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PRONAC 235826Apresentou prestação de contasMecenato

Brincando com Pipas

FBF CULTURAL LTDA
Solicitado
R$ 1,18 mi
Aprovado
R$ 1,18 mi
Captado
R$ 420,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (3)
CNPJ/CPFNomeDataValor
03460864000184Rede Lajeado Energia S.A1900-01-01R$ 398,3 mil
04149295000113Enertrade Comercializadora de Energia S.A - EDP1900-01-01R$ 18,8 mil
07779299000173EDP TRANSMISSAO GOIAS SA1900-01-01R$ 2,9 mil

Eficiência de captação

35.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-02-01
Término

Resumo

O Projeto consiste na realização de um circuito artístico e cultural que reúne através seu produto principal, a "Exposição Brincando com Pipas", outras ações: a) Pocket show: apresentação cênica da peça "Brincantes e Brinquedos"; b) Distribuição do livro "Sofi, a Pipa Bailarina", com roda de conversa com a autora; c) A mostra cultural "Revoada de Pipas"; d) Workshop para educadores da rede pública na metodologia Brincando com Pipas com apoio de material pedagógico e supervisão para aplicação prática do conteúdo, dos educadores que participam das Oficinas, com seus com educandos. As atividades apresentam como culminância a Exposição e se interligam com o tema da milenar arte das pipas, o patrimônio de sua história e a presença ainda hoje forte e disseminada entre as crianças. O projeto se realiza com gratuidade de todos os seus produtos culturais.

Sinopse

a) Pocket Show “Brincantes e Brinquedos” Nesta apresentação cênica de 40 minutos três adultos reúnem-se para um retorno à infância, em uma época em que brincar era um ato de criatividade e imaginação, não exigindo grandes recursos tecnológicos para isso. Logo na abertura da encenação as crianças são estimuladas a brincar de peteca, bolinha de gude e pião e, através de quadros, a peça transcorre com o trio relembrando outros brinquedos e brincadeiras através de divertidas cenas e curiosos personagens. Assim, um menino que deseja ser grande descobre o pé de lata, um outro, que sente-se sozinho, dá vida a uma boneca de pano e, por fim, uma dupla de amigos descobre que o prazer em soltar pipas requer responsabilidade e cuidados. Com música executada ao vivo pelos próprios artistas, brincadeiras cantadas como: Escravos de Jó e Bambu, além de composições autorais complementam a encenação com movimentos e cores, resultando em uma apresentação dinâmica, alegre e interativa.Não há cenários, mas os personagens vestem-se de indumentárias conforme as representações. b) Livro “Sofi, a pipa bailarina” Vitor e seu pai vão fazer uma pipa, Sofi, a pipa bailarina. Essa terna história contada em versos, que exaltam o proveito de brincadeiras ao ar livre com a família, nos leva a uma prazerosa atmosfera de sonho. Enquanto isso, são colocadas dicas de segurança e brincadeiras. Ao final, um tutorial ilustrado mostra de forma completa como fazer e também como empinar sua pipa. Texto: Solange Silveira Garcia / Ilustrações: Edson Ikê / 1ª Edição, 2016 / Formato: 215x280mm / Colorido / 32 páginas A autora do livro Solange Garcia, visita as escolas para uma conversa ( Roda de Conversa) com as crianças sobre o processo de escrever o livro, dá dicas de como brincar com pipa em segurança e estimula as crianças a escreverem suas próprias histórias. Guarulhos/SP recebe 3 sessões da roda de conversa (manhã, tarde e noite) em uma das cidades, em 5 escolas, 15 sessões no total. Nas duas outras cidades são duas sessões de roda de conversa, (manhã e tarde), 5 escolas cada cidade , perfazendo 20 sessões ( 2 cidades x 5 escolas x 2 sessões); desta forma, no total são 35 sessões (20+15) de roda de conversa com duração de 1hora. O evento é organizado em um local amplo que consiga acolher todos os alunos do período. c) Mostra Revoada de PIPAS Reúne em espaço adequado (campos de esportes, parques ou similares) uma média de 200 crianças e professores em duas das cidades (200 x 2 cidades); e 500 crianças em uma das cidades. Um oficineiro ajuda na montagem de pipas e as crianças realizam uma revoada - uma mostra no céu das pipas construídas, com as condições de segurança e cuidados que foram instruídas. O evento conta com estrutura de uma tenda, mesas, cadeiras, atração musical com sonorização e segurança. c) Guia do Educador (material de apoio pedagógico da metodologia Desafio Brincando com Pipas destinado aos professores) As atividades do Desafio Brincando com Pipas, que propõe às crianças desafios para pesquisa e exploração de território em busca dos materiais culturais e artísticos para realização da Exposição, estão divididas em três pilares: sensibilização, mobilização e ação. No pilar sensibilização, as atividades têm como objetivo despertar nos educandos o interesse pelo tema, sensibilizar sobre a relevância do problema e despertar a vontade de fazer algo a respeito. Em mobilização, o intuito é promover o engajamento das crianças com o tema, ampliando informação e conhecimento sobre o assunto. Já o terceiro pilar, ação, estimula os educandos a planejarem e realizarem atividades práticas com o envolvimento de todos, visando o enfrentamento do desafio estudado e para o qual todos estão mobilizados. SUMÁRIO DO GUIA DO EDUCADOR Apresentação 7 Brincando com Pipas: Transformações nas formas de brincar e educar 11 Modelo de atuação do projeto Brincando com Pipas 15 Abordagens Teórico-Metodológicas utilizadas no programa 17 Aprendizagem lúdica e o direito de brincar 19 Aprendizagem baseada em projetos 26 Desenvolvimento de habilidades socioemocionais na Aprendizagem 33 O Desafio Brincando com Pipas 41 FASE 1: Descobrindo o desafio 41 Missão 1: Aprender a fazer uma pipa e a brincar com segurança 47 FASE 2: Montando o Grupo 47 Missão 2: Criar um painel com uma fotografia coletiva do Grupo nomes e talentos de cada educando 50 Missão 3: Elaborar os mandamentos do Grupo e desenhar/criar o símbolo do Grupo 54 Missão 4: Criar uma canção bem animada 57 FASE 3: Conhecendo o nosso pedaço 57 Missão 5: Organizar uma expedição para descobrir lugares para brincar com pipa em segurança nos arredores da escola 61 Missão 6: Identificar e sistematizar o que foi visto em campo 64 FASE 4: Sonhando e planejando 64 Missão 7: Construir uma maquete do entorno da escola 67 Missão 8: Definir o tema do projeto e elaborar a Mandala FlorAção 71 Missão 9: Pesquisar sobre o tema do projeto coletivo 75 FASE 5: Colocando a mão na massa 75 Missão 10: Arregaçar as mangas e fazer o sonho acontecer 78 Missão 11: Montar um arquivo de descobertas e realizações do Grupo 81 FASE 6: Celebrando e avaliando 81 Missão 12: Preparar a apresentação para a grande festa 83 Missão 13: Apresentar o resultado do seu Grupo para toda a escola 85 Missão 14: Celebrando e avaliando os resultados 88 Referências bibliográficas

Objetivos

Objetivo Geral Realizar a exposição Brincando com Pipas como culminância de um circuito artístico e cultural envolvendo atividades e eventos interligados, com propósito de pesquisar e apresentar a história das pipas, sua origem há milhares de anos, as versões, trajetórias e recreações sobre o tema até os dias de hoje, como patrimônio cultural; as atividades do projeto ressaltam o propósito de diversão democrática, socializadora e cidadã, desde que respeitados os aspectos de segurança da brincadeira. O objetivo geral atende prioritariamente os seguintes incisos do Decreto Nº 11.453, de 23 de março de 2023 do Ministério da Cultura, conforme Art. 2º: III - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; IV - promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial; XII - impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusão culturais; XV - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação; Objetivos específicos a) Realizar em 5 escolas de 3 cidades (15 escolas no total) um pocket show teatral para crianças entre 6 e 10 anos com o tema "Brincantes e Brinquedos", que apresenta de forma lúdica brincadeiras tradicionais brasileiras, entre elas a pipa, com a finalidade de sensibilizar sobre as possibilidades do brincar em segurança com a família, os colegas e amigos, ressaltando alternativas recreativas ao consumismo de brinquedos industrializados; o público estimado é de 250 crianças por escola, sendo uma das cidades com 3 apresentações (250 crianças x 3 apresentações x 5 escolas = 3.750); em duas outras cidades, são 2 apresentações (250 crianças x 2 apresentações x 5 escolas x 2 cidades = 5.000). Desta forma o público total estimado com o projeto para audiência do pocket show teatral é de 8.750 crianças. b) Distribuir, como parte das ações de sensibilização do projeto, para cada aluno das 15 escolas em 3 cidades, um exemplar (1 mil para cada escola x 15 escolas) do livro "Sofi, a Pipa Bailarina", publicação desenvolvida exclusivamente para o projeto Brincando com Pipas; as ações do projeto orbitam sob a narrativa do livro, que em forma de poesia leva os leitores a uma viagem pelo universo do protagonista e suas aventuras com as pipas; c) Ministrar um workshop para 90 educadores (30 por cidade, 6 por escola) com 30 horas de formação, com a produção de material de apoio e supervisão pedagógica para aplicação prática de 35 horas semanais (140h/mês) sobre a temática da metodologia "Desafio Brincando com Pipas"; o propósito é a experimentação e apropriação pelos professores desta metodologia realizando aplicação prática do aprendizado com grupos de 30 educandos (crianças entre 6 e 10 anos), além da possibilidade de replicação do aprendizado com outros colegas educadores; d) Realizar a Mostra Cultural Revoada de Pipas, evento de 1 dia, sendo 1 em cada cidade (3 no total), como parte do circuito artístico do projeto com participação estimada de 200 crianças em cada uma de 2 cidades (200 x 2 cidades); e 500 crianças em uma das cidades beneficiadas com o projeto. Desta forma o pública da Mostra Cultural previsto é de 900 crianças (200+200+500); e) Realizar a Exposição Brincando com Pipas, culminância de todas as outras ações do projeto, com 1 dia de duração em cada cidade, sendo 1 exposição em cada escola (5 escolas) das 3 cidades (totalizando 15 exposições no total), como evento de culminância do projeto com público de visitação estimado de 500 pessoas por exposição, 7.500 no total;

Justificativa

Empinar pipa é uma daquelas brincadeiras mágicas capazes de atravessar gerações sem perder a essência de provocar nas crianças uma sensação única de liberdade. Quem nunca suspirou ao desenrolar a linha do carretel e ver o vento levar lá para o alto aquele pedacinho de papel sustentado por varetas e rabiola? A arte de soltar pipas _ ou papagaio, raia, quadrado, curica, morcego, telecão, barril, estilão, pandorga, cafifa, maranhão: há um nome diferente em cada canto do Brasil _ é uma tradição folclórica e deve ser preservada em nossa cultura. A arte das pipas tem mais de 2.000 anos de história (alguns estudos apontam 6.000 anos). Criadas como artefatos de guerra na China, foram os primeiros objetos a voar usando apenas a força do vento, sem motores. Feitas de seda e bambu, eram usadas para trocar sinais nos campos de batalha, durante as guerras. Chegando ao Ocidente, a pipa pairou por uma imensa cadeia de utilidades que vão dos primeiros protótipos da aviação no século XVI, depois como ferramentas para a ciência (principalmente para o estudo do clima), já que da sua construção até a subida aos céus envolve princípios da geometria, física e matemática. Estudos divergem se a Pipa teria chegado ao Brasil com os portugueses por volta de 1.600 ou trazida da África pelos escravos. Com tanta história, não se sabe exatamente também quando virou uma paixão que encanta da criança ao adulto. Basta olhar para os céus nas periferias das grandes cidades, especialmente no período de férias, para constatar como a pipa é popular. Além de campeonatos, mostras, publicações especializadas, Associações (RJ e SP), observe-se que foi criado por decreto de lei o dia 29 de junho como dia nacional da PIPA e já em vários estados brasileiros a pipa é declarada patrimônio nacional cultural, histórico, artístico e imaterial . É certo que tamanha popularização tem um fundamento que é o seu baixo custo de produção, que torna amplamente democrático o brincar com pipas. Mas para além disso, é uma brincadeira que conecta gerações, com conhecimentos que passam de pais para filhos, e que promovem bons momentos em família, com os amigos. Estimula habilidades motoras, sociais, afasta das telas e da tecnologia e traz de volta um pouco do trabalho manual, tão abandonado nos dias de hoje. Entretanto há de se ressalvar que há uma preocupação de quem leva esta brincadeira a sério sobre a necessidade de ser praticada com segurança, observando um princípio de cidadania que vai além desde os cuidados com si mesmo, para o cuidado com o outro e a comunidade que está inserido. As precauções e cuidados constituem um elemento crucial para que esta cultura do brincar com Pipas seja preservada, conscientizando para evitar a proximidade com a rede elétrica, ou no entorno de rodovias e outros locais perigosos, além de outras práticas que podem provocar acidentes. O tema é tão importante que na cidade de São Paulo, foi instituída a Lei nº 16.721 de 16/10/ de 2017 _ (PL 459/16), o Dia de Conscientização da Pipa Segura, celebrado no dia 29 de junho. A preservação da milenar e contagiante cultura de brincar com pipas (e fazê-lo com segurança) é o tema deste projeto que impacta crianças, adolescentes e educadores de escolas públicas, assim como seus familiares e comunidade no entorno escolar. As pipas como patrimônio cultural, histórico e imaterial É relevante trazer esta fundamentação sobre a Exposição Brincando Com Pipas em seu teor histórico, de cultura popular, artesanato, tradições, patrimônio cultural material e imaterial. A pipa foi instituída em 2018, no Estado do Rio de Janeiro, como patrimônio cultural, histórico e imaterial pela Lei 7.870/18: "Art.1º. Fica declarada como patrimônio cultural, histórico e imaterial do Estado do Rio de Janeiro a PIPA, como atividade de esporte, ARTE, lazer, educação e inclusão." https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=363204 Em 2014, a cidade de Manaus (AM) instituiu através da (PL) Nº 226/2018 a pipa como patrimônio histórico, cultural e imaterial da cidade. https://informemanaus.com/2019/projeto-que-torna-pipa-patrimonio-historico-e-cultural-de-manaus-vai-a-sancao-do-prefeito/ No Estado de São Paulo está em trâmite avançado o projeto de lei Nº 1169, de 2019, que declara a Pipa Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. O Projeto recebeu parecer favorável em votações na Comissão de Educação e Cultura e na Comissão de Constituição e Justiça. https://www.al.sp.gov.br/propositura/?id=1000291909 No Congresso Nacional tramita o Projeto de Lei 4.670/19 que propõe tornar a pipa patrimônio cultural, histórico e imaterial NACIONAL. O projeto está para análise na Comissão de Cultura. https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2216851 Trazemos estas referências sobre a multiculturalidade do projeto, já que as discussões nas cidades, estados e até para o projeto de lei nacional, consideram as diretrizes do IPHAN - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional sobre a instituição do que se torna patrimônio. A saber: "A Constituição Federal de 1988, em seu Artigo 216, ampliou o conceito de patrimônio estabelecido pelo Decreto-lei nº 25, de 30 de novembro de 1937, substituindo a nominação Patrimônio Histórico e Artístico, por Patrimônio Cultural Brasileiro. Essa alteração incorporou o conceito de referência cultural e a definição dos bens passíveis de reconhecimento, sobretudo os de caráter imaterial. A Constituição estabelece ainda a parceria entre o poder público e as comunidades para a promoção e proteção do Patrimônio Cultural Brasileiro, no entanto mantém a gestão do patrimônio e da documentação relativa aos bens sob responsabilidade da administração pública. Enquanto o Decreto de 1937 estabelece como patrimônio "o conjunto de bens móveis e imóveis existentes no País e cuja conservação seja de interesse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da história do Brasil, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico", o Artigo 216 da Constituição conceitua patrimônio cultural como sendo os bens "de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira". http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/218 "A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) define como patrimônio imaterial "as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas _ com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados - que as comunidades, os grupos e, em alguns casos os indivíduos, reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural." Esta definição está de acordo com a Convenção da Unesco para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, ratificada pelo Brasil em março de 2006". http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/234 No âmbito da proposta de projeto, Art. 1º da Lei 8313/9, alinha-se com os incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. São objetivos que o projeto pretende alcançar previstos no Art.3: I - incentivo à formaça~o arti´stica e cultural, mediante: c) instalaça~o e manutença~o de cursos de cara´ter cultural ou arti´stico, destinados à formaça~o, especializaça~o e aperfeiçoamento de pessoaFl da a´rea da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: c) realizaça~o de exposiço~es, festivais de arte, espeta´culos de artes cênicas, de mu´sica e de folclore.

