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O projeto CDC _ Comunidade Deborah Colker(Projeto Social), irá atender a jovens, promovendo aulas práticas e teóricas com objetivo de formar um corpo de bailarinos, unindo as expertises da Cia com suas vivências cotidianas, os tornando aptos a ingressarem no mercado profissional da dança e das artes do espetáculo. Será um projeto anual com carga horária semanal. O projeto prevê ainda, como conclusão da formação, realização de apresentações gratuitas de espetáculo.
não se aplica.
Objetivo Geral: Formação profissional e artística em dança como complemento à educação formal de jovens oriundos de territórios populares do Rio de Janeiro. O projeto busca a capacitação dos jovens para ingresso no mercado de trabalho, desenvolvendo habilidades sócio-emocionais e gerando conhecimento replicável nas realidades onde estão inseridos. Objetivos Específicos: Capacitar 14 jovens com idades compreendidas entre 15 e 18 anos oriundos de territórios populares do Estado do Rio de Janeiro; Promover e ministrar oficinas práticas e teóricas para o desenvolvimento das habilidades artísticas e sócio-emocionais dos beneficiários diretos; Conceber, produzir e difundir um espetáculo final com 12 apresentações gratuitas em equipamentos públicos e privados, proporcionando a democratização do acesso á cultura a mais de 3.000 pessoas; Elaborar e produzir material audiovisual para ajudar na inserção dos jovens no mercado de trabalho.
A dança rítmica, coreografada e em coletivos e grupos, faz parte da cultura e das brincadeiras das zonas periféricas do Estado do Rio de Janeiro, seja nas rodas de passinho, de break, nos bailes funks e charme, rodas de samba e pagode, além dos festivais alternativos organizados pela própria população. Presenciamos tais demonstrações, desta potência quase nata, desde vídeos caseiros compartilhados em redes sociais a clipes de grandes nomes da música brasileira. Fruto de reflexões e percepções acerca do acesso da juventude à formação completa como artista da dança, surge o projeto Cia de Dança Deborah Colker _ Projeto Social. Ao propor esta capacitação a 14 jovens provenientes de núcleos familiares caracterizados por fragilidades socioeconômicas, compreendemos os espaços de favelas, baixadas e periferias cariocas com seus aspectos de privações e potencialidades. Uma realidade que perpassa desde a violência num contexto geral, a distância geográfica e social destes espaços formativos e mercado, a ausência de recursos financeiros, geradora de impacto direto no crescente quantitativo de jovens fora do mercado educacional e de trabalho formal , como também, a potência criativa destes territórios, de trocas e multiculturas, de reinvenção, coletividade e conexão com a cidade e o mundo. Trazer jovens de territórios populares para o universo da Cia de dança Deborah Colker, é entender as complexidades que os atravessa e os desafios de formar um corpo de bailarinos profissionais, aptos a ingressar no mercado de trabalho formal e em companhias de dança nacionais e internacionais. Para a realização do projeto, é fundamental que seu financiamento se dê através dos recursos advindos da Lei Federal de Incentivo a Cultura. Buscaremos parceiros que compartilhem da visão que projetos sociais com ênfase na cultura e principalmente nas atividades artísticas e criativas, criam possibilidades de uma ação afirmativa e de inserção no mundo por parte dos envolvidos. A realização do projeto se enquadra nos incisos I, II, III e VIII da Lei 8313/91 e alcançará os objetivos do Art. 3º da referida Lei: I a) e I c) II e) III)
A metodologia será dividida em 04 períodos abrangendo os módulos: (1) ensino básico, (2) oficinas práticas, (3) aulas teóricas e (4) ensaios de repertório; A formação terá a duração de um ano, totalizando 2.000horas\aula; As aulas serão ministradas por 15 profissionais do corpo docente do Centro de Movimento Deborah Colker, nos espaços da Cia. No bairro da Glória, Zona Sul do Rio de Janeiro; Fornecemos ajuda de custo no valor de meio salário mínimo, vale alimentação e vale transporte, para garantia mínima de subsistência dos jovens ao longo do projeto; Proporcionamos acompanhamento fisioterapêutico e de um arte educador, garantindo a integridade física e mental dos beneficiários diretos; O curso de formação do CMDC oferecerá aos alunos as aulas de maior importância para uma completa formação de dança, através da linguagem contemporânea da Cia de dança Deborah Colker. As aulas de Ballet clássico e de dança Contemporânea acontecerão diariamente por serem as modalidades mais completas e importantes para a formação de um bailarino. Os ensaios de repertório serão aulas onde os alunos aprenderão coreografias já existentes do repertório da Cia de dança Deborah Colker, assim como coreografias feitas especialmente para o grupo, com intuito de ensinar diferentes linguagens da dança. Essas montagens proporcionarão ao aluno vivenciar experiências coreográficas com possibilidade de apresentações em eventos realizados no CMDC, como também em outros palcos. As oficinas práticas se alternarão bimestralmente possibilitando ao aluno o aprendizado de diversas técnicas de dança e conscientização corporal. Do Jazz á dança de Salão, passando pelo sapateado, Hiphop, acrobacia, Yoga , Pilates, entre outras. As aulas teóricas acontecerão duas vezes por semana, apresentando uma matéria a cada período de seis meses, o que ampliará o conhecimento e entendimento do bailarino de maneira inteligente.
