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PRONAC 235347Apresentou prestação de contasMecenato

Festival Sabiá - 4ª Edição

QUEVOA PRODUCAO CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 779,6 mil
Aprovado
R$ 779,6 mil
Captado
R$ 256,2 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

32.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-02-01
Término
2025-11-30
Locais de realização (2)
Belo Horizonte Minas GeraisPirapora Minas Gerais

Resumo

O presente projeto pretende realizar uma nova edição do Festival Sabiá _ evento cultural dedicado ao protagonismo e a fruição artística do público 50+ de Minas Gerais. A ação ocorrerá prioritariamente dentro de um único mês nos municípios mineiros de Belo Horizonte e Pirapora, envolvendo a realização de dois eventos (um em cada cidade). Além disso, também pretende produzir e disponibilizar no Portal Sabiá pílulas de vídeos sobre histórias transformadoras, obras de arte, e dicas inclusivas feitas por pessoas 50+. Todas as ações são gratuitas

Sinopse

1) Sobre os espetáculos teatrais, cenas curtas, apresentações musicais e as oficinas dentro do evento Não se aplica sinopse, uma vez que as atrações serão selecionadas mediante curadoria direta. 2) Sobre a exposição fotográfica Não se aplica sinopse, uma vez que as obras serão escolhidas mediante edital de seleção. Mais detalhes em "Descrição da atividade do produto". 3) Sobre os vídeos a serem produzidos para o portal Sabiá Não é possível saber, de antemão, a sinopse de cada um dos vídeos, pois os participantes serão escolhidos mediante edital de seleção. Explicamos mais detalhes em "Especificações técnicas do produto" e "Descrição da atividade do produto". No entanto, podemos já adiantar a conceituação dos temas que conduzirão a seleção de cada um dos vídeos. São eles: TEMA 1 - Arte depois dos 50 e Fazeres Tradicionais por pessoas 50+: os vídeos buscarão compartilhar o trabalho de artistas 50+ sem reconhecimento: suas músicas, poesias, contos, pinturas, fotografias e quaisquer trabalhos artísticos criado depois que as pessoas alcançaram 50 anos de idade. Também, registro de personagens que vivem e transmitem saberes tradicionais, griôs, referências de patrimônio imaterial. TEMA 2 - Histórias Transformadoras: os vídeos retratarão narrativas verdadeiras de histórias pessoais transformadoras vividas pelas pessoas depois dos 50; TEMA 3 - Tutorial 50+: os vídeos buscarão transmitir conhecimentos adquiridos por pessoas 50+ que são interessantes e úteis para compartilhamento a outros pares. Por exemplo: uma técnica de artesanato, uma dica sobre tecnologia, conselhos de viagem, sexualidade, culinária, e assim por diante.

Objetivos

Objetivo Geral Promover o protagonismo de artistas e pessoas 50+ na agenda e nas pautas culturais de Belo Horizonte (MG) e Pirapora (MG), favorecendo sua expressão artística e protagonismo social e cultural Objetivos Específicos [PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA] - Realizar 1 (um) evento artístico multissetorial em praça pública, aberto e gratuito, durante 2 (dois) dias, com atrações especialmente voltadas ao público 50+ (Belo Horizonte) [PRODUTO FESTIVAL/MOSTRA] - Realizar 1 (um) evento artístico multissetorial em praça pública, durante 1 (um) dia, aberto e gratuito, com atrações especialmente voltadas ao público 50+ (Pirapora) [ESPETÁCULO TEATRAL] - Promover uma programação de artes cênicas dentro dos três eventos (BH, Pirapora), composta no total por 6 espetáculos teatrais e 6 cenas curtas. [APRESENTAÇÃO MUSICAL] - Promover uma programação de música instrumental ou música popular dentro dos três eventos (BH, Pirapora), composta no total por 6 shows musicais. [FOTOGRAFIA-AQUISIÇÃO/EXPOSIÇÃO/PESQUISA] - Promover 2 exposições de fotografia (uma em cada cidade: BH, Pirapora) com 15 obras de fotógrafos 50+ amadores ou profissionais. [OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVISUAL] - Promover uma programação de oficinas dentro dos dois eventos (BH, Pirapora), composta no total por 6 oficinas culturais [VÍDEO] - Produzir e disponibilizar no Portal Sabiá 21 vídeos, em formato de pílulas de até 15 minutos, narradas por pessoas 50+ e que versem sobre histórias transformadoras vividas na maturidade, compartilhamento de suas obras de arte, personagens dos fazeres tradicionais 50+ e dicas úteis relacionadas à fruição social do público 50+

