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PRONAC 235506Apresentou prestação de contasMecenato

COMPLEXO CULTURAL DO CHORO DE BRASÍLIA 2024

INSTITUTO CULTURAL DE EDUCACAO MUSICAL DE BRASILIA - ICEM
Solicitado
R$ 2,18 mi
Aprovado
R$ 2,18 mi
Captado
R$ 2,00 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
10456016000167SHELL BRASIL PETROLEO LTDA1900-01-01R$ 2,00 mi

Eficiência de captação

91.9%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural imaterial
Ano
23

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-02-12
Término

Resumo

O projeto contempla a continuidade do COMPLEXO CULTURAL DO CHORO DE BRASÍLIA, envolvendo atividades da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello e do Clube do Choro de Brasília, transformando-se em uma grande celebração à cultura popular brasileira, com ações que atenderão as premissas de acessibilidade e democratização de acesso, no coração da capital federal. Será destinado a público compreendido nas diversas faixas etárias e residentes em todas Regiões Administrativas do Distrito Federal, que terão a oportunidade de desfrutar de rodas de choro e grandes shows no intuito de resguardar, transmitir conhecimento e fomentar o Choro em âmbito nacional.

Sinopse

Segue conteúdos dos produtos do projeto: Produto Principal: APRESENTAÇÕES ARTÍSTICAS Classificação etária: Livre para todos os públicos Descrição: apresentações de grupos artísticos, circenses e musicais, rodas de choro e de samba e ensaios abertos selecionados pela curadoria do projeto, a saber, Henrique Filho (Reco do Bandolim) e Henrique Neto, importantes personalidades da música em nível internacional, primando por grupos e artistas que representam toda a pluralidade, musicalidade e salvaguarda da música e da cultura brasileiras, além de tributos realizados por músicos brasileiros a grandes mestres da música popular brasileira. Contrapartida Social: BOLSAS DE ENSINO MUSICAL Classificação etária: A partir de 14 anos Descrição: Bolsas de ensino musical na primeira escolo de choro do Brasil, a Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, em um dos mais de 15 cursos de instrumentos musicais, canto ou prática em conjunto, destinadas à alunos com matrícula efetivada em escolas públicas do Distrito Federal. Carga horária: 1 ano com 2 aulas por semana, de 1 hora Conteúdo programático dependerá do curso Metodologia: Método de ensino inspirado em trabalhos de grandes compositores da música brasileira (Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Ary Barroso, Garoto e Radamés Gnatalli, entre outros.) Os professores estudaram profundamente as partituras desses mestres para desenvolver um método exclusivo de ensino do Choro. A metodologia da escola abrange desde a teoria musical até a prática. Os alunos aprenderão todos os aspectos desse gênero musical, incluindo teoria, linguagem, estilo e execução. E ENSAIOS ABERTOS de choro, gênero seminal da formação da música brasileira, livre para todos os públicos e gratuito. Toda a programação segue a premissa de zelar e transmitir o CHORO de geração para geração, com a difusão dos sotaques regionais do Choro e também com a formação de novas plateias, pois a cultura popular brasileira tem o dever de retribuir sempre, comunicando-se com o povo do qual se origina e realimentando-o.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O objetivo da proposta é dar continuidade ao projeto desenvolvido em 2023 com sucesso, visando ampliar as ações do Clube do Choro e da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, fazendo com que se converta em referência de centro cultural mundial e tornando as atividades acessíveis e divulgadas de forma massiva, promovendo a excelente música produzida no Brasil, formando público para a música genuinamente brasileira desde a mais tenra idade, possibilitando o intercâmbio entre artistas e convertendo-se em local de referência de grandes encontros musicais na capital federal, que por si só, tem a vocação latente de propagar música de qualidade, revelando novos talentos nacional e internacionalmente. Pretendemos levar as ações para área externa do Espaço Cultural do Choro, em local de fácil acesso, recebendo em torno de 200 pessoas por dia para desfrutar de atividades diversificadas e para público de todas as idades, nas quartas-feiras e aos sábados, incrementando as atividades que acontecem dentro do teatro, além de estabelecer, por meio de curadoria qualificada, uma programação de excelência que fará surgir um novo movimento e fluxo de público em torno do espaço. Vários aspectos foram importantes para a implementação do projeto e o sucesso foi tanto, que partimos para o segundo ano de execução. A localização geográfica estratégica do espaço, favorece ainda mais a frequência das pessoas permitindo o incentivo ao público para a utilização de meios de locomoção limpos, aumentando a qualidade de vida da população. Atuando fortemente na difusão da cultura brasileira e formação de plateia, no segundo ano seguiremos buscando ampliar ainda mais o perfil do público contemplado com as ações, dando continuidade ao importante trabalho de mobilizar público para a música instrumental, além de revelar novos e qualificados músicos ao mercado profissional, que a exemplo de muitos que se formaram na Escola de Choro, projetaram-se em âmbito mundial com tamanha excelência que tomaram palcos de continentes diversos com maestria. As atividades compreendem apresentações de música instrumental, rodas de choro e samba, tributos a grandes mestres da música e teatro/ oficinas para o público infantil. OBJETIVOS ESPECÍFICOS * Promover e divulgar importante equipamento cultural da capital brasileira, projetado pelo célebre arquiteto Oscar Niemeyer; * Considerando que o Choro é um gênero que expressa de forma autêntica a riqueza da música popular brasileira e que o Instituto Cultural de Educação Musical - ICEM, responsável pela Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, possui como missão formar músicos para manter vivo e divulgar o legado dos mestres do Choro, em abril de 2011 foi formalizado o pedido para o registro do gênero musical Choro como Patrimônio Imaterial Brasileiro ao Governo Federal. O pleito foi acolhido pelo Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN; * Dar continuidade ao Complexo Cultural que seguirá recomendações de acessibilidade e democratização de acesso, em local estrategicamente localizado; * Realizar projeto de 10 meses, com 02 meses de pré-produção, 06 meses de produção/ execução e 02 meses para pós-produção que inclui a conciliação bancária e elaboração de relatórios de cumprimento do objeto/ contrapartida social; * Difundir a cultura do choro nacional e internacionalmente, projetando novos talentos e estabelecendo intercâmbios importantes entre músicos, fortalecendo conexões entre artistas em ascensão e outros consagrados na música brasileira; * Realizar tributos a grandes mestres da música popular brasileira; * Promover Brasília como capital mundial do choro, gerando fluxo turístico e de artistas e valorizando patrimônio material e imaterial da cidade. Por meio do Decreto Distrital nº 28.995, de 29 de abril de 2008, foi instituído o Registro do Clube do Choro de Brasília como Patrimônio Cultural do Distrito Federal. Tal medida foi adotada considerando a relevância do Clube do Choro para a cidade e em reconhecimento à difusão desse valoroso segmento musical genuinamente nacional. Ressalte-se que o principal responsável pelas ações continuadas e que levaram ao reconhecimento e ao tombamento do Clube foi o músico, jornalista e produtor cultural Reco do Bandolim, presidente do Instituto Cultural de Educação Musical (Icem); * Gerar emprego e renda, fomentando a economia local e revertendo aproximadamente 60% dos recursos gerados para contratação de fornecedores, serviços e artistas do Distrito Federal; PROGRAMAÇÃO * Realizar 24 ensaios abertos dos professores e alunos da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, dando acesso a toda população do DF para que conheça uma roda de choro aberta e democrática, onde todos são convidados a chegar com seus instrumentos e participar; * Realizar 24 apresentações da Feijoada com Samba (projeto da casa); * Realizar 24 apresentações do Grupo Choro Livre, filho dileto do Clube do Choro de Brasília que receberá músicos Convidados, revelando um rico panorama da Música Brasileira e as trocas que a mesma possibilita; * Realizar 24 atividades voltada ao público infantil (apresentações teatrais/ circenses e oficinas de artistas locais); * Realizar 24 apresentações de instrumentistas/ bandas nacionais em atividade intitulada TRIBUTO AO MESTRE, no qual celebraremos grandes nomes da música popular brasileira; * Realizar festival de 02 dias em celebração ao Dia Nacional do Choro, revelando novos artistas e a apresentação de 04 grandes nomes da música instrumental. Dentre os pilares do projeto em tela, destacamos a compreensão universal de fortalecer as raízes do Choro, disseminando conhecimentos, fomentando e oportunizando a formação de novos públicos para essa relevante manifestação da cultura popular brasileira. CONTRAPARTIDA SOCIAL * Como contrapartida social o projeto oferecerá 20 bolsas de estudo na Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, que disponibiliza em sua grade de ensino cursos de mais de 15 instrumentos musicais com professores altamente gabaritados e metodologia própria, além dos cursos teóricos. As bolsas serão ofereceridas por meio de concurso de bolsas, em caráter de gratuidade para alunos da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal. O pré-requisito principal será a condição socioeconômica que será avaliada pela Secretaria de Educação e os alunos contemplados serão de comunidades periféricas ou Regiões Administrativas fora do Plano Piloto. Daremos ampla divulgação e publicidade à oferta da contrapartida por meio de redes sociais, contatos com a Secretaria de Educação e escolas públicas, além da divulgação por meio de release específico encaminhado para veículos de comunicação gerando mídia espontânea. Inaugurada em 1997, a Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello é a primeira instituição de ensino do gênero choro do Brasil. Um premiado centro de formação de crianças, jovens e adultos que cultivam as matrizes musicais brasileiras. Desde 2011 funciona numa sede projetada por Oscar Niemeyer no coração da Capital. Um lugar feito de música que transformou a vida de milhares de pessoas. A Escola foi criada pelo jornalista, músico e produtor cultural Henrique Filho, o Reco do Bandolim. A seguir, encaminhamos site da instituição: https://escolaraphaelrabello.com.br/cursos-e-matricula https://clubedochoro.com.br/ Como parte das contrapartidas, realizaremos 24 Ensaios Abertos à população com apresentação dos professores e alunos da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello.

Justificativa

A história do Choro se confunde com a narrativa da construção da capital federal. Brasília, capital do Choro, cidade que inspira e contribui para a fruição e criação musical. Aqui, nascem músicos de excelência que se apresentam em diversas partes do mundo, muitos deles formados na Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello. O Clube do Choro, localizado no mesmo Complexo Cultural, foi fundado em 1977 e nasceu dos encontros na casa da flautista francesa Odete Ernest Dias. O citarista Avena de Castro, grande amigo de Jacob do Bandolim, fora eleito por aclamação o primeiro presidente do Clube. Durante os seis meses em que Jacob do Bandolim morou na Capital da República, sua presença atraiu muitos chorões transferidos para Brasília na condição de funcionários públicos. Criou vários grupos instrumentais famosos e choveram convites para shows. Até o presidente Arthur da Costa e Silva quis uma apresentação exclusiva no Palácio da Alvorada. Jacob morreu duas semanas depois de regressar ao Rio de Janeiro, mas sua passagem por Brasília, para onde pretendia voltar, deixou plantada a semente do Espaço Cultural do Choro e o choro como gênero musical, foi adotado e incorporado ao cotidiano da capital. A semente plantada por Jacob do Bandolim floresce a cada ano e reverbera em ações que repercutem por meio da casa de difusão cultural mais tradicional de Brasília, dos shows de músicos lá formados, e dos elementos musicais tradicionais que se combinaram para transformar a Escola de Choro Raphael Rabello num caso bem-sucedido de educação musical que muitos dizem ter se tornado uma verdadeira "usina de talentos". Presidido pelo jornalista e músico Henrique Lima Santos Filho, o Reco do Bandolim, as instituições (Clube do Choro e Escola de Choro) são pontos-chave da construção cultural e formação histórica e musical de Brasília. A Lei de Incentivo à Cultura é de extrema importância para a manutenção e ampliação das ações deste espaço de conexão e intercâmbio cultural tão salutares para a preservação do patrimônio projetado por Oscar Niemeyer, formação de músicos e de plateia e difusão da música produzida no Distrito Federal e no Brasil. Ambas instituições levam o nome do país para o mundo por meio de shows e turnês que já foram apresentadas em 05 continentes e trazem em sua trajetória o projeto de música instrumental brasileira mais duradouro e bem-sucedido da MPB, alcançando a marca de 4.600 shows realizados, assistidos por uma plateia de mais de 1 milhão de pessoas. O Espaço também foi reconhecido pelo Governo do Distrito Federal como Patrimônio Imaterial de Brasília e Patrimônio Cultural do Distrito Federal, pelos serviços culturais prestados à coletividade. No ano de 2017, foi considerado pelo Ministério da Cultura um case de sucesso, por ser uma instituição que, além de apresentar shows com os maiores artistas do país, também tem como missão a formação de público, o ensino musical e a inserção de alunos formados na escola no mercado de trabalho. Tais requisitos, levaram o MinC a considerar o Espaço Cultural do Choro como uma instituição cultural sustentável. No planejamento de continuidade do projeto, estamos atentos aos incisos do Artigo 1º do Programa Nacional de Apoio à Cultura, sendo que fazem parte das premissas contribuir para o pleno acesso aos produtos culturais resultantes da execução do projeto, bem como ao exercício dos direitos culturais dos cidadãos, promovendo, estimulando e valorizando a produção artística brasileira, dando palco aos artistas locais e propiciando intercâmbios com profissionais de outros estados; preservando bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; estimulando a produção e difusão de bens culturais de valor universal e preservando a cultura e memória de artistas brasileiros. Cabe salientar que a proposta se enquadra no Artigo 1º, nos incisos que seguem: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Por todo exposto, pode-se aferir que se trata de projeto com amplo enfoque cultural, além de estar atento a questão intergeracional pretendendo reunir todas as gerações em atividades livres para todos os públicos. Além disso, por se realizar em área central de Brasília, com atividades gratuitas, outras com ingressos a preços populares e cotas gratuitas, demonstra sua preocupação com a democratização de acesso e com o acolhimento de todas as camadas socioeconômicas. Concernente aos objetivos que alcançaremos com a execução do projeto, tangentes ao Art. 3º da Lei 8313/91, seguem discriminados abaixo: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Sem este importante mecanismo que é a Lei de Incentivo, torna-se praticamente inviável para uma entidade realizar projeto de tal vulto, que impactará positivamente em toda a cadeira produtiva da cultura, no ecossistema da música, inclusive fomentando o turismo local por meio de programação de excelência e evidenciando toda a riqueza dos profissionais e artistas do nosso país. Todas as prerrogativas elencadas garantem a consonância do projeto com os objetivos e normas da Lei de Incentivo à Cultura e com o objetivo maior de promoção do Brasil no exterior, valorizando e impulsionando nossa cultura globalmente.

Estratégia de execução

CURADORIA Apresentamos a seguir os curadores do projeto, responsáveis pela linha curatorial do mesmo e pela seleção dos músicos que se apresentarão no projeto: Reco do Bandolim é jornalista, músico e produtor cultural. Criou a Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello e desde 1993, preside o Clube do Choro de Brasília, fundado há 43 anos. É responsável pelo projeto de música instrumental mais duradouro e bem sucedido da história da MPB, em cartaz há 25 anos no Clube do Choro. Recebeu das mãos do arquiteto Oscar Niemeyer o projeto do Espaço Cultural do Choro, inaugurado em 2011 no Setor Cultural de Brasília e que abriga as sedes definitivas do Clube e da Escola. Em 29 de abril de 1998, criou a Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, a primeira escola dedicada ao ensino do choro no Brasil, em Brasília. Na época, a escola oferecia cursos de instrumentos como bandolim, cavaquinho, pandeiro, saxofone e violão de seis e sete cordas. Com o tempo, foram acrescentados mais instrumentos como gaita, viola caipira, violino e acordeon, além de cursos de musicalização para crianças de seis a 11 anos, história do choro e música e cultura popular brasileira. Coordena a implantação de um Centro Nacional de Memória e Referência do Choro através de Acordo de Cooperação Científico e Tecnológico com a Universidade de Brasília - UnB. Foi eleito cidadão honorário de Brasília por unanimidade da Câmara Distrital. Henrique Neto é diretor da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, co-autor do Livro Manual do Choro (2017), graduado em licenciatura em música pela Universidade de Brasília (Brasil) e mestre em música pela Universidade de Aveiro (Portugal). Em 2019 foi condecorado com o Prêmio da Insígnia da Ordem do Rio Branco, concedido pelo Itamaraty, ao lado do Grupo Choro Livre, pelos serviços prestados à cultura brasileira no exterior. É idealizador e coordenador do ENCONTRO INTERNACIONAL DE CHORO (EICHO), promovido pela Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, em Brasília. Violonista, é representante da nova geração de músicos que vem delineando e inovando os rumos da música instrumental brasileira contemporânea. Com um CD solo lançado, é integrante do grupo Choro Livre há 12 anos que, além de ser o mais tradicional da capital, é o responsável por acompanhar músicos convidados do Clube do Choro de Brasília. Atuou ao lado de artistas como Dominguinhos, Sivuca, Hamilton de Holanda, Paulinho da Viola, Danilo Caymmi, Sebastião Tapajós, Paulinho da Viola, Hermeto Paschoal e fez concertos internacionais em palcos de 4 continentes. Em seu trabalho Henrique busca a valorização da identidade musical brasileira através de arranjos e composições marcados principalmente pelo Choro e pelo Samba, mantendo um diálogo enriquecedor com o jazz e a música de concerto que são influências que adquiriu ao longo de sua carreira. Eixo curatorial: Fundamentado na produção instrumental a nível nacional e local, com o objetivo de divulgar novos artistas e enaltecer o trabalho de mestres consolidados da música instrumental. Nas demais atividades, curadoria ampla com olhar atento para envolver o aspecto intergeracional do projeto, a diversidade e pluralidade da produção urbana e popular, valorizando artistas com criações culturais próprias. Com relação às passagens aéreas, informamos que serão emitidas com recursos do projeto para destinação aos artistas selecionados para os shows da atividade intitulada Tributo ao Mestre e para o festival. ***************************************** RESPOSTA DILIGÊNCIA 23/10/2023 11:38 Informamos que encontra-se anexado comunicado do Iphan sobre o gênero musical CHORO como patrimônio imaterial, bem como o reconhecimento do Governo do Distrito Federal.

Especificação técnica

DETALHAMENTO DAS ATIVIDADES: * 24 apresentações da Feijoada com Samba (projeto da casa); * 24 apresentações do Grupo Choro Livre, filho dileto do Clube do Choro de Brasília que receberá um Grupo ou instrumentistas Convidados; * 72 músicos convidados para participação na roda de choro aberta do Regional Choro Livre; * 24 atividades voltadas ao público infantil (teatro/ circo/ oficina); * 12 participações de músicos/ bandas nacionais, cada qual realizando 02 shows, num total de 24 apresentações, em atividade cultural batizada TRIBUTO AO MESTRE, no qual celebraremos grandes representantes da música brasileira e instrumental; * 01 festival abrindo a programação incluindo 08 apresentações musicais e o lançamento de 02 músicos revelados no Distrito Federal. CONTRAPARTIDA SOCIAL * 20 Bolsas de ensino musical * 24 Ensaios Abertos dos alunos e professores da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello

Acessibilidade

A continuidade do Complexo Cultural do Choro tem em suas premissas zelar pelo atendimento de critérios de acessibilidade e democratização de acesso. Em todas as ações realizadas, serão incluídos procedimentos alinhados com as orientações para bem atender ao público com deficiência e suas necessidades específicas. Abaixo discriminamos as medidas que adotaremos visando a promoção do acesso ao conteúdo do produto para pessoas com deficiência. Atendimento prioritário: Devem ter atendimento imediato e diferenciado às pessoas com deficiência e as com mobilidade reduzida. Em observância ao Decreto nº 5.296/2004, a equipe responsável pelo projeto propiciará: 1. Espaços e instalações acessíveis; 2. Mobiliário adequado, conforme estabelecido nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT; 3. Equipe para atender às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas; 4. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de referido público; 5. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas com deficiência, idosos ou com mobilidade reduzida; 6. Admissão de entrada e permanência de cão-guia de acompanhamento junto de pessoa com deficiência, mediante apresentação da carteira de vacina atualizada do animal. Apresentações Artísticas Acessibilidade Física: No tocante a ACESSIBILIDADE FÍSICA, o espaço dispõem de critérios de acessibilidade arquitetônica para atender pessoas com deficiência adequadamente. Os idosos/ pessoas com deficiência serão recepcionados por profissional que será contratado pelo projeto, receberão orientações e informações e serão acomodados em espaço próprio. A área utilizada tem rampa, portas em tamanho adequado e banheiros específicos em locais de fácil acesso. Acessibilidade para deficientes visuais: Quanto a ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO para pessoas com deficiência visual, atuaremos mobilizando instituições que trabalham com referido público, para que possamos recebê-los e por meio da audiodescrição e visita sensorial, apresentando o Clube do Choro e os shows pautados pelo projeto. Na Área de Alimentação, além dos lugares reservados para pessoas com deficiência, disponibilizaremos cardápios em braile. Acessibilidade para deficientes auditivos: Para as pessoas com deficiência auditiva, o projeto dispõem de intérpretes de libras que serão o canal comunicativo com o público. Atuaremos na mobilização das pessoas por meio de contatos com associações especializadas no acolhimento dos mesmos, trabalho este que será desenvolvido pela coordenação do projeto e a contratação de uma produtora de acessibilidade. Contrapartidas Sociais: Concessão de Bolsas de Ensino na Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, a primeira do gênero no país, onde mais de mil alunos, de oito a 80 anos, aprendem a tocar cavaquinho, bandolim, pandeiro, violão, saxofone, flauta, acordeon, gaita, violino e viola caipira. Acessibilidade Física: Os espaços da Escola de Choro foram projetados pelo arquiteto Oscar Niemeyer, cujo projeto foi executado pela Terracap, empresa estatal do Governo do Distrito Federal, cumprindo todos os requisitos de acessibilidade apontados na legislação pertinente. As aulas são ministradas em salas de aula adequadas, preservando a integridade do público e a plena fruição do conteúdo transmitido. Acessibilidade para deficientes visuais: As bolsas terão reserva de cota de 10% das vagas destinadas para pessoas com deficiência. Acessibilidade para deficientes auditivos: As bolsas terão reserva de cota de 10% das vagas destinadas a pessoas com deficiência. Informamos abaixo os itens contemplados na planilha do projeto para atender as medidas adotadas para acessibilidade de conteúdo: - Produtor de acessibilidade: item 42 - Libras: item 32 - Áudiodescrição (tradução simultânea): item 46 ENSAIOS ABERTOS - 24 ensaios abertos para a população do DF - Professor: item 1

Democratização do acesso

Seguem abaixo descritas a forma de distribuição e comercialização dos produtos contemplados na proposta: Entre os itens relativos à democratização e ampliação de acesso, conforme IN 01/22, o projeto abarcará o que segue. Apresentação Musical * Realização de projeto em local de fácil acesso, com comercialização de ingressos somente para os Shows do Tributo ao Mestre (24 apresentações), a preços populares de R$ 50,00 a meia-entrada e R$ 100,00 a inteira. O restante da programação será aberta ao público, sem cobrança de ingressos; * As demais atividades terão acesso gratuito à população; * Doação de 20% dos produtos resultantes do projeto para escolas públicas, institutos que atendem pessoas com deficiência ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados, conforme Artigo 21, inciso I do art. 21 da IN nº 02/2019; * Realização de ações culturais específicas voltadas ao público infantil, conforme inciso VII do Art. 21. A quantidade de beneficiários esperada é de 10.000 pessoas (público estimado 200 pessoas x 40 dias). Contrapartidas Sociais * Cessão de 20 bolsas de ensino na Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello para alunos de escolas públicas e de música, devidamente identificados, conforme Artigo 21, inciso I da IN nº 02/2019, visando a formação para o ecossistema da música e a capacitação e profissionalização de jovens; Além da contrapartida oferecida acima, realizaremos apresentações musicais gratuitas, favorecendo o acesso à cultura, arte e informação, seguindo as prerrogativas do inciso V, do Art. 21 - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. - Professor: item 1 Com o objetivo de atender ao Artigo 21 da IN nº 02/2019, Inciso IV - permitiremos a captação de imagens das atividades e de espetáculos (contrapartida social e apresentações musicais), bem como autorizaremos sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias, com cessão de direito de uso de imagem devidamente autorizada, caso haja interesse. Além do citado, seguindo prerrogativa do Artigo 30, parágrafo 2º, inciso II, ofereceremos ensaios abertos para a população por meio de apresentações dos alunos e professores da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello. Informamos que a Escola de Choro Raphael Rabello dispõem de professores habilitados para atender as medidas de democratização/ ampliação de acesso: - Libras: item 32 - Áudiodescrição (tradução simultânea): item 46

Ficha técnica

ICEM - Instituto Cultural de Educação Musical de Brasília Concebido pelo arquiteto Oscar Niemeyer e construído pelo Governo do Distrito Federal, o Espaço Cultural do Choro foi entregue ao Instituto Cultural de Educação Musical pelo Governo do Distrito Federal em 2011. Desde então, vem realizando um trabalho de grande importância para a vida cultural da capital federal e para o Brasil, formando novos músicos voltados para o choro. Em abril de 2015 teve seu pedido formal para registro do gênero CHORO como Patrimônio Imaterial acolhido pelo Instituto Nacional de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN. Há duas décadas homenageia todos os anos um ícone da nossa música, recrutando 40 grandes instrumentistas ou grupos que abrem espaço em seus shows para executar composições do mestre escolhido. Direção Geral - Henrique Lima Santos Filho Jornalista, músico e produtor cultural, criou em 1997, a Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, a primeira do gênero no País. Desde 1993, preside o Clube do Choro de Brasília, fundado há 43 anos. Em sua sua gestão, o Clube do Choro recebeu a Medalha de Honra ao Mérito Cultural da Presidência da República, a mais alta comenda do gênero no país. Em 2011 recebeu a Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, concedida pelo Tribunal Superior do Trabalho. Em sua gestão como Presidente, o Clube do Choro recebeu do Governo do Distrito Federal o título de Patrimônio Imaterial de Brasília. Em dezembro de 2017, Reco do Bandolim foi condecorado pelo Governo do Distrito Federal com a Medalha Brasília, pelos relevantes serviços culturais prestados à coletividade. Nos últimos 20 anos representou o Brasil em festivais e eventos nos cinco continentes, realizando apresentações musicais e palestras sobre a história do Choro em universidades, escolas, instituições culturais e até na Organização das Nações Unidas - ONU, à convite do Itamaraty. Atuará na coordenação geral do projeto, participando de todas as suas etapas, desenhando todas as ações e coordenando junto a cada área responsável para que seja pela a sua execução. Direção Musical - Henrique Neto Diretor da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, co-autor do Livro Manual do Choro (2017), graduado em licenciatura em música pela Universidade de Brasília (Brasil) e mestre em música pela Universidade de Aveiro (Portugal). Violonista licenciado em música pela Universidade de Brasília, mestrando em Jazz Performance na Universidade de Aveiro (Portugal), Coordenador e Co-Autor do Livro Manual do Choro (2017). Atuou como professor de violão e coordenador pedagógico da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello e, atualmente, é Vice-Diretor dessa Instituição. Em seu cd solo intitulado Caminhos Abertos (2010), apresenta composições autorais além de interpretar arranjos de clássicos da música brasileira. O estilo de Henrique é ao mesmo tempo versátil e refinado e explora a beleza e as nuances da escola brasileira de violão. Henrique tem presença frequente nos palcos de Festivais de Música pelo mundo. Já se apresentou em mais de 20 países, além de ter tocado com alguns dos mais importantes artistas da MPB como Paulinho da Viola, Hermeto Paschoal, Hamilton de Holanda, Danilo Caymmi, entre outros. Henrique é também o idealizador do Encontro Internacional Do Choro, realizado em Brasília, e coordenador musical da primeira edição do Choro Camp New England (EUA). Responsável pela direção artística e musical, acompanhará todas as atividades referentes as áreas de atuação, coordenando professores e instrutores e participando junto com o coordenador geral da concepção e direção da programação. Produção Executiva - Michele Milani Produtora responsável pela produção executiva do projeto, acompanhando todas as fases do mesmo, desde a elaboração e captação até a implementação das ações delineadas no planejamento, bem como elaboração de relatórios e entrega de prestação de contas final do projeto e relatório de cumprimento do objeto. Com mais de 20 anos de carreira no mercado cultural, atua na direção e coordenação de projetos, produção executiva e de logística. Trabalhou na área de eventos de grandes empresas, tal como Carlson Wagonlit, em São Paulo e BB Turismo, em Brasília, no cargo de coordenadora de eventos, onde desenvolveu 23 etapas do circuito Cultural Banco do Brasil. Na Alecrim Produções exerceu durante 05 anos as funções de coordenadora de logística, produção executiva e coordenação de de oficinas, em importantes projetos, dentre os quais podemos destacar: MPB Petrobras; Festival de Teatro Brasileiro; Festival Cultural Banco do Brasil; I Simpósio Internacional de Arquitetura e Museus. Desde 2013 no Cena Contemporânea - Festival Internacional de Teatro de Brasília, iniciou suas atividades na função de Coordenadora Institucional e de Mídia, passou pela assistência de Direção, coordenação de produção e coordenação geral do projeto. Atualmente atua na produção executiva do Clube e Escola de Choro e faz a Executiva da orquestra de Câmara de Brasília, sob a regência do Maestro Cláudio Cohen. Gestor Financeiro - Raimundo Luiz Barreto de Sá Teles Atua na área cultural, sendo responsável pela execução administrativa, financeira, acompanhamento e Prestação de Contas junto aos órgãos de controle de vários projetos culturais executados pelo Clube do Choro de Brasília e Instituto de Educação Musical, além do Projeto Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello nos anos de 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003 e 2004. Exerce, também, as atividades de Assessor Administrativo no Instituto Cultural Delphos, participando da elaboração de Projetos Culturais (2001), Ópera CARMINA BURANA; 2002 â€? Concerto de Natal, ambos realizados na Sala Villa Lobos no Teatro Nacional Cláudio Santoro em Brasília, DF) além das Prestações de Contas. Como empresário é sócio da SABIÁ PROMOÇÕES E EVENTOS LTDA, empresa que se dedica a execução de atividades na área cultural, destacandoâ€?se a programação musical do BRASIL OPEN DE TENIS, para a D+BRASIL. Presta assessoria em assuntos relacionados à Projetos Culturais à TERRA DO SOM (Trio Elétrico Armandinho, Dodô e Osmar), entre outros.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2024-12-13
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal