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PRONAC 235384Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Exposição - Eis Um Frame

Grupo de Teatro Lavoura
Solicitado
R$ 108,7 mil
Aprovado
R$ 108,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
PB
Município
João Pessoa
Início
2023-10-01
Término
2026-11-08
Locais de realização (2)
João Pessoa ParaíbaSousa Paraíba

Resumo

Realizar 02 exposições de fotografias, uma em João Pessoa e outra na cidade de Sousa, de "João Carlos Beltrão: Eis um Frame". Eis o trabalho de um fotógrafo de cinema. Uma montagem individual em que extrai imagens em movimento dos filmes em que fez parte como produtor de imagens. Também serão realizadas oficinas de formação.

Sinopse

Luz, camera, João Ao todo serão exibidas 30 fotos no formato 30x40cm, 40x50cm e 50x60cm de João Carlos Beltrão e oferecidas palestras com o fotógrafo. Alguns frames...Eis os pedaços de uma vida. Esses fragmentos, extraídos e quase descontextualizados de seus filmes, são pulsantes no contexto de um sujeito alimentado pelo ato ininterrupto de encontrar-se com a imagem.Em exposição teremos a reprodução de alguns sets juntamente com as fotos.Eis uma vida. Play. Como atividades didáticas, teremos uma oficina, com carga horária de 6h, para alunos e professores de escolas publicas e publico em geral conforme descrito abaixo:1- Noções a Linguagem Cinematográfica- A aula consiste em ensinar introdutoriamente as noções e fundamentos básicos da linguagem cinematográfica. Visando que o conhecimento adquirido seja aplicado dentro das condições mínimas de realização para os alunos, a oficina também terá um intuito de incentivar sua prática usando câmeras de celular.

Objetivos

Objetivo Geral: Fotografia: Uma arte que conta histórias, a exposição? Eis um Frame, tem como objetivo contar um pouco da história do cinema paraibano e com isso fomentar, desenvolver, divulgar, incentivar e promover um resgate da produção audiovisual, ampliando de forma democrática os espaços de debate, formação de plateia e capacitação de profissionais para o setor. Objetivos Específicos: Contar um pouco da história do cinema paraibano por meio de fotografias, destacando momentos significativos e personagens importantes que contribuíram para o crescimento do setor em nosso estado Fomentar o interesse público na produção audiovisual da Paraíba, despertando o interesse e curiosidade sobre o cinema local. Divulgar amplamente a exposição Eis um Frame para alcançar o máximo de pessoas possíveis, promovendo a apreciação da arte fotográfica e do cinema como manifestação cultural. Incentivar o envolvimento da comunidade no setor audiovisual, estimulando novos talentos e criando oportunidades para artistas e profissionais da área . Ampliar de forma democrática os espaços para a formação de plateias, criando uma experiência de fruição artística acessível e inclusiva a todos. Estabelecer parcerias, para aplicação de workshop, com instituições educacionais e culturais para fortalecer o conhecimento e a apreciação do cinema local, criando uma base sólida para o seu crescimento contínuo. Com esses objetivos, a exposição fotográfica Eis um Frame busca contribuir significativamente para o fortalecimento e reconhecimento do cinema paraibano, enriquecendo a cultura local e proporcionando um legado para as futuras gerações.

