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PRONAC 235806Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO BRASILEIRO – PLANO PLURIANUAL 2024?2026

INSTITUTO HISTORICO E GEOGRAFICO BRASILEIRO
Solicitado
R$ 5,51 mi
Aprovado
R$ 5,20 mi
Captado
R$ 1,46 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (17)
CNPJ/CPFNomeDataValor
52815131000120ITAU-BBA TRADING S/A1900-01-01R$ 500,0 mil
33592510000154VALE S.A.1900-01-01R$ 500,0 mil
04238150000199Itaú Gestão de Ativos S/A1900-01-01R$ 230,0 mil
01425787000104REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A.1900-01-01R$ 140,0 mil
***913298**Celso Lafer1900-01-01R$ 40,0 mil
***176137**TANIA MARIA TAVARES BESSONE DA CRUZ FERREIRA1900-01-01R$ 10,0 mil
06881898000130Financeira Itaú CDB S.A.1900-01-01R$ 10,0 mil
***676747**ALICE GOMES CHERMONT DE MIRANDA1900-01-01R$ 9,5 mil
***362453**JOSE FILOMENO DE MORAES FILHO1900-01-01R$ 5,0 mil
***795457**GONCALO DE BARROS CARVALHO E MELLO MOURAO1900-01-01R$ 5,0 mil
***549727**PAULO KNAUSS DE MENDONCA1900-01-01R$ 4,0 mil
***642828**CARLOS ALBERTO DA SILVEIRA ISOLDI FILHO1900-01-01R$ 3,5 mil
31137557000100COMPANHIA IMOBILIARIA DE PETROPOLIS1900-01-01R$ 2,4 mil
***643817**LUCIANE FERNANDES GORGULHO1900-01-01R$ 2,0 mil
***797008**FRANCISCO FERNANDO MONTEOLIVA DORATIOTO1900-01-01R$ 1,2 mil
***494888**RAFAEL DE CASTRO BAKER BOTELHO1900-01-01R$ 1,0 mil
***452887**ANA MARIA PESSOA DOS SANTOS1900-01-01R$ 1,0 mil

Eficiência de captação

28.2%

Classificação

Área
—
Segmento
Planos Anuais Manutenç e Elabor de Planos Museológ
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Plano trienal
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-01-01
Término

Resumo

Realizar a manutenção e promover a preservação e o acesso aos acervos do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, além de oferecer exposições e ações educativas para a difusão de conteúdos relacionados aos seus acervos durante o ano de 2024.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

Objetivo Geral Promover o livre acesso às fontes de cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, a valorização e difusão do conjunto de manifestações culturais e seus respectivos criadores e o estímulo da produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Objetivo específico (1) Manutenção de equipamento cultural e atividades regulares: continuidade das atividades regulares de manutenção, conservação e a difusão de suas coleções e acervos, além de modernizar instalações e aquisição de equipamentos e materiais indispensáveis para a disponibilização ao público; aprimoramento das ferramentas de gestão, divulgação de atividades e melhorias prediais; publicações diversas relacionadas aos acervos e atividades; programa de residências para pesquisa; programação acadêmica; programação educativa relacionada às exposições; material de comunicação, manutenção operacional e de equipe técnica. (2) Exposições: renovação da mostra de longa duração apresentando os conjuntos mais significativos das coleções do IHGB; realizar uma 01 mostra temporária apresentando a coleção Memorabilia Política do Brasil, pertencente ao IHGB.