Estratégia de execução

a) Local de realização A realização do projeto está preliminarmente planejada para ocorrer em 2 cidades: Guarulhos (SP), Serra (ES) e Cabo de Santo Agostinho (PE). Essas cidades poderão ser alteradas durante a fase Pré Produção, pois dependemos dos aceites das cidades e também do critério definido pela empresa patrocinadora, alinhado com os critérios dessa proposta. A cidade de São Paulo é onde está localizada a sede da proponente, onde são realizados todos os custos administrativos e parte da produção, como especificado na planilha orçamentária. Não há previsão de nenhuma das atividades descritas no projeto, na cidade de São Paulo. b) Detalhamentos de passagens que necessitam hospedagem e alimentação RUBRICA N.º : 9 TIPO: Passagem aérea QUANTIDADE: 2 passagens QUEM / FUNÇÃO NO PROJETO: Formador (Palestrante) MOTIVO: Duas datas de formação presencial (2 dias diferentes) TRECHO: São Paulo (SP) / Vitória (ES) / São Paulo (SP) * OBSERVAÇÃO: a atividade ocorre na cidade de Serra (ES) distante 30 Km do aeroporto mais próximo (Vitória / ES) RUBRICA N.º : 19 TIPO: Passagem aérea QUANTIDADE: 2 passagens QUEM / FUNÇÃO NO PROJETO: Formador (Palestrante) MOTIVO: Duas datas de formação presencial (2 dias diferentes) TRECHO: São Paulo (SP) / Recife (PE) / São Paulo (SP) * OBSERVAÇÃO: a atividade ocorre na cidade de Cabo de Santo Agostinho distante 30 Km do aeroporto mais próximo (Recife /PE) RUBRICA N.º : 30 TIPO: Passagem terrestre ou locação de automóvel QUANTIDADE: 2 trechos QUEM / FUNÇÃO NO PROJETO: Formador (Palestrante) MOTIVO: Duas datas de formação presencial (2 dias diferentes) TRECHO: São Paulo (SP) / Guarulhos (SP) / São Paulo (SP) RUBRICA N.º : 35 TIPO: Passagem aérea QUANTIDADE: 1 passagem QUEM / FUNÇÃO NO PROJETO: Autora do Livro MOTIVO: Rodas de conversa dos educandos com a autora TRECHO: São Paulo (SP) / Vitória (ES) / São Paulo (SP) * OBSERVAÇÃO: a atividade ocorre no município de Serra (ES), distante 30Km do aeroporto mais próximo (Vitória / ES) RUBRICA N.º : 40 TIPO: Passagem aérea QUANTIDADE: 1 passagem QUEM / FUNÇÃO NO PROJETO: Autora do Livro MOTIVO: Rodas de conversa dos educandos com a autora TRECHO: São Paulo (SP) / Recife (PE) / São Paulo (SP) * OBSERVAÇÃO: a atividade ocorre na cidade de Cabo de Santo Agostinho distante 30 Km do aeroporto mais próximo (Recife /PE). RUBRICA N.º : 45 TIPO: Passagem aérea QUANTIDADE: 1 passagem QUEM / FUNÇÃO NO PROJETO: Autora do Livro MOTIVO: Rodas de conversa dos educandos com a autora TRECHO: Ribeirão Preto (SP) / São Paulo (SP) / São Paulo (SP) * OBSERVAÇÃO: a autora reside no interior do Estado de São Paulo, distante 340 Km da cidade de Guarulhos. . RUBRICA N.º : 63 TIPO: Passagem aérea QUANTIDADE: 1 passagem QUEM / FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenador de Produção MOTIVO: Presença na Mostra Brincando com Pipas TRECHO: São Paulo (SP) / Vitória (ES) / São Paulo (SP) * OBSERVAÇÃO: a atividade ocorre no município de Serra (ES), distante 30Km do aeroporto mais próximo (Vitória / ES) RUBRICA N.º : 80 TIPO: Passagem aérea QUANTIDADE: 1 passagem QUEM / FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenador de Produção MOTIVO: Presença na Mostra Brincando com Pipas TRECHO: São Paulo (SP) / Recife (PE) / São Paulo (SP) * OBSERVAÇÃO: a atividade ocorre na cidade de Cabo de Santo Agostinho distante 30 Km do aeroporto mais próximo (Recife /PE) RUBRICA N.º : 98 TIPO: Passagem terrestre ou locação de automóvel QUANTIDADE: 2 trechos QUEM / FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenador de Produção MOTIVO: Presença na Mostra Brincando com Pipas TRECHO: São Paulo (SP) / Guarulhos (SP) / São Paulo (SP) RUBRICA N.º : 108 TIPO: Passagem aérea QUANTIDADE: 2 passagens QUEM / FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenador de Produção e Assistente de Produção MOTIVO: Presença na Exposição Brincando com Pipas TRECHO: São Paulo (SP) / Vitória (ES) / São Paulo (SP) * OBSERVAÇÃO: a atividade ocorre no município de Serra (ES), distante 30Km do aeroporto mais próximo (Vitória / ES) RUBRICA N.º : 116 TIPO: Passagem aérea QUANTIDADE: 2 passagens QUEM / FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenador de Produção e Assistente de Produção MOTIVO: Presença na Exposição Brincando com Pipas TRECHO: São Paulo (SP) / Recife (PE) / São Paulo (SP) * OBSERVAÇÃO: a atividade ocorre na cidade de Cabo de Santo Agostinho distante 30 Km do aeroporto mais próximo (Recife /PE). RUBRICA N.º : 123 TIPO: Passagem terrestre ou locação de automóvel QUANTIDADE: 5 trechos (5 Exposições em 5 escolas em 5 dias diferentes) QUEM / FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenador de Produção e Assistente de Produção MOTIVO: Presença na Exposição Brincando com Pipas TRECHO: São Paulo (SP) / Guarulhos (SP) / São Paulo (SP) RUBRICA N.º : 134 TIPO: Passagem aérea QUANTIDADE: 2 passagens QUEM / FUNÇÃO NO PROJETO: 2 Educadores de Campo contratados localmente em cada cidade;1 em Serra (ES) e outro em Cabo de Santo Agostinho MOTIVO: Presença na formação de equipe (Imersão), em São Paulo (SP) TRECHO: - Recife (PE) / São Paulo (SP) / Recife (PE) - Vitoria (ES) / São Paulo (SP) / Vitoria (ES) RUBRICA N.º : 135 TIPO: Passagem terrestre QUANTIDADE: 1 passagem QUEM / FUNÇÃO NO PROJETO: Educador de Campo contratados localmente; Guarulhos (SP) MOTIVO: Presença na formação de equipe (Imersão), em São Paulo (SP) TRECHO: Guarulhos (SP) / São Paulo (SP) / Guarulhos (SP) RUBRICA N.º : 143 TIPO: Passagem aérea QUANTIDADE: 1 passagem QUEM / FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenador de Produção MOTIVO: Presença no Pocket Show (apresentação cênica) TRECHO: São Paulo (SP) / Vitória (ES) / São Paulo (SP) * OBSERVAÇÃO: a atividade ocorre no município de Serra (ES), distante 30Km do aeroporto mais próximo (Vitória / ES) RUBRICA N.º : 150 TIPO: Passagem aérea QUANTIDADE: 1 passagem QUEM / FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenador de Produção MOTIVO: Presença no Pocket Show (apresentação cênica) TRECHO: São Paulo (SP) / Recife (PE) / São Paulo (SP) * OBSERVAÇÃO: a atividade ocorre na cidade de Cabo de Santo Agostinho distante 30 Km do aeroporto mais próximo (Recife /PE). RUBRICA N.º : 152 TIPO: Passagem terrestre QUANTIDADE: 1 passagem QUEM / FUNÇÃO NO PROJETO: Coordenador de Produção MOTIVO: Presença no Pocket Show (apresentação cênica) TRECHO: São Paulo (SP) / Guarulhos (SP) / São Paulo (SP)

Especificação técnica

- Livro “Sofi, a pipa bailarina” Texto: Solange Silveira Garcia / Ilustrações: Edson Ikê / 1ª Edição, 2016 / Formato: 215x280mm / Colorido / 32 páginas - Guia do Educador (produzido pelo proponente) CAPA Formato FECHADO (L×A) 215 × 282 mm / Formato ABERTO (L×A) 430 × 282 mm Cores 4×4 / Papel Triplex 300g/m² / Acabamento Laminação fosca Encadernação wire-o branco MIOLO Páginas 92 Formato FECHADO (L×A) 215 × 282 mm / Formato ABERTO (L×A) 430 × 282 mm Cores 1×1 / Papel Pólen Bold 90g/m² Continuação da descrição das medidas de Acessibilidade do projeto d) Produto Festival / Mostra: Mostra Cultural Revoada de Pipas, evento de 1 dia, sendo 1 em cada cidade, 3 no total (crianças entre 6 e 10 anos, alunos das escolas beneficiadas) acessibilidade física: os locais abertos, com espaço suficiente para a prática de empinar PIPAS com segurança (campos ao ar livre, estádios de esportes, entre outros possíveis) serão definidas em parceria com a Secretaria de Cultura/Educação parceiros considerando aqueles que possuem acessibilidade de locomoção para cadeirantes. NÃO É NECESSÁRIA A INCLUSÃO DE PROVISIONAMENTO ORÇAMENTÁRIO PARA ESTA ACESSIBILIDADE. acessibilidade para deficientes visuais: não há limitações para participação de crianças nesta atividade/ mostra, que envolve a montagem e empinar as pipas construídas. Entretanto, observe-se que são crianças entre 6 e 10 anos, que são acompanhadas em suas atividades instrucionais tanto pelos pais e/ou responsáveis como pelos educadores que conduzem a turma. Desta forma, a participação para inserção da criança com deficiência está contemplada no planejamento dos pais ou responsáveis com os educadores levando em consideração suas limitações sensoriais individuais.NÃO É NECESSÁRIA A INCLUSÃO DE PROVISIONAMENTO ORÇAMENTÁRIO PARA ESTA ACESSIBILIDADE. acessibilidade para deficientes auditivos: não se aplica. Não há restrição para crianças com deficiência auditiva nesta atividade (Mostra com a construção e a subida das pipas ao céu em espaço apropriado).Observe-se que são crianças entre 6 e 10 anos, que são acompanhadas em suas atividades instrucionais tanto pelos pais e/ou responsáveis como pelos educadores que conduzem a turma. Desta forma, a participação para inserção da criança com deficiência está contemplada no planejamento com os educadores que fazem o acompanhamento no dia a dia escolar levando em consideração suas limitações sensoriais individuais. acessibilidade para deficientes intelectuais: não há restrições para participação de pessoas com deficiência intelectual nesta atividade. São alunos de escolas públicas que recebem transporte para deslocamento a um local aberto indicado pela Secretaria de Cultura/ Educação (parques, campos, outros espaços ao ar livre) e são acompanhados pelos educadores responsáveis e auxiliares das próprias escolas. Estes educadores combinam com a equipe do projeto do proponente (presente no local), em planejamento prévio, a inclusão da pessoa com deficiência para construção da sua própria pipa junto com o Oficineiro contratado e “colocar no ar” o artefato produzido. NÃO É NECESSÁRIA A INCLUSÃO DE PROVISIONAMENTO ORÇAMENTÁRIO PARA ESTA ACESSIBILIDADE. e) Produto Principal Exposição de Artes (Exposição Brincando com Pipas): com 1 dia de duração, sendo 1 em cada escola das 3 cidades (15 exposições no total). Crianças, adolescentes (aberta a comunidade escolar); acessibilidade física: as exposições são realizadas no espaço físico das escolas beneficiadas com o projeto, definidas em parceria com a Secretaria de Cultura/Educação parceiros; para escolha destas escolas, são priorizadas aquelas que possuem acessibilidade de locomoção plena conforme previsto na Lei da Acessibilidade (Nº 10.098, de 19/12/2000). Estes locais públicos nem podem funcionar sem estarem adequados. Ressalta-se que serão tomados cuidado para que nos espaços expositores de cada escola, haja possibilidade de trânsito e acesso de cadeirantes às amostras preparadas pelos alunos. NÃO É NECESSÁRIA A INCLUSÃO DE PROVISIONAMENTO ORÇAMENTÁRIO PARA ESTA ACESSIBILIDADE. acessibilidade para deficientes visuais: os grupos de 25 alunos de cada escola que formam os grupos do Desafio Brincando com Pipas, que realizam com o monitoramento dos educadores as atividades de pesquisa e exploração de territórios e neste processo reúnem os elementos que farão parte da exposição, serão instruídos como parte da capacitação para receber em seus espaços de exposição pessoas com deficiência visual. Desta forma estarão preparados para realizar descrições dos elementos da exposição em suas falas, facilitar o reconhecimento tátil, de forma a promover a interação do visitante com as obras da exposição, da melhor forma possível. Os grupos sendo instruídos já no momento da preparação da exposição e para realizar um atendimento no momento da visita, são os cuidados possíveis para esta ação. NÃO É NECESSÁRIA A INCLUSÃO DE PROVISIONAMENTO ORÇAMENTÁRIO PARA ESTA ACESSIBILIDADE, entretanto ressalte-se que será disponibilizada para cada escola uma verba de cenografia que podem incluir algum cuidado que os grupos de crianças (monitorados por educadores) planejem e compreendam como necessidade de acessibilidade conforme elaborem a criação de suas obras. acessibilidade para deficientes auditivos: haverá 1 monitor de LIBRAS por escola, nas 15 escolas participantes, no dia da exposição, para atendimento e informação sobre a exposição para crianças e visitantes da comunidade escolar com deficiência auditiva, provisionado no orçamento na rubrica “Intérprete de Libras” acessibilidade para deficientes intelectuais: não há restrições para participação de pessoas com deficiência intelectual nesta atividade. As exposições ocorrem no espaço das escolas públicas, portanto na ocorrência de alunos com deficiência intelectual, são acompanhados pelos próprios educadores e auxiliares que lidam com a criança no dia a dia, que planejam com o Coordenador do projeto (equipe do proponente) a inclusão com algum cuidado específico, se houver necessidade. Esta atividade conta também com a contratação de Monitor de Acessibilidade, que são também intérpretes de libras, para apoiar no que for planejado (exceto na cidade de Guarulhos, pois a Secretaria de Educação disponibiliza profissionais de inclusão, já realizamos o projeto nesta cidade. Por isso não está provisionado no orçamento, como está nas duas outras cidades). Para as duas outras cidades o Monitor está provisionado no orçamento na rubrica “Intérprete de Libras”

Acessibilidade

a) Produto Espetáculo de Artes Cênicas: Pocket Show Teatral (crianças de 6 a 10 anos, alunos das escola beneficiadas com o projeto) acessibilidade física: os pockets shows (apresentações cênicas recreativas) são realizados no espaço físico das escolas beneficiadas com o projeto, definidas em parceria com a Secretaria de Cultura/Educação parceiros; para escolha destas escolas, são priorizadas aquelas que possuem acessibilidade de locomoção plena conforme previsto na Lei da Acessibilidade (Nº 10.098, de 19/12/2000). Estes locais públicos nem podem funcionar sem estarem adequados. NÃO É NECESSÁRIA A INCLUSÃO DE PROVISIONAMENTO ORÇAMENTÁRIO PARA ESTA ACESSIBILIDADE. acessibilidade para deficientes visuais: Não há impedimentos para participação nesta atividade, que se constitui de uma apresentação cênica recreativa. Entretanto, a criança será acompanhada, sempre que necessário, por educador e/ou monitores da própria escola, como ocorre no dia a dia escolar. NÃO É NECESSÁRIA A INCLUSÃO DE PROVISIONAMENTO ORÇAMENTÁRIO PARA ESTA ACESSIBILIDADE. acessibilidade para deficientes auditivos: para esta ação inclusiva, temos contado em experiências similares em outros projetos com o apoio dos educadores que fazem acompanhamento da criança com deficiência auditiva no dia a dia da jornada escolar. Verificando com a escola antecipadamente se há alunos com esta limitação, planejamos com o educador responsável qual a melhor forma de incluir na atividade: uma leitura do texto antes da apresentação cênica, uma tradução simultânea durante a apresentação, conforme limitação sensorial de cada criança ou grupo. NÃO É NECESSÁRIA A INCLUSÃO DE PROVISIONAMENTO ORÇAMENTÁRIO PARA ESTA ACESSIBILIDADE. acessibilidade para deficientes intelectuais: não há restrições para participação de pessoas com deficiência intelectual nesta atividade, para assistir à performance artística. É uma apresentação teatral de 40 minutos que ocorre no espaço físico das 5 escolas públicas beneficiadas, para alunos destas instituições. Desta forma, na ocorrência de alunos com deficiência, são acompanhados pelos educadores (e auxiliares) como já ocorre no dia a dia das atividades escolares. Entretanto o Coordenador do Projeto tem a incunbência de levantar previamente se haverá alunos com deficiência e combinar questões como locais preferenciais (mais próximo ao palco, por exemplo), assentos reservados (se necessário) e outros cuidados que se fizerem indispensáveis); NÃO É NECESSÁRIA A INCLUSÃO DE PROVISIONAMENTO ORÇAMENTÁRIO PARA ESTA ACESSIBILIDADE. b) Produto Livro: Doação do Livro “Sofi, a Pipa Bailarina” (crianças de 6 a 10 anos) acessibilidade física: não se aplica. acessibilidade para deficientes visuais: para as crianças que terão acesso ao acervo doado, observe-se que são crianças entre 6 e 10 anos, que são acompanhadas em suas atividades instrucionais tanto pelos pais e/ou responsáveis como pelos educadores que conduzem a turma. Desta forma, a participação para inserção da criança com deficiência está contemplada no planejamento dos pais ou responsáveis com os educadores levando em consideração suas limitações sensoriais individuais. Outro aspecto é que será disponibilizada a audiodescrição do livro, para download e acesso remoto. Será produzida uma audiodescrição do livro “Sofi, a pipa bailarina” e disponibilizada em diversos canais de livre acesso para download. O projeto da audiodescrição incluiu: – Estudo do material pedagógico e projeto de áudio acessível; – Descrição das imagens para acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auxílio de pessoas com deficiência intelectual e também com dislexia; – Assessoria pedagógica especializada em deficiência visual para produção do material; – Revisão Cognitiva das descrições feitas por consultores com deficiência visual; – Produção em estúdio de áudio: gravação/edição textos e descrições das imagens; – Locução/narração em Português/Brasil . Os custos previstos para esta ação inclusiva estão previstos da rubrica “Audiodescrição”. acessibilidade para deficientes auditivos: não se aplica. A leitura desta obra é dirigida para crianças nos anos iniciais da alfabetização. acessibilidade para deficientes intelectuais: não há restrições para participação de pessoas com deficiência intelectual nesta atividade, entretanto, a depender da limitação de cada indivíduo. Como a doação do livro a roda de conversa com a autora ocorre no ambiente escolar, os alunos com deficiência são acompanhados pelos educadores (e auxiliares) como já ocorre no dia a dia das atividades escolares. Entretanto o Coordenador do Projeto tem a incunbência de levantar previamente se haverá alunos com deficiência e combinar cuidados que se fizerem indispensáveis; NÃO É NECESSÁRIA A INCLUSÃO DE PROVISIONAMENTO ORÇAMENTÁRIO PARA ESTA ACESSIBILIDADE. c) Produto Oficinas: Workshop e aplicação prática da metodologia Desafio Brincando com Pipas para 90 professores da rede pública acessibilidade física: não se aplica; as formações virtuais e presenciais. No que tange às duas formações presenciais e também à aplicação prática do Desafio Brincando com Pipas com a turma de educandos, as atividades são realizadas no espaço físico das escolas beneficiadas com o projeto, definidas em parceria com a Secretaria de Cultura/Educação parceiros; para escolha destas escolas, são priorizadas aquelas que possuem acessibilidade de locomoção plena conforme previsto na Lei da Acessibilidade (Nº 10.098, de 19/12/2000). As escolas nem podem funcionar sem atender a legislação. NÃO É NECESSÁRIA A INCLUSÃO DE PROVISIONAMENTO ORÇAMENTÁRIO PARA ESTA ACESSIBILIDADE. acessibilidade para deficientes visuais: na hipótese da ocorrência de pessoa com deficiência sensorial atuando como educador/agente cultural, pela exigência da profissão é certo que já possuem larga experiência nas ferramentas digitais de acordo com sua limitação: tradutores de texto em voz, tradutores de LIBRAS online, vídeos com geração automática de caracteres. NÃO É NECESSÁRIA A INCLUSÃO DE PROVISIONAMENTO ORÇAMENTÁRIO PARA ESTA ACESSIBILIDADE. acessibilidade para deficientes auditivos: na hipótese da ocorrência de pessoa com deficiência sensorial atuando como educador/agente cultural, pela exigência da profissão é certo que já possuem larga experiência nas ferramentas digitais de acordo com sua limitação: tradutores de texto em voz, tradutores de LIBRAS online, vídeos com geração automática de caracteres. NÃO É NECESSÁRIA A INCLUSÃO DE PROVISIONAMENTO ORÇAMENTÁRIO PARA ESTA ACESSIBILIDADE. acessibilidade para deficientes intelectuais: é muito rara a ocorrência de educadores com deficiência intelectual na rede pública de ensino - exceto em instituições especializadas. Na hipótese de haver educadores com deficiência intelectual, certamente sua limitações cognitivas são leves, que o permitiram tornar-se educador e portanto não necessita de cuidados inclusivos para participação no workshop. Entretanto o Coordenador do Projeto tem a incumbência de verificar previamente a ocorrência no momento da formação do grupo de educandos e combinar com o educador e seus monitores (se houver) a necessidade de cuidados especiais. d) Produto Mostra Cultural: Revoada de Pipas, evento de 1 dia, sendo 1 em cada cidade, 3 no total (crianças entre 6 e 10 anos, alunos das escolas beneficiadas) Por ausência de espaço descrevemos este ultimo item de Acessibilidade no campo ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO neste formulário e) Produto Principal Exposição de Artes (Exposição Brincando com Pipas): com 1 dia de duração, sendo 1 em cada escola das 3 cidades (15 exposições no total). Crianças, adolescentes (aberta a comunidade escolar); Por ausência de espaço descrevemos este ultimo item de Acessibilidade no campo ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO neste formulário

Democratização do acesso

Ressalte-se que o projeto Brincando com Pipas executa-se com plena gratuidade (100%) de seu produto cultural, além de ser realizado exclusivamente ou majoritariamente em escolas públicas, podendo abranger centros culturais públicos, e prioritariamente em áreas de maior vulnerabilidade social no município. As ações do projetos e suas respectivas abrangências de público: a) EXPOSIÇÃO: Realizar em 5 escolas de 3 cidades (15 escolas no total) um pocket show teatral (apresentação cênica recreativa) para crianças entre 6 e 10 anos, alunos das escolas públicas beneficiadas com o projeto. São 3 apresentações por escola em Guarulhos/SP (manhã, tarde e noite), com público estimado de 250 crianças por período (250 crianças x 3 apresentações x 5 escolas = 3.750). Nas outras duas cidades, serão duas apresentações (manhã e tarde) com público estimado de 250 por período ( 250 crianças x 2 apresentações x 5 escolas x 2 cidades = 5.000). Desta forma o público total estimado com o projeto para audiência do pocket show teatral é de 8.750 crianças. b) LIVRO: Doação de um exemplar (1 mil para cada escola, 15 mil no total) do livro “Sofi, a Pipa Bailarina”, publicação desenvolvida exclusivamente para o projeto Brincando com Pipas para crianças entre 6 e 10 anos estudantes de escolas públicas; c) FORMAÇÃO: Workshop para 90 educadores (30 por cidade, 6 por escola) com 30 horas de formação, com produção de material de apoio e supervisão pedagógica para aplicação prática de 35 horas semanais (140h/mês) sobre a temática da metodologia “Desafio Brincando com Pipas” com o propósito da experimentação e apropriação pelos professores desta metodologia para aplicação prática com um grupo de 30 educandos e para replicação do aprendizado com outros colegas educadores. Os educadores são convidados a participarem da formação ou são indicados pelo parceiro local (Secretaria de Educação e/ou Cultura).Considere-se como público direto desta ação um grupo de 30 alunos (crianças entre 6 e 10 anos) por escola que recebem a aplicação prática da metodologia “Desafio Brincando com Pipas” e são responsáveis por realizar as atividades de pesquisa, exploração e mapeamento de território, colhendo elementos para a montagem da Exposição (que são de sua responsabilidade). Considerando 15 escolas x 30 educandos = 450 crianças atendidas diretamente. Observando que a formação e supervisionamento do educador de campo (ao longo de 10 meses) tem como uma das finalidades que os 90 educadores se apropriem da metodologia “Desafio Brincando com Pipas” e possam replicar com outros colegas docentes, para que possam realizar o projeto em anos subsequentes ou mesmo concomitantemente, consideramos como público indireto que cada professor irá realizar a multiplicação com pelo menos mais 4 colegas, alcançando indiretamente 360 outros educadores. Nesta perspectiva, a ação de Contrapartida Social abrange em sua totalidade 90 educadores (público direto) + 450 crianças (público direto) + 360 educadores multiplicadores (público indireto) = 900 professores e estudantes da rede pública de ensino, d) MOSTRA CULTURAL: Realizar a Mostra Cultural Revoada de Pipas, evento de 1 dia, sendo 1 em cada cidade (3 no total), com participação das crianças das 5 escolas beneficiadas em cada município como parte do circuito artístico cultural do projeto com participação média prevista de 200 crianças em duas das cidades (200 x 2 cidades); e 500 crianças em uma das cidades, perfazendo o total de 900 crianças no total; Será realizada 1 Mostra por cidade, com participação das 5 escolas beneficiadas na cidade com o projeto, em local aberto e seguro para uma revoada de Pipas (campo de esportes, parques, ou espaços similares) cedidos pelo parceiro local (Secretaria de Educação e/ou Educação). Está prevista a locação de transporte para acesso ao local da Mostra Revoada de Pipas; e) EXPOSIÇÃO: Realizar como culminância do projeto a Exposição Brincando com Pipas com 1 dia de duração em cada escola, sendo uma exposição em cada escola das 3 cidades (15 exposições no total), com público médio de visitação estimado de 500 pessoas por escola (15 escolas x 500 pessoas) , a estimativa é de 7.500 visitantes no total ; A proposta irá adotar as seguintes medidas de democratização conforme inciso/medida do art. 28 da IN no 01/2023 do Ministério da Cultura: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

Principais Profissionais envolvidos:- Proponente: F.B.F Cultural Ltda- Coordenador Geral e Responsável técnico: Fernando Monteiro da Cunha- Coordenador de Produção: Junior Ribeiro e Taciana Begalli- Assistente de Produção: Rosângela Pereira e Susanna Tamachiro - Coordenador Administrativo Financeiro: Rafael Oliveira Pereira- Formador do Workshop: Bruno CavalcanteFunções do proponente no projeto: O Proponente é responsável integralmente pela gestão administrativa, financeira e coordenação de toda execução do Projeto. Constituem funções e remuneração do proponente:- Pesquisa e Consultoria Técnica- Curadoria - Coordenação Administrativa- Coordenação geral- Assistente administrativo- Produção do livro ?Sofi, a Pipa Bailarina? Coordenador Geral - Fernando Monteiro da Cunha: Doutor em Ciência Ambiental pela USP - Universidade de São Paulo com uma tese sobre Aprendizagem Social e Gestão de Recursos Naturais. Suas principais áreas de pesquisa, interesse e experiência são os processos e metodologias em torno da aprendizagem social e desenvolvimento de lideranças para a sustentabilidade. Tem trabalhado com organizações privadas, públicas e não governamentais na elaboração e execução dos programas de desenvolvimento pessoal e organizacional nessas áreas.É consultor em educação e sustentabilidade e trabalha no campo da aprendizagem social e organizacional para a sustentabilidade. Fernando é um pesquisador associado do Meio Ambiente, Cultura e Participação do Público no âmbito do Programa de Investig ação da Ciência do Ambiente do Programa de Pós-Graduação da Universidade de São Paulo - Procam / USP, possui bacharelado em Agronomia pela ESALQ - USP.a) supervisionar todas as atividades do projeto e autorizar gastos;b) certificar os documentos fiscais;c) selecionar o grupo de colaboradores que atuarão no projeto;d) distribuir as competências entre os colaboradores, bem como autorizar viagens e/ou representações que se fizerem necessárias nos exatos limites de atuação do projeto;e) elaborar e encaminhar à Secretaria Especial de Cultura,, dentro dos prazos estabelecidos, os relatórios técnicos e prestação de contas do projeto;Coordenadores de produção: Junior Ribeiro e Taciana BegalliJunior Ribeiro: Biólogo, formado pela Universidade Metodista de Piracicaba, desde 2013, iniciou sua carreira em 2010 durante a graduação onde trabalhou na FOP/UNICAMP como bolsista, onde desenvolveu várias pesquisas junto ao grupo UNICAMP. Atuou na rede estadual de ensino como professor na área de Ciências/Biologia. Com pós graduação em curso na área de Gestão de Projetos pela Universidade de São Paulo USP/ESALQ. Atualmente trabalha como Coordenador de Projetos Educacionais e Socioculturais da empresa Evoluir, que tem como objetivo desenvolver projetos que despertem a consciência para gerar hábitos e atitudes de qualidade de vida, cidadania e sustentabilidade.Taciana Begalli: Mestre em Ciências Humanas, pós-graduada em Gestão Escolar, Historiadora e Pedagoga, possui experiência como professora e supervisora pedagógica na educação pública básica e superior. É membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Memória, Cultura e Educação (UEMG) e pesquisadora nas áreas de educação para a diversidade cultural e história indígena. Atua na Evoluir desde 2017 na execução de projetos e, a partir de 2021, na coordenação de projetos educacionais e socioculturais. Adora se exercitar ao ar livre e tem na corrida de rua sua principal paixão e, com ela, quer cada vez ir mais longe e percorrer maiores distâncias.São atribuições e responsabilidades do Coordenador de produção: - planejar, organizar e supervisionar as atividades de produção, dentro das especificações e padrões de qualidade estabelecidos, visando a assegurar o cumprimento dos objetivos previstos no projeto;- supervisionar a elaboração dos materiais de produção, visando à otimização dos recursos produtivos disponíveis; - supervisionar a elaboração dos cronogramas de produção, visando a garantir a melhor alocação da mão de obra, equipamentos e materiais;- supervisionar a elaborado do plano de execução e cronograma de execução propostos;- participar de discussões relativas a desenvolvimento dos produtos, por meio da interação com o departamento de desenvolvimento;- controlar as despesas gerais de produção, visando a contribuir para a redução de custos nesses itens;- analisar e avaliar os aspectos econômicos do processo produtivo, no tocante a mão de obra e quantidade de materiais consumidos, visando a identificar oportunidades ou alternativas que permitam a redução de custos;- definir fluxo de trabalho necessários para manter o processo de produção e maior produtividade dos recursos humanos do projeto;- estudar, desenvolver e/ou aperfeiçoar processos, equipamentos, fornecedores etc., bem como estabelecer controles de processos, visando garantir melhor qualidade e maior produtividade;- acompanhar e controlar sistematicamente o desempenho da produção, por meio da análise de indicadores apropriados, propondo os planos e ações necessários, visando assegurar o cumprimento das metas e objetivos estabelecidos;- supervisionar as atividades de inspeção de materiais e de controle de qualidade, visando assegurar conformidade com as especificações e padrões de qualidade estabelecidos- supervisionar as atividades de estocagem, expedição, frete e distribuição de produtos acabados, visando assegurar conformidade com as especificações estabelecidas.Assistente de Produção - Rosângela Pereira e Susanna TamachiroRosangela Pereira: Profissional motivada, com 13 anos de experiência progressiva no setor de eventos culturais e artísticos e rotinas administrativas. Formada em Produção de Eventos Artísticos Culturais pelo Senac em 2017, Montagens de Exposições pelo ENAP em 2020 e graduanda do 3º ano do curso de Processos Gerenciais na UNICesumar. Engenhosa e bem organizada com conhecimentos em montagem de exposições, produção executiva, assistência a projetos, gestão de orçamentos, logística e manuseio. Atuando na Evoluir desde 2018 como produtora e assistente de projetos.Susanna Tamachiro: Farmacêutica, formada pela Universidade de São Paulo em 2021, atuou em projetos de extensão da Universidade, voltando-se para atividades de educação em saúde e atenção farmacêutica. Voluntária desde 2016 na Abeuni, organização da sociedade civil, desenvolve atividades de promoção e educação em saúde, arrecadação e distribuição de cestas básicas e projetos educacionais com crianças e adolescentes. Foi chefe do departamento de nutrição, coordenadora do Renova (projeto de educação), diretora de programas assistenciais e atualmente está como vice-presidente da organização. Em 2021, realizou a Formação em Impacto Social pelo Instituto Amani Brasil. Atualmente é Assistente de Projetos na Evoluir. São atribuições e responsabilidades da Assistente de Produção: - executar o planejamento das as atividades de produção definida com a Coordenação, visando assegurar o cumprimento dos objetivos previstos no projeto;- executar as atividades conforme definidas no cronogramas de produção, articulando com todos os colaboradores e fornecedores o cumprimento das metas dentro do tempo programado;- preencher e registrar todos as ferramentas de controle das despesas gerais de produção;- participar das reuniões de equipe com propósito de contribuir para o desenvolvimento dos produtos- pesquisar, articular as compras, cuidar do recebimento e conferência de todos materiais adquiridos no projeto, s, visando assegurar conformidade com as especificações e padrões de qualidade estabelecidos- executar as atividades de estocagem, expedição, frete e distribuição de produtos acabados, visando assegurar conformidade com as especificações estabelecidas.Coordenadora Administrativa financeira - Rafael Pereira:Gestor Ambiental, formado pela Universidade de São Paulo (USP), especialização em Gestão da Sustentabilidade e Responsabilidade Corporativa pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e pós graduação (MBA) em Gestão de Negócios pelo IBMEC. Desde 2008 faz parte da equipe Evoluir com ampla experiência em todas as frentes de programas e projetos sócio educacionais e culturais. Atualmente é responsável pela gerência operacional da empresa. Funções no projeto:a) Controlar as despesas gerais de produção, visando a contribuir para a redução de custos nesses itens;b) Efetuar todos os pagamentos referentes às despesas do projeto, de acordo com a Lei n° 8.313/1991;c) Coordenar as notas fiscais, extratos bancários e relação de pagamentos encaminhados pela produção;;d) Efetuar a retenção e os recolhimentos de impostos e contribuições que incidirem sobre os recursos movimentados, serviços contratados, ou obrigações decorrentes de relações de trabalho.Formador workshop Desafio Brincando com Pipas - Bruno Cavalcante: Educador, músico e geógrafo formado pela Universidade de São Paulo - USP e pós graduando em psicologia transpessoal. Atua nas áreas de educação, educação musical, aprendizagem socioemocional, desenvolvimento humano, social e ambiental, facilitação de grupos, diálogo, cooperação, segurança alimentar e nutricional, promoção da saúde, agroecologia, permacultura, agricultura urbana, economia solidária. Há oito anos é coordenador e consultor técnico-pedagógico de projetos socioculturais na Evoluir. Por quatro anos foi coordenador do Projeto Colhendo Sustentabilidade: práticas comunitárias de agricultura urbana e segurança alimentar. Atuou na Sociedade Ecológica Amigos de Embu por 6 anos e já trabalhou na Incubadora de Cooperativas Tecnológicas da USP – ITCP-USP, no Programa de Pós-graduação em Ciência Ambiental da USP – PROCAM, no Instituto ECOAR para a cidadania, na SOS Represa Guarapiranga, Instituto Pedro Matajs e é membro fundador do grupo EPARREH – Estudos e Práticas em Agroecologia e o Reencantamento Humano.Funções no projeto: a) Concepção pedagógica e plano do workshop para arte educadores;b) Planejamento de aulas com descrição das atividades e dinâmicas que serão exploradas;c) Formação junto aos educadores e educadores de campo;;e) Acompanhamento e supervisão do trabalho que será realizado pelos participantes;Arte Educador (Educador de Campo) - equipe de campo a contratar, 1 em cada cidade, 3 no total:Equipe de campo para apoio cultural e acompanhamento da aplicação prática da metodologia Desafio Brincando com Pipas aos educadores 30 (por cidade), integrados por processo seletivo. Perfil: experiência em gestão de equipes e arte-educação. Carga horária de 35h semanais/140h mês.Professor - Oficina Conteúdo Cultural - Contratados localmente, 1 em cada cidade, 3 no total:O grupo de 25 alunos (por escola) que participa da aplicação prática da metodologia Desafio Brincando com Pipas, que realiza a pesquisa e exploração de território para a coleta de elementos para a exposição, além da ação curatorial recebe apoio de um professor de artes contratado localmente para preparar com mais qualidade o aspecto artístico da Exposição Brincando com Pipas pela qual serão responsáveis em suas escolas.

Providência

Projeto encaminhado para avaliação de resultados.

2025-01-31
Locais de realização (4)
Serra Espírito SantoCabo de Santo Agostinho PernambucoGuarulhos São PauloSão Paulo São Paulo