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O projeto visa produzir um festival multiartisticocom artistas com Síndrome de Down, trabalhandoa inclusão através da cultura e ampliando o direito à expressão artística.Além de legitimar e dar visibilidade social para os ARTISTAS COM DOWN, o Festival também oferecerá diferentes oficinas artísticas para eles. Também dará origem e manterá temporariamente um coral, que servirá como espaço de convívio social e criativo. Oprojeto prevê também uma oficina literária e a publicação de um livroescrito pelos pais ou responsáveis pelas pessoas com Down.
O “I Festival Cultural para pessoas com Síndrome de Down - A arte iguala as diferenças” é um festival inédito, multiartístico, cujas atrações principais são com artistas com Síndrome de Down. O festival ocorrerá, preferencialmente, no dia internacional da síndrome (21 de março de 2024) e contará com 4 atrações convidadas e duas apresentações nas quais se unem os trabalhos resultantes das seis oficinas oferecidas para cidadãos, não artistas, também com Síndrome de Down. Além de tais apresentações, haverá também a apresentação do coral, formado por pessoas com a síndrome e seus responsáveis e o lançamento de um livro de crônicas escrito por responsáveis por pessoas com Down. Tanto coral quanto a Oficina Literária para os responsáveis terão início antes da data do festival (estimada para dia 21 de março). O coral especificamente, prosseguirá ensaiando e servindo de espaço de encontro e socialização por mais 7 meses após a realização do festival. Resumo das datas: . Mês 1 (preferencialmente Novembro de 2023) - pré-produção . De Mês 2 (preferencialmente Dezembro de 2023) a Mês 12 (preferencialmente Outubro de 2024) – Ensaios do Coral . De Mês 2 (preferencialmente Dezembro de 2023) a Mês 5 (preferencialmente Março de 2024) – Oficina Literária . Mês 5 (preferencialmente 21 de março de 2024) – Apresentações com convidados + Oficinas artísticas e apresentações + apresentação do coral + lançamento do livro de crônicas resultante da Oficina Literária.
Responsabilidade social, arte e inclusão representam, ou deveriam representar para a sociedade, mais do que três conceitos. Quando postos em prática de forma articulada, eles se tornam três importantes pilares para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa e democrática, na qual o direito de expressão artística pertence a todos. A democratização do acesso às artes vem sendo discutida com mais ênfase nos últimos tempos, mas quase sempre colocando o cidadão com Down na condição de espectador. É importante termos em conta que essas pessoas não são apenas usufruidoras das artes. Entre elas, também há seres com vocações artísticas e direitos de expressão. A expressão artística nunca foi excludente em sua natureza, portanto, a sociedade não deve limitá-la a um grupo padronizado de pessoas. É preciso que reconheça e legitime um espaço artístico que acolha a expressão daqueles que são geralmente esquecidos nas dinâmicas cotidianas, entre eles, os cidadãos com Síndrome de Down. "Mas pessoas com Síndrome de Down conseguem se expressar artisticamente? " Infelizmente, essa é ainda uma dúvida comum entre todos nós. Isso porque a sociedade desconhece seu grande contingente de artistas especiais e não se organiza, de forma sistemática, para dar para esses cidadãos um espaço ou uma agenda estruturada para suas vivências e suas expressões nas artes.Sim, pessoas com Síndrome de Down são capazes de se expressarem artisticamente de forma muito emocionante, o que comprova a teoria de que a arte iguala as diferenças. A grande questão que deveríamos levantar, portanto, é: por que, então, não legitimamos a arte desses cidadãos? Por que mantemos a expressão artística deles na invisibilidade? Mais do que responder a isso, o "I Festival Cultural para pessoas com Síndrome de Down - A arte iguala as diferenças" pretende ajudar a resolver esse problema. O projeto pretende produzir um festival com atrações artísticas no dia 21 de março de 2024, que é o dia internacional da Síndrome de Down. Além de legitimar a arte desses cidadãos, o evento também irá oferecer oficinas dentro das mais diferentes vertentes artísticas para que pessoas com Down, que não tenham familiaridade com as artes, possam vivenciar o contato com diferentes linguagens: música, dança, teatro e literatura. Os resultados das oficinas também serão apresentados no turno da noite do Festival, juntamente com as atrações artísticas convidadas. O projeto prevê, ainda, atividades de oficinas literárias para os responsáveis pelas pessoas com Síndrome de Down. Com o acompanhamento de uma mentoria especializada, durante os três meses anteriores à data do evento, os participantes dessas oficinas produzirão crônicas em torno do tema, que darão origem a uma coletânea a ser publicada distribuída gratuitamente (500 exemplares) no dia 21 de março de 2024. O projeto pretende, também, constituir um coral que permanecerá ativo pelo período de onze