Justificativa

O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) foi fundado em 21 de outubro de 1838, constitui-se na instituição cultural existente mais antiga do país. Como academia de intelectuais dedicados a pensar o Brasil, o IHGB se afirmou como centro de produção de conhecimento de importância nacional e internacional, distinguindo-se pela dedicação à reunião de valiosa coleção brasiliana de impressos, manuscritos e objetos. Além disso, o IHGB publica a revista científica mais antiga do Brasil e a segunda mais antiga do mundo _ reconhecida pelo Guiness Book _ com 476 volumes publicados, desde 1839, e também reconhecida pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade, pelo Programa Memória do Mundo. Produz, igualmente, muitas outras publicações avulsas e promove a realização de fóruns permanentes de estudos, pesquisas e cursos sobre a formação brasileira e a prospectiva do País. Desde a sua criação, o IHGB ocupou diversos endereços: 1838-1840 _ Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional; 1841-1913 _ Paço da Cidade, antigo Convento do Carmo e Real Gabinete Português de Leitura; 1913-1972 _ Silogeu Brasileiro; de 1972 aos dias atuais _ Edifício Pedro Calmon, sito à Av. Augusto Severo, nº 8. O edifício-sede do IHGB, inaugurado em 5 de setembro de 1972, possui 12 andares, um Subsolo, uma Sobreloja e um Terraço, correspondentes a mais de 14.000 m2. O IHGB tem sob sua guarda uma rica e diversificada coleção bibliográfica, arquivística e museológica. A importância do acervo arquivístico, e também o bibliográfico, do IHGB, em 30 de dezembro de 2002, pelo processo E-18/001.681/2002, foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural _ INEPAC, do Estado do Rio de Janeiro, como patrimônio cultural de relevância, devendo ser preservado e monitorado pelo Estado. Portanto, todos os arquivos e documentos sob a guarda do IHGB, acrescidos de sua importante biblioteca, com suas obras raras, livros, revistas, jornais e demais periódicos, são qualificados e reconhecidos pelo Poder Público, como de interesse público e social, e como tal devem ser tratados, conservados e disponibilizados, cercados de todos os requisitos de segurança que garantam a sua preservação a serviço da cidadania, credenciando, assim, o IHGB a solicitar o apoio e patrocínio de instituições financeiras e agências fomento para a consecução deste fim. A coleção museológica do IHGB conta com ca. de 5 mil peças de tipologia variada de objetos históricos, comemorativos e da diversidade cultural (pinturas, esculturas, cristais e louça brasonada, medalhas e condecorações, mobiliário, arte sacra, arte popular, arte indígena etc.), incluindo raridades como o famoso crânio da Lagoa Santa, doado em 1845 ao IHGB e achado pela primeira expedição paleontológica do Brasil de Peter Lund. A solicitaça~o de apoio ao projeto Plano Anual IHGB 2024 junto ao Ministe´rio da Cultura, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e´ hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada, sendo imprescindi´vel sua existência para democratizar a cultura em todo o Pai´s. Sobre o atendimento ao Artigo 1º da Lei 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. Sobre o atendimento ao Artigo 3º da Lei 8.313/91:III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;

Especificação técnica

Para uma melhor apreciação das atividades anexamos o Plano de Trabalho no campo de documentos da proposta.

Acessibilidade

PRODUTO PLANO ANUALAcessibilidade física: o IHGB contém os seguintes equipamentos de acessibilidade: - Rampa de acesso ao prédio e hall de elevadores; - Rampa de acesso interno ao salão do Instituto; - Elevador de acesso para pessoas com necessidades especiais e cadeirantes; - Banheiro adaptados masculino e feminino; - Corredores e portas adaptadas ao acesso de cadeirantes; - Profissionais disponíveis para auxílio a demandas de pessoas com mobilidade reduzida.Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para deficientes auditivos: contaremos com intérpretes de LIBRAS.Rubrica: Desenvolvimento/Material multissensorial Acessibilidade para deficientes visuais: Audiodescrição, e contamos com profissionais especializados para a condução e acomodação deste tipo de público. Para consulentes, o IHGB oferece uma cabine com profissional disponível para leitura e auxílio para acesso ao acervo, de maneira personalizada.Rubrica: Desenvolvimento/Material multissensorial Acessibilidade para deficientes intelectuais: Contamos com profissionais especializados para a condução deste tipo de público.Rubrica: Monitor PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTEAcessibilidade física: o IHGB contém os seguintes equipamentos de acessibilidade: - Rampa de acesso ao prédio e hall de elevadores; - Rampa de acesso interno ao salão do Instituto; - Elevador de acesso para pessoas com necessidades especiais e cadeirantes; - Banheiro adaptados masculino e feminino; - Corredores e portas adaptadas ao acesso de cadeirantes; - Profissionais disponíveis para auxílio a demandas de pessoas com mobilidade reduzida.Rubrica: não se aplica. Acessibilidade para deficientes auditivos: conteúdos audiovisuais com legendagem em LIBRAS.Rubrica: Desenvolvimento multissensorial Acessibilidade para deficientes visuais: No âmbito das exposições, asseguraremos a sinalização adequada dos espaços em braile e áudio-descrição das obras expostas.Rubrica: Desenvolvimento multissensorial Acessibilidade para deficientes intelectuais: Contamos com profissionais especializados para a condução deste tipo de público.Rubrica: Monitor

Democratização do acesso

PRODUTO PLANO ANUAL Para atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; PRODUTO EXPOSIÇÃO DE ARTEPara atendimento ao Artigo 28 da IN 01/2023, optamos pelo Inciso IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;

Ficha técnica

O proponente será responsável pela COORDENAÇÃO GERAL do projeto, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode ser verificado nos projetos apresentados e executados com recursos incentivados. Presidente: Victorino Coutinho Chermont de MirandaBacharel em Direito pela PUC-Rio e advogado no foro do Rio de Janeiro, Presidente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e seu representante no Conselho Estadual de Tombamento, da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. Secretário-Geral da Academia Brasileira de Arte. Presidente do Conselho Consultivo da Sociedade de Amigos do Museu Imperial - SAMI, Membro do Conselho Deliberativo da Sociedade de Amigos do Museu Histórico Nacional. Ex-integrante do Conselho Nacional de Política Cultural do MinC (pelo IHGB) e do Comitê Nacional do Programa Memória do Mundo da UNESCO – MoW Brasil (2014-2017). Membro do PEN Clube do Brasil e do Colégio Brasileiro de Genealogia. Publicou, entre outros, A família Chermont: memória histórica e genealógica (1982, 2 ed. 2016),A memória paraense no cartão-postal: 1900-1930 (1986), Como levantar sua própria genealogia (1991), Louça histórica: Museu de Arte da Bahia (em coautoria com Sylvia Athaíde, 2000), Bibliografia preliminar sobre genealogia no Brasil (coord. 2000), Iconografia e bibliografia dos titulares do Império (1996, ora no 10º volume), O olhar genealógico em Pedro Calmon (in RIHGB: 420), Genealogia e identidade (in , 34), Genealogias negras: limites e possibilidades (R.IHGB, 442), O problema da nostalgia nas coleções de porcelanas históricas (in MAGALHÃES, A.M.; BEZERRA, R.Z. Coleções e Colecionadores: a polissemia das práticas, 2012), Saudades de um Brasil antigo: "A Coleção Oliveira Lima de cartões-postais" (em coautoria com Bia Corrêa do Lago, 2013) e Belém da Saudade: a memória de Belém do início do século em cartões-postais (4 ed., org. com Rosário Lima e Paulo Chaves Fernandes). Bibliografia fluminense: história dos municípios (coorganização com Paulo Knauss, 2013 e Genealogia e Patrimônio Cultural: um diálogo em começo (in Patrimônio Cultural: educação para o Patrimônio Cultural, ed. INEPAC, 2014). Coordenadores/Diretores Arquivo: Jaime Antunes da Silva, Bacharel em Arquivologia pela UNIRIO; bacharel e licenciado em História pela UFRJ. Diretor-Geral do Arquivo Nacional desde 1992. Presidente do Conselho Nacional de Arquivos desde 1994. Coordenador-Geral do Centro de Referências das Lutas Políticas no Brasil (1964-1985): Memórias Reveladas desde 2009. Presidente da COLUSO, Seção do Patrimônio Documental Seção Brasileira desde 1996. Presidente da Asociación Latinoamericana de Archivos (ALA), 2011-2014. Membro do Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo (MOW) da Unesco, 2007-2013. Presidente do Comitê Regional para América Latina do CRALC-MOW da Unesco 2006-2009. Membro do Comitê Intergovernamental do Programa de Desenvolvimento dos Arquivos Ibero-americanos – programa ADAI, desde 1999. Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro desde 1998. Professor de Paleografia e Arquivística no Curso de História da UERJ desde 1983. Biblioteca: Ana Virginia Teixeira da Paz Pinheiro, Mestre em Administração Pública (FGV/EBAPE), Especialista em Administração de Projetos Culturais (FGV/EIAP) e em Análise, Descrição e Recuperação da Informação (UNIRIO/EB). Bibliotecária aposentada da Biblioteca Nacional brasileira (1982-2020), onde foi chefe e curadora de Obras Raras por 16 anos; e Professora aposentada da Escola de Biblioteconomia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (1987-2023). Membro do Comitê Nacional do Programa Memoria do Mundo da Unesco (MoW-Brasil) e integrante Grupo de Estudos Interdisciplinares da Raridade Bibliográfica (GEIRD/Bahia), do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Recursos, Serviços e Práxis Informacionais (UFMG) e do Grupo de Pesquisa em Critica Textual (BN). Sócia honorária do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB). Autora de diversos trabalhos publicados sobre Biblioteconomia de Livros Raros e Raridade Bibliográfica (desenvolveu um modelo para o estabelecimento de critérios de raridade, premiado pelo Instituto Nacional do Livro e amplamente adotado por bibliotecas brasileiras,). Dedica-se à mentoria de projetos e pesquisas e à difusão e avaliação do livro raro e de coleções bibliográficas especiais. Iconografia: Pedro Corrêa do Lago, economista de formação, bibliófilo, colecionador, livreiro e editor, foi curador de diversas mostras no Brasil e no exterior, tendo sido presidente da Fundação Biblioteca Nacional. Sócio do IHGB e autor de vários livros sobre história da arte, fotografia e coleções no Brasil, entre os quais se destacam: Militão Augusto de Azevedo (2001); Frans Post (1612-1680) Obra Completa (2006, com edição em inglês de 2007); Taunay e o Brasil (1816-1821) – Obra Completa (2008); Coleção Princesa Isabel – Fotografia do Século XIX (2018; Brasiliana Itaú – uma grande coleção dedicada ao Brasil (2009); sendo ainda coordenador do livro Brasiliana IHGB: 175 anos do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (2014). Museu: Paulo Knauss de Mendonça, é licenciado em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), onde também obteve o título de doutorado em História, depois de realizar o mestrado em História na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e ter sido bolsista do DAAD na Universidade de Freiburg . i. B., na Alemanha. Fez, ainda, estudos de pós-doutorado na Universidade de Estrasburgo, França, no campo da história cultural das relações internacionais. É professor de Departamento de História da Universidade Federal Fluminense, onde atua também no Programa de Pós-Graduação em História. Como pesquisador dedica-se especialmente ao estudo das relações entre Memória e História, assim como ao campo da História da Imagem e da Arte. É autor de inúmeros ensaios publicados em revistas e livros sobre Historiografia e Teoria da História, História Urbana, História da Imagem, História do Patrimônio Cultural e da Arte Pública. Seu livro de estreia foi O Rio de Janeiro da pacificação: franceses e portugueses na disputa colonial(1991), e em co-autoria escreveu Macaé: história e memória (2005) e Brasil: uma cartografia (2010), The Rio de Janeiro Reader: history, culture, politics (2016). Coordenou, ainda, Cidade Vaidosa: imagens urbanas do Rio de Janeiro (1999), Sorriso da cidade: imagens urbanas de Niterói (2003). Em colaboração organizou os livros Niterói: cidade múltipla (1997), Cultura política, memória e historiografia (2009) e Revistas ilustradas: modos de ler e ver no Segundo Reinado (2011) e História do Rio de Janeiro em 45 objetos (2019). CEPHAS (Comissão de Estudos e Pesquisas Históricas) Maria de Lourdes Viana Lyra, bacharel em História (UFPE), mestre em História (USP) e doutora em História (Univesidade de Paris X – Nanterre) , com estudo na Universidade de Frankfurt, Alemanha, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, professora aposentada do Departamento de História da Universidade Federal Fluminense, sócia titular do Instituto Geográfico Brasileiro, autora de A Utopia do Poderoso Império (1994); O Império em Construção (2000); A Transferência da Corte, o Reino Unido e a Ruptura de 1822 (2007) e Rainhas de Portugal no Novo Mundo. Carlota Joaquina e Leopoldina de Habsburgo. (2011). Lúcia Maria Paschoal Guimarães, possui graduação em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1970), mestrado em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1990), doutorado em História Social pela Universidade de São Paulo (1994). Realizou estágios de pós-douramento na Cátedra Jaime Cortesão da FFLCH/USP (2005-6) e de pesquisa sabática na Universidade Nova de Lisboa (2008-9). Professora Titular de Teoria da História e Historiografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, atua no curso de graduação e no Programa de Pós-graduação em História Política. Co-cordenadora d Grupo de Pesquisa Idéias, cultura e política na formação da nacionalidade brasileira, bem como o Laboratório Redes de Poder e Relações Culturais. Participa como pesquisadora principal do Pronex/CNPq/Faperj "O Estado brasileiro no século XIX: interseções e margens? dirigido por Lucia Maria Bastos Pereira das Neves. Publicou trabalhos no Brasil e no exterior, decorrentes de pesquisas que contemplam, sobretudo, os temas: cultura histórica, história e memória, cultura política, intelectuais e poder, Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e relações culturais luso-brasileiras. É autora dos livros: Em nome da ordem e da moderação: a trajetória da Sociedade Defensora da Liberdade e da Independência Nacional do Rio de Janeiro (1990); Debaixo da imediata proteção de Sua Majestade Imperial: o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1994); Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro: da Escola Palatina ao Silogeu (2008) Vera Lucia Cabana de Queiroz Andrade, possui graduação em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1968), especialização em Educação pela FISA/FUNDAMES (1978), mestrado em História pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1988) e doutorado em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998). Atualmente é Sócia Honoraria do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e Pesquisadora do Núcleo de Documentação e Memória do Colégio Pedro II - NUDOM/CP II. Tem experiência na área de Educação. Atuando principalmente nos seguintes temas: Colégio Pedro II, História Social - Lugar de Memória, História da Educação - Memória Histórica. É co-autora do livro: Colégio Pedro II: polo cultural da cidade do Rio de Janeiro. A trajetória de seus uniformes escolares na memória coletiva da cidade (2016); e Memória Histórica do Colégio Pedro II: 180 anos de história na educação do Brasil (2018). Revista do IHGB Gustavo Silveira Siqueira, Professor Associado e Coordenador do Programa de Pós-graduação em Direito da UERJ. Foi Visiting Scholar no Departamento de História da Harvard University, é Bolsista de Produtividade do CNPQ, Pesquisador do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ-JCE) e Professor da Universidade Estácio de Sá. Tem estágio de pós-doutorado no Max-Planck-Institut für Europäische Rechtsgeschichte, foi Coordenador de Graduação da Faculdade de Direito da UERJ (2013-2016) e Coordenador da CAPES para Mestrados Profissionais em Direito (2016-2018). É o atual diretor da Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) e Secretário do Instituto Brasileiro de História do Direito (IBHD).

Providência

Transferência de recursos entre conta captação e conta movimento no valor de R$13.982,68 em 08/01/2026.

2026-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro