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Circulação do espetáculo "Pedro e o Lobo-Guará: um concerto didático brasileiro" livremente inspirada na história Pedro e o Lobo de Sergei Prokofiev. Como subprodutos serão realizados Workshops formativos para músicos profissionais e amadores, Seminário Formativo e a publicação e distribuição de um livro ifantil ilustrado "Pedro e o lobo-guará".
A música de Pedro e o Lobo-Guará – Um Concerto Didático Brasileiro é composta por leitmotifs presentes em diversas obras icônicas. Desta maneira, conecta-se o erudito ao popular através de arranjos de caráter orquestral. Com 50 minutos de duração, e dividido em 5 movimentos, o espetáculo se inicia com homenagens à fábula original de Sergei Prokofiev por meio de citações de trechos distintos. À medida que o enredo evolui, é a música brasileira que é a grande homenageada, tomando conta integralmente do último movimento. Fragmentos da obra de Heitor Villa-Lobos são trazidos do início ao fim, intercalados com temas de Ernesto Nazareth a Hermeto Pascoal, Adoniran Barbosa a Chico Buarque, Chiquinha Gonzaga a Radamés Gnattali, somados ainda a versões orquestrais de melodias presentes no imaginário brasileiro. Serviço: Tipo: Concerto Musical / Narrativas Classificação: Livre Duração: 50 minutos
Objetivo Geral: Desenvolver uma circulação do espetáculo "Pedro e o Lobo-Guará: um concerto didático brasileiro" pelo território nacional e promover com as suas ações a distribuição dos bens culturais (com foco na música de concerto) de forma ampla, irrestrita, potente e inovadora, com a finalidade de aproximar o público em geral (principalmente o infanto-juvenil) do segmento de concertos, a partir da interlocução entre o tradicional erudito e o contemporâneo, este último conceito apresentado sob a perspectiva da multimídia existente no trabalho, bem como nas intervenções narrativas que promovem o encontro do público com as obras apresentadas. Pretende ainda, apresentar a forte ligação com a cultura nacional, tendo como ponto basilar as Identidades do nosso povo brasileiro, muito bem exploradas no encontro geracional existente na história e no repertório musical composto por uma série de músicas brasileiras que dialogam de forma íntima com as fissuras das relações vivenciadas em cena. Objetivos específicos: - Circular pelo território nacional com o espetáculo Pedro e o lobo-Guará: um concerto didático Brasileiro, visando realizar 3 apresentações em 7 cidades, distribuídas em 5 regiões do território nacional, totalizando 21 apresentações; - Realizar 21 workshops, 3 em cada uma das 7 cidades, durante a execução do projeto; - Realizar 7 Seminários Formativos com foco no aprofundamento da linguagem de concertos musicais para a infância, 1 em cada cidade; - Publicar e distribuir 4.000 exemplares do livro Pedro e o Lobo-Guará Todas as ações do projeto são gratuitas e visam alcançar o maior número possível de pessoas, reconhecendo e potencializando as manifestações e também os agentes artísticos dos territórios, cooperando para tecer uma rede interdependente de relações a partir do fazer artístico, cultural e educacional das pessoas. As ações formativas do projeto e as temáticas que as envolvem foram pensadas com base no segmento do trabalho (concerto musical e cultura nacional com foco no público infanto-juvenil) criado especialmente para a presente edição. Por isso, a construção da circulação se dá sob o prisma conectivo entre três polos, sendo eles: sensibilização, apreciação e formação. Levamos também em consideração a linguagem dos grupos e artistas de cada cidade contemplada, entendendo-as como parte significativa de suas trajetórias, olhando para as dinâmicas discursivas apresentadas por eles, buscando assim, um diálogo entre o nosso trabalho e as produções locais a partir do workshop que será desenvolvido nas urbes.
Trata-se de um trabalho pioneiro em seu campo de atuação, que nutre a inteligência cênico-musical de seu idealizador Anselmo Mancini às pesquisas contemporâneas no campo da identidade e ancestralidade. Ao apresentar os personagens da trama como pessoas pretas, reais, com ações cotidianas que comunicam com o público de forma não pejorativa, fugindo dos estereótipos referentes às noções étnico-raciais que historicamente foram construídas na sociedade e reverberadas no campo da arte em alguns momentos e movimentos, o trabalho evidencia o cuidado e o aprofundamento da criação acerca da estética e linguagem desenvolvida, munindo-se de cuidado e respeito aos movimentos identitários e representações do segmento afrocentrado. Para além disso, torna-se uma obra de referência no campo musical, pois apresenta conceitos bem desenvolvidos e apresentados ao público de forma didática, lúdica e compreensível, ferramentas essenciais para o trabalho de formação de plateia e sensibilização que a arte nacional almeja. O trabalho, conta ainda, com projeções especialmente elaboradas para o projeto que dialogam com a incrível narração feita pelo ator e roteirista Makito Alonso, uma forma de abrilhantar e potencializar o processo dialógico existente entre as peças executadas ao vivo pela orquestra e os personagens da trama. Além disso, ressaltamos toda a magnitude e potência do trabalho em seu teor artístico que conta com profissionais reconhecidos nacionalmente e internacionalmente pelos seus trabalhos desenvolvidos dentro e fora da Orquestra de Câmara ALMAI-SP, grupo que aqui neste projeto é representado pelo proponente e diretor já mencionado, Anselmo Mancini. O projeto oferecerá suas ações de forma totalmente gratuita. Isto posto, compreende-se que o projeto torna-se importantíssimo e necessário no cenário nacional, não somente pelo teor da sua execução, mas também, por levar a música de concerto para 7 (sete) cidades de 5 (cinco) regiões do país, de forma ampla, irrestrita e gratuita, uma vez que em cada lugar, desenvolverá 3 (três) apresentações, sendo duas centrais e uma descentralizada, com intuito de proporcionar às pessoas que por diversos motivos não teriam a oportunidade de apreciar a música erudita de maneira tão acessível. Ainda, em seu desenvolvimento, mune-se de ações acessíveis e de caráter inclusivo, considerando que em todas as sessões teremos libras. Ressaltamos que em cada cidade, 1 (uma) em cada 3 (três) sessões irá atender o público que pertence ao TEA (Transtorno do Espectro Autista), uma vez que, segundo dados oficiais, a proporção atual de pessoas dentro do espectro é de 1 para 36. Como a ideia é que as famílias possam prestigiar o trabalho, entendemos que isso só será possível se a sessão for acolhedora para as pessoas atípicas. Sabemos que um projeto desse porte demanda um custo de produção elevado, principalmente se contarmos o deslocamento da equipe composta por artistas e técnicos por todas as cidades de destino, uma vez que no total temos 40 pessoas fixas no trabalho itinerante. Sendo assim, optamos por não cobrar ingresso, nem mesmo os populares, pois sabemos que muitas pessoas não teriam condições financeiras de participar como público caso houvesse alguma cobrança. Acreditamos que por meio de incentivos fiscais, como por exemplo, a Lei de Incentivo à Cultura, a partir de patrocínios de empresas privadas já simpatizantes com a ideia, poderemos ampliar o alcance do projeto, uma vez que o mesmo possui subprodutos (Seminários, workshops e livro) que tratará da multiplicação de saberes no campo da música erudita, configurando-se num trabalho de apreciação e formação pioneiro e necessário no país. Além disso, a equipe do projeto é composta em sua maioria por mulheres, considerando o corpo da orquestra, corpo técnico e de produção e metade dos músicos que compõem o trabalho são pretos ou pardos. Com isso, o projeto como um todo é diverso e inclusivo, desde a idealização até a execução. Com isso, ressaltamos que todas as ações do projeto enquadram-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Neste sentido, entendemos que a execução do projeto é de extrema importância para o território nacional e para a nação, pois além de valorizar e fortalecer a nossa cultura, criará afetos positivos nos locais por onde passará.
O concerto é inspirado na obra clássica “Pedro e o lobo”, do compositor russo Sergei Prokofiev. A peça é idealizada e dirigida por Anselmo Mancini e interpretada pela Orquestra de Câmara Almai-SP. O espetáculo foi reescrito com a colaboração de Markito Alonso, e traz na história elementos brasileiros para melhor identificação com os personagens, em sua maioria negros, e com a presença de animais do território brasileiro, como o papagaio e o próprio lobo-guará. O enredo tem como cenário a cidade de São Paulo. O espetáculo começou a ser produzido em 2021 e já se apresentou em diversos lugares desde a sua estreia em 2022, alcançando um público de aproximadamente 10.000 pessoas, 3.000 crianças em situação de vulnerabilidade. A equipe do projeto é composta por 40 pessoas, considerando músicos da orquestra ALMAI, produtores, consultores e administrativo. Sobre a ALMAI:A Orquestra de Câmara ALMAI-SP é um grupo formado pela Associação Livre de Música e Artes Integradas de São Paulo. Pioneira deste segmento no país, a ALMAI-SP é especializada na conexão entre a música e as mais variadas disciplinas artísticas. O grupo se formou em 2021 tendo como impulso o trabalho criativo do espetáculo "Pedro e o lobo-guará: um concerto didático brasileiro", o projeto de maior repercussão da orquestra. Logo depois, sentiram a necessidade de formalizar uma Associação sem fins lucrativos, uma vez que todos desejavam levar a música de concerto para o maior número possível de pessoas. Com isso, ideias para que o projeto alcançasse as regiões periféricas foram surgindo, deste modo, revelando a natureza sócio-cultural do grupo. Assim, surge no grupo uma missão: fomentar a prática artística sem fronteiras, independente de estética ou linguagem, e essencialmente dialogando com questões sensíveis à contemporaneidade. A busca por excelência está em seu DNA, no entanto, é dar o impulso e acessibilidade ao conhecimento, tendo como prioridade os mais vulneráveis, que move os idealizadores deste projeto. O espetáculo "Pedro e o Lobo-Guará: um concerto didático brasileiro", principal projeto da ALMAI-SP foi selecionado pelo edital SESI de Música Erudita 2022. Sucesso de público, o projeto ficou em temporada no Centro Cultural São Paulo, circulou pelos palcos do SESC, Museu da Imagem e do Som, e fez parte da programação dos Matinais OSESP 2023, na Sala São Paulo. Além disso, recebeu convites de escolas do ensino fundamental, como o Colégio Humboldt (uma das principais escolas alemãs localizadas no Brasil). Ainda, circulou por diversas casas de cultura e escolas municipais situadas em regiões periféricas, proporcionando o acesso ao concerto didático a mais de 3.000 mil crianças em situação de vulnerabilidade social. Concepção do projeto:O espetáculo Pedro e O Lobo-Guará: um concerto didático brasileiro, apresenta em sua concepção uma relação íntima e dialógica entre a música erudita e a linguagem multimídia, vista no palco de forma inovadora e envolvente. Além disso, apresenta a figura do ator narrador em cena que propõe uma relação mais direta do público com as imagens apresentadas no telão. A Música:A música de Pedro e o Lobo-Guará – Um Concerto Didático Brasileiro é composta por leitmotifs presentes em diversas obras icônicas. Desta maneira, conecta-se o erudito ao popular através de arranjos de caráter orquestral. Com 50 minutos de duração, e dividido em 5 movimentos, o espetáculo se inicia com homenagens à fábula original de Sergei Prokofiev por meio de citações de trechos distintos. À medida que o enredo evolui, é a música brasileira que é a grande homenageada, tomando conta integralmente do último movimento. Fragmentos da obra de Heitor Villa-Lobos são trazidos do início ao fim, intercalados com temas de Ernesto Nazareth a Hermeto Pascoal, Adoniran Barbosa a Chico Buarque, Chiquinha Gonzaga a Radamés Gnattali, somados ainda a versões orquestrais de melodias presentes no imaginário brasileiro. A encenação:A encenação é simples, trazendo elementos da contação de histórias, entendida como mais uma linguagem dentro do espetáculo. Traz a figura do ator-narrador, que comunica com o público, com os personagens, com os músicos e com os instrumentos, sendo uma figura inspirada nos bardos, narrando a aventura de um gatinho e seu avô. Nesse sentido, o ator Markito Alonso faz jus à referência dos bardos, pois neste projeto assina também a dramaturgia criada especialmente para este espetáculo, livremente inspirada na obra Pedro e o Lobo. Assim como um bardo, o ator dialoga com a trajetória dos personagens postos em cena, conduzindo a ação através da oralidade. Apresenta um estilo clássico de narração comentando as ações e fazendo apontamentos que prendem o público ao enredo. O concerto é ocorre enquanto uma projeção apresenta uma animação que traz à tona a cidade de São Paulo e os personagens o menino Pedro, vovô Alfredo e outros personagens que surgem para dar a vida e o ritmo às cenas, tais como, o papagaio Chico, o gatuno e o próprio lobo-guará. A animação apresenta uma história inovadora, recheada de aventuras, suspense e muito aprendizado. Figurino:O figurino, neste espetáculo, é entendido como uma persona em cena, capaz de apresentar nuances da brasilidade, trazendo ao palco diversas regiões nos cortes e movimentos. A tonalidade vibra em marrom, terracota, bege, vermelho e turquesa, com variações tonais vibrantes e pulsantes. Trata-se de um repensar para romper com o clássico comumente visto nos concertos, inovando em estética e composição, trazendo para todos os presentes em cena a lembrança de bardos trovadores da antiguidade em conexão com a contemporaneidade urbana. Dramaturgia:Conta a história de um menino que se muda para São Paulo para morar com seu avô. Em meio aos micros conflitos da mudança, Pedro se depara com um universo totalmente diferente. Logo de início conhece uma casa de choro, a qual seu avô é frequentador assíduo. Sua relação com o espaço se nutre cena a cena, a partir da história de um lobo que fugiu do zoológico. Essa história é mote para as aventuras que o avô e o menino enfrentam, bem como as confusões encontradas no caminho. O texto é leve e de fácil compreensão, sendo facilmente indicado para todos os tipos de público, especialmente recomendado para o infanto-juvenil. Apresenta, de forma lúdica e aventuresca, o rito de passagem da infância para a adolescência representado pelo momento em que o menino vai estudar “num colégio maior”. Mudanças podem ser assustadoras, mas quando enfrentadas com uma figura de sabedoria ao lado, este processo se torna mais sólido e de autoconhecimento. O avô de Pedro representa um griôt que acompanha o menino nessa jornada. Vale lembrar que os griots são advindos da cultura africana e podem ser mestres em diversas áreas dos saberes e fazeres. No caso do espetáculo, o avô do menino se apresenta como um mentor que nutre seu coração de coragem e curiosidade, afinal ele é seu parceiro e neste rito de passagem, se mostra como aquele que estará sempre com o herói da história. O menino ainda apresenta um salto na maturidade quando consegue sair de uma situação extremamente complicada, salvando a sua vida e de outros animais das mãos de um contrabandista. Para além das questões de ritos de passagens, tratamos ainda de uma questão muito preciosa: o Bem Viver. A noção do Bem Viver é de origem ameríndia e se apresenta como uma forma de se conectar com a natureza de forma respeitosa, aproveitando os ciclos e as relações entre todos os seres vivos. O respeito e o cuidado que temos com todos os seres vivos na terra, o olhar aprofundado para as questões ambientais em seu micro e macro espaço, fazem do mundo um lugar mais humanizado. Nesse contexto, Pedro e o lobo-guará olha para as relações existentes entre as gerações, entre as pessoas de espaços e territórios distintos, mas acima de tudo entre os seres. O impulso do protagonista nos traz esse prisma: o cuidado e o respeito por todas as relações.
Produto principal: Espetáculo "Pedro e o Lobo-Guará: um concerto didático brasileiro" Duração: 50 minutos Classificação: Livre Quantidade de apresentações: 21 (vinte e um) sendo 3 (três) em cada uma das 7 (sete) cidades. Contrapartidas: 1) Workshops: 21 workshops, sendo 3 em cada uma das 7 (sete) cidades. Quantidade de vagas por workshop: 10 (dez) vagas, sendo oferecidas 30 (trinta) em cada cidade 2) Seminário: oferecimento do curso nas 7 (sete) cidades sedes do projeto Quantidade de vagas por curso: 500 (quinhentas) vagas por cidade. Duração do projeto: 12 meses. Subprodutos: Livro Infanto juvenil: Pedro e o Lobo-Guará sugestão: Livro tamanho 27.6 x 20.4 x 0.6 cm, 1 Capa - Lâminas no tamanho aberto 41,0x27,5 cm em suporte COUCHE BRILHO 150 g/m² impressos à 4x4 cores. Acabamentos: Montagem, Gravação de Chapa , Corte Branco , Corte/Refile , Arquivo com Prova, Prova Digital 6 Miolo - no tamanho aberto 41,0x27,5 cm em suporte COUCHE BRILHO 150 g/m² impressos à 4x4 cores. Acabamentos: Montagem , Gravação de Chapa , Corte Branco , Dobra Cruzada/Paralela, Corte/Refile , Arquivo com Prova, Prova Digital. Quantidade de ilustrações: 60 Tiragem: 3.000 Botons: Metálico 35mm Diâmetro 3.5 cm Comprimento x altura 3.5 cm x 3.5 cm Quantidade: 5000 Adesivos: tamanho: 90x130 mm Material: Vinil adesivo fosco Corte: retangular Impressão: cores, só frente Quantidade: 5000
Desde sua idealização o projeto já contava com notas delicadas sobre a acessibilidade, pois a ideia é que todos os públicos possam ter contato com a arte. Para as apresentações, daremos prioridade para espaços com rampas em todas as suas dimensões (espaço interno, externo, banheiros, dentre outros necessários). Teremos ainda lugares reservados para gestantes e idosos, além de uma equipe de produção treinada para colher e direcionar o público adequadamente. Todas as sessões que compõem o projeto contarão com libras e audiodescrição com rádios transmissores à disposição. Uma das três sessões em cada cidade será especialmente recomendada para o público que se enquadra no TEA (Transtorno do Espectro Autista), trazendo ambientes com meia luz, refrigeração controlada e liberdade de circulação, proporcionando bem-estar, tranquilidade e segurança às famílias.
Toda a programação do projeto (circulação, seminários e workshops) será gratuita e visa atender a população local, com prioridade para o público infantil e juvenil, garantindo que a população periférica tenha as mesmas possibilidades de acesso aos bens culturais que a população central, uma vez que, os espetáculos e as demais atividades embora concentradas num único lugar em cada cidade, terão como meta alcançar pessoas que comumente não têm o hábito de consumir este tipo de atividade. Para isso, ações de democratização assertivas serão desenvolvidas com a nossa equipe, em diálogo com as secretarias de educação e cultura, visando alcançar o maior número possível de pessoas. Tais ações de democratização promoverão a descentralização de forma ampla e irrestrita, uma vez que serão estudadas e estruturadas ao longo do projeto, num diálogo entre produção e secretarias das cidades atingidas, visando levar o espetáculo também para as regiões periféricas da cidade, respeitando os territórios e se adequando às necessidades reais de cada cidade. Nesse sentido, teremos em cada cidade-sede três sessões diversas e democráticas, sendo distribuídas da seguinte forma: 1 (uma) sessão descentralizada (na região periférica de cada cidade) e 2 (duas) sessões centrais. Reforçamos que todas as três sessões terão libras e audiodescrição, sendo que uma sessão de cada cidade será especialmente recomendada para crianças autistas. Além disso, como contrapartida garantimos o acesso da população rural às atividades do projeto, por meio de parceria e/ou locação de condução. Os 21 (vinte e um) workshops, com 3h de duração, 3 (três) em cada uma das 7(sete) cidades, ocorrerão nos espaços de apresentação e formará multiplicadores no campo da formação musical com especificidade e aprofundamento em alguns instrumentos tocados na orquestra. Os Seminários, 7 (sete) no total, terão duração de 8h cada e visa atender todos os professores das redes municipais das cidades alcançadas com o projeto, com isso, o impacto indireto dessa ação formativa e apreciativa alcançará alunos e suas famílias das cidades consideravelmente. O foco do seminário especialmente recomendado para professores é potencializar e aprofundar conhecimentos na área de música de concerto e cultura popular e sua interlocução com as infâncias, trazendo ferramentas e possibilidades de desdobramentos pedagógicos no cotidiano escolar. Estima-se alcançar com o projeto em torno de 20 mil pessoas, considerando os alcances diretos, via apresentações, Seminários e workshops. De forma indireta, acreditamos que as ações do projeto terão o impacto em mais de 40 mil pessoas, uma vez que teremos um marketing digital que criará conteúdos com trechos de música de concerto numa perspectiva didático- musical sobre os compositores brasileiros e suas respectivas peças presentes no espetáculo. Toda a interlocução verbo-visual on-line será apresentada ao público da internet de forma rápida e bem elaborada para as mídias sociais, trazendo o teor da ludicidade, acompanhando a espinha dorsal do projeto, visando potencializar as ações e promover o encontro do público em geral com a obra. Nestes termos, atenderemos aos seguintes itens do art. 28 da IN nº 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; e X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).
ANSELMO MANCINI (COORDENAÇÃO GERAL, COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO E DIREÇÃO ARTÍSTICA) Anselmo é idealizador deste grandioso projeto e desde o início de sua criação responde pela direção geral, coordenação de produção e coordenação geral. Como diretor artístico é responsável por todas as escolhas artísticas no campo da estética e linguagem do trabalho, responsabilizando-se pelas opções cênico-musicais que vão desde o figurino, atuação, música ao vivo, ilustração e multimídia do espetáculo. Como coordenador de produção, responsabiliza-se pela organização, fazendo com que todas as fases de execução sejam devidamente cumpridas e operacionalizadas, visando a sua concretização com êxito. Como coordenador geral assume toda a responsabilidade de gerenciamento de todos os produtos e subprodutos do projeto, desenvolvendo estratégias para que todas as metas do projeto sejam cumpridas. Anselmo Mancini é Doutor e Mestre em Audiovisual, e Bacharel em Composição Musical, pela Universidade de São Paulo – USP. Com mais de 24 anos de trajetória. É presidente e diretor artístico da Associação Livre de Música e Artes Integradas de São Paulo – ALMAI-SP, onde desenvolve diversos tipos de projetos multilinguagens. É responsável pela concepção do espetáculo Pedro e o Lobo-Guará: Um Concerto Didático Brasileiro, selecionado pelo edital SESI de Música Erudita 2022. Sucesso de público, o projeto ficou em temporada no Centro Cultural São Paulo, circulou pelos palcos do SESC, Museu da Imagem e do Som, e fez parte da programação dos Matinais OSESP 2023, na Sala São Paulo; sempre com ingressos esgotados. Em 2022 Mancini recebeu os prêmios de Melhor Trilha Sonora pela música do longa-metragem Entre Raiz e Asas nos festivais Rome International Movie Awards (Itália); Indie Spark Movies Film Festival (Holanda); International Motion Pictures Awards (Canadá); Menção Honrosa no Kiez Berlin Film Festival; e foi selecionado para International London Film Festival (Reino Unido), e International Sound and Film Music Festival (Croácia), concorrendo com nomes como Jonny Greenwood (Spencer). Em 2021 Mancini trabalhou com a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – OSESP, como consultor tecnológico e programador de sintetizadores para os três concertos da Sinfonia de Câmara de John Adams, acompanhando os ensaios e preparando a pianista Olga Kopylova para a performance ao vivo. MARKITO ALONSO (ROTEIRO E NARRAÇÃO) Markito Alonso atua como arte educador e contador de histórias. É autor do livro “Quando Criança” (editora Devora, atualmente esgotado) em parceria com o ilustrador Rodrigo Taguchi, do espetáculo “Quando coisas reais acontecem a seres imaginários”, “O alfaiate no final do universo”, “Conto de outros cAntos” , "Pedro e o Lobo-Guará" entre outros. Já se apresentou em diversos espaços culturais como: CCSP, SESC, MIS, 10ºECOH – festival de contação de histórias de Londrina, FLIBI – Festival de literatura de Birigui Fábricas de Culturas. Entre os anos de 2015 e 2016 desenvolveu o projeto Bibliotequinha Mário de Andrade para a Biblioteca Mário de Andrade. Foi roteirista e apresentador na Web Rádio CCSp entre os anos de 2003 e 2011. Coordenou o espaço Multimeios do CCJ entre os anos de 2012 e 13. Participou do congresso internacional ondas en Coro, em Cordoba Argentina, em 2011. Além disso, Markito foi contemplado pelo edital de Torre de Pedra, onde realizou por seis meses residência artística na biblioteca da cidade. FLÁVIO LAGO (MAESTRO) Iniciou seus estudos de piano aos 13 anos e concluiu sua formação na Fundação Magda Tagliaferro. Participou e obteve premiações nos anos de 2003, 2004, 2007 e 2009 em concursos como: ArtLivre, Souza Lima, ECA Pompéia, Conservatório Villa-Lobos/FITO e Magda Tagliaferro e aulas com professores, como Ricardo Kanji, Gilberto Tinetti, Flávio Varani, Luciana Sayuri, Viktor Chouchkov e Ogniana Sokolova (ambos da Ucrânia) e Theodor Paraskivesco (Conservatório de Paris). Formado em Regência, pela Universidade do Estado de São Paulo, teve aulas e master-classes com os regentes Roberto Tibiriçá, Lutero Rodrigues, Alessandro Sangiorgi, Daisuke Soga (Japão), Victor Hugo Toro (Chile) e Uros Lajovic (Viena), de quem recebeu um convite para participar de suas aulas ministradas na Universidade de Viena, além de participar do Laboratório de Regência da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, nos anos de 2010 e 2016, com o maestro Fabio Mechetti. Em 2018 foi finalista no processo seletivo do Jette Parker Young Artistas Programme, do Royal Opera House em Londres. Foi assistente de inúmeros maestros, tais como Roberto Minczuck, Alessandro Sangiorgi, Luís Fernando Malheiro e Felix Krieger no Theatro Municipal de São Paulo, Theatro São Pedro e XIX Festival Amazonas de Ópera, regendo produções como Adriana Lecouvreur, Pelléas et Mélisande e Turandot. Desde 2014 tem frequente atuação na área de teatro musical, como pianista e maestro em grandes produções, tais como: O Homem de La Mancha e Annie, ambas sob direção de Miguel Falabella; A Noviça Rebelde, dirigida por Charles Moeller e Claudio Botelho; 60! Década de Arromba – Doc Musical, sob direção de Frederico Reder e as produções originais da Broadway de Billy Elliot, School of Rock e Charlie e a fantástica fábrica de Chocolate. Possui um projeto com os psiquiatras Andres Santos Jr. e José Paulo Fiks, aliando música à psiquiatria e psicanálise. HERICA VERYANO (CONSULTORA, COORDENADORA PEDAGÓGICA e COORDENAÇÃO DE PROJETO) Doutoranda em Educação (FEUSP), Mestra em Educação (UFPR), Pedagoga (UFPR) e Bacharela em Artes Cênica Interpretação (UNESPAR-FAP). É atriz, palhaça, contadora de histórias, produtora, diretora e dramaturga desde 2006 pelo Coletivo Joaquina. De março de 2019 a maio de 2022, atuou como coord. pedagógica e artística no Instituto Esporte & Educação, no Projeto Educação integral com Esporte e Arte em Pindamonhangaba-SP. Curadora do Cine SESC Infantil 2012/2013. É curadora do “FESTIN Paraná” desde 2017, foi idealizadora e curadora da “Mostra o Teatro pra sua criança” em Campinas, pelo CIS-Guanabara UNICAMP de 2015 a 2018. Coord. geral e formadora teatral no projeto “O Teatro Invade a Escola” em Guaratinguetá-SP (2018/2019). Atuou como consultora pedagógica e oficineira (contrapartida) no projeto “Ashanti” aprovado pelo ProAc nº 27/2019. É co-fundadora da Cia Teatral La Trapera e do Instituto Atuarte em Pindamonhangaba. Em 2021 dirigiu “O Filme da Minha Vida” pelo Mulheres de Cena, aprovado no Edital 02/2020 Linguagens Artísticas – Lei Aldir Blanc. Pelo mesmo edital co-dirigiu o espetáculo “Piragui” ao lado de Pitanga Araujo. Atualmente é coordenadora Pedagógica e intérprete do Projeto “Tatipirun” contemplado pelo ProAc Direto - PROAC EXPRESSO DIRETO No 38/2021 - FOMENTO DIRETO A PROJETOS CULTURAIS. BRUNA BORGES (PRODUÇÃO EXECUTIVA) Licenciada em Música - Escola de Música e Belas Artes do Paraná, pós-graduada em Gestão e Produção Cultural - Universidade Tuiuti do Paraná e mestre em Gestão e Liderança de Projetos Culturais pela Univerdidade Rey Juan Carlos (Madri-Espanha). Realiza produções nas diversas linguagens culturais desde 2011, sendo algumas delas o projeto Natal Encantado da PROVOPAR (2013) - caravana com espetáculo teatral (auto de natal) e distribuição de presentes para crianças da rede pública de ensino e pertencentes a classes de risco social; produção Artística Natal Encantado da PROVOPAR (2012) - caravana com espetáculo teatral (auto de natal) e distribuição de presentes para crianças da rede pública de ensino e pertencentes a classes de risco social; concerto "Drama-O afeto necessário do Barroco" - Projeto aprovado no edital de música de câmara pela Fundação Cultural de Curitiba/2014; série de concertos "Temas-Obras para cordas e sopro" - Projeto aprovado pela lei municipal de incentivo à cultura (mecenato)/2013-2014. É co-criadora e coordenadora geral do Festival internacional de Teatro Infantil do Paraná desde 2017 com quatro edições realizadas até agora.
PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.