Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 235779Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

LORENZATO: a sabedoria do gesto, o labirinto da forma e o silêncio da natureza

DAIANA CASTILHO DIAS LTDA
Solicitado
R$ 2,08 mi
Aprovado
R$ 2,08 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2024-02-01
Término
2025-02-28
Locais de realização (2)
Porto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto LORENZATO: a sabedoria do gesto, o labirinto da forma e o silêncio da natureza apresenta um conjunto inédito de 120 obras desse importante pintor brasileiro - Amadeo Luciano Lorenzato - com um formato especial incluindo artigos de seu ateliê e projetos de obras. A curadoria da mostra é de André Severo e Marilia Panitz.

Sinopse

A exposição “Tudo é música: Amilcar + Véio” apresenta 140 obras, muitas delas inéditas, onde força poética de dois polos da arte brasileira – aquele conhecido como “arte contemporânea” e no outro extremo a arte popular – é apresentada numa seleção das obras de dois artistas: o mineiro Amilcar de Castro e o sergipano Véio.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realização da exposição LORENZATO: a sabedoria do gesto, o labirinto da forma e o silêncio da natureza nas cidades do Rio de Janeiro e Porto Alegre, apresentando ao público conjunto inédito de 120 obras de Amadeo Lorenzato com a curadoria de Marilia Panitz e André Severo. A mostra tem entrada franca. OBJETIVOS ESPECÍFICOS O projeto LORENZATO: a sabedoria do gesto, o labirinto da forma e o silêncio da natureza tem por objeto específico as seguintes ações: · PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTES: Realizar 1 mostra das obras selecionadas em museus parceiros do projeto (90 dias em cartaz); (por cidade) · PRODUTO CATÁLOGO: Produzir e imprimir 1000 catálogos relacionados ao projeto com imagens das obras expostas e textos de críticos convidados. A confecção dessa peça gráfica permitirá a multiplicação da experiência da visita à exposição, a documentação de acontecimentos de importância para as artes visuais brasileiras e a democratização de material com textos críticos de excelência, produção gráfica cuidadosa e obras de arte que são fruto de longa pesquisa e experimentação; · PRODUTO PALESTRA: Realizar 03 palestras com pesquisadores, críticos, professores ou especialistas que permitam uma ampla discussão dos temas apresentados no projeto; (50 vagas por encontro). (POR CIDADE)

