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PRONAC 235417Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Plano Anual de Atividades Culturais DRA - 2024

ASSOCIACAO DOUTORES DA AMAZONIA
Solicitado
R$ 2,22 mi
Aprovado
R$ 2,19 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (6)
Canarana Mato GrossoQuerência Mato GrossoSão Félix do Xingu ParáCacoal RondôniaPorto Velho RondôniaSão Paulo São Paulo

Resumo

O Plano Anual de Atividades Culturais da ONG Doutores da Amazônia, ou DRA, prevê a realização de atividades culturais para 2024, abrangendo livro com relatos, retratos e desenhos das crianças em cada povo atendido; documentário em vídeo sobre mesmo tema das crianças; dicionário básico da língua Kalapalo (tronco linguístico Karib), lingua falada pelo Povo Kalapalo; construção de Casa de Cultura e Documentação; doação de equipamentos audiovisuais para o Povo Kalapalo; atividades educativas. Desta forma, pretende contribuir para a preservação e difusão de patrimônio cultural imaterial, a valorização das manifestações culturais, o estímulo às novas gerações dos povos originários na continuidade da salvaguarda de suas culturas, o fomento à proteção de expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira.

Sinopse

Todas as atividades do projeto têm classificação indicativa livre. O livro contará com relatos, retratos e desenhos das crianças em cada povo atendido, descrevendo as brincadeiras típicas e do dia-a-dia delas. Cada povo terá um capítulo com sua versão na língua tradicional e em português. O dicionário básico da língua Karib, falada pelo Povo Kalapalo, terá tradução para o Português e contará com ilustrações de artistas Kalapalo. O documentário do programa Criança na Aldeia registrará as atividades lúdicas tradicionais do Povo Kalapalo e as oficinas culturais desenvolvidas em integração com a DRA. O documentário do programa Cineastas Indígenas registrará as festas e tradições do Povo Kalapalo, divulgando a cultura de cada povo/etnia pela perspectiva dos jovens cineastas indígenas.

Objetivos

Objetivo Geral O principal propósito deste projeto é estruturar de forma continuada o conjunto de ações culturais promovidas pela DRA desde 2015 com os povos indígenas do Brasil. Através de um conjunto de atividades, o projeto visa contribuir para a preservação das culturas de povos indígenas. Sendo assim, as comunidades indígenas serão apoiadas em sua busca por autonomia e fortalecimento para que possam compartilhar seus conhecimentos e experiências, ampliando suas vozes e preservando suas memórias. Objetivos específicos Em 2024 o foco das atividades será direcionado em sua maior parte para o Povo Kalapalo, além de outros 4 povos indígenas, que serão divididas da seguinte forma: A) Produto Bem Imóvel - Reforma / Ampliação / Construção / Aquisição: - Construir uma Casa de Cultura e Documentação com 72m2: centro de documentação, estúdio e acervo de imagens do povo em foco; - Criar uma biblioteca com obras centrais para os povos originários que situem no tempo/ espaço a trajetória do Povo Kalapalo, através da aquisição de títulos em português e títulos nas línguas de cada povo indígena atendido. B) Produto Curso / Oficina / Estágio: - Contar com o apoio de antropóloga, pedagoga e linguista para registrar sob os aspectos pedagógico, antropológico, documental e audiovisual, as brincadeiras das crianças de 5 comunidades indígenas atendidas pela DRA em 2024; - Realizar os dois módulos do CURSO DE VÍDEO: DRA NAS ALDEIAS para a formação de um grupo de jovens indígenas por ano, em audiovisual. Detalhamento apresentado em Descrição da atividade do produto. C) Produto Equipamento Audiovisual Adquirido / Doado: - Realizar uma doação de equipamentos audiovisuais para os povos indígenas visitados pelas missões da ONG. Em 2024 a doação será destinada ao Povo Kalapalo. Exemplos de equipamentos: câmeras, luz, gravadores de áudio, computadores e HDs para edição e armazenamento; D) Produto Livro: - Desenvolver uma publicação anual "A criança na aldeia" (título provisório), com 2000 exemplares. - Desenvolver um dicionário básico das línguas indígenas para o português, com 2000 exemplares. Em 2024 o foco será na língua Kalapalo, do tronco linguístico Karib; E) Produto Média-metragem: - Realizar um documentário de 60 minutos sobre as brincadeiras típicas de cada povo visitado; - Realizar um documentário de 60 minutos para registro das festas e tradições de cada localidade, pela perspectiva dos jovens cineastas indígenas; F) Produto Plano Anual: - Manutenção da equipe envolvida com as ações culturais, serviços terceiros institucionais relacionados, garantia de acessibilidade, comunicação e difusão e custos administrativos.

Justificativa

Desde o início de nossas atividades percebemos que saúde e cultura são aspectos indissociáveis e igualmente essenciais para a existência dos povos originários e a manutenção da vida na terra, por consequência. Nesse sentido, a ONG Doutores da Amazônia reconhece a necessidade de estabelecer um plano anual de atividades culturais que dê continuidade às iniciativas adotadas pela organização de forma consistente há 8 anos, com o objetivo de que esses elementos sejam preservados e fortalecidos simultaneamente. Compreendemos que a influência crescente das mídias digitais representa um risco à integridade cultural dos povos indígenas, potencialmente levando à dispersão cultural e à distorção involuntária de valores preciosos para eles. Nesse contexto, nossos esforços culturais visam ser um contraponto positivo, promovendo a preservação e a promoção das tradições culturais. Acreditamos que nosso papel vai além de colaborar com essas comunidades; é também uma contribuição para o planeta como um todo. O Brasil e suas áreas indígenas desempenham um papel fundamental no equilíbrio climático e ambiental global. A luta pela integridade dessas áreas e desses povos não é apenas um gesto de justiça histórica, mas também uma visão para o futuro de toda a vida na Terra. Tomando como exemplo o Povo Kalapalo, que usa a mesma palavra para "alegria" e "saúde", reconhecemos que as festividades, os cerimoniais e o modo de vida tradicional são elementos intrinsecamente ligados à saúde física e mental dessas comunidades. Nossa primeira medida de sucesso é, portanto, trazer iniciativas que materializem alegria, coesão e força para os povos da floresta, fortalecendo suas identidades culturais. A segunda medida de sucesso é alcançar todo o Brasil e ampliar o respeito pelos nossos povos originários, que são um pilar essencial do país, de nossa identidade e de nossa diversidade. É espantoso que, no século XXI, tenhamos tantos e tão diversos povos originários, alguns isolados, somando quase um milhão de pessoas. A Floresta Amazônica, com seus guardiões indígenas, é vital para o equilíbrio ambiental global, e as lições de sustentabilidade, empatia e comunidade humana que eles oferecem são inestimáveis. Este plano anual de atividades culturais representa um marco importante em nossa jornada, oficializando nosso compromisso com a preservação das culturas indígenas, sua saúde e sua contribuição vital para o mundo. Desde 2015, temos testemunhado a importância de preservar e valorizar essas culturas, e agora estamos prontos para expandir e fortalecer nossos esforços culturais em consonância com nosso compromisso de longa data com a saúde das comunidades indígenas. Nossa missão sempre foi e continuará sendo impulsionada pela força e sabedoria dos povos da floresta, que são nossa razão de existir. Além disso, nosso plano anual de atividades culturais está intrinsecamente alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) da Agenda 2030. Especificamente, o projeto contribui para o ODS 3 - Saúde e Bem-Estar, promovendo a saúde física e mental das comunidades indígenas, bem como para o ODS 4 - Educação de Qualidade, ao facilitar a transmissão de conhecimentos tradicionais. Além disso, nossa iniciativa está em consonância com o ODS 13 - Ação contra a Mudança Global do Clima, ao reconhecer a importância da preservação da Floresta Amazônica como um elemento-chave no equilíbrio climático global. Nossa busca pelo fortalecimento da cultura indígena e pela promoção da coesão social contribui para o ODS 10 - Redução das Desigualdades. Através desse projeto, estamos comprometidos em desempenhar nosso papel na realização desses objetivos globais, trabalhando em parceria com os povos indígenas e a comunidade internacional para um futuro mais sustentável e igualitário. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto alcançará os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;

Estratégia de execução

Apresentamos abaixo o detalhamento dos programas. PROGRAMA CRIANÇA NA ALDEIA Realizado desde 2015, é voltado para as crianças dos povos e se desenvolve durante o período de atendimento. As atividades envolvem desenho e descritivo de brincadeiras, com foco em valorizar e documentar a cultura local. Como resultado serão reunidos relatos, retratos, desenhos das brincadeiras das crianças para serem consolidados e concedidos para acesso público por três formas: através da publicação anual "A criança na aldeia", através do documentário e através do site institucional da ONG. A equipe de trabalho do programa é composta por antropóloga, pedagoga, fotógrafa e videomaker para registrar as brincadeiras e gerar documentação. A prioridade de contratação é dada aos jovens cineastas indígenas. PROGRAMA LÍNGUA VIVA Prevê a formação de biblioteca com títulos em português e na língua de cada povo atendido, com o objetivo de incentivar a leitura, a produção de textos nas línguas originárias e trocas de informações entre os povos originários. Como resultado, além da construção da biblioteca, será produzido um dicionário-base da língua, com ilustração pelo seu povo. Além disso, todo o conteúdo também ficará disponível no site institucional da ONG. A equipe de trabalho do programa é composta por linguistas indígenas. PROGRAMA CINEASTAS INDÍGENAS Prevê a construção de um centro de documentação que também receberá a biblioteca, estúdio e acervo de imagens do povo em foco, com o objetivo de apoiar a constituição de um núcleo de produção audiovisual no território. Como resultado, além do espaço, serão adquiridos e doados equipamentos para captação de imagem e som, computadores para edição, para montagem de estúdio fotográfico e para depoimentos. A cada povo será oferecido um curso de vídeo (CURSO DE VÍDEO: DRA NAS ALDEIAS) com dois módulos que resultará num documentário sobre as festas e celebrações, produzido como forma de exercício prático do grupo de aprendizagem. O PROJETO A CRIANÇA NA ALDEIA ACONTECERÁ EM 5 áreas onde a ONG DRA atuará em 2024:REGIÃO DO ALTO XINGU - MT Kalapalo – (Querência/MT) Kamayurá – (Canarana/MT) Waurá – (Canarana/MT) Yawalapiti – (Canarana/MT) Polo Leonardo Villas Bôas – (Canarana/MT) OUTROS ESTADOS: Povo Wajãpi (Amapá – AP) Aldeia Guarani do Rio Silveiras (Bertioga – SP) Aldeia Ricardo Franco Povo Canoé Vale do Guaporé (Nova Mamoré – RO) Aldeia Karitiana Central (Guajará-Mirim – RO) OS PROJETOS DE CINEASTAS INDIGENAS E PROJETO LINGUA VIVA acontecerão junto ao Povo Kalapalo – Aldeia Aiha tendo como convidados os povos ao redor: Kamayura, Yawalapiti e Waura.

Especificação técnica

Livro "A criança na aldeia" (título provisório)Miolo: 200 páginas Formato: A4 Capa brochura, 4 cores Idiomas: Multilinguas Tiragem: 2.000 exemplares Dicionário ilustradoMiolo: 200 páginas Cadernos com ilustrações, 4 cores Formato: A4 Capa brochura, 1 cor Idiomas: Karib (língua do Povo Kalapalo) e Português Palavras: 2.000 Tiragem: 2.000 exemplares Documentários (programa Criança na Aldeia e programa Cineastas Indígenas)Duração: 60 minutos Casa de Cultura e DocumentaçãoÁrea: 72m2 Divisão: centro de documentação, estúdio e acervo de imagens do povo em foco Referência: Arquitetura Xinguana, mas com estrutura tratada A CASA TRADICIONAL XINGUANA: As casas das etnias residentes no Alto Xingu apresentam formas variadas a partir de uma concepção estrutural comum. A dimensão da casa pode variar em função das necessidades da família, que pode ser composta por até 15 pessoas. No centro da casa é o local onde fica acesa uma pequena fogueira, onde são preparados alguns alimentos, servindo também para aquecer a casa durante a noite, e uma terceira função, depreservação da madeira e do sapé, já que a fumaça ajuda a mantê-los secos, evitandoassim o apodrecimento precoce desses materiais. As duas portas centrais, uma voltada para o pátio da aldeia, onde acontecem as relações sociais, e outra para os fundos da casa, são as únicas entradas de luz. As atividades cotidianas de preparo de alimentos, execução de artefatos, reunião da família são feitos na área central, próximo às portas, ou na área externa aos fundos da casa. Nas extremidades da casa são armadas redes, área mais privativa dos moradores (ISA, s/data; CIDADE, 2019). Segundo Portocarrero (2010), as casas das etnias residentes no Alto Xingu apresentam formas similares, são casas de “planta ovalada nas extremidades e um segmento central de lados paralelos”. A dimensão das casas pode variar de 16,00 x 10,00 metros segundo medição no local, a “30 m de comprimento por 13 m de largura”, com altura de 5 a 8 metros, segundo dados de levantamento de outros pesquisadores (PORTOCARRERO, 2010; LENGEN, 2013; CIDADE, 2019) A CASA XINGUANA, UMA INSPIRAÇÃO PARA O CENTRO AUDIOVISUAL: A forma da casa é sempre definida por uma trama de varas finas, curvadas ou não, e apoiadas sobre a estrutura principal, composta por pilares e vigas de madeira bruta. Pode-se utilizar o termo “etnoarquitetura”, que segundo Portocarrero (2010. p.187), é entendido como uma arquitetura produzida por uma determinada etnia, na qual suas características construtivas têm influência do contexto físico cultural em que ela está inserida. Para a Casa do Audiovisual da Aldeia Kalapalo, a inspiração na arquitetura Xinguana é patente, mas com algumas mudanças. Por baixo do sapé tradicional temos lonas retráteis que permitirão mais entrada de luz e ar. Teremos um piso de concreto como base. Teremos o tradicional telhado de sapé que reveste e refresca o ambiente. E, mais que tudo, teremos a mão de obra tradicional (os indígenas locais) se remunerando por essa construção e tendo sua expressão arquitetônica valorizada.

Acessibilidade

Produto Bem Imóvel - Reforma / Ampliação / Construção / Aquisição: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O projeto arquitetônico contempla estruturas acessíveis, como rampas de acesso e banheiros acessíveis. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Piso tátil. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Não se aplica. Produto Curso / Oficina / Estágio: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os locais já possuem estruturas acessíveis. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. Produto Equipamento Audiovisual Adquirido / Doado: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Não se aplica. Produto Livro: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Material em PDF acessível. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Não se aplica. Produto Média-metragem: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Legendagem. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. Produto Plano Anual: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Não se aplica.

Democratização do acesso

De modo a democratizar o acesso ao bem cultural geral com os recursos da Lei de Incentivo à cultura, a proponente se compromete a adotar as seguintes medidas: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Os aspectos complementares de democratização do acesso que esta proposta contempla são: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.

Ficha técnica

ONG Doutores da Amazônia: Gestão e produção Fundada em 2015, a ONG tem por missão transformar o acesso à saúde indígena brasileira, oferecendo atendimentos especializados, com uso de técnicas e equipamentos modernos e avançados, sempre respeitando a ancestralidade de suas culturas e valores. Encara a cultura como meio de vida e como exercício de identidade. Visam liderar a assistência a populações em situação de vulnerabilidade, combatendo os efeitos da desigualdade, promovendo atendimento de qualidade, oferecido por profissionais de alta competência, proporcionando qualidade de vida e felicidade aos assistidos. Caio Machado: Responsável pela gestão do processo decisório e pela produção Dentista, 40 anos. Idealizador da ONG Doutores da Amazônia, fundada em 2015, que reúne médicos, dentistas, farmacêuticos, assistência farmacêutica e enfermagem. A ONG provê atendimento especializado em regiões remotas de reservas indígenas, demonstrando para o poder público que, em pleno século 21, é possível conseguir levar os mesmos tratamentos que são realizados nos grandes centros. Ana Augusta Rocha - Auana Editora: Coordenação geral Ana Augusta Rocha é jornalista e publicitária com larga experiência na produção de livros e campanhas que envolvam as pessoas em causas que valham a pena. Dedicou sua experiência de trabalho nas grandes agências de publicidade, para criar peças de comunicação capazes de mobilizar as pessoas. Autora de mais de 40 livros e editora de outros 40 livros publicados. Em sua experiência também realizou mais de 20 projetos com leis de incentivo fiscal. Especializou-se em desenvolver projetos de comunicação e editoriais voltados para exaltar valores e contribuir para a construção de marcas mais relevantes. Verônica Monachini: Coordenação Pedagógica e Antropologia Veronica Monachini de Carvalho é Antropóloga e Pedagoga, formada pela Universidade Estadual de Campinas. Atualmente cursa doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social pela mesma universidade. Realiza pesquisas na área de Etnologia Indígena, Antropologia da criança, Educação Indígena e Modos de Ensino e Aprendizagem. É integrante do Centro de Pesquisa em Etnologia Indígena (CPEI), vinculado à Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Fez uma série de livros didáticos junto ao povo Kalapalo, povo falante de karib, lançados em 2018, 2019 e 2023. Também é produtora e documentarista de filmes sobre a temática indígena, realiza oficinas com povos indígenas para o ensino de audiovisual e formação de professores. Foi consultora em antropologia ameríndia em diversos projetos pedagógicos e realiza oficinas em escolas não indígenas para ampliar o conhecimento dos estudantes sobre diversidade e cidadania. Edu Kalapalo: Pedagogia Kalapalo e tradução Edu Ugise Kalapalo é professor da escola Aiha da Aldeia kalapalo, Alto Xingu, formado em Licenciatura Intercultural Indígena pela UFG e foi o diretor da escola durante os anos de 2016 a 2020. Tem experiência com ensino e gestão, tentando sempre trazer o ensino a partir dos modos próprios de aprendizagem de seu povo. Já realizou em parceria com pesquisadores da Unicamp uma série de materiais didáticos na língua indígena, que iremos apresentar na palestra O povo Kalapalo é uma etnia falante de karib e habitante do Território Indígena do Xingu. Fausto Chermont: Audiovisual Fausto Ribeiro Chermont (São Paulo SP 1961). Fotógrafo e cinegrafista. Fez cursos básicos de fotografia e Super-8 na Escola Vocacional Luis Antonio Machado, entre 1973 e 1974. Gradua-se em administração de empresas pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP, onde integra um grupo de estudo de fotografia formado por estudantes das faculdades da PUC. Tem mais de 50 exposições em seu curriculum e sua obra está presente em mais de 10 livros de arte publicados, incluindo 2 livros seus. Fotógrafo profissional desde 1984. Gestor cultural a partir de 1988. Curador a partir de 1991- MIS-SP. Diretor fundador do mês internacional da fotografia de SP. Presidente do conselho gestor 1999_2001. Fundador da cooperativa dos artistas visuais do Brasil 2004_2008 Vice presidente. Criador e apresentador do programa foco-critico na internet 2015_2017. Livros - SP século XXI e noites pandêmicas. Estúdio Sarasá – Toninho Sarasá: Arquitetura e conservação Em 1956, era fundado o Atelier Artístico Gerardo Sarasá, primeira empresa de artes e restaurações da família Sarasá no Brasil. Recebera o nome de uma importante referência na produção artística, nos ofícios de azulejaria e vitrais, Gerardo Martin Sarasá. Amplamente premiado pela sua técnica, vastamente reconhecido por suas atuações, a partir dos anos 70, dedica-se a projetos de conservação e restauração do patrimônio histórico, o que lhe rende, também, importante relevo. Uma das primeiras obras de restauração foi o mural de azulejos da artista plástica Djanira, em meados da década de 80. Graduou-se em Administração de Empresas na Universidade São Marcos em 1999. Em 2001 fundou o Estúdio Sarasa conservação e Restauração, empresa especializada em conservação e restauro do Patrimônio Histórico.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.