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PRONAC 235767Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

FESTIVAL NEGRARTE 2024

COOPERATIVA PAULISTA DE TRABALHO DOS PROFISSIONAIS DE DANCA
Solicitado
R$ 352,2 mil
Aprovado
R$ 352,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-02-01
Término
2025-08-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Trata-se da terceira edição do Festival Negrarte, evento tem o propósito de fomentar a importância e as influências de artistas negros, negras e negres na construção da biografia das artes brasileiras, da tela à escultura, da fotografia ao grafite e da literatura ao design. Neste sentido, promoverá debates relevantes e essenciais sobre expressões artísticas, representatividade e a desconstrução da figura do artista negro/a/e, bem como a sua contribuição fundamental para a formação da cultura brasileira. Integra ainda a programação apresentações musicais, exibição de um filme e uma exposição coletiva com/de negras/os/es. O evento busca, de forma inovadora, estabelecer um espaço de discussão acerca da historiografia brasileira, enquanto também procura resgatar e ampliar a visibilidade de artistas negros/as/es em nosso país.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

GERAL:Estabelecer um espaço de discussão acerca da historiografia brasileira, enquanto também procura resgatar e ampliar a visibilidade de artistas negros/as/es em nosso país, por meio de debates relevantes e essenciais sobre expressões artísticas, representatividade e a desconstrução da figura destes artistas, bem como a sua contribuição fundamental para a formação da cultura brasileira.ESPECÍFICOS:- Promover cinco rodas de conversas e dois bate-papos com especialistas negros/as/es sobre essas diversas manifestações;- Realizar atividades culturais conjugadas (apresentações musicais, exibição de filme e exposição) com/de artistas negros/as/es ao longo da programação do festival;- Gerar renda entre os participantes do projeto, cuja programação é majoritariamente composta por talentos negros/as/es. Isso não apenas fortalece o evento como um instrumento essencial no combate ao racismo estrutural e institucional presentes nas dinâmicas da sociedade brasileira, mas também o torna um catalisador de mudanças sociais e culturais profundamente necessárias;- Disponibilizar na internet a gravação na íntegra de todas as atividades realizadas presencialmente.

Justificativa

Em um momento em que a representatividade e a equidade racial ganha cada vez mais espaço, o Festival NegrArte emerge como um espaço que busca discutir questões cruciais sobre a presença e contribuição dos artistas negros/as/es para a cultura nacional e sua presença nas narrativas históricas do País. Criado em 2022, o evento tem o propósito em fomentar a importância e as influências de artistas negros, negras e negres na construção da biografia das artes brasileiras, da tela à escultura, da fotografia ao grafite e da literatura ao design. Assim, como as duas primeiras edições em 2022/2023, a iniciativa promove e amplia as produções de artistas negros contemporâneos através de encontros com rodas de conversa, apresentações e exposição sobre diversas manifestações artísticas, além de trazer um artista homenageado/a/e. Ao abordar essas temáticas com especialistas, o evento não apenas quebra barreiras e estereótipos, mas também amplia perspectivas que muitas vezes são marginalizadas. Isso não só enriquece o cenário cultural, mas também se traduz em uma ferramenta concreta na luta contra o racismo estrutural e institucional que persiste em nossa sociedade. O Festival NegrArte é, portanto, não apenas relevante, mas crucial para a promoção da igualdade racial, da diversidade cultural e da justiça social. Ele se destaca como um exemplo de como a arte e a cultura podem ser poderosas ferramentas de transformação, iluminando caminhos para um futuro mais inclusivo e igualitário para todos os brasileiros/as/es. NegrArte se apresenta como um movimento de extrema importância no contexto da cadeia produtiva cultural e artística local, desempenhando um papel fundamental no fomento, descrição, análise e criação de um movimento que evidencia as expressões contemporâneas de criação produzidas por artistas negros/as/es, curadores e movimentos coletivos de criação artística. Neste contexto, uma de suas principais missões é ampliar a visibilidade dessas produções, um ato que vai muito além da mera divulgação, constituindo-se como um mecanismo essencial para o incentivo à produção artística, à educação, à representatividade e, sobretudo, para a construção de equidade na presença desses artistas nos sistemas artísticos tradicionalmente dominados por representações brancas. O Brasil, caracterizado por sua rica diversidade racial, possui aproximadamente 54% de sua população autodeclarada como negra. No entanto, quando observamos a representatividade desses artistas nos espaços culturais e artísticos tradicionais, percebemos um abismo que clama por correção. O Festival NegrArte, ao trazer à luz as vozes e as criações dos artistas negros, não apenas retifica essa disparidade, mas também enriquece o cenário cultural, diversificando as narrativas e perspectivas artísticas. No impacto econômico e cultural que o festival tem ampla realização de produções artísticas e manifestações culturais neste território é indiscutível. O festival, ao promover e celebrar a expressão artística negra, não só contribui para o enriquecimento do panorama cultural do estado, mas também gera impactos econômicos positivos, impulsionando a economia criativa local, uma vez que, o projeto convidará cerca de 20 artistas para formar a programação do evento. Atuando como um agente transformador que desencadeia uma série de consequências benéficas para a cadeia produtiva cultural e artística local. Através da promoção da diversidade, da representatividade e do fomento às expressões artísticas contemporâneas, o festival presta um serviço inestimável à sociedade e à cultura, contribuindo para um panorama mais inclusivo e igualitário nas artes e na sociedade como um todo. O Festival NegrArte se destaca por ser um dos pioneiros ao trazer jornalistas, críticos, curadores e pesquisadores negros/as/es para liderar essas discussões e explorar essas temáticas vitais. Ao fazer isso, o evento se posiciona como uma ferramenta significativa na promoção da geração de renda entre os participantes do projeto, cuja programação é majoritariamente composta por talentos negros/as/es. Isso não apenas fortalece o evento como um instrumento essencial no combate ao racismo estrutural e institucional presentes nas dinâmicas da sociedade brasileira, mas também o torna um catalisador de mudanças sociais e culturais profundamente necessárias. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livreacesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural eartística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto dasmanifestações culturais e seus respectivos criadores; IV protegeras expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer eviver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimulara produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX -priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante:e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;