Justificativa

Redescoberta pelo circuito de arte contemporânea (o que é uma ótima notícia), a obra de Amadeo Luciano Lorenzato volta a revelar a qualidade e a originalidade de seu pensamento e de sua extensa produção. Estimada entre 3 mil e 5 mil pinturas _ além de desenhos e algumas peças escultóricas em cimento policromado _, ela aborda diversos temas e iconografias que refletem sua biografia e sua conexão com a paisagem de Belo Horizonte, seus arredores e sua urbanização. Por outro lado, também denota seu interesse no que estava sendo produzido, na pintura contemporânea à sua, por meio da apropriação de certas noções que parecem inusitadas em um artista que costuma ser classificado como autodidata e ligado a um campo de produção artística classificada como popular (e, em alguns textos, inclusive naïf). As obras conhecidas de Lorenzato datam dos anos 1940 _ quando o artista retorna ao Brasil após passar quase trinta anos na Europa _ até o ano de sua morte em 1995. Suas pinturas são únicas em termos de técnica e estilo; partem de observações meticulosas do cotidiano e remontam à sua origem na classe trabalhadora. Com o uso de um pente, Lorenzato raspava repetidamente a tinta sobre a superfície, criando uma fusão de cores e texturas que transmitiam uma sensação de movimento. O artista costumava manipular as tintas a partir de pigmentos minerais disponíveis no mercado e frequentemente as aplicava sobre uma camada de alvaiade, intensificando a vibração das cores. Para as bases de suas pinturas, ele reutilizava pedaços de chapas de madeira e embalagens, muitas vezes cobertos com tecido ou papel, que eram costurados ou colados à mão. Produzidas com cores opacas suas telas apresentam um aspecto áspero, nas quais utilizava pigmentos artesanais ricos e pinceladas definidas _ deixando evidente que seu objetivo nunca foi o de replicar seu ambiente, mas traduzi-lo através de uma visão simplificada de formas geométricas reduzidas e paisagens esquemáticas. As obras presentes na mostra ora proposta, fazem parte da coleção do IPAC _ Instituto de Pesquisa e Promoção à Arte e Cultura, e apresentam um grande e significativo número de obras de Lorenzato, dando a possibilidade de se observar tanto sua pintura, quanto a mais rara escultura, os desenhos e, inclusive, raros papeis com seus croquis, anotações e cartas, o que permite se ter ideia de seu processo de criação. Conciliando, por décadas, suas aspirações artísticas com a necessidade de sustentar a si mesmo e sua família por meio do trabalho na construção civil, foi somente após um acidente de trabalho que o forçou a se aposentar, que Lorenzato pôde se dedicar inteiramente à arte _ já com mais de cinquenta anos de idade. Tomado como um pintor autodidata _ apesar de uma passagem pela Real Accademia delle Arti, em Vicenza, Itália e de suas explorações a museus na Europa _, foi sobretudo sua profissão como pintor-decorador que inspirou a criação de uma técnica pictórica original, utilizando instrumentos adaptados da decoração de paredes. Por muitos anos, a obra de Lorenzato foi limitada a um pequeno círculo de admiradores, principalmente artistas e marchands de sua cidade natal. No entanto, nos últimos vinte anos, seu trabalho tem conquistado novas audiências por meio de algumas exposições no Brasil que culminaram em uma série de apresentações internacionais em 2019. Essa atenção recente solidificou o lugar de Lorenzato entre os artistas modernos e levou a um reexame atrasado _ e ainda em curso _ do artista, da obra e de seu lugar no contexto mais amplo do modernismo brasileiro e da história da arte internacional. A exposição LORENZATO: a sabedoria do gesto, o labirinto da forma e o silêncio da natureza apresentará mais de 120 obras inéditas do artista _ incluindo pinturas, esculturas, esboços de obras, fotografias e documentos pessoais _ e almeja apresentar a obra de Lorenzato um público mais amplo, produzir uma reflexão sobre seu legado e ajudar a compreender o artista como uma figura única na arte brasileira do século XX que atravessa as classificações e apaga as fronteiras entre a produção erudita e a popular de arte. O uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais para realização deste projeto junto ao Ministério Cultura, via Lei de Incentivo, tem se mostrado a única forma de apoio junto à iniciativa privada, sendo imprescindível para a democratização da cultura em todo o Brasil. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (apresentando as diversas formas das tradicionais manifestações artísticas na Bahia no período colonial e imperial) III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;(no caso, os autores das obras de arte visuais e decorativas) IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; (através do reconhecimento da tradição artística da Bahia e a sua importância histórica no país e no mundo) VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; (disseminar e refletir são formas de preservar o patrimônio cultural das expressões artísticas) VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;

Estratégia de execução

PÚBLICO-ALVO O projeto LORENZATO: a sabedoria do gesto, o labirinto da forma e o silêncio da natureza - foi desenvolvido para o público em geral. A mostra de apresentação das obras terá entrada franca e classificação indicativa Livre para todos os públicos. Estima-se que mais de 5 mil pessoas visitarão a exposição em seu período em cartaz. PLANO DE COMUNICAÇÃO E MÍDIA O projeto LORENZATO: a sabedoria do gesto, o labirinto da forma e o silêncio da natureza realizará a distribuição gratuita (para o público, instituições culturais e formadores de opinião) de mídias digitais especialmente criadas para a mostra. Esse material tem caráter de formação e reflexão sobre a História da Arte Brasileira e como desdobramento, colabora para a difusão e a democratização do acesso à cultura. · Contratação de assessoria de imprensa especializada; · Clipagem e valoração de mídia espontânea; · Impressão de 1000 catálogos; · Convite virtual; · Divulgação em redes sociais; · Impulsionamento de postagens em redes sociais; · Registro fotográfico e videográfico do evento; · Site do proponente: serão disponibilizadas informações do projeto, integra das palestras, vídeos em libras, áudio guia das obras e o site terá como acessibilidade as seguintes ferramentas: Leitor de tela; Ferramenta em lupa e zoom; Auto contraste e inclusão da ferramenta Suíte V Libras.