meses, formado por pessoas com Síndrome de Down e por seus responsáveis. O coral, que terá um encontro semanal, será um exercício artístico contínuo, que terá início alguns meses antes do festival e se estenderá para além deste, realizando também uma apresentação no dia 21 de março de 2024. Esse coral servirá de espaço de convívio social e criativo para as famílias ligadas diretamente à Síndrome de Down. O projeto tem como OBJETIVOS GERAIS: * Fazer uso das artes para ampliar a consciência social em torno da diversidade. * Contribuir para que a sociedade legitime o direito que todo cidadão tem de se expressar artisticamente. * Trabalhar a inclusão e, portanto, combater a segregação social, através das artes, estimulando pessoas com Síndrome de Down a se engajarem culturalmente na sociedade, apropriando-se de seus lugares como membros da coletividade. * Contribuir para que pessoas com Down possam desenvolver seu potencial através das artes, explorando a criatividade e desenvolvendo a percepção visual e auditiva, a expressão corporal e afetiva, o domínio motor, a intuição, a imaginação, o pensamento analógico, concreto, holístico, a capacidade de reflexão e o potencial de expressão de suas emoções e percepções. * Proporcionar aos cidadãos com Síndrome de Down um espaço para que possam se sentir valorizados artisticamente, apresentando experiências estéticas e usufruindo de sua transcendência. * Viabilizar a criação de um espaço acolhedor que gere para pessoas com Síndrome de Down a oportunidade de expressarem seus sentimentos através da criatividade. * Estimular a noção de pertencimento nas pessoas com Síndrome de Down e em suas famílias dentro da dinâmica cultural da sociedade. * Promover uma integração social entre artistas com Síndrome de Down. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: * Selecionar quatro artistas, ou grupo de artistas brasileiros, com Síndrome de Down, que já apresentem um trabalho artístico maduro dentro de diferentes vertentes das artes e dar visibilidade a eles, proporcionando a apresentação desses artistas durante o festival. * Abrir inscrições para viabilizar um total de seis oficinas artísticas para pessoas com Síndrome de Down em diferentes faixas etárias e uma oficina para os responsáveis: 1) 1 Oficina de musicalização para pessoas com Síndrome de Down até 16 anos 2) 1 Oficina de musicalização para pessoas com Síndrome de Down e com mais de 16 anos 3) 1 Oficina de dança para pessoas com Síndrome de Down até 16 anos 4) 1 Oficina de dança para pessoas com Síndrome de Down e com mais de 16 anos 5) 1 Oficina de teatro para pessoas com Síndrome de Down e com mais de 16 anos 6) 1 Oficina de teatro para pessoas com Síndrome de Down até 16 anos 7) 1 Oficina literária para responsáveis por pessoas com Síndrome de Down * Promover, durante o evento, apresentações resultantes das oficinas oferecidas. * Promover um minidocumentário de até oito minutos, a partir dos registros audiovisuais e dos depoimentos gravados nas oficinas e no festival. * Produzir 500 exemplares de um livro de crônicas escrito por responsáveis por pessoas com Síndrome de Down. * Constituir um coral durante 11 meses, com encontros semanais, formado por pessoas com Síndrome de Down e por seus responsáveis. Oferecer um espaço de convívio social e criativo para as famílias ligadas diretamente à Síndrome de Down.
O projeto se justifica com base no grande mérito que há em combater a invisibilidade social que permeia as expressões artísticas de pessoas com Síndrome de Down. Também se justifica pelo fato de promover um festival inédito no Brasil, no qual não apenas artistas com Síndrome de Down poderão se apresentar, mas também cidadãos com a síndrome e que não são familiarizados com as artes. O projeto se justifica pela democratização do acesso às artes, na medida em que oferece, gratuitamente, diferentes oficinas artísticas para pessoas com Síndrome de Down de diferentes idades. O I Festival Cultural para pessoas com Síndrome de Down faz uso das artes para dar um passo, a mais e urgente, dentro do lento processo de promoção de um novo olhar da sociedade para pessoas com deficiência. O projeto é fundamental no contexto social, uma vez que contribui para a consolidação do direito de expressão de todo e qualquer cidadão, gerando o respeito da sociedade para com a diversidade. A produção do festival é um importante exercício de cidadania através da cultura e diminui a distância entre as expressões de cidadãos com e sem a síndrome. O projeto se justifica pelo acolhimento social e artístico da expressão humana, sem segregações. Este projeto contribui para o alcance dos objetivos descritos nos incisos I, III, VIII e IX do Art. 1º da Lei 8.313, de 1991 I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Os objetivos que serão alcançados enquadram-se no Art. 3º da lei Nº 8.313/91, no inciso: Esta proposta se enquadra e está de acordo com as finalidades previstas na alínea "B" e "C", inciso II do art. 3º. da Lei 8.313, de 1991.
