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PRONAC 235651ArquivadoMecenato

Manoel de Oliveira: o cinema da inquietude

CONDE DE IRAJA PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 438,2 mil
Aprovado
R$ 438,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-01-17
Término
2024-10-31
Locais de realização (3)
Brasília Distrito FederalRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

A proposta visa a realização da mostra "Manoel de Oliveira: o cinema da inquietude", que exibirá vinte e seis filmes do principal cineasta português _ e um dos maiores do cenário contemporâneo. Ela acontecerá em Brasília, em São Paulo e no Rio de Janeiro, durante um período de três a quatro semanas em cada cidade. O evento oferecerá também um curso sobre o cinema de Manoel de Oliveira, um debate sobre a vida e a obra do cineasta e, como contrapartida social, serão realizados sessões acompanhadas de debates para a rede pública de ensino.

Sinopse

Não se aplica. Gostaríamos, contudo, de pontuar que, em acordo com a classificação indicada no Guia Prático – 2012 da Secretaria Nacional de Justiça/MJ, a classificação indicativa etária para os filmes da mostra é de 14 anos.

Objetivos

Objetivo geral A mostra "Manoel de Oliveira: o cinema da inquietude" possui como principal objetivo a realização de uma ampla retrospectiva do cineasta português. Exibiremos 26 filmes do cineasta português, pontuando as diversas fases de sua obra, do cinema mudo ao contemporâneo, de modo que o espectador do CCBB possa ter um panorama de uma cinematografia que se inicia em 1931 e alcança as primeiras décadas deste milênio. Paralelamente, pretende-se atualizar a sua obra por meio de reflexões, debates, curso e uma interação constante entre críticos, acadêmicos, a imprensa e os espectadores da mostra. O objetivo geral da mostra, portanto, é tanto o de render uma revisão precisa dessa pujante obra assim como ofertar uma atualização da sua importância no complexo cenário do cinema contemporâneo. Objetivos específicos O projeto se divide nas seguintes frentes: 1) Realização da mostra cinematográfica Manoel de Oliveira: o cinema da inquietude A mostra cinematográfica "Manoel de Oliveira: o cinema da inquietude" pretende exibir 26 filmes dirigidos por Manoel de Oliveira, durante aproximadamente 4 semanas nas cidades do Rio de Janeiro, Sa~o Paulo e Brasi´lia. Todas as sesso~es da mostra sera~o acompanhadas por um produtor local e alguns filmes da mostra sera~o exibidos em co´pias de peli´cula. Todas as sessões serão gratuitas. A mostra prevê uma sessão inclusiva de algum filme do diretor português, com audiodescrição, tradução em libras e legendagem descritiva. Esperamos atingir algo em torno de 5 mil espectadores _ 2 mil em SP, 2 mil no RJ e 1 mil em DF. Os filmes que pretendemos exibir na mostra "Manoel de Oliveira: o cinema da inquietude" sa~o os seguintes: Douro, Faina Fluvial (1931) O Pintor e a cidade (1956) A Caça (1963) O velho do restelo (2014) O Pão (1959) Aniki-bobó (1942) Acto da Primavera (1963) O passado e o presente (1971) Amor de perdição (1978) Visita ou memória e confissões (1982) Os Canibais (1988) Non ou A Vã Glória de Mandar (1990) Vale Abraão (1993) A caixa (1994) O Convento (1995) Viagem ao princípio do mundo (1997) Inquietude (1998) A Carta (1999) Palavra e Utopia (2000) Vou para Casa (2001) Porto da minha infância (2001) O princípio da incerteza (2002) Um Filme Falado (2003) Cristovão Colombo _ O enigma (2007) Singularidades de uma rapariga loira (2009) O estranho caso de Angélica (2010) 2) Realização de debates A mostra prevê a realização de 1 debate em cada praça com a presença de críticos e professores de cinema e a mediação dos curadores do evento. Os mediadores deverão incentivar os palestrantes (ainda a serem contratados) a falarem sobre suas respectivas relações com o cinema de Manoel de Oliveira, sobre a singularidade, a importância e o legado da filmografia do português. Ao final, eles abrem para perguntas. Os debates serão gratuitos e deverão durar algo em torno de 2 horas. Esperamos alcançar 180 pessoas - 60 em cada um dos 3 debates. Os debates terão tradução de libras simultânea. 3) Realização de 1 curso/oficina/workshop A mostra oferecerá um breve e gratuito curso sobre a vida e a obra de Manoel de Oliveira. Não se trata de um curso de formação ou treinamento. É uma atividade muito mais educativa, preocupada com a reflexão em torno deste grande cineasta. O curso será divido em 3 encontros de mais ou menos 2 horas. O crítico e professor Sérgio Alpendre conversará com os inscritos sobre o cinema português, o cinema clássico, a passagem para o cinema falado, os temas e estilo de Manoel de Oliveira. Ao longo dos encontros, trechos de filmes serão exibidos e os inscritos serão incentivados a fazer perguntas e comentários. Esperamos algo em torno de 180 inscritos - 60 em cada um dos dias e dias do curso. O curso terá tradução de libras simultânea. 4) Realização de uma sessão seguida de debate como contrapartida social A mostra organizará uma sessão seguida de debate com alunos da rede pública. Um crítico/professor será contratado. Ele fará uma breve introdução ao filme e, logo após a sessão, se dará um debate com os alunos sobre o longa e a vida e obra de Manoel de Oliveira. Esperamos atender 500 alunos - 200 em SP, 200 no RJ e 100 em DF. Nós acreditamos que uma sessão seguida debate com curador, para um público que muitas vezes sequer esteve em uma sala de cinema, que dirá debateu sobre as qualidade e defeitos de um filme, tem um enorme potencial formativo. A contrapartida social prevista prevê capacitação de jovens da rede pública, alimentando o gosto pelo cinema, a capacidade analítica dos alunos e alunas, promovendo a produção e a reflexão sobre a sétima arte, e apresentando-os uma alternativa às suas carreiras profissionais. ...... Vale reforçar que este projeto não diz respeito a um Festival, mas a uma retrospectiva de um cineasta. Todas as atividades e produtos descritos versão sobre a vida e a obra de Manoel de Oliveira, embora os debates, os cursos e as contrapartidas sejam bem diferentes entre si. O debate tem a presença de professores, críticos e cineastas (além da mediação dos curadores) e é um espaço mais informal, no tom de uma conversa sobre a vida e obra do cineasta, entre perguntas e respostas, entre plateia, palestrantes e mediador. É completamente diferente do curso, que se define por algo mais estruturado e aprofundado sobre a carreira de Manoel de Oliveira. São 3 dias de curso, em que, seguindo um plano pré-elaborado, um professor versará sobre a trajetória, as influências, os filmes, a forma de trabalho e a estética deste importante cineasta. A contrapartida, por sua vez, se singulariza por ser uma sessão seguida de debate e ter como público alvo adolescentes do ensino médio público. O debate, portanto, exigirá do curador mais informalidade, todo um vocabulário mais acessível e muito jogo de cintura, além de acabar se restringindo ao filmes específico exibido antes do bate-papo.

Justificativa

A necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para financiamento da mostra "Manoel de Oliveira: o cinema da inquietude" enquadra-se nos seguintes incisos do Art 1o. da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Em relação em Art 3o. da referida norma, serão alcançados os seguintes objetivos: Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; É necessário dizer que o Centro Cultural Banco do Brasil somente patrocina projetos previamente aprovados na Lei Rouanet. Poucos cineastas atravessaram o século do cinema como Manoel de Oliveira. Não se trata apenas de um artista longevo, que, durante os seus cento e seis anos vividos, foi testemunha das grandes e principais transformações da sétima arte. Assistir ao conjunto da obra de Oliveira oferece um prisma ímpar, um índice, um pujante testemunho do teor dessas mudanças. Do cinema mudo aos pilares do neo-realismo europeu. Da consolidação do cinema de autor, num contexto europeu, do pós-guerra, às grandes adaptações históricas e literárias dos anos setenta. Das revisões críticas à colonização portuguesa até a busca pela delicadeza das origens culturais do seu país. Por demais versátil, e serenamente inesgotável, a obra de Manoel de Oliveira fez da inquietude um gesto que coliga os seus mais diversos filmes. Clássico e moderno. Crítico contumaz e atento à preservação de certos valores e tradições. Cineasta da palavra e amante dos mistérios da imagem, sua obra espelha, numa ampla gama de facetas, a complexidade da experiência cinematográfica. A mostra Manoel de Oliveira: o cinema da inquietude será a primeira retrospectiva do diretor português a ocorrer no Brasil nos últimos 17 anos. A primeira, também, desde seu falecimento, em 2015. Como se trata de um dos principais cineastas da história do cinema, considera-se que o Centro Cultural do Banco do Brasil seja o local ideal para abrigar essa mostra, essa justa homenagem que oferece a possibilidade de revisão da sua obra. Trata-se de uma oportunidade única para que espectadores e cinéfilos de São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro possam descobrir, ter contato, rever e mesmo revisar com mais cautela os principais filmes do cineasta português. Além de ser inédita, a mostra possibilitará uma efetiva circulação nacional do nome de Manoel de Oliveira, já que todas as retrospectivas anteriores foram circunscritas a algumas cidades e tiveram São Paulo, a capital, como um dos seus principais polos de difusão. A mostra Manoel de Oliveira: o cinema da inquietude também justifica-se por não se restringir à mera exibição dos seus filmes. Com esse viés, realizaremos debates que enfatizem os contrastes e paradoxos arquitetados pela cinematografia de Oliveira. Seja nos debates presenciais, seja no curso, pretende-se propiciar encontros entre críticos e acadêmicos que chamem a atenção para aspectos anacrônicos, polêmicos e também conceitos sintéticos sobre a obra do cineasta português. Juntamente, portanto, à divulgação da sua obra almeja-se provocar, indagar e perscrutar. Como se inquietação passasse tanto pela homenagem, pelo reconhecimento da tradição, mas também como uma forma de conversar, tal como ocorre no seu Cinema Falado (2003). Por que, portanto, ver e acompanhar hoje, em pleno 2020, uma obra como a de Manoel de Oliveira? Embora inicialmente essa questão soe apenas como retórica, ela pode apontar para aspectos imprescindíveis da necessidade de revermos e revisarmos o cineasta português. Com essa questão, pretendemos, ressaltar alguns aspectos estéticos, políticos, formais e cinematográficos que não costumam ser, à primeira vista, percebidos por um espectador dos filmes de Oliveira. Enfatizaremos sobretudo o seu rigor estético, a sua sofisticada e atualíssima encenação que ainda precisa ser retida com mais calma para ser melhor transmitida às próximas gerações. Por fim vale lembrar que Manoel de Oliveira foi um dos cineastas mais celebrados durante a sua carreira e que possui um notável reconhecimento mundial. Em 1998, por exemplo, a revista Cahiers du Cinema elogiava seu estilo livre, soberano e sua encenação que desafiava todos os decoros cinematográficos. O célebre crítico Serge Daney chegou a afirmar que Oliveira era o maior cineasta do seu tempo. O jornal The Guardian defende que Oliveira estava "entre os artistas mais originais e profundos atuando no meio cinematográfico". A mostra Manoel de Oliveira: o cinema da inquietude justifica-se como um empenho para que esse reconhecimento e a magnitude dessa obra seja efetivamente sedimentada na cultura cinematográfica brasileira.

Estratégia de execução

O projeto não possui aquisição de material permanente. Questões referentes a bens históricos não se aplicam a esta proposta. Estamos anexando à proposta o resultado do edital de patrocínio do Centro Cultural Banco do Brasil em que a mostra “Manoel de Oliveira: o cinema da inquietude” foi selecionada. Os beneficiários das passagens previstas em orçamento são: Julio Bezerra (coordenador geral): Campo Grande/MS – Rio de Janeiro/RJ; Campo Grande/MS – São Paulo/SP; Campo Grande/MS – Brasília/DF Rodrigo Sombra (curador): Rio de Janeiro/RJ – São Paulo/SP; Rio de Janeiro/RJ – Brasília/DF Pablo Gonçalo (curador): Brasília/DF – Rio de Janeiro/RJ; Brasília/DF – São Paulo/SP

Especificação técnica

Vale reforçar que este projeto não diz respeito a um Festival, mas a uma retrospectiva de um cineasta. Todas as atividades e produtos descritos versão sobre a vida e a obra de Manoel de Oliveira, embora os debates, os cursos e as contrapartidas sejam bem diferentes entre si. O debate tem a presença de professores, críticos e cineastas (além da mediação dos curadores) e é um espaço mais informal, no tom de uma conversa sobre a vida e obra do cineasta, entre perguntas e respostas, entre plateia, palestrantes e mediador. É completamente diferente do curso, que se define por algo mais estruturado e aprofundado sobre a carreira de Manoel de Oliveira. São 3 dias de curso, em que, seguindo um plano pré-elaborado, um professor versará sobre a trajetória, as influências, os filmes, a forma de trabalho e a estética deste importante cineasta. A contrapartida, por sua vez, se singulariza por ser uma sessão seguida de debate e ter como público alvo adolescentes do ensino médio público. O debate, portanto, exigirá do curador mais informalidade, todo um vocabulário mais acessível e muito jogo de cintura, além de acabar se restringindo ao filmes específico exibido antes do bate-papo.

Acessibilidade

MOSTRA A mostra terá uma sessão inclusiva com tradução em Língua Brasileira de Sinais (Libras) e audiodescrição por praça, além de todos os filmes serem exibidos com legendas descritivas. O proponente sublinha, contudo, a impossibilidade de oferecer audiodescrição e Libras em todas as sessões da retrospectiva. São duas as principais razões. Em primeiro lugar, o serviço de audiodescrição é bem especializado e seu valor é alto. Aplicá-lo a todas as sessões inviabilizaria a própria realização do evento. Em segundo, em sessões com audiodescrição e Libras, uma série de adaptações ao espaço precisam ser realizadas (como, por exemplo, em relação à iluminação da sala de exibição) que acabam prejudicando a experiência cinematográfica para os demais espectadores. Dessa forma, os próprios patrocinadores de mostras realizadas pela proponente não aprovam que todas sessões seja feitas desse jeito. CURSO O Curso (1 por cidade) é gratuito e terá tradução simultânea na Língua Brasileira de Sinais (Libras). DEBATE O Debate (1 por cidade) é gratuito e terá tradução simultânea na Língua Brasileira de Sinais (Libras). CONTRAPARTIDA SOCIAL A sessão (1 por cidade) seguida de debate que será oferecida a alunos da rede pública como contrapartida social do projeto. Ônibus serão oferecidos para o transporte dos adolescentes e professores. Também ofereceremos a tradução simultânea na Língua Brasileira de Sinais (Libras). Todos os produtos acima especificados serão realizados em um local com as seguintes medidas de acessibilidade: * Rampa de acesso às salas de exibição; * Cadeiras reservadas nas salas de exibição; * Sanitários adaptados. * Na Planilha orçamentária, as rubricas de Intérprete de Libras, legendagem descritiva e Serviço de Audiodescrição cobrem as despesas com as medidas de acessibilidade previstas. * Todo material de divulgação gerado pelo projeto conterá informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para as atividades oferecidas.

Democratização do acesso

1) A Mostra A mostra oferece à população a oportunidade de ter contato com a produção cinematográfica de Manoel de Oliveira, um dos cineastas mais importantes do cinema contemporâneo. A mostra prevê uma sessão inclusiva de algum filme do diretor Manoel de Oliveira, com audiodescrição, tradução em libras e legendagem descritiva. Todas as sessões serão projetadas com legendas descritivas – não haverá transmissão online. Para a mostra, esperamos um público total de 2mil e 800 pessoas – 1 mil em São Paulo, 1 mil no Rio de Janeiro e 800 em Brasília. Os ingressos serão divididos da seguinte maneira: SÃO PAULOQUANTIDADE TOTAL DE INGRESSOS: 1000PROPONENTE: 50%Preço unitário: R$ 10 (250 interia e 250 meia)PREÇO POPULAR: 20%Preço unitário: R$ 5 (100 inteira e 100 meia)DISTRIBUIÇÃO GRATUITA: 30%Divulgação: 100Patrocinador: 100População: 100 RIO DE JANEIROQUANTIDADE TOTAL DE INGRESSOS: 1000PROPONENTE: 50%Preço unitário: R$ 10 (250 interia e 250 meia)PREÇO POPULAR: 20%Preço unitário: R$ 5 (100 inteira e 100 meia)DISTRIBUIÇÃO GRATUITA: 30%Divulgação: 100Patrocinador: 100População: 100 BRASÍLIAQUANTIDADE TOTAL DE INGRESSOS: 800PROPONENTE: 50%Preço unitário: R$ 10 (200 interia e 200 meia)PREÇO POPULAR: 20%Preço unitário: R$ 5 (80 inteira e 80 meia)DISTRIBUIÇÃO GRATUITA: 30%Divulgação: 80Patrocinador: 80População: 80 2) Debate O projeto contará com a realização de um debate (com interprete de LIBRAS) por cidade, cada um com a presença de dois críticos e/ou professores e mediação da curadora, onde serão discutidos de forma breve a importância e o legado da obra de Manoel de Oliveira - ao final os palestrantes irão responder perguntas do público em geral. O debate terá duração de mais ou menos 2 horas. Para os debates, esperamos algo em torno de 120 inscritos - 40 em cada uma das cidades. O debate ocorre em sala de cinema no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Brasília. Será gratuito e acompanhado de tradução simultânea de linguagem dos sinais (LIBRAS). O debate será gravado e disponibilizado gratuitamente na Internet (Youtube). 3) Curso O projeto também ofertará um curso - esperamos algo em torno de 120 inscritos por cidade. Não se trata de um curso de formação ou treinamento. É uma atividade muito mais educativa, preocupada com a reflexão em torno deste grande cineasta. O curso é gratuito, acompanhado de tradução simultânea de linguagem dos sinais (LIBRAS) (não haverá transmissão online) e será realizado em sala de cinema no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.O curso será divido em 3 encontros, com as seguintes características:A carga horária do curso é de 6 horas (2 horas por dia). Público-alvo: Aberto ao público geral, com 50% destinados a estudantes e professores de instituições públicas de ensino por dia.Conteúdo programático: O cinema português. Do cinema mudo aos pilares do neo-realismo europeu. Da consolidação do cinema de autor, num contexto europeu, do pós-guerra, às grandes adaptações históricas e literárias dos anos setenta. Das revisões críticas à colonização portuguesa até a busca pela delicadeza das origens culturais do seu país. O cinema clássico, moderno e contemporâneo. A estética, as preocupações, as influências e o legado de Manoel de Oliveira. Professor do curso: Sérgio AlpendreCrítico de cinema, professor, pesquisador e jornalista. Pós-graduando em cinema pela USP. Editor e fundador da Revista Interlúdio. Foi redator da Contracampo de 2000 a 2010. Colaborou para diversos veículos, incluindo Foco, Taturana, Cadernos Mais e Ilustrada (Folha de S. Paulo), Cineclick e revistas Bravo e MOVIE. Foi curador das mostras Retrospectiva do Cinema Paulista e Tarkovski e Seus Herdeiros, para as quais editou também os catálogos. Foi editor da 4ª edição da Revista da Programadora Brasil. Atualmente é redator do UOL Cinema e colaborador do Guia Folha (livros, discos, filmes). Ministra cursos de história do cinema e oficinas de crítica por todo o Brasil. 4) Contrapartida A contrapartida consiste em sessões gratuitas para estudantes da rede pública seguidas de debate com os curadores da mostra. Esperamos atender 110 estudantes por estudante – somando um total de 330 pessoas. No debate, os curadores vão conversar com os alunos sobre a vida e a obra de Manoel de Olivera, bem como também sobre o período do cinema mudo em Portugal e as facetas clássica, moderna e contemporânea de Manoel de Oliveira. Por fim, a conversa foca no filme previamente visto pelos alunos. A ideia é incentivá-los a fazer perguntas. A ação, somando a sessão e o debate, terá a duração total de 3 horas. A sessão seguida de debate será gratuita. Será oferecido a escola convidada tanto um ônibus para a locomoção de estudantes e professores, bem como o serviço de tradução simultânea de linguagem dos sinais (LIBRAS) - não haverá transmissão online. Prevemos a adoção das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; O debate será disponibilizado gratuitamente no Youtube, bem como a Vinheta da mostra e trailers dos filmes programados. Além disso, será permitido que espectadores façam registros do evento e compartilhem online sem autorização prévia por parte do proponente.

Ficha técnica

Curadoria Pablo Gonçalo Curador, crítico e professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília, UnB. É autor dos livros "O cinema como refúgio da escrita: roteiros e paisagens em Peter Handke e Wim Wenders (Annablume, 2016) e “Hollywood de papel: roteiros não filmados de Ben Hecht, Billy Wilder e Frances Marion” (Zazie, 2022). Em 2019 foi Fulbright Visiting Scholar da University of Chicago. Entre 2014 e 2016 participou da comissão curatorial do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Possui publicações em periódicos como Folha de São Paulo, Revista 451, revistas acadêmicas brasileiras e internacionais, como o Journal of Screenwriting, La Furia Umana e Senses of Cinema. Rodrigo Sombra Professor do curso e Audiovisual da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). Doutor em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com estágio sanduíche pela NYU (New York University). Concluiu seu mestrado em estudos de cinema pela San Francisco State University, Califórnia. Atua como pesquisador, curador e jornalista. Foi curador da mostra “The Open Boat – Cinema and the Maritime Imaginary” (2015), realizada no Coppola Theatre, San Francisco, Califórnia, e da retrospectiva “O Cinema de John Akomfrah – Espectros da Diáspora” (2017-2018), nos museus do CCBB em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Colaborou com textos para veículos como Folha de São Paulo, Carta Capital, Piauí e O Globo. Coordenação geral Julio Bezerra (Sócio da empresa proponente) É professor do curso de Audiovisual e do PPGCOM da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS). Fez estágios pós-doutorais na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e na Columbia University. Autor de Documentário e jornalismo: Propostas para uma cartografia plural (Garamond, 2014) e A eterna novidade do mundo: especulações sobre um certo cinema contemporâneo (Garamond, 2019). Repórter e crítico de cinema, colaborou com uma ampla gama de publicações (Revista Programa, Revista de Cinema, Bravo!, Mosh, Cinética etc.). Curador e produtor de diversas retrospectivas, como as de Abel Ferrara (CCBB, 2012), Samuel Fuller (CCBB, 2013), David Lean (2015), Jean Renoir (CCBB, 2016), Spike Lee (2018) e Scorsese (2019). Coproduziu e codirigiu a série Esquinas para o Canal Brasil (Globosat), dirigiu os curtas E agora? (2014) e Pontos corridos (2017), e produziu o longa Tokio Mao (2019), de Marina Pessanha. Produção Executiva José de Aguiar (Sócio da empresa proponente) Diretor de arte, diretor e produtor de cinema e TV há mais de 15 anos. Atua há mais de 11 anos como curador, coordenador geral e produtor executivo de mostras de cinema em diversos centros culturais, como as retrospectivas dos cineastas Abel Ferrara, Samuel Fuller, Oscar Micheaux, Francis Ford Coppola, David Lean, Renoir, Cocteau, Antonioni, Scorsese, Mel Brooks, FELLINI e SPIELBERG e ainda outras mostras temáticas como o Novo Cinema Pernambucano, Dogma 95, Surrealismo e Vanguardas, e Cinema de Hong Kong, Estúdio Hammer todas elas realizadas no Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, entre 2012 e 2023. Além disso realizou mostra em outros centros como CineSesc, Caixa Cultural, Cine Odeon e Cine Brasília, tais como Cinema Boliviano, KEN JACOBS, Syberberg, Barbara Hammer e Diretoras Negras do Cinema Brasileiro. Assistente de produção executiva Rafael Bezerra Gerente de Projeto, Produtor Executivo e Curador: “Trônica – Festival de Cinema de Música Eletrônica” (Caixa Cultural, 2012); “Dogma 95” (CCBB, 2015); “Making Of” (Caixa Cultural, 2016); “Cine Rua Farm” (Rio de Janeiro, 2016); “Sonora: Ennio Morricone” (CCBB, 2018); “Sonora: John Williams” (CCBB, 2021/2022); e livro "Uma Pausa em Pleno Voo" (Rio de Janeiro, 2022). Diretor, roteirista e produtor do curta-metragem “Tá Tudo Bem” (2022). Como Produtor Executivo (pleno ou assistente): "Abel Ferrara, a religião da intensidade" (CCBB, 2012), Samuel Fuller: Se você morrer eu te mato! (CCBB, 2013); “Oscar Micheaux: O Cinema Negro e a Segregação Racial” (CCBB, 2014), "O novo cinema pernambucano" (CCBB, 2014); "Timon de Atenas" (peça teatral, 2014 e 2016); “Francis Ford Coppola: O Cronista da América” (CCBB, 2015); “Do Brasil para o Mundo” (CCBB, 2016); “Jean Cocteau: O Testamento de um Poeta” (CCBB, 2017); “Som: A História Que Não Vemos” (CCBB, 2017); “Festival Audio Rebel Instrumental” (Rio de Janeiro, 2017); programa de TV “Clássicos do Futebol” (SporTV, 2018); “Cidade em Chamas: O Cinema de Hong Kong” (CCBB, 2018); “Acorde! O Cinema de Spike Lee” (CCBB, 2018); “A Vida Lá Fora: O Cinema de Jean Renoir” (CCBB, 2018); “Scorsese” (CCBB, 2019); livro de arte “7 x Artistas – As Novas Pinceladas” (Rio de Janeiro, 2019); “Lumière Cineasta” (CCBB, 2020/2021); “Fellini, Il Maestro” (CCBB, 2020/2021); e “Mel Brooks – Banzé no Cinema” (CCBB, 2020/2021); Ponto de Cultura Tocando o Rio (Instituto Tocando em Você/RJ, 2011 – aos dias atuais); e Brasitália (Consulado Geral da Itália Rio de Janeiro, 2012 ao dias atuais). Identidade Visual e Projeto Gráfico-Editorial Pablo Blanco Designer gráfico graduado em Desenho Industrial, habilitação em Programação Visual, pela Unopar. Foi um dos idealizadores do grupo de pesquisa Experimentório de Elaboração Gráfica, ligado à mesma instituição. Esse grupo realizou diversas pesquisas práticas sobre métodos alternativos e artesanais de impressão. Foi sócio dos estúdios de design BRtipo e Estúdio Mero. É um dos fundadores do Grafatório, coletivo que tem como objetivo fomentar a cultura das artes gráficas em Londrina. No coletivo, foi responsável pela produção de inúmeras peças impressas, organização de eventos e cursos, montagem de exposições e assessoria gráfica. Com a Grafatório Edições participa de eventos de publicações e artes gráficas em todo o país. Realizou a produção gráfica e o design do livro artesanal “A Hora da Lâmina”, de Paulo Leminski. Também foi co-editor, produtor gráfico e designer da obra “Visiopoemas”, de Paulo Menten. Desenvolveu a identidade visual e o projeto gráfico de catálogos para mostras de cinema de instituições como Centro Cultural Branco do Brasil e Caixa Cultural. Em 2017 conquistou o prêmio Destaque na 12ª Bienal Brasileira de Design Gráfico.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.