| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 06980064000182 | Nacional Gás Butano Distribuidora Ltda. | 1900-01-01 | R$ 200,0 mil |
| 94316999000983 | ANIGER - CALCADOS, SUPRIMENTOS E EMPREENDIMENTOS LTDA. | 1900-01-01 | R$ 110,0 mil |
| 43826833000119 | TURMALINA GESTAO E ADMINISTRACAO DE RECURSOS S.A | 1900-01-01 | R$ 75,0 mil |
| 41597303000110 | Newland Veículos Ltda | 1900-01-01 | R$ 15,0 mil |
| ***827403** | Paula Queiroz Frota | 1900-01-01 | R$ 7,9 mil |
| 14809659000106 | Newsedan Comércio de Veículos Ltda - Crysler | 1900-01-01 | R$ 4,8 mil |
O projeto consiste na manutenção do Museu da Fotografia Fortaleza, garantindo o funcionamento do equipamento, promovendo a preservação da memória e cultura. A proposta contemplará a realização de 12 projetos sociais desenvolvidos em parceria com escolas públicas municipais e estaduais, organizações do terceiro setor, secretarias, Institutos Privados, espaços de atendimento à pessoas com deficiência, casas de abrigo para idosos e jovens em medidas socioeducativas.
O presente projeto consiste na Manutenção do Museu da Fotografia Fortaleza, garantindo o funcionamento do equipamento cultural para que ele cumpra sua função de contribuir com o desenvolvimento cultural da cidade, promovendo a preservação da memória e cultura e estimulando a fruição e a itinerância. A proposta contemplará as seguintes ações: Programa de projetos socioculturais desenvolvidos com organizações do terceiro setor, 7 exposições exposições, sendo três delas resultados de ações formativas realizadas no calendário do espaço; um programa de formação de público, em parceria com escolas, secretarias municipal e estadual de educação; palestras, seminários e cursos livres. Serão desenvolvidas, também, ações para públicos específicos, como visitas e ações formativas focadas nos idosos/terceira idade. O Museu poderá servir de espaço para aulas e ações formativas vinculadas a universidades ou escolas que possuam disciplinas de fotografia ou algum campo do conhecimento que se vincule à atuação do museu. A exibição do acervo, assim como a realização de exposições de artistas cearenses e internacionais, se compõe como a principal missão desse equipamento, que se potencializa por estruturar-se como um espaço de ação cultural, mas também de produção e difusão de conhecimento sobre a fotografia. Um lugar que tem a potência das alianças e dos sujeitos que com ele interagem para construir uma cena mais rica e promissora para artistas e público. O potencial de trabalho pedagógico e artístico da fotografia é tão amplo quanto o seu uso. Por isso, a proposta pedagógica apresentada neste projeto sinaliza para uma abordagem articulada com espaços e tempo educativos, tais como: escolas municipais, estaduais e instituições de ensino superior para provocar uma maior adesão desse público ao hábito de “consumo cultural”. A primeira ação consiste no fortalecimento de um diálogo mais próximo entre os visitantes que chegam espontaneamente ao Museu e o espaço, uma aproximação entre público e as obras expostas. Também passa por uma articulação permanente com outras instituições para que os estudantes possam acessar os bens e serviços culturais disponibilizados no Museu de maneira gratuita. Assim, além da disponibilização do espaço para exposições, festivais, mostras e outras atividades vinculadas ao segmento da Fotografia, integram esse processo educativo e o direcionamento pedagógico do Museu ações de formação como: PROJETOS SOCIOCULTURAIS Serão realizados 12 projetos socioculturais, com foco no atendimento a crianças, jovens, adultos, idosos, pessoas com deficiência, moradoras de regiões de baixo IDH de Fortaleza e região metropolitana. Serão os projetos: Na ponta dos Dedos (Com deficientes Visuais);Projeto Diferente (Com crianças e jovens autistas);Despertando Olhares (Com jovens em medidas socioeducativas);Museu nos Bairros (Com crianças e adolescentes de escolas públicas);Museu em Rede (em cidades do interior do Estado do Ceará);Acervo Itinerante (Com a montagem de exposições em espaços culturais na região metropolitana);Museu na Saúde (Com a promoção de oficinas de fotografia em enfermarias pediátricas);Museu Social (Com a promoção de oficinas e visitas à idosos dos Centros de Referência e Assistência Social); Escola Vai ao Museu (Com a promoção de visitas educativas ao Museu com Escolas Municipais e Estaduais);Bebês no Museu (Com atendimento à crianças de 01 à 4 anos, matriculadas em creches públicas municipais);Museu no interior (Com itinerância de oficinas e exposições para cidades do sertão cearense);Olhar Educador (Com formação de professores da Rede Municipal de Ensino). EXPOSIÇÕES Serão realizadas 7 exposições fotográficas, sendo 3 de projetos sociais e outras 4 de fotógrafos nacionais e internacionais.
Objetivo geral:Contribuir para o fortalecimento do campo das artes visuais no Estado do Ceará, através da manutenção de um Museu dedicado à arte fotográfica e da realização de ações de difusão, formação e itinerância cultural que tenham como resultados a promoção do desenvolvimento sociocultural no Estado. Objetivos específicos: - Contribuir para a preservação de conhecimentos e da memória cultural por meio da manutenção e exposição de obras do acervo fotográfico do Museu; - Disponibilizar a estrutura do Museu da Fotografia para uma multiplicidade de públicos, através da realização de atividades gratuitas, promovendo a democratização do acesso à cultura; - Realizar 4 exposições fotográficas de artistas nacionais e internacionais no Museu da Fotografia Fortaleza, ao longo do período de 1 ano; - Promover a execução de projetos socioculturais voltados ao desenvolvimento social de crianças e jovens em situação de vulnerabilidades, disponibilizando conteúdos e conhecimentos básicos em Fotografia através de oficinas e cursos livres;- Realizar formação voltada para a equipe do Museu da Fotografia Fortaleza, com foco na Acessibilidade; - Ofertar, mensalmente, formações desenvolvidas, dentro do escopo de projetos, prevendo o atendimento a deficientes visuais e pessoas dentro do espectro autista; - Realizar 3 exposições dos projetos socioculturais realizados com crianças de escolas públicas, jovens em medidas socioeducativas e deficientes visuais, estimulando o desenvolvimento estético e cognitivo desse público;- Realizar cerca de 5 exposições em cidades do sertão cearense;-Realizar um concurso fotográfico com premiação para 1°, 2° e 3° lugar, aberto a todo o Estado, e exposição fotográfica;- Lançar 2 publicações ao ano (catálogo/revista), visando registrar e documentar as obras, público, processos das exposições, e realizações dos projetos sociais;- Promover novos acessos à produção fotográfica a partir da realização e manutenção de exposições virtuais; - Estimular a pluralidade, a difusão das artes visuais, o intercâmbio de experiências e o aprendizado cultural, por meio da promoção de cursos e vivências entre crianças e jovens de escolas da rede pública de ensino, palestrantes, idosos, pesquisadores e estudiosos da área.
Desde a primeira fotografia, tirada em 1826, até a atualidade, houve um crescimento significativo do lugar ocupado pela fotografia na dinâmica social. Fruto do desenvolvimento técnico- científico da modernidade, a fotografia passa a ser considerada um dos principais meios de expressão da contemporaneidade, assumindo-se como elemento de transfiguração e ressignificação da realidade. Com uma grande repercussão no âmbito econômico, o nascimento da fotografia gerou novas interpretações em torno da arte moderna. Inicialmente, foi alvo de críticas quanto à sua qualificação enquanto arte, sob o argumento de que o meio mecânico não exigia esforços de criação e talento. Contrapondo-se a essa visão, o filósofo alemão Walter Benjamin trouxe fundamentos essenciais à valorização da fotografia como arte, destacando que "pela primeira vez no processo de reprodução da imagem a mão foi liberada das responsabilidades artísticas mais importantes, que agora cabiam unicamente ao olho", reforçando a relevância do fotógrafo e de seu olhar no ensaio "A obra de arte na era da sua reprodutibilidade técnica", publicado em 1955. A fotografia passava a ser encarada, assim, como um elemento artístico emancipatório, que fugia às normas das belas artes e lhes dava novos contornos, ampliando o acesso e fazendo da imagem um fragmento social, político e ideológico da realidade. Foi por essa força que a fotografia passou a ocupar espaço significativo em museus, exposições e coleções de arte promovendo a "democratização de todas as experiências através de sua tradução por imagens", conforme destacou a crítica e cineasta americana Susan Sontag (1981). Nesse contexto, o produto fotográfico passou a ter grande destaque e valorização econômica, a exemplo da constante busca do marketing e da propaganda pela imagem, e a abertura de espaços de negociação de fotografias. No âmbito da Fotografia Fine Art, que concilia prazer estético com o investimento, fotógrafos brasileiros como Vik Muniz e Alberto Morell são bastante representativos, no que diz respeito à valorização econômica, já que ambos alcançaram reconhecimento no mercado internacional em um curto espaço de tempo. Embora a produção fotográfica ainda seja muito recente em relação a outras expressões artísticas, como a pintura, por exemplo, a fotografia traz consigo, além de seu potencial estético _ na sua relação com o olhar, o corpo, o instante, o movimento, a forma, a cor _ e de uma função histórica de registro da memória e do tempo, uma relação social e cognitiva com o outro, já que a significação de uma foto não é unânime, abrindo-se a uma infinidade de interpretações. O apreciador, assim como o fotógrafo que registrou a imagem, formula seu pensamento acerca da obra de acordo com referências, códigos e ideologias próprias. Reinventa, assim, o momento fixado. Essa reinvenção passa, ainda, pelo advento da fotografia digital, que impôs um outro ritmo aos registros e novos modos de armazenamento e divulgação, seja através de redes sociais, blogs, sites, seja por meio de dispositivos móveis. A velocidade de criação e circulação da imagem tem interferências diretas no modo de produzir e pensar a fotografia. É pelo encantamento que produz, pela inserção junto a diversos públicos, pela necessidade de valorizar a expressão fotográfica e de reforçar seu uso no desenvolvimento sociocultural, econômico e humano que a consolidação de um equipamento cultural voltado especificamente para a Fotografia se reverte da maior importância. Assim, a estruturação do Museu da Fotografia vem suprir a carência de espaços focados nesse segmento, sendo o primeiro a ser implementado no Estado do Ceará. Além de atender a uma demanda do público, o Museu foi estruturado a partir de uma relação estreita com a produção e difusão do conhecimento e dos produtos fotográficos, tendo a dimensão educativa como um de seus principais vetores: desde as visitas espontâneas até o programa de visitas guiadas, há um fio condutor que norteia a ação pedagógica que ambiciona o engajamento do público numa relação de pertencimento e apropriação social em relação ao Museu, às suas obras e à própria fotografia enquanto linguagem artística e social. Diante disso, o projeto propõe algumas questões fundamentais, a fim de que o Museu da Fotografia Fortaleza possa ser um equipamento vivo e itinerante _ que se descobre e é descoberto nas possibilidades de encontro dos amantes da fotografia com um mundo de significados e interpretações que estão por trás das câmeras, nas fotos reveladas e nos lugares e momentos onde se originam as imagens, são elas: a consolidação de um espaço de valorização da produção fotográfica e visual do Estado; a produção de sentidos junto a crianças e jovens, a partir do impacto causado pelo fazer fotográfico nesse público; o fortalecimento da cena e cadeia produtiva da fotografia; a difusão de conhecimentos, gerando encontros, reflexões e saberes a partir do intercâmbio de experiências entre os diferentes públicos do Museu. Apoiar a manutenção do Museu da Fotografia significa não só estimular a preservação e memória das imagens e de seus contextos, mas contribuir para a efetiva continuidade da missão assumida pelo equipamento. E é assim, por esse propósito, que a composição do Museu gera resultados e impactos consistentes para o desenvolvimento sociocultural e a democratização do acesso à cultura no Estado do Ceará. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto visa alcançar os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;
O presente projeto tem como resultados esperados: Composição de um equipamento cultural sólido e pulsante, abrigandoimportantes ações no segmento das artes visuais/fotografia; Preservação da memória e dos registros fotográficos do Estado do Ceará,difundindo um acervo rico e consistente; Formação de um público amplo, de jovens e crianças residentes em zonas devulnerabilidade, por meio dos cursos e palestras, promovendo inclusãosociocultural e transformação da realidade social por meio da cultura; Fortalecimento do segmento da Fotografia, com a valorização dos trabalhosfotográficos desenvolvidos pelos profissionais do Estado e nacionais e o estímuloa novas produções e expressões artísticas. Quanto à sua proposta pedagógica, alguns aspectos serão trabalhados na ação formativa: 1) aproximação entre disciplinas escolares e a fotografia, por meio de uma abordagem interdisciplinar; 2) aspectos antropológicos e sociológicos. Assim, os processos de formação/educação partem de uma base comum na qual todos possuem aspectos e temas norteadores do conteúdo trabalhado, podendo ser condensadas as seguintes diretrizes: Estruturar uma programação pedagógica que transite pela história da fotografia, bem como pelos principais usos e fatos, ou seja, promover uma abordagem da dimensão histórica e social da fotografia. Apresentar a fotografia como uma expressão da arte moderna, que emergiu a partir do desenvolvimento técnico-científico, levando em conta desde seus aspectos físicos e químicos, até suas relações com a memória e o registro histórico, a função estético-cognitiva da fotografia e o seu papel enquanto linguagem artística. Aspectos históricos, geográficos, técnicos e sociológicos do campo fotográfico, com base no material do acervo e das exposições e a partir de relatos e intercâmbios com fotógrafos de diferentes países. A proposta visa ampliar a reflexão sobre a representação social através das imagens, promovendo auto representação e auto expressão.
- Folders – 3.000 unidades, policromia, 2 dobras, papel couchet 40 kg. Tamanho: 45x15cm; - Camisa – 50 unidades, malha, fio 30, policromia. Tamanhos P, M e G; - Banners – 4 unidades, Formato lona, policromia. Tamanhos: 1 unidades: 5,00 x 2,00m; 2 unidades: 1,20 x 2,00m; 1 unidades: 0,80 x 1,50m; - Ecobag – 300 unidades; tecido em algodão cru, policromia. Tamanho: 40 x 40 cm; - Catálogo – 1.000 unidades; policromia, papel couchet; miolo 60kg, capa 40kg. Tamanho: 20x15cm.
O Museu da Fotografia Fortaleza cumpre com todas as exigências dispostas nas normas técnicas de acessibilidade – medidas dispostas art. 27, inciso II, do Decreto 5.761, de 27 de abril de 2006, e na Instrução Normativa vigente, sendo elas: rampas de acesso, vagas reservadas e banheiros adaptados para pessoas que necessitam de atendimento individualizado; equipe disponível para suporte e auxílio de pessoas que apresentem quaisquer necessidades especiais; envolvimento de ações socioeducativas em parceria com instituições de atendimento a crianças e adolescentes dentro do espectro autista, como a Escola Espaço Terapêutico, Fundação Fortaleza Azul e Projeto Diferente, e deficientes visuais atendidos pela Escola Instituto do Cegos, Instituto Hélio Góes e Associação de Cegos do Estado do Ceará - ACEC. O projeto contará com ações que envolvem planejamento e preparação para atender demandas de pessoas com deficiência. As ações do projeto buscarão promover a acessibilidade sensorial em todos os seus produtos, buscando desenvolver através de suas ações recursos que possibilitem a inclusão e diversidade do maior número de pessoas com deficiência possível. Para tanto, o projeto de manutenção do Museu da Fotografia contará com a parceria da Universidade Estadual e Federal do Ceará, através dos seus núcleos e projetos de desenvolvimento e pesquisa no âmbito da acessibilidade. Tais parcerias garantirão a acessibilidade artística de exposições e obras, a partir da realização de peças táteis fotográficas e audiodescrição sensorial. No âmbito sociocultural, o projeto prevê a realização do programa de acessibilidade, contemplando dois projetos desenvolvidos com crianças, jovens e adultos dentro do espectro autista e pessoas deficientes visuais. A ação garantirá o suporte da equipe técnica especializada, com mecanismos que sejam plenamente acessíveis, uma vez que faz-se necessário, a fim de promover a acessibilidade sensorial na prática, oferecer serviços que possam ser acessados, utilizados e compreendidos por qualquer pessoa, independente de sua condição física, comunicacional e intelectual. Dessa forma, e com a finalidade de proporcionar um amplo alcance e condições de acessibilidade ao público do projeto, algumas medidas serão inseridas aos objetivos da proposta: Acessibilidade de conteúdo: - Identificar a equipe do Museu com uniforme e crachás; - Realizar capacitações pedagógica da equipe que compõe o Museu da Fotografia Fortaleza voltadas especificamente para atender a grupos de autistas e deficientes visuais, entre outras pessoas;- Disponibilizar textos expográficos em braille; Deficientes auditivos: - Disponibilização de intérprete de Libras nas palestras e aberturas de exposições Deficientes visuais: - Realizar o projeto Na Ponta dos Dedos que acontece de terça à sexta, no período da tarde, com crianças, jovens e adultos deficientes visuais, oferecendo aulas de história da fotografia, fotografia digital e composição fotográfica, para cerca de 20 alunos por semestre, em encontros de 2h cada. - Realizar ao final do ano a exposição do projeto Na Ponta dos Dedos que conta com obras fotográficas táteis, piso tátil, audiodescrição e legendas em braile. - Produzir peças táteis em HDF de obras em exposição nas mostras de curta e longa duração (ação realizada em parceria com a Universidade Federal do Ceará por meio do projeto Fotografia Tátil do Departamento de Arquitetura e Urbanismo) - Produzir audiodescrição de obras em exposição nas mostras de curta e longa duração, e disponibilizá-las em QR Codes e headphones (Ação realizada em parceria com a Universidade Federal do Ceará por meio do Laboratório de Tradução Audiovisual - LATAV e o Grupo Legendagem e Audiodescrição - LEAD) Pessoas com mobilidade reduzida: - Manter rampas de acesso e vagas reservadas; (a execução da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta);- Reservar ao menos um sanitário acessível com trocadores adaptados para pessoas com deficiência (a execução da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Manter sempre o sanitário acessível destrancado pronto para o uso (a execução da presente medida de acessibilidade não gera custos à proposta); - Capacitar a equipe para agir proativamente diante das diferentes necessidades de acesso das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Para garantir que as propostas de ação cultural sejam adequadas às diferentes necessidades das pessoas com deficiência, levaremos em consideração as especificidades de cada indivíduo, respeitando, no entanto, o processo de programação e estabelecimento de políticas de inclusão.
O projeto tem como objetivo atender a crianças e adolescentes, jovens, adultos, idosos e pessoas com deficiência de regiões com baixo índice de desenvolvimento humano na capital e cidades do interior do Estado do Ceará. A participação da população beneficiada com as formações e ações oferecidas será inteiramente gratuita, assim como todas as demais atividades a serem realizadas pelo projeto, cumprindo um importante papel na democratização do acesso a bens e serviços culturais. A logística necessária para a realização dos atendimento dos beneficiados pelas ações do projeto será integralmente custeada, a exemplo do transporte rodoviário com ônibus e vans. Os produtos resultantes de suas atividades, como os catálogos, serão destinados integralmente a bibliotecas, escolas, museus e outras instituições públicas, atendendo, assim, as seguintes iniciativas de democratização do acesso (artigo 28, da IN 01/2023): III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; VIII - realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação; As exposições fotográficas de artistas nacionais e internacionais, bem como as mostras resultantes dos projetos sociais, funcionarão de caráter gratuito a toda a sociedade, garantindo que crianças, jovens, adultos e idosos possam participar do processo de formação e imersão na cultura fotográfica contemporânea. O projeto prevê a realização de 18.000 (dezoito mil) atendimentos à crianças, jovens, adultos, idosos e pessoas com deficiência, residentes do Estado do Ceará.
SILVIO FROTA – Direção Silvio Frota, 63 anos, natural de Fortaleza (CE) é empresário da construção civil, diretor presidente da SIMPEX Incorporações, atuando também na administração de shoppings centers e no mercado financeiro. Colecionador de obras de arte e fotografia, Silvio é Conselheiro do Instituto Volpi, Presidente do Instituto Paula e Silvio Frota, fundador e mantenedor do Museu da Fotografia de Fortaleza. Com um acervo que vem sendo construído desde 1980, Silvio possui uma das maiores coleções de fotografia do Brasil. O acervo fotográfico, com mais de duas mil obras, tem passado pelos principais museus de arte com destaque para as artes visuais. Da fotografia documental à artística contemporânea, explorando várias vertentes e gêneros fotográficos, Silvio Frota agora investe sua coleção na criação do primeiro Museu da Fotografia de Fortaleza, compartilhando com a sociedade sua coleção e estimulando o conhecimento das belas artes. Com uma vertente educacional, o Museu integra artistas e estudantes de uma maneira em geral. Como gestor, Silvio se destaca no mercado imobiliário e agora investe no ramo das artes em busca de dividir sua coleção particular com os cidadãos brasileiros e estrangeiros que passarem pelo Museu da Fotografia de Fortaleza. MARDONIO BARROS – Coordenação executivaProdutor e mobilizador de recursos para projetos culturais, com experiência em gestão de políticas públicas para a cultura. Reúne experiência em mais de doze anos de atuação na direção, coordenação, produção e elaboração de projetos de intercâmbio, circulação, pesquisa, formação e difusão cultural, nos planos regional, nacional e internacional, com ênfase para a articulação entre poder público, iniciativa privada e 3º setor, dentre eles: Conferência Internacional Dilemas da Humanidade: Diálogos Entre Civilizações (2004), Bienal Internacional de Dança do Ceará (2010 – 2015), Outras Danças – Brasil | Chile | Colômbia (2011), Escola de Dança do Paracuru – Associação Dança, Arte e Ação (2011 – 2014), Caravana da Juventude e Cultura (2012), Cine Ecologia: Formação, Circulação e Fruição 2012 – 2015), Respeitável Público: Programa de Formação de Plateia (2012 – 2014), do I Festival Internacional de Danças Urbanas do Ceará (2014), Coordenador geral do Sistema Nacional de Cultura (2015 – 2016), Laboratório de Produção – Curso Técnico em Produção de Eventos Culturais (2016), Plataforma Sinfonia do Amanhã (2016) e V Bienal de Par em Par (2016). MARIANA CLEMENTINO – Coordenação Geral Graduanda em Administração em Gestão pela Universidade Vale do Salgado, trabalha com gestão e comércio há mais de 20 anos. Foi uma das fundadoras e diretora de projetos da Empresa Junior da FVS. Tem certificação pelo EMPRETEC ONU/Sebrae. Desde 2019 coordena o Museu da Fotografia Fortaleza, atuando na elaboração, planejamento e gestão de projetos, além de coordenadar os setores de Departamento Pessoal e Infraestrutura. TOMAZ MARANHÃO – Coordenação de ação cultural Natural de Horizonte - CE, desde 2014, atua na fotografia como forma de expressão artística e comunicação, tendo, em 2017, recebido certificado pela Escola Porto Iracema das Artes. Atualmente, cursa Marketing pela Universidade Estácio de Sá, e desenvolve trabalho na cobertura fotográfica de ações culturais a exemplo de eventos como: Hip Hop Em Cena, Palco Aberto, Festa de Iemanjá e Bárbaras Mulheres do Ceará. Como assistente de fotografia, trabalhou na 5ª Edição da Maloca Dragão, festival realizado pelo Instituto Dragão do Mar. Ministra cursos de fotografia na área da restauração fotográfica e produção com dispositivos móveis. Desde 2018 trabalha no Museu da Fotografia Fortaleza, inicialmente desempenhando função de voluntário no setor educacional, ministrando aulas de fotografia digital e artesanal, seguindo da função de secretário estagiário, auxiliando a gestão do equipamento em suas deliberações diárias. Atualmente, é Coordenador Ação Cultural do MFF, onde elabora, planeja e produz eventos culturais para a programação do equipamento, integra a equipe de elaboração e gestão de projetos, e prospecta parcerias com secretarias de governo, institutos, fundações e ONGs no Ceará, nas esferas cultural e educacional. Foi curador das exposições Mulheres Plurais e Olhar Sobre o Sensível, em cartaz no Fórum Clóvis Beviláqua, em uma parceria com o Tribunal de Justiça do Ceará. Tem atuação voluntária na Comunidade Sangue Nosso, projeto que visa combater a pobreza menstrual com a doação de itens de higiene e limpeza a pessoas menstruantes em situação de rua e vulnerabilidades sociais. NANDA ARAÚJO – Assessoria de ProjetosAssessoria em Elaboração, Coordenação e execução de Projetos Culturais. 2022: Festival Fortaleza BR – Direção GeralProjeto “CEABRINDO COM A PERIFERIA” – Coordenação 2020/2021:Projeto Terça de Graça 10 anos – Assessoria AdministrativaAcordeum Festival – Direção GeralManutenção das atividades do Museu da Fotografia Fortaleza – Assessoria AdministrativaNonato Lima Canta e conta Dominguinhos – Direção e produçãoVidança por que se dança a vida – Assessoria e produçãoArte Urgente – A cultura como farol do Ceará – Assessoria Administrativa Outras experiênciasProdução: Projeto Terça de Graça Capital e Interior Edições 2018 e 2019; Projeto Sertão Central Festival de Acordeon em Madalena; Projeto Concerto de Natal de Sobral. Acompanhamento e Execução financeira: Projeto Laboratorio Acidum: Escola de Arte Urbana do Ceará, Projeto Manutenção do Museu da Fotografia de Fortaleza, Projeto Escola de Teatro de Acopiara: Formação das Artes Cênicas na Região Centro Sul, Projetos Acordes Mágicos 2018. Elaboração: Livro Semeando em Terras Secas, Projeto Notas que mudam Histórias, Projeto Sertão Central Festival de Acordeon em Madalena (Edições 2018 e 2019). Padre Cícero – A história de um santo do Povo (2020). Carnaval Cultural de Aracati (2020). Elaboração e Direção: Acordeum Festival – O Festival de Sanfona do Ceará 2018. Analista de prestação de contas - Secretaria de Cultura do Estado do Ceará - 2015 a 2018. JULIANA BONFIM (Vogal Comunicação) – Assessoria de ImprensaJornalista com 18 anos de atuação em assessoria de comunicação. Tem forte expertise em gestão de crises, assessoria de imprensa, campanhas eleitorais, consultoria de comunicação corporativa e de órgãos públicos, além de diversos projetos editoriais. Desde 2010, está à frente da Vogal Comunicação. LORENA RUSSO (Verve Comunicação) – Gestão de redes sociaisFormada em Ciências Sociais pela Universidade Estadual do Ceará, possui curso de Formação para o Ensino Superior na Universidade Federal do Ceará, Pós Graduação em Marketing na Universidade de Fortaleza (incompleto) e MBA em Marketing Digital na Faculdade Farias Brito. Tem no seu histórico profissional, de 1988 a 2000, atuação como Gerente de Publicidade e Tráfego da Empresa Jornalística O Povo S/A com atuação na organização e formação de equipes de vendas, coordenação de agências de Publicidade e vendas diretas, elaboração e execução de projetos comerciais. No período de 2000 a 2004, foi gerente comercial da Editora Abril nos seguintes estados: Ceará, Maranhão, Piauí e Pará. Já em 2004 a 2005, com o cargo de atendimento na Slogan Propaganda, foi atendente das contas da Unimed Fortaleza, Construtora e Imobiliária Fiduccia e Construtora Guia. Em 2007 trabalhou como Gerente de Marketing na Construtora Status. Em 2008, a convite da Agência Mendes Publicidade, passou a fazer o atendimento da conta do Governo do Estado do Pará, da Paratur e a merchandsing da Claro em todo o estado do Pará, Amazonas, Amapá, Rondônia e Maranhão. Em 2009, na capital Fortaleza, esteve na Acesso Comunicação como atendimento, responsável pela conta da Nacional Gás em todo o Brasil. De 2010 a 2012 trabalhou na Verve Comunicação como atendimento das contas da Prefeitura Municipal de Fortaleza, Prefeitura Municipal de Sobral, Prefeitura Municipal de Ananindeua (Pará), Jornal Diário do Pará e Imobiliária Luciano Cavalcante. No período de 2014 a 2016 foi Gestora do Cuca Jangurussu, responsável pelo gerenciamento do equipamento, patrimônio, colaboradores e facilitadora das atividades culturais, de arte, ciência e esporte. De 2017 até hoje atua na Verve Comunicação desempenhando a função de Atendimento e Web, fazendo atendimento da Imobiliária Luciano Cavalcante, Hemoce, Peter Pan e Museu da Fotografia Fortaleza. KELI PEREIRA - Arte EducadoraArtista, pesquisadora, arte educadora, fotógrafa e graduanda do curso de Educação Social pela Universidade Leonardo da Vinci. Atua na execução de projetos pedagógicos do Museu da Fotografia Fortaleza, desenvolvendo pesquisas sobre o impacto social da fotografia como forma de expressão na sociedade contemporânea. MARIA LILIANE - Arte EducadoraFotógrafa, designer, e produtora cultural, é graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Na fotografia, tem atuação em diversos eventos culturais, a exemplo das ações: For Rainbow, VI Festival de Inverno da Serra da Meruoca, Encontro Cultural Russano e XI Encontro do Mestres do Mundo. Foi proponente do catálogo Digital do Festival Popular de Teatro de Fortaleza e QXAS no ano de 2020, através da Lei Aldir Blanc. VANESSA AZEVEDO - ACERVO Com formação concluída em Marketing pela Faculdade Terra Nordeste, e graduanda em museologia pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci, atua na conservação e restauração de acervos museológicos. Foi responsável pela catalogação do acervo bibliotecário do Museu da Fotografia Fortaleza e coordenadora de montagem das exposições: Presidentes, no Memorial Edson Queiroz, Fortaleza Antiga, no Tribunal de Contas do Ceará, e Devoção, na Escola Superior da Magistratura do Estado do Ceará. Desenvolve trabalho na catalogação de arquivos fotográficos e obras de artes de colecionadores independentes. Tem formação complementar em Conservação e restauro de bens patrimoniais e móveis integrados.
Em razão da omissão na regularização da suspensão junto ao Ministério da Cultura o projeto passa para a condição de inadimplente