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PRONAC 235732Apresentou prestação de contasMecenato

Filhos do Ritmo Plano Anual 2024

ASSOCIACAO FILHOS DO RITMO
Solicitado
R$ 338,7 mil
Aprovado
R$ 331,6 mil
Captado
R$ 130,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

39.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano anual
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Lavras
Início
2024-01-01
Término
2024-12-31
Locais de realização (1)
Lavras Minas Gerais

Resumo

O projeto é uma opção gratuita de cultura e lazer para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social da cidade de Lavras, em Minas Gerais. Serão oferecidas aulas gratuitas de percussão, dança, hip hop, capoeira e demais atividades artístico-culturais. No fim do ano, os participantes têm a oportunidade de apresentar aos familiares e amigos o que foi aprendido durante o período.

Sinopse

Faixa etária das oficinas: 04 a 14 anos.

Objetivos

Objetivo Geral Oferecer aulas gratuitas de percussão, dança, hip hop, capoeira e atividades de cultura e lazer para 100 crianças e adolescentes de Lavras/MG. As atividades tem como objetivo proporcionar momentos de alegria e entretenimento para os participantes com baixa oportunidade social do município. Objetivos Específicos Produto - Plano Anual: ● Oferecer aulas de percussão, hip hop, capoeira e atividades de culturais de lazer, aos sábados, para 100 crianças, em espaço público (CEU), do município de Lavras/MG; ● Os encontros são realizados aos sábados, no período da manhã, das 08h às 11h no CEU Paulo Alfredo Unes Pereira, em Lavras. ● Oferecer lanches às crianças participantes do projeto no primeiro horário e no fim da oficina; ● Oferecer momentos de lazer, cultura e apoio aos participantes; ● Oferecer momentos de aprendizados e formação além do ensino tradicional; ● Proporcionar uma formação artístico-cultural às crianças participantes.

Justificativa

O projeto Filhos do Ritmo oferece oficinas educativas às crianças carentes do município de Lavras (MG), além de assistência às famílias desde 2020. Acreditamos que, independentemente das diferenças, todos nós estamos alinhados e sintonizados no ritmo das batidas do coração, e é por isso, que a música é a base e chamariz para as oficinas. O projeto é uma opção para que crianças da cidade de Lavras em situação de vulnerabilidade social se afastem da dura realidade do dia a dia e encontrem todos os sábados, momentos de lazer e alegria nas atividades oferecidas no CEU Paulo Alfredo Unes Pereira. No fim do ano, as crianças têm a oportunidade de apresentar aos familiares e amigos o que foi aprendido durante o período. Além disso, o projeto é uma forma de aproximar-se das crianças e estabelecer uma relação de confiança na qual é possível estabelecer diálogos, resolução de conflitos e auxílio em questões familiares delicadas. Nas atividades, as crianças têm oportunidade de compartilhar vivências e aprendizados umas com as outras, e principalmente, encontram um local de formação cultural e educativa que, de alguma maneira, pode mudar a realidade em que vivem. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Especificação técnica