Especificação técnica

Catálogo das obras Capa flexivel - 27x21 cm no tamanho fechado 27,0 x 21,0 cm Miolo: Páginas:100. 1 Capa no tamanho aberto 57x24,0 cm em papel Cartão Duo Design (LD) 350 g/m² impressos à 4x0 cores. Acabamentos: Prova Laser, Laminação BOPP Fosco F, Faca Especial 1 Guardas no tamanho aberto 30,0x21,0 cm em papel Couché Fosco (LD) 170 g/m² impressos à 4x4 cores. Acabamentos: Laminação BOPP Fosco F, Prova Laser, Dobra 100 Páginas no tamanho 15,0x21,0 cm em papel Couché Fosco (LD) 150 g/m² impressos à 4x4 cores. Acabamentos: Prova Laser, Dobra Finalizações: Alceamento, Cola Hotmelt, Capa flexível, Encaixotamento

Acessibilidade

PRODUTO EXPOSIÇÃO 1. ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO (ART.25 INCISO I): a) Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com museus que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. 2. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTE VISUAIS: a) Descrição da atividade: · A exposição de apresentação das obras terá textos em tipos ampliados para garantir o acesso de deficientes visuais de graus variados; · Legendas em braile para as obras presentes na exposição de apresentação. Estas impressões serão executadas em placas de pvc e estarão expostas em altura adequada para leitura tátil, inclusive de cadeirantes e pessoas de baixa estatura; 3. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITITOS a) Descrição da atividade: · Realização de Vídeo em libras sobre as obras adquiridas disponível por QRcode na exposição; PRODUTO CATÁLOGO 1. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS a) Descrição da atividade: O catálogo do projeto será disponibilizado gratuitamente em PDF. O catálogo no formato PDF permite ao usuário a utilização da funcionalidade “Voice Over” que possibilita a descrição dos elementos, textos e imagens contidos no catálogo. PRODUTO PALESTRAS 1.ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO (ART.25 INCISO I): a) Descrição da atividade: O projeto buscará parcerias com locais de exposição que permitam a acessibilidade irrestrita do público portadores de necessidades especiais em conformidade com Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. 2.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS a) Descrição da atividade: As palestras serão acompanhadas por intérprete em libras; ACESSIBILIDADE DE COMUNICACIONAL Todo o conteúdo desenvolvido pelo projeto será disponibilizado no site do projeto inclusive os vídeos em libras das obras; De acordo com a Lei nº 13.146, de 06/07/2015 Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso: I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível; e III - a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam serviços ou eventos culturais e esportivos.

Democratização do acesso

O projeto LORENZATO: a sabedoria do gesto, o labirinto da forma e o silêncio da natureza realizará as seguintes iniciativas visando ampliação do acesso: 1. O projeto prevê a parceria com entidades cujo acesso seja GRATUITO. 100% do produto Exposição será realizado com caráter social, além do previsto no inciso II do art.27, totalizando 100%; 2. 80% catálogos produzidos para a mostra terão distribuição gratuita para o público em geral e especialmente para escolas, bibliotecas, museus e outras entidades ligadas à cultura (Art 28 - Inciso I); 4. Todas as imagens e vídeos realizados no âmbito do projeto estarão disponíveis gratuitamente no site do proponente do projeto (Inciso IV e V Art. 28); 5. Serão realizados 3 encontros com especialistas, sendo um deles voltado para professores da rede pública (Inciso VI – Art.28); No âmbito do Art. 28 da IN nº01/2023 do Ministério da Cultura o projeto prevê: I - Doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); IV - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

AMADEO LORENZATO – ARTISTA Pintor e escultor. Começa a trabalhar como ajudante de pintor em 1910, exercendo o ofício até 1920, quando se muda com a família para Arsiero (Itália), onde trabalha como pintor de paredes na reconstrução da cidade. Em 1925, matricula-se na Reale Accademia delle Arti, em Vicenza. No ano seguinte, muda-se para Roma, onde permanece dois anos em companhia do pintor e cartazista holandês Cornelius Keesman, com quem desenha nos fins de semana. Em 1928, ambos decidem viajar de bicicleta ao leste europeu, passando por Áustria, Eslováquia, Hungria, Bulgária e Turquia. Finda a viagem em 1930, o artista separa-se de Cornelius e muda para Paris, e trabalha na montagem dos pavilhões da Exposição Internacional Colonial. Um ano depois, retorna à Itália onde fica até abril de 1948, data em que volta ao Brasil. Trabalha, em 1949, na montagem dos estandes para a Exposição de Indústria e Comércio, realizada no Hotel Quitandinha, de Petrópolis, depois, muda-se com a família para Belo Horizonte e exerce o ofício de pintor de paredes até 1956. Impedido de continuar na construção civil devido a um acidente, dedica-se integralmente à pintura. Em meados da década de 1960, apresenta alguns trabalhos ao crítico Sérgio Maldonado, que, por sua vez, apresenta-o a Palhano Júnior, organizador da primeira exposição individual de seus trabalhos, realizada em 1967 Entre os principais artistas brasileiros de sua geração, Amadeo Luciano Lorenzato é considerado uma das maiores personalidades das artes visuais de Minas Gerais. Acima de tudo um pintor autodidata, Lorenzato desenvolveu um corpo singular de pinturas centrado em suas observações meticulosas dos assuntos cotidianos que encontrou em sua cidade natal, Belo Horizonte, Brasil. Seu objetivo não era replicar seu ambiente, mas traduzi-lo através de uma visão simplificada de formas geométricas reduzidas, utilizando pigmentos artesanais ricos e pinceladas definidas. Nascido em 1900 de pais italianos que imigraram para o Brasil na última década do século XIX, Lorenzato começou a trabalhar como assistente de pintor de parede em 1910. Com a epidemia da gripe espanhola, que atingiu a capital no final da década de 1920, a família de Lorenzato retornou a Asiero, Itália, onde o jovem emigrado se tornou pintor de paredes na reconstrução da cidade. Em 1925, Lorenzato se matriculou na Real Accademia delle Arti, em Viccenza, para desenvolver sua prática artística. Ansioso por visitar outras partes da Europa, Lorenzato deixou a academia no ano seguinte e embarcou em uma viagem de bicicleta por um ano pela Europa com o pintor holandês Cornelius Keesman. Essa viagem foi de particular importância para Lorenzato, não apenas porque permitiu a Lorenzato absorver a cultura e a arquitetura européias, mas também lhe proporcionou a oportunidade de explorar museus, encontrando obras de artistas como Matisse, Picasso e Gauguin. Após a viagem, Lorenzato voltou para a Itália por um curto período de tempo, antes de retornar ao Brasil em 1948 para começar a trabalhar no comércio de construção em sua cidade natal, Belo Horizonte. Depois de sofrer uma lesão na perna em 1956, Lorenzato decidiu se comprometer a pintar em período integral, até sua morte em 1995. Embora apreciado durante sua vida por seus contemporâneos, Lorenzato foi considerado um artista regional por muito tempo, com seu trabalho permanecendo amplamente desconhecido fora do Brasil. A atenção recente ao trabalho de Lorenzato levou a um reexame atrasado do artista, seu lugar no contexto mais amplo do modernismo brasileiro