Levando em consideração o Art. 26 da IN MinC 01/2023, abaixo reproduzido: Art. 26. Será permitido ao proponente oferecer medidas alternativas devidamente motivadas, sujeitas à prévia aprovação da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), para assegurar o atendimento às medidas de acessibilidade previstas na legislação pertinente. Propomos as seguintes mediadas de acessibilidade a serem realizadas na execução do projeto, devidamente justificadas abaixo de cada item. Produto Cultural Principal: Curso (Oficinas práticas e teóricas) Acessibilidade física (Aspecto arquitetônico): As oficinas serão realizadas em espaços adequados com as normas de acessibilidade vigente, que contem com rampas e corrimão, banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes auditivos: Está previsto no orçamento tradutor de libras para acompanhar diariamente as oficinas, caso um aluno selecionado, seja portador de deficiência auditiva. No caso de não haver deficiente auditivo entre os 14 participantes, o saldo desta rubrica será remanejado durante a execução do projeto. Acessibilidade para deficientes visuais: Tradução e impressão em braile dos materiais didáticos impressos que venham a ser utilizados nas oficias teóricas, caso haja entre os alunos selecionados, portadores de deficiência visual. No caso de não haver deficiente visual entre os selecionados, o saldo desta rubrica será remanejado durante a execução do projeto. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Equipe treinada para atendimento a este público, caso seja necessário. Produto Cultural Secundário: Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física (Aspecto arquitetônico): O espetáculo se apresentará em teatros adequados com as normas de acessibilidade vigente, que contem com rampas e corrimão, banheiros adaptados. Acessibilidade para deficientes auditivos: não há necessidade, pois espetáculo de dança não possui diálogos. Acessibilidade para deficientes visuais: Audiodescrição em 04 sessões Justificativa: Este é um serviço de custo elevado, sendo impossível para o produtor (mesmo com os custos lançados no orçamento) realizar este serviço em todas as apresentações. Propomos a proporção de 04 sessões. Acessibilidade para deficientes intelectuais: Realização das apresentações em locais com equipe treinada para atendimento a este público quando necessário.
O projeto é totalmente gratuito. As oficinas são gratuitas e o espetáculo que será apresentado como conclusão do curso também é gratuito para o público.
O Proponente DCI Produções Ltda é responsável pela total realização e gestão administrativa/técnico- financeira do Projeto CDC - Comunidade Deborah Colker, tendo como representante legal a Sra Deborah Colker e tera como procurador com tais poderes : João Elias Alvares da silva. A dirigente da empresa proponente, Deborah colker, realizará a função de direção artística do projeto. Deborah Colker / Direção Artística A diversidade, a inquietação, não são uma marca do trabalho de Deborah Colker por acaso. Ela cursou Psicologia, foi jogadora de vôlei e estudou piano durante dez anos. Em 1984, Deborah deu início ao que seria a vertente mais importante de sua carreira nos dez anos seguintes: diretora de movimento, uma expressão sugerida por Ulisses Cruz para definir seu trabalho. O momento de fundar a Companhia de Dança Deborah Colker chegou em 1994, com Vulcão. Em 2005 funda o Centro de Movimento Deborah Colker. Além dos 13 espetáculos que compõe o repertório de sua Companhia, Deborah também criou e dirigiu o espetáculo do Cirque Du Soleil, Ovo. Em 2016 foi a diretora de movimento da cerimônia de abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro. Recebeu em 2001, pelo balé Mix, o Laurence Olivier Award na categoria Oustanding Achievement in Dance (realização mais notável em dança no mundo) e em 2018 foi ganhadora do Prix Benois de la Danse, uma das mais importantes premiações mundiais para a dança, pela coreografia de Cão Sem Plumas, melhor espetáculo do ano. João Elias / Coordenação do Projeto João Elias Alvares da Silva começou a fazer teatro em Porto Alegre em 1976, mudando-se para o Rio de Janeiro em 1978, onde atuou e produziu diversos espetáculos de Artes Cênicas. A partir de 1987 até 1992, produziu comerciais e trabalhou na TV Globo em diversos programas jornalísticos. Em 1992 funda a J.E. Produções, empresa responsável por diversos filmes publicitários e videoclipes de importantes artistas brasileiros, além de séries documentais para a TV brasileira. Em 1994 a J.E. Produções associa-se a Deborah Colker e funda a Cia de Dança que leva seu nome e na qual está presente como associado até hoje. Em 1997 funda com Belisario Franca a Giros Produções, empresa que nos anos seguintes é responsável pelos mais importantes documentários da TV brasileira. A partir de 2000 passa dedicar-se exclusivamente a Cia de Dança Deborah Colker. Em 2005 funda, junto com a coreógrafa, o Centro de Movimento Deborah Colker Clara Colker / Coordenação Geral Enquanto cursava a faculdade de Desenho Industrial na PUC-Rio, Clara começou a desenvolver projetos gráficos para o Centro de Movimento Deborah Colker, a partir daí, o envolvimento com o espaço tornou-se cada vez maior. A designer gráfica passou a criar projetos artísticos paralelos aos cursos tradicionais que a escola oferece. Surgiram os Saraus, os Encontros Filosóficos, a Mostra de Artes Plásticas, o Férias com Artes, Um dia com a Cia, dentre outros projetos criados por ela. Recriando, junto com a diretora Deborah Colker, a identidade do Centro de Movimento, tornando-o mais que uma escola de dança; um centro difusor de arte e cultura. Não parou por aí. Em 2008, Clara também assumiu a direção administrativa do espaço, cargo que ocupa até hoje. Em 2011 entrou como sócia no Frito Studio, escritório de Design que cria e desenvolve comunicação visual para diversas empresas da área de cultura como: Teatro Rival Petrobras, Daza Produções (Festival Adaptação de Cinema e Literatura I, II e III), Mil Ciclos (Maranhão na Tela) e Equinox do Brasil.
PROJETO ARQUIVADO.