Justificativa

Justificativa: A imagem em movimento projeta vinte e quatro frames por segundo. Pela velocidade das fotos postas sucessivamente e pelo tempo que cada imagem persiste em nossa retina, temos a ilusão visual do movimento semelhante ao da vida real.Um frame. Eis uma partícula de um filme.O fotógrafo de cinema é aquele que procura incansavelmente o melhor lugar para posicionar sua câmera. Preocupa-se com o plano, a angulação, a luz, as cores, as formas, objetos, elementos, movimentos, gestos. E fixa o trabalho de toda equipe. Tudo para contar uma história. E o que é mais estranho: faz isso com o máximo cuidado para que não se perceba o seu papel.Uns frames. Eis o trabalho de um fotógrafo de cinema.Quanto vale uma imagem? Esperar pelo sol, navegar numa jangada velha, caminhar horas com equipamentos pesados, voar de helicóptero, subir ao alto de um prédio, correr atrás da ação que não o espera, adentrar em ambientes hostis, viajar durante horas, dias ou meses, aguentar odores, enfrentar medos, se ver diante de personalidades, perceber gestos peculiares, repetir cenas, lutar pela melhor take. E a atividade não termina aqui. Ler bons livros e contos, ver filmes e programas televisivos, ouvir histórias, contemplar pinturas, mosaicos, xilogravuras, esculturas, quadrinhos, fotografias, teatro, dança, música. E mais, assistir à vida, dialogar com as vidas, buscar a compreensão de vidas. Ser um espectador atento do mundo.Alguns frames. Eis os pedaços de uma vida.Esses fragmentos, extraídos e quase descontextualizados de seus filmes, são pulsantes no contexto de um sujeito alimentado pelo ato ininterrupto de encontrar-se com a imagem.Eis uma vida. Play.

Especificação técnica

Realizar 02 exposições de fotografias, uma em João Pessoa e outra na cidade de Sousa, de forma totalmente gratuita, de "João Carlos Beltrão: Eis um Frame". Eis o trabalho de um fotógrafo de cinema. Uma montagem individual em que extrai imagens em movimento dos filmes em que fez parte como produtor de imagens. Considerando que o projeto é direcionado ao público em geral, garantindo o pleno acesso sem cobrança de qualquer tipo de ingresso o projeto está dispensado da obrigatoriedade de apresentar ações formativas culturais. Mas o projeto realizará oficinas de formação conforme descrito abaixo: Realização de oficinas com ações formativas.Como atividades didáticas, teremos uma oficina, com carga horária de 6h, para alunos e professores de escolas publicas e publico em geral conforme descrito abaixo:1- Noções a Linguagem Cinematográfica- A aula consiste em ensinar introdutoriamente as noções e fundamentos básicos da linguagem cinematográfica. Visando que o conhecimento adquirido seja aplicado dentro das condições mínimas de realização para os alunos, a oficina também terá um intuito de incentivar sua prática usando câmeras de celular. Divulgação: Assessoria de ImprensaSocial Media02 Banner500 Folder e Programa Mídias Radiofônica - Entrevistas Mídias espontânea - Veiculação na internet em sites especializados.Redes Sociais - Impulsinamento

Acessibilidade

Acessibilidade Produto: EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS: Acessibilidade FÍSICA: O espaço onde acontecerá a exposição já é adequado para pessoas que possuam algum tipo de deficiências físicas ou mobilidade reduzida. Com rampa de acesso na entrada, corredores amplos para circulação e banheiro adaptado. Não havendo a necessidade de incluir os custos na planilha. Acessibilidade Conteúdo PcD VISUAIS: O projeto vai contar com diversos recursos para acessibilidade visual, são eles: Textos impressos em braile, acompanhadas de audiodescrições. Itens na PLANILHA ORÇAMENTARIA: Serviço de Audiodescrição, Equipamento som com operador: Impressão em Braile. PcD AUDITIVOS: a fotografia não necessita do áudio para sua fruição. mas durante as aberturas das exposições teremos um interprete de libras acompanhando todo o evento. Item na PLANILHA ORÇAMENTARIA: Interprete de Libras PcD COGNITIVO: Serão contratados dois monitores orientados para receber e guiar pessoas que possuam algum tipo de deficiência cognitiva. Os monitores serão contratados de forma mensal. Item na PLANILHA ORÇAMENTARIA: Monitores.

Democratização do acesso

Cumprindo a Instrução Normativa MINC nº 1, de 10 de abril de 2023 o projeto irá assegurar plenamente a ampliação de acesso aos produtos, bens e serviços culturais; O projeto será realizado de forma integralmente gratuita. A exposição será realizada em espaço público com acesso irrestrito, beneficiando um público amplo e diverso. Ampliação de acesso Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. CONTRAPARTIDA SOCIAL Considerando que o projeto é direcionado ao público em geral, garantindo o pleno acesso sem cobrança de qualquer tipo de ingresso o mesmo projeto está dispensado da obrigatoriedade de apresentar ações formativas culturais.

Ficha técnica

Grupo de Teatro LavouraFunção: Proponente do Projeto e Coordenação GeralGrupo de Teatro Lavoura Fundado em 2004 na cidade de João Pessoa no estado da Paraíba, o Grupo tem como objetivo a pesquisa constante de uma linguagem teatral voltada para a relação de proximidade física e emocional entre ator e plateia, e a investigação do processo de criação do ator em suas diversas matizes. Sua estreia foi firmada na cena teatral nacional com o espetáculo Diário de um Louco, baseado na obra do escritor russo Nicolai Gogol. Seu segundo espetáculo intitulado Bruta Flor tem como foco a construção de uma linguagem cênica pautada na união entre o teatro, a música e a literatura. Em 2016 estreou seu terceiro espetáculo O Último Édipo no qual parte de uma perspectiva Shakespeariana e freudiana do mito de grego como base para desconstruí-lo e, assim, imprimir sua marca a essa releitura. O Grupo realizou em parceria com o IAMAKÁ, o espetáculo A Matéria do Sonho, baseado na obra de Miguel de Cervantes Dom Quixote. Com a Orquestra de Câmara da Cidade de João Pessoa, realiza um espetáculo inédito em comemoração aos 100 anos do lançamento do livro EU, de Augusto dos Anjos, denominado Eu, Augusto. Em 2019 o Grupo Lavoura entra numa nova fase em que estreia o espetáculo Todo Tempo do Mundo, no qual problematiza a temática do tempo pelo viés da espera. Em 2021 o grupo produz um documentário sobre o bairro do Roger, um dos bairros mais culturais de João Pessoa. João Carlos BeltrãoFunção: Diretor Geral e Curador Nasceu em João Pessoa, mas cresceu no brejo paraibano, em Alagoa Grande. Formado em jornalismo pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB), desde 1997, atua como técnico de audiovisual no IFPB, no Campus I, na capital paraibana.Luz, câmera, João! Quem acompanha o cinema paraibano já viu o nome de João Carlos Beltrão em dezenas de créditos de curtas e longas-metragens. Do Litoral ao Sertão, o diretor de fotografia já participou de mais de 50 deles! Parte dessas andanças está na exposição "Eis Um Frame". No comecinho da década de 1990, João Carlos apaixonou-se por documentaristas paraibanos. Ainda estudante de Jornalismo na UFPB, internou-se no Núcleo de Documentação Cinematográfica (NUDOC), onde devorou clássicos como Romeiros da Guia (Vladimir Carvalho e João Ramiro Mello), A Bolandeira (Vladimir Carvalho), A Pedra da Riqueza (Vladimir Carvalho) e Aruanda (Linduarte Noronha). Não demorou para se destacar por trás das câmeras em produções paraibanas. Em 1997, foi assistente de câmera do curta A árvore da Miséria de Marcus Vilar. De lá para cá, foram mais de 50 curtas e uma dúzia de longas-metragens. A lista inclui os curtas Alma, O cão sedento, Amanda e Monick, Enraizados, O Terceiro Velho, Rasga Mortalha, Ato Institucional, A Poeira dos Pequenos Segredos, Redemunh e DNA-M Deus não Acredita em Máquinas. Entre os longas-metragens destacam-se O Herdeiro de Avôhai? (de Elinaldo Rodrigues), Tudo que Deus Criou (de André da Costa Pinto), Rebento (de André Morais, premiado no Brasil e na Europa) e O Engenho de Zé Lins (um filme de Vladimir Carvalho, onde João Carlos fez a codireção de fotografia ao lado de Walter Carvalho e Lula Carvalho). É o fraco, João Carlos é um dos mais importantes frames do contemporâneo cinema paraibano. João Carlos é membro da Academia Paraibana de Cinema. Presidiu por dois mandatos a Associação Brasileira de Documentaristas Seccional Paraíba (ABD-PB) e representou o segmento audiovisual no Conselho Estadual de Cultura da Paraíba. Como emblema do cinema paraibano, foi homenageado no V Comunicurtas (2010), no III Festissauro (2016) e no XI CineCongo (2019], no FestAruanda (2020). LUMINA CULTURAL Função: Produção Executiva / ProduçãoNina Rosa e Metilde Alves, proprietárias da Lúmina Produções Cinematográfica LTDA(Lúmina Cultural), são Produtoras culturais e Pedagogas, desde sempre mantiveram vínculo com a cultura e na década de 1990 começaram o trabalho de produção. Produziram Shows de Lulih e Lucina nas Casas de Cultura de São Paulo, em diversos Bairros e no Centro Cultural São Paulo; Eudes Fraga no SESC Pompéia no Projeto “Prata da casa” e em diversas unidades do projeto “Arte na Rua” - PMSP/SP; Alzira Espíndola no Villággio Café; Grupo Senzalas, no SESC Interlagos e Pompéia (SP); Jane Duboc, Arismar do Espírito Santo, Chico César e Eudes Fraga em Macapá (AP). Em 2008, criaram e realizaram o “Salão Nordeste – Congresso Internacional de Dança” – Recife (PE). Desde 2011 desenvolvem as funções de Produtoras executivas, Elaboração e Gestão de projetos e Gerenciamento administrativo do Grupo de Teatro Lavoura, com a administração de projetos culturais realizaram o acompanhamento, gestão financeira e prestação de contas, por 3 anos na Lei Rouanet (Lei de Incentivo à Cultura) do Projeto Interatos- Mostra e Formação Permanente em Teatro, Dança e Circo e do Projeto Orquestra nos Bairros da Orquestra Sinfônica da Paraíba. Direção de Produção na MIT/2015. Em 2017 foram realizadoras da MARTE – Mostra de Artes Teatrais Integradas que teve financiamento do Programa de Apoio a Festivais de Teatro e dança da CEF. Em 2014 começaram a desenvolver projetos audiovisuais, destaque para a Produção Executiva dos seguintes projetos: 2020 – Curtas-Metragens: - “Animais na Pista”, do Diretor Otto Cabral, que tem o financiamento Ancine / FSA / Fundo Municipal de Cultura de João Pessoa e do CTAV; - “Pedras”, do Diretor Caio Bernardo; - “A Treta”, dos Diretores Ian Abé e Rodolpho de Barros; Longas-metragens: - “Corpo da Paz”, do Diretor Torquato Joel, que tem o financiamento do Ancine/FSA / Fundo Municipal de Cultura de João Pessoa e do CTAV; - “O Braço”, do Diretor Ian Abé, aguardando repasse do Governo Federal - Ancine/FSA; 2014/2019 – Longas-metragens: “Rebento” de André Morais, ganhador de prêmios em festivais nacionais e Internacionais; - “O Seu Amor de Volta (Mesmo que ele não Queira)” de Bertand Lira - Consultoria em Liberação de Direitos Autorias de Trilha Sonora; - “Ambiente Familiar”, do Diretor Torquato Joel, que tem o financiamento Ancine / FSA / Fundo Municipal de Cultura de João Pessoa; Curtas-metragens: - “A Ética das Hienas", do Diretor Rodolpho de Barros, ganhador de prêmios em festivais nacionais e Internacionais; - “Aponta Pra Fé”, de Kalyne Almeida e Renata Costa - Produção Executiva de Pós Produção. Jorge Luiz Santana Araújo (Jorge Bweres)Função: Diretor Artístico _ Projeto ExpográficoJorge Luiz Santana Araújo (Jorge Bweres) - Pós graduado em educação com trabalho na área de psicologia: Ambiente e comportament Coreógrafo , Arquiteto e Urbanista , Formado pela Universidade Federal da Paraíba. É um dos diretores mais requisitados da atualidade na cena teatral Paraibana. Experiência nas áreas de: teatro (ator, diretor, iluminador, cenógrafo; música (direção, iluminação e figurinos; artes plásticas (curadoria, projeto artístico e iluminação) e audiovisual (direção de arte).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.