Justificativa

1. Histórico O Festival Sabiá nasceu, assim, em 2019. Sua 1ª edição ocorreu em outubro daquele ano, na praça Floriano Peixoto. Durante dois dias, mais de 3 mil pessoas estavam presentes. O evento contou com a participação da Dona Jandira, Sérgio Pererê, Chico Amaral, e oficinas de acesso à tecnologia, empreendedorismo na maturidade, iniciação às artes e projetos de vida. O conforto, a acessibilidade e a segurança do público foram prioridades: banheiro container, grande quantidade de mesas e cadeiras, tecidos adicionais para aumentar o espaço de sombra na praça, comunicação visual específica e suporte de monitores. Em pesquisa de opinião durante a ação, 98% das avaliações foram positivas, isto é, variando entre o bom (16%) e o ótimo (82%). Em 2020, logo depois do primeiro passo dado, no momento em que seus diretores planejavam a segunda edição do evento, veio a dramática insurgência da Covid-19. Como todo o setor, foi necessário repensar a trajetória do Sabiá. Foi criado, assim, um portal de conteúdos culturais e educativos para a maturidade: www.portalsabia.com.br. A expressão "50+ e nenhum sonho a menos!" foi o fio condutor desta nova fase. O portal foi lançado no final de 2020 e 95% do conteúdo publicado é realizado por pessoas 50+. Periodicamente, são lançados vídeos e textos originais, contando histórias transformadoras de pessoas depois de seus 50 anos de idade, além de compartilhar suas criações artísticas, como música e literatura. No final de 2022, o portal já veiculava mais de 160 vídeos, mais de 3 mil horas de exibição de conteúdo original. Ainda no período de quarentena, o Sabiá abraçou a vocação de espalhar amor, cuidado, esperança e coragem. Em junho de 2021, foi realizado, de forma online, o Sabiá Junino _ Correio do Amor. Celebrando a união em tempos de isolamento. Outro ponto importante desse período foi o fortalecimento dos laços com o Centro de Referência da Pessoa Idosa de BH _ CRPI. Primeiramente, realizaram juntos, em julho de 2021, ainda de forma online, uma semana de oficinas culturais para o público 50+, a fim de proporcionar fôlego e criação artística dentro do isolamento. Em seguida, desenvolveram juntos o Outubro Prateado em 2021 e outra edição em 2022: um mês de shows, espetáculos teatrais, oficinas e convivência para o público do CRPI. Também em 2022, o Festival Sabiá alçou voos para o interior de Minas. Em Pirapora, no mês de novembro daquele ano, foi realizado um mês de oficinas artísticas e um pequeno evento piloto para o público 50+ da cidade: Sabiá na Beira do Rio. Com a presença de 300 pessoas, a ação contou com a participação de Armatrux, Gafieira Geral, dentre outros. Finalmente, em abril de 2023, depois de quase quatro anos de sua estreia, o Sabiá voltou às ruas de Belo Horizonte. A 2ª edição do evento ocorreu também na Praça Floriano Peixoto para um público total de 5 mil pessoas em dois dias. Com mais de 25 atrações, todas protagonizadas por artistas 50+, nomes como Grupo Giramundo, Cida Falabella, Tia Elza, Dona Elisa, Dona Jandira e muitos outros compuseram a grade festiva e acolhedora do evento. 71% do público presente tinha mais de 50 anos de idade, e a pesquisa de opinião revelou que 81,1% ficaram ‘muito satisfeitos’ e 18,9% ‘satisfeitos’. 100% de aprovação. O Sabiá segue no seu voo, fazendo ressoar, por onde passa, o canto da maturidade. LINHA DO TEMPO 2019 _ 1ª Edição do Festival Sabiá (outubro) 2020 _ Lançamento do Portal Sabiá (outubro) 2021 _ Sabiá Junino _ Correio do Amor (online) (julho) 2021 _ Semana de Oficinas no CRPI (online) (julho) 2021 _ Outubro Prateado no CRPI (online) (outubro) 2022 _ Outubro Prateado no CRPI (outubro) 2022 _ Sabiá na Beira do Rio em Pirapora (novembro) 2023 _ 2ª Edição do Festival Sabiá (outubro) 2023 - 3ª Edição do Festival Sabiá (outubro) 2. Fundamentação Segundo levantamento da ONU, a projeção para as próximas três décadas é que o número de idosos em todo o mundo mais do que duplique, ultrapassando 1,5 bilhão de pessoas em 2050. No Brasil, quase triplicará. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, em 2025, seremos o sexto país do mundo com o maior número de idosos. Estamos envelhecendo. E a pirâmide etária apenas confirma esse trajeto inevitável. Em 2050, 42,7% da população brasileira terá mais de 50 anos de idade. E essa porcentagem seguirá aumentando. A questão, portanto, não é SE vamos envelhecer. A problemática é outra: enquanto sociedade e coletividade, COMO vamos envelhecer? Pensando nisso, a OMS adotou o termo ‘envelhecimento ativo’ como uma meta a ser buscada pelos países em todo o mundo na construção de políticas públicas voltadas às pessoas com mais de cinquenta anos de idade. Segundo seu manual, intitulado Envelhecimento Ativo: Uma Política de Saúde (2005), "A palavra ‘ativo’ refere-se à participação contínua nas questões sociais, econômicas, culturais, espirituais e civis, e não somente à capacidade de estar fisicamente ativo ou de fazer parte da força de trabalho". Em outras palavras, o foco é a qualidade de vida INTEGRAL das pessoas com mais de cinquenta anos de idade, não se tratando exclusivamente de um problema do âmbito da saúde pública. Uma vez que a população brasileira está ficando mais velha, urge a necessidade de prepararmos o caminho para uma sociedade mais adequada a essa realidade. Nessa linha de raciocínio, é natural pensarmos que precisamos de uma saúde pública mais estruturada e abrangente, ou da adoção de novos recursos de acessibilidade física e digital. Mas a questão é muito mais profunda. E multissetorial. O mercado de trabalho precisa incorporar a naturalidade de contratar pessoas com mais de cinquenta anos de idade, mas isso ainda não acontece. Paradoxalmente, a maioria de CEOs, empresários, administradores e especialistas são, de fato, pessoas com mais de cinquenta anos de idade (segundo levantamento da Valor Econômico, a idade média dos CEOs que compõem o Ibovespa é de 53,6 anos), entretanto, persiste a preconcepção de que os jovens são mais eficientes, trabalham melhor, devem ser prioridade nos setores de recrutamento e contratação. Também contraditoriamente, a concentração de renda é maior entre o público 50+ (de acordo com os dados da pesquisa Webshoppers, em 2021, o público 50+ liderou o ranking de compras do comércio eletrônico, e os números só seguem crescendo), dessa forma, o dinheiro que faz a economia circular depende, em sua maior parte, não de jovens, mas de pessoas maduras e já estabelecidas, contudo, os produtos continuam a ser pensados para o usufruto principal do público jovem, deixando as pessoas 50+ muitas vezes alheias às novidades. No segmento da cultura, de onde emerge o Festival Sabiá, a exclusão ao público 50+ não é menos evidente. De modo geral, os eventos e ações culturais são pensados para a fruição do público jovem ou jovem-adulto: o conceito, a linguagem, a curadoria, a montagem, cada aspecto tem por alvo agradar a juventude. O público 50+ é pensado tão somente a partir da acessibilidade obrigatória, na reserva de poltronas ou adoção de recursos físicos ou virtuais básicos. Um dos pilares centrais dos planos locais e nacional de cultura é a formação de público, isto é, propiciar o encontro do artista com novas plateias. Porém, essa plateia almejada nunca é o público 50+. Outro pilar importante é a formação artística _ propiciar o surgimento de novos artistas, entretanto, praticamente inexistem ações profissionalizantes de artistas 50+. Ademais, mesmo que um novo artista se forme depois dos 50 anos de idade, este encontra imensos obstáculos para apresentar seu trabalho: a curadoria de eventos ou casas de espetáculo raramente incentiva a expressão de artistas 50+ emergentes (incluindo, dessa faixa etária, apenas artistas já consagrados). Em todo formulário de projeto cultural há o campo de público-alvo: impressiona o quão raro aparece nesses campos o foco no público 50+. O ponto central do problema é, no final das contas, de ordem simbólica. A sociedade contemporânea toma o envelhecimento como O Mal. Em contraponto, o bem é a juventude. No senso comum, envelhecer está associado a palavras sempre pejorativas: doença, fim de vida, cansaço, incapacidade, desânimo, feiura, impotência, solidão, e a lista segue longa. Quando se evoca a juventude, o resultado é diametralmente oposto: beleza, vitalidade, aventura, sexo, amor, criatividade, coletivo, e assim por diante. As campanhas publicitárias, os conteúdos de redes sociais, as telenovelas, toda a mensagem midiática reproduz esses valores. No entanto, não faltam exemplos para demonstrar que esses significados, no fundo, nada tem a ver com a idade. A conotação pejorativa do envelhecimento ordena a maneira como a sociedade se organiza em relação ao público 50+: exclusão do mercado de trabalho, escassez