Plano pedagógico: 1. Oficina de Dança Carga horária: 24 horas mensais. A oficina busca tematizar danças contemporâneas e ensinar os saberes e ritmos corporais de forma adaptada às crianças e adolescentes de 4 a 15 anos. A oficina foca na construção e valorização do trabalho artístico da coreografia, uma vez que o ritmo da música pode ser ouvido, sentido e interpretado de diversas formas, para além das convencionais. Objetivo: · Reconectar o indivíduo com o seu próprio corpo, desenvolver consciência corporal e ciência de que o corpo é seu principal lar. · Desenvolver pesquisas de movimento e ampliar a escuta do corpo, de suas necessidades e vontades de expressão. · Proporcionar a todos os participantes, igualmente, a oportunidade de participar do processo criativo de improvisação do movimento e da criação coreográfica. · Acolher a riqueza da diversidade e colocar em xeque os preconceitos, transformados a partir da experiência com o outro. · Apontar caminhos para a descoberta e/ou potencialização de uma relação de harmonia entre o indivíduo e o espaço (seja ele o espaço interno ou externo ao corpo). Como acontece: Os participantes vivenciam diferentes ritmos populares e clássicos, histórias das danças, nomenclaturas de movimentos, performances e postura. O que os alunos aprendem: A dança, sendo uma experiência corporal, possibilita aos alunos novas formas de expressão e comunicação, levando-os à descoberta da sua linguagem corporal, o que contribuirá para o processo de aprendizagem. A oficina pode ser adaptada aos participantes com deficiência auditiva e visual, usando de estratégias pedagógicas por meio de recursos tecnológicos sensíveis, e ainda, com apoio de monitor e/ou intérprete que tenha as ferramentas necessárias para mediar o conhecimento. 2.Oficina de capoeira Carga horária: 24 horas mensais A oficina busca apresentar a arte marcial brasileira, conhecida como capoeira por meio de jogos e brincadeiras, levando sempre em consideração a etapa geracional dos participantes. O intuito é repassar valores como trabalho em equipe e inclusão, além do ensino de defesa pessoal e apresentações de movimentos combinados para o público. Como acontece: As aulas ocorrem a cada sábado, com duração de 2h por dia. Os espaços usados para as aulas são abertos e gramados; quadra com uso de tatames e o anfiteatro com uso de tatames no chão. As aulas começam com uma conversa inicial com a apresentação das atividades do dia. Posteriormente à realização das atividades propostas, é feita uma avaliação final. O que os alunos vão aprender: Os alunos desta oficina vão aprender os saberes corporais e culturais e regras da capoeira, bem como desenvolver aprendizagem motora e intelectual. Adaptada a cada idade, a oficina prioriza o lado artístico e cultural da atividade. Crianças e adolescentes com deficiência auditiva e visual podem ser contemplados pela oficina. As atividades podem ser adaptadas por meio de estratégias pedagógicas e do trabalho junto ao monitor ou intérprete que viabilizaram o acesso. 3. Oficina de ritmo e percussão Carga horária: 24 horas mensais A oficina propõe a construção de instrumentos musicais utilizando materiais alternativos como garrafas pet, tambores de plásticos etc. Concomitantemente à oficina de ritmo e percussão é desenvolvido o trabalho do coral percussivo em que as crianças aprendem a cantar e tocar. Nesta atividade os alunos aprendem os princípios do ritmo e da percussão e os saberes da musicalização. São apresentados ritmos contemporâneos e antigos tidos como “patrimônio” musical do Brasil. Objetivo: Desenvolver a percepção motora, auditiva, visual dos participantes, bem como trabalhar a socialização e a posturas disciplinar. Além disso, o aluno é conscientizado sobre o valor da sustentabilidade ao aprender a importância da reutilização de materiais. Como Acontece: É ensinada a história da música, exercícios, dinâmicas para ganhar ritmo no corpo, e aprendem a confeccionar seus instrumentos, bem como a diferenciar sons agudos e sons graves, sincronização com o grupo e se apresentarem. A oficina pode ser adaptada à deficientes auditivos e visuais conforme a demanda. 4. Oficina de Breaking (hip-hop) O objetivo desta oficina é promover o ritmo, a flexibilidade, a resistência, a força e a criatividade entre os participantes. Como acontece: Primeiramente acontece o aquecimento e alongamento precedidos do ensino dos fundamentos, tais como top rock, footwork, power muve e freez. O que os alunos aprendem: São ensinados os fundamentos do breaking, criação de coreografias e batalhas de dança.

