consciência de mundo das crianças e jovens.” A discussão sobre o bullying se faz necessário e urgente nas escolas e, desde a educação infantil. Professores e pais não dão muita atenção para “certas brincadeiras”, por acreditarem que são só brincadeiras infantis e, podem ser, mas, talvez, aquelas “brincadeiras” deixem alguém triste e não se enxerga isso. Temos, como educadores e pais, termos um olhar atento e conversar sobre, trazer para as discussões em sala de aula o assunto, pois se não for feito, aquele que “brinca” (agredindo e não se dando conta que faz isso) segue fazendo, fica mais corajoso, e, na medida que cresce, aquilo vai se tornando natural e é o bullying que o acompanhou ao longo do seu desenvolvimento e, agora, é natural para ele, não vê como um desrespeito, e aquele que sofre com as “brincadeiras” vai entristecendo, guardando mágoa, alguns conseguem se colocar e terminar com isso, outros, não, não conseguem se encorajar e enfrentar e vão alimentando algo ruim dentro de si. Na infância, é através do lúdico que podemos refletir sobre isso e mudar as atitudes e, encontramos na literatura infantil uma forma intensa e profunda de trazer esse tema. Através da contação de histórias que podemos, de forma encantadora e lúdica, acessar as crianças e trazer o tema para a rotina delas, fazendo pensar, fazendo que se autoavaliem e percebam que certas “brincadeiras” não são legais, “[...] a literatura como um objeto artístico não apenas reflete ideologias correntes, mas atua no sentido de inquietar as mentes dos seus leitores, constituindo-se em crítica e possibilidade de transformação da realidade” (DÓRIA, 2008, p. 16). Se não for conversado desde pequeno, trazendo o assunto e refletindo sobre eles, algumas “brincadeiras” podem continuar e se transformar em algo maior e que faz sofrer. Referências: COELHO, Nelly Novaes. Literatura Infantil: teoria, análise, didática. São Paulo: Moderna, 2000. DÓRIA, Antonio Sampaio. O preconceito em foco: análise de obras literárias. São Paulo: Paulinas, 2008.
Objetivo Geral: Mostrar a importância do envolvimento da literatura infantil na prática escolar através da contação de história planejada, contribuindo para reflexões e diálogos sobre buylling entre professores e alunos da educação infantil. Objetivos Específicos: - Palestras: Realizar 255 encontros da escritora com os alunos das séries iniciais do ensino fundamental das escolas municipais. Realizar 13 encontros com os professores. - Livro: Produzir e distribuir 3.000 exemplares do livro Uni.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1° da Lei 8.313/91:II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos econteúdos locais.III -apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.IX - priorizar o produto cultural originário do País.O projeto tem por finalidade, dentre os elencados no Artigo 3° da Lei 8313/91:II _ fomento à produção cultural e artística, mediante:b _ edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes. A aprovação através da Lei de Incentivo à Cultura será fundamental para a concretização de nosso projeto, pois dará credencial para buscarmos os recursos necessários para sua concretização. Nossa proposta tem como base os temas centrais do livro Uni: bullying e o respeito. O bullying, na educação infantil, existe, mas pode ser visto não como tal e, sim, como brincadeira infantil. Mas, se não se refletir sobre certas brincadeiras que incomodam, entristecem, excluem, elas não param e seguem com as crianças enquanto crescem, nas séries seguintes dando força aqueles que cometem o bullying e fragilizando aqueles que sofrem. Desde muito cedo, o bullying pode acontecer. É preciso estimular o olhar para com o outro com respeito, amor, oportunizando que todos cresçam de forma saudável, sendo valorizados, amados do jeito que são, pelo que são, evitando, no futuro, decisões que machuquem o outro. Por vezes, jovens, também adultos, que não experimentarem esse respeito, esse amor desde crianças, tendem a crescer experimentando o bullying (fazendo ou sofrendo) e, um dia, podem decidir por vingança, indo ao encontro daqueles que não podem defender-se, os menores. E, sabemos que isso não é fruto da nossa imaginação, a realidade está aí, entristecendo a todos com notícias terríveis de crianças sendo mortas por quem, um dia, pode ter sofrido por bullying, ou porque não respeita o outro pelo que é, não consegue conviver com as diferenças... é preciso, URGENTEMENTE, trabalhar o amor, o respeito, a tolerância, em nossas