e da história da arte internacional. MARILIA PANITS – CURADORA Vive e trabalha em Brasília -DF Mestre em Arte Contemporânea: teoria e história da arte, foi professora na Universidade de Brasília, de 1999 a 2012. Dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. De 1994 a 2013, atuou como pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições. Atua como crítica de arte e curadora independente, com projetos como: Felizes para Sempre, Coletivo Irmãos Guimaraes BSB, Curitiba e SP, 2000/2001; Gentil Reversão, BSB, RJ 2001/2003; Rumos Visuais Itaú Cultural 2001/03 e 2008/10; Azulejos em Lisboa Azulejos em Brasília: Athos Bulcão e a azulejaria barroca, Lisboa, 2013; Vértice – Coleção Sergio Carvalho, nos Correios em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo 2015| 2016; 100 anos de Athos Bulcão CCBB Brasilia, Belo Horizonte São Paulo e Rio de Janeiro, 2018-9; O Jardim de Amilcar de Castro: neoconcreto sob o céu de Brasília, no CCBB-Brasila, 2022-24. Realiza projetos com ênfase na produção artística do Distrito Federal e na formação de uma visualidade determinada pela cidade nova; e em mapeamento da cena cultural de espaços não hegemônicos. Marília Panitz foi professora ao Instituto de Arte da Universidade de Brasilia ,até 2013. Dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. Pesquisadora e coordenadora de programas educativos em exposições. Atua como crítica de arte e curadora independente, realizando projetos com ênfase na produção artística do DF. André Severo – CURADOR Vive e trabalha em Porto Alegre – RS. É artista, curador, produtor e gestor cultural. Mestre em poéticas visuais pela UFRGS, produziu projetos como Areal, Lomba Alta e Dois Vazios. Realizou mais de uma dezena de filmes e instalações audiovisuais e publicou, entre outros, os livros Consciência errante, Soma e Deriva de sentidos. Foi curador associado da 30ª Bienal de São Paulo – A iminência das poéticas e co-curador da representação brasileira na 55ª Bienal de Veneza. Entre 2018 e 2019, ao lado de Marília Panitz, realizou 100 anos de Athos Bulcão CCBB Brasília, Belo Horizonte São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2021, juntamente com Paulo Herkenhoff, realizou Arquiperiscópio, exposição individual com caráter retrospectivo que ocupou os quatro andares do Oi Futuro no Rio de Janeiro. Entre suas principais premiações destacam-se o Programa Petrobrás Artes Visuais - ano 2001; o Prêmio Funarte Conexões Artes Visuais, 2007; o Projeto Arte e Patrimônio 2007; o Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais 2009; o V Prêmio Açorianos de Artes Plásticas; o Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça - 6ª Edição; o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 2014, em 2014; o XV Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia 2015; e o Prêmio Sérgio Milliet da ABCA pelo livro Artes Visuais – Ensaios Brasileiros Contemporâneos. DAIANA CASTILHO DIAS - DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Historiadora, professora e produtora cultural é Mestre em História das Relações Internacionais e Diplomacia Cultural pela Universidade de Brasília. para Cultura do MinC. Em 2007, deixa a administração pública e inicia o trabalho de Direção de Produção e Coordenação de projetos de Artes Visuais que culminaram na realização de uma série de exposições pelo país. Em 2008, cria e dirige a 4 Art Produções Culturais, empresa especializada na realização de eventos culturais que já realizou mais de uma centena de exposições no Brasil e no exterior. Atualmente também preside o IPAC – Instituto de Pesquisa e Promoção à Arte e Cultura sediado em Brasília e responsável pela gestão de mais de 6 mil obras de coleções privadas. . ROGÉRIO TAVARES - PROJETO EXPOGRÁFICO Formação multidisciplinar em Arquitetura, Publicidade e Marketing e Moda, atua em várias vertentes da Arquitetura. A expografia é uma de suas áreas de atuação. Desde 2002, projeta e acompanha a montagem de cenários e desenho de luz de ambientes de exposições de artes visuais em importantes espaços culturais no Brasil, como a galeria da Embaixada da Itália, CCBB, Palácio das Artes – Belo horizonte, MAB e Museu Nacional da República – Brasília, Farol Santader - Porto Alegre, e na Austrália, no Camberra Contemporary Art Space e ARTISAN – Brisbane. Fez trabalhos para artistas consagrados como Hélio Oiticica, Amílcar de Castro, Athos Bulcão, Rubem Valentin, Christus Nobrega, Vicente de Melo, entre outros. No cinema, como diretor de arte em curtas metragens, foi premiado internacionalmente como o filme Acalanto (2012), do diretor Arturo Saboia, lançado no Festival de CANNES 2013 e no Festival de GRAMADO 2013, onde foi premiado com o Kikito pela direção de arte e mais outras quatro categorias. CARLOS PEUKERT - PROJETO DE ILUMINAÇÃO Bacharel em Interpretação Teatral pela Unb-DF, iluminador cênico, produtor cultural e professo da UnB. Reconhecido no mercado artístico como iluminador cênico. Especialista em projetos luminotécnicos para exposições de artes promovidas pelo SESC/SP, Instituto Tomie Ohtake, Museu Casa do Pontal, Fundação Museu do Homem Americano, Museu da Cidade de Manaus, Fundação Athos Bulcão, Fundação Iberê Camargo, Centro Cultural Banco do Brasil, Caixa Cultural, Farol Santander. Foi iluminador de inúmeras exposições itinerantes no Brasil tendo a oportunidade de trabalhar diretamente com renomados artistas como Ai Weiwei, Antony Gormley, Cai Guo Qiang, Patricia Piccinini, Pablo Atchugarrry, Christian Boltanski, Marianne Peretti, Carmela Gross, Os Gêmeos, Sebastião Salgado, entre outros. CARLOS FERREIRA DA SILVA - PROJETO EDUCATIVO Carlos Lin (Carlos Ferreira da Silva) é licenciado em História, especialista em Arte-Educação e mestre em Arte Brasileira Contemporânea. Foi professor na Universidade de Brasília e coordenador do Departamento de Artes Visuais da FADM. Orientou a formação de arte-educadores em diversos projetos expositivos junto a instituições como CCBB, CaixaCultural, Santander Cultural e Museu Nacional. Atua na interface entre arte e educação e coordena programas educativos de exposições variadas como “100 anos de Athos Bulcão”, “Toda Noite”, “Di Cavalcanti”, “O jardim de Amílcar: neoconcreto sob o céu de Brasília”. LIDIANA GOMES - GESTÃO FINANCEIRA E ADMINISTRATIVA Gestora - Advogada Assessora financeira de projetos, Advogada. Pós-graduanda em processo civil. Bacharel em Contabilidade. Atuou como gestora em diversas empresas privadas. Atualmente, Diretora Administrativa do IPAC Brasília - (Instituto de Pesquisa e Promoção à Arte e Cultura), associação privada especializada em gestão de coleção de obras de arte, concepção, desenvolvimento e execução de projetos culturais. Trabalhos recentes: Toda Noite-Vicente de Mello, 2022; Espelho-Labirinto, 2022; 100 anos de Athos Bulcão, Farol Santander – POA, 2023; O Jardim de Amilcar de Castro: neoconcreto sob o céu de Brasília, no CCBB-Brasília, 2022/2024; Brasília, Enfim, no Centro Cultural dos 3 Poderes, em 2023; Pinturas do Mestre José Joaquim da Rocha, Aquisição de Obras para MNBA, em 2023; entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.