Produto Principal : Festival cultural para pessoas com Síndrome de Down, composto por: o Turnos da manhã e tarde do festival (dia 21 de março de 2024 preferencialmente): 6 oficinas artísticas, simultâneas, oferecidas para pessoas com Síndrome de Down. Duração total de cada oficina: 3h45 o Turno da tarde do festival (dia 21 de março de 2024 preferencialmente): Lançamento do livro de crônicas resultante da Oficina Literária (produto secundário) que antecede o festival. o Turno da noite do festival (dia 21 de março de 2024 preferencialmente): Abertura das apresentações com o Coral (produto secundário). Duração: 30 minutos. o Turno da noite do festival (dia 21 de março de 2024 preferencialmente): 4 atrações protagonizadas por artistas com Down, especialmente convidados. Duração: 20 minutos cada. o Turno da noite do festival (dia 21 de março de 2024 preferencialmente): 2 apresentações com os resultados da união das 6 oficinas artísticas oferecidas para cidadãos com Down. Duração: 20 minutos cada. Produtos Secundários: 1) Oficina literária para pais/responsáveis para a produção de um livro de crônicas. A oficina terá a duração aproximada de 4 meses (preferencialmente de novembro de 2023 a março de 2024) e terá um total de 12 encontros em grupo e 3 encontros individuais entre cada escritor e a mentora da oficina. Total de 12 participantes nesta oficina. O livro será publicado em 500 exemplares que também serão distribuídos gratuitamente tanto para os presentes no festival quanto para associações / instituições ligadas à Síndrome de Down, à inclusão e à diversidade em todo o Brasil. Estima-se um total entre 60 e 70 páginas no livro. 2) Coral para pessoas com Down e responsáveis: duração de 11 meses, preferencialmente de novembro de 2023 a outubro de 2024. O coral irá se encontrar semanalmente para ensaios (uma vez por semana) em local a ser definido. O coral comportará até 40 integrantes, entre pessoas com Síndrome de Down e seus respectivos responsáveis. O objetivo deste coral é proporcionar uma experiência musical inclusiva e estimulante para pessoas com Síndrome de Down e seus respectivos responsáveis. O coral visa desenvolver habilidades musicais, promover a interação social, fortalecer os vínculos familiares e oferecer um espaço de expressão artística e emocional. Foram devidamente anexados nesse projeto os PLANOS PEDAGÓGICOS desenvolvidos para as oficinas acima descritas.
ACESSIBILIDADE FÍSICA - As atividades desta propostas serão realizadas em espaços que dispõe de acessibilidade física de acordo com a lei no que rege os artigos 27 inciso II, do Decreto nº 5761/06 que diz: "Proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadores de deficiência, conforme disposto no artigo 46 do Decreto nº 3.298 de 20 de dezembro de 1999". ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA - Tradução em Libras durante as apresentações dos artistas convidados (quatro) e durante as oficinas artísticas oferecidas (sete) PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL Audiodescrição durante as apresentações dos artistas convidados (quatro) e durante as oficinas artísticas oferecidas (sete) PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Trata-se da própria natureza do projeto, que é voltado para o público com Síndrome de Down.
O festival é totalmente gratuito e aberto ao público, caracterizando-se, por si só, como uma grande contrapartida social. Também será transmitido pela internet, posteriormente à data de realização, ampliando ainda mais a abrangência desta democratização de acesso. Já as oficinas artísticas oferecidas que também fazem parte da programação, bem como o coral, apesar de também serem gratuitos, serão oferecidos exclusivamente para pessoas com Síndrome de Down e/ou seus responsáveis. De acordo com o Artigo 27I - Serão oferecidos 10% de ingressos gratuitos para distribuição por patrocinadores.III - Serão oferecidos 10% de ingressos gratuitos para ações promocionais do projeto, distribuídos pelo proponente.
Leandro Bellini O proponente em questão será o responsável pela gestão do projeto. Atividades a serem realizadas no projeto: (1) Diretor de produção, (2) curador e (3) roteirista Ocupante da cadeira número 9 da Academia Brasileira de Cultura, Leandro Bellini exerce há mais de 12 anos o cargo de Secretário Executivo de Cultura da Fundação Cesgranrio, maior instituição privada na área de avaliação educacional do país. É responsável pela direção de produção de todos os projetos do Centro Cultural Cesgranrio, onde lidera uma equipe com mais de 25 produtores culturais que executam propostas nas mais diferentes áreas artísticas: música, literatura, dança, teatro e artes plásticas. Há 8 anos, Leandro Bellini dirige e roteiriza um dos mais importantes prêmios teatrais do país, o Prêmio Cesgranrio de Teatro, tendo já dirigido e escrito para artistas de renome, como Miguel Falabella, Marília Pêra, Cristiane Torloni, Irene Ravache, Julia Lemmerts, Lázaro Ramos, Zezé Motta e Eduardo Moscovis, entre outros. Bellini é pós-graduado em Gestão e Produção Cultural com ênfase em economia criativa e também em Marketing, ambos pela Fundação Getúlio Vargas. É também professor de produção cultural no curso superior de teatro da Faculdade Cesgranrio, lecionando para os cursos de bacharelado e licenciatura em teatro. Leandro Bellini é autor de dois espetáculos itinerantes que percorreram por 6 anos as escolas públicas municipais do Rio de Janeiro: "Quem é você?" E "Mistureba". Também é autor de 2 livros: “Vinte e poucas verdades e outras nem tanto”, pela editora Dom Quichote e “Cultural – 10 anos” pela Fundação Cesgranrio. Também teve um espetáculo teatral publicado pelo SESI – FIRJAN no livro “Núcleo de Dramaturgia – a Nova geração de autores”. Marília Nogueira A proponente em questão também será a responsável pela gestão do projeto. Atividades a serem realizadas no projeto: (1) Diretora de produção, (2) curadora e (3) e pesquisadora Marilia Nogueira dos Santos possui pós-doutorado pela Universidade Federal Fluminense (2015), onde também se graduou e se tornou mestra em História. No ano de 2007 foi contemplada com uma bolsa de estudos do Instituto Camões, para um estágio na Universidade Nova de Lisboa. Marília também é doutora em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, tendo para isso, estagiado na Universidade de Évora, em Portugal (2011). Profissionalmente, Marília Nogueira ocupou o cargo de Editora Executiva da revista “Ensaio: Avaliação e Políticas Públicas em Educação”, uma das mais respeitadas da área educacional no Brasil. Atualmente, atua como Produtora Executiva e Coordenadora do núcleo de pesquisa do Centro Cultural Cesgranrio. Ela tem experiência em diversas funções no desenvolvimento de projetos culturais de vertentes plurais, tendo trabalhado mais intimamente com as áreas de música, teatro, educação para a cultura e pesquisa para audiovisual. Marília é pesquisadora e coordenou importantes projetos de memória institucional, sendo o mais recente, o livro lançado em 2022 sobre os 130 anos do TCE-RJ. Alessandra Almeida Maltarollo Atividades a serem desempenhadas no projeto: Coordenadora de produção e curadora Alessandra é pedagoga com especialização em educação de jovens e adultos (UERJ) e pós-graduada em psicopedagogia pela Universidade Cândido Mendes (RJ). É também escritora infantil, tendo publicado o livro que traz como protagonista uma personagem portadora da Síndrome de Down. O livro se chama "As aventuras de uma criança DOWNadinha" e foi publicado pela Editora ZIT em 2016. Nele, a autora mostra o dia a dia da menina na escola, na família e no lazer, evidenciando que uma criança que tem Síndrome de Down pode ser saudável e feliz. Alessandra, que é mãe de uma criança com Síndrome de Down, trata muito bem o assunto “inclusão” em seu livro, desmistificando a síndrome e esclarecendo que a socialização de crianças com deficiência pode trazer benefícios para a família e para toda a sociedade. Alessandra já proferiu várias palestras para sobre “Educação Especial e Inclusiva nas Escolas Públicas” e desenvolve, atualmente, sua tese de mestrado em Inclusão e Diversidade, pela UFF. Ela também atua como coordenadora do Centro de Educação complementar do complexo educacional Solar Meninos de Luz, localizado na Comunidade do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo.
PROJETO ARQUIVADO.