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PRONAC 235776Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

MOVIMENTO DE AQUISIÇÃO DE OBRAS DE ARTE PARA MUSEUS: BRASILIA ENFIM – CHRISTUS NÓBREGA

INSTITUTO DE PESQUISA E PROMOCAO A ARTE E CULTURA - IPAC
Solicitado
R$ 1,68 mi
Aprovado
R$ 1,68 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Doação/Aquis Acervos p/Museus e Inst. Pres Memória
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
23

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2028-12-01
Término

Resumo

Aquisição de conjunto de 250 obras entre fotografias, objetos e textos referentes a série Brasília enfim, do artista Christus Nóbrega.

Sinopse

AQUISIÇÃO DE OBRAS O projeto compreende a aquisição de importante conjunto de 250 obras da série Brasília enfim do artista Christus Nóbrega. Para tal, compreende a elaboração de parecer técnico de autenticidade e importância; laudos técnicos de estado de conservação, construção de dossiê com dados das obras; acompanhamento museológico para embalagem e transporte das obras para os museus selecionados; exposição inaugural de recebimento das obras; ações de formação de plateia (acesso gratuito às atividades, visitas mediadas à exposição e as palestras da curadoria e consultores do projeto); confecção de catálogo e acesso a informações no site da proponente.

Objetivos

OBJETIVO GERAL A partir da aquisição de conjunto de 250 obras entre fotografias, objetos e textos referentes a série Brasília enfim, o projeto tem como objetivo fortalecer as coleções dos museus brasileiros, promover o acesso à cultura e valorizar nossa identidade. OBJETIVOS ESPECÍFICO O projeto MOVIMENTO DE AQUISIÇÃO DE OBRAS DE ARTE PARA MUSEUS tem por objeto específico as seguintes ações: · PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES: Realizar 1 mostra das obras adquiridas no museu que irá receber a aquisição (duração de 30 dias); · PRODUTO CATÁLOGO: Produzir e imprimir 500 catálogos relacionados ao projeto com imagens das obras expostas e textos de críticos convidados. A confecção dessa peça gráfica permitirá a multiplicação da experiência da visita à exposição, a documentação de acontecimentos de importância para as artes visuais brasileiras e a democratização de material com textos críticos de excelência, produção gráfica cuidadosa e obras de arte que são fruto de longa pesquisa e experimentação; · PRODUTO PALESTRA: Realizar 03 palestras com pesquisadores, críticos, professores ou especialistas que permitam uma ampla discussão dos temas apresentados no projeto; (50 vagas por encontro).