Estratégia de execução

SOBRE A ARTISTA HOMENAGEADADe origem humilde e descendente de pessoas escravizadas, Maria Auxiliadora (Campo Belo, MG, 24 de maio de 1935 – São Paulo, 20 de agosto de 1974) é notável por sua contribuição singular à pintura, afastando-se das convenções acadêmicas e modernistas vigentes. Sua abordagem artística distintiva repousa em uma técnica única, na qual, por meio da combinação de tinta a óleo, massa plástica e até mesmo mechas de seu próprio cabelo, a artista criava relevos na superfície da tela. É justamente essa técnica que se tornou sua marca registrada.O percurso artístico de Maria Auxiliadora está distante das figuras canonizadas pela história da arte. Ela encontrou seus primeiros espaços de exposição nas feiras de arte da Praça da República, localizada no centro de São Paulo, bem como na cidade vizinha de Embu das Artes. Esses locais funcionavam como pontos de encontro e intercâmbio para artistas que não tinham acesso a museus e galerias do circuito oficial.O ambiente criativo no qual Maria Auxiliadora cresceu desempenhou um papel significativo em suas experimentações artísticas, vindo de uma família que abrigava escritores, músicos e pintores. Sua mãe, apesar de não ser uma artista, estimulou seus filhos a desenvolverem suas habilidades criativas e ensinou a Maria Auxiliadora a arte do bordado, que se tornou uma influência marcante em seu trabalho. Sem acesso a uma educação formal em artes, Maria Auxiliadora foi autodidata, explorando inovações em suas técnicas de pintura.No início de sua carreira, ela expôs suas obras no centro de São Paulo, onde teve a oportunidade de conhecer o crítico de arte Mário Schenberg (1914-1990), que adquiriu várias de suas obras. Esse encontro levou à apresentação da artista ao cônsul dos Estados Unidos, que organizou sua primeira exposição individual em 1970, na Mini-Galeria USIS, localizada no Consulado Americano em São Paulo. Com essa exposição, Maria Auxiliadora começou a receber reconhecimento tanto nacional quanto internacional. Ela também participou da 10ª Bienal de São Paulo (1969) e expôs na Galeria Zimmer, em Dusseldorf, Alemanha (1972), e na Art Fair, em Basileia, Suíça (1973).Após um longo período de esquecimento, com sua última grande exposição individual ocorrendo em 1981, o Museu de Arte de São Paulo (MASP) promoveu uma extensa retrospectiva da obra de Maria Auxiliadora em 2018, com o intuito de renovar o interesse pelo seu legado artístico. Este esforço visa trazer à tona novamente a contribuição única e valiosa dessa notável artista para o cenário artístico brasileiro e internacional. DEMAIS CURRÍCULOS DA EQUIPEPerla AssunçãoÉ mulher preta, educadora social, jornalista e articuladora de redes colaborativas. Com especialização em projetos sociais e políticas públicas, atua há 18 anos em projetos e programas voltados à inclusão social e garantia de direitos. Atualmente é articuladora de literatura no projeto Rede Nacional de Leitura Inclusiva da Fundação Dorina Nowill, onde atua com ações de fomento de acessibilidade cultural. Mirian de Souza CaxiléEmpresa que presta serviços na área de tradução e interpretação para libras, consultoria em acessibilidade em várias áreas do conhecimento, bem como eventos científicos e artísticos culturais.Pixel Desenvolvimento LtdaAgência web focada em desenvolvimento de sites, aplicativos e sistemas personalizados, nosso propósito é facilitar a vida dos empresários que querem tirar uma ideia do papel e colocar no mundo online, através de um desenvolvimento inteligente focado em pessoas.Pazetti Comunicação e ConsultoriaEmpresa que oferece soluções de comunicação entre idiomas para empresas de diversos segmentos. Nossos tradutores nativos atuam com máxima dedicação para entender a fundo cada mercado e atingir a excelência na tradução. Prezamos pela agilidade e flexibilidade e assim, atuamos para atender as necessidades e superar as expectativas dos nossos clientes e parceiros.Marina de Araujo DianaAgência de notícias focada em media training, assessoria de imprensa e produção de textos jornalísticos. Fundada pela jornalista Marina Diana –e também bacharel em Direito--, a empresa atende micro, pequenas e médias empresas, além de profissionais liberais.Estúdio Melão LtdaEstúdio de conteúdo, relacionamento e conexões que converte ideias em ações e resultados positivos. Analisamos as necessidades de cada cliente, criamos as estratégias e divulgamos a marca através de ações personalizadas. Engajamos seus seguidores com conteúdo relevante, analisamos tráfego, performance, frequência e investimentos para gerar mais leads.Cynthia Helena Feitoza PedrosaAdvogada formada pela Universidade Mackenzie atuando na área consultiva e contenciosa, com ampla experiência no direito empresarial (Cível,tributário e Trabalhista); Experiência na elaboração, análise, revisão e negociação de contratos em geral; pesquisa de legislação e jurisprudências; Vivência em elaboração de projetos, gerenciamento de contratos públicos (convênios, licitações) e prestação de contas de entidades do terceiro setor. É pós-graduada em Direito Corporativo e Compliance na EPD- Escola Paulista de Direito. Atua como Gerente jurídica - atuação em análise, elaboração e negociações de contratos em geral; rotina e acompanhamento dos processos nas áreas cíveis, tributárias e administrativos (recuperação fiscal precatórios); contencioso trabalhista e prestação de contas.

