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PRONAC 235482Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

AVES DE RAPINA

MARTE CULTURA E EDUCACAO LTDA
Solicitado
R$ 999,2 mil
Aprovado
R$ 999,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-12-11
Término
2024-10-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Este projeto se propõe a produzir o terceiro volume da coleção TERRA PAPAGALLI, uma série 100% produzida com recursos incentivados. Nesta produção abordaremos as espécies de aves de rapina que serão representadas com telas próprias, exclusivas. O livro de arte reunirá reproduções das telas do artista Eduardo Brettas, pintor naturalista, sendo a curadoria, do prof. Dr. Luís Fábio Silveira, vice reitor do Museu de Zoologia da USP. O projeto contempla ainda a realização de palestra sobre aquarela, cultura e pintura. Serão realizadas também oficinas de pintura em aquarela, ministradas pelo artista, dirigidas ao público infanto juvenil, com apoio de um livreto produzido exclusivamente para utilização durante as atividades.

Sinopse

Não se aplica

Objetivos

Neste volume, o artista retratará uma seleção de 98 espécies de Aves de Rapina do Brasil. Cada espécie será retratada individualmente, como caracterizado pela série TERRA PAPAGALLI. O projeto conta com um objetivo secundário, no qual será produzido um livro de colorir contendo uma seleção de aves de rapina para ser colorida por crianças nas oficinas em parceria com o MZUSP. O projeto consiste na publicação de um livro de arte sobre o trabalho do artista brasileiro Eduardo Brettas, pintor naturalista que utiliza técnica de aquarela para retratar aves brasileiras, com texto bilíngue (português/inglês) e curadoria de uma das maiores autoridades científicas do mundo, vice reitor do Museu de Zoologia da Usp, o prof. dr. Luís Fábio Silveira. Concluído o projeto, daremos conhecimento às principais universidades do mundo sobre essa publicação, visto que Brasil ocupa posição de destaque mundial por sua relevante biodiversidade mundial. Objetivos específicos: A _ PRODUTO PRINCIPAL _ Livros ou obras de referência - valor Artístico · Produzir 3.000 exemplares de um livro de arte reunindo reproduções das telas do artista. Neste volume, o artista retratará uma seleção de 98 espécies de Aves de Rapina do Brasil. Através de telas de aquarelas especialmente produzidas para este projeto. Uma produção cultural que reúne grande expressão artística, para registrar e divulgar espécies da avifauna do Brasil, contribuindo para a ampliação da consciência ambiental e dos riscos de sua não conservação. Divulgar nossa riqueza natural e zelar pela sua proteção e manutenção é uma responsabilidade de todos. B _ PRODUTO SECUNDÁRIO _ CARTILHA e OFICINA DE AQUARELA · Produzir 2000 exemplares do livreto de colorir e adquirir material de pintura para uso nas oficinas. O livreto conterá reproduções das telas originas as oficinas ocorrerão no espaço do Museu de Zoologia da USP. Serão formados 20 grupos com 100 participantes em cada um. Cada oficina terá a duração de 2 horas. Essa atividade será organizada por coordenadoras das escolas que visitarem o Museu e a ação será ministrada pelo artista. C _ CONTRAPARTIDAS SOCIAIS _ PALESTRAS _ Ações educativo culturais · Ministrar 10 palestras sobre aquarela, cultura e pintura, sobre a arte de retratar espécies de aves, a relevância cultural da expressão artística em aquarelas, a tradição e relevância dessa cultura no Brasil e a importância da conservação e consciência ambiental. Cada palestra terá a participação de 100 pessoas. O artista vai adaptar a linguagem de acordo com a faixa etária das crianças e discorrer sobre o naturalismo na arte e sua representação de objetos reais em ambiente natural.

Justificativa

No mundo estima-se que existam atualmente cerca 550 de espécies rapinantes, sendo que no Brasil ocorre 20% da população mundial dessas aves. O projeto Aves de Rapina do Brasil, considerando sua temática, abordagem, aderência, proposta, objetivos, além de sua relevância cultural, será uma produção inédita, na medida em que promove um conhecimento regional sobre o Brasil, oferecendo uma proposta cultural de extrema relevância para os brasileiros, enquadrando-se na Lei número 8.313 de 1991. Este projeto foi desenvolvido utilizando como pilar estrutural recursos artísticos que disseminarão um repertório cultural ao público a partir da adoção do uso do máximo rigor científico curatorial que irá além da produção de uma obra editorial, na medida que esse projeto tem alto potencial didático como oportunidade inédita de formação de novos públicos e na conscientização ambiental. De acordo com citada Lei, e utilizando como base suas próprias definições, o projeto justifica-se por: "Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro". Conhecer para preservar. Cerca de 30% das aves de rapina do Brasil estão em risco de extinção". O projeto Aves de Rapina do Brasil é uma produção cultural nacional de relevância que nunca antes foi apresentado ao público, Eduardo Brettas está, seguramente entre a galeria restrita dos maiores pintores de aves do Brasil. - "Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais."O encontro entre o artista, tem como premissa a formação de professores como forma de potencializar a transmissão do conhecimento, cultura e arte a um público ainda maior, contribuindo para a formação de cidadãos que procuram, valorizam e exigem o exercício dos seus direitos a acesso a bens culturais. Além disso, o percurso da exposição motiva à visitação a museus científicos brasileiros, inconfundivelmente uma fonte de cultura do país pouco conhecida e divulgada e, por consequência, não democratizada em sua totalidade. Permitir o acesso a este conhecimento é o primeiro passo para preservá-lo. - "Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores"Os recursos propostos neste projeto através de abordagem tecnológica e inovadora promovem manifestações culturais através de um grande artista brasileiro. Um aquarelista reconhecido e premiado internacionalmente, tendo parte de suas obras expostas em Universidades Americanas, como a de Princeton, por exemplo. - "Priorizar o produto cultural originário do País. "Ninguém contesta a riqueza da avifauna brasileira. Esse projeto permitirá trazer à tona pesquisas realizadas no país nunca antes apresentadas ao público e restritas à Academia. "Museu fortificar a visita fornecimento de recursos para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de carácter cultural".Fornecimento de material de pintura (livro de colorir, pincel e tinta) além da presença do artista em eventos coordenados com a equipe pedagógica do MZUSP. O projeto valoriza o trabalho de ornitólogos brasileiros. Considerando-se todas as justificativas apresentadas, a natureza cultural e o valor científico e estético do projeto, entendemos que será essencial o apoio do Ministério da Cultura para sua realização

Estratégia de execução

Esta edição de um livro de arte reunirá reproduções das telas do artista Eduardo Brettas, pintor naturalista e a curadoria do prof. Dr. Luís Fábio Silveira, vice reitor do Museu de Zoologia da USP. No Brasil, existem 98 espécies de aves de rapina, sendo 48 da Ordem Accipitriformes (águias e gaviões), 21 de Falconiformes (falcões), 23 Strigiformes (corujas) e 6 Cathartiformes (urubus). As aves de rapina têm fundamental importância para o equilíbrio e controle de insetos e roedores nos ambientes urbanos. A perda de habitat é a maior ameaça para as espécies florestais, a intensificação de atividades humanas como a expansão de cidades e o aumento das demandas agropecuárias tem gerado forte pressão sobre as áreas naturais. As principais consequências dessas ações são a perda e fragmentação de habitats. Devido ao aumento da disponibilidade de presas, redução de competidores das espécies, e outros fatores, as aves de rapina se locomoveram para centros urbanos. Porém, acidentes como colisões, eletrocussões em fios de eletricidade e atropelamentos ocorrem e são as maiores ameaças para as aves. Os gaviões, falcões, águias, corujas e urubus são aves que ocupam o topo da cadeia alimentar, caçando ativamente ou procurando animais mortos. Essa posição na cadeia alimentar faz das aves de rapina animais naturalmente raros, cujas necessidades de habitat os obrigam a ocupar vastos territórios. A comunidade envolvida na teia alimentar de um único espécime é composta por várias espécies de produtores e consumidores de diversas ordens. Sendo assim, a conservação das aves de rapina também assegura a proteção de várias outras espécies, ameaçadas de extinção ou não. As aves de rapina possuem um papel chave no equilíbrio ecológico das áreas onde vivem. Por serem predadoras, exercem uma influência estabilizadora nos ecossistemas, controlando a população de presas, auxiliando na manutenção de altos índices de diversidade. A comunidade envolvida na teia alimentar de um único espécime é composta por várias espécies de produtores e consumidores de diversas ordens. Dessa forma, a eliminação de uma ou mais espécies de rapinantes de um determinado ambiente causa uma série de desequilíbrios ecológicos, como a superpopulação de presas, escassez de recursos, e etc. Algumas espécies regulam a população de animais de interesse ao homem, como roedores, pombos, aranhas, escorpiões e cobras. Outras, como os urubus, alimentam-se de animais mortos, sendo responsáveis pela eliminação de 95% de restos de animais na natureza. A palavra “rapina” tem sua origem no latim que significa “raptar” (aquela que pega e leva consigo), referindo-se simplesmente à forma de obtenção do alimento de muitas espécies. Aves de rapina ou rapinantes é um nome dado as aves carnívoras que reúnem determinadas características de caça, como o bico curvo e afiado, garras fortes, voo ágil e fugaz, além de uma excelente visão e audição. De maneira geral, aves de rapina são ágeis e eficientes na captura de suas presas, caçam desde grandes artrópodes, peixes, anfíbios, pequenos mamíferos até outras aves. Cada rapinante está adaptado para caçar um tipo de animal, ou um certo grupo deles. Dentre as características, destaca-se a visão aguçadíssima: essas aves enxergam de 2 a 8 vezes mais que o homem. Assim, são capazes de avistar sua presa a dezenas de metros de altura e mergulhar diretamente sobre ela. A águia-real (Aquila chrysaetos), por exemplo, consegue ver uma lebre a mais de 3 km de distância. Outra característica interessante dos rapinantes é os olhos voltados para frente, resultando em uma visão binocular, o que dá uma noção de distância e profundidade, ideal para calcular manobras aéreas e ataques contra suas presas. A excelente audição também é outra característica dessas aves, elas escutam e distinguem muito bem o som de outro rapinante ou de uma presa agonizando. O bico é uma das características mais notáveis para distinguir as aves de rapina de outros grupos de aves. Os bicos são extremamente fortes, curvos e afiados. O formato do bico e tamanho varia de acordo do tipo de presa consumida. As garras também são afiadas, sendo a principal arma usada pelas aves de rapina predadoras para capturar suas presas. Muitas culturas antigas reverenciavam as aves de rapina como símbolos de poder e sabedoria, incluindo os egípcios, romanos e nativos americano. Além da qualidade artística e cultural, esta produção trará conhecimentos importantes para o leitor respondendo perguntas das mais triviais: Por que a harpia é chamada de gavião? Quais são as verdadeiras diferenças águia, gavião e falcão? São aves carnívoras? No imaginário popular, costuma-se a pensar que as aves caçadoras são grandes e imponentes as aves caçadoras são grandes e imponentes, com a harpia, a maior ave de rapina que ocorre no Brasil, um indivíduo pode medir até 1 metro de altura e 2 metros da ponta de uma asa a outra, mas na verdade há outras espécies que são pequenas, como Gaviãozinho, que mede de 18 a 24cm e que reúne como característica principal sua velocidade de voo. O Brasil é conhecido mundialmente por ser detentor de uma notável biodiversidade, possuindo elevado número de espécies em todos os grupos taxonômicos. Ao mesmo tempo, a intensificação de atividades humanas como a expansão das cidades e o aumento das demandas agropecuárias têm gerado forte pressão sobre as áreas naturais dos diversos biomas do país. As principais consequências dessas ações são a perda e a fragmentação de habitats. Isso se reflete no aumento da Lista Oficial de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção, instituída pela Instrução Normativa nº 3 do MMA, de 27 de maio de 2003. Zelar pela proteção e manutenção dessa riqueza nacional é responsabilidade de todos, porém as iniciativas e medidas a serem adotadas para reverter esse quadro devem ser tomadas de maneira organizada e conjunta. Assim sendo, a união de esforços do governo, da sociedade civil e das instituições de pesquisa, visando à conservação da nossa biodiversidade, representa um passo importante nessa jornada. Com o propósito de mudar essa situação, o governo brasileiro lançou a Série Espécies Ameaçadas, que é Apresentação composta de planos de ação para a conservação das espécies brasileiras da fauna ameaçadas de extinção. Os planos apresentam informações sobre a biologia da espécie ou grupo de espécies envolvidas e propõem uma série de medidas a serem implementadas em diversas áreas temáticas, seguindo uma escala de prazos e prioridades, visando à conservação dessas espécies. Além disso, os planos devem ser revisados periodicamente como forma de monitorar e avaliar as ações executadas e atualizar as necessidades de preservação. Plano de Ação Nacional para a Conservação de Aves de Rapina 2008, INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE. https://www.gov.br/icmbio/pt-br

Especificação técnica

Sumário geral da obra Bloco 1 [Páginas de 1 a 20] Conteúdos: · Página de rosto · Página de créditos [equipe editorial] · Cartas de apoio institucional · Carta do patrocinador e patrocinadores · Cartas de agradecimento dos autores e dedicação · Prefácio [páginas 25 e 26] Conteúdo do prefácio Bloco 1 [Páginas de 21 a 49] · Guia de navegação da obra Conteúdos: · Significado dos ícones · Seção do livro · Reprodução da tela original de aquarela · Introdução Conteúdos: · relevância do projeto · o trabalho do artista · abordagem histórica das espécies na cultura brasileira Bloco 2 Telas [página 50 a página 376] Conteúdos: • Reprodução de cada uma das 98 telas em aquarelas tratadas individualmente • Recortes das telas [com ampliação] • Textos [em língua portuguesa e inglês] sobre cada espécie • Tamanho de cada espécie em comparação a uma mão de um adulto • Nome científico e nome popular [em português e inglês] · Índice remissivo PROJETO MECÂNICO Formato Aberto 410 x 275 mm formato final 282 x 347 mm. Capa Papelão 15g/ Formato 575x347mm 0x0 cores Capa Corte/Vinco, Hot Stamping Sobrecapa Formato 850x440mm Couche Fosco 210g 5x4 cores Laminação Fosca Frente, Corte/Vinco, Hot Stamping Pacote com 20 exemplares - FSC Guardas 340x550mm em Off Set 180g 0x0 cores + Laminação Fosca Miolo Formato 550x340mm Couche Fosco 150g impressão 5x5 cores Miolo Formato 550x340mm Couche Fosco 150g impressão 4x4 cores Acabamento Alcear, Costurar, Encapar + Sobrecapa + Shirink Capa + Miolo 376 paginas - Miolo verniz base D-Agua Capa Creativo Cor Vermelha/ ou Verde - 1 Jogo de prova

Acessibilidade

A - Produto principal – LIVRO A obra será lançada em uma livraria em Sao Paulo, local a ser escolhido com garantias de acessibilidade. Os livros são acessíveis a todos os portadores de necessidades especiais, exceto aos portadores de deficiência visual. Acessibilidade no aspecto arquitetônico: O local terá estrutura como elevadores para pessoas com deficiência de mobilidade, rampas de acesso a todos os pavimentos, banheiros adaptados e localização próximo ao Metrô. Acessibilidade para deficiente visual: Linguagem oral Acessibilidade para deficiente auditivo: Intérprete de libras Acessibilidade para deficiente intelectual: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário. B – Produtor secundário – Cartilha e oficina de aquarela Ação educativa cultural para os alunos que visitarem o Museu a convite e para o público presente em geral, podendo participar crianças até 15 anos. Acessibilidade no aspecto arquitetônico: O Museu de Zoologia é um local amplo e plano, possui toda estrutura de acesso para portadores de deficiência de mobilidade, rampas de acesso a todos os pavimentos, banheiros adaptados e salas preparadas para receber todo público. Acessibilidade para deficiente visual: Linguagem oral e áudio descrição do espaço Acessibilidade para deficiente auditivo: Intérprete de libras Acessibilidade para deficiente intelectual: O Museu dispõe de monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário, além dos professores treinados que acompanharão a turma de alunos. C – Contrapartidas – Palestras Essas palestras destinam-se aos professores, coordenadores, aos alunos que estiverem em vista e aos monitores do Museu. Acessibilidade no aspecto arquitetônico: O Museu de Zoologia é um local amplo e plano, possui toda estrutura de acesso para portadores de deficiência de mobilidade, rampas de acesso a todos os pavimentos, banheiros adaptados e salas preparadas para receber todo público. Acessibilidade para deficiente visual: Linguagem oral e áudio descrição do espaço Acessibilidade para deficiente auditivo: Intérprete de libras Acessibilidade para deficiente intelectual: O Museu dispõe de monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário, além dos professores treinados que acompanharão a turma de alunos. Ressaltamos que as medidas de acessibilidade serão garantida em 100% das atividades.

Democratização do acesso

Em atendimento a IN 01/2023 na seção II artigos 27 e 28, será adotada a seguinte distribuição do LIVRO 10% = 300 unidades para distribuição gratuita promocional para os patrocinadores 10% = 300 unidades para distribuição gratuiita promocional em ações de divulgação do livro 10% = 300 unidades para distribuição gratuita com caráter social e educativo 20% = 600 unidades para comercialiação no valor de $39,60 (trinta e nove reais e sessenta centavos) 50% = 1500 unidades para comercialização no valor de $250,00 (duzentos e cinquenta reais) Distribuição do livreto de colorir 100% = 2.000 unidades com distribuição gratuita para os alunos da rede púlicoa de ensino e participanres das oficinas de aquarela que serão realizadas no MZUSP. Em complemento para as medidas de ampliação de acesso, o proponente adotará, IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil

Ficha técnica

Edoardo Rivetti – Direção geral do projeto Brasileiro, casado, 48 anos, editor responsável pelas seguintes publicação. Diretor de criação de projetos de incentivos culturais vencedores de prêmios Jabuti Terra Papagalli em 2016 Rio Sketchbook, em 2017, O Brasil dos Dinossauros em 2018 e Pèixes do Brasil em 2022. Marcelo Arantes – diretor editorial e de produção - 30 anos de experiência no Mercado Editorial - Gestor editorial, conhecimento profundo de todo o processo produtivo editorial - Liderança em mais de 3.000 projetos editoriais publicados Diretor de Projetos Culturais prêmios Jabuti Terra Papagalli em 2016 Rio Sketchbook, em 2017 e O Brasil dos Dinossauros em 2018. Principais Realizações Criação e coordenação de projetos incentivados, reconhecidos pela alta qualidade de execução Excelência e profissionalismo na condução de projetos Sólida experiência em gestão de projetos culturais e educacionais Ana Paula Piccoli - edição e revisão de texto em conformidade ao projeto gráfico e acompanhamento de provas editoriais Experiência Desde 2014 é fundadora da APP Soluções Editoriais. Desenvolvimento de projeto educacional voltado a temas sociais. Desenvolvimento de projeto para coleção didática integrada (Ciências Humanas e Naturais) para PNLD Marcelo Lerner - Fotógrafo O fotógrafo paulista começou a carreira profissional em 1986, na edição brasileira do jornal italiano Il Corriere. Trabalhou com Manuel Alvarez Bravo, na cidade do México em 1989. Com Michael Gray, curador do Fox Talbot Museum na Inglaterra, realizou oficinas e pesquisa na cidade Lacock, Inglaterra. Foi professor no curso livre de fotografia do Senac. Participou de várias publicações e em 2010 publica seu livro São Paulo, pontes e vistas mostrando a cidade vista do rio. Sempre priorizou em seu trabalho a pesquisa de novos processos e materiais fotográficos. Alexandre Guedes de Oliveira - Diretor de Arte e Criação EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Diretor de criação de projetos de incentivos culturais vencedores de prêmios Jabuti Terra Papagalli em 2016 Rio Sketchbook, em 2017 e O Brasil dos Dinossauros em 2018. Experiência de 15 anos na direção de arte em diversas agências de comunicação de São Paulo. Cenne Gots – Gestora financeira É produtora, administradora, gestora financeira e consultora de projetos culturais há mais de 20 anos. Está à frente da MCG Produções desde 2005, trabalhou em mais de 40 projetos culturais realizados com diversas companhias e Instituições culturais. É graduada em ciências econômicas, especializou-se em Leis de Incentivo à Cultura. Por 4 anos foi titular da bancada de artes cênicas da CNIC. Fez parte da diretoria da Cooperativa Paulista de Teatro e da Associação dos Produtores Teatrais Independentes.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.