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O Centro promove as tradições e desenvolvimento sociocultural,com atividades educativas e inclusivas, workshops para comunidades e visitantes, eventos especiais de Literatura, Educação Patrimonial Ambiental, Informática e Artes Plásticas, Artesanato, Exposições; focando em mulheres e crianças, com suporte psicopedagógico. Produtos: Atendimento infantil no contraturno escolar;Atelier "Arco da Velha"; Visitas Guiadas a Exposição Filhos das Serras; Catálogo de Vivências Patrimoniais; Evento "Um Parque e sua Gente" e Exposição Temporária.
PLANO BIANUAL DO CENTRO DE MEMÓRIAS DOS POVOS DA SERRA DA CAPIVARA – CEMOPSCapivara. O Parque Nacional da Serra da Capivara foi criado em 1979 para preservar milhares de vestígios arqueológicos da mais remota presença do homem na América do Sul. Sua demarcação foi concluída em 1990 e, no ano seguinte, foi inscrito pela Unesco na Lista do Patrimônio Mundial. Com uma área de aproximadamente 100 mil hectares, está localizado no sudeste do Estado do Piauí e apresenta a maior concentração de sítios arqueológicos das Américas, contando com mais de mil sítios cadastrados, dos quais mais de seiscentos com pinturas rupestres e cerca de 170 abertos à visitação. Foi a arqueóloga Niède Guidon, que desde a década de 1970 estuda e pesquisa os sítios arqueológicos da Serra da Capivara, a principal responsável pela criação do Parque em 1979. Foram as pesquisas e esforços de Niéde e sua equipe que primeiro exigiram uma reformulação de todos os conceitos e consensos científicos sobre o povoamento americano, ao encontrar evidências que situavam o homo sapiens nas Américas há mais de 50 mil anos atrás, muito antes do suposto. É difícil resumir em palavras o impacto de testemunhar ao vivo milhares e milhares de expressões deixadas por sociedades pré-coloniais. Grupos humanos que viviam em conexão com o ambiente pintaram por muitas gerações as reentrâncias e abrigos de rocha sedimentar, usando principalmente o óxido de ferro como seu pigmento duradouro. Ainda que os sentidos culturais dessas pinturas tenham se transformado em um mistério inexpugnável, há inúmeros detalhes e apreensões possíveis diante das variações de formas, signos, escalas e relações espalhadas pela Serra. O Parque da Serra da Capivara foi o primeiro parque nacional situado na caatinga. Uma sucessão de fatos multiplicou a biodiversidade da região. A área do Parque já esteve, há milhões de anos, no fundo do mar, até que mudanças geológicas profundas transformaram a configuração dos oceanos. Durante a última Era do Gelo, há cerca de 115 mil anos, o Piauí foi uma das poucas regiões que nunca congelou, transformando- se em uma floresta tropical úmida que concentrou uma fauna exuberante. Com o fim da grande glaciação, 12 mil anos atrás, a umidade caiu e as temperaturas aumentaram severamente, fazendo surgir uma região de caatinga com elementos de mata atlântica. Até a década de 1970, a área era habitada principalmente por pessoas que viviam da caça e de pequenas plantações, assim como da extração do látex. Com a criação do Parque, o cenário se transformou e diversas famílias foram desalojadas de suas casas. Para garantir a subsistência, geração de renda e fortalecimento das comunidades locais, diversas iniciativas educativas, culturais e socioeconômicas têm sido criadas na região, muitas delas impulsionadas pelas lideranças do Parque Nacional. Hoje, uma das mais importantes e promissoras dessas iniciativas é o Instituto Olho D’Água. O Instituto Olho D’agua (IODA), associação sem fins lucrativos, foi criada em 2013, no município de Coronel José Dias, região semiárida do estado que faz parte do eixo territorial, cultural e histórico do Parque Nacional Serra da Capivara. A equipe de membros que compõem o IODA atua na disseminação de práticas e conhecimentos culturais/locais com a finalidade de reaproximar as comunidades às potencialidades da região e estimular a geração de renda sem destruir o meio ambiente. O Centro de Memórias dos Povos da Serra da Capivara é uma das iniciativas estruturantes do Instituto. Esse ponto de memória abriga uma exposição sobre os Filhos das Serras, a biblioteca Dona Graça com atividades diárias para 60 crianças, espaço externo de viviências patrimoniais e workshops abertos à comunidade. Construído de forma comunitária, o ponto de memória cria alicerces para a preservação e valorização do patrimônio cultural, em sinergia com os conhecimentos tradicionais dos povos do Território da Serra da Capivara, na revitalização da cultura e no registro das memórias. O Instituto promove iniciativas educativas envolvendo ao mesmo tempo registro da memória do território, patrimônio arqueológico e histórico cultural, fortalecendo as tradições culturais locais, apoiando a população nos potenciais econômicos de seu contexto regional e desenvolve ações educativas relacionadas ao Meio Ambiente Cultural. As ações do projeto serão: I: Formativo Básico às Crianças de 7 a 13 anos- envolvimento das crianças é por meio da literatura e artes integradas em sinergia com o estímulo lúdico, visual e musical a partir do uso de metodologias ativas capazes de despertar nas crianças o gosto pela leitura e pelo ambiente de aprendizagem. Serão realizas apresentações das principais obras da literatura sertaneja piauiense, utilizando da leitura ilustrada, vídeos, histórias e representações; terão ainda aulas de artes plásticas no sentido de despertar a criatividade por meio das pinturas, esculturas em papel e argilas, pinturas em murais e murros; aulas de informática em nível inicial, médio e avançado, com aulas de digitação, uso da internet para pesquisas e criação de conteúdo; aulas de educação patrimonial e ambiental que irão tratar sobre meio ambiente, sustentabilidade, patrimônio cultural do Parque Nacional da Serra da Capivara, experimentações didáticas: escavações de