de programas educacionais específicos, carência de ações artísticas e culturais próprias, falta de prioridade no desenvolvimento de produtos e tecnologias, e assim por diante. Com isso, a cultura do mito da juventude acaba criando justamente o efeito daquilo que profetiza: as pessoas 50+ se sentem excluídas, inadequadas, inapetentes para o amor, isoladas, incapazes para o trabalho, sem perspectivas e, assim, solitárias. O Festival Sabiá, assim como outras recentes atividades que tem por foco o público 50+, apresenta-se, portanto, como uma ação necessária. Estamos envelhecendo e a sociedade precisa, enfim, compreender esse significado inevitável. Mais do que isso, ressignificar o envelhecimento. O Festival Sabiá é essencial porque promove a formação de plateia acima dos 50 anos de idade, porque abre o palco para o protagonismo de artistas 50+, porque monta eventos e ações para seu público ‘chamar de seu’, pertencido, feito pra si, porque cria meios de empoderamento e integração ao trabalho às pessoas 50+, porque aposta na sua formação e atualização para um novo emprego. Acima de tudo, o Festival Sabiá é essencial porque já entendeu que o protagonismo das pessoas 50+ não é apenas uma política de inclusão minoritária, mas o destino de toda a sociedade. 3. Amparo Legal O Festival Sabiá se ampara nas seguintes diretrizes legais: Na Lei 8313, de 23 de dezembro de 1991, a Lei Rouanet, logo no artigo 1º, sobre as finalidades do PROAC (Programa Nacional de Apoio à Cultura): "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" (A TODOS) "III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;" (O CONJUNTO) "IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;" (PLURALISMO) "V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;" (SALVAGUARDAR o público 50+ como representantes dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira) "VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;" (MEMÓRIA) Neste mesma lei, em seu artigo 3º, que versa sobre os objetivos, o Festival Sabiá se enquadra nos seguintes incisos: "II - fomento à produção cultural e artística, mediante:" "c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;" "IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:" "a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;" --- "No Art. 3º da Lei 10.741, de 1º de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso): "É obrigação da família, da comunidade, da sociedade e do poder público assegurar à pessoa idosa, com absoluta prioridade, a efetivação do direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, à cultura, ao esporte, ao lazer, ao trabalho, à cidadania, à liberdade, à dignidade, ao respeito e à convivência familiar e comunitária". Ainda, nesta mesma lei, em seu capítulo V, "Da Educação, Cultura, Esporte e Lazer": "Art. 20. A pessoa idosa tem direito à educação, cultura, esporte, lazer, diversões, espetáculos, produtos e serviços que respeitem sua peculiar condição de idade"; No que se refere ao portal Sabiá e seus meios de comunicação: "Art. 24. Os meios de comunicação manterão espaços ou horários especiais voltados às pessoas idosas, com finalidade informativa, educativa, artística e cultural, e ao público sobre o processo de envelhecimento" Sobre as ações formativas do Sabiá: "Art. 21. O poder público criará oportunidades de acesso da pessoa idosa à educação, adequando currículos, metodologias e material didático aos programas educacionais a ela destinados." Neste artigo, o seguinte inciso: "§ 2º As pessoas idosas participarão das comemorações de caráter cívico ou cultural, para transmissão de conhecimentos e vivências às demais gerações, no sentido da preservação da memória e da identidade culturais." "Art. 28. O Poder Público criará e estimulará programas de: I _ profissionalização especializada para as pessoas idosas, aproveitando seus potenciais e habilidades para atividades regulares e remuneradas;" --- Em junho de 2021, a Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 175/19, que altera o Estatuto do Idoso para aumentar a inserção e a participação desse público na vida cultural do país. O texto deste PL propõe diversas alterações nos artigos do Estatuto, os quais destacamos os seguintes acréscimos: "Art. 25-A: O Poder Público apoiará a realização de iniciativas e prêmios de caráter nacional visando promover e incentivar a inclusão cultural da pessoa idosa."

Estratégia de execução

O proponente será remunerado pelas seguintes rubricas: - Diretor Geral - Gestor Administrativo-financeiro (Custos Administrativos) - Captação de Recursos SOBRE OS SHOWS PREVISTOS NO PROJETO Conforme solicitação de diligência, "Informar no campo OUTRAS INFORMAÇÕES a quantidade de apresentações exclusivamente instrumentais e a quantidade de apresentações de música popular cantada", segue resposta: O presente projeto possui as seguintes metas previstas para shows musicais: - 6 shows musicais (4 em BH, 2 em Pirapora) Dentre estas, serão: 50% de atrações instrumentais 50% de atrações de música popular cantada (dentro destas, 100% serão caracterizadas como música regional, em acordo à Lei nº 14.568 de 4 de maio de 2023) Reiteramos que as atrações musicais são complementares ao Festival Sabiá, pois este é um evento multissetorial que tem as artes cênicas como maior representatividade, tanto em tempo de apresentação nos eventos como nas oficinas que são realizadas em cada edição e nos ciclos formativos.

Especificação técnica

Sobre os vídeos a serem produzidos para o portal Sabiá Quantidade: 21 vídeos Duração de cada vídeo: até 15 minutos Formato: variável, pois a captação será feita pelos equipamentos dos próprios participantes selecionados (haverá, no entanto, um guia tutorial para os participantes, a fim de buscarmos a padronização) Direção: os próprios participantes Temas/participantes: pessoas 50+ selecionados por meio de edital (ver detalhes em "descrição da atividade do produto") Edição / Finalização: Agência Objetiva (conforme Ficha Técnica) Ano de Lançamento (previsão): 2024 Sobre a exposição fotográfica: Quantidade de imagens/fotografias expostas: 15 fotografias Fotógrafos autores: pessoas comuns 50+ selecionados por meio de edital (ver detalhes em "descrição da atividade do produto") Título da exposição: A vida que hoje pulsa (mais detalhes em "Descrição da atividade do produto") Curador: fotógrafo profissional 50+ a definir Qualidade das imagens virtuais: acima de 1000 DPI Formato de Impressão Física da Fotografia: A2 (4961 x 7016 pixels / medida 420 x 594) Formato de Impressão Física da Descrição Textual da Imagem: A3 (3508 x 4961 pixels / medida 297 x 420) Local: nos três eventos em praça pública propostos pelo projeto Duração: 4 dias (2 em Belo Horizonte, 1 em Pirapora e 1 em Betim) Montagem (disposição na praça e formato de apresentação): a definir junto à cenografia do evento

Acessibilidade

O projeto adotará medidas para proporcionar acessibilidade às pessoas 50+ e às pessoas com deficiência. As medidas propostas abaixo estão baseadas no cumprimento das seguintes normais legais: - o artigo 23 da Lei Nº 10.741/2003 (Estatuto da Pessoa Idosa) - o artigo 42 da Lei Nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência) - o artigo 25 da Instrução Normativa MINC nº 1, de 10 de abril de 2023 ACESSIBILIDADE FÍSICA (Produtos envolvidos: Festival/Mostra; Espetáculo Teatral; Apresentação Musical; Oficina/Workshop/Seminário Audiovisual; Fotografia-Aquisição/Exposição/Pesquisa) - Banheiros Contêineres (PNE); - Rampas de acesso e regulação de desníveis; - Oferta de cadeiras e outros tipos de assentos (todos as cadeiras serão de uso preferencial para pessoas 50+ e pessoas com deficiência); ACESSIBILIDADE VISUAL (Produtos envolvidos: Festival/Mostra; Espetáculo Teatral; Apresentação Musical; Oficina/Workshop/Seminário Audiovisual; Fotografia-Aquisição/Exposição/Pesquisa) - As peças de sinalização do evento serão impressas em fontes maiores, facilitando a leitura; - Produtor dedicado às pessoas com deficiência visual no evento (a fim de ajudar na locomoção dentro dos espaços, orientação da programação, guia nas atividades, leitura de informativos e descrição de imagens para cegos). ACESSIBILIDADE AUDITIVA (Produtos envolvidos: Festival/Mostra; Espetáculo Teatral; Apresentação Musical; Oficina/Workshop/Seminário Audiovisual; Fotografia-Aquisição/Exposição/Pesquisa; Vídeo) - Intérprete de LIBRAS para traduzir todas as atividades oferecidas no evento; - Legendagem de todos os vídeos produzidos pelo projeto.

Democratização do acesso

TODAS as ações do projeto serão GRATUITAS e amplamente divulgadas nos municípios de Belo Horizonte e Pirapora DA AMPLIAÇÃO DO ACESSO De acordo com o artigo 28 da IN MINC nº 1 de 2023, a fim de garantir a ampliação do acesso, o projeto prevê a adoção das seguintes medidas: "III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos;" (nos eventos de Belo Horizonte e Pirapora) DAS CONTRAPARTIDAS SOCIAIS De acordo com o artigo 30 da IN MINC nº 1 de 2023, somente propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações obrigatórias de contrapartida social. Uma vez que a presente proposta é completamente aberta e gratuita, faz-se desobrigada de realizar ações de contrapartidas sociais.

Ficha técnica

Débora Campos - EncantaQueVoa (Proponente) – Direção Geral Idealizadora e diretora geral do Festival Sabiá desde o princípio, Débora é produtora cultural há 20 anos e já contribuiu para a realização de dezenas de eventos e ações pelo Brasil, tais como: Conexão Vivo (2012), Natural Musical (2012), Festival Mimo (2013), Carnaval de Ouro Preto (2014-2015-2016), Fartura BH (2016), Festival de Cultura e Gastronomia Tiradentes (2016), Verbo Gentileza (2016-2017), Giro Brasil (2017), Carnaval de Belo Horizonte (2018), Sensacional (2021-2022 e 2023), Festa da Luz (2022 e 2023), Festival Sabiá (de 2019 até o presente momento). Além disso, trabalhou na gestão de carreira de artistas da música, tais como: Fernanda Takai, Di Souza, Nath Rodrigues, Bloco Ê o Amô e, mais recentemente, Augusta Barna. Samir Caetano Amim Jorge – Direção de Produção Coidealizador e diretor de produção do Festival Sabiá desde o princípio, Samir é produtor cultural e gestor de projetos há 15 anos. Na área cultural, já contribuiu para a realização de inúmeros projetos, tais como: Festival Fartura BH (por 4 edições), Festival de Cultura e Gastronomia Tiradentes (por 4 edições), Festival Fartura Fortaleza (por 3 edições), Festival Fartura São Paulo (por 3 edições), Festival Fartura Porto Alegre (por 2 edições), Festival Fartura Brasília (por 1 edição), Dia de Feira (2016), Sementes de Buritizeiro (2016, 2019 e 2022), Festival Balaio de Arte e Cultura (2015-2016-2017-2018), Lusco Fusco (2017), Favelinha Fashion Week (2020), Disputa Nervosa (2021) e outras ações realizadas pelo Centro Cultural Lá da Favelinha. Antes da área cultural, trabalhou por 10 anos com projetos nas áreas de saúde, assistência social e educação, contribuindo com instituições como Circo de Todo o Mundo (2011 a 2014), Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte (2011 e 2012), Grupo Vhiver (2006 a 2010). É psicanalista e escritor. Formado em Letras e especialização em Gestão de Projetos. Chris Ribeiro e Ludmila Deslandes – Gestão Cultural Especialista em Gestão Cultural pelo Centro Universitário UNA e mestranda pelo ISCTE-IUL na área de Empreendedorismo e Gestão da Cultura. Estudou Arte Contemporânea e Inclusão de Público na Fundação Calouste Gulbenkian (Portugal). Graduada em Psicologia com especialização em Organizações e Instituições Sociais. Cursou Projetos pela Fundação Getúlio Vargas. É sócia fundadora da Aluarte Consultoria e Gestão Cultural, empresa que realiza consultoria, planejamento e acompanhamento de projetos culturais incentivados ou não. Destas, destacam-se os projetos realizados para o Centro Cultural Minas Tênis Clube, o Museu brasileiro do Futebol – Mineirão, a Fundação Dirce da Silveira Figueiredo, a exposição “Olhares estrangeiros em territórios conhecidos” – Lisboa, com curadoria de Ana Saramago e a produção do longa metragem “Intrigas Intimas” de Ataídes Braga. Foi Gestora de projetos incentivados do Carnaval de BH – Escolas de Samba (2019 e 2020). Assessora de Planejamento e Projetos do Instituto Cultural Sérgio Magnani – Instituto que faz a Cogestão da Fundação Clóvis Salgado/ Palácio das Artes. Foi Gestora Cultural das 5 edições do Festival Verbo Gentileza. Também trabalhou no Galpão Cine Horto, o Centro Cultural do Grupo Galpão, como Assessora de Planejamento e Projetos. Agência Objetiva – Coordenação de Comunicação e Edição de Vídeos Hub de projetos culturais, a empresa já conduziu a realização de diversos projetos: como coordenadora de comunicação, em ações como: Festival Sabiá (2023), Web série Experimente Serro; Web série Saberes Tradicionais de Milho Verde; Festival Frango Caipira de São Gonçalo; e 20ª Semana de Museus. Como direção de cinema, produziu os seguintes filmes: Curta-metragem (Memórias Culinárias do Quilombo Ausente Feliz); Longa-metragem (Mogno Africano no Brasil: a Jornada de uma Madeira Nobre e Sustentável); além de trabalhos na área do teatro e capacitação audiovisual. Carlos Henrique Lopes Rosas - Produtor Executivo Produtor Cultural desde 2009, atuou no mercado como produtor de bandas de baile, duplas sertanejas e da cena musical independente de Belo Horizonte. Produtor da Banda Atômica (2009 a 2013); produção de montagem e direção de palco no Festival Sensacional nas quatro primeiras edições; produção do “We Love Carnaval” (2020); “Bloco Gandahia” (2019 e 2020), “Bloco do Marcão” (2023) no carnaval de Belo Horizonte. Produção executiva e de montagem do Festival Sabiá Pirapora (2022) e Belo Horizonte (2023). Produção artística da 8ª Edição da Virada Cultural de BH (2023). Meibe Rodrigues – Articulação Cultural Como atriz, atuou nos curtas-metragens: Jaíza (2018), selecionado para o 6° Festival Internacional de Cinema Universitário; Ditadura Roxa (2020), com participação em festivais de cinema nacional e internacional. Como diretora, atriz e roteirista, produziu o trabalho Nunca Pensei que Seria Assim (2020), vencedor do prêmio de melhor curta documentário do Festival Audiovisual Latino Americano de São Francisco do Sul e do Prêmio de Melhor Interpretação na Mostra Mulher no Cinema. Foi Mestre de cerimônia da edição do Festival Sabiá em 2023 e atualmente trabalha na articulação cultura do projeto com instituições 50+ de Belo Horizonte

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.