Especificação técnica

PROGRAMAÇÃO:Proposta de programação a ser confirmada com os mediadores e convidados, em função de agenda. Porém, não haverá alteração na estrutura e proposta de curadoria.13 de maio de 2024: EXIBIÇÃO DE UM FILME/CURTA NO CANAL DO YOUTUBE Essa atividade será apenas online e contará com a curadora, falando sobre o 13 de maio e o festival, e um convidado que apresentará o filme ou curta metragem exibido. A conversa será gravada e legendada para garantir acessibilidade, em seguida a exibição do audiovisual. Há um desejo da equipe em convidar um/a/e cineasta negro brasileiro para essa abertura e conversa com a curadora. Dia 16 de maio de 2024: RODA DE CONVERSA - MODERNISMOS NEGROS: ONDE ESTAVAM OS ARTISTAS? - Esta conversa tem como objetivo apresentar ao público a circulação de pintores(as) e escultores(as) negros e negras em instituições de arte no período entre 1947 e 1964. Convidados – Bruno Pinheiro (UNICAMP) e um convidado Mediação – Luciara Ribeiro Dia 17 de maio de 2024: RODA DE CONVERSA - (RE)DESENHANDO IMAGINÁRIOS EM QUADRINHOS - Discutirá a produção de artistas negros na criação de quadrinhos no Brasil. A conversa terá a participação de uma quadrinista e um artista de quadrinhos do nordeste do Brasil. Convidados – uma quadrinista SP, um quadrinista do nordeste (nomes a confirmar) Mediação - Leonardo Rodrigues (PGEHA- USP) Dia 18 de maio de 2024: 14 às 15h – RODA DE CONVERSA - ARTISTA HOMENAGEADA: A VIDA COTIDIANA NA POÉTICA ARTÍSTICA DA PINTORA MARIA AUXILIADORA | Conversa sobre a artista homenageada com a curadora da edição. Convidados – Alecsandra Matias de Oliveira (MAC USP) + 1 convidado Mediação - Luciara Ribeiro 15h30 às 16h30 – BATE PAPO - O DESAFIO DA REPRESENTATIVIDADE NEGRA NOS MUSEUS | Tem como objetivo apresentar ao público os desafios da representatividade negra nos museus. Convidados – Luciara Ribeiro e Rosana Paulino (UNIFESP/Universidade de Salamanca) 17 às 18h - BATE-PAPO LITERÁRIO | Contos e crônicas das escritoras afro-brasileiras. Esta conversa abordará a escrita de mulheres negras na literatura nacional. Convidados – Stephanie Borges e Conceição Evaristo 18h30 às 19h30 - APRESENTAÇÃO MUSICAL | Apresentação do pianista Jonathan Ferr Dia 19 de maio de 2024: 14 às 15h – RODA DE CONVERSA LITERATURA - Escrita afrocentrada. A conversa abordará os escritores negras/negros/negres na literatura nacional. Convidados – Ana Maria Gonçalves e Jeferson Tenório Mediação - Perla Assunção 15h30 às 16h30 – RODA DE CONVERSA DESIGN - Esta mesa discutirá a produção de estilistas negros, negras, negres contemporanexs e os desafios do mercado. Convidados - Isaac Silva e Gabi Matos Mediação - Alexandre Salles 17 às 18h - BATE-PAPO TEATRO Convidado – Cleiton Nascimento e um convidado 18h30 às 19h30 - APRESENTAÇÃO MUSICAL ENCERRAMENTO DO EVENTO | Com a participação do MC / Designer / Artista Plástico Zudizilla.

Acessibilidade

Em atendimento ao Art. 25 da IN 01/2023, a Lei nº 13.146, de 2015 e Decreto nº 9.404, de 2018, o projeto adotará as seguintes medidasde acessibilidade: SEMINÁRIO/SIMPÓSIO/ENCONTRO/COGNRESSO/PALESTRAa) Acessibilidade física: As rodas de conversas e bate-papos serão realizadas em espaços com acessibilidade física para portadores de necessidades especiais, tais como rampas, banheiros, espaços reservados, entradas e saídas equipadas para fácil acesso;Item da planilha orçamentária: Assistentes de produção (serão responsáveis de assegurar que tais espaços seguem as regras de acessibilidade física). b) Deficientes visuais - disponibilização de programação impressa em braileItem da planilha orçamentária: Impressão em braile c) Deficientes auditivos - disponibilização de intérprete de Libras e legendagem dos vídeos das rodas de conversa e bate-papos que serão disponibilizados na íntegra na internetItens da planilha orçamentária: Intérprete de Libras e Registro Videográfico

Democratização do acesso

Além da gratuidade em todas as atividades, o projeto atende aos seguintes incisos do Artigo 28 da IN 01/2023:SEMINÁRIO/SIMPÓSIO/ENCONTRO/COGNRESSO/PALESTRAIV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;

Ficha técnica

Gestão Administrativa do projeto: Edicléia Plácido Soares (dirigente da instituição)Coordenação e concepção geral: Flávio da Silva NogueiraCuradora: Luciara RibeiroProdução Executiva: Liliane Pereira SantosCoordenação de Produção: Antonieta Jorge DertkigilCoordenador logístico: Valmiro Maurício da Silva JúniorProdutor: Elenor Cecon JúniorAssistentes de produção: a definirAssistentes de Palco: a definirMediadores: Leonardo Rodrigues, Luciara Ribeiro, Rosana Paulino e outros a definirPalestrantes: Bruno Pinheiro, Alecsandra Matias, Perla Assunção, Stephanie Borges, Conceição Evaristo, Ana Maria Gonçalves, Jeferson Tenório, Isaac Silva, Marcelo Zizu, Gabi Matos, Cleiton Nascimento e outros a definirMúsicos: Zudizilla e Jonathan FerrVídeo e Fotos: L.O. da Silva Fotografia e FilmagemInterpretação de Libras: Mirian de Souza CaxileAssistente de Acessibilidade: a definirDesenvolvimento de Site: Pixel DesenvolvimentoServiço de legendagem: Pazetti ComunicaçãoAssessoria de Imprensa: Marina de Araujo DianaRedes Sociais: Estúdio MelãoConsultoria jurídica: Cynthia Helena Feitoza PedrosaCURRÍCULOSFlávio da Silva NogueiraOrganizou a primeira edição de NegrArte e atuou como curador da segunda edição. É pesquisador, jornalista e mestrando em Estética e História da Arte (Programa de Pós-Graduação Interunidades em Estética e História da Arte da Universidade de São Paulo – USP), especialista em cultura, educação e relações étnico-raciais (Centro de Estudos Latino-Americanos sobre Cultura e Comunicação – CELACC/USP), onde aprofundou suas pesquisas nas produções contemporâneas africanas. Atuou como repórter e colaborador de artes plásticas, arquitetura e design em publicações nacionais e estrangeiras, entre elas, a italiana AINAS MAGAZINE. É membro do grupo de pesquisadores do LinK Art Áfricas-Fapesp.Luciara RibeiroParticipou da primeira edição da NegrArte. É uma mulher preta, educadora, pesquisadora e curadora. Interessa-se por questões relacionadas a descolonização da educação e das artes e pelo estudo das artes não ocidentais, em especial as africanas, afro-brasileiras e ameríndias. É mestra em História da Arte pela Universidade de Salamanca (USAL, Espanha, 2018), onde foi bolsista da Fundación Carolina, e pelo Programa de Pós-Graduação em História da Arte da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP, 2019), onde foi bolsista CAPES. É graduada em História da Arte pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP, 2014) com intercâmbio na Universidade de Salamanca (USAL, Espanha, 2012). É técnica em Museologia pela Escola Técnica Estadual de São Paulo (ETEC, 2015). Atualmente é docente no Departamento de Artes da Faculdade Santa Marcelina.Liliane Pereira SantosIdealizadora e produtora do festival NegrArte, a publicitária e fomentadora cultural, atua na área comercial há 30 anos, coordena e promove a captação de projetos incentivados e de verba direta dos clientes do Estúdio Melão desde 2014, cria ativações personalizadas aos patrocinadores durante os eventos e em todas as plataformas de comunicação. Foi publisher da revista Raça Brasil de 1997 a 2000. Também gerenciou projetos comerciais no Yahoo!Brasil e Editora Globo, entre de 2000 a 2011. Comercializa e desenvolve ações institucionais dos patrocinadores da Semana Criativa de Tiradentes em Minas Gerais, desde 2017.Antonieta Jorge DertkigilRelações Públicas (FAAP), pós-graduada pelo Senac em Arte Educação, com cursos em Gestão de Eventos, Negócios e Oportunidades na FGV, Extensão em Relação do Estado com Terceiro Setor na Procuradoria Geral do Estado/SP e Educação Continuada em Gestão Cultural pela PUC. Em atividades profissionais atuou na Gestão Pública desde 2004, na Secretaria Estadual da Educação, Antiga Febem, Câmara dos Vereadores e Assembleia Legislativa. De 2011 a 2016 foi Diretora do Centro de Editais ProAC e Pontos de Cultura na Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. Integrou (2014-2016) o Conselho Estadual da SUTACO. Durante os cinco anos que esteve na Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, fez parte da Comissão de Análise de Projetos (CAP/ICMS) em 2012 e 2013 e de 2015 a 2016, nos segmentos de música e projetos especiais, respectivamente. Como avaliadora de projetos culturais, participou de diversas comissões como a Comissão de Seleção de Projetos dos Pontos de Cultura do Município de São Paulo em 2014, em Sorocaba de 2015 a 2018 no segmento de Formação e Festivais, em São José dos Campos no segmento de Cultura Digital, em 2020 no segmento de “Manutenção de Espaços culturais” e no DF no FAC no edital de Ocupação de Espaço Cultural Renato Russo. Faz parte do Fórum Nacional de Pareceristas. Desde 2017 participou da equipe da Oca Escola Cultural, OSC em Carapicuíba, que atua na área da cultura brasileira, acompanhando o Grupo de Mães as “Rendeiras da Aldeia” que trabalham com a Renda Renascença e também no Projeto “Cine Oca” em sessões de cinema em parceria com escolas públicas locais.Valmiro Maurício da Silva JúniorÉ administrador e produtor cultural. Graduado em Administração de Empresas pela PUC-SP. Atua como produtor de eventos e projetos culturais há 20 anos. É Co-idealizador do Projeto e Festival Semana Criativa de Tiradentes. Fez parte da equipe gestora do Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo de agosto/2015 a maio/2019, atuando nas áreas de produção, programação e avaliação de projetos residentes. Participou como Júri das Comissões 28ª e 29ª edições do Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo, do Prêmio Denilto Gomes de Dança nos anos de 2017 e 2018; de Seleção do Proac-Editais, “Concurso de Apoio a Projetos de Festivais I no Estado de São Paulo" no ano de 2016 e “Território das Artes” no ano de 2017. Faz parte da equipe de produção dos projetos culturais TODO DOMINGO e “Obras em Construção” - Programa de Residência Artística da Associação Cultural Casa das Caldeiras em São Paulo há 8 anos. Foi produtor das Companhias de Dança Núcleo Aqui Mesmo, Hells Dance Corporation e Ouvindo Passos Cia de Dança. Faz parte da equipe de produção do Festival Tiradentes em Cena em Tiradentes – MG desde 2013. Fez parte da equipe de produção da SP-Arte e do Festival de Fotografia Foto em Pauta. Foi produtor executivo do projeto “Uns 300 Anos de Janela", projeto integrante da Mostra de Cinema de Tiradentes MG em três edições em Tiradentes MG. Fez parte da equipe de produção do Festival Internacional de Cultura e Gastronomia de Tiradentes – MG, durante 4 edições.Elenor Cecon JúniorFormado em Administração com especialização em Gestão Cultural, com mais de 20 anos no mercado cultural, atuando na gestão de instituições e projetos culturais. Desenvolve trabalhos com grupos e artistas de São Paulo, Mato Grosso, Distrito Federal, Minas Gerais e Bahia. É parecerista de projetos culturais para organizações governamentais. Também presta consultoria para instituições do Terceiro Setor. Ministra cursos e workshops de Elaboração e Gestão de Projetos Culturais. Atuou como tutor EAD do Programa de Capacitação em Gestão Cultural e Empreendimentos Criativos - MinC/SENAC-DF e do Programa de Capacitação de Gestores Culturais do Centro-Oeste MinC/UnB. Tem se dedicado à internacionalização das artes cênicas brasileiras, tendo participado de importantes intercâmbios internacionais: Micsul 2016 (Colômbia); Santiago a Mil 2015 (Chile); 4º Kugoma (Moçambique) e Platform 11+ (Portugal).Leonardo RodriguesLeitor e colecionador de quadrinhos, é mestrando em Estética e História da Arte pelo PGEHA, na Universidade de São Paulo, com pesquisa sobre o protagonismo de artistas negros nos quadrinhos brasileiros. Especialista em Mídia, Informação e Cultura pelo CELACC-USP e graduado em Design Gráfico pela Universidade Anhembi Morumbi. Atua profissionalmente como radialista, jornalista e ilustrador.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.