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PRONAC 235548Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

MORTE E VIDA SEVERINA - TURNÊ

MORENTEFORTE COMUNICACOES LTDA
Solicitado
R$ 1,63 mi
Aprovado
R$ 1,63 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-01-20
Término
2026-11-17
Locais de realização (3)
Recife PernambucoNatal Rio Grande do NorteSão Paulo São Paulo

Resumo

Realizar a circulação do premiado espetáculo musical "Morte e Vida Severina" para a realização de 24 apresentações em São Paulo, 3 apresentações em Natal e 3 apresentações em Recife. Totalizando assim 30 apresentações.

Sinopse

Severino é um nordestino que resolve tentar mudar de vida e vai em direção ao litoral e ao sudeste do Brasil, esperançoso de que no caminha não encontre mais a fome, a miséria e a opressão com as quais foi forçado a se habituar. No entanto, sua jornada provará que encontrar um novo começo é muito mais difícil do que parece.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Realizar a retomada de ensaios para turnê e temporada das 30 apresentações do espetáculo musical "Morte e Vida Severina". OBJETIVOS ESPECIFICOS - Realizar o ensaio, manutenção, temporada e circulação do espetáculo musical "Morte e Vida Severina" totalizando 30 apresentações em 3 cidades; - Realizar temporada em São Paulo, com 24 apresentações; - Realizar 3 apresentações na cidade de Natal; - Realizar 3 apresentações na cidade de Recife; - Ficar em cartaz em teatro de fácil localização e acesso; - FORMAR PÚBLICO através de ações de contra partida e acesso a população de baixa renda, conforme posteriormente sinalizado nesse projeto, através de sessões bate papo e doações de ingressos; - Oferecer uma oportunidade de debate, realizado em cada cidade, descritas nas ações de contra partida; - Geração de emprego para cerca de 45 profissionais diretos e 60 indiretos.

Justificativa

Morte e Vida Severina é um auto de natal pernambucano, publicado em 1954/55, e que teve sua estreia nos palcos na inauguração do Tuca, em 1965. Na época, Roberto Freire era o diretor do teatro e partiu dele o convite para Chico Buarque musicar a obra de João Cabral de Melo Neto, o que acabou se transformando em um sucesso que atravessou fronteiras. A peça faz um relato sobre a vida e trajetória árida do povo do sertão nordestino, ainda desconhecidas pela maioria. O sofrimento enfrentado por Severino, na montagem representado por Dudu Galvão, ator natural do Rio Grande do Norte, é um retrato _ ainda atual _ dos migrantes nordestinos que buscam uma existência mais digna nas grandes cidades. Em sua viagem rumo a uma vida melhor, Severino se depara com situações de morte, desespero, de miséria e fome. Ao chegar à capital pernambucana se desilude, pois a realidade que encontra ali não é muito diferente da do sertão. Pensa em suicídio, mas o nascimento de uma criança faz renascer sua esperança, apesar das dificuldades. Assim, a saga nordestina se desenha, revelando a alma de um povo que caminha forte em sua fé. Nesse poema, João Cabral de Melo Neto abusa da linguagem poética sem deixar de lado aspectos sociais e políticos. O texto marca, inclusive, o momento em que a arte é usada para manifestações políticas no país. Os versos são curtos, sonoros (geralmente com sete sílabas) e quase musicais, lembrando as poesias de cordel. Joao Cabral de Melo Neto cronologicamente pertence à chamada Geração de 45 do Modernismo brasileiro. Essa geração contextualiza-se historicamente no fim da Segunda Guerra Mundial e o início da Era Atômica. No Brasil, 1945 marca o fim da Ditadura de Vargas, iniciando o processo de uma redemocratização brasileira. Foi eleito membro da Academia Brasileira de Letras em 1969. O sertão expande-se do conceito de ser apenas uma localidade para um estado de espírito. Assim, pode-se estar naquele lugar datado de poucas possibilidades das décadas do êxito do povo nordestino para os grandes centros, como também é sobre a aridez de oportunidades e a pobreza nas atuais metrópoles e megalópoles. Revisitar essa obra é uma homenagem ao povo nordestino, é dar voz aos tantos Severinos espalhados pelo país, que não fogem só da seca, mas do preconceito, da fome, da exclusão, da marginalização A nova montagem estreou novamente Teatro Tuca em 2022, 56 anos depois de sua montagem original e levou ao palco treze jovens talentos e cinco músicos, em sua maioria do norte ou nordeste ou filhos de nordestinos para compor a encenação dessa montagem de um dos mais importantes textos da dramaturgia nacional. A direção é de Elias Andreato, direção musical de Marco França e produção da Morente Forte e pretende realizar a circulação desse sucesso de público e crítica.

Especificação técnica

Serão 30 apresentações Classificação indicativa: 12 anos Duração do espetáculo: 90 minutos

Acessibilidade

Para as ações de acessibilidade o espetáculo contará com 3 frentes: 1) Acessibilidade física. O espetáculo ficará em cartaz em teatro que comporte acesso a pessoas portadoras de necessidades especiais e movimentos reduzidos, garantindo acessibilidade físicas como rampas de acesso, poltronas especiais, banheiros apropriados e de fácil acesso, tanto para portadores de necessidades especiais como idosos. 2) Acessibilidade para portadores de deficiências visuais. Todos as apresentações contarão com libreto em Braile, com descritivo de todo cenário, figurinos, personagens, indicações musicais e atos, de forma que o usuário poderá acompanhar todo o espetáculo com informações precisas sobre seu conteúdo. 3) Acessibilidade para portadores de deficiência auditiva. Toda semana em todas as cidades, terá 1 apresentação com interprete de libras, que poderá garantir o acesso ao produto cultural. Todas as ações serão amplamente divulgadas junto às instituições que trabalhem com portadores de necessidades especiais. Também será informado no release, site de vendas, mídias sociais do espetáculo e bilheteria do teatro.

Democratização do acesso

Como medidas de Democratização de Acesso serão seguidas as seguintes instruções: Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 27, ofereceremos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita para patrocinadores; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional para divulgação do projeto; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. - Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 28, ofereceremos: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Realizaremos portanto 1 ensaio aberto, para público em geral. - Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 30, ofereceremos: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Portanto ofereceremos 1 palestra sobre criação artística e processos criativos com direção e elenco.

Ficha técnica

Da obra de JOÃO CABRAL DE MELO NETO Músicas de CHICO BUARQUE Direção Geral ELIAS ANDREATO Direção Musical, Arranjos, Aboios e Lamentos (original) MARCO FRANÇA Voz MARIA BETÂNIA Poema Seca de DJAVAN ELENCO DUDU GALVÃO - Severino ANDRÉA BASSITT - Cigana 2 BADU MORAIS - Mulher da Janela BEATRIZ AMADO - Retirante e flauta FERNANDO RUBRO - Retirante GABRIELLA BRITTO - Retirante IVAN VELLAME - Retirante JANA FIGARELLA - Funeral JOÃO PEDRO ATTUY - Coveiro 1 JONATHAN FARIA - Mestre Carpina PABLO ÁSCOLI - Retirante PATRICIA GASPPAR - Cigana 1 RAPHAEL MOTA – Coveiro 2 MÚSICOS BEATRIZ FRANÇA - Contrabaixo acústico e baixo elétrico BRUNO MENEGATTI - Rabeca e violão DICINHO AREIAS - Sanfona RAPHAEL COELHO - Percussão RICARDO DUTRA - Viola e violão Cenário ELIFAS ANDREATO Figurino FABIO NAMATAME Desenho de Luz ELIAS ANDREATO e JÚNIOR DOCINI Desenho de Som MARCELO CLARET Direção de Movimento ROBERTO ALENCAR Assistente de Direção Geral JÚNIOR DOCINI Assistente Direção Musical, Preparação Vocal, Pianista Ensaiador MARCELO FARIAS Assistente de Cenário LAURA ANDREATO Cenotécnico – FABIN CENOGRAFIA e EDÉSIO BISPO Assistente de figurino – ANDRÉ VON SCHIMONSKY Modelista – JULIANO LOPES Costura – FERNANDO REINERT e MARIA JOSÉ DE CASTRO Operador de Som THIAGO H. SCHAFFER Microfonista GABRIEL VILAS Operador de Luz JUNIOR DOCINI e RAFA INÁCIO Contrarregragem/Camareiros FÁBIO OLLYVER e TONINHO PITA Coordenação de Comunicação BETH GALLO Assessoria de Imprensa – MORENTE FORTE – THAIS PERES Programação Visual LAERTE KÉSSIMOS Fotografia JOÃO CALDAS F° Assistente de fotografia: ANDRÉIA MACHADO Filmagem JADY FORTE Redes Sociais e Textos ANA PAULA BARBULHO Gestão Administrativa DANI ANGELOTTI Assistência Administrativa ALCENÍ BRAZ Assistente de Produção NANA GENOVEZZI Administradora da temporada MAGALI MORENTE LOPES Produção Executiva MARTHA LOZANO Produtoras SELMA MORENTE e CÉLIA FORTE A proponente possui duas sócias atuantes, que assinam por Direção de Produção (Selma Morente) e Coordenação Geral (Celia Forte). Além disso é responsável pela Assessoria de imprensa. CURRICULOS MORENTE FORTE – PRODUTORA Com mais de 36 anos no mercado, seus principais trabalhos foram: Essa nossa Juventude com Paulo Vilhena. Direção Laís Bodansky. Produção Maria Luisa Mendonça e Chris Riera. Direção de produção. A Pomba Enamorada, conto de Lígia Fagundes Telles. Com Maria Assumpção Sempre te vi nunca te amei, com Rodolfo Botino. Co-produção Amigas, pero no mucho, com Leopoldo Pacheco, Elias Andreato e Romis Ferreira, direção José Possi Neto. Realização Morente Forte Cocoricó em Uma Aventura no Teatro, com elenco original da TV. Direção Fernando Gomes. Em cartaz no Teatro Shopping Frei Caneca. Co-produção Morente Forte Guetto, com Fábio Herford. Direção e Adaptação de Elias Andreato. Co-produção Doido, com Elias Andreato. Cruel, com Reynaldo Ginecchini, Maria Manoella e Erik Marmo. Adaptação e direção Elias Andreato. Ciranda, com Tania Bondezan e Daniela Galli. Direção de José Possi Neto. Boca de Ouro, com Marco Ricca e grande elenco. Direção Marco Antonio Braz. Realização SESI A Falecida, com Maria Luisa Mendonça, Lucélia Santos e grande elenco. Direção Marco Antonio Braz. Realização SESI Elas Não Gostam de Apanhar, a partir da reunião de contos, crônicas e textos dos livros A Vida Como Ela É, Memórias e Confissões, O Reacionário e A Menina Sem Estrela, dentre outras fontes, com Cleyde Yáconis e Denise Fraga. Direção Marco Antonio Braz. Realização Itau Cultural O Andante, texto, roteiro e atuação Elias Andreato. Direção André Acioli e Elias Andreato. O Desaparecimento do Elefante, de Haruki Murakami, com André Frateschi, Caco Ciocler, Clarissa Kiste, Fernanda de Freitas, Kiko Mascarenhas, Maria Luisa Mendonça, Marjorie Estiano, Rafael Primot e Rodrigo Costa. Direção Monique Gardenberg e Michele Matalon. Temporada Paulista. Vingança – O Musical, de Anna Toledo, inspirado na obra de Lupicínio Rodrigues, com Ana Carolina Machado, Andrea Marquee, Anna Toledo, Jonathas Joba, Luciano Andrey e Sérgio Rufino, Direção Musical Guilherme Terra, Direção Geral André Dias. Realização Morente Forte A Casa de Bernarda Alba, de Federico Garcia Lorca, com Walderez de Barros, Patrícia Gasppar, Mara Carvalho, Victória Camargo, Bruna Thedy, Tatiana de Marca, Isabel Wilker e Fernanda Cunha, Tradução, Adaptação e Direção Elias Andreato. Realização Morente Forte Meu Deus, de Anat Gov, Adaptação Jorge Schussheim, Tradução Eloísa Canton, Versão Brasileira Célia Regina Forte, com Irene Ravache, Dan Stulbach, participação de Pedro Carvalho, direção Elias Andreato. Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams, Tradução e Direção Rafael Gomes, com Maria Luisa Mendonça, Eduardo Moscovis, Virgínia Buckowski, Donizeti Mazonas, Fabricio Licursi, Fernanda Castello Branco e Matheus Martins. Morte Acidental de Um Anarquista, de Dario Fó, Dramaturgia e direção Hugo Coelho, com Dan Stulbach, Henrique Stroeter, Riba Carlovich, Fernado Sampaio, Maíra Chasseraux e Rodrigo Bella Dona. Ricardo III, de William Shakespeare, Adaptação Gustavo Gasparani e Sergio Módena, Tradução em verso Ana Amélia Carneiro de Mendonça, Direção Sergio Módena, com Gustavo Gasparani. Co-produção temporada paulista Com Amor, Brigitte, de Franz Kepler, Direção Fábio Ock com Bruna Thedy e André Correa. Fluxorama, texto Jô Bilac, Direção Monique Gardemberg, com Deborah Evelyn, Emílio de Mello, Luiz Henrique Nogueira e Marjorie Estiano. O Pai, texto Florian Zeller, direção Léo Stefanini, com Fulvio Stefanini, Carolina Gonzalez, Lara Córdulla, Carol Mariottini, Paulo Emílio Lisboa e Wilson Gomes. Leite Derramado, Texto Original Chico Buarque, Adaptação, Direção e Cenografia Roberto Alvim, Com Juliana Galdino, Renato Forner, Diego Machado, Taynã Marquezone, Caio D’aguilar, Marcel Gritten, Luis Fernando Pasquarelli e Nathalia Manocchio Jacqueline, texto e Direção Rafael Gomes, com Natália Lage, Arieta Corrêa, Daniel Costa e Fabricio Licursi. Constelações, de Nick Payne, tradução Marcos Daud, direção Ulysses Cruz, com Marília Gabriela e Caco Ciocler. Num Lago Dourado, texto Ernest Thompson, tradução Eloísa Canton, versão Célia Regina Forte, direção: Elias Andreato, com Ary Fontoura, Ana Lucia Torre, André Garolli, Fabiano Augusto, Tatiana de Marca e Lucas Abdo. Amigas, pero no mucho, de Célia Forte. Com Elias Andreato, Leandro Luna, Rapahel Gama e Sérgio Rufino, direção José Possi Neto. Passarinho, texto e atuação Ana Kutner, direção Clara Kutner. Os Guardas do TAJ, De Rajiv Joseph, tradução e adaptação Rafael Primot, direção Rafael Primot e João Fonseca, com Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi. Outros Eus, baseado na obra de Fernando Pessoa, Música Jonatan Harold, roteiro e atuação Elias Andreato. Direção André Acioli e Elias Andreato. Pi Panorâmica Insana, textos de Jô Bilac, Júlia Spadaccini e André Sant’anna com citações de Franz Kafka e Paul Auster no elenco Claudia Abreu, Leandra Leal, Luiz Henrique Nogueira e Rodrigo Pandolfo, Concepção e Direção Bia Lessa. A Porta da Frente, de Julia Spadaccini, Sandra Pêra, Roney Facchini, Fabiano Medeiros, Greta Antoine, Bruno Sigrist, participação especial Miriam Mehler, Direção Marcelo Varzea. Elias Andreato – DIREÇÃO Ator de teatro, cinema e televisão, diretor e muitas vezes roteirista de seus próprios trabalhos. Sua busca é pela humanidade dos personagens que interpreta e seus espetáculos freqüentemente questionam o papel do artista na sociedade e a relação com seu tempo. Construiu uma carreira sólida feita, acima de tudo, pela escolha por personagem/personalidades que pudessem traduzir esse pensamento – Van Gogh, Oscar Wilde, Artaud, são exemplos dessa escolha e resultaram em interpretações marcantes que garantiram a ele um lugar especial no teatro brasileiro. MARCO FRANÇA – DIRETOR MUSICAL Potiguar (Natal (RN) residente em São Paulo desde 2016, ator, músico, multi-instrumentista (piano, acordeon, violão, clarinete, escaleta, teclado e percussão), produtor musical, compositor e arranjador, atuou como diretor, ator e diretor musical do grupo de teatro Clowns de Shakespeare (Natal / RN 2000 - 20015) onde desenvolveu pesquisa musical com base na preparação do ator e na criação cênica a partir de jogos teatrais. Participou dos mais importantes Festivais Internacionais de Teatro do país, como: FIT (BH), Cena Contemporânea (Brasília), FILO (Londrina/PR), Festival Internacional de São José do Rio Preto, Festival de Teatro de Curitiba, além de diversas circulações com espetáculos e oficinas pelo Brasil e exterior (Chile, Uruguai, Portugal e Espanha). Indicado ao Prêmio Shell de Teatro SP em 2009 pela música do espetáculo “O Capitão e a Sereia” (Clowns de Shakespeare) e vencedor em 2016 e 2019 pelas músicas de “A Tempestade” e “Estado de Sítio” respectivamente (direções de Gabriel Villela). Ganhou em 2016 a Melhor Trilha Musical Adaptada do Prêmio São Paulo de Incentivo ao Teatro Infantil e Jovem (FEMSA/Coca-Cola) com o espetáculo “Peer Gynt” (Gabriel Villela) e indicado em 2019 como ator coadjuvante ao Prêmio Bibi Ferreira de Teatro (SP) pelo espetáculo “Cangaceiras - As guerreiras do Sertão” (direção de Sérgio Módena e dramaturgia de Newton Moreno), além de receber vários prêmios como ator e diretor musical em trabalhos anteriores. Trabalhou com importantes profissionais, dentre eles Ernani Maletta, Babaya, Francesca Della Monica, Helder Vasconcelos, Zeca Baleiro, Kika Freire, Débora Dubois, Márcio Aurélio, Gabriel Villela, Marco Antonio Rodrigues, Dagoberto Feliz, Chico César, Sérgio Módena e Newton Moreno

Providência

PROJETO ARQUIVADO.