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O projeto"Fios, agulhas e memórias" , idealizado pelo ponto de cultura de Malacacheta AMAI, é um registro sensível sobre o trabalho das bordadeiras e rezadeiras da cidade de Malacacheta em Minas Gerais. A propostainclui oficinas de artesanato, exposição do material produzido e a produção de um videoarte, circulando por cidades do sertão mineiro.
Oficinas: Teias criativas: São oficinas de criação de peças artesanais, usando fios, linhas, tecidos, tintas, serão ensinadas técnicas de tricô, fuxico, crochê, macramê. Serão abertas 4 turmas com 20 vagas. A produção resultante das oficinas passará por uma curadoria para serem parte da exposição “Entre Linhas e agulhas”. A proposta é construir um acervo de até 100 peças. Teias criativas itinerante: Circular com as oficinas de fuxico e tapeçaria, pois estas possibilitam o ensino da arte manual, mas também criar peças que possam ficar no local como acervo, expostas ao público. Videoarte: Queremos registrar a história das rezadeiras de Malacacheta, são mulheres com mais entre 80 e mais de 90 anos, onde a contagem do tempo não existe mais, e para mostrar às próximas gerações a figura social que é a rezadeira no nosso imaginário.
Apresentação: "A linha que se borda sonhos, é a mesma que costura a vida. " Edna Frigato "A história oral é uma história construída em torno de pessoas. Ela lança a vida para dentro da própria história e isso alarga seu campo de ação" (THOMPSON, 1992, p. 44). Mulheres _ idosas ou jovens e bordadeiras narram suas histórias de vida e falam de suas criações com fios e tecidos. O bordado é memória que ressoa de uma geração à outra, que se materializa por meio da agulha e do tecido. A dimensão corporal das memórias femininas se faz nos bordados, que se constituem no cotidiano, nas relações familiares, na escola; criados para embelezar e amenizar as desigualdades da dinâmica social da vida, para vestir a família, e proteger as paredes das casas, transmitem valores sociais, morais e culturais de uma determinada sociedade em um determinado momento histórico cultural. No tear que tece a nossa vida, não há pontas soltas. Todos os fios estão entremeados entre si e revestidos de significado, assim é o fio que tece a vida, reveste de poesia, ora dura demais, outras responsáveis por nos fazer mover. Na cidade de Malacacheta moram as bordadeiras da Associação Amai, algumas delas também conhecidas como benzedeiras, o fio que as une é um só, a criatividade e habilidade, tecem peças lindas de artesanato, contando e gerando histórias com as mãos. Destaca-se ainda, o fato de que elas tecem juntas, coletivamente, criando um elo afetivo e colaborativo para as agruras que a vida nos impõe. O risco é o primeiro gesto para bordar. É a base do bordado, envolve o desenho e a composição da criação. Agulha, linha e tecido congregam-se em gestos repetitivos, transformando o algodão em manifestação artística, estimulando o compartilhamento de saberes e fazeres de técnicas artesanais de crochê, tricô, fuxico, macramê e tapeçaria. O projeto "Fios, agulhas, memórias" objetiva proporcionar para estas artesãs a possibilidade de criar com liberdade, expor o trabalho realizado, receber o reconhecimento público, como manifestação cultural artística popular, que é. Assim, propõe-se as seguintes ações: Teias criativas: São oficinas de criação de peças artesanais, usando fios, linhas, tecidos, tintas, serão ensinadas técnicas de tricô, fuxico, crochê, macramê. Serão abertas 4 turmas com 20 vagas. A produção resultante das oficinas passará por uma curadoria para serem parte da exposição "Entre Linhas e agulhas". A proposta é construir um acervo de até 100 peças. "Entre linhas e agulhas": os trabalhos confeccionados nas oficinas serão expostos para comunidade local, para visitação e para aquisição. Uma outra forma de exposição, inspirada no artista Vick Muniz, onde o lixo vira obra de arte, aqui a obra de arte gera outra obra de arte, só que em tela, será a exibição do acervo fotográfico do processo, que inclui pessoas, expressões, tecidos, espaços, e o próprio artesanato. Serão coletados registros em todas as cidades visitadas. Assim, a exposição física será feita na cidade de Malacacheta, e a exposição fotográfica irá circular pelo sertão mineiro e nordestino, partilhando histórias que serão identificadas como suas, por outras mulheres. Na circulação Teias criativas itinerante, duas oficinas, uma de fuxico e outra de tapeçaria, construindo painéis que ficarão no acervo do espaço onde estas serão realizadas. Serão 5 cidades do sertão mineiro. Neste projeto estamos falando de memórias, neste sentido, como citado anteriormente, algumas das bordadeiras também são rezadeiras, e esta é também uma manifestação cultural popular, estamos propondo um videoarte a partir da oralidade destas mulheres. Assim, a preservação da memória da cultura das Rezadeiras, contar a história destas mulheres, que desempenharam e desempenham um papel catalizador, se faz necessária. A rezadeira atua como uma figura pertencente às singularidades da região e, normalmente, pertence à comunidade que a busca. Sua realidade revela características peculiares socioculturais do território determinado. Nesse sentido, Alexandre (2006) reconhece a rezadeira ou benzedeira como uma figura cultural familiar e religiosa, voltada para solucionar problemas cotidianos, e que veem o seu ofício como um dom, no qual Deus é o responsável por curar, e elas, instrumentos intermediários para que a cura se revele. O registro será feito no formato videoarte, com o objetivo de dar a elas a oportunidade de viverem a experiência moderna da plasticidade, de serem artistas, usar os elementos da fotografia atravessada pelo tempo, porém, mergulhada em novas tecnologias. O processo de entrevistas em profundidade, dará o tempo necessário para fluir a espontaneidade, os "causos", as experiências, de pesquisar cada história e as pessoas que estão em cada núcleo deste acontecimento, trazendo para a cena os netos, bisnetos de sangue e aqueles que elas chamam de "filhos do afeto". Ao contar a história destas mulheres, revelamos ciclos sociais, produção de saberes e tradições, queremos dar voz, ao mesmo tempo que destacamos diálogos intergeracionais, como estas histórias são assimiladas pelas juventudes, que podem ser netos, bisnetos, para algumas delas até tataranetos. É um movimento que pode ressignificar o olhar dos mais jovens para sua ancestralidade, compreendendo os paradigmas criados e a força das mulheres que incorporaram a missão de serem rezadeiras, do poder que este universo tem sobre a formação e orientação moral dos comportamentos. A partir da execução deste registro, será possível produzir rodas de conversa para sua exibição, como espaço de formação e transmissão da cultura popular afro-brasileira. As rezadeiras são pessoas simples, já com idade superior aos setenta anos, algumas com mais de noventa anos, semialfabetizadas ou não alfabetizadas, detentoras de um saber popular irreprodutível, que ocupou um papel importante na dinâmica da vida social em seus municípios na zona rural, até mesmo na capital mineira, junto com as parteiras. Ocupam a memória afetiva de centenas de famílias. Em Malacacheta, Dona Rita, Dona Francisca ( a dona Chiquinha), Dona Maria da Conceição ( a Lia), a Preta que é a Maria do Carmo, a mãe da Rose, estão entre as rezadeiras conhecidas, que carregam uma história de luta, de se afirmarem enquanto mulheres, matriarcas, mulheres negras e são importantes na medida em que contamos suas histórias, contamos a história da cidade. Objetivos gerais ** Proporcionar infraestrutura para realizar as oficinas de artesanato "Teias criativas" , podendo ao final expor os produtos confeccionados para a comunidade local. ** Circular Teias Criativas itinerante com as oficinas, realizando registro fotográfico das obras. ** Criar um videoarte de 30 minutos a partir da história e relações das rezadeiras de Malacacheta,permitindo que surjam espaços de formação com rodas de conversa e transmissão da cultura popular afro-brasileira Objetivos específicos: ** Reunir mulheres de 70 anos a 90+, que se tornaram rezadeiras e ao longo de suas vidas se transformaram em parte da história de muitas famílias de Malacacheta.** Criar um evento artístico e cultural para exibição do videoarte com rodas de conversa, acerca do registro das rezadeiras. Serão 3 exibições comentandas. ** Circular com duas oficinas distintas por 5 cidades do sertão mineiro Expor o trabalho realizado nas oficinas. ** Disponibilizar 20 vagas em cada oficina, perfazendo um total de 100 vagas para o projeto como um todo.
Justificativa cultural (...) o valor das coisas não pode ser superior ao valor da relação e o simbolismo é fundamental para a vida social. Marcel Mauss, 2005. Quando colocamos um projeto à luz da sociologia ou da antropologia, é possível compreender cada elemento como constitutivo no desenvolvimento cultural de uma sociedade, a importância simbólica na própria construção objetiva da estrutura social, são dois lados de uma mesma moeda. E ao compreender este contexto, também nos deparamos com a seriedade dos registros em vídeo, em fotos, é a nossa história que poderá ser contada ou lida por outras gerações. A experiência passada é salutar para ressignificar o presente e tomar decisões que irão impactar futuros. Marcel Mauss compreendeu que a sociedade é primeiramente instituída por uma dimensão simbólica, e que existe uma estreita ligação entre o simbolismo e a obrigação de dar, receber e retribuir em todas as sociedades, independentemente de as mesmas serem modernas ou tradicionais. Nele, esclarece Camile Tarot, "o simbolismo não constitui um território balizado, mas uma terra de exploração; trata-se de um continente a descobrir e a rememorar, algumas vezes uma terra a exumar, como o dom" (Tarot, 1998: 25). A sociologia de Mauss, ao dar ênfase à ideia de uma totalidade que não é mera representação objetivista, mas simbólica, desfaz esses dogmas dualistas e separatistas. Sendo a sociedade um todo integrado por significações circulantes (gestos, risos, palavras, presentes, sacrifícios, etc.), a análise sociológica da realidade social deve não apenas considerar os múltiplos signos/símbolos que articulam os atores e as instituições sociais em uma única e mesma rede, mas, para isso, a análise crítica deve estar aberta a uma compreensão complexa da experiência. Tal perspectiva de uma totalidade que é ambivalente implica dizer que a criação do vínculo social ocorre no interior das práticas sociais, "desde seu meio, horizontalmente, em função do conjunto de inter-relações que ligam os indivíduos e os transformam em atores propriamente sociais". A arte é uma ferramenta lúdica, que permite um diálogo horizontalizado, democrático, leve, incorporando novos agentes nesta dinâmica, mostrando que todas as pessoas assumem ao longo da sua vida, papéis sociais diferentes, e que neste momento singular e especial, dará às rezadeiras o lugar de artistas, de protagonistas. A cidade de Malacacheta será palco de histórias lindas, atravessadas também pela dor, pela superação, que merecem ser contadas, registradas. Para tanto, dada a precariedade social e econômica, recorremos ao mecanismo para viabilizar, para minimamente pagar estas artesãs, um antropólogo, que possa dar viabilidade ao projeto e assim compor o patrimônio cultural material e imaterial de Minas Gerais. As ações formativas, oficinas, roda de conversas, e ações que visem a transmissão de conhecimento das diversas referências populares e tradicionais de matriz africana e negra é o objeto central deste projeto. A produção de um videoarte é o uso de uma ferramenta que facilite a roda de conversa, a transmissão da experiência do saber popular pela oralidade. O Brasil tem um sincretismo religioso que coloca as rezadeiras dentro do campo do que chamamos de encantarias, utilizamos o conceito de encantado ou encantaria como "enunciado sob o vértice das práticas mágico-religiosas, tendo inúmeras particularidades e que estão sob constante transformação, formando a religião brasileira ou religião dos encantados" (Prandi, 2004, p. 7-9). A vocalidade local será considerada no campo das vocalidades afro-brasileiras, que onde se encontra os terços e rezas, que por serem mulheres negras, idosas, carregam muito conhecimento acerca de todo este simbolismo das rezadeiras, que fazem parte do patrimônio cultural de Minas Gerais. Por fim, o projeto se insere no bojo da cultura imaterial, por mais que proponha oficinas, exposição , mesmo este momento compõe este universo dos saberes populares, de transmitir conhecimento pela oralidade, pela manualidade, pela poesia com que constroem cada ponto cruz, cada fuxico. Queremos preservar estes momentos, dar a estas mulheres a oportunidade de serem conhecidas por seu talento, leveza e sabedoria. Seguindo orientações da IN 2023, segue abaixo os incisos em que a proposta se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
não se aplica
Oficinas de artesanato (produto principal) Acessibilidade física no aspecto arquitetônico: os espaços escolhidos para as oficinas, exposição dos trabalhos realizados, tem espaços reservados para cadeirantes e pessoas com obesidade, rampas de acesso. Acessibilidade visual : Audio descrição antes de cada atividade, placas indicativas em braile, cartilha explicativa em braile disponível com a produção. Acessibilidade auditiva: Tradução em libras nas ações presenciais e em todo material enviado para internet. Acessibilidade intelectual: Protetores de ouvido, óculos escuros descartáveis, caso seja necessário. Vídeoarte ( produto secundário) Acessibilidade visual : Audio descrição antes de cada atividade, placas indicativas em braile, cartilha explicativa em braile disponível com a produção. Acessibilidade auditiva: Tradução em libras nas ações presenciais e em todo material enviado para internet.
** No projeto, todo processo é registrado, o cotidiano das oficinas, do oficio de bordar, criar, tecer, as falas que acontecem diariamente, que serão editados e disponibilizados nas nossas redes sociais. ** A segunda ação, que será uma novidade, é o transporte para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos,para que possam visitar a exposição, conhecer de perto o trabalho dessas mulheres poderosas e assistir a exbição do videoarte. Para atender aos artigos citados abaixo: Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso:III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; Art. 28. IN nº 01/2023. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
Maria das Dores Da Costa Souza ( responsável pelo técnico financeiro do projeto, artesã e oficineira) ocupação profissional: Lavradora. Experiência artistica: Artesã, trabalha com manualidade, pintura em tecido, fuxico, tapetes, atualmente como presidente da AMAI - Associação de Malacacheta , coordena as oficinas de mulheres com 50+ , os trabalhos são expostos no espaço da própria associação. O trabalho desenvolvido tem um caráter de inclusão social, acolhe mulheres idosas que possuem habilidqades artísticas, mas perderam a auto estima e autonomia criativa. Reginaldo Morais de Carvalho ( produtor e colaborador intelectual da AMAI) Formação acadêmica: licenciatura em Filosofia e História Experiência na área cultural: Responsável pela dinâmica de produção da AMAI que é ponto de cultura, ex-Secretário de Cultura da cidade de Malacheta. Elabora projetos, cuida da gestão de pessoas , contratações, orçamentos. Regina Moura ( gestora cultural) Formação acadêmica: Licenciada e Mestre em Ciências Sociais pela PUC MINAS, diretora de produção com registro profissional no SATED MG desde 2005, DRT 6605 Experiência artística profissional: Comecei minha carreira em 2001 como professora de dança no Projeto BH Cidadania e Arena da Cultura em Belo Horizonte, posteriormente integrei a equipe da Cia Seráquê também como professora de dança, em seguida como produtora, onde fiquei por cinco anos. 2006,2007, fui produtora da Mimulus Cia de Dança, responsável pela produção dos espetáculos, elaboração e gestão dos projetos aprovados nas leis de incentivo. 2007 até 2018, fui produtora do Grupo de Dança Primeiro Ato, onde coordenava a produção, construção de agenda dos espetáculos, elaboração captação dos projetos. 2018 até hoje: criei a Moura Projetos Artísticos e Culturais, foquei na elaboração e escrita de projetos, passando a atender artistas da música, da dança, do teatro, audiovisual e artes plástica, montei um curso online de produção cultural durante a pandemia para auxiliar artistas na submissão de projetos nos editais de auxilio emergencial, dei mentorias. Este ano registrei a empresa como PJ e sigo sendo gestora de mais de doze artistas dentro de Belo Horizonte, onde cuido dos projetos, assessoria de execução e prestação de contas. Na minha trajetória, tive a oportunidade de produzir nos principais grandes teatros do país, Brasilia, Curitiba, Salvador, Manaus, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Aracaju, Recife, Florianópolis, Espirito Santo. Festivais nacionais e internacionais, Argentina, Uruguai, Paraguai, Espanha (FIT DE CADIZ), Circuito de Artes do Sesc SP por três vezes. A experiência de produção de grandes espetáculos me deu a confiança de abrir minha própria empresa de produção, além da capacidade de captação de recursos que é fruto de um trabalho intenso de articulação politica e no setor privado.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.