| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 04887625000178 | BRASIL TERMINAL PORTUARIO S.A. | 1900-01-01 | R$ 300,0 mil |
| 37134136000102 | OCRAMAR COMERCIO E EXPORTACAO DE CAFE LTDA | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
| 62356878000200 | EISA - EMPRESA INTERAGRICOLA S/A | 1900-01-01 | R$ 1,2 mil |
| ***497538** | LUIS MARCELLO GALLO | 1900-01-01 | R$ 1,2 mil |
| ***119148** | REGINA APARECIDA ROCHA MATTAZIO | 1900-01-01 | R$ 840,00 |
| ***997958** | FABRICIO OLIVETTI DE FRANCA | 1900-01-01 | R$ 240,00 |
| ***777198** | OCTAVIO LUIZ FRANCA PIRES | 1900-01-01 | R$ 240,00 |
O presente projeto se refere a continuidade, ampliação e qualificação da programação do Museu do Café para o exercício de 2024. Essa programação engloba a realização de ações relacionadas às linhas de atuação da instituição como exposições de curta e longa duração, projetos educativos, projetos socioculturais e a restauração e conservação do acervo histórico da instituição.
1. Exposição temporária “Café: na mesa ou no balcão?” A popularização do consumo de café em terras tupiniquins ainda é assunto pouco explorado, não só pela historiografia, mas também por instituições culturais e museológicas. É possível fazer um esforço de fôlego, apresentando a popularização no Rio de Janeiro no século 19 com a boemia literária abraçando locais como o Café Braguinha, Amarelinho da Cinelândia, entre outros, até alcançar o século 20 com o surgimento dos “cafés em pé” nas capitais federal e paulista, que vendiam cafés a um tostão (100 réis) e eram muito buscados por trabalhadores. Os objetivos dessa produção são: Possibilitar maior diálogo sobre um tema de bastante aceitação do público, o “cafezinho”; Minimizar a ausência de estudos sobre a popularização do consumo do café no Brasil, considerada uma bebida “importada” e pouco difundida no gosto brasileiro até meados do séc. 19; Buscar o preenchimento de lacunas no acervo ligadas à temática do consumo; Proporcionar o diálogo com questões macroeconômicas, visto que durante muito tempo o governo federal interveio diretamente no preço do “cafezinho”. 2. Programação de férias Nos meses de janeiro e julho a criançada tem o período de férias para descontrair, descansar e, sem dúvidas, brincar muito. Funcionando de quarta a domingo, o espaço “Café com Leite” disponibiliza para o público piscina de bolinhas, pula-pula, jogos, fantasias e o “Cafezalzinho”. Nessa última, os pequenos se divertem aprendendo os processos de cultivo e preparo do grão, realizando desde a colheita, até a secagem e torra. A intenção é ampliar o contato desses visitantes e a cultura em torno da bebida de forma lúdica. Além do espaço, é possível aproveitar uma série de atividades especiais nos fins de semana. 3. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS a) Programa Semeando (para estudantes de escolas públicas) É um programa educativo voltado aos estudantes do ensino público em seus diferentes ciclos - Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II, Ensino Médio, Técnico e Universitário. Compreende como relevantes à prática educativa voltada ao visitante escolar, teorias do desenvolvimento cognitivo que abordam a importância da mediação sociocultural no processo da aprendizagem, perspectivas pedagógicas emancipatórias e conceitos e estratégias da Educação Patrimonial que visam promover os museus, como espaços de contribuição à formação para o desenvolvimento integral da cidadania. Através da prática educativa busca-se estabelecer a aproximação entre esse público e elementos intangíveis, como as memórias e histórias preservadas pela instituição e tangíveis, como as diferentes tipologias de acervo dispostas pelo museu. O objeto desse pedido está voltado a atender a rede de ensino pública da Secretaria de Educação da cidade de Santos, com quem o museu tem uma parceria de 10 anos, resultando no atendimento de 10.000 estudantes até o momento de diversos ciclos. b) Programa Identidades É uma proposta que tem como finalidade o atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade social por meio de parcerias com instituições especializadas em assistência social e/ou que contemplem este público. O museu na contemporaneidade vem ressignificando seu papel, diante de diversas demandas que são de sua competência e uma delas é o seu papel social. Dessa forma, aliado à necessidade de um atendimento coerente à especificidade do público em situação de vulnerabilidade e ao papel social desempenhado pelo Museu do Café, o programa atua tanto de maneira interna utilizando-o como ferramenta facilitadora do acesso e da interlocução de reflexões, como no entorno e em diferentes contextos socioculturais. Identidades faz alusão à apropriação de nosso público aos saberes aplicados e também a percepção que seu próprio conhecimento é fundamental para a construção da história. Muito além de promover a autoconfiança e inserir nosso público em um contexto que, a princípio, não lhes parece comum, é torná-los agentes de conhecimento, refletindo sobre seus saberes e colocando-os em evidência, trazendo à tona conceitos, histórias e vínculos com a sociedade estimulando o protagonismo social.
Objetivos Gerais: A presente proposta se refere ao plano bianual de atividades do Museu do Café para o ano de 2024 e 2025, que contará com a produção, realização e manutenção da programação cultural e do acervo histórico, viabilização de duas exposições temporárias, implementação de projetos do Núcleo Educativo, bem como a implementação de uma nova exposição delonga duração. • Fomentar a preservação da história e cultural nacional, trabalhando a memória individual e coletiva como patrimônio imaterial; • Estimular o senso crítico sobre as transformações da cidade pela perspectiva da preservação dos patrimônios materiais, trazendo a dicotomia entre preservação e modernidade; • Encorajar novas perspectivas sobre a história, influências sociais, econômicas e culturais vinculadas ao café; • Incentivar o olhar sobre a cidade, trazendo o debate relacionado a questões de ocupação do território, desenho de cidade, e democratização do uso do espaço urbano; • Apresentar o Museu do Café como elemento de preservação e, ao mesmo tempo, de inclusão nessa cidade; •Fortalecer a economia criativa relacionada as diferentes formas do uso do café fomentando a visitação ao centro histórico de Santos; • Trabalhar o café para além da bebida, correlacionando temas importantes para a grade escolar e enfatizando o lado humano e social atrelado ao produto. Objetivos específicos: 1. Produzir uma exposição temporária de médio porte: "Café: na mesa ou no balcão" 2 - Desenvolvimento de programas socioculturais do Núcleo Educativo do Museu do Café: (contrapartidas Sociais) a. Programa Identidades _ Atender 50 turmas durante o ano. b. Programa Semeando - Atender 25 turmas durante o ano 4. Realização da "programação de férias" _ Realizar 2 edições no ano
Inaugurado em 1998, o Museu do Café é um dos principais pontos turísticos da cidade de Santos e tem como objetivo a preservação e divulgação da história do café no Brasil e no mundo. Por meio de objetos, documentos e recursos audiovisuais, a instituição mostra ao público como a evolução da cafeicultura e o desenvolvimento político, econômico e cultural do país estão ligados, desde meados do século XVIII até os dias de hoje. Instalado no palácio da antiga Bolsa Oficial de Café, inaugurado em 1922, o Museu do Café tem como destaque do acervo o Salão do Pregão _ composto por uma mesa principal e setenta cadeiras _ onde eram realizadas as negociações que determinavam as cotações diárias das sacas de café. No mesmo espaço, o público tem a oportunidade de admirar as telas "O Porto de Santos em 1822", "A Fundação da Vila de Santos _ 1545", "O Porto de Santos em 1922" e o vitral "A Epopeia dos Bandeirantes", obras de Benedicto Calixto. Além de prever a instalação de novas exposições (temporárias e de longa duração) para disseminar a história do café por diferentes perspectivas, o Museu do Café conta em suas instalações com o Centro de Preservação, Pesquisa e Referência Luiz Marcos Suplicy Hafers, que disponibiliza publicações e documentos sobreo tema, e o Centro de Preparação de Café, que oferece cursos e oficinas para difundir o conhecimento sobre o preparo da bebida. Mais do que o principal responsável pela preservação da história do café, o Museu do Café é também referência na comercialização do produto por meio de sua cafeteria. Inaugurada em 2000, a Cafeteria do Museu possui em seu cardápio diversas opções de bebidas que têm o café como principal ingrediente. Além disso, conta com grande variedade de grãos, produzidos em diferentes regiões do Brasil, à disposição dos visitantes para apreciar na hora ou levar para casa. O café foi o grande propulsor da economia brasileira nas primeiras décadas do século XX, gerando além de riqueza, uma série de hábitos e comportamentos