| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 53009825000133 | Usina Alta Mogiana S/A. Açucar e Álcool | 1900-01-01 | R$ 1,21 mi |
| 00910456000199 | Ambient Servisos Ambientais de Ribeirão Preto S/A. | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 05242560000176 | Usina Vertente Ltda. | 1900-01-01 | R$ 219,9 mil |
| 61649810000168 | Sucocitrico Cutrale Ltda | 1900-01-01 | R$ 133,0 mil |
| 16832157000113 | SAMAR - SOLUCOES AMBIENTAIS DE ARACATUBA S.A. | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 31406860000153 | GS INIMA INDUSTRIAL S.A. | 1900-01-01 | R$ 100,0 mil |
| 57663932000131 | Interunion Comercio Internacional Ltda | 1900-01-01 | R$ 87,1 mil |
| 21238227000140 | TERRANUTS AGROINDUSTRIAL SA | 1900-01-01 | R$ 85,0 mil |
| 19441249000160 | CUTRALE TRADING BRASIL LTDA. | 1900-01-01 | R$ 67,0 mil |
| 62145453000163 | SUPRIR INDUSTRIA DE METAIS LTDA | 1900-01-01 | R$ 45,3 mil |
| 49808421000132 | COPPERSTEEL BIMETALICOS LTDA | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| 08760908000105 | GOIASMAQ - MAQUINAS AGRICOLAS LTDA | 1900-01-01 | R$ 20,0 mil |
| 55967699000155 | SUPERMERCADO CANESIN LTDA | 1900-01-01 | R$ 6,8 mil |
| ***211028** | ALEXANDRE DE GOES TELLES | 1900-01-01 | R$ 4,0 mil |
Alma _ manutenção _ 2024 e 2025 _ Plano plurianual prevê a manutenção dos cursos permanentes de formação artística, especificamente em música de concerto (violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, clarinete, flauta transversal, piano, percussão, canto lírico e canto-coral), teatro e balé. Prevê ainda a realização de apresentações musicais, um espetáculo de artes cênicas e a publicação de um livro, como formas de difusão do trabalho de formação artística e de plateia.
1) Cada apresentação musical terá entre 40 a 70 minutos de duração e classificação indicativa livre.2) A Alma declara que as ações de formação e difusão artísticas a serem executadas neste projeto são predominantemente de cunho erudito.3) O fotolivro reunirá uma seleção das produções mais significativas da Alma, sejam óperas, concertos e/ou festivais, ao longo dos 10 anos desde sua fundação, em 2014. Haverá textos de acompanhando das imagens selecionadas.4) A turma adolescente de teatro montará e encenará o espetáculo Alice no país das maravilhas, de Lewis Caroll, com adaptação para teatro de José Mauricio Cagno. A turma profissionalizante montará e encenará o espetáculo Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, com trilha sonora inédita e original. A turma adulta montará e encenará o espetáculo Um conto de flautas e corações, de Américo Rosario de Souza. Os espetáculos terão duração de 50 a 70 minutos e classificação indicativa livre.
Pré-produção: Divulgação de vagas remanescentes e seleção de novos alunos _ 3 semanas; Produção:- Oferecimento dos cursos de violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta, clarinete, piano, percussão, canto lírico, canto coral, teatro e balé, além das disciplinas de prática de orquestra, conforme descrito no projeto pedagógico _ 17 semanas; - Realização de seis apresentações musicais (5 recitais pedagógicos, 1 concerto pedagógico e 5 concertos artísticos) _ 9 dias (intercalados nas 17 semanas acima); - Recesso de fim/início de ano dos cursos _ 8 semanas; - Planejamento do ano, rematrícula dos alunos, divulgação das vagas remanescentes e seleção de novos alunos _ 4 semanas; - Oferecimento dos cursos de violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta, clarinete, piano, percussão, canto lírico, canto coral, teatro e balé, além das disciplinas de prática de orquestra, conforme descrito no projeto pedagógico _ 19 semanas;- Organização e lançamento do livro _ 8 semanas (intercalados nas 19 semanas acima); - Realização de seis apresentações musicais (4 recitais pedagógicos e 2 concertos artísticos) _ 6 dias (intercalados nas 19 semanas acima);- Montagem do espetáculo teatral _ 16 semanas (intercalados nas 19 semanas acima); - Recesso de meio de ano dos cursos _ 5 semanas; - Oferecimento dos cursos de violino, viola, violoncelo, contrabaixo, flauta, clarinete, piano, percussão, canto lírico, canto coral, teatro e balé, além das disciplinas de prática de orquestra, conforme descrito no projeto pedagógico _ 17 semanas; - Apresentação dos três espetáculos teatrais _ 3 dias cada um, em 3 fins de semana consecutivos (intercalados nas 17 semanas acima); - Realização de seis apresentações musicais (2 recitais pedagógicos, 3 concertos artísticos e 1 concerto pedagógico) _ 6 dias (intercalados nas 17 semanas acima);Pós-produção: Avaliação do projeto. Avaliação pedagógica dos cursos e alunos. Prestação de contas _ 30 dias.
A Alma foi concebida a partir de diversas experiências prévias em projetos socioeducacionais em música. O acúmulo dessas experiências de equipe técnica e professores fez com que fosse possível diagnosticar uma lacuna importante na superestrutura do universo da educação musical de Ribeirão Preto e sua região de influência: a função de projetos em educação musical, em todos os casos voltados para a inserção cultural e social do aluno no universo da música (caso do projeto Guri, ou projeto Kabuki em Ribeirão Preto, entre outros), frequentemente cumpre sua função, inserindo os alunos num saudável universo sociocultural ou promovendo a musicalização junto a um considerável público infantil. Os projetos que utilizam a música como instrumento ou ferramenta para alcançar objetivos extramusicais têm servido para massificar e popularizar o ensino da música num sentido específico, e muito têm contribuído para tal. No entanto, os alunos deixam esses projetos quando começam a trabalhar ou ter exigências relativas à cultura de suas classes sociais de forma a abandonar o projeto ou mesmo, quando permanecem, não podem ficar além dos 18 anos de idade. Se para os alunos deste perfil os projetos sociais cumprem diversas funções importantes, do ponto de vista técnico-artístico, ou mesmo naquilo que atina diretamente ao aspecto especificamente musical, certas questões permanecem em aberto, especialmente quando muitos desses alunos poderiam tornar-se artistas profissionais ou ingressar nas universidades correspondentes. Assim sendo, para o aluno cujo o perfil é o da continuidade e inserção profissional no mercado de trabalho ou nas universidades, faltava exatamente uma ponte que pudesse prepará-lo tecnicamente para ingresso em orquestras sinfônicas, coros profissionais, companhias de dança, grupos de teatro, em universidades ou estudo em instituições do exterior. A Alma surgiu justamente pretendendo cumprir essa função, aperfeiçoando os alunos já iniciados, fazendo a ponte entre uma educação voltada para o social e o universo artístico profissional. Para tanto, a proposta pedagógica não só teve de necessariamente englobar um plano artístico subjacente como cumprir também uma função técnico-artística junto aos alunos vindos de diversas origens. Nesse caso, o projeto pedagógico e o corpo docente foram pensados para cumprir uma proposta que aponta para a possibilidade de obter na academia uma experiência artística tão relevante quanto possível, buscando um nível de excelência na educação que possa dar conta também dos aspectos técnicos inerentes ao ensino de uma arte. E, nestes anos todos, a Alma tem cumprido suas pretensões, o que possibilitou o ingresso de mais de 50 alunos (entre 2015 e 2023), nos cursos de Bacharelado e Licenciatura em Música do Departamento de Música da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto _ FFCLRP/USP; o ingresso de uma aluna no Instituto Bacharelli em São Paulo, em 2017, posteriormente aprovada no curso de Bacharelado em Música da Escola de Comunicação de Artes _ ECA/USP; a aprovação de dois alunos em cursos de Artes Cênicas, sendo um no Instituto de Artes da Unesp, campus São Paulo, em 2019, e outro na Universidade Federal de Uberlândia _ UFU, em 2020; a aprovação de um aluno no Art of Acting Studio, em Los Angeles, na Califórnia, em 2023; firmou dois importantes convênios artístico-pedagógicos _ um com o Departamento mencionado acima, da FFCLRP/USP, e outro com a Escola Giuseppe Sarti de Faenza, na Itália _, bem como promoveu inúmeros concertos e recitais, realizou festivais com artistas internacionais e produziu duas óperas inéditas, com encomenda da composição musical especificamente para os alunos da academia. Enquanto projeto cultural, desde que foi criada em 2014, a Alma vem sendo financiada pelo Governo de São Paulo, via Secretaria de Cultura e Economia Criativa, pelo Programa de Ação Cultural (ProAC) e também pelo Governo Federal, pelo Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). Então, valendo-se de umas alternativas propostas na lei federal de incentivo à cultura, este projeto se justifica como forma de se unir aos esforços da academia em garantir a manutenção dessa ação cultural. Por fim, este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais e; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. E tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Entre 6 a 10 alunos, que são de São José do Rio Preto e cidades ao entorno, terão o transporte (na planilha orçamentária aluguel de vans) financiado pelo projeto. Não colocaremos os nomes, porque não saberemos se estarão matriculados ainda até o início do projeto, assim como os eventuais novos alunos que poderão ingressar. Há também uma rubrica cadastrada na planilha orçamentária, de aluguel de ônibus, que é destinada ao transporte dos alunos de Ribeirão Preto, para as apresentações em São Joaquim da Barra e Guará. Não colocamos os nomes dos alunos e responsáveis por acompanhá-los nos ônibus, por ainda não termos como prever isso com tanto tempo de antecedência.
Síntese demonstrativa do plano pedagógico e filosofia de ensino.1. Objetivo geral: proporcionar uma importante contribuição à integralidade da formação humana em seu desenvolvimento físico, cognitivo, social e econômico. 2. Objetivos Específicos:a) formar jovens artistas, projetando suas inserções no universo tão diversificado da arte e buscando, a longo prazo, a formação profissional;b) propiciar o acesso à arte da música universal;c) contribuir para a formação educativa integral por meio da arte, com foco na formação de plateia; 3. Justificativa:A grande demanda por cuidados com a educação brasileira tem sido suprida, em parte, por programas alternativos, consubstanciados através de projetos de cunho sociocultural. O grande hiato que separa o programa de canto orfeônico implantado por Heitor Villa-Lobos nos anos 30, e a atual aprovação da música como disciplina obrigatória na escola regular, demonstra o quanto é necessário ainda uma vinculação da arte com a educação, não só na compensação dos inúmeros malogros advindos deste mesmo hiato, como na possibilidade de proporcionar inclusão social, profissionalização técnico-artesanal e real acesso a obra de arte, evitando assim o que o filósofo Pierre Bourdieu aponta em seus estudos: que o acesso à arte ?gratuito, mas facultativo? passe a ser efetivamente um acesso à linguagem artística.Além disso, das muito reconhecidas contribuições que as artes proporcionam no desenvolvimento educacional do ser humano – fomento do desenvolvimento cognitivo, formação humanística a partir da fruição do contato com o outro, disciplina física e psicológica baseada em ideais de auto-superação –, a possibilidade de viabilizar reais alternativas de superação de condições sociais adversas justifica o uso da educação musical como instrumento essencial para se atingir tais intenções.A música em sendo dentre as artes aquela cuja apreensão se dá melhor na mais tenra idade, tem também outra peculiaridade: entre os 7 e os 15 anos temos, em crianças musicalmente já iniciadas, um período sensível, por onde se define a excelência de suas habilidades.Assim sendo, a Alma busca viabilizar um estudo completo e de excelência artística visando a manutenção do talento já descoberto, capacitando para uma inserção mais precisa tanto naquilo que é chamado 'mercado de trabalho' quanto no universo artístico de modo geral, contribuindo assim para o crescimento artístico da cidade e região como um todo. 4. Carga horária:É esperado que cada aluno de instrumento curse três disciplinas essenciais: 1 – aulas individuais de instrumento (violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, clarinete, flauta transversal, piano, percussão) - 1 hora semanal; 2 – aulas de prática de orquestra ou de música de câmara – de 2 a 3 horas semanais; e 3 – uso do aplicativo com conteúdo de teoria musical - 2 horas mensais. A exceção são os alunos dos coletivos de violino que devem cursar: 1 – aulas coletivas de instrumento, acompanhados de familiares – 1 hora semanal; e 2 – uso do aplicativo com conteúdo de teoria musical - 1 hora mensal.Já os alunos de canto lírico, é esperado que cursem três disciplinas essenciais: 1 – aulas individuais de canto – 1 hora semanal; 2 – aulas coletivas de canto-coral - 2 horas semanais; e 3 – uso do aplicativo com conteúdo de teoria musical - 2 horas mensais.Aos alunos de canto-coral, que não fazem aulas individuais de canto, é esperado que cursem: turma juvenil e adulta: 1 - aulas coletivas de canto-coral - 2 horas semanais; e 2 – uso do aplicativo com conteúdo de teoria musical - 2 horas mensais; turma infantil: 1 - aulas coletivas de canto-coral - 1 hora semanal; e 2 – uso do aplicativo com conteúdo de teoria musical - 1 hora mensal.As aulas dos alunos de teatro são de 2 horas por semana, tendo a oportunidade de frequentarem também as aulas de canto-coral quando possível.As aulas dos alunos de balé são de 6 horas por semana, dividas em dois dias.Para a realização desses intuitos, os professores têm autonomia e mobilidade metodológica dentro do tripé pedagógico, sendo instruídos a trabalharem de forma individualizada segundo a necessidade de cada aluno, sem perder de vista sua interação social, e a unidade filosófica geral do projeto. 5. Público-alvo:O foco é no atendimento ao público infanto-juvenil, oriundo de todas as classes sociais e que sejam já iniciados em artes, tendo em vista que o foco do projeto é o aperfeiçoamento de seu fazer artístico. No entanto, nos cursos de teatro, canto coral e grupo infantil de violino, admitem-se iniciantes por suas especificidades.Disso, tem-se uma projeção de atendimentos diretos por idade: no caso de música, 9 a 13 anos – 20%, 14 a 18 anos – 35%, 19 a 24 anos – 30%, acima de 25 anos - 15%; no caso de teatro 11 a 15 anos - 23%, 16 a 23 anos – 25%, 23 a 30 anos – 25% e acima de 40 anos – 27%; no caso de balé, 16 a 25 anos – 40% e 26 a 40 anos – 60%. 6. Metodologia e material didático:No intuito de contribuir para uma formação integral do público atendido, os conteúdos são distribuídos em forma de disciplinas específicas, que se relacionam de forma interdisciplinar e, por vezes, transdisciplinar. O objetivo do projeto pedagógico é oferecer tanto um panorama técnico-artístico de qualidade quanto proporcionar uma educação complementar aos conteúdos da escola normal regular.A proposta consiste na manutenção de uma filosofia educacional que possa unificar os ideais e os objetivos de cada professor, e não necessariamente uma metodologia estanque e única para ser usada em cada uma das ramificações epistemológicas.Assim sendo, o trabalho de cada professor nas aulas individuais e coletivas é guiado pela filosofia pedagógica e artística que postulamos. Ou seja, que procura uma terceira via entre as inovações e abordagens mais recentes oriundas da escola nova – trabalho de humanização, educação musical como ferramenta e suporte da educação geral, apreciação musical, coral como ferramenta socializante, ensino coletivo, etc. – e do estudo técnico mais tradicional – aquele no qual o alunos são submetidos a um programa geralmente progressivo nas aulas individuais de instrumento, que visam um desenvolvimento técnico baseado na tradição dos clássicos (Galamian, Sevicic, Kreutzer, Fiorillo etc.), ou nas disciplinas teóricas (Hindemith, Schoenberg, Gramani, Kuhn, Willems, Orff, Dalcroze, Grout/Palisca, Roy Bennet).É uma forma metodológica de abordar a diversidade que normalmente surge como demanda, respeitando ainda as diferenças epistemológicas entre as áreas do saber musical. Além dos autores já citados, que fornecem grande parte do material didático (para os menores parte do legado do método Suzuki e Strings Essentials), ainda há a proposta de criação/invenção de material didático próprio, baseado em arranjos/composições encomendadas para as especificidades do projeto, o que enriquece ainda as possibilidades de criação-publicação de material original.Serão oferecidas as seguintes disciplinas:a) Aulas de instrumento: individuais ou coletivas, sendo que a espinha dorsal do projeto se realiza na formação de jovens instrumentistas, aos quais são oferecidas as seguintes opções: violino, viola, violoncelo, contrabaixo acústico, flauta, clarinete, oboé, percussão e piano.b) Aulas de canto-coral: coletivas. Elemento crucial na formação musical humana, as aulas de coral são partes indispensável dentre as disciplinas musicais oferecidas. As possibilidades do canto coletivo são exploradas no intuito de agregar habilidades a todos os participantes do projeto, como disciplina obrigatória, bem como servir como um veículo de socialização entre os alunos.c) Aulas de prática de orquestra/câmara: coletivas e buscam suprir necessidades fundamentais para o jovem estudante de música, ou sejam, aprender a tocar em grupo e trabalhar em equipe. Buscando sempre contemplar não somente a prática performática, mas também a composição musical, serão estudados não somente os grandes clássicos musicais, mas também obras recém escritas de compositores contemporâneos.d) Aulas de canto lírico: individuais, são voltadas para o desenvolvimento técnico-expressivo das habilidades vocais. Trata-se do aprendizado do ofício do artista performático, da práxis da música vocal, voltada para o canto solo. Tal aprendizado busca proporcionar ao aluno-cantor a preparação para o canto solístico, desenvolvendo colateralmente suas habilidades de palco à frente de orquestras, grupos de câmara ou corais.e) Aulas de teatro: coletivas, são voltadas para o desenvolvimento da sensibilidade artística e comunicativa dos alunos, tornando-os mais sensível para a percepção do mundo por meio da vivência artística. Por longo tempo, cada aluno experimentará em seu corpo os elementos da natureza: como reajo, interajo, sinto e expresso a terra, a água, o fogo, o ar e a luz, de forma a construir um caminho único e intransferível que, aos poucos, se transforma em uma ?dança pessoal’. Esta é milimetricamente numerada em ações definidas a partir de determinados critérios e se transforma no que chamamos de ?partitura corporal’, até se chegar a ?base orgânica da criação’ do aluno, de onde se pode iniciar o trabalho com um texto.f) Aulas de balé: coletivas, serão trabalhadas a respiração, a postura, a musculatura, a flexibilidade, a percepção corporal, a agilidade, a coordenação motora e o bem-estar. Além de uma maior qualidade da técnica, busca-se a adaptação do corpo a essa técnica. A metodologia é baseada na Escola Vaganova que tem, entre as características mais trabalhadas, o desenvolvimento da força da parte inferior das costas, a plasticidade dos braços e flexibilidade necessárias ao estudo do balé. 7. Resumo dos conteúdos:- Aulas de violino, viola, violoncelo e contrabaixo: a família dos instrumentos de cordas demanda uma abordagem coesa para o desenvolvimento dos alunos uma vez que compartilham de problemas técnico-operacionais de mesma natureza. O estudo é planejado metodologicamente segundo um progressivo baseado em 3 níveis de abordagem: escalas, estudos e peças artísticas (em nível mais básico, peças didáticas). Os autores são aqueles já consagrados pela tradição: I. Galamian, Sevicic, Carl Flash, Kreutzer, Dotzauer (para contrabaixo especificamente), Fiorillo, Fioco. Para o nível iniciante, parte do repertório do método Suzuki e Strings Essentials.- Aulas de clarinete e flauta: apresentação de técnicas para desenvolvimento artístico/técnico/expressivo do músico como: postura, respiração, escalas, arpejos, exercícios de dinâmica, exercícios técnicos, exercícios de articulação, estudos de mecanismo, sonoridade, dentre outros. Além disso, é estimulada a apreciação musical, onde o aluno deve identificar, selecionar e classificar o material bibliográfico pertinente ao repertório de flauta e clarinete, buscando que conheça todo o repertório destes instrumentos, desde música brasileira até as mais diversas culturas, compositores e interpretes.- Aulas de percussão: voltadas para o conhecimento das características e possibilidades sonoras dos instrumentos e saber utilizá-las dentro das exigências de cada nível na interpretação coletiva e individual. Busca-se desenvolver as habilidades técnicas que permitam o domínio do próprio instrumento para uma correta execução e expressão segundo as exigências de cada música, aumentando a criatividade e espontaneidade na interpretação.- Aulas de piano: busca discutir sobre o surgimento do piano e a diferença do seu mecanismo para os outros instrumentos de teclas existentes até a sua chegada. Foco em Johan Sebastian Bach e sua obra. Inserção de uma obra de Bach no repertório de todos os alunos. Trabalho com escalas maiores, tendo como acidentes sustenidos e bemóis. Trabalho com escalas menores harmônicas. Técnica: Beringer. Inicío de Sonatinas e Sonatas com os alunos. Compositores: Gurlitt, Clemente, Mozart e Beethoven. Leitura de obras do período romântico com os alunos, seu posicionamento na linha cronológica, teoria e prática desse estilo e sua importância para o pianista. Autores: Schumann e Chopin. Introdução de compositores contemporâneos e a importância desse repertório na formação musical. Compositor: Kabalevisky.- Aulas de oboé: apresentação de técnicas para desenvolvimento artístico/técnico/expressivo do músico como assopro, embocadura, posições elementares, escalas, arpegios e trinados (método progressivo Giampieri e Niemann), aperfeiçoamento das escalas de forma lenta, cromatismo, sonoridade, mecanismo, afinação (Bleuzet), fraseado e resistência fraseado, introdução ao repertório (Paessler), uso das palhetas, técnica, resistência física e velocidade (Luft 24 Estudos), exercícios melódicos, exercícios interpretativos (Ferling).- Aulas de canto lírico: são empregados métodos de ensino de canto dos autores italianos, alemãs e russos, como H. Panofka, N. Vaccai, G. Zeidler, M. Glinka entre outros. Ao mesmo tempo, são apresentadas as obras de compositores italianos (árias antigas italianas) e brasileiros (de A. Nepomuceno, H. Villa-Lobos e outros). Além disso, no processo de aprendizagem, são analisados textos das músicas estudadas, colocando-as no contexto histórico.- Aula de canto-coral: a intenção é cantar em grupo, desenvolvendo a percepção, concentração, afinação e independência vocal através do canto em grupo. Serão trabalhados: técnicas de respiração, timbre, higiene vocal, leitura, execução e interpretação de peças simples, emissão da voz cantada e afinação no canto em grupo. Serão veiculadas as noções mais básicas das técnicas de regência coral e técnicas básicas de ensaio e repertório majoritariamente composto por cânones e arranjos. Ensaio de naipe e grupo com acompanhamento de instrumento harmônico, para aprendizado do repertório com arranjos próprios para música coral.- Aula de prática de orquestra/câmara: sendo a principal atividade prática para o estudante de instrumento, esta disciplina tem como metodologia a aula em formado de masterclass e ensaio; trata-se da reunião de alunos em nível semelhante, em diferentes instrumentos, em grupos alinhados para a execução de peças didático-artísticas. O repertório é escolhido em comum acordo entre os professores de cada instrumento (por exemplo num quarteto de cordas ou duo de clarinete e flauta) de modo que os alunos possam interagir em um nível artístico mais alto, não obstante mantendo o caráter de aula, graças ao acompanhamento do professor. Estimula-se a criação de arranjos/composições originais, além da escolha de peças consagradas para a execução dos alunos.- Aula de teatro: baseados nos estudos e experimentações com mestres como Stanislavski, Meyerhold, Grotowski, Eugênio Barba, Peter Brook e outros, a equipe técnica de teatro envolvida desenvolveu um princípio de base orgânica para a criação do ator, a partir da vivência com os elementos da natureza – terra, água, fogo, ar e luz. Após a introdução em rudimentos teatrais, é feita uma imersão dos alunos em uma sequência intensiva de atividades onde mergulham por inteiro – corpo, sensações, sentimentos, imaginação, pensamento, entre outros –, em um processo realmente novo, ou seja, fora de padrões conhecidos, cristalizados e estereotipados de criação teatral para o ator.- Aula de balé: baseia-se na metodologia da Escola Vaganova. Todo tipo de en tournants (battements tendu, battments tendu jeté, ronde de jambe par terre e an l'air, 1/2 en tournant - barra e no centro). Todos os tipos de preparações para técnica de piruoettes e formas para grande adágio. Allegro, técnica avançada (bateria, entrechat six etc.). Algumas variações, masculina e feminina, preparação para grandes saltos e piruetas. Toda a sequência técnica com diversas combinações de: temps levé e temps relevé; pirouettes tire-bouchon; grand battements em meia ponta e developpé. Battement divisés en quarts. Os seis port de bras Vaganova. Variação de pequenas e grandes pirouettes. Combinação diagonal de pirouettes. Pequenos e médios saltos battus, entrechat six. Combinação de grandes saltos em tournant e em manege.
Produto Plano anual: 1) Acessibilidade no aspecto arquitetônico: rampas, elevador e banheiros adaptados; 2) Acessibilidade para deficientes visuais: caso haja demanda de vagas por alunos com tais condições, os professores serão orientados a fazerem algumas alterações no processo de ensino-aprendizagem, como dar atenção mais individualizada a eles, proporcionar um tempo maior para praticar determinada técnica; posicionar o aluno em uma cadeira ou lugar com boa visibilidade e adotar músicas que não exijam partituras ou, quando estas são necessárias, as notações serão em tamanho maior que o habitual, ou ainda, adotar partituras em braile; criar uma boa dinâmica na sala, informando as peculiaridades desses alunos, e propiciar situações lúdicas para que todos compartilhem das atividades. 3) Acessibilidade para deficientes auditivos: caso haja demanda de vagas por alunos com tais condições, os professores serão orientados a fazerem algumas alterações no processo de ensino-aprendizagem, como dar atenção mais individualizada a eles, proporcionar um tempo maior para praticar determinada técnica; posicionar o aluno em uma cadeira ou lugar mais próximo do professor e também contar com um intérprete de libras; criar uma boa dinâmica na sala, informando as peculiaridades desses alunos, e propiciar situações lúdicas para que todos compartilhem das atividades. 4) Acessibilidade para deficientes intelectuais: caso haja demanda de vagas por alunos com tais condições, os professores serão orientados a fazerem algumas alterações no processo de ensino-aprendizagem, como dar atenção mais individualizada a eles, proporcionar um tempo maior para praticar determinada técnica; posicionar o aluno em uma cadeira ou lugar mais próximo do professor e também contar com um monitor específico para atendimento; criar uma boa dinâmica na sala, informando as peculiaridades desses alunos, e propiciar situações lúdicas para que todos compartilhem das atividades. Produto Apresentação musical: 1) Acessibilidade no aspecto arquitetônico: rampas, corrimões, banheiros adaptados e lugares demarcados. 2) Acessibilidade para deficientes visuais: monitores treinados para auxiliarem este público. 3) Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras 4) Acessibilidade para deficientes intelectuais: monitores treinados para auxiliarem este público. Produto Espetáculo de artes cênicas: 1) Acessibilidade no aspecto arquitetônico: rampas, corrimões, banheiros adaptados e lugares demarcados. 2) Acessibilidade para deficientes visuais: monitores treinados para auxiliarem este público. 3) Acessibilidade para deficientes auditivos: intérprete de libras 4) Acessibilidade para deficientes intelectuais: monitores treinados para auxiliarem este público. Produto Livro: 1) Acessibilidade física: não se aplica; 2) Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição e leitura fácil; 3) Acessibilidade para deficientes auditivos: tradução e interpretação em Libras e leitura fácil; 4) Acessibilidade para deficientes intelectuais: audiodescrição e leitura fácil.
Todas as atividades de formação e difusão realizadas no projeto serão gratuitas, assim como serão distribuídos gratuitamente os exemplares do livro a ser publicado, que também estará disponível para download gratuito no site da academia. Além disso, em atendimento ao disposto no Artigo 28 da Instrução Normativa no. 1/2023 do Ministério da Cultura, as atividades previstas contemplam os incisos: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
Dulce Neves – presidente da Alma e coordenadora geral deste projeto – jornalista profissional, formada pela Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp), em 1998. Foi Secretária da Cultura de Ribeirão Preto (2016) e presidente da Fundação Dom Pedro II (de 2013 a 2016), responsável pela gestão do Theatro Pedro II de Ribeirão Preto, o terceiro maior teatro de ópera do país. Idealizou a criação da Alma – Academia Livre de Música e Artes, da qual é a presidente. Foi vice-presidente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto (2016 a 2018) e atualmente é a presidente desta instituição. Ocupou o cargo de vice-presidente da Associação Musical de Ribeirão Preto, mantenedora da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto (2011-2012), e atuou, especialmente, na área de captação de recursos e desenvolvimento de projetos socioeducativos e culturais.Lucas Eduardo da Silva Galon – vice-presidente da Alma e consultor artístico deste projeto – compositor, maestro, pesquisador e escritor de Ribeirão Preto/SP. É Doutor e Mestre em Artes e graduado em Música, sempre pela ECA-USP. Foi docente na Unaerp de 2011 a 2021, tendo lecionado como convidado na UFSCar e na USP-RP. Como docente e escritor/pesquisador, atuou em conjunto com universidades do Brasil e do exterior, tendo publicado seus textos em revistas acadêmicas e encontros internacionais. Tem sido colaborador assíduo da Revista da Tulha (FFCLRP-USP). Idealizou em 2021 uma série de Graphic Novels para o selo Alma Publicações, atuando também como roteirista de coletânea de HQs voltadas para o público jovem. É coordenador artístico da Academia Livre de Música e Artes (Alma), Instituição Aparecido Savegnago e USP Música-Criança. É diretor artístico do Festival Música Nova "Gilberto Mendes", desde 2017, função que também exerce no Festival Fiato al Brasile na Itália, desde 2016. Atuou como regente convidado na Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, USP Filarmônica, Orquestra Jovem Acadêmica (Alma) e dirigiu, por três anos, o Coro Experimental da UNAERP. Atua com frequência como diretor artístico e regente de óperas e concertos internacionais no Brasil, Itália e EUA. Suas obras musicais e trabalhos acadêmicos têm sido apresentados no Brasil, Portugal, Itália, Suíça e Estados Unidos. Em 2018, estreou duas de suas obras na Miami University, em Oxford (OH) nos EUA, atuando como maestro convidado da Morpheus Chamber Ensemble e como professor e compositor residente. Completou, em 2019, seu pós-doutorado pela FFCLRP/USP.Luciana Rodrigues – tesoureira da Alma e coordenadora administrativa deste projeto – psicóloga e bacharel em psicologia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto - FFCLRP/USP (2008). Mestre em Ciências (área de concentração: Psicologia), pela FFCLRP/USP (2011). Participou do Programa de Capacitação de Gestão de Projetos Culturais e Empreendimentos Criativos, oferecido pelo Senac/DF e Ministério da Cultura (2013 a 2014). Foi coordenadora geral do Sibipiruna – Pontão de Cultura de Ribeirão Preto, responsável pela gestão da Rede de Pontos de Cultura de Ribeirão Preto, em um convênio firmado entre Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto e Ministério da Cultura (2010 a 2013). É diretora administrativa e financeira da Alma – Academia Livre de Música e Artes, de Ribeirão Preto (desde 2014) e da Instituição Aparecido Savegnago, em Sertãozinho (desde 2015). Integra a equipe gestora e de coordenação de projetos contemplados em editais e leis de incentivo fiscal públicos, além participar de comissões de avaliação de editais no Estado de São Paulo. Foi presidente do Conselho Municipal de Cultura de Ribeirão Preto, 2012 a 2014.Ladson Bruno Mendes – coordenador pedagógico – iniciou seus estudos de violoncelo com Rosângela A. Masseto em Ribeirão Preto/SP, obtendo, em seguida, orientações de Robson Fonseca. Em 2005, participou do Festival de Música de Domingos Martins/ES, onde teve aulas com JedBarahal (Polônia), ganhando o prêmio de ?destaque do festival? no seu instrumento. Bacharel em violoncelo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP Ribeirão Preto), foi orientado pelo Prof. Julian Tryczyski (Polônia). Atuou como chefe de nipe na Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e Filarmônica de São Carlos, além de atuar como solista frente estas duas orquestras e USP Filarmônica. É supervisor de cordas Friccionadas do Projeto Guri na Regional de Ribeirão Preto/SP, coordenador pedagógico dos dois núcleos (núcleo 1 Ribeirão Preto e núcleo 2 Guará e São Joaquim da Barra) da Alma – Academia Livre de Música e Artes de Ribeirão Preto e também do projeto USP Música Criança – São Joaquim da Barra/SP. Elvis Nogueira Mota da Silva – assistente, com função também de inspetor de alunos e arquivista – graduação em Licenciatura em Música, pela Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp), em 2015. De 2008 a 2015, trabalhou na Associação Musical de Ribeirão Preto, mantenedora da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto (OSRP), com a função de montador de orquestra e arquivista, além de auxiliar no arquivo histórico. De 2017 a atual, ocupa a função de inspetor de alunos em projetos de formação da Associação Musical de Ribeirão Preto. De 2018 a atual, ocupa a função de inspetor de alunos, arquivista e manutenção de equipamentos da Alma, de Ribeirão Preto.Sara Cecília Cesca – professora de violino e coordenadora artística – Doutora e mestre em música pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), bacharel em música (violino) pela Universidade de São Paulo (ECA/USP) e licenciada em música pela Universidade de Ribeirão Preto (Unaerp). Sua pesquisa se concentra na área de música com ênfase em filosofia, educação musical e formação de educadores. Profissionalmente, suas experiências abrangem as áreas de ensino, pesquisa e produção artística. Como docente, vem atuando no curso de Licenciatura em Música do Claretiano Centro Universitário (Ceuclar), na Instituição Aparecido Savegnago, de Sertãozinho/SP, na Escola Waldorf João Guimarães Rosa e na Academia Livre de Música e Artes (Alma) de Ribeirão Preto/SP. Desde 1999, vem desenvolvendo seu trabalho como educadora musical entre jovens e crianças. Pós-graduada em Arte e Educação e Tecnologias Contemporâneas pela Universidade Federal de Brasília (UNB), tem experiência em arte-educação com ênfase em música, estética, história da música, história da arte, ensino de violino para crianças (Filosofia Suzuki), atividades pedagógicas pautadas em princípios interdisciplinares e capacitação docente.Milton Fernando Bergo – professor de violino – iniciou os estudos de violino aos 11 anos com os professores Orlando Bernardi (Ribeirão Preto) e Maria Lucia Krug (Piracicaba) e, mais tarde, aperfeiçou-se com Altea Alimonda e Paulo Bosisio (São Paulo). Em 1981, ingressou na Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, assumindo em 1987 o cargo de spalla da mesma, onde permaneceu por 14 anos. Como músico convidado atuou junto as seguintes orquestras: Orquestra Sinfônica do Teatro da Paz (Belém), Orquestra Sinfônica de Brasília, Orquestra Sinfônica de Campinas, Bachiana Filarmonica, Philadelfia Virtuosi (EUA), Orquestra do Festival Fiato al Brasile (Itália), entre outras. Exerce também atividade pedagógica e de camerista. É professor de violino da Alma – Academia Livre de Música e Artes desde 2016.Anderson Oliveira – professor de violino - natural de Ribeirão Preto, iniciou seus estudos na Igreja Congregação Cristã no Brasil, sob orientação do professor Marcos Barroso e, logo depois, com os professores Reginaldo Nascimento e Elina Suri. É Bacharel em música (violino), formado em 2010, pela ECA-USP, onde foi aluno dos professores Eliane Tokeshi, Pablo de Leon e Claudio Cruz. Frequentou vários cursos e masterclass com renomados artistas do cenário nacional e internacional tais como: Bernard Zinck (EUA), Fred Gerling (UFRS), Esdras Rodrigues (UNICAMP), Zen Obara (Japão), Nicolas Koeckert (Alemanha). Participou do 13° Festival Música nas montanhas, onde estudou com os professores Elisa Fukuda, Alejandro Drago (EUA) e Carmelo de Los Santos (EUA). Realizou o curso de difusão cultural 48 variações sobre Bach, ministrado pelo escritor Franz Rueb (Suíca). Em 2010 e 2011, atuou como instrumentista convidado na Orquestra Goiazes e na Orquestra Filarmônica de São Carlos e, ainda em 2011 e 2012, foi convidado para ministrar aulas de violino nos V e Vl Simpósios de Música Sacra A.D. na cidade de Marilia. Desde 2005, integra o naipe dos primeiros violinos da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. A partir de 2012, também passou a integrar também a Orquestra Filarmônica de São Carlos e atuou como spalla e vice-diretor artístico da Orquestra Filarmônica Gospel de Ribeirão Preto. É professor de violino da Alma – Academia Livre de Música e Artes desde 2023.Ayala Carla de Sousa – professora de violino – bacharel em violino pela Universidade de São Paulo, professora e membro da Suzuki Asssociation Theacher of the Americas. Especialista em ensino coletivo infantil, sob orientação de renomados professores como Shinobu Saito e José Márcio Galvão. Participou de cursos ligados ao ensino entre eles Emile Jacques Dalcroze com o professor Iramar Eustachio Rodrigues. Participou do festival Música nas montanhas na cidade de Poços de Caldas nos anos de 2012 e 2016 tendo como professores Betina Stegman, Nelson Rios e Carmelo de los Santos. Atualmente ministra aulas no instituto Aparecido Savegnago na cidade de Sertãozinho, Academia livre de música e artes (Alma – Núcleo II) e no projeto Música-Criança em parceria com a Universidade de São Paulo (São Joaquim da Barra).Guilherme Pereira de Carvalho – professor de viola e violino – mestre em performance musical pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), 2018. Possui graduação em Música - Bacharelado (Habilitação: Viola) pela Universidade Federal de Minas Gerais (2002). Atualmente é violista da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, professor de viola da Alma; professor de viola e prática de orquestra da Associação Musical de Ribeirão Preto e da Instituição Aparecido Savegnago de Sertãozinho. Tutor presencial do Centro Universitário Claretiano de Batatais e Tutor à distância do Centro Universitário Claretiano de Batatais. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Música.Walisson Higor Cruz – professor de violoncelo – estudou música no Grupo de Referência do Projeto Guri de São José do Rio Preto de 2010 a 2015, sendo chefe de naipe dos violoncelos desde 2012. Com o grupo, participou da 15a edição do ?Sphinx Competition? (2012), sediado em Detroit-EUA, e também da gravação do clipe ?O Trenzinho do Caipira? (2013). Teve aulas regulares de violoncelo com Rodrigo Pessoa de Almeida (2010- 2013), Ladson Bruno Mendes (2014-2015), na Alma – Academia Livre de Música e Artes, e André Micheletti (desde 2015). Em 2016, se apresentou com o Ensemble Gilberto Mendes na 50a edição do Festival Música Nova, promovendo a estreia mundial de duas peças, sendo uma delas uma obra de trio de música de câmara (violino, oboé e violoncelo) de Dorothea Hoffman (Alemanha). É bacharel pelo Departamento de Música da USP de Ribeirão Preto e chefe de naipe dos violoncelos da USP-Filarmônica.Danilo Ribeiro Paziani – professor de contrabaixo acústico – Mestre em Música - Educação Musical pelo programa de Pós-Graduação em Música da Universidade Estadual Paulista - Unesp. Possui especialização em Arte - Educação pelo Centro Universitário Claretiano - Batatais (2012) e Bacharelado em Instrumento com Habilitação em Música pela Universidade de São Paulo - USP, campus Ribeirão Preto (2009). Atualmente é educador musical da Associação Amigos do Projeto Guri e professor de contrabaixo acústico da Alma. Tem experiência na área de artes, com ênfase em Música, atuando principalmente nos seguintes temas: Educação Musical, Ensino Coletivo e Contrabaixo AcústicoIgor Picchi Toledo – professor de clarinete – é formado em música pela USP Ribeirão Preto (2015), tendo aulas com professores como Rubens Ricciardi, Rodolfo Coelho de Souza, Silvia Berg, entre outros. No início de 2012 e 2013, participou do Festival Internacional ?Fiato al Brasile I? / ?Fiato al Brasile II?, em Faenza na Itália. Também, em 2012, participou do projeto da oficina de sopros da Osesp Itinerante e do Festival Musica Nova, como espectador e membro atuante. Assistiu workshops, participou de oficinas e participou de concertos com os renomados Gabriele Mirabassi, Sergio Burgani (Osesp), Joel Barbosa (UFBA) e Silvio Zalambani (Conservatório ?A. Scontrino’ de Trapani – Itália). Na USP-RP, é primeiro clarinetista da USP-Filarmônica. Atual integrante da Mogiana Jazz Band e do Quinteto de Sopros Pau a Pique. É professor de clarinete da Alma de Ribeirão Preto.Sergio Francisco Cerri Júnior – professor de flauta transversal – é bacharel em Flauta pela Escola de Música da Unicamp, na classe de Sávio Araújo. Aperfeiçoou-se posteriormente com Marcos Kiehel. De 1996 a 2001, atuou como músico convidado junto as orquestras Sinfônica da Unicamp e Sinfônica Municipal de Campinas. Participou de masterclasses com os professores Michael Faust (Alemanha), Iossi Arhein (Israel), Keith Underwood, Jeanne Baxtresser e Paula Robinson (USA), Trevor Way (Inglaterra), Alain Marion (França), Tadeu Coelho, Curt Schroeder, Rogério Wolf e Altamiro Carrilho (Brasil). Integrou a Orquestra Sinfônica Infanto-Juvenil de Rio Claro de 1986 até 1989 e a Orquestra Sinfônica de Rio Claro de 1989 a 1994. Desde 1999, mantém o Duo Cerri-Botelho com a pianista Flávia Botelho, tendo se apresentado em várias séries de música de câmara pelo país. É integrante da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto desde 2001 e desenvolve atividade como professor de flauta em Ribeirão Preto.Luiz Fernando Teixeira Júnior – professor de percussão – iniciou seus estudos de percussão em aulas particulares com o professor Valdir Olesiak e paralelamente trabalhava como baterista em bandas locais. Posteriormente ingressou no curso de música na Universidade Federal de Santa Maria- RS, onde graduou- se no ano de 1997 como bacharel em música na área de percussão sobre a orientação do Prof. Dr. Ney Rosauro e Prof. DR. Gilmar Goulart. Nessa mesma instituição, exerceu o cargo de professor substituto entre 2001 e 2002. É timpanista e percussionista da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, desde 2002, e professor de percussão no Projeto Guri, da Instituição Aparecido Savegnago, Academia Livre de Música e Artes - Alma e professor de bateria na Escola Livre de Música ?Cromática?.Gladys de Pádua – professora de piano – possui graduação em Comunicação Social (1999), especialização em Educação pela Universidade Federal de Lavras (2002), graduação em Pedagogia pela Universidade Luterana do Brasil (2009) e cursou Música - bacharelado em piano - pela Universidade de São Paulo (2014). Tem experiência na área do ensino musical, com ênfase em piano, pedagogia musical e do piano como também piano acompanhador.Tamara de Moraes Pereira – professora de canto lírico – iniciou seus estudos de piano no ano de 2001, aos 10 anos de idade, com sua irmã e alguns anos depois entrou para o Conservatório Prof. Francisco Berlingieri Marino na cidade de Jaboticabal, onde concluiu o Curso Técnico em Piano no ano de 2011. Ingressou em 2010 no curso de Licenciatura em Música pelo Departamento de Música da Universidade de São Paulo (campus de Ribeirão Preto). Recebeu orientações de técnica vocal e expressão corporal da Profa Dra Sarah Meredith (University of Wisconsin - EUA), Profa Dra Yuka de Almeida Prado (Música - FFCLRP - USP), da soprano Rosana Lamosa, da mezzo-soprano Denise de Freitas, do baixo- barítono Wladimyr Carvalho e atualmente do tenor Alexandre Galante. Desenvolve intensa atividade como coralista, participando de grupos como a Academia da Voz e Oficina Experimental da Voz (coro feminino), dois grupos corais estáveis do Departamento de Música da FFCLRP, sob regência da Profa Dra Sílvia Berg. Participou de vários masterclasses e encontros de música coral, composição e educação musical, recebendo orientações e cantando sob a regência de grandes nomes como o Prof. Dr. Miguel Ángel Felipe (Havaí - EUA), Prof. Dr. Forrest Pierce (Kansas - EUA), Prof. Dr. Erik Westberg (Pite Suécia), Profa Pia Boysen e Profa Margrete Enevold (Copenhagen – Dinamarca. Trabalha como orientadora de técnica vocal para todas as idades, dando atenção especial à saúde vocal e ao bem-estar no canto.Snizhana Drahan – professora de canto lírico e de canto-coral – nascida na Ucrânia, formou-se em regência coral pela Academia Nacional de Música da Ucrânia em Kiev. É Mestre em Musicologia pela ECA/USP (2007) e Doutora pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - FMRP/USP (2014). Apresentou-se como solista e regente junto ao Coral da Igreja Ortodoxa na França e Bulgária. Trabalhou como professora de Regência Coral na Universidade de Pedagogia (Ucrânia). Ministrou oficinas de regência e canto pela Secretaria de Estado da Cultura (Brasil). Organizou e participou como cantora de recitais e concertos: 200 anos de Berlioz, 250 anos de Mozart, projeto KULTUR- FEST – estação alemã. Gravou, como solista e regente, CD de encarte para o livro Três arco-íris (Editora Petit) e Hinos cívicos da região de Ribeirão Preto, junto à Academia de Letras e Artes de Ribeirão Preto. Hoje desenvolve trabalho pedagógico na Escola de Canto Coral da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, atuando como coordenadora, regente e professora de canto. É também professora de canto lírico e canto-coral da Alma – Academia Livre de Música e Artes, com sede em Ribeirão Preto. Seu Coro de Câmera fez turnê pela Argentina e Ucrânia.Lincoln Reuel Mendes – professor de prática de orquestra – iniciou seus estudos de piano clássico em 1997 com a professora Lúcia Garcetti na cidade de Franca. Em 2005 deu início a seus estudos de contrabaixo com o Professor Alexander Iurcik (Rússia) e em 2007 começou a ser orientado pelo Professor Diócles Ribeiro (Brasil). Em 2009, integrou o naipe de contrabaixo da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. Neste mesmo ano entrou para Faculdade de Música da USP em Ribeirão Preto tendo sido orientado pelo professor Thibalt Dellor (França). Participou de festivais como: Música nas Montanhas em Poços de Caldas (Edição 2012, 2015), Festival Internacional de Música de Uberlândia (2011), Festival Internacional de Música de São Carlos e V Encontro Internacional de Contrabaixos (Argentina). Dentre aulas regulares e marterclasses recebeu orientações de renomados professores como Daniel Marelier (França), Catalin Rotaru (Romênia) e Marcos Machado (University Misssispi, EUA). Em 2011 a 2013, atuou como primeiro contrabaixo na Orquestra Filarmônica da USP. Foi professor e regente do Projeto Guri e Orquestra da Oscip Sabiá (Altinópolis) e hoje atua como professor da Instituição Aparecido Savegnago (Sertãozinho) e da Alma – Academia Livre de Música e Artes (Ribeirão Preto).José Mário Cezario Matsumoto – professor de prática de orquestra – trombonista, compositor e arranjador, formado em música pela ECA-USP-RP. Integrou diversas bandas e acompanhou alguns artistas como, Marco Matolli, Bebeto, Rappi ?n Hood e o Mestre Wilson das Neves. Em 2016, foi compositor convidado no festival internacional Fiato al Brasile na Itália, para apresentar suas composições a frente da Big Band da Scuola di Música Gisseppe Sarti, na Cidade de Faenza (Itália). Atualmente diretor artístico e trombonista co-fundador da Banda Mogiana, Q. Jazz Quarteto, Bloco Tem Maia e Betrunkenband. Professor convidado de prática de repertório e arranjador da Big Boom Orchestra da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), professor de metais no Projeto Guri (Sertãozinho), professor de metais e regente de orquestra do projeto USP Música Criança (São Joaquim da Barra), professor de metais da Instituição Aparecido Savegnago de (Sertãozinho) e de prática de orquestra (banda sinfônica) da Academia Música e Artes de Ribeirão Preto (Alma).José Mauricio Cagno – coordenador técnico do núcleo de teatro e professor de teatro – ator e diretor, iniciou-se com Antunes Filho no Sesc-SP e se especializou com os diretores George Froscher e Kurt Bildstein do Teatro Livre de Munique (Alemanha). Com Marcio Aurélio, participou da montagem de Ricardo II (Shakespeare). Ao lado de Magno Bucci, foi fundador da Agnosarte e diretor por 11 anos do TRUSP-RP, premiado como Melhor Diretor no Festival do TUSP. Com Roberto Minczuk, fez apresentações de Pedro e o Lobo (Prokofiev) e Carnaval dos Animais (Saint-Saens) com a Sinfônica de Ribeirão Preto e com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Diretor cênico do musical Ode a Zumbi, com o Madrigal Revivis, ao lado de Sergio Alberto de Oliveira; da Ópera Café (Mario de Andrade), ao lado de José Gustavo Julião de Camargo; da ópera Bastien und Bastienne, com Rubens Russomanno Ricciardi. Trabalhou por seis anos com o Grupo de Euritmia de São Paulo em turnês pelo Brasil, Europa e EUA. Recentemente dirigiu o NIT e obteve formação com Eugenio Barba do Odin Teatret. É coordenador do núcleo de teatro da Alma – Academia Livre de Música e Artes, desde 2015, tendo feito direção artística e cênica das óperas inéditas ?Chama Sagrada’, composta por José Gustavo Julião de Camargo, e ?Judas em sábado de Aleluia’, composta por Lucas Galon e José Gustavo Julião de Camargo.Joubert de Silva Oliveira – professor de teatro, produtor executivo e aderecista – iniciou sua carreira como ator em 2004 na ONG Ribeirão em Cena e graduou-se em Licenciatura em Artes - Centro Universitário Claretiano de Batatais em 2014. Participou dos grupos: Cia Nuvem da Noite, Cia A Ditacuja, Teatro de Caixeiros e o Núcleo de Investigação Teatral (NIT). Com o NIT, fez demonstrações do trabalho de pesquisa do grupo na VI Semana de Artes – Mosaico Cênico do Departamento de Artes da UFOP, na Universidade de Paris III - Sorbonne Nouvelle e na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da USP. Como arte-educador foi ministrante de oficinas e aulas na ONG Ribeirão em Cena, Faculdade Moura Lacerda, Escola Arte do Museu, Casa das Artes, Escola Sathya Sai Baba e Projeto Sala de Teatro de Barrinha. Atualmente, é professor docente do Centro Educacional Marista Ir. Rui e professor de teatro na Alma – Academia Livre de Música e Artes.Graciela Maria dos Santos (nome artístico Gracyela Gitirana) – professora de teatro e assistente de direção – professora de Improvisação da ONG Ribeirão Em Cena. Integrou o Núcleo de Investigação Teatral (NIT) até abril de 2012, que organizou em 2011 a 1a. Semana de Antropologia Teatral de Ribeirão Preto, contando com a presença de Julia Varley e Eugenio Barba. Com o NIT, ministrou oficinas e realizou demonstração de trabalho em várias cidades e instituições, inclusive na Universidade da Sorbone – Paris III na França. Participou da oficina de ?Clown? ministrada por Ricardo Pucceti do Lume, da oficina ?Canto e Dança - O impulso na Voz e no Corpo?, ministrada por Renata Rosa, e do workshop ?Como Pensar Através de Ações?, ministrada por Eugenio Barba e Julia Varley. Em 2013, 2014 e 2015, participou da oficina ?A dança das Intenções?, ministrada pela atriz Roberta Carreri?. Atuou e dirigiu diversos espetáculos, participando de mostras e festivais, dentre eles Festival Recife do Teatro Nacional, Festival de Curitiba, com os espetáculos ?A maldição do vale negro", "Lesados" e " Antiperipléia", e do 6o Festival de Matão. É professora de teatro na Alma – Academia Livre de Música e Artes.Luana Delmônico Terçariol – professora de teatro e assistente de direção – é atriz e bailarina. Tem formação em balé clássico e jazz, no período de 2004 a 2019. Desde 2018, faz formação em teatro na Alma – Academia Livre de Música e Artes, de Ribeirão Preto, tendo sido orientada por Joubert de Oliveira, Gracyela Gitirana e José Maurício Cagno. Participou de workshops profissionalizantes nas mesmas áreas. Atuou em mais de 20 espetáculos de dança e teatro. É graduada em Letras pelo Centro Universitário Moura Lacerda. Desde 2021, atua como dançarina de danças urbanas na Cia Urban Bronx. Desde 2019, ministra aulas de teatro infantil e juvenil na Fundação Cultural de Serrana/SP e em escolas particulares de Ribeirão Preto. Em 2024, assumiu a turma de teatro de 13 a 15 anos da Alma.Marisol Antonelli Gallo – coordenadora do núcleo de dança e professora de balé – iniciou seus estudos em Balé Clássico aos quatro anos de idade no conservatório Carlos Gomes, Ribeirão Preto. Mais tarde, integrou-se nas escolas de balé Renata Celidonio e Studio Contemporâneo das artes, fazendo parte do Grupo Dançarte de Ribeirão Preto. Como integrante do curso Cuballet, participou das montagens de "Gisele" (1996), "O lago do Cisnes" (1997), "La Bayader" (2000) e "O Corsário" (2002); interpretou os primeiros papéis nos balés, "Don Quixote" (1995), "Paquita" (1998) e "O corsário" (1997). Em 1995, ministrou aulas com Ninella Korgapkna, na conceituada escola "Vaganova" em São Petersburgo, Rússia, no período de 30 dias. Detém inúmeros títulos nacionais e internacionais de concursos de dança. É professora universitária do Centro Educacional Barão de Mauá em Ribeirão Preto e da Universidade de Franca (Unifran) e diversas escolas de balé. Desde 2018, é professora do curso de balé da Alma – Academia Livre de Música e Artes, de Ribeirão Preto.
EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.