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PRONAC 235485Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Roule Brasil

WS SOLUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 2,54 mi
Aprovado
R$ 2,54 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
23

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-01-01
Término
2024-11-01
Locais de realização (5)
Fortaleza CearáBrasília Distrito FederalBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

"Roule Brasil" é um projeto itinerante que promove a inclusão por meio da dança e o intercâmbio entre artistas brasileiros e francófonos.A criação do espetáculo é resultado da parceria entre dois coreógrafos brasileiros e uma coreógrafa francesa com um elenco brasileiro de múltiplos corpos, trajetórias e influências culturais.O projeto também conta com oficinas gratuitas de dança, abertas à toda a comunidade.

Sinopse

O espetáculo é sobre pessoas de histórias e culturas diversas, com e sem deficiência, pretos e brancos. Trata-se de uma conversa entre corpos plurais e os vínculos do ser humano na sua maior essência. Independentemente da história de cada uma dessas pessoas, de onde são e vêm, o espetáculo estimula a forte expressão e conexão humana com base no respeito ao próximo e às diferenças. Assim, enaltece o quanto cada um pode agregar à vida do outro e confirma que estamos neste planeta pra constituirmos um só corpo, uma só unidade. O trabalho de cocriação dos coreógrafos brasileiros Wesley Messias e Jana Marques com a francesa Caroline Le Noane resultará de técnicas de danças urbanas, dança contemporânea e expressão corporal. Além de estimular a reflexão sobre o ser humano independentemente do seu corpo, o projeto também exalta a cultura musical brasileira em diálogo com a musicalidade mundial. Não existem limites e fronteiras, mas sim diferenças que nos tornam unidos: PCDs, pessoas negras, pessoas com corpos diversos são artistas respeitados e fazem parte igualmente do processo criativo. Duração do espetáculo 60 min. Classificação etária 12 anos

Objetivos

Objetivo Geral: O projeto "Roule Brasil" tem como objetivo geral promover a inclusão por meio da dança e o intercâmbio entre artistas brasileiros e francófonos. O projeto pretende desconstruir a posição de invisibilidade da pessoa com deficiência, o não-pertencimento, colocando-a em lugar de protagonismo numa ação inclusiva e propulsora. Além de ampliar o acesso à arte, contribui para a construção da cidadania, sendo um instrumento de importante transformação. No projeto "Roule Brasil", o artista é valorizado e respeitado com a própria estética corporal, pela possibilidade da manifestação artística em um grupo que reúne PCDs, negros, brancos e corpos diversos como parte do mesmo processo artístico, coletivo e igualitário. Objetivo específico: A) Produto ESPETÁCULO DE DANÇA: realizar 05 (cinco) apresentações do espetáculo "Roule Brasil", 01 (uma) em cada cidade que receber o projeto (Belo Horizonte, Fortaleza, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo) durante um período de 15 (quinze) dias. B) CONTRAPARTIDA SOCIAL => OFICINAS DE DANÇA: realizar 05 (cinco) oficinas gratuitas de dança, 01 (uma) em cada cidade que receber o projeto (Belo Horizonte, Fortaleza, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo), totalizando 22,5 horas/aula (4,5 hora/aula por cidade) durante a execução do projeto. Técnicas de linguagem das danças urbanas, contemporâneo, expressão corporal, conscientização motora e técnicas de autoconhecimento serão as vertentes abordadas nas oficinas ministradas pelos coreógrafos do projeto com participação de integrantes do elenco.

Justificativa

Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Apesar de o Brasil ser um berço de grandes produções artísticas, ainda existe uma forte invisibilidade social ou apagamento das pessoas com deficiência também no campo das artes, tanto nas oportunidades de formação e expressão artística como de trabalho. Há relatos de companhias que contratam PCDs sem darem a devida visibilidade e importância aos artistas. Incluir não é fazer favor. É dar visibilidade, oportunidade, acessibilidade, garantir o mesmo direito a todos. "Não quero estar no palco por causa da minha deficiência, mas porque sou bom, pela minha arte", afirma Rafael Barbosa, dançarino do projeto "Roule Brasil". "A arte dá trabalho, a arte é dolorida, (...), não tem que passar a mão na cabeça de ninguém, é trabalho, é coisa séria, é responsabilidade". No Brasil, 7,8 milhões de pessoas de 2 anos ou mais têm deficiência física nos membros inferiores, de acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE publicada em 2019. A universitária Natália Ladislau faz parte desse grupo. Ela nasceu com paraplegia flácida, uma espécie de derrame na medula que enfraquece severamente os músculos das pernas. Depois de algumas cirurgias, ainda na infância, tentou usar muletas e andador, e se tornou cadeirante aos 9 anos. Em 2019, Natália começou a dançar como aluna de Wesley Messias e hoje integra o corpo de bailarinos do projeto Roule Brasil. "Vejo que eu evoluí bastante na coordenação motora, ganhei força muscular, ritmo e pude entender melhor e trabalhar as minhas limitações. Foi importante também para a interação social e para trocar experiências de vida. Isso me trouxe mais autonomia, alegria, felicidade e autoestima. A gente descobre novas habilidades e possibilidades dentro da dança, que é um mundo diverso e plural. Para mim a dança é liberdade, é quando os limites desaparecem e só há lugar para a arte!", observa a estudante. "Roule* Brasil" (*do verbo rodar, em francês, referência ao movimento das cadeiras de rodas) pretende estimular e contribuir para o protagonismo das pessoas com deficiência no campo das artes, além de promover o acesso à prática da dança por meio de oficinas gratuitas abertos à comunidade. O público alcançado poderá atuar como multiplicador da causa da inclusão das pessoas com deficiência no universo artístico e, consequentemente, nos âmbitos sociocultural, político e econômico. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Os ensaios do espetáculo, bem como o encerramento das apresentações e oficinas serão realizados em Brasília, no Distrito Federal, de onde vem a maior parte do elenco, coreógrafos e assistentes. Wesley Messias é coreógrafo e diretor artístico brasiliense com atuação no Brasil, EUA e países da Europa, com destaque para os musicais "Construção - Chico Buarque", "Hair", "Across the universe" e "Ópera do malandro". É referência na direção de performance de artistas nacionais e internacionais em shows e videoclipes. Em Brasília, é conhecido pelo trabalho na direção da Tribo Cia. de Dança durante 25 anos e do projeto Tribo Cadeirantes. Como artista, é comprometido com a promoção da participação de bailarinos em cadeiras de rodas em eventos culturais e produções audiovisuais, o que permite a inserção profissional de PCDs no mercado artístico. Jana Marques é fundadora, diretora e coreógrafa do Grupo Azzo de dança contemporânea, criado em 1990. Atuante em Brasília há mais de trinta anos, sua trajetória profissional inclui o ballet moderno, o jazz dance e a dança contemporânea. Foi premiada em vários festivais, entre eles o Festival de Dança de Joinville. O trio de coreógrafos terá como assistente os bailarinos Vitor Hamamoto, único brasileiro aprovado na seletiva da categoria experimental da maior competição internacional de danças urbanas, o Juste Debout; e Samuel Paniago, dançarino e coreógrafo que atua em danças urbanas, além de pesquisar outras estéticas como ballet clássico e dança contemporânea, ambos do Distrito Federal. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto conta com a contribuição de uma equipe de profissionais qualificados, tanto na área artística, como na produção e gestão. Os diretores e coreógrafos possuem larga experiência no mercado da dança, além de atuarem na causa da pessoa com deficiência há vários anos. Cada iniciativa dentro do projeto será acompanhada de ações de comunicação importantes para a divulgação e valorização da criação artística e da autoria coletiva inerente à proposta. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; A pluralidade e a representatividade do projeto "Roule Brasil" são iniciativas comprometidas com a garantia da expressão cultural inclusiva, diversa e democrática nas artes nacionais. VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; Enquanto iniciativa direcionada à promoção do intercâmbio multicultural, "Roule Brasil" também tem a colaboração da coreógrafa francesa Caroline Le Noane, que dirige a companhia internacional Le Huit, fundada na França em 2015 e que vem criando obras de sensibilização ao mundo da pessoa com deficiência, em que a dança funciona como válvula de libertação, sem barreiras de linguagem. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; O espetáculo resultará do trabalho de cocriação dos coreógrafos brasileiros Wesley Messias e Jana Marques com a francesa Caroline Le Noane, para a performance de dançarinos cadeirantes e andantes. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; O projeto tem como objetivo promover o acesso à prática da dança, por meio da distribuição de ingressos gratuitos para o espetáculo e a oferta de oficinas abertas à comunidade, com entrada franca. Estudantes de escolas públicas e integrantes de organizações sociais de apoio a pessoas com deficiência e a mulheres vítimas de violência doméstica serão especialmente convidados a participar das ações do "Roule Brasil". V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens; "Roule Brasil" conta com o apoio da Embaixada da França no Brasil. Assim, poderá futuramente ser realizado na França, com apoio de organizações como o Institut Français e empresas francófonas parceiras. Isso permitirá ampliar ainda mais o alcance e a força da manifestação criativa dos artistas envolvidos e, consequentemente, da reflexão sobre a inclusão social envolvida nesta iniciativa.

Estratégia de execução

Plano de comunicação INTRODUÇÃO O objetivo deste plano de comunicação é fazer a gestão estratégica das ações decomunicação e divulgação, bem como o detalhamento da produção de conteúdo on e off-linerelativa ao projeto Roule Brasil. Assim, será possível apresentar e divulgar o projeto para: 1) obter apoio financeiro e de infraestrutura;2) tornar públicas as ações de criação e manifestação artística, assim como de interaçãosocial, a fim de cumprir as metas centrais do referido projeto: inclusão, educação eintercâmbio cultural. Nesse sentido, as frentes principais de atuação estão baseadas em processos decomunicação on-line, especialmente via email, site/blog e mídias sociais conectadas. As açõespresenciais envolvem reuniões de planejamento, captação de recursos, apresentações doespetáculo em teatros e oficinas de formação para o público. Matriz de atuação Nichos: organizações locais, regionais, nacionais e internacionais dos setores de arte, cultura,relações internacionais francófonas, transportes, hotelaria, alimentação, acessórios de auxílio àPessoa com Deficiência (PCD) que se identificam como apoiadores da diversidade,representatividade, inclusão e responsabilidade social, assim como das artes e da cultura;influenciadores digitais, associações e comunidades organizadas em torno da causa de inclusãosocial, respeito aos direitos humanos e igualdade de oportunidades. Cenário: 17,3 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência de acordo com o InstitutoBrasileiro de Geografia e Estatística. Apesar das garantias previstas na Constituição Federal e dalegislação relativa à acessibilidade de PCDs no país, o IBGE também constatou que mais pessoasdesse grupo fazem parte do quadro de desemprego e informalidade, além de receberemremuneração consideravelmente menor que trabalhadores sem deficiência. A representação nasinstâncias do poder executivo, legislativo e judiciário também está longe de corresponder àproporção de pessoas com deficiência no total da população brasileira (8,4%). A pesquisa Nacional de Saúde do IBGE realizada em 2019 também apontou que 16,6% daspessoas com deficiência no Brasil possuem ensino médio completo ou ensino superiorincompleto. Entre as pessoas sem deficiência, esse índice é de 37,2%. Quase 68% dos brasileiroscom deficiência têm ensino fundamental incompleto ou nenhuma instrução, enquanto o percentualentre as pessoas sem deficiência é de pouco mais de 30%. É fundamental que todas as instânciasda sociedade brasileira se mobilizem ativamente pela mudança desse triste cenário. Parceiros estratégicos: organizações governamentais e não-governamentais e fundações dosetor, profissionais e institutos de pesquisa de relação direta com a área, imprensa em geral eespecializada. Proposta de valor: demonstrar que projetos como o Roule Brasil são passos importantes rumo àinclusão social que contempla vários dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável para aAgenda 2030, como redução das desigualdades, saúde e bem-estar, educação de qualidade,parceria e meios de implementação, por exemplo; contribuir para a conscientização da sociedadequanto às questões que envolvem arte, cultura e pessoas com deficiência. Insumos: levantamento de contatos, pesquisas de dados e conteúdo que permitam melhorcompreensão do cenário e das possibilidades de desenvolvimento do projeto Roule Brasil demaneira coerente e viável (vide referências). Momentos estratégicos: planejamento; desenvolvimento; lançamento; divulgação(pré-produção/produção/pós-produção); monitoramento e análise de resultados (BusinessIntelligence e Keyword Performance - BI/KPI) ao longo do período de execução do projeto, a partirdo lançamento. Canais próprios: site/blog; perfis em redes sociais (Instagram/Facebook; Linkedin; YouTube). Nas páginas que se seguem, serão apresentados: descrição das ações/conteúdo. As demandas previstas serão orçadas e definidas em conformidade com a verba disponível e os valores estipulados por tabelas oficiais de sindicatos das categoriasprofissionais envolvidas. DESCRIÇÃO DAS AÇÕES/CONTEÚDO 1. Planejamento Estratégico - Mês 1 a 3 Etapas:● Mapeamento de presença digital e KPIs relativas aos temas de interesse do projeto antesdo lançamento● Diagnóstico de ambiente de comunicação digital e conteúdo para a divulgação do projeto● Planejamento de assessoria de imprensa● Previsão de conteúdo a ser produzido periodicamente● Apresentação e validação dos itens pela diretoria, conforme o andamento do cronograma 2. Implementação - Mês 1 a 5 Desenvolvimento do site/blog Roule Brasil e organização dos perfis de redes sociais:O objetivo é ter uma plataforma que integre todas as informações relativas ao projeto,tanto para a imprensa e os apoiadores como para o público interessado, com acesso aos perfisdas redes sociais. A inclusão de um blog permite que todos os participantes da produção doprojeto Roule Brasil possam compartilhar impressões sobre o processo de desenvolvimento dasatividades, reflexões conceituais e artísticas, apresentação do espetáculo, visitas às cidadesprevistas no itinerário da turnê, como num diário de bordo. Atividades envolvidas:● Briefing com a diretoria para a organização do site e dos perfis● Construção da página e do cronograma de conteúdo para alimentação da plataforma● Construção da linha editorial para as redes sociais● Aprovação do site e da linha editorial com a diretoria● Início da produção de peças e da implementação das estratégias de imprensa 3. Lançamento - Mês 3 a 5 Vídeo + Imprensa e parceiros (lançamento do projeto)● Vídeo manifesto com legendas em português e francês para apresentar a plataforma econvidar os públicos de interesse a conhecer e se engajar no projeto Roule Brasil. O vídeoserá incorporado ao site e aos e-mails e divulgado nas redes sociais.● Releases e contato com a imprensa/parceiros/apoiadores para a divulgação do projeto eda chegada dos bailarinos estrangeiros. 4. Manutenção - Mês 3 a 5 Pacote de peças para redes sociais + Imprensa e parceiros (espetáculo)● Peças para divulgação das ações de teaser e demais ações de lançamento nos próximos30 dias, até a estreia do espetáculo.● Peças periódicas para manutenção das ações e reforço da divulgação nas redes sociais,conforme linha editorial aprovada pela diretoria.● Releases e contato com a imprensa para a divulgação da estreia. Pacote de mídia out of home (OOH) local - Mês 3 a 5● Banners para canais de divulgação off-line em espaços como outdoors, metrô, lixeirasurbanas especificamente para a divulgação do espetáculo com QR Code de acesso àplataforma do projeto com aproximadamente 30 dias de antecedência ao espetáculo emcada cidade. Colab com especialistas e integrantes/apoiadores do projeto - Mês 3 a 5● Integrantes do projeto e parceiros/apoiadores poderão produzir e enviar depoimentos emvídeo para divulgação nos canais de comunicação do projeto Roule Brasil.*Observação: as mesmas estratégias serão reproduzidas para cada espetáculo a ser realizadonas demais cidades da turnê. Monitoramento e moderação de perfis em redes sociais e veículos on-line - Mês 3 a 5Acompanhamento diário da repercussão do projeto na internet com produção de relatóriosemanal com atenção às marcas das organizações apoiadoras. Com o monitoramento, serápossível adequar o cronograma de produção quando necessário. Métricas e avaliações - Mês 3 a 5O relatório semanal de análise de site/portal e das redes sociais a partir do lançamentopermitirá observar o desempenho das estratégias de comunicação para a divulgação do projeto, afim de produzir adaptações e insights para ações de mídias sociais, mídia on-line, search enginemarketing, gestão de tráfego etc. Também haverá a produção de relatório mensal para ocruzamento e análise de dados e estratégias.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL: ESPETÁCULO DE DANÇA 01 (uma) apresentação do espetáculo "Roule Brasil" em cada cidade: - Belo Horizonte - Fortaleza - Rio de Janeiro - São Paulo - Brasília ATIVIDADE PARALELA / CONTRAPARTIDA SOCIAL: OFICINAS DE DANÇA 03 (três) oficinas de dança de 1h30 (uma hora e trinta) por oficina, com cada 01 ( um) dos 03 (três) coreógrafos do projeto, para até 30 participantes por oficina, com vagas prioritárias para pessoas com deficiência, pessoas negras, mulheres e pessoas da comunidade LGBTQIAP+, estudantes da rede pública. As oficinas do projeto Roule Brasil são um instrumento de contato das pessoas que nunca dançaram, das que tiveram iniciação em dança e das que buscam se profissionalizar. O objetivo é, além de aproximar as pessoas da dança, mostrar que a dança é possível para todo(a)s. Muito além dos movimentos ou técnicas, o objetivo é possibilitar o acesso à coreógrafos e equipe de profissionais nacionais e estrangeiros, e acima de tudo, permitir que as pessoas percebam que é possível fazer parte de uma companhia de dança, no Brasil como no exterior. Projeto pedagógico: técnicas de linguagem das danças urbanas, contemporâneo, expressão corporal, conscientização motora, técnicas de autoconhecimento; Público: adolescentes e adultos com e sem deficiência; Acessibilidade: interpretação em Libras; audiodescrição; acolhimento para pessoas com TEA. As oficinas serão ministradas pelos coreógrafos do projeto Roule Brasil com participação de integrantes do elenco.As oficinas serão realizados na véspera dos espetáculos, permitindo desta forma ampliar a distribuição de ingressos gratuitos para todos os participantes.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE DANÇA ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, corrimão, banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as apresentações. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as apresentações. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: monitores e equipe treinados para auxiliar esse público em todas as apresentações. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS => OFICINAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os locais já possuem estrutura como corrimões, rampas e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral / audiodescrição em todas as oficinas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as oficinas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público no que for necessário.

Democratização do acesso

Medidas de ampliação de acesso - Artigo 28 da IN 1/2023 I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, totalizando 20% (vinte por cento); VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Distribuição e comercialização 20% dos ingressos dos espetáculos serão distribuídos gratuitamente em caráter social para estudantes de escolas públicas e integrantes de organizações sociais de apoio a pessoas com deficiência e a mulheres vítimas de violência doméstica. 10% serão distribuídos gratuitamente pelos patrocinadores; 10% serão distribuídos gratuitamente em caráter promocional para divulgação; 30% de ingressos serão comercializados com preço popular de R$ 25,00; 30% de ingressos serão comercializados com preço médio de R$ 90,00. (Valor da entrada R$ 120,00) meia entrada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados; meia entrada assegurada para idosos em todos os ingressos ;

Ficha técnica

Proponente: WS Soluções Artísticas A WS Soluções Artísticas tem como pilares a criação, produção, capacitação e realização das expressões artísticas da dança, música e teatro, priorizando a diversidade humana e tendo em seus elencos e colaboradores pessoas de diversos perfis. Dar visibilidade para artistas de corpos, etnias e idades diferentes entregando trabalhos de alta qualidade, garantindo a diversidade e o protagonismo da PCD no mercado artístico, é nossa missão. A WS Soluções Artísticas é responsável pela Coordenação/Gestão Administrativa e Financeira do projeto, sendo remunerada para tais atividades, bem como pela captação de recursos. Stefanie Streit (sócia da WS Soluções Artísticas), denominada na ficha técnica, Stefanie Chopard (sobrenome materno), diretora geral Stefanie Streit, denominada na proposta Stefanie Chopard, é responsável pela direção geral do projeto, sendo remunerada para tal atividade. Com formação em Dança Contemporânea pela Universidade de Paris 8., atuou na produção de shows de estrelas da MPB na França. No Rio de Janeiro, coordenou a Film Commission, atendendo produções audiovisuais nacionais e estrangeiras. Em Brasília, atuou como produtora da Tribo Cia de Dança e do TRIBO Cadeirantes, um projeto de dança para pessoas cadeirantes de todo o país, promovendo a inserção profissional da PCD no mercado artístico. Wesley Messias (sócio da WS Soluções Artísticas), diretor artístico e coreógrafo O diretor artístico e coreógrafo brasiliense, atuou em eventos, congressos e festivais no Brasil, EUA, Polônia, França, Alemanha, Espanha, Itália e Rússia. É referência na preparação e direção de artistas em shows, videoclipes, espetáculos e gravações audiovisuais; e na formação de bailarinos, coreógrafos, cantores e atores atuantes no Brasil, Europa e EUA. Foi apontado como um dos artistas brasilienses que compõem a história da dança da Capital Federal. Foi eleito profissional do ano no Capital Fitness Centro-Oeste. Dirigiu a Tribo Cia de Dança por 25 anos e lidera o Tribo Cadeirantes, um projeto de dança para pessoas cadeirantes de todo o país. Será remunerado para as atividades de direção artística e coreografia. Caroline Le Noane, coreógrafa francesa convidada Coreógrafa, bailarina e professora de dança, gosta da pluridisciplinaridade, trabalha com músicos, atores, bailarinos amadores e profissionais, PCDs. Sensibilização, poesia, emoção e transmissão se inscrevem nas suas criações. A coreógrafa contribui na visão de partilha e sensibilização ao mundo da pessoa com deficiência, potencializando a dança como válvula de libertação do corpo e arte universal sem barreiras de linguagem. Jana Marques, coreógrafa Fundadora, diretora e coreógrafa do Grupo Azzo de dança contemporânea, criado em 1990. Atuante em Brasília há mais de trinta anos, sua trajetória profissional inclui o ballet moderno, o jazz dance e a dança contemporânea. Foi premiada em vários festivais, entre eles o Festival de Dança de Joinville. Vitor Hamamoto, assistente coreográfico Natural de Brasília/DF. Autodidata em b-boying, focando nas danças urbanas, dança contemporânea e improvisação. Atuou em importantes obras e processos artísticos/coreográficos com profissionais como Stephanie Thomasen, Alex Neoral, Wesley Messias, Marcos Buiati e Jean Assahoto. Em 2017 Hamamoto foi convidado por 2 anos a fazer parte da Uppercut Danseteater em Copenhague/Dinamarca, desenvolvendo vários trabalhos e espetáculos. Samuel Paniago, sonoplasta e bailarino Ingressou aos 12 anos na Tribo Cia de Dança, onde atuou como bailarino e coreógrafo. Em 2016 colaborou na sonoplastia do espetáculo Santas Quebradas da Tribo Cia de Dança. Em 2018 formou-se na DJ School. E desde 2019 é o responsável pela sonoplastia de diversos espetáculos de dança e teatro no Distrito Federal. Natália Ladislau, bailarina Moradora de Brasília, estudante do 6° semestre de psicologia do UniCeub e bailarina do grupo Tribo Cadeirantes. É cadeirante desde os 9 anos de idade. Participou de apresentações de dança em eventos como: Carnaval do Parque 2020, Clipe Sente o Som ( Ana Lelia e Rosana Brown ) em 2021 e Festival MID 2021 no CCBB, com Gisele Santoro. Marina Cervo, bailarina Natural de Curitiba. Envolvida e interessada na pulsão criativa despertada nas artes do corpo. Formada pela Escola de Dança do Teatro Guaíra (Curitiba - 2008) e Graduada no curso de Licenciatura e Bacharelado em Dança pela Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR) em 2013. Participou do programa de excelência em dança "Arsenalle della Danza" em Veneza - Itália (2012). Izabella Gobbi, bailarina Cadeirante paraplégica devido a uma má-formação congênita, mielomeningocele. Nasceu em Brasília-DF em 1992. Estudante do curso de Língua de Sinais Brasileira – Português Como Segunda Língua na Universidade de Brasília (UnB). Karina Araújo, bailarina Bailarina, professora, coreógrafa e cantora, tem 13 anos de experiência em Danças Urbanas. Faz parte da Cia. de afro contemporâneo Corpus Entre Mundos, da Cia. de performance Mutum, do Intercâmbio de Dança Brasil e Angola (IDAEB) e da Tribo Cia. de Dança. Thaís Calmon, bailarina Bailarina, professora e coreógrafa. Iniciou seus estudos em danças urbanas aos 8 anos e já teve contato com estéticas como dança do ventre, ballet clássico, contemporâneo, forró, samba de gafieira e zouk brasileiro. Foi bailarina em aberturas de shows de artistas como Anitta, Glória Groove e Xand Avião, além de participar de videoclipe do artista Piettro. Rafael Barbosa, bailarino Dançarino, ator e cantor natural de São Paulo. É cadeirante, tem uma deficiência física, a Osteogênese Imperfeita, mais conhecida como "Ossos de Vidro". Trabalha em 4 cias.de dança: Tribo Cadeirantes, Cia de Dança sem Fronteiras, Cia Circodança, Do Singular ao Plural. Participou de trabalhos artísticos nacionais e internacionais, como do videoclipe de lançamento para as marcas Facebook e Another Place, da cantora Pablo Vittar. Isaías José dos Santos, bailarinoBailarino com 13 anos de experiência e atleta profissional. É campeão brasileiro de dança esportiva em cadeira de rodas em 2015 e 2022. Penta campeão brasileiro no Campeonato Brasileiro em basquete em cadeira de rodas em 2019. Atuou em projetos de fomento à dança de salão e samba rock. Participou de campeonato internacional de dança esportiva na República Tcheca onde foi medalha de prata e de bronze. Desfilou pela Aguia de Ouro da liga especial e possui experiência em dança contemporânea. Mateus Moreira, bailarino Mateus Moreira tem 22 anos e é dançarino, atleta, modelo, palestrante e influencer digital. Venceu o concurso Mister cadeirante e ganhou o título de Campeão Brasileiro em Para Halterofilismo, em Para Skate no Rio de Janeiro e o primeiro lugar nos Jogos paralímpicos escolares na modalidade basquete em cadeira de rodas. Alexandre Riber, bailarino Alexandre Riber é professor, coreógrafo e bailarino. Iniciou sua carreira artística aos 14 anos, participando de um projeto social que levava a dança para escolas públicas da cidade. Consolidou-se como coreógrafo de vários artistas nacionais. Tatiana Araújo, bailarina Bailarina, cantora e atriz. Tem 11 anos de experiência em danças urbanas. Membro do grupo Tribo Cia de Dança desde 2010, onde é coordenadora e coreógrafa. Professora de Dancehall desde 2017. Carolina Assunção, coordenadora de comunicação Jornalista com experiência de 10 anos em telejornais locais e nacionais de grandes emissoras, foi Coordenadora de Comunicação e Cultura da Aliança Francesa de Brasília e atuou como consultora Unesco no Ministério da Educação. Pesquisadora com mestrado e doutorado em Linguística do Texto e do Discurso (UFMG). Marcelo Augusto, iluminador O brasiliense Marcelo Augusto Santana é graduado em Licenciatura de Artes Cênicas na Universidade de Brasília. Assinou a iluminação de alguns grupos e diretores da cidade: ASQ Companhia de Dança; Circo Teatro Udi Grudi; Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.