escolas, desde a educação infantil, envolvendo a todos: professores, dirigentes, coordenadores, psicólogos, pais e, principalmente, as crianças e quanto mais cedo, melhor. É preciso, PARAR, OLHAR E OUVIR, para descobrir o que acontece entre as crianças, descobrir a tristeza e isolamento de alguns. A literatura e a contação dela tem grande poder nessa libertação para a fala, para reflexões e tomadas de consciências. Só assim, o professor poderá estimular que falem, reflitam e mudem suas atitudes. A contação de história marca, envolve e uma boa história, transforma! Assim, com tal propósito, o projeto realizará 268 encontros, sendo 253 com alunos e 15 encontros com professores e a distribuição de 3.000 mil exemplares do livro Uni. A escritora contará história, fará intervenção literária e trará a questão do bullying nos encontros que serão realizados com as turmas das séries iniciais do Ensino Fundamental das escolas públicas municipais (1º ao 3º anos: de 6 a 8 anos). A escritora realizará encontros com professores, tratando da literatura como humanização, trazendo o bullying e como trabalhar esse tema na escola com os alunos. O projeto contempla a distribuição de exemplares do livro Uni nas escolas dos municípios, que será utilizado nas contações de história, intervenções e palestras.
ATIVIDADES COM OS PROFESSORES: Palestra de duas horas aos professores do município: autora. FALA DA AUTORA: 1. Trará a importância do envolvimento da literatura infantil na prática escolar, como ela contribui na formação e humanização das crianças, desenvolvendo, através desta arte – a literária -, o autoconhecimento, o autocontrole, a consciência social, habilidades de relacionamento, a tomada de decisão responsável, competências socioemocionais que são a base da BNCC, pensando no desenvolvimento pleno do estudante, “ [...] desde a infância a leitura desempenha um papel no campo da construção de si mesmo.” (PETIT, 2008, p. 73). 2. Trará a importância de se contar histórias de forma planejada encantando, através da desenvoltura e entrega do professor, mediando o encontro da literatura com a criança. O encantamento leva ao diálogo e reflexões. Mesmo com a mais tenra idade, a prática de ouvir o outro e falar sobre seus sentimentos é importante, a fim de desenvolver competências, como as citadas acima, levando a criança a tornar-se um ser humano mais consciente de suas emoções e agente de transformação, em todas as fases do seu desenvolvimento; 3. Levar o professor a perceber que, através da ludicidade, podem suscitar reflexões profundas e que vão colaborar na formação humana dos pequenos. Dialogar com os professores, como, através da história contada, podem abordar o tema bullying, tema referenciado neste projeto, com os alunos da educação infantil. 4. Levar o professor a perceber a importância de dar voz aos pequenos, após uma história contada com amor e entrega; 5. Levar o professor a perceber a necessidade dele parar, olhar e ouvir as crianças, de verdade; 6. Contará a história, Uni, aos professores como se fosse às crianças e, após desenvolver as seguintes atividades: (a ideia é possibilitar que o professor experimente o mesmo que a autora vai realizar com os alunos para que, sintam a respeito e pensem em propostas para dar sequência após o contato com a autora) 6.1 Ouvir a história contada; 6.2 Após a contação, serão incentivados a falar livremente sobre o que sentiram ao ouvir a história, o que sentiram com o que aconteceu com Uni, o cavalinho com um chifre na cabeça e, também protagonista da história. Leva-los a pensar se, se sentem assim como o Uni ou se já se sentiram assim e porquê, o que acontecia para terem esse sentimento... ou se alguém age como os outros cavalos que ficavam rindo do Uni, brincando com ele... se também fazem isso com colegas e porquê fazem, o que sentem ao fazerem isso, o que sentem quando fazem isso com os outros. O que pensam sobre a menina Sophia que aparece na história, o que acham dela, se concordam com a sua atitude e fala com o Uni, o que a torna especial. * Nesse momento, trabalha-se a empatia, colocar-se no lugar do outro para refletir sobre seus sentimentos, colocar-se no lugar de quem sofre e de quem faz sofrer. * Esta abertura para o diálogo é um dos momentos mais importante após a contação de uma história, pois os pensamentos e sentimentos estão à flor da pele e a conversa flui, as crianças lembram de situações parecidas vividas e trazem à tona. O professor, mediador, irá permitir e estimular essa fala livre, questionando sobre nossas atitudes e porque delas. Levando os alunos a pensarem sobre as diferenças, que somos todos diferentes, então, porque diminuir o outro por conta disso, porque excluir o outro porque é diferente de mim. O que torna o mundo especial são justamente as diferenças: as diferenças aproximam e nos fortalecem como seres humanos. O professor vai provocar as crianças, deixando que falem a respeito e, muitas vezes, nessas aberturas poderá descobrir o que pode estar acontecendo com alguns alunos ao sofrem com o bullying ou estarem fazendo o bullying sem saber o fazem. 6.3 Depois desse diálogo trazendo sentimentos, relatos de vivências, suas opiniões e ideias, propor atividades de se reconhecer como ser especial e o outro também: pedir que fiquem em duplas, um na frente do outro e olhem-se por um tempo, sem dizer nada, apenas observarem-se, depois pedir que digam ao outro, cada um no seu momento, palavras boas como você é lindo, você é importante, você é especial...descobrir o que vai deixando o semblante do outro mais alegre, tornando-o mais feliz, e, ao final abraçar o outro e agradecer. 6.4 Falar sobre os sentimentos que tiveram durante o momento. E o que poderiam estar desenvolvendo a partir dessa experiência, fortalecendo o amor, o respeito... professores vão pensar em estratégias e possibilidades para tratar do tema bullying com os pequenos. Referências: PETIT, Mivhèle. Os jovens e a leitura: uma nova perspectiva. Rio de Janeiro: Editora 34, 2008. ATIVIDADE COM AS CRIANÇAS NAS ESCOLAS: Encontro de 01 hora com alunos: escritora contando história e fazendo uma intervenção literária trazendo a questão do bullying. 1.1 Ouvir a história Uni que será contada com desenvoltura pela autora Márcia Funke Dieter; 1.2 Após a contação da história, as crianças vão conhecer o livro que guarda essa história. Vão ser apresentados aos personagens que estão ilustrados no livro. 1.3 Depois de conhecer a obra, serão incentivados a falar livremente sobre o que sentiram ao ouvir a história. Para desenvolver o diálogo que pode girar em torno do que gostei e não gostei (as crianças são questionadas sobre isso e, automaticamente, respondem sobre isso ao serem questionadas) a autora irá perguntar: o que sentiram com o que aconteceu com Uni, o cavalinho com um chifre na cabeça e, também protagonista da história. Se, se sentem assim como o Uni ou se já se sentiram assim e porquê, o que acontecia para terem esse sentimento... ou se alguém age como os outros cavalos que ficavam rindo do Uni, brincando com ele... se também fazem isso com colegas e porquê fazem, o que sentem ao fazerem isso, o que sentem quando fazem isso com os outros. O que pensam sobre a menina Sophia que aparece na história, o que acham dela, se concordam com a sua atitude e fala com o Uni, o que a torna especial. * Nesse momento, trabalha-se a empatia, colocar-se no lugar do outro para refletir sobre seus sentimentos, colocar-se no lugar de quem sofre e de quem faz sofrer. * Esta abertura para o diálogo é um dos momentos mais importante após a contação de uma história, pois os pensamentos e sentimentos estão à flor da pele e a conversa flui, as crianças lembram de situações parecidas vividas e trazem à tona. A autora irá permitir e estimular essa fala livre, questionando sobre nossas atitudes e porque delas. Levando os alunos a pensarem sobre as diferenças, que somos todos diferentes, então, porque diminuir o outro por conta disso, porque excluir o outro porque é diferente de mim. O que torna o mundo especial são justamente as diferenças: as diferenças aproximam e nos fortalecem como seres humanos. O professor vai provocar as crianças, deixando que falem a respeito e, muitas vezes, nessas aberturas poderá descobrir o que pode estar acontecendo com alguns alunos ao sofrem com o bullying ou estarem fazendo o bullying sem saber o fazem. 1.4 Depois desse diálogo trazendo sentimentos, relatos de vivências, suas opiniões e ideias, a autora vai pedir que fiquem em duplas, um na frente do outro e olhem-se por um tempo, sem dizer nada, apenas observarem-se, depois pedir que digam ao outro, cada um no seu momento, palavras boas como você é lindo, você é importante, você é especial...descobrir o que vai deixando o semblante do outro mais alegre, tornando-o mais feliz, e, ao final abraçar o outro e agradecer. Para encerrar, vamos brincar de espelho (cada um, na sua vez, vai fazer gestos que o outro irá imitar, como se fosse um espelho). 1.5 Falar sobre os sentimentos que tiveram durante o momento.
PRODUTO: PALESTRAS ACESSIBILIDADE FÍSICA: As escolas municipais estão adequadas para oferecer facilitadores para a locomoção no espaço físico. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não há. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTE VISUAIS:As escolas já contam como professores auxiliares/monitores trabalhando com alunos com alguma deficiência, inclusive se o aluno tem laudo, a lei exige auxiliar.ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não há. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:Contratação de intérprete de librasITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENCÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS.As escolas já contam com professores auxiliares/monitores trabalhando com alunos com alguma deficiência, inclusive se o aluno tem laudo, a lei exige auxiliar.ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não há. PRODUTO LIVRO: ACESSIBILIDADE FÍSICA: O livro permitirá aos portadores de necessidades especiais e idosos fácil acesso e manipulação ao produto cultural, de acordo com a legislação vigente. A fonte a ser utilizada no texto será também um facilitador. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Livro. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTE VISUAIS:Serão editados 350 livros em braile. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Tiragem. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENCÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS.O livro permitirá fácil acesso e manipulação ao produto cultural, de acordo com a legislação vigente. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA:Livro.
Produtos da proposta: Os encontros com estudantes, as palestras com professores e a distribuição dos livros serão todos gratuitos. Ampliação de acesso: Art.28 da Instrução Normativa n° 01 de 10.04.2023: IV – disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. Será disponibilizado vídeo com a contação da história Uni pela escritora com a presença de intérprete de LIBRAS.
Nome: Lisboa & Rocha Consultoria Ltda.Funções: Projeto Cultural - Produção e Coordenação Geral - Atividade remunerada pelo projeto. Atividades: responsável pela gestão do processo decisório, produção, coordenação geral e acompanhamento de todo o projeto; criação de estratégia na busca do patrocínio, contratação dos serviços.Currículo: Produtora Cultural desde 2005. Principais projetos culturais realizados: ?Encontro Estadual dDe Coros Das Associações Atléticas Do Banco Do Brasil Do Rio Grande Do Sul? – Abril 2022 - Pronac 1285988; ?Jornada Cultural? – Março 2022 - Pronac 185870; Livro ?O Mar De Dentro No Continente De São Pedro: A Importância Da Hidrovia Na Povoação E Desenvolvimento Do Rio Grande Do Sul? - Outubro 2021- Pronac 200207; Livro: ?De Pai Para Filho Na Migração Gaúcha? – Abril 2019 - Pronac 1511274 ; Livro: ?Cinquenta Anos De Histórias E Memórias Do Clube Do Professor Gaúcho? – Agosto/2016 - Pronac 160342; Revista: Aabb Porto Alegre Conta Sua História – Outubro/2013 - Pronac 129695; IX Encontro Estadual De Coros De AABB Do RS -Pronac 110565;– Festival Cultural Luso – Pronac 073710. Nome: Márcia Tatiana Funke Dieter:Função no Projeto: Palestrante e contadora de históriasCurrículo: Professora, escritora, contadora de histórias e produtora editorial.Graduada em Letras/ Literatura pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), especialista em Cultura e Literatura pela Instituição de Ensino Barão de Mauá, Pós-graduada em Artes Visuais pela FAVENI Mestranda em Diversidade Cultural e Inclusão Social na Universidade Feevale, cursando especialização em Literatura Infantil e Juvenil na Universidade de Caxias do Sul (UCS). Missioneira, natural de Santo Ângelo no RS, eside na cidade de Ivoti, também no RS. Professora/pesquisadora sobre a literatura para as infâncias há mais de 25 anos, atuou em sala de aula com alunos de todas as idades - da educação infantil à pós-graduação. Também atuou como diretora de escolas e diretora cultural em municípios. Atualmente não atua em sala de aula como professora, somente em formação de professores e como autora em escolas pelo RS e outros estados do Brasil. Estreou como escritora em 2008 e, desde então, participou como autora presente em centenas de feiras do livro no RS e outros estados. Foi patrona e autora homenageada em inúmeras feiras do livro escolares e municipais. Conta com muitos livros publicados, para todos os públicos, em especial para as infâncias. Ganhou dois prêmios literários do Instituto Piaget na cidade de Almada/Portugal, tendo seus poemas publicado Professora há 25 anos em Escolas Públicas Municipais de Lindolfo Collor e Ivoti, Professora Pesquisadora na UFRGS, Professora em Pós-graduação na Instituição Capacitar, Diretora em escolas de Lindolfo Collor, Diretora Cultural em Lindolfo Collor e Ivoti. Nome: Márcio Rodrigo Dieter Função no Projeto: Fotógrafo, motorista e assistente. Curriculo: Formado em Eletrotécnica pela Fundação Liberato Salzano Vieira da Cunha/Novo Hamburgo; Curso de Designer/ Escola Scheffer/Novo Hamburgo; Curso Formação de Editores de Livros com a Casa Educação/São Paulo; Curso de Perito em Grafotécnica pela Jus Expert. Sócio/ administrador na empresa Ateliê de Histórias Editora LTDA. Assessor da escritora Márcia Funke Dieter ( a partir de 2021). Experiência como motorista de Coletivo na Empresa Transleve de Ivoti/RS (2000 a 2007); Vendedor na Empresa BierHause/Ivoti (2008 a 2010); Eletrotécnico na Empresa RGE/RS (2010 – 2019); Comerciante/proprietário: Empresa Dieter Materiais Elétricos (2020 – 2021). Nome: Leandro Ataide Função no Projeto: Intérprete de LibrasCurrículo: Serviços de Acessibilidade – Tradução de vídeo para libras - Tradutor e intérprete de Libras; Professor instrutor de Libras através de cursos e oficinas; Legendagem. Vinculado a empresa LM Libras Nome: Ateliê de Histórias Editora Ltda - Editora. O CNPJ 31.117.467/0001-40 consta nos anexo do projeto. O Quadro de Sócios e Administradores (QSA) é formado Por Márcia Funke Dieter e Márcio Rodrigo Dieter.Fundada em 2013, pela escritora Márcia Funke Dieter. Surgiu a partir do desejo, da própria autora, de poder acompanhar cada etapa da produção de seus livros, desde a criação da história até a publicação da obra. Com o passar do tempo, outros autores manifestaram interesse em publicar com o Ateliê e, dessa forma, amplia-se os horizontes e nasce uma editora que trabalha junto do autor, trazendo-o para perto de sua obra, deixando-o à vontade para acompanhar todo o processo: da criação à publicação, assim como Márcia desejou desde o princípio. Em 2018, o Ateliê de Histórias Editora Ltda passou a ter como sócio Márcio Rodrigo Dieter, e conta com um grupo de profissionais engajados e preocupados em editar obras com competência e relevância cultural. O Ateliê de História Editora Ltda tem como missão planejar, organizar e publicar cada livro com muito cuidado, prezando pela qualidade do conteúdo e do material, surpreendendo o autor e encantando o leitor. O foco da editora é a literatura infantil e juvenil.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.