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PRONAC 235692Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Estrela Nua

MORENTEFORTE COMUNICACOES LTDA
Solicitado
R$ 1,68 mi
Aprovado
R$ 1,68 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2023-12-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (4)
Belo Horizonte Minas GeraisPorto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto pretende realizar a montagem e temporada do espetáculo Inédito "ESTRELA NUA", na cidade de São Paulo e mais 3 cidades (2 regiões), totalizando 32 apresentações.

Sinopse

Stela é uma ex atriz, ex modelo, ex cantora, 50 anos e uns tantos mais. Foi um ícone de liberdade, irreverência e sensualidade da sua geração. Uma tigresa dos anos 70 que ainda hoje traz consigo resquícios dessa beleza. Vive sozinha numa casa que desmorona a conta gotas, assim como seu mundo e tem plena consciência que seu mundo acabou. Sabe que o que resta hoje é só a memória desse mundo e que ela, assim como os sobreviventes da sua geração são os depositários dessa memória. Isso tudo não a transforma em saudosista, muito menos passadista, pois não nasceu para ser vítima e continua vivendo intensamente o tempo presente. Sua maior diversão, ou melhor, sua paixão é provocar as almas acomodadas das novas gerações. Tudo começa quando ela recebe em sua casa Cadú, um jovem músico, pianista de formação clássica mas que toca numa banda de rock e que foi contratado para ensaiar e acompanha-la, ao piano, num novo show.

Objetivos

Objetivo geral: Realizar a montagem e temporada do espetáculo Inédito "Estrela Nua", na cidade de São Paulo (24 apresentações) e circulação por 3 cidades (2 regiões), sendo Rio de Janeiro (3 apresentações) e Belo Horizonte (2 apresentações), Porto Alegre (3 apresentações), totalizando assim 32 apresentações. Objetivos específicos: - Realizar a montagem do espetáculo "Estrela Nua", pelo período de 2 mês de ensaio; - Realizar a temporada do espetáculo "Estrela Nua", pelo período de 2 meses, totalizando 24 apresentações. - Realizar a circulação do espetáculo "Estrela Nua", por duas cidades, totalizando 8 apresentações. - Oferecer, como ação de contrapartida social 10% da bilheteria destinada gratuitamente para ONGs, Instituições e escolas públicas. - Oferecer como ação de acessibilidade integral em todas as apresentações. - Ficar em cartaz em teatro com capacidade de cerca de 400 pessoas, num total de 32 apresentações, acessando assim cerca de 12.000 pessoas.

Justificativa

Nós nunca estivemos tão conectados e aos mesmo desconectados. As redes sociais podem fortalecer relacionamentos preexistentes e permitir que novas conexões sejam estabelecidas. No entanto, o uso excessivo também pode nos fazer sentir mais sozinhos. As pessoas utilizam cada vez mais o smartphone como principal meio para se comunicar por mensagens instantâneas com aplicativos como o WhatsApp. Nós nos comunicamos mais com nossa família e amigos por mensagens instantâneas do que através de encontros presenciais, portanto passamos cada vez mais tempo interagindo com a mídia digital e ainda, apesar disso, uma em cada três pessoas se sente solitária. Um estudo realizado pela Universidade de Pittsburg, mostrou que passar mais de duas horas por dia em redes como Facebook, Twitter ou Snapchat duplica a probabilidade de alguém se sentir isolado. Em tempos de era digital os encontros pessoais se tornam cada vez mais valiosos. Esse espetáculo é sobre o encontro de 3 gerações. Stela é uma ex atriz, ex modelo, ex cantora, 50 anos e uns tantos mais. Foi um ícone de liberdade, irreverência e sensualidade da sua geração. Uma tigresa dos anos 70 que ainda hoje traz consigo resquícios dessa beleza. Vive sozinha numa casa que desmorona a conta gotas, assim como seu mundo e tem plena consciência que seu mundo acabou. Sabe que o que resta hoje é só a memória desse mundo e que ela, assim como os sobreviventes da sua geração são os depositários dessa memória. Isso tudo não a transforma em saudosista, muito menos passadista, pois não nasceu para ser vítima e continua vivendo intensamente o tempo presente. Sua maior diversão, ou melhor, sua paixão é provocar as almas acomodadas das novas gerações. Tudo começa quando ela recebe em sua casa Cadú, um jovem músico, pianista de formação clássica mas que toca numa banda de rock e que foi contratado para ensaiar e acompanha-la, ao piano, num novo show. Acontece que ninguém mais sabe quem é Stela, muito menos Cadu. Os ensaios se sucedem e assistimos a um belíssimo embate entre duas gerações. Stela é cáustica no seu humor e precisa na capacidade de desmontar os valores e as defesas de Cadu. Ele por sua vez se fortalece ao enfrentá-la. Tudo isso nos é brindado com um belo repertório musical que pontua e comenta todo o subtexto desse confronto. Tudo parece caminhar sobre trilhos seguros até a surpreendente chegada de Diana, filha adotiva de Stela. Diana é rica, herdou tudo do pai, até a casa onde Stela vive pertence a Stela, embora Stela tem seu uso-fruto. Isso dá a Diana todas as oportunidades para julgar Stela e tentar dominá-la. Para Diana, Stela é o símbolo do fracasso. A inteligência e as fortes personalidades de cada um desses 3 personagens permitem um exercício de alta comédia, inteligência e diversão são os ingredientes dessa comédia perspicaz e extremamente humana. Com texto de Maria Adelaide Amaral, direção de José Possi Neto e atuação de Marisa Orth o espetáculo promete trazer reflexão e formação de público para as artes cênicas. PROPOSTA DE ENCENAÇÃO Uma sala de estar onde, percebe-se, já viveu épocas melhores e mais ricas, no entanto guarda ainda alguns móveis e objetos de valor. Percebemos a ausência de alguns quadros através das marcas deixadas nas paredes. Durante o espetáculo outro quadro desaparece de uma cena para a outra. Depois é a vez do sumiço de um tapete. Aos poucos assistimos a casa abandonar a condição de lar e se transformar numa caixa sem identidade. Stela surpreende Cadu a cada visita, traveste-se de Star de Hollywood, depois de roqueira, outra vez de uma DIVA de ópera. É vulgar e Divina. É um camaleão. Tudo acontece no mesmo cenário que proponho seja tratado como um suporte não realista, quase o stand de um antiquário ou de uma feira de design vintage. Uma instalação. Toda a encenação visará o melhor e maior desempenho dos atores. Esse é um texto que permite e exige grandes interpretações. A trilha sonora acontece ao vivo com o ator que interpreta Cadú acompanhando Stela ao piano acrescido de orquestração, quando necessária, através do sistema de sampler.

Especificação técnica

Espetáculo de teatro musical 24 apresentações em São Paulo 3 apresentações em cada uma das duas cidades, sendo Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Total de apresentações: 30 Duração: 90 minutos (previsão) Perfil de público: Para todos os tipos de público, acima de 14 anos.

Acessibilidade

Serão realizadas como ação de acessibilidade os seguintes pontos: a) Aspecto Arquitetônico: As apresentações acontecerão em locais público, devidamente adaptado para o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ou pessoas idosas como rampas de acesso, espaço para cadeirante, banheiros acessíveis, assentos para obesos e demais obrigações. b) Aspecto Comunicacional: Todas as apresentações e bate papo terão a presença de 1 interprete de libras para portadores de deficiência auditiva. Também contarão em todas as apresentações com um libreto em braile com a descrição de todo o processo. c) Aspecto Atitudinal: Todas as apresentações contarão com um monitor capacitado disponível para o atendimento de pessoas com diferentes deficiências com materiais de conforto sensorial para pessoas neurodivergente como fones anti ruído.

Democratização do acesso

Como medidas de Democratização de Acesso serão seguidas as seguintes instruções: Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 27, ofereceremos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita para patrocinadores; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, de acordo com o Artigo 29; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional para divulgação do projeto; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Além disso, como determina a legislação os ingressos terão: I - meia entrada assegurada para estudantes e meia entrada assegurada para idosos, em cima do valor da inteira de cada setor, conforme o § 10 do art. 1o da Lei no 12.933, de 2013. Separadas as cotas previstas nos incisos I, II, III e IV do caput, os ingressos ou produtos culturais restantes poderão ser comercializados em valores a critério do proponente, desde que o preço médio do ingresso ou produto se limite a R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais). - Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 28, ofereceremos: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Realizaremos portanto 2 ensaios aberto, para público em geral. - Das Medidas de Democratização de Acesso, do Artigo 30, ofereceremos: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Portanto ofereceremos 2 palestras sobre criação artística e processos criativos com direção e elenco.

Ficha técnica

Texto: Maria Adelaide Amaral Direção José Possi Neto Com Marisa Orth * Será selecionado ainda um ator pianista e uma atriz Cenografia: Marco Lima Figurino: Fábio Namatame Desenho de luz: Wagner Freire Direção de Produção: Selma Morente Coordenação Geral: Celia Forte CURRICULOS MARIA ADELAIDE DO AMARAL – DRAMATURGIA É uma dramaturga, escritora, roteirista e jornalista luso-brasileira e autora de diversas obras para o teatro e para a televisão, principalmente minisséries. Iniciou sua carreira em 1979 e é uma das mais reverenciadas dramaturgistas do Brasil. Escritora de grandes novelas como “Meu bem meu mal”, “A Padroeira”, “Tititi”, “Anjo Mal” e séries como “A Muralha”, “Os Maias”, “Retrato de Mulher”, entre muitos outros, também possui uma forte atuação como dramaturga de teatro, tendo escrito sucessos como “Frida y Diego”, “Mademoiselle Chanel”, “Tarsila”, “Cenas de um casamento”, “Seja o que Deus quiser” e mais de dezenas de outros sucessos. JOSÉ POSSI NETO – DIREÇÃO é um diretor de teatro, iluminador, coreógrafo e figurinista brasileiro. Renomado diretor, é respeitado no meio artístico e um dos mais requisitados profissional da área, assinando a direção de importantes espetáculos. É irmão da cantora Zizi Possi, dirigindo-a em todos os seus espetáculos ao vivo. Além de Zizi, dirigiu também Maria Bethânia - 25 anos (1993) e Summertime (1980); Bilbao Cabaré; com Cida Moreira, (1989); Sonho e Realidade (1995) e "Em boa companhia" (2010), com Simone. Atua no teatro, no cinema, e em espetáculos musicais. Formou-se em Crítica e Dramaturgia na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, ECA/USP, em 1970. Dirigiu a Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia. Vencedor de diversos prêmios possui uma longa história de mais de 40 anos. Desde sua estreia no teatro, passaram vários sucessos como o espetáculo “A Casa de Bernarda Alba”, “Lilith, a Lua Negra”, “Emoções Baratas” e “Cabaret”. MARISA ORTH – ATRIZ uma atriz, cantora, comediante e apresentadora brasileira. Formada em psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e em interpretação pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo, ela é uma das atrizes brasileiras mais populares e circula facilmente pela televisão, cinema, teatro e música, uma atriz completa, que tem em seu currículo sua passagem pelo grupo teatral Vento Forte, além do0 coletivo musical Luni. Seus últimos trabalhos em teatri foram “O inferno sou eu”, “Família Addams”, “O que o Mordomo viu?”, “Barbara”, possuindo algumas dezenas de encenação em teatro e vencedora de diversos prêmios. FABIO NAMATAME – FIGURINISTA Formado em Comunicações e Artes pela FAAP – Fundação Armando Alvares Penteado. Em São Paulo. Para teatro desenhou os figurinos para Master Class, Uma relação tão delicada, Joana Dark, Loba de Ray Ban, Paraíso Perdido, Evangelho Segundo Jesus Cristo, Memorias póstumas de Braz Cubas, O Libertino, Os Guardas de Taj, entre outras. Para óperas sob direção de José Possi Neto, Bodas de Fígaro, Romeu e Julieta, O Guarani, Faustaff, direção de Willian Pereira: O pescador de Perolas, Olga, A Tempestade, de Fernando Portari O Rigoleto, de Jorge Takla : Madame Buterfly, A Viúva Alegre, Cartas Portuguesas. Para Musicais sob direção de Jorge Takla : My Fair Lady, West Side Story, O Rei e Eu, Evita, de José Possi Neto: Emoções Baratas, Cabaret. Crazy for you. Para Dança: Cubo de Susana Yamauchi, Vem Dançar e Baoba Para a Cia Cisne Negro, Samba para Cia Studio 3, e Tudo se torna um para Cia de dança da Fundação Salgado Filho de BH. Recebeu os prémios APETESP, APCA, Sesc de Teatro SP, Premio Shell de Teatro, Premio Cultura Inglesa de Teatro, Premio Carlos Gomes de Opera, Festival de Cinema de Paulinia, SESC Belo Horizonte. SELMA MORENTE E CELIA FORTE – DIREÇÃO DE PRODUÇÃO E COORDENAÇÃO GERAL. Selma Morente e Célia Forte são sócias da Morente Forte Produções, empresa especializada em produções teatrais desde 1985 com a participação em mais de 1500 espetáculos teatrais. Abaixo alguns de seus trabalhos: Trair e Coçar é só começar, com Denise Fraga e elenco. Sempre te vi nunca te amei, com Rodolfo Botino. Noviças Rebeldes, com Cia Baiana de Patifaria, direção Wolf Maia. Visitando o Sr Green, com Paulo Autran e Cássio Scapin, direção Elias Andreato. A Pomba Enamorada, conto de Lígia Fagundes Telles. Amigas, pero no mucho, com Leopoldo Pacheco, Elias Andreato e Romis Ferreira, direção José Possi Neto. Cocoricó em Uma Aventura no Teatro, com elenco original da TV. Direção Fernando Gomes. Em cartaz no Teatro Shopping Frei Caneca. Realização Morente Forte A Dança Final, com Denise Weinberg e Norival Rizzo. Direção de Noemi Marinho. O Homem das Cavernas¸ com Norival Rizzo. Direção de Alexandre Reinecke. Guetto, com Fábio Herford. Direção e Adaptação de Elias Andreato. Doido, com Elias Andreato. Cruel, com Reynaldo Ginecchini, Maria Manoella e Erik Marmo. Adaptação e direção Elias Andreato. Ciranda, com Tania Bondezan e Daniela Galli. Direção de José Possi Neto. Boca de Ouro, com Marco Ricca e grande elenco. Direção Marco Antonio Braz. Realização SESI A Falecida, com Maria Luisa Mendonça, Lucélia Santos e grande elenco. Direção Marco Antonio Braz. Realização SESI Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams, Tradução e Direção Rafael Gomes, com Maria Luisa Mendonça, Eduardo Moscovis, Virgínia Buckowski, Donizeti Mazonas, Fabricio Licursi, Fernanda Castello Branco e Matheus Martins. Morte Acidental de Um Anarquista, de Dario Fó, Dramaturgia e direção Hugo Coelho, com Dan Stulbach, Henrique Stroeter, Riba Carlovich, Fernado Sampaio, Maíra Chasseraux e Rodrigo Bella Dona. Ricardo III, de William Shakespeare, Adaptação Gustavo Gasparani e Sergio Módena, Tradução em verso Ana Amélia Carneiro de Mendonça, Direção Sergio Módena, com Gustavo Gasparani.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.