Justificativa

A onipresença dos computadores à nossa volta, a generalização da internet, os avanços da biotecnologia, as promessas da nanotecnologia, as inovações tecnológicas de toda sorte já ultrapassaram infinitamente os limites dos laboratórios científicos e hoje fazem parte do cotidiano de uma porcentagem cada vez maior das populações urbanas de grande parte do planeta. Fazer uma inteligência artificial aprender ao longo do tempo se torna um processo fundamental nesta busca por máquinas que auxiliem na criação de novas plataformas e ferramentas para os artistas visuais. Técnicas de aprendizado de máquina, como as redes neurais e o deep learning, têm produzido inteligências capazes de absorver o estilo e características de determinadas imagens e reinterpretá-las ou construir outras aplicando o que foi aprendido. No âmbito dessa nova tendencia, o artista Christus Nóbrega apresentou o projeto "Brasília, enfim". Nóbrega é doutor em arte e tecnologia, e alimentou, como é denominada a curadoria de um pensamento com uma IA. Tendo como base os relatos descritivos que ouvia na infância sobre Brasília, o artista nordestino reconstrói com inteligência artificial as imagens que outrora sonhava, pondo em choque uma Brasília imaginária com uma Brasília real, levando para o público uma experiência original e inovadora sobre a cidade em que vivem. Cada imagem produzida é única resultam em imagens imprevisíveis e surpreendentes, apresentando no projeto um dos mais avançados exemplos de inteligência artificial a serviço de uma estética humana. Aqui o artista não busca a discussão sobre o poder ou não da máquina em criar arte, mas sim a utiliza como ferramenta de construção de um pensamento onde a confluência entre imaginário e realidade convivem em harmonia. Onde relatos orais e alta tecnologia conseguem coabitar e construir uma cidade em conjunto permitindo ao público vivenciar a relação entre suas lembranças afetivas e o mundo contemporâneo. Em "Brasília, enfim" Nóbrega busca promover o avanço na democratização do acesso a inovações tecnológicas, como a IA, ao público, em especial aqueles cujo contato com a tecnologia ainda é distante. Nesse sentido, a aquisição da série pelo Museu Nacional de Brasilia se justifica primeiramente pela característica estética e artística da coleção mas sobretudo por se tratar de uma proposta que retrata a capital federal e que enriquecerá o acervo daquele museu. O uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para realização deste projeto junto ao Ministério Cultura, via Lei de Incentivo, tem se mostrado a única forma de apoio junto à iniciativa privada, sendo imprescindível para a democratização da cultura em todo o Brasil. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (apresentando as diversas formas das tradicionais manifestações artísticas na Bahia no período colonial e imperial) III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;(no caso, os autores das obras de arte visuais e decorativas) IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; (através do reconhecimento da tradição artística da Bahia e a sua importância histórica no país e no mundo) VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; (disseminar e refletir são formas de preservar o patrimônio cultural das expressões artísticas) VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;

Estratégia de execução

Público-alvo O projeto MOVIMENTO DE AQUISIÇÃO DE OBRAS DE ARTE PARA MUSEUS: BRASILIA ENFIM – CHRISTUS NÓBREGA - foi desenvolvido para o público em geral. A mostra de apresentação das obras terá entrada franca e classificação indicativa Livre para todos os públicos. Estima-se que mais de 5 mil pessoas visitarão a exposição em seu período em cartaz. Plano de comunicação/Mídia O projeto MOVIMENTO DE AQUISIÇÃO DE OBRAS DE ARTE PARA MUSEUS produzirá e realizará a distribuição gratuita (para o público, instituições culturais e formadores de opinião) de mídias impressas especialmente para a mostra. Esse material tem caráter de formação e reflexão sobre a História da Arte Brasileira e como desdobramento, colabora para a difusão e a democratização do acesso à cultura. · Contratação de assessoria de imprensa especializada; · Clipagem e valoração de mídia espontânea; · Impressão de 500 catálogos; · Convite virtual; · Divulgação em redes sociais. · Registro fotográfico e videográfico do evento; · Site do proponente: serão disponibilizadas informações do projeto, integra das palestras, vídeos em libras, áudio guia das obras e o site terá como acessibilidade as seguintes ferramentas: Leitor de tela; Ferramenta em lupa e zoom; Auto contraste e inclusão da ferramenta Suíte V Libras.

Especificação técnica

AQUISIÇÃO DE OBRA O projeto compreende a aquisição de importante conjunto de 250 obras da série Brasília, enfim. As obras foram apresentadas em abril de 2023, nos quatros museus que compõem o Complexo Cultural da Praça dos Três Poderes, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília-DF. A mostra, criada para celebrar o aniversário de 63 anos da capital federal, foi pioneira no uso massivo de inteligência artificial generativa no Brasil. As imagens foram criadas a partir das histórias que a mãe do artista lhe contava sobre a cidade, quando este era ainda criança. As obras estão organizadas em 8 conjuntos, em um total de 250 imagens. Cada conjunto é organizado na forma de uma foto instalação que deve ser apresentada seguindo as orientações desse documento. Os conjuntos são: 1) Conjunto Antecedestes (composto de 24 imagens) 2) Conjunto Setor Vento Norte (composto de 20 imagens) 3) Conjunto Setor Vento Sul (composto de 23 imagens) 4) Conjunto Setor Vento Oeste (composto de 42 imagens) 5) Conjunto Setor Vento Leste (composto de 28 imagens) 6) Conjunto Memorial dos Candangos - Protesto (composto por 38 imagens) 7) Conjunto Memorial dos Candangos - Cotidiano (composto por 45 imagens) 8) Conjunto Paulo Freire e os Canteiros de Leitura (composto por 31 imagens) Cada imagem é acompanhada por uma ficha técnica com detalhes pertinentes sobre a obra, garantindo que seu condicionamento e futura exposição pública sejam adequados.

