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PRONAC 235487Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Big Band sub30

23.801.944 MARISA GONCALVES DE TOLEDO
Solicitado
R$ 629,3 mil
Aprovado
R$ 629,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SC
Município
Joinville
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (5)
Itajaí Santa CatarinaJaraguá do Sul Santa CatarinaJoinville Santa CatarinaSão Bento do Sul Santa CatarinaSão Francisco do Sul Santa Catarina

Resumo

Montagem de novo reperto´rio e manutença~o da agenda de ensaios da Experimental Big Band, para realizaça~o de nova turnê.

Sinopse

O projeto em questão pretende manter o trabalho da Experimental Big Band que está em vias de iniciar ainda em 2023, com jovens músicos sub30 (até 29 anos completos). O projeto prepara musicalmente jovens instrumentistas para a prática de conjunto numa orquestra Jazz, ao estilo das Big Bands tradicionais, com ensaios semanais de 3h de duração, na cidade de Joinville, sob uma orientação profissionalizante e pedagógica do regente. Atualmente a iniciativa encontra-se em fase de implantação no estado de Santa Catarina para a primeira formação, com recursos do Programa de Incentivo à Cultura (PIC-SC). Caso seja necessário nesta edição da Big Band pela Lei Rouanet, haverá nova seleção de candidatos para suprir vacâncias eventuais. A proposta é manter uma agenda de ensaios com os jovens músicos mediante remuneração mensal, já que a formação da Big Band é para quaisquer jovens interessados, inclusive de estados vizinhos. A remuneração tem a função de garantir os seus deslocamentos semanais e eventual alimentação, a qual é repassada somente se cumprida a frequência mínima de 75% aos ensaios. As formação completa da Big Band se constitui em: . 2 saxofone alto; . 2 saxofone tenor; . 1 saxofone barítono; . 4 trompete; . 3 trombone tenor; . 1 trombone baixo; . 1 piano . 1 contrabaixo acústico/elétrico; . 1 bateria; . 1 guitarra. No caso de novo chamamento público, uma banca avaliadora, composta por 3 músicos profissionais e com experiência em formações instrumentais diversas (vide ficha técnica), se reunirá para avaliar os candidatos que deverão apresentar, em data prevista pelo chamamento público: uma peça de livre escolha, uma peça de confronto (cuja partitura será disponibilizada virtualmente para estudo 15 dias antes da data pré-fixada), e a leitura de uma peça à primeira vista fornecida no ato da prova. Os selecionados ensaiarão semanalmente por cerca de 8 meses, sob a regência do flautista, saxofonista e professor Cláudio Moraes, o qual também é responsável pela direção musical, escolha de repertório e regência da Experimental Big Band. Em dois momentos a serem decididos durante a execução do projeto, serão oferecidos 2 ensaios abertos ao público. Ao final o grupo circulará com um novo repertório, a ser oferecido em sete apresentações da Experimental Big Band, por cidades próximas. Classificação etária livre.

Objetivos

OBJETIVO GERAL. Capacitar jovens mu´sicos para a pra´tica de conjunto em uma tradicional Jazz Band por meio de ensaios semanais e contribuir para formaça~o de plateia para a mu´sica instrumental brasileira na regia~o. OBJETIVOS ESPECI´FICOS. Realizar 32 ensaios, com encontros semanais de 3h cada, com ajuda de custo mensal para 17 mu´sicos; . Oferecer 2 ensaios abertos ao pu´blico, para cerca de 100 pessoas a cada vez; . Selecionar novos integrantes (se necessa´rio), com idade ma´xima de 29 anos completos, mediante chamamento pu´blico e prova pra´tica, com inscriça~o totalmente gratuita; . Promover um pequeno circuito de sete apresentaço~es por cinco cidades, com duraça~o aproximada de 50 min cada show; para um pu´blico estimado em 300 pessoas por apresentaça~o (2.100 pessoas no total) de maneira gratuita; . Desenvolver indicadores e realizar uma pesquisa de mensuraça~o de impacto do projeto junto aos mu´sicos e plateia durante a execuça~o do projeto, para disponibilizaça~o gratuita do resultado nas redes sociais e hotsite.

Justificativa

Big Band e´ um tipo de formaça~o musical advinda do jazz norte-americano, muito popular dos anos 20 aos anos 50, peri´odo conhecido como a Era do Swing, composta por instrumentos de sopro (trompetes, trombones, saxofones), e seça~o ri´tmica (piano, guitarra, contrabaixo e bateria). Dentre as maiores big bands da histo´ria esta~o as dos artistas Count Basie, Duke Ellington, Benny Goodman, Glenn Miller e Frank Sinatra. No Brasil, damos destaque à histo´rica Orquestra Tabajara, de Severino Arau´jo, e as atuais SpokFrevo Orquestra e Soundscape Big Band. Por ter uma formaça~o robusta (17 mu´sicos mais o regente), uma Jazz Band carrega o estigma da dificuldade de implantaça~o profissional e de manutença~o mensal. A proposta neste projeto e´ dar continuidade ao trabalho iniciado em 2023 e selecionar (se necessa´rio), jovens mu´sicos com ate´ 29 anos de idade completos para completar as 17 vagas da Big Band Jovem. Para isso, este projeto precisa ser financiado por recursos da Lei Rouanet. O projeto esta´ sob a direça~o musical e regência de Cla´udio Moraes (vide ficha te´cnica). Para os jovens mu´sicos, o projeto se apresenta como um fruti´fero campo de possibilidades, capaz de agregar instrumentistas diversos e somar habilidades que corroboram para o desenvolvimento desse setor profissional da mu´sica, ao mesmo tempo que envolve familiares e comunidade do entorno. E´ um projeto que tenciona reafirmar uma atividade arti´stico-cultural de continuidade para as novas geraço~es. Tambe´m objetiva a inclusa~o e preparaça~o permanente de novos mu´sicos, à medida que seus integrantes atinjam a idade ma´xima permitida para a proposta e precisem ser substitui´dos. A possibilidade de profissionalizaça~o futura que pode advir dessa formaça~o - para o grupo em si ou para seus integrantes individualmente - e´ o motivador deste trabalho. Para o pu´blico, o projeto da Big Band e´ a concretizaça~o da diversificaça~o de oferta musical nas cidades contempladas, uma vez que essa formaça~o musical e´ incomum. Junto às comunidades consideradas, o projeto tambe´m trabalha no sentido de oportunizar laços de pertencimento, de agregaça~o sociocultural e melhoria da qualidade de vida, que a arte e´ capaz de fazer de maneira incompara´vel. "Todo indivi´duo carrega consigo algo que o identifca como pertencente a um grupo, uma comunidade, um pai´s. Esse sentimento de pertencimento e´ talvez o de maior importância para o desenvolvimento social. Projetos de formaça~o continuada com a contrataça~o de profissionais qualificados e participaça~o gratuita dos muni´cipes locais podem gerar esse pertencimento. Projetos que valorizem a cultura e este´tica brasileira com apresentaço~es musicais de alta qualidade tambe´m caminham nesse sentido. Esses, atrave´s da transmissa~o da nossa histo´ria e da contemplaça~o este´tica, nos unem enquanto cidada~os de duas maneiras. A primeira, pela comoça~o este´tica presente em toda obra de arte; a segunda, mais ou menos, ao modo dos mitos de criaça~o, pelo resgate da memo´ria do seu surgimento e histo´ria" (Helmuth Kirinus, mestre em Filosofia pela UFPR, em artigo publicado no Jornal Tribuna de Itapoa´ em abril de 2017). A proposta de a Experimental Big Band direcionar seus ensaios para a mu´sica brasileira visando à montagem e renovaça~o constante de reperto´rio, endossa a afirmaça~o do filo´sofo citado e trabalha na direça~o de afirmar o identitarismo brasileiro ou regional. Em tempos po´s pandêmicos, identificamos claramente na arte essa forma de "manutença~o" da sanidade comum pelo elo identita´rio gerado, ale´m de movimentar (e bem!) a economia e oferecer desenvolvimento musical subsidiado a jovens mu´sicos. Outrossim, a formaça~o de pu´blico para a fruiça~o deste produto cultural permite que o indivi´duo possa ser participante efetivo da construça~o de seu modo arti´stico, da criaça~o de novos ha´bitos e da qualificaça~o da fruiça~o, ao usufruir da oportunidade da evoluça~o do pensamento cri´tico e das relaço~es interpessoais por meio da mu´sica. A presente proposta se enquadra nos seguintes incisos do art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalizaça~o da produça~o cultural e arti´stica brasileira, com valorizaça~o de recursos humanos e conteu´dos locais; IV - proteger as expresso~es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsa´veis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; IX - priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. Ale´m de alcançar o inciso II do art. 3° da referida Lei, como segue:II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: c) realizaça~o de exposiço~es, festivais de arte, espeta´culos de artes cênicas, de mu´sica e de folclore;IV - esti´mulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuiça~o gratuita e pu´blica de ingressos para espeta´culos culturais e arti´sticos.

Estratégia de execução

Nos termos da noção internacional de direitos culturais do cidadão, o presente projeto alinha-se à Agenda 2030 da ONU, cumprindo o ODS (Objetivo do Desenvolvimento Sustentável) nº 4: “assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”, com destaque para a meta 4.7, visando a “valorização da diversidade cultural”. Também contempla o ODS nº 11, meta 11.4 de: “fortalecer esforços para proteger e salvaguardar o patrimônio cultural e natural do mundo” (patrimônio cultural imaterial da música brasileira).

Especificação técnica

As apresentações musicais que ocorrerão no projeto, serão TOTALMENTE e EXCLUSIVAMENTE INSTRUMENTAIS.

Acessibilidade

Acessibilidade física. os locais da prova de ingresso e de ensaio para os músicos candidatos possuem vagas preferenciais para cadeirantes no estacionamento; rampas de acesso e banheiros adaptados. . os locais de apresentação possuem rampas de acesso a pessoas com mobilidade reduzida; vagas preferenciais de estacionamento para idosos e cadeirantes; e banheiros adaptados. Acessibilidade de conteúdo. para as apresentações, haverá audiodescrição aberta no início das mesmas; . por se tratar de um projeto de música instrumental, não há possibilidade de intérprete de libras; . a comunicação/divulgação do projeto será efetivamente direcionada a prover descrição de imagem, quando em postagens com foto em redes sociais; e legendas em português quando em vídeos. O VT publicitário da turnê conterá ainda janela em libras.

Democratização do acesso

Em conformidade com o art. 27 da IN 01/2023, o projeto contempla os incisos I, II, III e IV da seguinte forma:. 100% dos ingressos para o show são gratuitos. E ainda cumpre o inciso IV do art. 28 da IN 01/23:IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

Agência Cultural AqueleTrio - coordenação geralAgência especializada na gestão de projetos artístico-culturais. Presta assessoria e consultoria em gestão cultural desde 2008, com um portfólio de 180 projetos impulsionados. São clientes: Instituto IMPAR, Sarau# Produções, Instituto Social Arte Maior, Arte Para Todos, Metamorfose Cia Cênica, Bia Alvarez Produções e Editora Areia; além de grupos e artistas independentes de Santa Catarina; Rio de Janeiro, Paraná e São Paulo. Dentre os projetos de música destacam-se: Chora, Santa (2009) pelo Circuito Sesc de Música do grupo Chá de Cevada; CD Soprando Baixo (2013) de Gledison Zabote; Musibraille (2013) de Thiago Cunha; Trilhas Sonoras que Marcaram o Cinema (2014) do Quinteto de Metais de Joinville; Raízes Através do Choro (2015); Turnê O Dia do Despertar (2016) do Música Orgânica (Porto Belo/SC); Som na Calçada (2017) de Júnior Gonçalves; Acústico no Museu (2012-2014); EP Sarau# (2017); Chorinho é 10! (2020); e Sarauzinho# (2014 a 2023). Cláudio Moraes - regente, diretor musical, músico avaliador (banca)Saxofonista diplomado como Capacité d'Enseignement pela École de Jazz de Montreux (Suíça 1993-2000). Professor substituto de saxofone no Ècole de Musique Crescendo (Vevey), na Arpège Musique (Montreux) e na escola de música do Collège de Montreux. Bacharel em Música pela UNIVALI/Itajaí, com pós graduação em Metodologia do Ensino de Música pela UniBF.Fez parte da turnê catarinense de Juca Chaves em 2000. Instrumentista da Tem Tutano Banda de Rua (Itajaí/SC), na divulgação do 8o e 9o Festivais de Música de Itajaí (2005 e 2006); do Grupo Maraca (Florianópolis/SC) com apresentação no Joinville Jazz Festival em 2005; do grupo Pé de Crioula; e do AqueleTrio Música Instrumental, com pequena turnê no Sul do país e a abertura do Joinville Jazz Festival em 2007. Em 2008 retornou ao palco do Joinville Jazz Festival com o grupo Em Cima da Hora e formou o grupo de choro Chá de Cevada, realizando uma turnê catarinense pelo Circuito Sesc de Música em 2009 com o show Chora, Santa. De 2011 a 2014 foi músico integrante e coordenador artístico da Joinville Jazz Big Band, com apresentações diversas. Participou da gravação dos CDs de Sergio Coelho, Ana Paula da Silva, Thales Nunes, Fevereiro da Silva, Os Depira, Duo Backer, Ricardo Capraro, Gandhi Martinez (incluindo DVD), Banda terrAvista, dentre outros. Integrou a banda de Dentinho Arueira na gravação do DVD Seu Brasilino, com turnê de mesmo nome. É músico idealizador e integrante do Sarau# Trio, grupo com o qual tem um EP gravado e destaca os projetos “Acústico no Museu” (de 2012 a 2014), “Sarauzinho# (de 2014 a 2023) e “Chorinho É 10!” (2021). É o compositor da trilha sonora e instrumentista do curta Uma Escada para João e revisor musical do Songbook Crioula. Edson Sant'anna - músico avaliador (banca)Pianista, compositor e arranjador. Estudou piano popular com Evaldo Soares, piano erudito na Escola Municipal de Música de São Paulo, formando-se na classe da professora Marisa Lacorte. Na área de composição erudita, estudou com Almeida Prado e Ronaldo Miranda. Como intérprete e instrumentista já tocou ao lado de Sizão Machado, Nailor Proveta, Wilson Texeira, Vitor Alcantara, Daniel D’Alcantara, Ademir Junior, Sandro Haick, Cuca Teixeira, Lito Robledo, Nelson Faria, Marcelo Martins, Edú Ribeiro, Alessandro Kramer, Wilson das Neves, Sara Chrétien, Silvia Maria, Fabiana Cozza e internacionais como Ohad Thalmor, Tad Nash, Adonis Rose, Felipe Lamoglia, Scott Belck, Oran Etkin.Participou do Marcos Paiva Sexteto, Thiago do Espírito Santo Trio, Paulo Malheiros Noneto, Banda Jazz Sinfônica de Diadema (SP), Alex Buck Octeto, Jorginho Neto Sexteto, Trio Ciclos, Soundscape Big Band e quinteto do baterista Nenê. Professor convidado do Festival de Música de Londrina/PR; do Festival de Inverno de Domingos Martins/ES; do projeto “O Piano Brasileiro” na Casa do Núcleo; da “Gig Nova - Estadão”, da “Semana do piano da UDESC”; da “II Semana do Piano EMESP”; do Festival de Música de Itajaí; do “Pianístico" em Joinville/SC, do FIMUCA “Festival de música em casa”, da Oficina de Música de Curitiba, além de lecionar por vários anos consecutivos no Graded School Jazz Festival/SP.Em mais de 20 anos de atuação profissional destaca shows no exterior, como Festival de Cultura Brasileira (Varna- Bulgária); Festival de Jazz em Mendoza-Argentina; show solo da atriz e cantora Alessandra Maestrini em Lisboa- Portugal; Festival Jazz a La Calle em Mercedes-Uruguai. Integra o corpo docente do Departamento de Música Popular no Bacharelado em Música na Faculdade Cantareira e na Faculdade Souza Lima. É um dos professores e idealizadores do Piano Talks, plataforma digital de ensino e conteúdo sobre piano popular. Bacharel em composição pela USP, com mestrado pela mesma instituição em 2021, com foco no estudo sobre a improvisação. Sergio Coelho - músico avaliador (banca)Trombonista, compositor e arranjador. Estuda música desde os 9 anos e aos 16 já atuava profissionalmente na área. Conviveu com Raul de Souza, Arismar do Espírito Santo, Radegundis Feitosa, Hermeto Pascoal, Vinícius Dorin, Toninho Horta, Carlos Malta, entre outros. Tem parcerias com Renato Borghetti, Hermeto Pascoal, Arismar do Espírito Santo, Zé da Velha e Silvério Pontes, Emílio Santiago, André Dequech, Gabriel Grossi, Raul de Souza, Arthur Verocai, Maestro Spok, participando de festivais e turnês pelo Brasil e em Países da América do Sul. Produziu em 2007 o primeiro CD “Sergio Coelho Trombone”, que o levou a participar de shows em vários estados brasileiros e também na Argentina, e abriu as portas para participar do programa Mosaico, em Homenagem a Raul de Souza, na TV Cultura. Trabalhou nos Projetos “Flor de Sal”, de Arismar do Espirito Santo; “Em Movimento”, de Gabriel Grossi; JuruBrasil Orquestra; e com Hermeto Pascoal e Big Band - trabalho esse ganhador do Grammy 2018 como melhor Álbum de Jazz Latino. Mantém um trabalho pedagógico ministrando o curso “Interpretação e Improvisação para Instrumentos Melódicos” pelo país. Alexandre Patzch - produtor executivoOrganização e produção de quatro edições do evento JOINVILLE É ROCK FESTIVAL; organização e produção de quatro edições do evento PELADA É ROCK; produção de eventos comemorativos junto à Prefeitura Municipal de Joinville; produção de eventos institucionais do Programa É ROCK, Rádio UDESC Joinville; projeto de comercialização do show da artista Ivete Sangalo em Joinville; Mini Tour com o artista Celso Blues Boy; produção do show do artista internacional Paul Dianno em Joinville.Criação e produção de festas temáticas, do desenvolvimento de brindes junto a empresas especializadas e na escolha das atrações artísticas e turísticas do 49o Congresso Brasileiro de Anestesiologia e do 7o Congresso Sul Americano de Anestesiologia. Executivo de Contas e Apresentação de Mercado da Rádio Atlântida FM Joinville, com atendimento às agências de propaganda de Joinville e região; na prospecção de novos clientes e na elaboração de planos de mídia para promoções e eventos. Responsável pelo Marketing e Comunicação para Casas de Eventos Bali Hai Summer Club (Balneário Piçarras, Porto Belo e Guaratuba); Melão Jungle Club (Joinville); Café Confusão (Jaraguá do Sul); El Sino e Malagueta (São Bento do Sul); Fábrica II (Joinville e Rio Negrinho); e Jammin Club (Joinville), com realização de shows nacionais e internacionais; agenciamento de bandas locais; elaboração de roteiros para comerciais de TV e rádio; redação e locução semanal de spots de rádio para Joinville, Blumenau, Balneário Camboriú, Jaraguá do Sul, São Bento do Sul, Rio Negrinho, Mafra, Paranaguá e Curitiba; projetos de eventos para institucionalização de marcas; e redação e planejamento publicitário/produção de vídeo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.