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Realização do Plano Anual de Atividades 2024 do Instituto Dançar - Escola de Artes que contempla a criação e manutenção da sede da escola, sua programação, custeio e execução de suas atividades gratuitasa serem realizadas em equipamentos públicos localizados na cidade de São Paulo _ SP com oferta de cursos livres de capacitação/formação cultural em artes: história da arte, arte contemporânea, desenho básico, gravura, modelagem em argila, pintura à óleo, arte urbana e temas livres relacionados a arte. Também programação cultural para comunidade com estudos, palestras e oficinas.Ações de difusão em decorrência dos cursos livres e da programação cultural serão realizadas.
Com as atividades previstas para Plano Anual de Atividades 2024 do Instituto a proponente apresenta maiores informações sobre o plano pedagógico, público alvo, forma de seleção, conteúdo programático e docentes: Plano Educativo/Pedagógico provisório do projeto e atividades decorrentes Objetivos Gerais O Plano Anual de Atividades da ID Escola de ARTES 2024 tem como objetivo geral formar gratuitamente público na área cultural visando a conscientização para a importância da arte e cultura, em particular das artes plásticas e seus horizontes. Por meio de atividades artísticas culturais presenciais e/ou virtuais. A missão da Instituição é formar pessoas para a vida e para a sociedade sendo a arte o instrumento de transformação social. Dar oportunidade e acesso ao estudo da arte, desenvolver o potencial criativo individual estimulando ao contato através da experiência por meio de vivências. Oferecer contato com o aprendizado do desenho e todas as vertentes artísticas e formas das artes plásticas. Assim como uma escola de música faz, ofertar aulas de artes para formar artistas e criar coletivos para expansão e um futuro na área. Objetivos Específicos Produto: Curso / Oficina / Estágio Realização dos cursos livres gratuitos em artes e suas diferentes habilidades. As aulas presenciais, workshops/palestras/encontros serão ministrados em espaços a serem definidos na pré produção, como escolas públicas, CEUs, equipamentos públicos, locais privados com parcerias, atêlies e/ou galeria de artistas, museus, songs, institutições que possam receber o projeto, que tenham espaço e de preferência de fácil acesso. Após o primeiro ano do plano anual, será planejado um local fixo para sede em uma comunidade. O item de planilha locação de espaço será utilizado para essa finalidade. O local da exposição será definido na pré produção. Alcançando até mais de 13000 mil pessoas entre atividades presenciais e digitais, tendo como objetivo específico dar acesso ao ensino e experiência a aulas de desenho e artes, estimular o conhecimento e transformar pessoas socialmente e culturalmente através da oportunidade. Serão beneficiadas muitas pessoas que não teriam condições de participar ou ter uma acesso a esta oportunidade gratuitamente. Justificativa As atividades propostas darão acesso e oportunidade de experimentar e conhecer suas habilidades através das aulas de desenhos e artes, e assim transformar social e culturalmente as pessoas. Carga Horária Presencial 160 horas distribuídas em 8 meses Turmas de 2 meses com 40 horas de aulas, com 2 encontros semanais de 2 horas e 30 minutos Turmas de até 30 alunos, 4 turmas por bimestre, totalizando 16 turmas e 960 vagas Digital As 16 aulas por bimestre serão elaboradas, gravadas e disponibilizadas digitalmente através do site da escola e canal da escola no Youtube para dar acesso a todos de todas as localidades, bem como divulgar junto aos professores da rede pública de ensino para que usem o material em suas aulas. Serão 32 horas de aulas disponibilizadas no ano. Os conteúdos também são pensados para apoiar outros professores de artes de diversas regiões do Brasil em suas aulas de artes. Workshops/Palestras/encontros Também serão realizadas atividades para acesso de todos que tenham interesse, como encontros mensais abordando temas das artes. Serão 2 encontros mensais com convidados para conversas, palestras, oficinas, etc. Serão 32 horas de temas e atividades livres de artes com 2 encontros mensais de 2 horas Metodologia de ensino e formatos Aulas presenciais serão expositivas, teóricas e práticas. Cada tema das aulas terá seu conteúdo elaborado pelo coordenador e professor de cada tema. Aula 1História da arte2 horasAula 2O que é arte?2 horasAula 3História da arte II2 horasAula 4Fundamento do desenho2 horasAula 5Introdução ao desenho básico2 horasAula 6História da arte brasileira2 horasAula 7Aula prática de desenho2 horasAula 8Aula de Ilustração2 horasAula 9Aula de aquarela2 horasAula 10Aula de gravura2 horasAula 11Aula de introdução à pintura2 horasAula 12História da arte moderna2 horasAula 13Aula de desenho artístico2 horasAula 14Aula de introdução à pintura II2 horasAula 15Aula de escultura2 horasAula 16O que é arte urbana?2 horas Workshops/Palestras/encontros Realização de workshops, palestras e encontros ministrados por artistas, professores, técnicos da área e convidados, para abordarem os temas e que os participantes possam aprender e conhecer mais sobre cada assunto. Oferecimento de encontros para a comunidade local, promovendo o acesso à cultura para além dos alunos matriculados. Workshops/Palestras/encontros Mês 1O que é arte?2h Nosso povo e a arte2hMês 2A arte urbana2h O grafite2hMês 3Os murais e a cidade2h Os artistas da cidade2hMês 4O que são instalações artísticas?2h O que é arteterapia?2hMês 5A arte da fotografia I2h A arte da fotografia II2hMês 6Grafitti e suas expressões2h O que é um museu, uma galeria?2hMês 7Arte contemporânea2h Arte e tecnologia2hMês 8Desenho e paisagem2h Desenho de observação2h Exposição Organização de uma exposição de tema a ser definido na pré produção, contará também com trabalhos dos alunos, proporcionando-lhes a oportunidade de mostrar suas criações para o público. Os alunos poderão atuar na exposição e também aprender junto aos monitores e guias culturais contratados. Local As aulas presenciais, workshops/palestras/encontros serão ministrados em espaços a serem definidos na pré produção, como escolas públicas, CEUs, equipamentos públicos e de fácil acesso. Após o primeiro ano do plano anual, será planejado um local fixo para sede em uma comunidade. O local da exposição será definido na pré produção Público alvo Alunos da rede pública de ensino Jovens estudantes de 12 a 18 anos que estejam matriculados na rede pública de ensino. Serão feitos contatos com as diretorias regionais de ensino para apresentar a proposta da escola e divulgação ao público, para participação do aluno no contraturno escolar. Critérios de avaliação Assiduidade e pontualidade, participação em sala, auto avaliação e desenvolvimento socioemocional. Material didático Serão utilizados diversos materiais didáticos: publicações de técnicas de desenho, imagens de obras de arte, textos curatoriais, biografias, filmes, entre outros que possam ser necessários ao estudo e à execução das atividades. Materiais físicos como papéis, lápis, canetas, tintas, telas, massas de moldar, etc. Metodologia Os procedimentos didáticos e metodológicos utilizados serão aulas expositivas, rodas de conversas para os workshops/palestras e atividades que promovam além da fixação do conteúdo, participação e interação entre os alunos. Profissionais envolvidos A escola prevê a contratação de uma equipe técnica, pedagógica, operações e administrativa. Também conta com uma curadoria e comitê diretivo. A equipe técnica trata se dos professores, técnicos, especialistas nos temas, bem como técnicos de vídeo e conteúdo digital. A equipe pedagógica trata se de profissionais habilitados para ensino de artes e coordenação de cursos. A equipe administrativa e de operações cuidará do andamento das atividades operação e execução do programa das aulas e atividades da escola. Os profissionais contratados deverão possuir experiência nos temas, seja como instrutores, professores, artistas, etc. As atividades serão coordenadas e desenvolvidas pelo Instituto Dançar, através de sua equipe de trabalho. É uma instituição sem fins lucrativos, que há mais de 15 anos atua no mercado educativo cultural. Tem como objetivo levar a arte e cultura de forma gratuita e acesso a todos, e acredita na arte como transformadora educacional capaz de promover o desenvolvimento humano individual e coletivo. Sugestões de profissionais que serão confirmados na pré produção: Alecsandra Matias de Oliveira tem pós-doutorado em Artes Visuais (UNESP), é doutora em Artes Visuais e mestra em Comunicações (ECA-USP). Professora do CELACC e pesquisadora do Centro Mario Schenberg de Documentação e Pesquisa em Artes, ambos vinculados à ECA-USP. Membro da Associação Internacional dos Críticos de Arte (AICA) e autora dos livros Schenberg: Crítica e Criação (EDUSP, 2011) e Memória da Resistência (MCSP, 2022). Curadora independente, articulista do Jornal da USP e colaboradora da Revista DasArtes e Revista USP. Celso Lima é artista plástico, professor da história do design, tecnologia têxteis e design de superfícies, co-curador da exposição Vkhutemas, o futuro em construção (SESC Pompeia, 2018), contemplada com prêmio da APCA, e co-autor do livro Vkhutemas, desenho de uma revolução (Kinoruss, 2020). Atualmente trabalha na criação e produção de arte têxtil em variadas técnicas, laboratórios e oficinas com alunos e como pesquisador da História do design Russo e Soviético. Kleber Amancio é doutor em História Social pela USP e foi pesquisador visitante na Harvard University (2014-2015). Atualmente é professor na UFRB, vinculado ao CECULT. É também líder do Grupo de Pesquisa História e Cultura Afro-Atlântica. Sua principal área de pesquisa é o estudo da representação negra nas artes visuais e a conformação dos cânones na história da arte brasileira. Mari Mats é uma artista urbana, autodidata nascida e criada em São Paulo. A partir da cultura urbana que crescia ao seu redor, começa a desenvolver seus trabalhos. Inquieta por natureza, sua trajetória retrata essa inquietude. Com passagens por galerias, empenas e muros de cidades do Brasil e da Europa, sua trajetória inclui pinturas e desenhos com diferentes técnicas e suportes, tendo como resultado imagens gráficas, que dialogam com uma estética surrealista e resultam numa linguagem única de personagens. Suas obras têm em comum a alegria nas cores e muitos olhos, que sempre estão presentes, em universos únicos que lembram a personalidade da artista. Janice Ferreira, a Preta, é multiartista, comunicadora inata e de formação, publicitária, agitadora cultural, abolicionista penal e ativista pelo direito à moradia e pelos direitos humanos. É a mais velha dos oito irmãos. Na adolescência, veio da Bahia para São Paulo e, desde cedo, trabalhou para ajudar na complementação da renda familiar. Formada em Publicidade, consolidou sua carreira na produção cultural. É também a autora e intérprete do single e livro Minha Carne. Na Ocupação 9 de Julho, Preta organiza eventos culturais e socioeducativos, desde pesquisas acadêmicas, laboratórios, oficinas, shows e ações de saúde e lazer. Preta também é ativista do Movimento Sem-Teto do Centro (MSTC). Anelize Vergara Graduada e Mestra em História pela UNESP/Assis, foi bolsista Fapesp na iniciação científica, no Mestrado e no estágio de pesquisa no exterior realizado na Universidade Paul Valéry III (Montpellier, França). É professora de História no Ensino Fundamental II e Ensino Médio há sete anos e faz parte da equipe pedagógica da Escola Antonio Cintra Gordinho, da Fundação Antonio-Antonieta Cintra Gordinho. Tem um canal no YouTube há três anos com mais de 1 milhão de visualizações, que traz vídeos com conteúdo de História para estudantes do Ensino Médio e sugestões para professores de História. Cristine Takuá é filósofa, rezadora, aprendiz de parteira e educadora indígena. Vive na aldeia do Rio Silveira, onde foi por doze anos professora na Escola Estadual Indígena Txeru Ba’e Kuai’. É representante do núcleo de educação indígena dentro da Secretaria de Educação de São Paulo e membro fundadora do FAPISP (Fórum de articulação dos professores indígenas do Estado de SP). É diretora do Instituto Maracá, o qual compõe a gestão compartilhada do Museu das Culturas Indígenas em SP. Atualmente é coordenadora da Ação colaborativa Escolas Vivas em parceria com Selvagem, Ciclo de estudos sobre a vida. Pri Barbosa Artista visual, muralista e ilustradora paulistana. Investiga a iconografia da mulher revolucionária contemporânea com foco na América Latina. Por meio de retratos de diferentes corpos de mulheres propõe percepções críticas sobre padrões estéticos e comportamentais vigentes, uma estratégia de enfrentamento e questionamento das relações de poder. Felipe Martinez é doutor em história da arte pela Unicamp e pós-doutorando no MAC-USP e na Universidade de Amsterdã. Defendeu mestrado sobre as obras de Van Gogh do acervo do MASP, onde também trabalhou como pesquisador. Atua como professor nos principais museus e espaços culturais de São Paulo, como o MAM, o MASP e a Casa do Saber. É professor da pós-graduação da PUC-SP e foi pesquisador associado no Nederlands Instituut voor Kunstgeschiedenis (RKD), na Holanda. É membro do Conselho Internacional de Museus (ICOM) e da Associação Internacional dos Críticos de Arte (AICA). Adriana Dolci Palma é historiadora e doutoranda em História da Arte pela Universidade de São Paulo e pela Universidade de Münster (Alemanha). Atua nas áreas de pesquisa, curadoria e educação. Integrante do seminário “Conectando a fronteira amazônica: fluidez artística e cultural na modernidade”, promovido pela iniciativa Connecting Art Histories da Fundação Getty. Professora em cursos do Museu da Imagem e do Som e em cursos de pós-graduação do Centro Universitário Belas Artes. Realizou diversos trabalhos junto à Pinacoteca do Estado de São Paulo. Foi pesquisadora no Projeto Leituras de Acervo do Museu Afro Brasil. Fez a curadoria da exposição “Rodrigo Linhares: vivência por reflexo” no MAC USP (2019/2020). José Luís Landeira tem pós-doutorado em Letras pela Universidade de Coimbra (Portugal) na área de Literatura e Educação. É doutor em Educação na área de Linguagem e Educação e mestre em Letras pela mesma universidade. É professor universitário e coordenador de cursos de pós-graduação na área das Artes. É também pesquisador e autor de livros, capítulos de livros e diversos artigos sobre temas de educação, estilística, artes e linguagens. Sua pesquisa incide sobre as relações entre as Artes (e da Literatura) nos seus diálogos entre si e com os contextos de produção e de compreensão; Artes e Estilo; as linguagens artísticas e a Transcendência. Lilico Ilustradora há 21 anos, Lilico iniciou sua experiência como desenhista aos 13 anos, através do mangá japonês e dos animes, e encontrou sua veia artística na retratação da intimidade. Sua arte é pautada na vivência íntima feminina, que as mulheres possuem dificuldade e impedimento de expressar, por conta das repressões impostas pelo patriarcado, de forma impactante, mas ao mesmo tempo com delicadeza e acolhimento. Por meio da técnica nanquim a artista adota a sua assinatura estética minimalista do preto e branco. Luciana Paes é graduada em Educação Artística pela Universidade Federal do Paraná e em Gravura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Mestra e doutora em História da Arte pela Universidade Estadual de Campinas, com estágio de pesquisa na École des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris. Atua como professora colaboradora no Bacharelado em Artes Visuais da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR/EMBAP). Lúcia Klück Stumpf é pesquisadora Pós-Doutoranda junto ao Departamento de Artes Plásticas da ECA/USP e Affiliated Scholar do Brazil Lab, Princeton University. Mestre e Doutora pela Universidade de São Paulo com pesquisas sobre história da arte e cultura visual no Brasil, séculos 19 e 20. Ganhadora do Prêmio Antônio Cândido de Melhor Tese em Humanidades pela Latin American Studies Association (LASA) Brazil Section (2020). Co-autora do livro “Batalha do Avaí: a beleza da barbárie” (Editora Sextante, 2013), vencedor do prêmio de melhor livro de História e Ciências Sociais da Academia Brasileira de Letras (2014). Kleber Amancio é doutor em História Social pela USP. Foi pesquisador visitante na Harvard University (2014-2015). Atualmente é professor na UFRB, vinculado ao Cecult. Sua principal área de pesquisa é o estudo da representação negra nas artes visuais e a conformação dos cânones na história da arte brasileira. Moluco Assim conhecido no Graffiti e nas artes visuais, Moluco nasceu no estado de Rondônia e hoje reside em São Paulo. Autodidata o artista apresenta um trabalho que consiste na criação de texturas estilizadas, releituras de fotografias autorais de seu cotidiano e na elaboração de letras de Graffiti de diferentes estilos, formas e características, criando obras com a intenção de transmitir mensagens diversas que dialogam com o cotidiano e a vivência das pessoas nas grandes cidades e periferias do Brasil e do mundo. Mirtes Marins de Oliveira é mestre e doutora em Educação: História e Filosofia e pesquisadora colaboradora na Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (2020). Coordena a pós-graduação em Design da Universidade Anhembi Morumbi. Foi curadora de Contra o estado das coisas – anos 70 (2014), Especular (2018), Comigo ninguém pode, versando sobre a essencialização do feminino (2019), na Galeria Jaqueline Martins. Foi curadora de Arte para todos! Liberação e Consumo (Instituto Figueiredo Ferraz, 2016), Não um sonho (Galeria Simões de Assis, 2021) e de Máscaras: Fetiches e Fantasmagorias (Paço das Artes, 2021-2022). Coeditou, com Lisette Lagnado, a publicação Marcelina (2008-2012) e participou do livro Cultural Anthropophagy: The 24th Bienal de São Paulo 1998, da coleção Exhibition Histories (Afterall, 2015). Publicou, com Fabio Cypriano, o livro Histórias das exposições: casos exemplares (EDUC, 2016) e é autora de The body and the opus as a witness of times, sobre o trabalho de Letícia Parente, publicado em The feminist avant-garde. Art of the 1970s (2017). Paulo von Poser iniciou nas artes plásticas desenhando retratos e paisagens urbanas em 1979. Formou-se em arquitetura pela FAU-USP em 1982, mesmo ano em que estreia suas exposições individuais e coletivas. Além do desenho, dedica-se também à cerâmica, gravura, performance e ilustração. Desde 2007 leciona desenho em espaços públicos, na Escola da Cidade, no Sesc e outras instituições e Centros Culturais. Produz em 2008 seu maior desenho, no teto da plateia do Teatro Guarany. Seus trabalhos integram inúmeras coleções privadas e acervos de museus como: Pinacoteca do Estado de São Paulo, MASP, Museu da Casa Brasileira, MAC USP, Museu Afro Brasil e Fundação Pinacoteca Benedicto Calixto. Resultados Esperados Oferecer cursos livres e transmitir aos participantes conhecimentos na área da artes a fim de dar acesso, melhorar as habilidades, ampliar repertório e por conseguinte ser um vetor de desenvolvimento social cultural. Os impactos do projeto serão: Sociocultural: Contribuir para o acesso democrático e oportunizando que a população de baixa renda possa ter acesso a projetos de formação cultural de alta qualidade, buscando dar visão de futuro, perspectiva para o público e comunidade e até mesmo impulsionar dezenas de participantes para futuras posições no mercado de trabalho no setor cultural Econômico: através do projeto ser um vetor econômico, e estimular as diversas possibilidades de renda, carreira, atuação que estas pessoas possam ter. Gestão: Fazer a escola se desenvolver e desta forma ganhar escalabilidade e maior impacto para a sociedade brasileira, sempre com atenção na diversidade do público-alvo e a inclusão de diferentes faixas etárias e níveis de habilidades. Com a gestão produtiva, criar sedes futuras para atender as diversas comunidades carentes. Para o desenvolvimento dos objetivos do projeto, todas as atividades serão gratuitas.
Objetivo Geral O plano anual tem por finalidade prover a criação de uma unidade/escola em equipamentos culturais, manutenção da entidade, bem como realizar atividades que garantam acesso irrestrito ao público, contendo ações de ensino de desenho, seus desdobramentos e artes, com acessibilidade plena a todos os públicos. Promoção da cultura nas comunidades, com a oferta e disseminação de atividades educacionais artístico-culturais junto as pessoas. Capacitação/formação cultural gratuita para a população de baixa renda com a oferta de aulas e atividades durante o ano de 2024. O plano visa promover a democratização e a acessibilidade as atividades e produtos culturais a todos, para que possam interagir com a arte e seu aprendizado, estimulando assim habilidades nos indivíduos, para que possam ser estimulados a expandir seus talentos, conhecer, experimentar as atividades. Dar acesso a cultura como mecanismo de inclusão social, democratizar o acesso à informação, ao conhecimento e ao desenvolvimento de práticas culturais e artísticas. Objetivo Específico: Produto PLANO ANUAL Criação e custeio de espaço em equipamentos públicos para oferecer aulas e cursos de artes, a manutenção do espaço físico, da infraestrutura administrativa e de gestão, bem como da plataforma digital que disponibilizará conteúdo e aulas, garantindo a manutenção de equipe, infraestrutura e funcionamento em geral, tanto para estrutura física quanto para o ambiente virtual. Produto Curso / Oficina / Estágio Criação e manutenção das atividades formativas e livres na unidade sob gestão do Instituto Dançar, com a oferta de 360 vagas presenciais, atendimento de mais de 3600 beneficiários para atividades livres. Programação digital: acesso ao conteúdo digital durante 12 meses a ID Escola de Arts oferecerá programação digital que consiste em produção online das ações previstas no projeto. Este recurso permitirá, também, o acesso irrestrito do público à programação. Produto Exposição de artesAlém das atividades formativas e livres, o Instituto produzirá ação de difusão em razão das ações de formativas, sendo uma exposição anual com trabalhos dos alunos e colaboradores do Instituto durante 45 dias. Produto Contrapartida SocialRealizar 4 encontros com professores e alunos da rede pública de ensino, preferivelmente durante a montagem da exposição prevista no projeto, para que possa ser exercitado nestes encontros a temática de como os mestres podem contribuir com os alunos que visitam uma exposição: preparar este professores para que possam transmitir o interesse aos seus alunos e o que devem observar, ter atenção, olhar em uma exposição de artes. E aos alunos exercitar como é feito um roteiro para os visitantes de uma exposição, será usada uma exposição renomada como exemplo, para até 500 beneficiários, nos termos do art. 30 da IN 1/2023.
A Proposta Plano Anual de Atividades 2024 do Instituto Dançar - Escola de Artes se enquadra nos incisos I, II, III e VIII do art. 1º da Lei 8.313/91, que são: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País E nos incisos I, II e IV do art. 3° da Lei 8313/91: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) Instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos.II - Fomento à produção cultural e artística, mediante:c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) Realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O INSTITUTO DANÇAR tem em sua trajetória, desde 2008, o intuito de atuar na área de arte e cultura, realizando projetos, capacitando, garantindo acesso e prestando consultoria de modo a difundir e potencializar a área cultural como um todo. As atividades para o Plano Anual são reflexo da missão da instituição e da experiência construída pelos profissionais durantes todos os anos, com estratégias relevantes para disseminação da cultura e inclusão através da arte. Estudos mostram que aulas de artes podem ter um impacto positivo no desenvolvimento social de jovens de baixa renda no Brasil: Muitos brasileiros mais pobres estão presos num ciclo vicioso, onde as necessidades de curto prazo prejudicam a capacidade de superar as dificuldades económicas a longo prazo. Por necessidade imediata e premente, a maioria dos membros da família - independentemente da idade - procuraria emprego formal ou informal para contribuir para o rendimento familiar. Como resultado, muitas crianças não conseguiram adquirir a educação que lhes permitiria escapar do ciclo da pobreza a longo prazo, criando um problema transgeracional. No entanto, as aulas de arte podem proporcionar uma saída criativa para os jovens e ajudá-los a desenvolver competências como resolução de problemas, comunicação e auto expressão, que podem ser valiosas nas suas vidas pessoais e profissionais. Além disso, as aulas de arte podem proporcionar um sentimento de comunidade e de pertença, o que pode ajudar os jovens de meios desfavorecidos a sentirem-se mais ligados aos seus pares e à sociedade. Portanto, pode ser benéfico para jovens de baixa renda no Brasil participar de aulas de arte, independentemente da idade, link do estudo: https://scholarworks.gvsu.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1060&context=orpc
O projeto expografico anexado a esta proposta é um modelo, o definitivo será enviado quando da prestação de contas do projeto. Informamos que poderão ocorrer alterações quanto aos profissionais envolvidos no projeto, em razão de disponibilidade no período de realização. No entanto, já informamos que os novos profissionais serguirão a temática do projeto e estarão em conformidade com o objetivo proposto. Os beneficiários das diárias de alimentação serão os professores e a equipe técnica da proponente de todas apresentações, cujas informações poderão ser enviadas oportunamente, após efetiva contratação. A proponente está ciente que por ocasião da prestação de contas deverá comprovar no nome e documento dos beneficiários das passagens aéreas, hospedagem e alimentação.
Projeto pedagógico segue nos Documentos Anexados.
Produto Plano Anual Atendendo ao artigo 25,da Instrução Normativa 1/2023, quanto ao previsto pela Lei 13.146/2015 e Decreto 9.404/2018, o projeto contemplará as seguintes medidas de acessibilidade em suas atividades: Acessibilidade física Os locais escolhidos para realização do projeto oferecerão estrutura adequada para acesso de pessoas portadoras de necessidades especiais e idosos. A equipe da escola também prestará a assistência necessária para que todos os visitantes possam usufruir plenamente das atividades do projeto, atendendo assim ao disposto no Art. 27, inciso II, do Decreto 5.761/06, e também no que diz proporcionar condições de acessibilidade de pessoas idosas, nos termos do Art. 23, da Lei 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no Art. 46, do Decreto 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Se houver necessidade de adaptação das estruturas dos locais (como a instalação de estrutura provisória de rampa etc), o proponente também tomará as medidas cabíveis para que o espaço seja acessível.Tendo em vista que o espaço expositivo ainda não foi definido, não podemos, por ora, enumerar concretamente as estruturas de acessibilidade que estarão presentes em tais locais. Estamos cientes, porém, da obrigatoriedade de assegurar a acessibilidade no projeto, de modo que reiteramos que o proponente escolherá local(is) adequado(s) ao atendimento das necessidades de pessoas com mobilidade reduzida e/ou portadores de deficiência física. Item orçamentário: Não se aplica Acessibilidade de conteúdo Deficiente visual: A escola contará com um mapa em braile para visitantes que tenham deficiência visual, QR Codes (em braile também) para que deficientes visuais possam ter audiodescrição do espaço, além de legendagem de todo material visual disponível e visita sensorial com guias táteis. Item orçamentário: Braile Deficiente auditivos: Na programação anual da escola, terão atividades para deficientes auditivos e visuais com o atendimento por profissionais capacitados como interprete de libras para professores e alunos, ou mesmo a contratação de profissionais que possuam interpretação de libras em seus currículos. Além de monitores que tenham experiência para atender este público. Item orçamentário: intérprete de libras A escola também estimulará e abordará o tema de acolhimento aos deficientes entre os alunos, professores e parceiros, para que esses possam vivenciar e incluir todo o público portador de necessidades especiais, este será um objetivo da escola. Os conteúdos digitais serão disponibilizados com legendagem e audiodescrição. Produto – Exposição de Artes Acessibilidade Física: Em conformidade com o Art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, o proponente se compromete a proporcionar acessogarantido aos portadores de necessidades especiais. Os espaços expositivos são amplamente acessíveis, havendo rampa para pessoas com deficiência de mobilidade, elevadores, telefones e banheiros adaptados às necessidadesespeciais de mobilidade. Da mesma forma, levará em conta todas as normas de segurança indispensáveis para oconforto e a segurança de todos e, principalmente dos portadores de necessidades especiais, nos termos do art. 23 da Lei no 10.741, de 1o de outubro de 2003, e portadoras dedeficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto no 3.298, de 20 de dezembro de 1999. Item orçamentário: não se aplica. Acessibilidade de Conteúdo: Para atender às necessidades de acessibilidade comunicacional, seguindo a ABNT NBR 1 5599:2008, adotaremos asseguintes medidas: Deficiente auditivo: A proponente propõe prevê a medida de acessibilidade de interprete de libras para o conteúdo aplicável. Item orçamentário: Interprete de libras Deficiente visual: Haverá disponibilidade de guias que realizarão a audiodescrição além de transmitir todo o contexto das obras e espaço expositivo. Item orçamentário: A proponente contará com a parceria de profissionais de entidades especialistas em audiodescrição, sendo desnecessário item orçamentário específico. Ademais a Exposição contará com recursos visuais que irão explorar a interatividade entre arte e espectador, e terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo a participação e interação de todos os públicos. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS:Não haverá impactos para deficientes cognitivos, terão obras artísticas distribuídas ao longo do espaço expositivo permitindo que todos se contemplem com a exposição assim como os textos explicativos em português.Item da planilha orçamentária: Não haverá nenhum gasto no projeto. Produto: Curso / Oficina / Estágio Acessibilidade Física:Os espaços selecionados para a realização das atividades estarão adaptados para receber os portadores de necessidades físicas. Item da Planilha Orçamentária: Não há Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência visual: Todo o material gráfico será feito a tecnologia “Voice Over” o qual permitirá que qualquer portador de deficiencia visual possa utilizar e ter acesso ao contéudo do curso.Item da Planilha Orçamentária: Narrador de Audiodescrição (Material gráfico terá Formação de PDF para Voice Over) Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência auditivaConsiderando que para participação nos cursos será necessário o preenchimento de uma ficha de participação, conseguiremos verificar no ato da inscricão a necessidade de contatação de Libras, uma vez que será questionado se o participante tem necessidades especiais ou deficiencias. Item da Planilha Orçamentária: Intérprete de Libras Produto: Contrapartida socialAcessibilidade Física:Os espaços selecionados para a realização das atividades estarão adaptados para receber os portadores de necessidades físicas.Item da Planilha Orçamentária: Não háAcessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência visual:Todo o material gráfico será feito a tecnologia “Voice Over” o qual permitirá que qualquer portador de deficiencia visual possa utilizar e ter acesso ao contéudo do curso.Item da Planilha Orçamentária: Narrador de Audiodescrição (Material gráfico terá Formação de PDF para Voice Over)Acessibilidade de Conteúdo para pessoas com deficiência auditivaConsiderando que para participação nos cursos será necessário o preenchimento de uma ficha de participação, conseguiremos verificar no ato da inscricão a necessidade de contatação de Libras, uma vez que será questionado se o participante tem necessidades especiais ou deficiencias.Item da Planilha Orçamentária: Intérprete de Libras
Todas as atividades da escola serão gratuitas, As atividades de exposição terão ingressos para visitação a preços populares. Como trata se do primeiro ano da escola, as atividades digitais terão acesso maior e as atividades presenciais serão estudadas para o próximo ano com base na oferta e demanda local, com número e objetivo conservador. Serão desenvolvidas as seguintes medidas de ampliação do acesso, nos termos do art. 27 da IN 1/2023: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Nos termos do art. 30 da IN 01/23 será realizada Contrapartida Social presencial e gratuita, sem restrição de acesso/entrada, para professores e alunos da rede pública de ensino. Vale lembrar, que o acesso a escola tem o objetivo de ser de fácil a todos. Para estimular a ampla participação do público, a programação da escola será rotineiramente divulgada nos meios de comunicação de massa, nas redes sociais e páginas eletrônicas.
O Instituto Dançar será o único responsável pela administração e por todo o poder decisório do plano anual. Direção geral: Silvia Bianco Formada em Comunicação Social pela Faculdade Cásper Líbero, atuou por diversos anos no mercado editorial, desenvolvendo projetos e festivais para a Revista Dançar. Nestes projetos atuou na área administrativa, elaborando o planejamento e fazendo a gestão da área. Após este período, trabalhou na Fundação Getúlio Vargas, por 21 anos com análises econômicas para diversos setores. Atualmente se dedica à gestão e presidência do Instituto Dançar para promover a arte, a cultura e educação no Brasil. Direção Executiva: Maria Luciana Lombardi Formada em Publicidade pela Universidade Anhembi Morumbi e em Psicologia pela FMU, trabalhou alguns anos na área de recursos humanos, em consultorias nacional e internacional, nas áreas de marketing, projetos, inteligência de mercado e comercial. Há 10 anos, atua com prestações de contas e controle financeiro de projetos, e em 2015 migrou definitivamente para a área de eventos, onde também acabou exercendo um job rotation 360 para compreender todos os aspectos necessários e importantes dos eventos culturais e assim desempenhar melhor sua gestão administrativa e financeira. Direção Executiva: Cristiane Plens Formada em Comunicação Social com ênfase em jornalismo e pós-graduada em gestão estratégica de eventos pela USP (Universidade São Paulo). Lecionou na Universidade Anhembi Morumbi para alunos de pós-graduação e conta com diversas palestras realizadas, dentre elas na ESPM. Há mais de 23 anos atua com eventos fazendo a gestão estratégica em cultura, esporte e social. Trabalhou como Diretora de Projetos na agência Aktuell Mix, consultoria para agência Sallero, produtores independentes, Instituto Ayrton Senna, entre outros. Sua especialização na área levou a lideranças de atendimento, comercial, leis de incentivo, relacionamento governamental, produção, criação, liberação de eventos, comunicação/divulgação. Assistente de direção: Vanessa Ribeiro Formada em Pedagogia pela Universidade Luterana do Brasil (Porto Alegre/RS), Tecnóloga em Recursos Humanos pela Universidade Anhanguera (São Paulo/SP), pós-graduada em Psicopedagogia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e pós-graduada em Psicologia do Desenvolvimento pela Universidade Anhanguera (São Paulo/SP), conta com cursos nas áreas de eventos e cinema realizados na Casa de Cinema Jorge Furtado em Porto Alegre/RS. Atua na área de eventos culturais e corporativos há 18 anos, sempre nas áreas de produção artística e financeira de projetos, passando pelas agências: Uma Eventos, como coordenadora de Projetos Sócio Culturais da Sabesp, na Bullet e Cria com Projetos Corporativos como Salão do Automóvel e Ativações para o Google. Produtora artística de bandas nacionais, como Marcelo D2 e Charlie Brown Jr., sendo também assistente de produção e realização de videoclipes musicais de artistas como: Rodrigo Pitta, Seu Jorge, Marcelo D2, além de projetos culturais para diversos produtores. Direção de Captação: Instituto Dançar Coordenação Administrativa e Financeira: Rosimeire Gois Formada em Gestão Financeira pela Universidade Estácio de Sá e Gestão Financeira de contas a pagar e receber, possui experiência nas áreas financeira e administrativa. Atuou na B2 Agência por diversos anos, onde adquiriu grande experiência no setor de eventos, sempre dentro da área de serviços administrativos e financeiros. Curadoria: VJ Spetto Spetto atua há mais de 25 anos como VJ. É o fundador dos United VJs, grupo internacional de VJs baseado em São Paulo e em Lisboa. Especialista em Large Scale Projections, seus videomappings conquistaram edifícios de mais de uma dezena de países, em diversos continentes. O artista foi premiado na Alemanha e na Áustria, com o filme Hysteria para Fulldomes. Em 2010, traz o VJ Torna ao Brasil, campeonato mundial de VJs. Em 2011, projeta na estação de trens Nyugati em Budapest, projeto arquitetônico de Gustave Eiffel. Em 2012, fica à frente do vídeo-cenário do programa Fátima Bernardes. Em 2013 projeta no prédio da CIA, em Washington e em 2014, no antigo prédio do Mappin, em São Paulo. Trabalha com óperas e peças clássicas realizando visuais para a arte erudita. Em 2016, participa da elaboração dos conteúdos da cerimônia de abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro. Em 2018 dirige o videomapping de abertura das Olimpíadas de Buenos Aires, com projeções no Obelisco 9 de julho. Em 2020, organiza e faz a curadoria do primeiro festival de videomapping da China, o ACSEE Festival, em Datong. Comitê Diretor de Capacitação O comitê diretor será formado pelo curador e pela equipe da OTM formado por Moluco, Sow e Icone Kill e direção executiva do Instituto Dançar. A função do comitê é administrar a programação e execução dos cursos, aulas oferecidas e direcionar de forma estratégica o ensino e a coordenação de capacitação de sua programação ao atendimento aos alunos. OTM (Operação tinta no Muro) Trata se de um grupo de artistas, um coletivo paulistano do grafite que atua desde 2015 na bairro Cidade Tiradentes que coloca no ar alguns projetos e tem o desejo de fazer parte da escola de arts e assim transformar a vida da comunidade e pessoas. Desta forma, junta se como corpo diretivo no plano anual do Instituto Dançar.
PROJETO ARQUIVADO.