sítios arqueológicos; pintura de tela de pinturas rupestres; análise de material escavado em laboratório arqueológico; modelagem em argila para confecção de cerâmicas e visitas guiadas ao Parque Nacional da Serra da Capivara. Todas essas atividades com o apoio de psicopedagoga para diagnóstico, atendimento e acompanhamento Psicopedagógico, que garanta aprendizagem significativa, com ambiente propício e profissionais qualificados. II.Atelier “Arco da Velha”: Vivências e experimentações patrimoniais- com fabricação de itens e utensílios com matérias-primas encontradas na natureza do entorno do Parque, com técnicas e conhecimentos adquiridas de geração a geração, por meio da oralidade, a exemplo de Velas com ceras de trapucá, Cordas com fibras de caroá, Cestos de cipós da caatinga e Papa Fogo; III.Visitas Guiadas à Exposição Filhos das Serras;como uma experiência para sentir e para vivenciar, caminhando sobre os tijolos originais das casas dos povos da Serra da Capivara, carregados de memórias, onde é possível observar a casa de farinha com seus utensílios artesanais, a casa de pau a pique, a roda de memórias ao pé da fogueira e o sítio arqueológico, demonstrando como os cientistas estudam o passado através da cultura material; IV.Catálogo de Vivências Patrimoniais- distribuição de 10 mil exemplares gratuitos, contendo fotos do processo de fabricação e finalização dos objetos acompanhadas de depoimentos e textos, como forte instrumento de registro material das técnicas e habilidades de fabricação dos objetos, ao mesmo tempo em que será um importante elemento de divulgação dos modos de vida dos Povos da Serra da Capivara, para além dos seus muros. O catálogo terá também uma versão online, em PDF, para ser compartilhado nos diversos meios digitais. V. "Um Parque e sua Gente"-com uma série de atividades que remetam a práticas ancestrais herdadas e preservadas na memória dos povos da Serra da Capivara até os dias atuais, reunindo crianças atendidas pelo projeto, funcionários e moradores locais de notório saber para celebrar e transmitir os saberes e fazeres sobre os seus modos de fazer, viver e construir no território. Um evento imperdível, com muitas atividades práticas, produtos feitos à mão e um espaço acolhedor para compartilhar histórias e habilidades, com visitas guiadas, saraus de poesias, música, jogos culturais, palestras de arqueólogos e Exposição das peças produzidas nos Workshops. A classificação indicativa é livre.
OBJETIVO GERAL: O Instituto Olho D’agua (IODA), associação sem fins lucrativos, foi criada em 2013, no município de Coronel José Dias-PI, região semiárida que faz parte do eixo territorial, cultural e histórico do Parque Nacional Serra da Capivara, composta por membros que atuam na disseminação de práticas e conhecimentos culturais/locais com a finalidade de reaproximar as comunidades às potencialidades da região e estimular a geração de renda sem destruir o meio ambiente. Seu Centro de Memórias envolve registro da memória do território, patrimônio arqueológico e histórico cultural e, fortalece as tradições culturais locais, apoiando a população nos potenciais econômicos de seu contexto regional e desenvolve ainda ações educativas relacionadas ao Meio Ambiente Cultural. O IODA baseia sua atuação em uma visão de mundo que interpretam os fenômenos sociais, culturais e naturais de maneira integrada e indissociável. Espera-se, com isso, que este projeto logre resultados que permitam aprimorar o relacionamento e a interação entre este enorme patrimônio histórico e cultural com as comunidades que vivem no território do Parque Nacional da Serra da Capivara. Acredita-se que a valorização deste patrimônio perante suas comunidades, em um trabalho que envolva o incentivo de diversas iniciativas que permitam o crescimento intelectual e social mesmas, resultaria em benefícios de conservação, educação, valorização e fruição social, cultural e econômica de um povo em um processo contínuo e retroalimentado, pois o IODA é uma verdadeira incubadora de passagem de conhecimento. Este projeto contribui para garantia da liberdade para a expressão artística, intelectual, cultural e religiosa, nos termos do Art. 3º do Decereto 11.453/2023, em especial contribui para: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; III - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; ... V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; VIII - fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidades tradicionais brasileiras; ... X - apoiar ações artísticas e culturais que usem novas tecnologias ou sejam distribuídas por plataformas digitais; XI - apoiar e impulsionar festejos, eventos e expressões artístico-culturais tradicionais e bens culturais materiais ou imateriais acautelados ou em processo de acautelamento; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XIII - promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior e o intercâmbio cultural com outros países; ... XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação; ... Parágrafo único. A implementação dos mecanismos de fomento cultural garantirá a liberdade para a expressão artística, intelectual, cultural e religiosa, respeitada a laicidade do Estado. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1.PLANO ANUAL-Atendimento infantil no contraturno escolar: Atender 100 crianças de 07 a 13 anos da comunidade com atividades diárias de Literatura, Educação Patrimonial Ambiental, Informática e Artes Plásticas com acompanhamento psicopedagógico e neuropsicopedagógico e garantia de segurança alimentar. As crianças atendidas são de alta vulnerabilidade social do entorno do Parque Nacional Serra da Capivara;O atendimento será realizado de segunda-feira a sexta-feira, totalizando 30 horas semanais. Ao longo do ano, serão disponibilizadas 15.000 horas de atividades para as crianças. 2.PLANO ANUAL- Disponibilizar até 4 mil ingressos para visitação guiadas Ao Centro de Memórias dos Povos da Serra da Capivara, aberto ao público geral de forma diária por 24 meses. A Exposição Filhos das Serras contém um valioso espólio doado pelos habitantes das comunidades do Parque Nacional da Serra da Capivara, onde cada objeto representa aspectos práticos, estéticos e simbólicos que marcaram, no passado, os modos de vida tradicionais desses povos, uma experiência para sentir e para vivenciar, a exemplo da possibilidade de caminhar sobre os tijolos originais das casas dos povos da Serra da Capivara, carregados de memórias, observar a casa de farinha com seus utensílios artesanais, a casa de pau a pique, a roda de memórias ao pé da fogueira e o sítio arqueológico, mostrando como, no presente, os cientistas estudam o passado através da cultura material. 3. Atelier "Arco da Velha": Realizar de 10 Oficinas no Atelier Arco da Velha: vivências patrimoniais, abrangendo Escultura em Argila, Velas e Ceras de Trapucá, Cordas de Caroá, Oficina Sarau Literário, Pintura em Tela com tintas naturais da caatinga, Cestos de Cipós da caatinga, Sabonetes e itens de higiene, Contação de Histórias na Cabine da Memória, Bordado Livre e Crochê. Carga horária de 60 horas-aula (h/a) cada, com até 30 participantes por workshop, totalizando 600 h/a, alcançando 300 participantes ao longo de 5 workshops anuais. 4.Catálogo de Vivências Patrimoniais: Produzir, publicar e distribuir 10 mil catálogos de forma gratuita com o título "Catálogo Coisas das Antigas", que contará com vivências e experimentações patrimoniais, contendo fotos do processo de fabricação e finalização dos objetos acompanhadas de depoimentos e textos; será um forte instrumento de registro material das técnicas e habilidades de fabricação desses objetos, ao mesmo tempo em que será um importante elemento de divulgação dos modos de vida dos Povos da Serra da Capivara, para além dos seus muros, inclui resumo em Braille e QRCode para animação no YouTube com legendas e tradução em Libras. Distribuição gratuita nas escolas dos quatro municípios do entorno do Parque e outras instituições públicas, associações de cultura, meio ambiente e turismo. O lançamento do catálogo contará com convidados da área do patrimônio e arqueologia, Visita guiada ao Centro de Memórias; atividades com as pessoas de notório saber da Comunidade que farão Rodas de Memória: Histórias Velhas _ você ouvirá história das pessoas que habitaram o território do Parque antes da sua criação; Cantorias e brincadeiras; Campeonato de giribita e jogo de barra, bem como sarau de poesias _ apresentação das crianças para o público, e ainda Sessão de documentários sobre os Povos da Serra da Capivara (produzidos no projeto pronac 221509); 5.Evento: Realizar 01 evento "Um Parque e sua Gente" com a participação de, no mínimo, 500 pessoas, promovendo uma celebração e transmissão de práticas ancestrais e saberes locais da Serra da Capivara. O evento terá duração de uma semana, no último semestre do último ano, com uma série de atividades que remetam a práticas ancestrais herdadas e preservada na memória dos povos da Serra da Capivara até os dias atuais. Reunirá crianças atendidas pelo projeto, funcionários e moradores locais de notório saber para celebrar e transmitir os saberes e fazeres sobre os seus modos de fazer, viver e construir no território. Um evento imperdível, com muitas atividades práticas, produtos feitos à mão e um espaço acolhedor para compartilhar histórias e habilidades. 6.Exposiçôes: Realizar duas edições da Exposição Temporária "COISAS DAS ANTIGAS": VIVÊNCIAS E EXPERIMENTAÇÕES PATRIMONIAIS, cada uma com um mínimo de 300 pessoas atendidas, proporcionando o acesso à seleção de 12 imagens dos workshops em tamanhos de 60x100 cm; aberto à comunidade e visitantes. Não há contrapartida social porque todo o projeto é gratuito.
O IODA é uma instituição sem fins lucrativos e devotada à cultura dos povos do entorno do Parque Nacional Serra da Capivara, necessita do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para conseguir cumprir seu papel, de modo a contribuir para a manutenção do seu Centro de Memórias, que se afigura com um espaço multissensorial e inclusivo, que por meio da literatura, artes e resgate dos saberes regionais e do ensino cultural, contribuem para a formação de pessoas, aprimorando suas habilidades artesanais, possibiltando um desenvolvimento econômico aliado à preservação, bem como desenvolvimento do turismo do entorno do Parque Nacional da Serra da Capivara, com capacidade de gerar renda às famílias. Esse projeto tem por finalidade captar e canalizar recursos para contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira e priorizar o produto cultural originário do País, na forma do art. 1º da Lei 8.313/91 em seus incisos I, II, IV, V e IX. Esse projeto tem ainda como objetivos o fomento à produção cultural e artística, mediante a produção de vídeos e filmes documentais, de caráter cultural; e realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; bem como busca ainda a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante organização, manutenção, ampliação do Centro de Memórias; e proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais. E ainda busca o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos que serão realizados no espaço durante todo o projeto, na forma dos incisos II, alínea "c" e "e", inciso III, alíneas "a" e "d" e inciso IV, alínea "a" do art. 3º da Lei 8.313/91. Peço vênia para transcrever os artigos na íntegra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; ... IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: ... II - fomento à produção cultural e artística, mediante: ... c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; ... e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; ... d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; ...
O Instituto Olho D’ Água baseia sua atuação em uma visão de mundo que interpretam os fenômenos sociais, culturais e naturais de maneira integrada e indissociável. Com isso, espera-se que o projeto em tela logre resultados que permitam aprimorar o relacionamento e a interação entre este enorme patrimônio histórico e cultural com as comunidades que vivem no território do Parque Nacional da Serra da Capivara . Acredita-se que a valorização deste patrimônio perante estas comunidades, em um trabalho que envolva o incentivo de diversas iniciativas que permitam o crescimento intelectual e social mesmas, o que resultaria em benefícios em conservação, educação, valorização e fruição social, cultural e econômica das comunidade em um processo contínuo e retroalimentado, pois o IODA é uma verdadeira incubadora de passagem de conhecimento. Nesse projeto temos diversos indicadores quantitativos e/ou qualitativos, senão vejamos: 1. Atendimento de 100 (cem) famílias com crianças entre 07 (sete) e 13 (doze) anos, em situação de vulnerabilidade, residentes no município de Coronel José Dias – PI, entorno do Parque Nacional da Serra da Capivara. 2. Estima-se atendimento de início ao fim do projeto de 80% do público matriculado nas ações. 3. Avaliação através da construção de relatórios técnicos mensais, contendo os registros fotográficos, memorial descritivo do material produzido nas oficinas, lista de frequência, feedback da escola e da comunidade, bem como análise das sugestões das famílias para as ações subsequentes. 4. Ampliação do acesso ao conhecimento por meio da literatura, matemática, informática e educação patrimonial e oficinas sobre a memória e o patrimônio cultural universal e local. 5. Relatório do acompanhamento psicopedagógico e neuropsicopedagógico de 100% das crianças matrículas. 6. Expansão da criatividade, afloramento da capacidade de conexão nas relações intrapessoais e interpessoais e fortalecimento do sentimento de confiança em si mesmo para o pleno desenvolvimento humano. 7.Garantia de segurança alimentar para 100% do público comunitário durante a realização das atividades. 8. Abertura do diálogo com a comunidade sobre a importância do projeto para o desenvolvimento humano das crianças e famílias. 9. As famílias atendidas deverão, obrigatoriamente, residir no município de Coronel José Dias (PI) e ter crianças com idade entre 07 e 13 anos. 10. Divulgar a abertura das inscrições para o projeto nas redes sociais e demais mídias do projeto e divulgação física por meio de cartazes, banners, folders. 11. Distribuição de 10 mil catálogos sobre os resultados dos workshops para público escolar, visitantes e demais municípios do entorno do Parque. 12. Realização da Mostra Fotográfica com 12 imagens oriundas das Oficinas aberto ao público e visitantes – estima-se receber 500 pessoas durante o período de exposição. 13. Realizar os Workshops e obter 80% de participação do quantitativo de vagas oferecidas ( 30 para cada Workshop) aberto para os quatro municípios do entorno do Parque ( São Raimundo Nonato, Coronel José Dias, João Costa e Brejo do Piauí): publico em geral e visitantes. Vale salientar que as qualificações técnicas do capital humano do IODA concentram-se nas áreas de formação: pedagogia, psicopedagogia, turismo, agricultura, direito, ciência da computação, letras, educação e meio ambiente, cultura, contabilidade e outras, somando-se as expertises educação e meio ambiente, cultura, contabilidade e outras, somando-se as expertises das vivências proporcionadas pelos participantes enquanto moradores tradicionais da região. Logo, a equipe possui know-how para o planejamento, elaboração, execução e finalização dos projetos educacionais, culturais e ambientais desenvolvidos pelo IODA. Essa realidade é atestada pelas experiências exitosas e se materializa através dos projetos e iniciativas desenvolvidos pelo IODA, entre os anos de 2014 e 2022, em parceria com órgãos públicos e privados, e já atendeu diretamente cerca de 600 pessoas. No âmbito do estado, através da Secretaria de Estado de Cultura do Piauí (SECULT/SIEC), Grupo Documento ( SP) e da Embaixada da França no Brasil para desenvolvimento de projetos na área da educação e cultura, dentre os quais, merece destaque para: Espaço da Memória dos Povos da Capivara; Atelier e Biblioteca Dona Graça; Arte na Serra; A Descoberta da Literatura e das Artes Integradas; Na Trilha da Educação e do Patrimônio Cultural e o Cultura Nordestina: cursos e oficinas e Pronac 221509 em andamento. O primeiro constituiu-se de uma exposição da cultura material dos povos sertanejos da Serra da Capivara; no segundo, criou um espaço aberto à comunidade envolto por saberes regionais que facilitam o desenvolvimento de estudos, pesquisas e vivências sobre a referida cultura. No terceiro, realizou-se um o mapeamento afetivo que vem oferecendo elementos para uma cartografia social de parte do território da Serra da Capivara no Piauí, baseada nas referências culturais da comunidade; no quarto, realizaram-se ações educacionais para crianças e jovens de articulação entre literatura e artes integradas. O projeto Cultura Nordestina tem contribuído para a construção, disseminação e solidificação do patrimônio cultural imaterial da região da Serra da Capivara, através de Cursos e Oficinas sobre a cultura nordestina e principalmente da herança cultural sertaneja para jovens, adultos e mulheres, e por último, mas não menos importante, o projeto Etnografia do Presente, que tem por fito a divulgação dos trabalhos realizados pelo IODA através do blog do Instituto e de parceiros, buscando promover ainda mais a disseminação de saberes na região. O Pronac 221509 em andamento busca a Promoção do Centro de Memórias dos Povos da Serra da Capivara como um espaço vivo de interação, onde por meio da literatura e do artesanato sertanejo para famílias com crianças de 06 (seis) a 12 (doze) anos incompletos, pretende-se fortalecer as bases culturais ( materiais e imateriais) e proporcionar às famílias capacitação profissional na área da produção de peças de artesanato típicas da região da Serra da Capivara, com olhar especial para aprendizagem das crianças com transtorno de déficit de atenção/hiperatividade no processo de aprendizagem/cultural, promovendo desenvolvimento regional a partir da cultura, inclusive com a preservação da memória de um povo. Os resultados dessas ações, desenvolvidas em parceria com organismos nacionais e internacionais, são contabilizados de forma quantitativa e qualitativa, uma vez que é crescente a quantidade de famílias em busca de oportunidades para seus filhos nas ações do IODA, bem como se verifica uma aproximação da comunidade em geral com as potencialidades culturais da região, através do interesse e da participação nos eventos promovidos. Esses indicadores são continuamente atualizados com base em relatórios de participação, registros fotográficos, produção de vídeos, lista de frequência e questionário socioeconômico. E a proposta atual que busca incentivo da Lei de Incentivo à Cultura, além de concretizar seus princípios e objetivos, busca ainda efetivar a Constituição Federal de 1988 em seu art.225, caput, que reza que “Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações”, na busca do IODA de preservar o meio ambiente em todas as suas formas, em especial o cultural com a iniciativa desse projeto.
1.Catálogo de Vivências Patrimoniais- Elaboração e distribuição do Catálogo "Arco da Velha”: contendo fotos do processo de fabricação e finalização dos objetos acompanhadas de depoimentos e textos. Este catálogo, será um forte instrumento de registro material das técnicas e habilidades de fabricação desses objetos, importante elemento de divulgação dos modos de vida dos Povos da Serra da Capivara, com uma versão online, em PDF, para ser compartilhado nos diversos meios digitais. 2.Exposição Temporária- Mostra Fotográfica: "COISAS DAS ANTIGAS”: com a seleção de 12 imagens dos workshops, tamanhos 60x100 – área de exposição: 16 metros quadrados. Aberto ao público. 3.Atender no contra turno da escola formal 100 crianças de 07 a 13 anos da comunidade com atividades diárias de Literatura, Educação Patrimonial Ambiental, Informática e Artes Plásticas com acompanhamento psicopedagógico e neuropsicopedagógico e garantia de segurança alimentar; 4. Atelier “Arco da Velha”: de modo a proporcionar a comunidade e aos visitantes experiências sensoriais únicas na construção de itens e acessórios que fizeram e fazem parte da vida dos povos da Serra da Capivara da pré-história aos dias atuais, como: Velas com ceras de trapucá; Cordas com fibras de caroá; Cestos de cipós da caatinga e Papa Fogo; 5.Visitas Guiadas a Exposição Filhos das Serras: esta contém um valioso espólio doado pelos habitantes das comunidades do Parque Nacional da Serra da Capivara, onde cada objeto representa aspectos práticos, estéticos e simbólicos que marcaram, no passado e os modos de vida tradicionais desses povos; 6.Evento "Um Parque e sua Gente": será um evento de uma semana, com uma série de atividades que remetam a práticas ancestrais herdadas e preservada na memória dos povos da Serra da Capivara até os dias atuais para. O Evento reunirá as crianças atendidas pelo projeto, funcionários e moradores locais de notório saber para celebrar e transmitir os seus modos de fazer, viver e criar. Aqui será lançado o Catálogo de Vivências Patrimoniais e a Mostra Fotográfica, com convidados da área do patrimônio e arqueologia, visita guiada ao Centro de Memórias, rodas de conversas com as pessoas de notório saber da Comunidade, cantorias e brincadeiras, campeonato de giribita e jogo de barra, terá ainda sarau de poesias, com apresentação das crianças para o público e Sessão de documentários sobre os Povos da Serra da Capivara (produzidos no projeto pronac 221509), além de exposição das peças produzidas nos Workshops e música regional. PROJETO PEDAGÓGICO 1 A visão do projeto busca superar as interpretações que enxergam patrimônio, cultura e meio ambiente de formas isoladas, apoiando-se em conceitos que apontem para soluções mais eficientes. Iremos, portanto, apontar a seguir os conceitos sobre os quais o projeto pedagógico procura se apoiar na elaboração e aplicação das ações: 1.1 Meio Ambiente Cultural: desenvolvido pelo Grupo DOCUMENTO, compreende a somatória de elementos formadores do ambiente físico às paisagens culturalmente construídas pelos grupos humanos que se desenvolveram na região, ao longo do tempo, através de um processo de longa duração. O Meio Ambiente Cultural reflete, portanto, a somatória de ativos intangíveis (os conhecimentos e práticas tradicionais das comunidades que ali vivem e viveram) e seus resultados tangíveis (incluindo desde sítios arqueológicos milenares, formas de manejo ambiental, edificações históricas, entre tantos outros). 1.2 Sustentabilidade Cultural: Está intrinsicamente ligada à ideia de preservação do patrimônio cultural (material e imaterial), implica em garantir a fruição e a perpetuação das heranças culturais às gerações vindouras. 1.3 Comunidades de aprendizagem” e “crowdsourcing: diz respeito a um ambiente social, cultural, intelectual e psicológico que promove e sustenta a aprendizagem enquanto processo social.baseia-se na partilha de recursos e construção solidária de saberes, formado por um conjunto de pessoas integradas e mutuamente comprometidas com um sentimento de pertencimento e de identidade. “crowdsourcing” que, de acordo com Lasecki et al. (2012), possibilita a construção colaborativa do conhecimento através de redes sociais, blogs e outras ferramentas online. (LASECKI, W.; WHITE, S. C.; MURRAY, K.I., BIGHAM, J.P. (2012). Crowd Memory: Learning in the Collective. Proceedings, CI. University of Rochester Department of Computer Science. Disponível em: https://www.cs.rochester.edu/hci/pubs/pdfs/crowd_memory.pdf) . 1.4 Resiliência que significa a capacidade de um sistema permanecer enquanto tal, ou seja, sobreviver. Resiliência originalmente se refere à propriedade que tem alguns materiais de acumular energia quando exigidos ou submetidos à pressão, sem que ocorra ruptura. 1.5 Ciência Aplicada: Alia a realização de pesquisas científicas com o envolvimento simétrico das comunidades locais. Têm como meta final a participação social e o fortalecimento da identidade cultural das comunidades locais. 1.6 Metodologia Colaborativa: O seu método é definido para envolver as comunidades, a pedido daquelas comunidades, cujos membros colaboram e participam em todos os aspectos do processo de investigação, interpretação dos resultados e gestão do patrimônio. 2 Método Prático: As ações do projeto aqui elencadas estão em consonância com a meta 4.7 até 2030 que e garantir que todos os participantes do projeto adquiram conhecimentos e habilidades necessárias para promover o desenvolvimento sustentável por meio da educação para o desenvolvimento sustentável e estilos de vida sustentáveis, direitos humanos, igualdade de gênero, promoção de uma cultura de paz e não-violência, cidadania global, e valorização da diversidade cultural e da contribuição da cultura para o desenvolvimento sustentável (Agenda 2030, ONU). A base pedagógica conceitual do projeto está intrinsicamente ligada aos os quatro pilares da Educação (teoria de Jaques Delores) aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser. 2.1 Aprender a Conhecer: Por meio das principais obras da literatura em sinergia com artes plástica, terapias integrativas e educação patrimonial as ações permitem que as crianças transformem o potencial em competências, compreendendo o mundo que o rodeiam: comunicando-se com o outro, desenvolvendo a capacidade de leitura, interpretação e alegrando-se com a descoberto do conhecimento; compreendendo melhor o ambiente social, cultural e ambiental e aprendem a importância do meio ambiente cultural para a vida das pessoas, da cidade, do estado e do planeta, tornando-se multiplicadores nos seus lugares de origem . Em artesanato o conhecimento sobre o potencial da matéria – prima da região como as fibras da caatinga, as sementes e suas essências proporcionarão às famílias atingidas conhecimento conceitual e prático sobre a matéria prima adequada para uso sustentável. 2.2 Aprender a Fazer: As crianças colocarão em prática os conhecimentos aprendidos na escrita de textos e interpretação, na lida cotidiana na sua casa e no seu bairro. Em educação patrimonial se tornarão arqueólogos por um dia e experimentarão uma escavação arqueológica e em laboratório. Aprendem fazendo sobre a relevância das pesquisas arqueológicas no Parque Nacional da Serra da Capivara. Produção de artesanato com matéria-prima da caatinga. Inclusão de crianças atípicas. 2.3 Aprender a Conviver: Aprenderem a conviver com as diferenças, respeitando a diversidade para todos os públicos atingidos pelo projeto. 2.4 Aprender a Ser: Crianças: Oferecemos por meio da literatura de das artes integradas referências para que as crianças descubram o seu potencial e possam desenvolver o senso crítico e habilidades pessoais. Famílias: Os cursos e oficinas possam despertar nas famílias o ser proativo, ser autônimos nas suas decisões. Manter-se motivados, enxergar as potencialidades e desafios e ter objetivos profissionais com base na sustentabilidade.
Conforme art. 2º, § 3º da lei 8.313/91 e art. 3, VI do DECRETO Nº 11.453/2023 e art. 25 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023, bem como em respeito às lei 13.146/2015 e o Decreto 9.404/2018, a acessibilidade será concretizada por meio de: Produto 01.PLANO ANUAL-Atendimento infantil no contraturno escolar: Medidas de Acessibilidade no aspecto Arquitetônico: No âmbito físico, todos os espaços da instituição são acessíveis, há rampas para pessoas com deficiência de mobilidade, construídas por meio do pronac anterior 221509, tem ainda banheiros adaptados às necessidades de mobilidade, tendo também 02 cadeiras de rodas já disponíveis, sendo necessária apenas a aquisição de cadeira grande para obesos e colocação de guias táteis. Rubricas nº 48 e 31. Medidas de Acessibilidade PcD visuais: uso de linguagem oral, instalação de monitor com audiodescrição; aquisição de livros infantis em braille. Rubricas nº 27 e 12. Medidas de Acessibilidade PcD Auditivos: Intérprete de libras; contratação de profissional para qualificar os educadores em libras e acompanhamento de psicopedagogo. Rubricas nº 20 e 7 Medida de Acessibilidade para PcD Intelectuais: Acompanhamento psicopedagogógico e neuropsicopedagógico, com sala de atendimento individual. Rubricas nº 7 e 6. Produto 02. Atelier “Arco da Velha ”: Medidas de Acessibilidade no aspecto Arquitetônico: No âmbito físico, todos os espaços da instituição são acessíveis, há rampas para pessoas com deficiência de mobilidade, construídas por meio do pronac anterior 221509, tem ainda banheiros adaptados às necessidades de mobilidade, tendo também 02 cadeiras de rodas já disponíveis, sendo necessária apenas a aquisição de cadeira grande para obesos e colocação de guias táteis. Rubricas nº 48 e 31. Medidas de Acessibilidade PcD visuais: uso de linguagem oral, instalação de monitor com audiodescrição. Rubricas nº 27. Medidas de Acessibilidade PcD Auditivos: Intérprete de libras. Rubrica nº 20. Medida de Acessibilidade para PcD Intelectuais: Acompanhamento psicopedagogógico e neuropsicopedagógico. Rubrica nº 7 e 6. Produto 03.PLANO ANUAL-Visitas Guiadas a Exposição Filhos das Serras: Medidas de Acessibilidade no aspecto Arquitetônico: No âmbito físico, todos os espaços da instituição são acessíveis, há rampas para pessoas com deficiência de mobilidade, construídas por meio do pronac anterior 221509, tem ainda banheiros adaptados às necessidades de mobilidade, tendo também 02 cadeiras de rodas já disponíveis, sendo necessária apenas a aquisição de cadeira grande para obesos e colocação de guias táteis. Rubricas nº 48 e 31 . Medidas de Acessibilidade PcD visuais: uso de linguagem oral, uso de experiências táteis, visita sensorial: com objetos que poderão ser tocados: ferro a brasa; cestos, pilão, banca de pote, panelas de ferro, permitindo a percepção dos objetos quanto as formas, tamanhos, pesos e texturas (sem custos). Medidas de Acessibilidade PcD Auditivos: Tablets com audiodescrição das peças da exposição. Rubrica nº 39. Medida de Acessibilidade para PcD Intelectuais: Acompanhamento de tablets. Rubrica nº 39. Produto 04.Catálogo de Vivências Patrimoniais: Medidas de Acessibilidade no aspecto Arquitetônico: No âmbito físico, todos os espaços da instituição são acessíveis, há rampas para pessoas com deficiência de mobilidade, construídas por meio do pronac anterior 221509, tem ainda banheiros adaptados às necessidades de mobilidade, tendo também 02 cadeiras de rodas já disponíveis, sendo necessária apenas a aquisição de cadeira grande para obesos e colocação de guias táteis. Rubricas nº 48 e 31 . Medidas de Acessibilidade PcD visuais: audiodescrição. Rubrica nº14. Medidas de Acessibilidade PcD Auditivos: tradução em libras. Rubrica nº 20. Medida de Acessibilidade para PcD Intelectuais: Acompanhamento psicopedagogógico e neuropsicopedagógico dos textos, fotos e desenhos . Rubrica nº 7 e 6. Produto 05.Evento "Um Parque e sua Gente": Medidas de Acessibilidade no aspecto Arquitetônico: No âmbito físico, todos os espaços da instituição são acessíveis, há rampas para pessoas com deficiência de mobilidade, construídas por meio do pronac anterior 221509, tem ainda banheiros adaptados às necessidades de mobilidade, tendo também 02 cadeiras de rodas já disponíveis, sendo necessária apenas a aquisição de cadeira grande para obesos e colocação de guias táteis. Rubricas nº 48 e 31. Medidas de Acessibilidade PcD visuais: linguagem oral e audiodescrição. Rubrica nº 14. Medidas de Acessibilidade PcD Auditivos: intérprete de libras. Rubrica nº 20. Medida de Acessibilidade para PcD Intelectuais: Acompanhamento psicopedagogógico e neuropsicopedagógico. Rubrica nº 7 e 6. Produto 06.Exposição Temporária: Mostra Fotográfica: "COISAS DAS ANTIGAS”: VIVÊNCIAS E EXPERIMENTAÇÕES PATRIMONIAIS: Medidas de Acessibilidade no aspecto Arquitetônico: No âmbito físico, todos os espaços da instituição são acessíveis, há rampas para pessoas com deficiência de mobilidade, construídas por meio do pronac anterior 221509, tem ainda banheiros adaptados às necessidades de mobilidade, tendo também 02 cadeiras de rodas já disponíveis, sendo necessária apenas a aquisição de cadeira grande para obesos e colocação de guias táteis. Rubricas nº 48 e 31. Medidas de Acessibilidade PcD visuais: linguagem oral e audiodescrição. Rubrica nº 14. Medidas de Acessibilidade PcD Auditivos: intérprete de libras. Rubrica nº 20. Medida de Acessibilidade para PcD Intelectuais: Acompanhamento psicopedagogógico e neuropsicopedagógico. Rubrica nº 7 e 6 . Saliente-se que todos os produtos respeitam as medidas de acessibilidade e democratização de acesso, não havendo que se falar em contrapartidas, vez que o projeto é todo gratuito. Em cumprimento à legislação 13.146/2015 e o Decreto 9.404/2018 informamos ainda que todas as medidas acima serão observadas em todo o projeto, de modo que a inclusão social garanta acesso e oportunidades de maneira igualitária, desenvolvendo ações educativas e experiência sensorial para despertar o sentimento de empatia, a partir da vivência e necessidade de transpor obstáculos e situações que Pessoas com Deficiências (PcDs) encontram a todo instante pelo caminho e conscientizar a importância de prover acessibilidade em suas mais diversas formas. Os trabalhos serão realizados com a comunidade do entorno do Parque Nacional da Serra da Capivara de alta vulnerabilidade socioeconômica, sendo todas as experiência levadas a todas as estações a partir da limitações experimentas por cada ser humano, seja: Deficiência Física - DF, Deficiência Auditiva - DA, Deficiência Visual - DV e/ou Transtornos Emocionais - TE.
Em relação aos produtos expostos nos objetivos específicos, todos serão gratuitos, contribuindo e facilitando, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais dos povos do entorno do Parque Nacional Serra da Capivara, preservando e resgatando a memória, bem como difundindo e valorizando os conteúdos locais, prezando assim pelo pluralismo da cultura regional e nacional, bem como dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, formando e informando conhecimento, com objetivo de geração de renda e preservação do meio ambiente em todas as suas formas, para as presentes e futuras gerações. Tais medidas respeitam o art. 57 do DECRETO Nº 11.453/2023 e art.27 da IN 01/2023 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023 A democratização de acesso se concretiza pela gratuidade do projeto bianual para a sociedade, com estimativa de atendimento de até 4 mil pessoas e, como medida de mais ampliação de acesso, prevê ainda, conforme art. 28 da IN 01/2023 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 1, DE 10 DE ABRIL DE 2023, em seu inciso IV, a disponibilização, na Internet, de registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente aos produtos principais.
