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Realizar um festival na casa de shows Audio Rebel com apresentação de artistas de música instrumental de relevância no cenário atual da música contemporânea, além de masterclass com os músicos participantes do festival.
Não se aplica.
O Festival Audio Rebel Instrumental é um evento com curadoria pautada na produção independente nacional e local, e na música de vanguarda brasileira, sendo especificamente a música instrumental. Serão realizados shows de música instrumental de relevância no cenário atual da música contemporânea, e de gêneros musicais diversificados, na casa de shows Audio Rebel no Rio de Janeiro/RJ, além de masterclass gratuitos com os músicos participantes do festival.O festival terá duração de oito meses, com uma apresentação por mês, totalizando 08 shows, e 04 masterclass gratuitas, realizadas antes da apresentação do artista, que tanto ministrará a aula quanto se apresentará no festival.Programação sugerida (poderá sofrer mudança após a captação de recursos):1 - Pedro Sá e Eduardo Manso2 - Kassin, Marlon e Davi Moraes3 - Seletores de Frequência4 - Yuri Villar 5 - Bella e Cadu Tenorio6 - A definir7 - A definir8 - A definirCONTRAPARTIDA SOCIALOs workshops serão gratuitos e com disponibilização de ônibus para o transporte de estudantes da rede pública de ensino para a casa de show Audio Rebel. OBJETIVOS ESPECÍFICOS _ Realizar 08 shows de música instrumental contemporânea;_ Oferecer 04 aulas de masterclass, gratuitas, com músicos que irão se apresentar no festival; _ Efetuar a gravação das 04 aulas de masterclass para ficarem disponíveis gratuitamente na internet para posteridade, através do canal de YouTube da Audio Rebel; _ Contribuir para o fomento e o fortalecimento do cenário musical contemporâneo, sendo palco para esses trabalhos e atuando numa frente consolidada de formação de público para a música independente;_ Fomentar o cenário da música instrumental independente contemporânea; _ Promover geração de renda para artistas e trabalhadores da cidade do Rio de Janeiro, através da absorção de mão de obra da referida cidade para realização do projeto; _ Colaborar para a democratização do acesso a bens e produtos culturais através das aulas do masterclass gratuito e apresentações a preços populares;
Com este projeto pretendemos preencher uma lacuna importante no calendário das apresentações musicais: o de shows de música instrumental contemporânea de artistas independentes e com relevância na cena contemporânea nacional, de diferentes regiões do Brasil, e de diferentes gêneros e estilos musicais. Quando falamos em música instrumental contemporânea, estamos afirmando que o festival irá se dedicar na apresentação de artistas que podem tanto fazer um jazz tradicional, quanto um jazz vanguardista com elementos eletrônicos e instrumentos atípicos para o gênero, assim como o festival poderá ter uma apresentação de uma música mais experimental e de improvisações sonoras.O festival quer abrir espaço para esses artistas criativos, que dificilmente encontram espaços para se apresentarem e/ou que estão fora do meio midiático. Será a oportunidade para os músicos alcançarem seu público e terem visibilidade. A casa de show Audio Rebel é o local perfeito para receber esse tipo de festival, pois além de ter um histórico de mais de 15 anos e possuir um público cativo, é um lugar com capacidade pequena, o que facilita o preenchimento da plateia, uma vez que esses músicos ainda possuem pouca visibilidade, e isso proporcionará um encontro mais caloroso e motivado para os artistas ao verem a pista cheia.A primeira edição do Festival Audio Rebel aconteceu entre os anos de 2017 e 2018 com nove shows e nove masterclasses. Os artistas que participaram foram: Idriss Boudrioua Brass Band; Space Charanga Quarteto (Thiago França, Amilcar Rodrigues, Marcelo Cabral e Sergio Machado); Duplexx, Chelpa Ferro e In-Sone; Bella & Cadu e Dedo; Bemônio; Kassin, Monteiro e Mekler; God Pussy; Marlon Sette; e Carlos Malta.A Audio Rebel é um espaço que engloba uma sala de shows para 80 pessoas, estúdio de ensaio, estúdio de gravação e uma loja de discos, vinis e artigos musicais. Fundada em 2005 por Pedro Azevedo, a Rebel vem se consolidando ao longo de mais de 15 anos como referência nacional e internacional no cenário da música independente e experimental na cidade do Rio de Janeiro, do qual já recebeu mais de 3.000 shows entre artistas nacionais e internacionais. O projeto contribui para o alcance dos objetivos descritos no artigo 1º da Lei 8.313/91, principalmente no que diz respeito aos incisos:II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; eIX - priorizar o produto cultural originário do País.Os objetivos do Festival Audio Rebel Instrumental estão em conformidade com o Artigo 3º da Lei 8.313/1991, no que diz respeito ao respectivo Inciso e Alínea:Inciso II, Alínea "c": realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore
N/A
CONTRAPARTIDA SOCIALSerão realizadas 04 masterclass.Sempre com duas horas (02h) de duração.Vagas: 60 por masterclasses.
Produto: Festival A casa de shows Audio Rebel possui acesso para cadeirantes e portadores de necessidade de locomoção. O festival contará com um apresentador em todas as apresentações, que irá explicar sobre as apresentações e o espaço físico que serão realizadas, possibilitando um maior entendimento do público portador de deficiência visual. Produto: Contrapartida social Em uma das aulas do masterclass haverá tradução simultânea em LIBRAS para portadores de deficiência auditiva. A casa de shows Audio Rebel possui acesso para cadeirantes e portadores de necessidade de locomoção.
Produto: Festival As apresentações musicais terão comercialização de ingressos a preços populares. Em cumprimento ao Artigo 28 da I.N. nº1/2023: _ Dois ensaios abertos serão oferecidos à população; _ Garantiremos a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. Produto: Contrapartida social Todas as aulas dos masterclass serão gratuitas. Em cumprimento ao Artigo 28 da I.N. nº1/2023: _ Ofereceremos transporte gratuito ao público aos alunos da rede pública de ensino; _ Iremos disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais das aulas dos masterclass.
Pedro Azevedo - Coordenador Geral (proponente)Músico, produtor musical e de eventos, também é o sócio fundador e administrador executivo do estúdio/casa de shows Audio Rebel no Rio de Janeiro, com mais de 15 anos de história e que já recebeu mais de 3.000 shows entre artistas nacionais e internacionais. Trabalhou como técnico de gravação e mixagem em diversos álbuns renomados, como e fez produção executiva de mais de 60 bandas internacionais e nacionais.Rafael Bezerra - Produtor ExecutivoSócio-diretor da Bz Soluções Criativas. Gerente de projeto, produtor executivo e curador: “Trônica” (Caixa Cultural, 2012); “Dogma 95” (CCBB, 2015); “Making of” (Caixa Cultural, 2016); “Cine Rua Farm” (Rio de Janeiro, 2016); “Sonora: Ennio Morricone” (CCBB, 2018); “Sonora: John Williams” (CCBB, 2021); e livro "Uma Coisa Linda" (Rio de Janeiro, 2021). Diretor e roteirista do curta-metragem “Tá tudo bem” (2022). Como produtor executivo trabalhou em mais de 20 projetos de produtoras parceiras ao longo dos últimos 10 anos.Músicos/Grupos artísticos: 1 - Pedro Sá e Eduardo MansoPedro Sá leva experimentações sonoras partindo da guitarra e voz. O show traz suas canções, instrumentais e alguns poemas musicados. Guitarrista de Caetano Veloso desde 2006, Pedro Sá tem em seu currículo trabalhos como Mulheres Q Dizem Sim, Orquestra Imperial e duas turnês do Lenine. Além de instrumentista, Pedro Sá é também produtor de discos. Entre os trabalhos que produziu se destacam os álbuns Cê, Zii e Zie e Abraçaço, de Caetano Velosso, junto a Moreno Veloso; e o disco Coisa Boa, do próprio Moreno.Eduardo Manso é um músico multi‐instrumentista e produtor carioca. Toca guitarra, baixo, sintetizador e sampler. Foi membro do grupo Binario e um dos fundadores do Rabotnik, banda com a qual colaborou com nomes como Damo Suzuki, Arto Lindsay e Rob Mazurek, e participou do disco Recanto da cantora Gal Costa, à convite de Caetano Veloso. Também faz parte dos projetos experimentais Bemônio e Baby Hitler e já acompanhou artistas como Nina Becker, Ava Rocha, Tono, Negro Leo e Jonas Sá, tendo já se apresentado em diversos estados brasileiros e países como Inglaterra, Portugal e Alemanha. Em 2012 foi convidado para tocar efeitos eletrônicos no grupo de Gilberto Gil em seu Concerto de Cordas e Máquinas de Rítmo, gravando o LP e o DVD, e tocando com diversas orquestras, incluindo a London Symphony Orchestra.https://www.botequimdeideias.com.br/flogase/manso-propofol/https://qtvlabel.bandcamp.com/album/qtv041-propofol 2 - Kassin, Marlon e Davi MoraesCom mais de 25 anos de carreira como músico profissional, Marlon Sette é arranjador, produtor musical e trombonista.Kassin participou das bandas Acabou La Tequila, e do grupo +2, mas consolidou sua presença na música do Brasil através da produção de discos de Caetano Veloso, Jorge Mautner, Los Hermanos, Adriana Calcanhoto, Mallu Magalhães, Vanessa da Mata, entre tantos outros.Aos 11 anos, o guitarrista Davi Moraes foi ovacionado no palco do Rock in Rio quando tocou, ao lado do pai, Moraes Moreira, uma irretocável versão do choro Brasileirinho. Era apenas uma amostra do talento que ficaria evidente anos mais tarde. Considerado um virtuose da guitarra, ao longo de sua carreira ele se apresentou com os maiores artistas do país. Recentemente, lançou dois CDs, virou compositor, além de arriscar uma incursão ao mundo da produção musical. Em geral, sua mescla de reggae, rock e afoxé em formato pop recebeu boas críticas e há tempos ele consegue reunir uma plateia cativa em seus shows 3 - Seletores de FrequênciaO sexteto Seletores de Frequência criou Astral para quebrar um pouco o peso dos dias, passados e atuais, onde muita gente lança música de protesto. Pode ser contra o governo ou contra hordas que o seguem e deixam os dias cinzas. O álbum veio pra ensolarar, para trazer a alegria e provar que há beleza além dessa desgraça toda.Astral vem após um EP homônimo lançado em 2016, que serviu de aperitivo, e Transmutação, gravado com B Negão. O novo disco supera ambos facilmente e isso fica nítido já na abertura com “Piloto de Fuga (nº2)”, primeiro single do álbum. Um peso e suingue incríveis que caberiam em qualquer filme de perseguição de carro.O disco passeia por diversas influências e faz jus ao legado das clássicas bandas cariocas de outrora, como Banda Black Rio, Azymuth e Milton Banana, sem esquecer outras mais contemporâneas, como a Funk Como Le Gusta. Seja com samba jazz ou com funk. A metaleira marca presença forte - com o trompetista Pedro Selector no comando, como único remanescente da formação original - e serve de guia por um passeio que sai do Rio de Janeiro (“Só Pra Salvar”), passa pelo Nordeste brasileiro e Jamaica (“Trem do Cão”) e chega a África (“Fumaça”) com as tradicionais bandas que usam os metais muito bem com afrobeat ou jazz.O mérito do álbum é a unidade como banda — só aqui e ali, algum instrumento se destaca individualmente. Mas a obra é a banda como um todo, cada instrumento preenchendo um espaço e criando músicas feitas por camadas densas. Um disco para se ouvir várias vezes e ir percebendo as nuances.4 - Yuri Villar - https://open.spotify.com/album/1plng5xDEVfrHbiXhbzU5YComecei na música com 8 anos tocando violino no método Suzuki e fui até os 12. Depois disso estudei um pouco de piano até encontrar um saxofone na minha frente aso 15 anos de idade. Comecei estudando com o chorão Mario Pereira e depois de um ano comecei minhas aulas com o grande saxofonista franco-brasileiro Idriss Boudrioua. Em 2002 entrei na Universidade Federal do Rio de janeiro onde estudei com o Prof. e maestro José Rua e os professores Fernando Trocado, Marco Tulio e Julio Merlino. Durante este período participei da UFRJazz Ensamble, big-band de jazz da universidade e gravei o disco "Paisagens do Rio" com composições e participações de Guinga, Carlos Malta, Jovino Santos, Francis Hime, Gilson Peranzeta entre outros. Simultaneamente a faculdade, ingressei na Itiberê Orquestra Familia, do grande baixista Itiberê Zwarg( Hermeto Pascoal). Com a orquestra atuei durante 7 anos gravando os discos "Calendario do Som"(2005) e "Contrastes" (2009) e tocando em diversos lugares do Brasil, Argentina e Uruguay. Desde 2006 integro o Grupo Água Viva de musica popular brasileira, o qual ganhou a edição de 2007 do prêmio Tápias de artes integradas e viajou por festivais da américa latina. Em 2011 o grupo lançou seu primeiro cd, "Mundo ao revés" com a participação de Bibi Ferreira em uma das faixas. O disco ficou entre os 100 melhores do ano de 2011 segundo o site especializado "Embrulhador". Em 2012 o grupo ganha o prêmio das Radios Mec e Nacional de melhor performance e arranjo instrumental. Este ano lançamos nosso segundo disco "O louco".Em 2007 ingressei no grupo instrumental brasileiro Bondesom , com o qual gravei os Cds "Bondesom" em 2008 , "Procurando Lola" em 2012 e "Três" em 2014. O grupo ja fez mais de 200 apresentações e participou de importantes festivais como o Viradão Cultural, "Conexão Rio" "Leblon Jazz Festival" e "Copafest". Em 2011 me associei ao Estudio DoBeco e me aprofundei nas técnicas de gravação e edição de audio e desde essa época venho compondo com meus sócios diversas trilhas para TV e cinema, sendo a mais notória a para o longa "Sudoeste"do diretor Eduardo Nunes, ganhador do prêmio especial do júri no festival do Rio 2011 entre outros prêmios internacionais. Em 2012 criei com meus antigos colegas de orquestra o sexteto de sopros Inventos e lançamos cd homônimo gravado através do FAM - fundo de apoio a musica do governo do estado. Atualmente estamos com o projeto - Inventos_livre - unindo os sopros a duas baterias. Além de todos esses projetos, ainda havia tempo para acompanhar, escrever arranjos e gravar com diversos artistas como Tereza Cristina, Antonia Adnet, Vinicius Castro, Luiza Sales, Mario Adnet, Roberta Sá, Geraldo Azevedo entre outros…Ah! Também fui assíduo de musicais! toquei nas peças "Fé na Parada"de Ernesto Piccolo; "O grande circo Místico" de Chico Buarque e Edu Lobo com a direção de João Fonseca; "Amargo Fruto, a vida de Billie Holiday" de Ticiana Studart e Jau Sant`Angelo; "Simbora, a historia de Wilson Simonal" de Nelson Motta e Patricia Andrade, "A cuíca do Laurindo" de Rodrigo Alzuguir e A gota D`água [a seco]" de Chico Buarque e Paulo Pontes com direção de Rafael Gomez.5 - Bella e Cadu TenorioA artista sonora e musicista Bella e o experimentador e artista sonoro Cadu Tenório. O disco traz uma sonoridade totalmente baseada nos sons produzidos pelos próprios mecanismos das máquinas: bateria eletrônica, fita cassete, sintetizador e microfone de contato. https://qtvlabel.bandcamp.com/album/qtv043-monument-for-nothing https://qtvlabel.bandcamp.com/album/qtv036-hadron OBS: OS DEMAIS PROFISSIONAIS SÓ PODERÃO SER CONFIRMADOS APÓS A CAPTAÇÃO DE RECURSOS.
DILIGÊNCIA NA ANÁLISE PREDITIVA RESPONDIDA PELO PROPONENTE.