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PRONAC 235759Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

Projeto Time to Act (Hora de agir)

POSTO 9 PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 3,98 mi
Aprovado
R$ 3,98 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-02-01
Término
2024-12-31
Locais de realização (3)
Porto Seguro BahiaRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto Time to Act (Hora de agir) propõe realizar uma mostra de videoarte em formato de multi-projeções mapeadas de imagens e áudio produzidas de maneira digital, em grande escala, proporcionando ao público uma experiência sensorial imersiva com uma linguagem artística inovadora e inclusiva. Como atividade paralela serão realizadospalestras a título de contrapartida social, para propor a troca de conhecimento reforçada pela intervenção proposta e a participação plural de especialistas convidados interagindo com o público participante.

Sinopse

São 3 iniciativas que se complementam de forma integrada: - Expressão da voz pela tecnologia: através de uma tenda, facilmente montada em qualquer local, propomos a expressão da voz dos cidadãos com relação a questões climáticas urgentes através de vídeos gravados em um aplicativo instalado em um Ipad que pode ser compartilhado por mídias sociais criando um enorme diálogo no ambiente virtual criados pelos artistas Gustavo Von Ha e Allan Gregorio, simulam diferentes consequências da crise climática, convocando as pessoas a ação, usando as redes sociais como ferramenta para ampliar o alcance de suas ideias.– o projeto envolve a contratação de artistas para o desenvolvimento do design e programação dos filtros junto a iniciativas sociais relacionadas ao tema criado - Salas imersivas: com o uso da tecnologia de videomapping imagens e sons são intercalados para mostrar a antítese entre ambientes naturais conservados e aqueles já degradados por ação humana. O ambiente de imersão torna-se propício para a reflexão e sensibilização sobre o tema, ponto de partida essencial para a conscientização e a proposta de novas perspectivas para a nossa sociedade. As imagens para a sala imersiva poderão também ser captadas conforme a proposta temática da instalação. O artista Ricardo Carioba irá criar uma instalação de vídeo imersiva (conteúdo da sala imersiva) para cada localização de residência da exposição. Refletindo os efeitos da crise climática em cada cidade. - Promoção de debates para a ação: envolvido no mesmo espaço das propostas de expressão da voz pela tecnologia e a conscientização pela sensibilização a integração do debate é fundamental para propor a troca de conhecimento reforçada pela intervenção proposta e a participação plural de especialistas convidados interagindo com o público participante

Objetivos

Objetivo Geral: O projeto tem por objetivo realizar uma exposição inédita de arte digital composta por instalações imersivas permitindo que os visitantes se integrem as obras, criando experiências sensoriais únicas. O projeto Time to Act (Hora de agir) busca através da arte a conscientização para questões socioambientais que de alguma forma podem impactar todas as pessoas independente de raça, território e classe social. A proposta é propor interação, debates e a expressão da opinião do público através do uso de tecnologias e artes em experiências imersivas e interativas. Objetivos Específicos - Realizar uma exposição de artes visuais em 3 cidades - Realizar cada exposição durante o período de 2 meses - Realizar Palestras a título de contrapartida social

Justificativa

Desde o século XX pesquisas artísticas buscam formas inovadoras de expressão. Do ponto de vista da produção artística, através da relação interdisciplinar das artes com a tecnologia, conquistas efetivas transformaram o processo criativo e a maneira de se expor obras de arte, seja na relação da obra com o público ou do público com o espaço expositivo. Nesse contexto a arte digital tem se desenvolvido e ganhado cada vez mais força e, com ela, uma de suas mais recentes ramificações: a chamada imersiva e interativa. O gênero, que vem exercendo um papel fundamental no mundo contemporâneo, utiliza a tecnologia como um veículo para nos conectar à arte, fazendo com que possamos vivenciá-la. Trata-se de um projeto inovador pois propõe novos formatos de espaços expositivos e novas perspectivas estéticas. A experiência de assistir uma projeção de forma totalmente imersiva, oferece uma intensidade que não pode ser igualada por nenhum outro ambiente já inventado. De acordo com seus objetivos e propostas o projeto atende aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto atende ao seguinte objetivo do Art. 3º da Lei 8313/91 II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;

Estratégia de execução

Os profissionais indicados no campo ficha técnica e os artistas que irão participar do projeto poderão sofrer alteração face à disponibilidade de sua contratação no momento de realização do projeto, ou em decorrência dos valores a serem aprovados para seu pagamento. Nos comprometemos, no caso de substituições, em manter o perfil e qualificação do profissional que for substituído, respeitando a qualidade técnica e histórico profissional, o que não ocasionará alterações no objeto do Projeto. Os valores e trechos declarados no corpo do projeto durante sua inscrição são estimados e provisórios, bem como poderão ser alterados conforme necessidades reais do projeto, uma vez que as origens e destinos das passagens podem sofrer alteração face a definição final dos profissionais e sua disponibilidade no momento de execução do projeto. Foram lançados no sistema apenas para cumprir as formalidades exigidas por esta Secretaria. Encaminhamos anexa a proposta museografica provisória da exposição, já que, neste momento, não há informações suficientes para se estabelecer os formatos definitivos a serem executados. Então, trata-se de a proposta museógrafa provisória e que será alterada ao longo da execução do projeto.

Especificação técnica

Não se aplica.

Acessibilidade

Produto Exposição de artes visuais Acessibilidade física: os espaços onde acontecerão as atividades terão sua estrutura adaptada com rampas de acesso, barras de apoio, corrimões para receber pessoas com limitações física motoras e portadores de necessidades especiais. Acessibilidade de conteúdo Acessibilidade para Deficientes Visuais: Sistema para acesso com fones de ouvido, com gravação que descreve as imagens e sons. A equipe de atendimento ao público da exposição terá sempre esses equipamentos para oferecer a quem necessitar e orientar em como deve ser utilizado. Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Linguagem escrita simples, textos através de um QR CODE na exposição. Acessibilidade para Deficientes Intelectuais: monitores treinados para auxiliar esse público. Produto Contrapartida Social Acessibilidade física: os espaços onde acontecerão as atividades terão sua estrutura adaptada com rampas de acesso, barras de apoio, corrimões para receber pessoas com limitações física motoras e portadores de necessidades especiais. Acessibilidade para Deficientes Visuais: Linguagem oral Acessibilidade para Deficientes Auditivos: Intérprete de libras. Acessibilidade para Deficientes Intelectuais: Monitores treinados para auxiliar esse público.

Democratização do acesso

Em atendimento ao disposto no Artigo 28 da IN nº 1/2023 do MinC, adotaremos a medida para as exposições de artes visuais: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;

Ficha técnica

A proponente será a única responsável pela administração e por todo o poder decisório do projeto. A proponente informa que no momento não é possível afirmar qual a rubrica que irá se remunerar. No entanto, poderá se remunerar por rubricas do projeto, se comprometendo desde já que apenas será remunerado pelos serviços prestados no Projeto. Luciana Brafman Trabalhou como produtora em Survivor e The Apprentice e produtora executiva para o primeiro filme de Montel Williams, Little Pieces. Ela representou a produtora brasileira Rio Vermelho Produções, que entre outros projetos produziu Orfeu Negro com o premiado diretor brasileiro Cacá Diegues. Ela também foi produtora do programa The Big Give for ABC de Oprah Winfrey e vendeu o programa infantil “Zip, Zip, Zippy” para a HIT Entertainment. Isabella Prata Formada em Economia para a Transição e Ciências Holísticas pelo Schumacher College, fundou a Escola São Paulo, primeira instituição da América Latina dedicada à formação para os setores da Economia Criativa. Anteriormente, com a Prata Produções e Isabella Prata Consultoria, realizou centenas de projetos reunindo criativos, instituições e corporações, trazendo ao Brasil pela primeira vez obras dos artistas Robert Mapplethorpe, Jean Michel Basquiat, Mario Testino, Anish Kapoor, Nan Goldin, Man Ray, Gary Hill, Steve McQueen, Richard Prince, Tracey Emin, Félix Gonzales-Torres e Cindy Sherman, entre outros. André Ballesteros Tem formação em comunicação e marketing e pós-graduação em gestão ambiental. Trabalhou 8 anos no mercado publicitário com passagem por grandes agências de publicidade e 11 anos coordenando a captação de recursos com a iniciativa privada conectando estratégias de ESG com projetos socioambientais em comunidades ribeirinhas na Amazônia. Angela Madai – Produção Formada em Artes Visuais na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Angela Magdalena trabalha na área de produção cultural desde 1992. Em 1995, muda-se para São Paulo onde dedica-se a área de produção. Participou, dentre outras exposições de artistas nacionais e internacionais, da produção de quatro Bienais do Mercosul, das mostras de Artes Indígenas e Arqueologia do Brasil 500 anos. Em 2006, funda a MadaiArt, empresa especializada no desenvolvimento e na produção de exposições e projetos culturais e que tem em seu currículo mostras de artistas como Marina Abramovic, Patricia Piccinini, Arwin Wurm, Antony Gormley, Laurie Anderson, Ai Weiwei e Anish Kapoor, além da implementação do Museu da Natureza no Piauí, Museu da Cidade de Manaus, em Manaus, Museu do Café, em Santos, Museu Ana Nery, Salvador, Museu do Banco Central, Brasília. Gustavo Von HaGustavo von Ha é um artista visual brasileiro. Seu trabalho foi comissionado por instituições no Brasil, Europa e Estados Unidos e exposto na Yerevan Biennial, 11a Bienal do Mercosul, Museum Für Gestaltung, Zurich, MAC USP, SP, MAM, SP, Museu de arte do Rio entre outros. Seu trabalho está presente em coleções como a Pinacoteca do Estado de São Paulo, MAM [Museu de Arte Moderna de São Paulo], MAR [Museu de Arte de Rio], MAC-USP [Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo], Instituto Cervantes de Tóquio e NCC [Nassau Community College], Garden City, NY. Allan GregórioAllan é um artista brasileiro apaixonado por explorar o potencial ilimitado de novos formatos digitais para criatividade e expressão artística. Natural de São Paulo e atualmente radicado em Amsterdã, Allan trabalhou com uma ampla gama de clientes, incluindo Benefit Cosmetics, TikTok, HBO Max, Vivara, GB65, Camila Cabello, Defected Records, Nike, Universal Music e Block9. Com formação em design gráfico, fotografia e um grande interesse na intersecção entre arte e tecnologia, o seu trabalho gerou mais de 50 mil milhões de impressões em Realidade Aumentada. Claudia AndujarClaudia Andujar nasceu na Suíça, em 1931, e em seguida mudou-se para Oradea, na fronteira entre a Romênia e a Hungria, onde vivia sua família paterna, de origem judaica. Em 1944, com a perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial, fugiu com a mãe para a Suíça, e depois emigrou para os Estados Unidos, onde foi morar com um tio. Em Nova York, desenvolveu interesse pela pintura e trabalhou como guia na Organização das Nações Unidas. Em 1955, veio ao Brasil para reencontrar a mãe, e decidiu estabelecer-se no país, onde deu início à carreira de fotógrafa. Barbara Wagner Bárbara Wagner (Brasília, 1980) vem ganhando destaque com trabalhos que discutem a representação de fenômenos de uma cultura pop e periférica e suas estratégias de subversão e visibilidade. Utiliza principalmente o retrato como recurso de documentação, metodologia trazida de sua experiência prévia como fotojornalista. Em Brasília teimosa (2005-2007), que deu origem a um livro, fotografou durante dois anos uma praia popular de Recife aos domingos, registrando uma estética particular sobre gostos e hábitos de consumo que confrontam uma ideia de subserviência de classe.Ernesto Neto Artista multimídia. Ernesto Saboia de Albuquerque Neto na década de 1980 estuda escultura com Jaime Sampaio e com João Carlos Goldberg na Escola de Artes Visuais do Parque Lage - EAV/Parque Lage. Realiza ainda cursos de intervenção urbana e escultura com Cleber Machado e com Roberto Moriconi, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ. Paulo Nazareth O corpo é presente em todo o trabalho de Paulo Nazareth, o artista coleciona, ao longo de toda a sua caminhada, leituras iconograficas paradoxalmente iconoclastas acerca dos objetos, lugares, discursos asseverados e costumes socioculturais, executando em todo o seu trabalho uma narrativa pictórica que vai além de técnicas comuns, busca colocar corpos físicos em espaço expositório. Nascido em 1977, na cidade de Governador Valadares (MG), Paulo Nazareth carrega em si a bagagem de andarilho, tendo percorrido longas distancias, da aldeia de Caiová à Nova York, de Miami à Mumbai dentre vários destinos curiosos. Dessas experiências, poder-se-ia concluir que os signos narrativos de Nazareth se perderiam, mas não, o artista consegue unir diferentes referencias em prol de um relacionamento plural entre a historiografia estética brasileira e o caminho de volta do homem as suas origens. Rivane NewenschwanderArtista visual. Rivane Neuenschwander Maciel Guimarães estudou desenhos na Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), entre 1989 e 1994. Em 1992, faz sua primeira exposição individual na Itaú Galeria de Belo Horizonte e de São Paulo. Recebe, em 1993, o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia pelo projeto Ex-Votos, Objetos Fotográficos, realizado na Fundação Nacional de Arte - Funarte, Rio de Janeiro. Em 1996, é premiada no projeto Antarctica Artes com a Folha juntamente com Marepe e Cabelo (1967). Benjamin de Burca Benjamin de Burca nasceu em 1975, em Munique, e cresceu na Irlanda. Formou-se em Pintura na Escola de Arte de Glasgow. Em 2006, concluiu o mestrado em Belas-Artes na Universidade de Ulster, em Belfast. Atua junto com Bárbara Wagner desde 2011. Os artistas desenvolvem uma prática colaborativa na qual as decisões são tomadas em conjunto entre a dupla e os artistas por eles retratados. Seus filmes tomam a forma de musicais que desafiam as convenções de gênero na medida em que as dimensões ficcionais e documentais se tornam híbridas, instaurando um terceiro território de linguagem. A pesquisa artística da dupla parte do conceito de cultura popular, reinventando essa noção constituinte da formação do imaginário nacional.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.