que marcaram uma geração, e que, de certa forma, influenciaram as próximas, tendo singular importância na história do país. A Bolsa Oficial de Café, que completou 100 anos no ano de 2022, é um dos reflexos da importância da política cafeeira. A transferência da Bolsa em 1922 de um escritório na rua XV de Novembro para o majestoso edifício refletia a intenção deque as negociações de café perdurassem por muito tempo. Depois de longos períodos de portas abertas e fechadas, as atividades da bolsa finalmente chegam ao fim em 1996, dando lugar à história. O Museu do Café, inaugurado em 1998, assume então a tarefa de eternizar e humanizar hábitos corriqueiros de um ambiente que girava em torno de dinheiro e poder. Embora o espaço tenha sido subjugado muitos anos por diversas autoridades, mantiveram-se as estruturas originais da mesa de negociação, além das obras de Benedito Calixto. A ideia de oferecer uma experiência física e sensorial ao público que visita o Museu está apoiada, principalmente, em aproveitar a riqueza histórica que a estrutura física do local oferece. O Núcleo Educativo do Museu do Café é a ponte de diálogo da instituição com seus visitantes, para além das exposições que oferece. O principal objetivo é transmitir a rica história do café de uma maneira simples e lúdica para o público, realizar um atendimento de excelência e fazer do Museu um reconhecido lugar de referência na propagação do aprendizado. O setor elabora atividades que desenvolvem a percepção e estimulam o público a se aprofundar cada vez mais na história do café no Brasil e no mundo. Diferentes opções de programas de atendimento são oferecidas, contemplando visitas orientadas, tematizadas, além de dinâmicas interativas para públicos escolares e demais visitantes do Museu. Na frente de programação cultural, o Museu do Café reafirma seu compromisso em estimular a integração dos visitantes com a temática do Museu através de atividades direcionadas ao atendimento de famílias como o Espaço Café com Leite, implementado para livre utilização do público nos meses de janeiro e julho. No espaço são instalados brinquedos como piscina de bolinhas e cama elástica, são disponibilizadas fantasias e jogos educativos além do "Cafezalzinho" atividade que mostra de forma lúdica, a rotina de uma fazenda e ensina sobre o cultivo, colheita, secagem, torra, moagem de grãos e preparo da bebida. A programação de férias inclui outras ações como oficina de minibarista, roteiro lúdico, contação de histórias, teatro de fantoches entre outras. Esse ano também pretendemos inserir nessa programação um educador ambiental, para que possamos transmitir as novas gerações a importância da preservação do meio ambiente. No que tange à ampliação e manutenção da programação cultural do equipamento temos prevista a realização da exposição temporária "Café: na mesa ou no balcão". Sendo assim, este plano justifica-se tendo em vista que o mesmo possibilita a continuidade, ampliação e qualificação da programação do Museu do Café para os exercícios de 2024 e que essas ações tomam como base desafios contemporâneos, tais como sustentabilidade, diversidade, comunidade e inclusão. Dessa forma, o plano se adequa a nova definição de Museu trazida pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM): "Um museu é uma instituição permanente, sem fins lucrativos, ao serviço da sociedade, que pesquisa, coleciona, conserva, interpreta e expõe o patrimônio material e imaterial. Os museus, abertos ao público, acessíveis e inclusivos, fomentam a diversidade e a sustentabilidade. Os museus funcionam e comunicam ética, profissionalmente e, com a participação das comunidades, proporcionam experiências diversas para educação, fruição, reflexão e partilha de conhecimento". (ICOM,2023)
1. Exposição temporária “Café: na mesa ou no bacão?” No início do século XIX o café estava longe de ser a principal bebida no cotidiano dos habitantes da antiga colônia portuguesa. No entanto, já era possível perceber uma certa aceitação do café com leite enquanto bebida tônica para o início do dia. Foi com a instalação da corte portuguesa no Rio de Janeiro e a busca por hábitos europeizados que essa situação começou a mudar. A partir da década de 1830, alguns hotéis fluminenses mantinham salões destinados a pessoas hospedadas e visitantes e que se assemelhavam com estabelecimentos como os cafés parisienses: serviam refeições leves e investiam no oferecimento de bebidas quentes como café, chá e chocolate. Com o crescimento da vida noturna e o estabelecimento da iluminação a gás, estabelecimentos próximos aos teatros começaram a expandir o oferecimento de café a toda hora do dia e da noite. Os proprietários desses locais (que em sua grande maioria eram estrangeiros, principalmente portugueses e franceses) investiram também na decoração, que cada vez mais se assemelhavam aos principais cafés de Paris: locais com espelhos franceses, cadeiras autríacas thonet, mesas com base de ferro e tampo de mármore portuguesas eram decorações comuns nesses espaços. Apesar de já presente nos primeiros cafés fluminenses, uma característica marcante da segunda fase dos estabelecimentos brasileiros foi a criação de círculos de frequentadores que marcaram determinados estabelecimentos. Eram cafés literários, de belas artes, pontos de musicistas e esportistas, com bastante movimentação e visibilidade, que fizeram com que ficassem populares não só no Rio de Janeiro como também em São Paulo, além de promover frequente intercâmbio de visitantes. Foi um momento de franco crescimento do consumo do café e marcado por constantes intervenções governamentais no valor da bebida, principalmente após a crise de 1930, que visava manter o consumo interno. O preço do cafezinho virou sinônimo de coisa de pouca importância (café pequeno) pois sempre era o item mais barato dos estabelecimentos. Com a popularização da bebida em todos os estratos populacionais, revoltas tornaram-se comuns nos principais centros urbanos em torno dos aumentos da bebida por parte dos donos de cafés, bares e botequins. Em geral os donos dos estabelecimentos diziam que a crescente inflação tornava-se inviável manter os modelos antigos de cafés com mesas, visto a baixa rotatividade desses locais com as longas permanências dos frequentadores. Nesse período surgiu o antônimo dos cafés clássicos com mesas de mármore: os cafés-em-pé. Os balcões tornaram-se cada vez mais presentes em estabelecimentos populares. Esses estabelecimentos inclusive se confundiram com uma inovação do período: a máquina de café espresso italiana. Os cafés-em-pé tornaram sinônimo de “expressos”, locais para tomar a bebida rapidamente e de forma rotativa. Preparado em frente ao consumidor, o preparo saiu das cozinhas para os balcões. Todavia a máquina de café espresso, aparentemente, não se tornou popular nesse primeiro momento, sendo em alguns locais substituídas por versões brasileiras que produziam café coado mas tinham formato vertical similar às primeiras máquinas de espresso que chegaram ao Brasil. No período do pós-guerra muitos estabelecimentos conhecidos como “café-sentado” encerraram suas atividades. Houve uma grande modificação nos hábitos de beber o café em estabelecimentos públicos. Os antigos cafés literários e pontos de intelectuais e músicos que não fecharam modificaram suas especialidades: muitos viraram restaurantes, lanchonetes, bares, etc. O café perdeu sua centralidade nos estabelecimentos e tornou-se, definitivamente, uma bebida de balcão. Uma preocupação cada vez maior por parte do DNC/IBC para com a qualidade e higiene dos estabelecimentos fez com que diversas normas desde o Estado Novo fossem implementadas para padronização desses locais. Cada vez mais os objetos utilizados eram de aço inoxidável e as chapas de metal tomavam a arquitetura dos balcões de servir, além da presença de tanques de esterilização de xícaras. As xícaras eram um elemento bastante importante no consumo e, visando maiores lucros, donos de bares e cafés investiam em versões com cubagens menores. Os recipientes que, por lei deveriam ter 50ml para café puro e 150ml para café com leite, poderiam chegar até 35ml (sendo apelidadas popularmente de dedais de café). A proporção de café e água também era tema de constante controvérsia. Era instituído por lei que o café servido ao público deveria ser feito a razão de 1 kg de pó para 5 litros de água. Mas essa proporção poderia chegar a grandes níveis de diluição de água (provável surgimento do termo “café carioca”, metade água e metade café). Com a perda de interesse na venda de café por diversos donos de estabelecimento, que mudavam para o oferecimento de mate, chocolate ou refrigerantes, o IBC investiu na criação de cafeterias modelo que primavam por grãos de qualidade, oferecimento de outras bebidas e doces com base de café. 2. Programação de férias Nos meses de janeiro e julho a criançada tem o período de férias para descontrair, descansar e, sem dúvidas, brincar muito. Funcionando de quarta a domingo, o espaço “Café com Leite” disponibiliza para o público piscina de bolinhas, pula-pula, jogos, fantasias e o “Cafezalzinho”. Nessa última, os pequenos se divertem aprendendo os processos de cultivo e preparo do grão, realizando desde a colheita, até a secagem e torra. A intenção é ampliar o contato desses visitantes e a cultura em torno da bebida de forma lúdica. Além do espaço, é possível aproveitar uma série de atividades especiais nos fins de semana. Explorando curiosidades relacionadas ao produto, são oferecidas atividades educativas, oficina de minibarista, roteiro lúdico pelo Centro Histórico de Santos e contações de histórias. 3. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS a) Programa Semeando O objeto desse programa está voltado a atender a rede de ensino pública da Secretaria de Educação da cidade de Santos, com quem o museu tem uma parceria de 10 anos, resultando no atendimento de 10.000 estudantes até o momento de diversos ciclos. b) Programa Identidades O nome Identidades faz referência ao sentido de autoconhecimento e pertencimento ao patrimônio material e imaterial que gira em torno do tema café e sua ampla área de conhecimentos e abordagens. Identidades faz alusão à apropriação de nosso público aos saberes aplicados e também a percepção que seu próprio conhecimento é fundamental para a construção da história. Muito além de promover a autoconfiança e inserir nosso público em um contexto que, a princípio, não lhes parece comum, é torná-los agentes de conhecimento, refletindo sobre seus saberes e colocando-os em evidência, trazendo à tona conceitos, histórias e vínculos com a sociedade estimulando o protagonismo social. Esta nova postura do programa está em sintonia com a Política Nacional de Educação Museal (PNEM), respeitando as características, necessidades e os interesses da população local, garantindo a difusão da memória sociocultural, visando a sustentabilidade e o incentivo à reflexão e à construção coletiva de pensamento crítico. O objeto desse pedido está voltado a atender aos assistidos pelos centros da Fundação Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente, situados no litoral sul paulista e ABC, com quem o museu tem convênio firmado desde 2019.
Produto:Plano Anual ACESSIBILIDADE FÍSICA Item na Planilha orçamentária: Estrutura metálica (festival/mostra) ACESSIBILIDADE para PcD Visuais e Auditivos Item na Planilha orçamentária: Audiodescrição, Projeto Expográfico, Impressão (braile) e Monitores ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOSCONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Item na Planilha orçamentária: Tradução e Monitores Todas as atividades serão realizadas em locais com acessibilidade física e banheiros adaptados de acordo com as normas da ABNT. ACESSIBILIDADE FÍSICA Item na Planilha orçamentária: Transporte, Consultor de acessibilidades ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS Item na Planilha orçamentária: Impressão em braile, tradução simultânea e monitores ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Item na Planilha orçamentária: Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOSCONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Item na Planilha orçamentária: Monitores e Consultor de Acessibilidades Produto: Festival/Mostra Medidas: três elevadores, que permitem a circulação vertical entre os pavimentos, duas escadarias com saída de emergência, uma escadaria de madeira de acesso do piso térreo ao 1º andar, quatro pontos com rampa e diversas escadas de desnível, banheiros adaptados e sinalização universal. Os desníveis existentes no edifício, partes interna e externa, foram adaptados com rampas, possibilitando acesso a todos os visitantes. Todas as ações contarão com intérprete de libras e audiodescrição dos wokshops (mediante verificação da necessidade por meio de inscrição), além de monitores especializados que irão acompanhar o público na chegada ao Museu até os espaços onde irão acontecer as oficinas; site do evento com recurso para baixa visão (recurso já existente), monitores para oferecer atendimento especializado. ACESSIBILIDADE FÍSICA Item na Planilha orçamentária: Estrutura Metálica, Sinalização ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS Item na Planilha orçamentária: Gravação de Vozes (audiodescrição), Monitores ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Item na Planilha orçamentária: Sinalização, monitores ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Item na Planilha orçamentária: Monitores Produto: Exposição de Artes Medidas: três elevadores, que permitem a circulação vertical entre os pavimentos, duas escadarias com saída de emergência, uma escadaria de madeira de acesso do piso térreo ao 1º andar, quatro pontos com rampa e diversas escadas de desnível, banheiros adaptados e sinalização universal. Os desníveis existentes no edifício, partes interna e externa, foram adaptados com rampas, possibilitando acesso a todos os visitantes. Todas as ações contarão com intérprete de libras e audiodescrição dos wokshops (mediante verificação da necessidade por meio de inscrição), além de monitores especializados que irão acompanhar o público na chegada ao Museu até os espaços onde irão acontecer as oficinas; site do evento com recurso para baixa visão (recurso já existente), monitores para oferecer atendimento especializado. ACESSIBILIDADE FÍSICA Item na Planilha orçamentária: Projeto expográfico ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS Item na Planilha orçamentária: Audiodescrição, Monitores ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Item na Planilha orçamentária: monitores, intérprete de LIBRAS (contrapartidas) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Item na Planilha orçamentária: Monitores Produto:Contrapartidas Sociais Medidas: Para a realização das atividades propostas contaremos com intérprete de libras e impressão em braile do material pedagógico. Também contaremos com educadores especiais para acompanhando de pessoas com deficiências visuais e que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens dos conteúdos. O Museu do Café atualmente dispõe de três elevadores, que permitem a circulação vertical entre os pavimentos, duas escadarias com saída de emergência, uma escadaria de madeira de acesso do piso térreo ao 1º andar, quatro pontos com rampa e diversas escadas de desnível, banheiros adaptados e sinalização universal. Os desníveis existentes no edifício, partes interna e externa, foram adaptados com rampas, possibilitando acesso a todos os visitantes. Todas as atividades serão realizadas em locais com acessibilidade física e banheiros adaptados de acordo com as normas da ABNT. ACESSIBILIDADE FÍSICA Item na Planilha orçamentária: Transporte, Registro videográfico, Consultor de acessibilidades ACESSIBILIDADE para PcD VISUAIS Item na Planilha orçamentária: Monitores, Impressão em Braile, Consultor ACESSIBILIDADE para PcD AUDITIVOS: Item na Planilha orçamentária: Intérprete de Libras, Consultor ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOSCONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Item na Planilha orçamentária: Monitores, Consultor, Tradução
O Museu do Café por ser uma instituição cultural tem como premissa o acesso ao equipamento cada vez mais democrático, atingindo uma diversidade de grupos sociais, em diversas faixas etárias, nas mais variadas camadas econômicas. - Ingressos a preços populares e política de isenção: todos os ingressos serão vendidos a preços populares e será disponibilizada meia entrada (idosos 60 anos ou mais; aposentados; crianças e jovens entre 08 e 16 anos; jovens de baixa renda entre 15 e 29 anos; estudantes, professores da rede particular de ensino); - Isenção de ingressos: Crianças até 07 anos; pessoas com deficiência; professores, coordenadores, supervisores e diretores da rede pública; profissionais da Secretaria de Cultura ,Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo; profissionais da SSPSP; guias de turismo; profissionais de organizações sociais de cultura de São Paulo; taxistas; membros ICOM; e gratuidade a todos os visitantes presenciais aos sábados, em todas as áreas expositivas do equipamento cultural. - Todos os grupos, mesmo aqueles com isenção de ingressos, terão também acesso as atividades de acolhimento desenvolvidas pelo Núcleo Educativo e relacionadas de forma direta ao projeto. I) Distribuição dos produtos culturais resultantes do projeto, respeitando os limites do artigo 23 da IN 01/2022: b) até dez por cento para distribuição gratuita entre incentivadores, patrocinadores e doadores, conforme parágrafo único do art. 31 do Decreto nº 10.755, de 26 julho de 2021; d) até dez por cento para distribuição gratuita promocional pelo proponente; II) Inciso/medida do art. 24 da IN nº 01/2022 será adotada no projeto: II - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas IV - além da Ação Formativa Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: c) cinco palestras de pelo menos uma hora de duração com lista de participação para projetos exclusivamente educativos; f) monitoria guiada em espaços culturais públicos voltada para pessoas atendidas por políticas assistenciais do governo federal, para acesso e conhecimento aos bens patrimoniais; V - realizar ações culturais voltadas ao público infantil ou infanto juvenil na proporção de vinte por cento do tempo de duração e quantitativo de apresentações, quando mensuráveis, e acompanhado de projeto pedagógico (Anexo I) e observados os indicativos etários. IX- ações de incentivo à leitura; X - produção de conteúdo para lives, webinários, educação à distância para plataformas públicas ou colaborativas de ensino de economia criativa, produção cultural empreendedorismo e sustentabilidade cultural com divulgação gratuita e respeitando o manual de marcas; XI - criação de sistemas de informação e mapeamento aderentes à economia criativa, produção cultural empreendedorismo e sustentabilidade cultural com divulgação gratuita e respeitando o manual de marcas; XII - criação e implementação de sinalizadores e divulgadores de ícones da memória local conforme regramento do Manual de sinalização de patrimônio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional com divulgação gratuita e respeitando o manual de marcas; XIV - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela autoridade competente.
Inaugurado em 1998, o Museu do Café é um dos principais pontos turísticos do Estado de São Paulo e tem como objetivo a preservação e divulgação da história do café no Brasil e no mundo. Por meio de seu acervo, arquivístico, bibliográfico e museológico, a instituição apresenta ao público como a evolução da cafeicultura e o desenvolvimento político, econômico e cultural do país estão ligados, desde meados do século XVIII até os dias de hoje. Instalado no palácio da antiga Bolsa Oficial de Café, inaugurado em 1922, o Museu do Café tem como destaque do acervo o salão do pregão – composto por uma mesa principal e setenta cadeiras – onde eram realizadas as negociações que determinavam as cotações diárias das sacas de café. No mesmo espaço, o público tem a oportunidade de admirar as telas “O Porto de Santos em 1822”, “A Fundação da Vila de Santos – 1545”, “O Porto de Santos em 1922” e o vitral “A Epopéia dos Bandeirantes”, obras de Benedicto Calixto. Além de disseminar a história do café por meio da exposição de longa duração “Café, patrimônio cultural do Brasil: ciência, história e arte” e mostras temporárias, o Museu do Café conta em suas instalações com o Centro de Preservação, Pesquisa e Referência Luiz Marcos Suplicy Hafers, que disponibiliza publicações e documentos sobre o tema, e o Centro de Preparação de Café, que oferece cursos e oficinas para difundir o conhecimento sobre o preparo da bebida. Ø Currículos Gestão - Responsável por capitanear as atividades, incluindo acompanhamento da execução orçamentária; assinatura de todos os contratos para autorização de respectivos pagamentos; delegação de atribuições aos funcionários do INCI, entre outras atividades necessárias. Alessandra de Almeida Santos - Advogada, pós-graduada em Direito Processual Civil (ESA/RJ), com especialização em Administração Geral e Estratégica (FGV/SP), em Gestão e Políticas Culturais pela Universidade Girona (Itaú Cultural) e de Gestão em Museus pela Universidade Cândido Mendes/RJ (2020). Desde 2005 atua no Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração, Organização Social de cultura responsável pela gestão do Museu do Café e, a partir de 2011, também pelo Museu da Imigração. Em 2017 assumiu o cargo de Diretora Executiva de ambos os equipamentos culturais permanecendo até a presente data. Thiago da Silva Santos - Graduado em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCC), com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Desde 2010 atua no Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração (INCI), Organização Social de Cultura, responsável pela gestão do Museu do Café e, a partir de 2011 pelo Museu da Imigração. Teve atuação destacada na profissionalização administrativa do Instituto em sua transição para Organização Social, com elaboração, reformulação e implantação de diversas políticas, como manuais de procedimentos, compras e contratação e recursos humanos. Em 2015 assumiu o cargo de Diretor Administrativo e Financeiro de ambos os equipamentos culturais. Caroline Nóbrega - Possui MBA em Gestão de Museus pela Universidade Cândido Mendes (2020), é pós-graduada em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas e concluiu graduação em Relação Públicas pela Universidade Católica de Santos. Atua no setor museológico há mais de 10 anos e atualmente gerencia o setor de Comunicação e Desenvolvimento Institucional do Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração (INCI). Daniel Ramos - Formado em ciências contábeis e pós-graduado em controladoria estratégica pela Universidade São Judas Tadeu. Possui experiência de mais de 08 anos em auditoria externa e consultoria nas áreas de contabilidade, finanças, recursos humanos, controladoria e controles internos de organizações sociais de cultura e empresas de segmentos diversos. Desde de 2017 atua como gerente administrativo/financeiro do no Instituto de Preservação e Difusão da História do Café e da Imigração (INCI). Henrique Trindade - Historiador e gestor do Centro de Preservação, Pesquisa e Referência do Museu da Imigração (CPPR), instituição onde atua desde 2014. Mestrando do Programa de Pós-Graduação em História Social da FFLCH/USP e um dos pesquisadores do Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação (LEER/USP). É membro da Associação Brasileira de Pesquisadores em História e Genealogia (ASBRAP) e autor do livro sobre dicas de pesquisa no Acervo do Museu da Imigração. Thiago Haruo - É antropólogo e Gestor de pesquisa no Museu da Imigração do Estado de São Paulo. Tem experiencia em pesquisa etnográfica e documental, docência e gestão no âmbito da cultura. Graduou-se em Relações Internacionais pela Universidade de São Paulo (USP), é mestre em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP) e atualmente cursa o doutorado, também em Antropologia Social, em um convênio estabelecido entre Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e a Universidad Nacional de San Martín (UNSAM), Argentina. Otávio Balaguer - Mestre em Museologia (USP), com MBA em Gestão de Projetos (UAM) e Bacharelado em História (USP). É Museólogo e gestor do Núcleo de Preservação do Museu da Imigração (MI), membro do Conselho Internacional de Museus (ICOM) e pesquisador do Laboratório de Pesquisas sobre Museus na América Latina (LAPEMAL-CNPq)
Projeto aprovado e publicado no Diário Oficial da União.