Acessibilidade

Produto principal: Plano Anual Acessibilidade física: O espaço (CEU) possui acessibilidade para cadeirantes, pois é amplo e não possui escadas. Apesar de não possuir piso tátil, há facilitadores que poderão acompanhar crianças cadeirantes, por exemplo. Acessibilidade para deficientes auditivos: Caso haja alunos com deficiência auditiva, as oficinas serão adaptadas com a inclusão de um intérprete de LIBRAS. Acessibilidade para deficientes visuais: Caso haja alunos com deficiência visual, as oficinas serão adaptadas com a inclusão de material em braile.

Democratização do acesso

O projeto garante a democratização de acesso, tendo em vista que todas as atividades oferecidas nas oficinas são totalmente gratuitas. A divulgação das atividades será feita pelas redes sociais e diretamente nas escolas dos bairros participantes. Como medidas de ampliação de acesso, adotaremos os expostos no inciso IV do artigo 28 da IN nº 01/2023 do MinC, a saber: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal.

Ficha técnica

Sobre a Associação O projeto social “Filhos do Ritmo” teve início em 2020 com objetivo de assistir famílias afetadas pela pandemia de Covid-19. A proposta inicial foi oferecer alimentação para crianças e suas famílias do bairro Judith Cândido e Vista do Lago, no município de Lavras. Atualmente o projeto ampliou suas atividades e oferece oficinas educativas, culturais, e de esporte e lazer a crianças e adolescentes, de 4 a 15 anos. O idealizador do projeto é o percussionista Diego Carvalho Ferreira que, em conjunto outras pessoas, ajudaram a arrecadar cestas básicas e roupas durante a pandemia. Nesse período surgiu o sonho de criar uma organização que pudesse oferecer atividades culturais e de lazer às crianças da cidade. O projeto é hoje desenvolvido no bairro Lavrinhas e atende mais de cem crianças e adolescentes. A maior parte delas reside na zona norte da cidade, em bairros como Cidade Nova e Alto dos Ipês. Construir parcerias com outras instituições foi fundamental para ampliar as ações do projeto. Atualmente, o projeto tem parceria com a Universidade Federal de Lavras (UFLA) que apoia e incentiva as crianças a sonharem com o ingresso na universidade. A Secretaria de Educação e de Cultura, Esporte, Lazer e Turismo quem permitiu a realização do projeto no CEU (Centro Educacional Unificado). O foco do trabalho da entidade é a música. A partir dela é promovida a autonomia e habilidade motora das crianças, bem como seu desenvolvimento psicossocial. São repassados valores importantes como trabalho em equipe, disciplina e respeito. Além das oficinas artísticas, os alunos tem acesso a outras atividades de cunho pedagógico que contribuem para o vislumbre de oportunidades de estudo e trabalho. Dayvison Batista - responsável pelo hip hop Se encontra no 1º período de graduação ABI Educação Física. Participa ativamente no projeto Filhos do Ritmo há 1 ano, além de ter experiências em outros projetos sociais, somando sua atuação como professor de dança a 9 anos. Alysson dos Anjos Silva - responsável pela dança e capoeira Possui formação em educação física, licenciatura e bacharelado, como também bacharel em serviço social. Atua como professor no ensino superior há três anos e em projetos sociais há cerca de cinco anos. Nos projetos também assume, atualmente, o ofício de assistente social, além de trabalhos de extensão junto a universidades da região lavrense. Diego Carvalho Ferreira - responsável pela percussão e outros instrumentos e atividades culturais de lazer. Atua há 15 anos em projetos sociais. É percussionista, ritmista, mestre de baterias universitárias, diretor de uma banda que se chama Lá Batuque, e idealizador e coordenador do projeto Filhos do Ritmo. Priscila Naves de Azevedo Tristão - responsável pela dança e musicalização Graduada em educação física, pedagogia e pós-graduada em gestão escolar e em gestão da assistência social do sistema Suas, atua como professora de projetos sociais a mais de 16 anos, e é coordenadora e idealizadora de projetos sociais a mais de seis anos, além de professora de ritmos. Todos os nomes acima serão remunerados como professores do projeto Filhos do Ritmo.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.