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PRONAC 235677Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Brasil 3.0 - Juventudes do Campo, Cidade e Floresta

CINEMA NOSSO
Solicitado
R$ 1,75 mi
Aprovado
R$ 1,75 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de capacitação e treinamento de pessoa
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Educativos em geral
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-02-05
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto visa promover a formação profissional de mulheres, de 18 a 35 anos, nos setores do audiovisual e novas tecnologias através da formação em cinema de ficção, cinema documentário, produção de jogos, desenvolvimento de roteiros para séries, como produto principal. Como produtos secundários serão realizados oficinas e workshops de audiovisual e novas tecnologias e Mostra Final, um evento de finalização do projeto. As formações ocorrerão na modalidade híbrida, com atividade virtuais através das plataformas Google Meet e Classroom. Toda a formação será oferecida de forma gratuita.

Sinopse

Classificação etária: A partir de 16 anos

Objetivos

Objetivo geral:O projeto tem como objetivo geral formar jovens do campo, floresta e cidade pensando na integração e articulação de jovens produtores e comunicadores independentes, através de formações profissionalizantes em audiovisual e novas tecnologias, com acompanhamento e suporte socioemocional, educação financeira e gestão de carreiras, gerando impacto social. Objetivos específicos: Produto principal - Formações3 oficinas de audiovisual no formato híbrida - Gratuito para todos os alunosAs oficinas serão de cinema de ficção e cinema documental3 oficinas de jogos no formato híbrido - Gratuito para todos os alunosAs oficinas serão de jogos digitais e jogos analógicos3 oficinas de cultura digital - Gratuito para todos os alunosAs oficinas serão de criação de podcast, marketing digital e design Produto secundário - Workshops/ oficinas9 Workshops de empreendedorismo e gestão de carreira - Gratuito para todos os alunos9 Oficinas livres de audiovisual e novas tecnologias - Gratuito para todos os alunosOficinas de curta duração em cinema, produção de jogos, roteiro, marketing digital, podcast e mais1 Bootcamp _programa de aceleração de carreiras_ com a participação de produtoras audiovisuais e plataformas de streaming - Gratuito para todos os alunos Produto secundário - Mostra Final/ Evento3 Maratona de produção audiovisual - Gratuito para todos os alunosMaratonas de gravação dos filmes produzidos pelas jovens9 Mostra Final (evento) - Gratuito para todos os alunosEventos de finalização, onde as jovens alunas e produtoras irão divulgar os produtos culturais que realizaram durante as formações, como filmes, jogos e produtos digitais

Justificativa

Um dos principais desafios que o Cinema Nosso identifica é a falta de oportunidades para jovens negras na inserção do mercado do audiovisual. O setor ainda é dominado por homens brancos, com alto poder aquisitivo, que tendem a privilegiar suas próprias narrativas e perspectivas, como resultado, jovens negras são frequentemente excluídas dos maiores cargos de liderança em produções audiovisuais, como produção, direção e roteiro. Além disso, a falta de diversidade no mercado também leva a um retrato estereotipado e negativo das mulheres negras nas telas. A pesquisa "Diversidade de Gênero e Raça nos lançamentos brasileiros em 2016", lançada em 2018 pela Agência Nacional do Cinema (ANCINE), identificou essa lacuna, revelando que o número de diretoras negras de longas metragens foi de 0%, o mesmo aconteceu para roteiristas e produtoras executivas. Com relação ao elenco, dentro do universo de 802 pessoas, 651 delas eram brancas e somente 70 eram negras. Os mesmos dados foram abordados na pesquisa "A cara do cinema nacional: perfil de gênero e cor dos atores, diretores e roteiristas dos filmes brasileiros (2002-2021)", elaborada pelo Grupo de Estudos Multidisciplinares da Ação Afirmativa (GEMAA), da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), mostrando que o Brasil mostrado nas telas do cinema é um país predominantemente branco. Apesar da população ser mais da metade da população nacional, as pessoas pretas e pardas representaram apenas 20% dos atores e atrizes que atuaram em papéis de destaque nos filmes brasileiros de maior bilheteria entre 2002 e 2020, apenas 4% do elenco principal desses filmes foi composto por mulheres pretas e pardas. E entre as funções de direção e roteiro, nenhuma mulher negra e parda exerceu tais funções, nos 240 filmes analisados. Esses dados revelam um imenso vácuo entre negros e brancos na cadeia produtiva do audiovisual, principalmente para as mulheres. A representatividade e ações com recorte de gênero e raça visando a inserção no mercado do audiovisual e novas tecnologias sempre foram premissas essenciais no nosso trabalho. Todas as atividades oferecidas nos cursos regulares estão alinhadas com nossa proposta político pedagógica baseada na metodologia de ensino STEAM, que prioriza um processo educacional e formativo onde todos contribuem e participam de forma ativa na construção de um conhecimento coletivo, baseado em competências e habilidades, bem como na construção de um protótipo que visa buscar soluções para problemáticas sociais, como o racismo. A proposta se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei n° 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Serão alcançadas as finalidades do Art. 3° da referida norma:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativosA proposta se encaixa no artigo 18 da Lei n.º 8.313/21Art. 18. Com o objetivo de incentivar as atividades culturais, a União facultará às pessoas físicas ou jurídicas a opção pela aplicação de parcelas do Imposto sobre a Renda, a título de doações ou patrocínios, tanto no apoio direto a projetos culturais apresentados por pessoas físicas ou por pessoas jurídicas de natureza cultural, como através de contribuições ao FNC, nos termos do art. 5o, inciso II, desta Lei, desde que os projetos atendam aos critérios estabelecidos no art. 1o desta Lei. § 1o Os contribuintes poderão deduzir do imposto de renda devido as quantias efetivamente despendidas nos projetos elencados no § 3o, previamente aprovados pelo Ministério da Cultura, nos limites e nas condições estabelecidos na legislação do imposto de renda vigente, na forma de: a) doações; eb) patrocínios. § 2o As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real não poderão deduzir o valor da doação ou do patrocínio referido no parágrafo anterior como despesa operacional. § 3o As doações e os patrocínios na produção cultural, a que se refere o § 1o, atenderão exclusivamente aos seguintes segmentosa) artes cênicas; b) livros de valor artístico, literário ou humanísticoc) música erudita, instrumental ou regional; d) exposições de artes visuais; e) doações de acervos para bibliotecas públicas, museus, arquivos públicos e cinematecas, bem como treinamento de pessoal e aquisição de equipamentos para a manutenção desses acervos; f) produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual;g) preservação do patrimônio cultural material e imaterialh) construção e manutenção de salas de cinema e teatro, que poderão funcionar também como centros culturais comunitários, em Municípios com menos de 100.000 (cem mil) habitantes.

Especificação técnica

Os produtos finais a serem entregues serão produzidos pelas alunas durante o percurso formativo a qual passaram: Formações de cinema: Produção de filmes curta metragem Formações de jogos: Produção de jogos digitais ou analógicos Formação de comunicação e cultura digital: Produção de produtos e projetos digitais, como podcasts, sites, filtros para redes sociais e mais. A produção desses produtos será realizada na maratona de produção. A maratona de produção é uma ação presencial com 1 semana de implantação local, nos territórios de atuação, onde as jovens serão desafiadas a criar, produzir, editar e apresentar seus produtos culturais em 72 horas. Ao final do projeto as jovens que mais se destacaram serão convidadas a participar de um bootcamp, a ser realizado de forma presencial, com a participação de grandes players, produtoras e plataformas de streaming.

Acessibilidade

A Acessibilidade está no cerne das ações do Cinema Nosso, que além de realizar os projetos de Formação Audiovisual, também executa o Cinema Inclusivo, projeto que há 10 anos traz sessões de cinema com bate papo para crianças em situação de vulnerabilidade social e com transtorno de espectro autista e adultos com algum tipo de deficiência ou transtorno mental. Assim, nossa preocupação é sempre atender aqueles que possuem algum tipo de limitação ao acesso à linguagem do audiovisual, seja como público, seja como produtor e buscamos oferecer as ferramentas necessárias para que esse acesso seja viável. Também é importante ressaltar que o Cinema Nosso, em sua sede, dispõe em seu primeiro andar uma sala de cinema com rampas de acesso a cadeirantes, bem como um banheiro totalmente adaptado, permitindo também a alunos que tenham alguma limitação em mobilidade, o acesso às aulas. Neste caso, realizamos nossas atividades, prioritariamente em nosso primeiro andar. Serão adotadas as seguintes medidas para as formações: Audiodescrição Serão adotadas as seguintes medidas para as oficinas: Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS Serão adotadas as seguintes medidas para a mostra final: AudiodescriçãoIntérprete de librasLegenda descritiva

Democratização do acesso

Desde sua fundação, o Cinema Nosso prioriza suas ações com o foco em jovens de periferia que não tem o acesso a ferramentas de produção de narrativas e os seus modos de fazer, assim, todas as nossas atividades previstas são oferecidas gratuitamente. - Para o produto principal O acesso será feito através de inscrição em formulário da própria instituição Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 27 da IN nº 01/2023: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal - Para o eventoO acesso será feito através da divulgação de data e hora do evento Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 27 da IN nº 01/2023: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal - Para as oficinas e workshops O acesso será feito através de inscrição em formulário da própria instituição Serão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 27 da IN nº 01/2023: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativoSerão adotadas as seguintes medidas presentes no art. 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal - Todas as atividades serão no formato híbrido (presenciais e virtuais); - Iremos disponibilizar na internet, como no site e redes sociais institucionais, bem como para mídias parceiras, os registros das oficinas em vídeo e fotos; - As atividades presenciais serão realizadas na sede da institução - Rua do Resende, 80, Centro, Rio de Janeiro, RJ, e em locais parceiros a definir;- As atividades virtuais serão exibidas no canal do youtube do Cinema Nosso: https://www.youtube.com/user/cinemanosso; - Todas as atividades são 100% gratuitas para o público alvo;- As inscrições para as atividades do projeto serão realizadas através do site: https://cinemanosso.org.br/

Ficha técnica

Mércia Britto Coordenação geral - responsável por toda a gestão do processo decisório do projetoDoutoranda em Governação, Conhecimento e Inovação na Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (FEUC). Mestre em Intervenção social, Inovação e Empreendedorismo na Universidade de Coimbra, Portugal. Possui Formação Executiva em Cinema e Televisão – FGV Management, Graduada em Serviço Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro.Sócio-fundadora e diretora executiva do Cinema Nosso, organização social com 20 anos de trabalho em inovação audiovisual. É diretora do Festival Super Hacka Kids e da Game Jam Delas. Faz parte da equipe de consultores em Economia Criativa do Sebrae/RJ e na In.Esdi - Incubadora de Empresas de Design da Esdi/Uerj. Atua com movimentos sociais e audiovisual desde 1997, é membro da plataforma internacional de gestores culturais, Proyecta Cultura desde 2004 e faz parte do conselho de diversidade da ABRAGAMES. Rafaela Baia Administração Produtora há treze anos, com formação em Gestão do Entretenimento iniciou sua carreira como produtora teatral na Cia de Teatro Tumulto. Depois produziu espetáculos da Cia dos Comuns (Cia de atores e atrizes negros) dentre outras Cias. Na televisão produziu os programas Espelho com 250 episódios já exibidos e o programa O Bagulho é Doido, ambos com exibição no Canal Brasil, o Inter programa Parabólico e programa Minha Rua - Canal Futura. Natalia Capano Coordenação de produção Possui mestrado em Direitos Humanos pela Universidade de Padova, na Itália, e MBA em Gerenciamento de Projetos. Tem trabalhado nos últimos 10 anos em gerenciamento de projetos de impacto social. Gabriela Gonçalves Equipe pedagógica Pedagoga formada pela Faculdade de Educação da UFRJ e atual mestranda de Relações Étnico Raciais da CEFET. Atuou como Coordenadora Pedagógica na Escola de Economia Criativa Polo Criativo em 2017 e atualmente coordena o projeto de formação "Empoderamento e Tecnologia - Jovens Negras no Audiovisual" no Cinema Nosso. Saulo SilosPesquisadorCientista Social formado pela UFF, Saulo é pesquisador e atua com pesquisas e estudos de comunidades remanescentes de quilombo em todo o país. Já prestou serviço para UNESCO, Fundação Ford, INCRA, Plano CDE, DataFolha, Litro de Luz Brasil e outros. Sarah Nery Equipe pedagógica É jornalista, mestre em Comunicação e Cultura (ECO/UFRJ) e doutora em Educação (Proped/UERJ). Professora da Escola de Cinema Darcy Ribeiro, onde ministra cursos de Roteiro Transmídia desde 2017, e professora no curso técnico de Roteiro para Mídias Digitais do Nave-Rio/CEJLL de 2013 a 2018. Atualmente também é professora na Unicarioca (cursos de Jornalismo, Publicidade e Marketing). Publicou dois livros: “Tenho cara de pobre: Regina Casé e a periferia na TV” (Multifoco, 2012) e “#Ocupa: uma experiência educativa” (NEFI, 2018). Atualmente desenvolve a plataforma de cursos online e presenciais narratividade.digital e propostas de atividades para escolas em multiletramento.digital. João Tavares Analista de produção audiovisual Formado em Cinema pela Estácio de Sá. Trabalha como produtor, editor e educador sempre na linha Cinema e Educação fazendo atividades cineclubistas e oficinas com os alunos na rede pública. Nicole Rachid EducadoraNicole faz parte do time criativo do Nubank e é graduada em Estudos de Mídia na UFF. Trabalhando com realidade aumentada desde 2018 e tendo criado para marcas como Universal Music e Multishow, liderou comunidades oficiais da Meta (regional) e da Niantic (global) sobre essa tecnologia, e atualmente é embaixadora do Women Techmakers, projeto do Google que busca empoderar mulheres na área tech. Na educação criativa, foi tutora na Cannes Lions Academy em 2022, na França, além de ter ministrado diversos workshops de realidade aumentada em empresas e universidades. Marcella Pizzolato Design Marcella Pizzolato é formada em Publicidade e tualmente é Diretora de Arte na Chá Produções e possui o De Criah, onde é pensada a construção de materiais a partir de narrativas sociais. Ela também atuou como Designer/Diretora de Arte no Observatório de Favelas do Rio de Janeiro e participou da construção da identidade de projetos importantes para a atuação em direitos humanos no estado do Rio. Formada em 2020 pelo Cinema Nosso no curso de Produção de Jogos pelo projeto Empoderamento e Cinema: Jovens Negras no Audiovisual e hoje também atua na instituição como educadora no projeto LAB CN. Ministrou alguns Workshops e cursos trazendo em pauta o design social, dentre eles na Adobe Brasil, Malungas 2021, NARRA e Fala Tu. PalomaEducadoraPaloma é bacharel do curso de Cinema e audiovisual pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Trabalhou em diversos projetos audiovisuais nos setores de sonorização, atuação e produção. É formada em técnica de áudio pela PRACATUM - Escola de Músicas e Tecnologias e em Radiodifusão pela RUC - Rádio Universidade de Coimbra, onde cumpriu estágio e trabalhou como técnica para diversos programas e publicidades da estação. Luiz BarbosaEducadorLuiz trabalha com tecnologia há 3 anos, mas possui experiência na sala de aula há mais de 10 anos. Já deu aulas de inglês, de francês e agora de programação. É músico e ator levando criatividade para a tecnologia sempre que possível. Estudioso de Design UI e Desenvolvimento Front-end. Milena ManfrediniEducadoraMILENA MANFREDINI é cineasta, antropóloga e curadora independente. Formou-se em Antropologia, com ênfase em Antropologia da Arte e da Cultura pela PUC-RIO e estudou cinema nas escolas Darcy Ribeiro, Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu, Cinema Nosso, AIC - Academia Internacional de Cinema, dentre outras. Cursou artes visuais na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Dirigiu e roteirizou os filmes "Eu Preciso Destas Palavras Escrita" (2017) filme sobre a vida e obra do artista contemporâneo Arthur Bispo do Rosário; "Camelôs" (2018) filme sobre os vendedores ambulantes da cidade do Rio de Janeiro; "Guardião dos Caminhos" (2019) filme sobre espaço urbano e dimensão do sagrado; "Cais" e "Mãe Celina de Xangô" (ambos em processo de finalização). Atua como curadora em mostras e festivais de cinema e é idealizadora e curadora da Mostra de Cinema Narrativas Negras. Projeto voltado à pesquisa, exibição e visibilização das filmografias negras. Também exerce as funções de pesquisadora, professora e consultora no campo audiovisual. Carolina RochaEducadoraMulher negra, candomblecista, escritora e militante. Mestre em história pela UFF e doutoranda em Sociologia no IESP/UERJ. É pesquisadora da Coordenadoria Experiências religiosas africanas e afro-brasileiras, racismo e intolerância religiosa, vinculada ao Laboratório de História das Experiências Religiosas (LHER-UFRJ). Autora do livro: “O Sabá do Sertão: feiticeiras, demônios e jesuítas no Piauí Colonial”, Paco Editorial, 2015. Membro da Associação Brasileira de História das Religiões (ABHR) e do Congresso Brasileiro de Pesquisadores Negros (COPENE).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.