Proponente: Associação do Instituto Olho d' Água, com função de executar o projeto, por meio de seus membros: - Lucas da Silva Gomes, Coordenador Geral (sem remuneração) Sócio fundador do Instituto Olho D’ Água, graduado em Guia de Turismo pelo Instituto Federal do Piauí ( IFPI), trabalhou como auxiliar técnico em conservação rupestre no projeto de Consolidação Estrutural da Toca da Entrada do Pajeú no Parque Nacional Serra da Capivara, trabalha como agente comunitário de saúde no município de Coronel José Dias e Instrutor nas atividades de Educação Patrimonial do Instituto Olho D’ Água. -Jorlan da Silva Oliveira, Coordenador do Projeto (trabalho remunerado) Graduado em licenciatura em História. Socio Fundador Instituto Olho D’ Água, com uma vasta experiência arqueológica na área do Parque Nacional Serra da Capivara, Parque Nacional Serra das Confusões, tendo participado do descobrimento e cadastramento de mais de 800 sítios arqueológicos nessas regiões. Durante 18 anos trabalhou na conservação da arte rupestre do Parque Nacional Serra da Capivara, coordenado pela arqueóloga Dr.ª Niède Guidon ( FUMDHAM) e a arqueoquímica Drª Conceição Meneses Lage da UFPI. Participou de vários trabalhos técnicos arqueológicos para o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional do Piauí (IPHAN). Trabalhou por 8 anos como Co-Gestor do Núcleo de Sustentabilidade e Tratamento de Acervos no Grupo Documento, presidido pela Antropóloga e Arqueóloga Erika Marion Robrahn-Gonzàlez, em projetos localizados em diversos Estados brasileiros tendo, portanto, lidado com acervos arqueológicos e culturais variados, além de ter participado em atividades e contatos colaborativos/inclusivos com diferentes grupos de comunidades tradicionais (incluindo comunidades indígenas), participou da elaboração de produtos educativos e científicos ligados aos projetos em andamento como publicações, cartilhas, banners, mídias sociais (Blogs da Comunidade, Museus Virtuais), entre outros. É condutor de visitante do Parque Nacional da Serra da Capivara, credenciado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade ( ICMBio). No Instituto Olho D ' Àgua atua na coordenação dos projetos: Descoberta da Literatura e artes integradas e o Projeto NaTrilha da Educação e do Patrimônio Cultural (financiado pela Embaixada Francesa no Brasil, 2020/2022); projeto coordenador do Projeto Cultura Nordestina: cursos e oficinas (Termo de Fomento nº 13/2020) e implantação do Centro de Memória dos Povos da Serra da Capivara. Tem vocação natural para diálogos interculturais com os mais variados stakeholders (órgãos governamentais, institucionais, empresas privadas, associações e grupos comunitários) e participação ativa em projetos de empreendedorismo social. - Marian Helen da Silva Gomes Rodrigues, Coordenador Científico do Projeto (sem remuneração) Doutorado em Quaternário, Materiais e Culturas pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro-PT (2016). Mestrado em Arqueologia Pré-Histórica e Arte Rupestre pela Universidade Trás Os Montes e Alto Douro e IPT/Portugal (2011), diplomas revalidados pelo MAE-USP. Graduação em Letras/Português pela Universidade Estadual do Piauí (2003). Pesquisadora associada ao Instituto Terra e Memória (PT) e Centro de Geociências da Universidade de Coimbra. Sócia-Fundadora do Instituto Olho D' Água, onde atua como coordenadora científica. Chefe do Parque Nacional da Serra da Capivara/ICMBio. Tem experiência na área de Arqueologia, atuando principalmente nos seguintes temas: gestão ambiental e cultural, arqueologia, educação, comunidades tradicionais, memória e sustentabilidade cultural. https://orcid.org/0000-0002-9054-2924. http://lattes.cnpq.br/8968177305956880 -Marilia da Silva Gomes, graduada em Letras Portugues (universidade Estadual do Piauí - UESPI) (trabalho remunerado) Licenciada em Letras Português pela Universidade Estadual do Piauí. Tem especialização em Psicopedagogia. Especialização em Educação, Cultura e Meio Ambiente. Especialização em educação inclusiva (em andamento). Professora efetiva da rede municipal de educação de Coronel José Dias (20h), foi coordenadora pedagógica (2008-2011) municipal, é ex-presidente do sindicato de servidores públicos do município supracitado, condutora de visitante do Parque Nacional da Serra da Capivara com credenciamento pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. É terapêutica holística e psicopedagoga do Instituto Olho d’ Água, atuando há 5 anos, no diagnóstico e intervenção psicopedagógica. Marília é engajada em ações comunitária, educativa e culturais em prol dos direitos fundamentais da comunidade. Outras funções que devem ser contratadas no projeto: Coordenador técnico (remunerado); Contador- a contratar (remunerado); Advogado- a contratar (remunerado); Assessor de comunicação - a contratar (remunerado); Psicopedagoga - a contratar ( remunerado); Professores - a contratar ( remunerado); Assistente Social ( remunerado) Assistentes, monitores, recepcionistas, motoristas, serviços gerais do quadro próprio da entidade (remunerados).
PROJETO ARQUIVADO.