Acessibilidade

PRODUTO EXPOSIÇÃO 1. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO (ART.25 INCISO I): a) Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com museus que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. 2. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTE VISUAIS: a) Descrição da atividade: · A exposição de apresentação das obras terá textos em tipos ampliados para garantir o acesso de deficientes visuais de graus variados; · Legendas em braile para as obras presentes na exposição de apresentação. Estas impressões serão executadas em placas de pvc e estarão expostas em altura adequada para leitura tátil, inclusive de cadeirantes e pessoas de baixa estatura; 3. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITITOS a) Descrição da atividade: · Realização de Vídeo em libras sobre as obras adquiridas disponível por QRcode na exposição; PRODUTO CATÁLOGO 1. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS a) Descrição da atividade: O catálogo do projeto será disponibilizado gratuitamente em PDF. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. PRODUTO PALESTRAS 1.ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO (ART.25 INCISO I): a) Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com locais de exposição que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. 2.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS a) Descrição da atividade: As palestras serão acompanhadas por intérprete em libras; ACESSIBILIDADE DE COMUNICACIONAL Todo o conteúdo desenvolvido pelo projeto será disponibilizado no site do projeto inclusive os vídeos em libras das obras; De acordo com a Lei nº 13.146, de 06/07/2015 Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; e III - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO O projeto MOVIMENTO DE AQUISIÇÃO DE OBRAS DE ARTE PARA MUSEUS: BRASILIA ENFIM – CHRISTUS NÓBREGA- realizará as seguintes iniciativas visando ampliação do acesso: 1. O projeto prevê a parceria com entidades cujo acesso seja GRATUITO. 100% do produto Exposição será realizado com caráter social, além do previsto no inciso II do art.27, totalizando 100%; 2. 80% catálogos produzidos para a mostra terão distribuição gratuita para o público em geral e especialmente para escolas, bibliotecas, museus e outras entidades ligadas à cultura (Art 28 - Inciso I); 4. Todas as imagens e vídeos realizados no âmbito do projeto estarão disponíveis gratuitamente no site do proponente do projeto (Inciso IV e V Art. 28); 5. Serão realizados 3 encontros com especialistas, sendo um deles voltado para professores da rede pública (Inciso VI – Art.28); No âmbito do Art. 28 da IN nº01/2023 do Ministério da Cultura o projeto prevê: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

CHRISTUS NÓBREGA - ARTISTA Artista e Professor do Departamento de Artes Visuais (VIS) da Universidade de Brasília (UnB). Doutor e Mestre em Arte Contemporânea pela UnB. Leciona e orienta nos cursos de Pós-Graduação em Artes da mesma instituição. Sua pesquisa poética parte das teorias do território e da viagem, atravessadas por ideias de ficção e memória, história social e indivi- -dual. Utiliza a residência artística e a alteridade como métodos. Vem participando regular- -mente de exposições nacionais e internacionais. Recentemente fez individuais no Centro Cultural do Banco do Brasil (2017/2018) e na Bienal de Curitiba (2018). Tem obras em acer- -vos e coleções privadas e institucionais, a exemplo da Fondation Cartier (Paris), CAFA (Pequim), Embaixada do Brasil na China e Austrália, Museu de Arte do Rio (Rio de Janeiro), Museu Nacional (Brasília), entre outros. Autor de livros e artigos científicos na área de artes e arte/educação. Premiado pelo Programa Cultural da Petrobras (2004 e 2011) e pelo Museu da Casa Brasileira (2004). Indicado ao Prêmio PIPA (2017 e 2019). Em 2015, repre- -sentou o Brasil na China pelo Programa de Residência Artística do Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Em 2019, pelo mesmo programa, representou o Brasil na Austrália que resultou em exposições individuais no país e atual projeto de pesquisa internacional com a Australian National University. IPAC - INSTITUTO DE PESQUISA E PROMOÇÃO A ARTE E CULTURA - PROPONENTE - COORDENAÇÃO GERAL O IPAC – Instituto de Pesquisa e Promoção à Arte e Cultura, é uma associação privada de caráter cultural, sem fins lucrativos, que tem a missão de promover a gestão e produção cultural e artística de excelência, integrando turismo, educação e meio ambiente de forma a agregar valores à sociedade. O IPAC foi formado a partir da reunião de especialistas e pesquisadores que atuaram juntos em diversos projetos culturais pelo Brasil e exterior criando propostas que primam pela criatividade, agilidade dos processos, transparência e eficiência contribuindo assim para a sustentabilidade e importantes transformações sociais. Nosso grupo de colaboradores é formado por uma equipe interdisciplinar e por consultores especializados em diversas áreas do conhecimento – o que imprime às nossas realizações um caráter inovador e colaborativo, desde a conceituação até a avaliação final de cada projeto. DAIANA CASTILHO DIAS - DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Historiadora, professora e produtora cultural é Mestre em História das Relações Internacionais e Diplomacia Cultural pela Universidade de Brasília. para Cultura do MinC. Em 2007, deixa a administração pública e inicia o trabalho de Direção de Produção e Coordenação de projetos de Artes Visuais que culminaram na realização de uma série de exposições pelo país. Em 2008, cria e dirige a 4 Art Produções Culturais, empresa especializada na realização de eventos culturais que já realizou mais de uma centena de exposições no Brasil e no exterior. Atualmente também preside o IPAC – Instituto de Pesquisa e Promoção à Arte e Cultura sediado em Brasília e responsável pela gestão de mais de 6 mil obras de coleções privadas. PAULO HERKENHOFF - CURADOR Paulo Herkenhoff é Autor de produção intelectual e atuação em curadoria, crítica e história da arte, referência fundamental para especialistas destas áreas, em âmbitos nacional e internacional, Paulo Herkenhoff possui trajetória profissional que articula o trabalho institucional e a pesquisa inovadora, tendo atuado diretamente em alguns dos mais importantes processos de transformação neste campo ao longo de sua carreira. Catedrático da USP, durante os anos 2019 e 2020, no Instituto de Estudos Avançados, foi o primeiro Diretor Cultural do Museu de Arte do Rio, o MAR, bem como Diretor-Geral do Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro (2003-2006) e Curador-Chefe do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, o MAM-RJ (1985-1999). Além disso, foi Curador Adjunto no departamento de pintura e escultura do Museu de Arte Moderna de Nova York, o MoMA (1999-2002), Curador Geral da XXIV Bienal de São Paulo (1997 e 1999) e Curador da Fundação Eva Klabin Rapaport. Foi Consultor da Coleção Cisneros (Caracas, Venezuela), e Consultor da IX Documenta Kassel, na Alemanha (1991). Foi Realizou curadorias consideradas centrais para a compreensão histórica da produções em arte brasileira e latino americana, como o Pavilhão brasileiro na 47ª Bienal de Veneza (1997), exposição de formato fundador realizada em instituição de prestígio mundial; foi curador geral da 24ª edição da Bienal de São Paulo (1998), “Um e/entre Outros”, conhecida como a Bienal Antropofágica, considerada uma das mais importantes exposições da década de 1990, contemplada inclusive com um dos livros da Coleção Exhibitions Histories, editada por uma das mais atuantes publicações sobre arte contemporânea, a Afterall. Curou também “Lucio Fontana”, no Centro Cultural do Banco do Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo (2001) e “Tempo”, realizada no Museu de Arte Moderna, o MoMA, em Nova York (2002), que reuniu artistas de vários países em torno da temática temporal em suas percepções fenomenológicas e ficcionais - Herkenhof é um dos poucos brasileiros a ocupar um cargo de curador no MoMA. Outras curadorias: “Guillermo Kuitca”, Centro Reina Sofía (Palácio de Velásquez), Madrid (2003); Contrapensamento Selvagem, Itaú Cultural (2011); Zona Tórrida, Certa Pintura do Nordeste no Santander Cultural do Recife (2012); Vontade Construtiva na Coleção Fadel, no MAR-Museu de Arte do Rio (2013) e O Abrigo e o Terreno: Arte e Sociedade no Brasil no MAR-Museu de Arte do Rio (2013), exposições realizadas já em seu cargo atual com foco na especificidade da produção brasileira em seu contexto social e cultural. Sua produção bibliográfica contempla a produção de alguns dos mais importantes artistas contemporâneos, como “Cildo Meireles”, “Maria Leontina”, “Antônio Dias”, “Beatriz Milhazes”, “Emmanuel Nassar, entre o Silêncio e o Simples”, assim como oferece olhar renovador para a compreensão de produções históricas como em “O Brasil e Os Holandeses 1630-1654”, “A Arte Brasileira na Coleção Fadel”, “Biblioteca Nacional, a História de Uma Coleção”, “The Contemporary Art of Brazil: Theoretical Constructs” e “The Theme of Crisis in Contemporary Latin American Art”. MARILIA PANITS – PESQUISADORA Vive e trabalha em Brasília -DF Mestre em Arte Contemporânea: teoria e história da arte, foi professora na Universidade de Brasília, de 1999 a 2012. Dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. De 1994 a 2013, atuou como pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições. Atua como crítica de arte e curadora independente, com projetos como: Felizes para Sempre, Coletivo Irmãos Guimaraes BSB, Curitiba e SP, 2000/2001; Gentil Reversão, BSB, RJ 2001/2003; Rumos Visuais Itaú Cultural 2001/03 e 2008/10; Azulejos em Lisboa Azulejos em Brasília: Athos Bulcão e a azulejaria barroca, Lisboa, 2013; Vértice – Coleção Sergio Carvalho, nos Correios em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo 2015| 2016; 100 anos de Athos Bulcão CCBB Brasilia, Belo Horizonte São Paulo e Rio de Janeiro, 2018-9; O Jardim de Amilcar de Castro: neoconcreto sob o céu de Brasília, no CCBB-Brasila, 2022-24. Realiza projetos com ênfase na produção artística do Distrito Federal e na formação de uma visualidade determinada pela cidade nova; e em mapeamento da cena cultural de espaços não hegemônicos. Marília Panitz foi professora ao Instituto de Arte da Universidade de Brasilia ,até 2013. Dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. Pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições. Atua como crítica de arte e curadora independente, realizando projetos com ênfase na produção artística do DF. CINARA BARBOSA – PESQUISADORA Cinara Barbosa. Professora Adjunta do Departamento de Artes Visuais (VIS), do Instituto de Artes (IdA), da Universidade de Brasília (UnB). Doutora (2013) e Mestre (2007) em Arte Contemporânea pela Universidade de Brasília (UnB) com os seguintes trabalhos de pesquisa: "O Dispositivo da Curadoria ? entre seleção, conceito e plataforma” e "Curadoria em Galerias Virtuais - para uma exposição fotográfica". Especialista em Fotografia pela Universidade Cândido Mendes (RJ). Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Tem diversas orientações de iniciação científica. E projetos de pesquisa nacionais e internacionais. Atuou como Consultora PNUD, como Coordenadora de Publicações. É curadora, parecerista e autora de diversos artigos científicos e livros na área de arte e curadoria. Entre seus prêmios destaca-se Prêmio Vera Brant (2019), Bolsa Funarte de Estímulo à Produção Crítica em Artes Visuais (2010), Prêmio Petrobras Cultural (2008⁄2009). ROGÉRIO TAVARES - PROJETO EXPOGRÁFICO Formação multidisciplinar em Arquitetura, Publicidade e Marketing e Moda, atua em várias vertentes da Arquitetura. A expografia é uma de suas áreas de atuação. Desde 2002, projeta e acompanha a montagem de cenários e desenho de luz de ambientes de exposições de artes visuais em importantes espaços culturais no Brasil, como a galeria da Embaixada da Itália, CCBB, Palácio das Artes – Belo horizonte, MAB e Museu Nacional da República – Brasília, Farol Santader - Porto Alegre, e na Austrália, no Camberra Contemporary Art Space e ARTISAN – Brisbane. Fez trabalhos para artistas consagrados como Hélio Oiticica, Amílcar de Castro, Athos Bulcão, Rubem Valentin, Christus Nobrega, Vicente de Melo, entre outros. No cinema, como diretor de arte em curtas metragens, foi premiado internacionalmente como o filme Acalanto (2012), do diretor Arturo Saboia, lançado no Festival de CANNES 2013 e no Festival de GRAMADO 2013, onde foi premiado com o Kikito pela direção de arte e mais outras quatro categorias. CARLOS PEUKERT - PROJETO DE ILUMINAÇÃO Bacharel em Interpretação Teatral pela Unb-DF, iluminador cênico, produtor cultural e professo da UnB. Reconhecido no mercado artístico como iluminador cênico. Especialista em projetos luminotécnicos para exposições de artes promovidas pelo SESC/SP, Instituto Tomie Ohtake, Museu Casa do Pontal, Fundação Museu do Homem Americano, Museu da Cidade de Manaus, Fundação Athos Bulcão, Fundação Iberê Camargo, Centro Cultural Banco do Brasil, Caixa Cultural, Farol Santander. Foi iluminador de inúmeras exposições itinerantes no Brasil tendo a oportunidade de trabalhar diretamente com renomados artistas como Ai Weiwei, Antony Gormley, Cai Guo Qiang, Patricia Piccinini, Pablo Atchugarrry, Christian Boltanski, Marianne Peretti, Carmela Gross, Os Gêmeos, Sebastião Salgado, entre outros. CARLOS FERREIRA DA SILVA - PROJETO EDUCATIVO Carlos Lin (Carlos Ferreira da Silva) é licenciado em História, especialista em Arte-Educação e mestre em Arte Brasileira Contemporânea. Foi professor na Universidade de Brasília e coordenador do Departamento de Artes Visuais da FADM. Orientou a formação de arte-educadores em diversos projetos expositivos junto a instituições como CCBB, CaixaCultural, Santander Cultural e Museu Nacional. Atua na interface entre arte e educação e coordena programas educativos de exposições variadas como “100 anos de Athos Bulcão”, “Toda Noite”, “Di Cavalcanti”, “O jardim de Amílcar: neoconcreto sob o céu de Brasília”. LIDIANA GOMES - GESTÃO FINANCEIRA E ADMINISTRATIVA Gestora - Advogada Assessora financeira de projetos, Advogada. Pós-graduanda em processo civil. Bacharel em Contabilidade. Atuou como gestora em diversas empresas privadas. Atualmente, Diretora Administrativa do IPAC Brasília - (Instituto de Pesquisa e Promoção à Arte e Cultura), associação privada especializada em gestão de coleção de obras de arte, concepção, desenvolvimento e execução de projetos culturais. Trabalhos recentes: Toda Noite-Vicente de Mello, 2022; Espelho-Labirinto, 2022; 100 anos de Athos Bulcão, Farol Santander – POA, 2023; O Jardim de Amilcar de Castro: neoconcreto sob o céu de Brasília, no CCBB-Brasília, 2022/2024; Brasília, Enfim, no Centro Cultural dos 3 Poderes, em 2023; Pinturas do Mestre José Joaquim da Rocha, Aquisição de Obras para MNBA, em 2023; entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2029-05-31
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal