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PRONAC 235777Autorizada a captação total dos recursosMecenato

M. C. N. HOMEM - edição e publicação de livro

ASSOCIACAO MUSEU DE ARTE SACRA DE SAO PAULO - SAMAS
Solicitado
R$ 362,1 mil
Aprovado
R$ 362,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-01-15
Término
2026-11-21
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto tem como foco principal a elaboração e publicação do livro de arte A Igreja de Nossa Senhora do Brasil e seu Retábulo Barroco, de autoria de Maria Cecília Naclério Homem que se propõe a reconstituir a história da Igreja de Nossa Senhora do Brasil, um exemplar curioso de persistência cultural do ecletismo na arquitetura religiosa paulistana, em sua modalidade específica do estilo Neocolonial brasileiro.

Sinopse

O objetivo deste livro é reconstituir a história da Igreja de Nossa Senhora do Brasil, que se situa na Praça do mesmo nome, no bairro do Jardim América, Cidade de São Paulo. Trata-se de um exemplar curioso de persistência cultural do Ecletismo na arquitetura religiosa paulistana, em sua modalidade específica do estilo Neocolonial brasileiro. Observaremos como esse projeto procura se harmonizar com o passado mediante a inserção de uma peça autêntica do barroco paulista, datada da primeira metade do século XVIII. Trata-se de um retábulo proveniente da antiga matriz de Santana de Mogi das Cruzes, São P aulo, para a qual foi realizado. Apesar de ter servido de altar colateral, estamos diante de uma preciosidade daquele estilo que segue os modelos e os cânones eruditos de sua época, quando estava em voga o estilo joanino (1720 -1760). Hoje, essa talha, que foi devidamente adaptada para servir de altar -mor, abriga, em seu trono, uma versão europeizada da imagem de Nossa Senhora do Brasil. Da mesma forma, o templo restaura ainda, outras modalidades artísticas do período colonial, tais como azulejaria e pinturas, desenvolvidas em torno de temas ligados à nossa tradição religiosa e à história do país, bem como em torno dos tipos populares e regionais que compõem a etnia nacional.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O projeto visa a edição e publicação de um livro de arte, com textos e imagens, devido à sua importância como ícone na história da cidade de São Paulo, possui a Igreja Nossa Senhora do Brasil. Observaremos como esse projeto procura se harmonizar com o passado mediante a inserção de uma peça autêntica do barroco paulista, datada da primeira metade do século XV III. Trata-se de um retábulo proveniente da antiga matriz de Santana de Mogi das Cruzes, São P aulo, para a qual foi realizado. Apesar de ter servido de altar colateral, estamos diante de uma preciosidade daquele estilo que segue os modelos e os cânones eruditos de sua época. Hoje, essa talha, que foi devidamente adaptada para servir de altar-mor, abriga, em seu trono, uma versão europeizada da imagem de Nossa Senhora do Brasil. Da mesma forma, o templo restaura ainda, outras modalidades artísticas do período colonial, tais como azulejaria e pinturas, desenvolvidas em torno de temas ligados à nossa tradição religiosa e à história do país, bem como em torno dos tipos populares e regionais que compõem a etnia nacional. Com a publicação, pretende-se ampliar o conhecimento acadêmico e popular sobre características arquitetônicas e a história dessa edificação tão representativa e seu lugar na memória cultural paulistana. OBJETIVO ESPECÍFICO Produto LIVRO: produzir, publicar e distribuir 1.250 exemplares do livro "A Igreja de Nossa Senhora do Brasil e seu Retábulo Barroco" de autoria de Maria Cecília Naclério Homem. A publicação é resultado de pesquisa inédita e registros imagéticos de detalhes arquitetônicos bem como obras de arte que compõe o conjunto. Realização de palestra, com presença da autora, no Museu de Arte Sacra de São Paulo para alunos e professores de escolas públicas de São Paulo.

Justificativa

O Museu de Arte Sacra de São Paulo, "uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público e que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e encanto da sociedade", como define ICOM, vê na edição e publicação do livro A Igreja de Nossa Senhora do Brasil e seu Retábulo Barroco mais uma oportunidade de disseminar tradições, gerando conhecimento e valorização da multiculturalidade no mundo. O projeto de publicação busca, em sua abordagem, focalizar a importância do conhecimento histórico, cultural e religioso, assim como suas tradições. A Igreja Nossa Senhora do Brasil, apressadamente taxada de barroca - quando na verdade sua fatura é neocolonial - figurou e figura até o presente como um dos mais representativos templos católicos da dita modernidade. Um conjunto de elementos desvendados na publicação, discrimina o tempo cultural de sua realização, revelando o contexto socioeconômico que presidiu a edificação e a especialidade de seu retábulo, mas não só: são analisadas, em profundidade, a estética apurada de evocação colonial; sua localização urbana em área "higienizada"; a evocação do reverenciado passado arquitetônico barroco, as técnicas construtivas empregadas; sua oportuna implantação no cruzamento de ruas que conformavam o desenho de uma praça pitoresca; assim como foi assinalado o desejo dos moradores do bairro que ansiavam por uma igreja para chamar de sua. E mais: foram desvendados os tantos detalhes de seu interior, miscelânea de representações decorativas, assim como a curiosa instalação da Capela de Malta, enigmática naquele espaço clerical e muito mais. Logo, o "monumento", referência inicialmente do bairro Jardim América e mais tarde lugar pertencente aos moradores dos vários "bairros jardins" lá implantados, tornou-se símbolo eloquente de trato arquitetônico qualificado, disputado para cerimônias litúrgicas de toda ordem, desde batizados, crismas, missas de sétimo dia, missas de formatura e como corolário de representações, os enlaces matrimoniais, ali notabilizados por sua pompa e opulência. Não obstante a aura de templo magnificado na Capital, pouco ou quase nada se sabia das circunstâncias de sua concepção e construção. As informações disponíveis até então, não dão conta de ilustrar a magnitude e riqueza que presidiram não apenas a edificação, mas a dimensão que representou na história da cidade, do quadro da arquitetura nacional, dos embates entre as tantas correntes estilísticas que nortearam sua construção. Construção que se estendeu por vinte anos, de 1940 a 1960, a partir da iniciativa do Banco Comercial do Estado de São Paulo que, aos poucos, adquiriu os terrenos necessários da Prefeitura, então de posse da Companhia City, contando com as benesses dos paroquianos, vizinhos, beneméritos. A despeito de sua importância, não se tinha até aqui a noção da plêiade de profissionais que nela atuaram, hoje consagrados pela historiografia, particularmente da história da arquitetura e da arte. A autora, em suas pesquisas, faz uso de metodologia científica, recorrendo às mais dispersas e diversas fontes, atenta aos depoimentos, assim como às inovadoras práticas da narrativa histórica. Buscou fontes primárias manuscritas de arquivos paroquiais, difíceis de serem localizadas, fontes secundárias de gama diversificada, depoimentos de contemporâneos e/ou realizadores da obra, inclusive do próprio arquiteto Bruno Simões Magro, do engenheiro Gomes Cardim e do pintor Antônio Paim Vieira, assim como de executores não só da obra inicial como de suas adaptações e reformas posteriores. Moto contínuo, levar o conhecimento histórico, cultural, visual e artístico a todos os públicos assim como a disseminação da beleza cultural no mundo. Abaixo, os objetivos propostos que se enquadram nos Art. 1° e 3° da Lei 8.313/91: Conforme Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; A partir do livro o público (Estudantes, Pesquisadores, Produtores, Artistas, Professores, admiradores de Artes e assuntos Humanísticos) poderá ter acesso aos principais fatos do desenvolvimento de caráter criativo, histórico e cultural da sociedade paulistana. O livre acesso será possível já que a obra tem um percentual dos títulos será distribuído a projetos sociais de educação e artes, bem como bibliotecas públicas. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; O projeto "M. C. N. HOMEM - edição e publicação de livro" propõe uma reafirmação da visão de "intercâmbio cultural" já que essas histórias e costumes, advindas de várias regiões se encontram vivas e ricas em também território brasileiro e serão detalhadamente registradas. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Como citado anteriormente, o projeto tem intenção de estimular a produção e exaltação dos bens culturais, promovendo o acesso de indivíduos a materiais de teor cultural e artístico e estimulando a produção de novos profissionais para o mercado. E entenderem que a troca entre culturas é essencial para o desenvolvimento social, urbano e cultural. Conforme Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; O livro incentivará a formação artística e cultural por meio da concessão de trabalhos destinados a brasileiros e estrangeiros residentes, como o desenvolvimento de texto, feito por um jornalista, a pesquisa, direção de arte, revisão de texto, tratamento de imagens, produção executiva, entre outros. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; O conteúdo da obra trata da relação de referências Artísticas junto a sociedade brasileira, o que representa a importância do fomento às trocas culturais que influenciaram diretamente no desenvolvimento e estímulo às artes, nas questões humanas e educação. Estimulando assim a produção artística nacional, o bem coletivo e as expressões culturais. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; Um percentual dos livros produzidos será doado a projetos do terceiro setor vinculados a cultura e a arte, além de bibliotecas públicas e seus acervos. Essa forma de disponibilização, favorece o acesso e a preservação do patrimônio artístico, cultural e histórico. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; A obra se tornará ferramenta para o desenvolvimento de pesquisa e estudos na área da cultura, já que trará importantes relatos da história e culturas específicas e regionais sobre a Arte e crenças que influenciaram e e ainda influenciam profissionais, historiadores e estudantes brasileiros. Obra que será de grande valia para os setores criativos, acadêmicos e artísticos. OUTRAS INFORMAÇÕES - CONTINUAÇÃO

Estratégia de execução

JUSTIFICATIVA - COMPLEMENTAÇÃO O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91 : II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; A solicitação de apoio ao projeto junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para democratizar a cultura em todo o País. A venda desse tipo de livro não é comercialmente viável nem a meta da instituição e, deste modo, não conseguiríamos arcar com os custo de sua produção. FICHA TÉCNICA - COMPLEMENTO Pedro Paulo Braga de Sena Madureira – editor -- Criado no seio de uma família de alto padrão cultural e político, sua formação é de alto ditada, tendo começado a trabalhar como editor de livros no final da década de 1960. Colaborou na elaboração de importantes catálogos editoriais brasileiros, até hoje presentes no mercado, por meio de editoras como Imago, Nova Fronteira, Guanabara e Grupo Siciliano. Seus mestres foram Antonio Houaiss, Aurélio Buarque de Holanda, Francisco de Assis Barbosa, Otto Maria Carpeaux, Pedro Nava, Carlos Lacerda, entre outros. Em 1989, a convite do escritor Fernando Moraes, mudou-se para São Paulo, para assessorá-lo na Secretaria de Estado de Cultura, da qual ele era o titular. Sua formação cultural e profissional e vastíssima, abrangendo literaturas ocidentais desde o mundo greco-latino, passando pelas filosofias da mesma natureza, história da arte, até o estudo das religiões ocidentais e extremo orientais. Ao longo dos últimos cinquenta anos, tem participado de congressos, conferências e palestras no Brasil e na Europa. É membro da Fundação Bienal de São Paulo desde abril de1994, da qual foi vice-presidente por três vezes e hoje é um de seus conselheiros vitalícios. Foi vice-presidente executivo da Brasil Connect Cultura e Ecologia, responsável no ano 2000 pela marcante exposição Mostra do Redescobrimento além de importantes exposições de artistas nacionais e estrangeiros no Brasil, nos Estados Unidos, na França, na Inglaterra, Portugal e China. A partir de 2006, tem ministrado cursos sobre formação do leitor, mercado editorial, relação entre escritor e editor, filosofia ocidental, história, política e sociedade. Marcel Mariano – coordenador editorial -- Comunicólogo e empresário, é sócio-fundador da Luste Editores e da Luste Cultural. Realizou diversos trabalhos como editor e produtor cultural. Iniciou sua carreira na Boccato Editores, em 1998. Atuou como coordenador editorial e de marketing em algumas das obras lançadas pela editora. Entre elas, estão: Ervas & Especiarias (2004, Assistente de Coordenação); Receitas de Família (2005, Coordenador Editorial); Brasil: Ritmos e Receitas (2005, Marketing); Alla Napoletana (2006, Marketing e Agenciamento). Em 2006, identificou a possibilidade de expandir seus negócios e defender seus ideais de preservação e difusão cultural, através da publicação de obras com equilíbrio no conteúdo textual e iconográfico. Criou a Luste Editores e a Luste Cultural, das quais é sócio e executivo. Na Luste, idealizou e liderou diversos projetos, com funções como Editor, Editor Executivo e Coordenador Executivo. Algumas destas obras e projetos resultaram em sucesso de público e critica, com ampla repercussão na mídia, incluindo jornais de grande circulação e revistas especializadas. Entre os projetos, pode-se citar: LIVROS - Concreto além do Concreto (2022), Carlos Rodeiro (2022), Urban Arts - 10 anos Espalhando Arte (2019), Fernando Torquatto - 25 anos de Carreira (2019), Ellus - 45 anos (2017), Mundos Esquecidos - Uma Jornada através da Ásia (2015), Martha Graham - Desert Flower (2015), Conrado Segreto - Moda e Paixão (2012), Miro – Artesão da Luz (2010), Paulo von Poser - A Cidade e a Rosa (2010); EXPOSIÇÕES - Fernando Torquatto - 25 anos de Carreira (São Paulo / Rio de Janeiro e Porto Alegre), Contando as Margens – Rios de São Paulo (2012, estações do Metrô São Paulo), Trajetória - Paulo von Poser (2012, MuBE São Paulo), entre muitos. Silvia U. Balady - Coordenação e Produção Executiva -- Produtora e coordenadora de projetos culturais. Especialista em Comunicação e PR de Cultura. Formada em Administração de empresas pela FMU-SP/ USF (University of San Francisco CA/USA). Possui em seu currículo trabalhos como Ernesto De Fiori, Degas – MASP (2005), As Donas da Bola – CCSP (2014). Produção executiva de exposições e serviços de assessoria de imprensa para instituições e galerias de arte, tais como: Museu de Arte Sacra de São Paulo, Museu Afro Brasil, Museu da Cidade/ Casa da Imagem, SESC Piracicaba, Casa de Cultura do Parque, Galeria VilaNova, Bianca Boeckel Galeria, Galeria BASE, Verve Galeria, Gabriel Wickbold Studio&Gallery, Galeria Houssein Jarouche, Galeria Jacques Ardies, LONA Galeria, Galeria Zero, BOSSA Gallery (Miami), 1500 Babilonia Galeria (RJ), Galeria La Photo (RS), entre outras.

Especificação técnica

LIVRO Miolo: 304 páginas Formato fechado: 30 x 30 - Formato aberto: 60 x 30 em Cores: 4 x 4 cores Papel: Couchê empastado (capa dura) 4 x 0 com hot stamping + verniz localizado Miolo: papel couchê 150g, 4x4 cores, verniz de máquina, alceado e costurado

Acessibilidade

Acessibilidade física: O lançamento do livro será realizado no Museu de Arte Sacra de São Paulo; o museu possui rampas de acesso, banheiro adaptado, profissionais especializados e demais recursos que garantem a acessibilidade dos Portadores de Necessidades Especiais e Idosos Acessibilidade de conteúdo: a publicação resultante do projeto terá sua tiragem completa distribuída gratuitamente. Na palestra, com presença da autora, haverá profissional especializado em libras, pertencente à setor Educativo do Museu de Arte Sacra de São Paulo

Democratização do acesso

O produto resultante deste projeto cultural não possuirá valor comercial de venda sendo a totalidade de sua tiragem distribuída gratuitamente Das Medidas de Democratização de Acesso - Art. 27. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Art. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Das Contrapartidas Sociais - Palestra (a ser agendada) Como consta no Art. 30, § 2º, em complementação, vamos adotar as seguintes medidas de ampliação do acesso: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto-juvenil; A autora abordará conhecimentos e vivências através de um formato de palestra que será oferecida nas dependências do Museu de Arte Sacra de São Paulo e em outros espaços parceiros, de acesso gratuito para a Formação de Plateia. Serão doados nas palestras de Formação de Plateia, exemplares gratuitos aos participantes. Esse formato possibilitará ainda mais o livre acesso ao fomento à cultura.

Ficha técnica

_O proponente será co-responsável pela gestão administrativa /-financeira do projeto Museu de Arte Sacra de São Paulo - Proponente -- MAS/SP, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, Organização Social (OS) administrada por SAMAS (Associação Amigos Museu de Arte Sacra), possui 50 anos de atuação cultural ininterruptas, estabelecido na ala esquerda do Mosteiro da Luz, em plena região central de São Paulo, É fruto de uma parceria entre o Governo do Estado de São Paulo e a Cúria Metropolitana e seu acerco, composto por milhares de peças, é resultado da junção da coleção da Cúria e de obras do governo paulista. É uma das principais instituições culturais brasileiras voltadas ao estudo, conservação restauro e exposição de objetos relacionados às artes, com destaque ao segmento sacro e barroco. Com o decorrer das décadas, sua atuação constante e sólida no circuito cultural brasileiro permite que a instituição seja vista não apenas como uma guardiã de peças históricas, mas como um ativo participante da redação da história dos dias atuais, aproximando-se das pessoas, conquistando novos públicos e atuando em vertentes diversas, como cursos, concertos, projeções de cinema, palestras e atuação no universo digital. Realiza exposições presenciais e virtuais com edição de catálogos, além de cursos de formação e extensão nas modalidades presenciais e digitais, de curta e longa duração, sobre temas diversos para diferentes públicos e publicação de livros. Maria Cecilia Naclério Homem - autora -- Paulistana, Doutora em Estruturas Ambientais Urbanas, pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU-USP e Mestre em História pelo Departamento de História da FFLCH-USP. Possui os diplomas de Bacharel e Licenciatura em Letras Neolatinas pela Universidade de São Paulo. Trabalhou como Pesquisadora do Departamento de História da Arquitetura e Estética do Projeto da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU-USP (1974-2008). Vem direcionando seus estudos para o conhecimento do patrimônio histórico e arquitetônico paulista e a necessidade de sua preservação. Foi pesquisadora do Instituto de Estudos Brasileiros da USP. Pela FAU-USP, realizou estágio no Inventário Geral dos Monumentos e Riquezas Artísticas da França, Paris, cujo relatório foi organizado pela Professora e publicado para os alunos em forma de apostila, por essa Faculdade. Como bolsista do Instituto de Cultura Hispânica e da Fundação Calouste Gulbenkian, estudou Geografia, História, História da Arte e da Arquitetura na Universidade Complutense de Madrid e na Universidade de Lisboa, onde também aperfeiçoou seus estudos de Língua e Literatura Espanholas e Portuguesas. Possui também, o Diploma de Língua e Literatura Italiana, pelo Istituto Italiano di Cultura de São Paulo e Diploma Superior de Língua, Literatura e Civilização Francesas pela Universidade de Nancy/França. Além de artigos de sua lavra, salientam-se as obras: Catálogo Vila Penteado, (coordenação e textos de sua autoria e outros autores) São Paulo, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo e Secretaria da Cultura, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, 1976; Higienópolis: Grandeza e decadência de um bairro paulistano, 1º Prêmio do Concurso Monografias de Bairros, concedido pela Prefeitura Municipal de São Paulo, 1979, publicada pela mesma, em 1980. A Edusp reeditou esta obra em 2011, com título Higienópolis: Grandeza de um Bairro Paulistano. São ainda de sua autoria: O Prédio Martinelli: a Ascensão do Imigrante e a Verticalização de São Paulo (seu Mestrado), O Palacete Paulistano e Outras Formas de Morar da Elite Cafeeira (1897-1918) (Doutoramento), Cozinha e Indústria em São Paulo: do Rural ao Urbano, editado pela Edusp, em 2015 (PRÊMIO JABUTI – 2015-2016, na área de Gastronomia). Tem participado em várias bancas examinadoras de Mestrado e Doutorado, na área de Arquitetura e Urbanismo. Como pós-doutorado, dedica-se ao estudo das tipologias e usos da habitação paulistana durante o ciclo do açúcar paulista e o império do café, com o objetivo de chegar à História do Cotidiano e da Cultura Material. A autora é também, membro do Comité de Civismo e Cidadania da Associação Comercial de São Paulo e da Sociedade de Veteranos de 32- MMDC, do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo; em 30/08/2011, tomou posse na Academia Cristã de Letras, onde ocupa a Cadeira número 25, cujo Patrono é Rui Barbosa; e ocupa a Cadeira 05 da Academia Paulista de História, cujo Patrono é Pedro Taques de Almeida Paes Leme. ***complemento em OUTRAS INFORMAÇÕES

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.