Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Propostas
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Links úteis
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 235953Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Vincent River

51.385.379 TIAGO COSTA MARTELLI
Solicitado
R$ 499,8 mil
Aprovado
R$ 499,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-01-01
Término
2026-11-21
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto tem como objetivo a realização de montagem e temporada de apresentações do espetáculo teatral "Vincent River" - uma peça dramática, intensa e contemporânea, que busca despertar a consciência do público para questões profundas e universais, como luto, sexualidade, preconceito e violência e seus efeitos devastadores do ódio e da intolerância na comunidade LGBTQIAPN+, escrita pelo renomado autor britânico Philip Ridley.

Sinopse

"Vincent River" é uma peça de teatro escrita pelo dramaturgo britânico Philip Ridley. A peça estreou em Londres em 2000 e aborda temas complexos, como homofobia, luto e segredos do passado. A história se desenrola em um único cenário e apresenta apenas dois personagens principais: Anita e Davey. "Vincent River" é uma poderosa jornada emocional que se passa no modesto apartamento de Anita, uma mulher que está lutando para superar a perda devastadora de seu filho, Vincent, que foi vítima de um ataque homofóbico. Enquanto Anita está em casa, sozinha, ela é surpreendida pela chegada de um estranho inesperado, Davey. Ele revela que estava no local e no momento onde Vincent foi morto. Davey, carregando sua própria carga de culpa e segredos, busca consolo e compreensão no encontro com Anita. À medida que os dois compartilham suas histórias e emoções profundas, uma conexão improvável se forma entre eles. Através de diálogos intensos e reveladores, a dramaturgia explora a complexidade do luto, a dor de perder um ente querido, as consequências da homofobia e a busca por aceitação. Conforme a história avança, segredos são revelados, questionando a verdadeira natureza do relacionamento de Vincent com sua mãe e a própria identidade de Davey. "Vincent River" é uma obra teatral comovente e provocativa que aborda questões sociais relevantes e profundamente humanas, deixando o público com uma sensação duradoura de reflexão sobre o significado da vida, da morte e do amor.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Realizar montagem e temporada de apresentações do espetáculo teatral "Vincent River", do autor Philip Ridley despertando, a partir de uma narrativa emocionalmente envolvente, a consciência do público para questões profundas e universais, como luto, sexualidade, preconceito e violência e seus efeitos devastadores do ódio e da intolerância na comunidade LGBTQIAPN+. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS:Realizar 2 meses de temporada na cidade do Rio Janeiro;Realizar 24 apresentações durante os 2 meses de temporada; Alcançar 200 espectadores por sessão, em um total de 4800 pessoas atingidas diretamente.2. CONTRAPARTIDA SOCIAL:Realizar 1 roda de conversa sobre o processo de montagem e construção do espetáculo quando na realização de ensaio aberto gratuito ao público. Esses indicadores serão aferidos pela bilheteria, por meio de borderôs, e por registros fotográgicos que serão enviados junto com as comprovações na prestação de contas.

Justificativa

"Vincent River" é uma peça dramática que aborda questões profundas e universais, como luto, sexualidade, preconceito e violência, caracterizada por uma narrativa emocionalmente envolvente. A peça busca despertar a consciência do público para os efeitos devastadores do ódio e da intolerância na comunidade LGBTQIAPN+ através de uma história intensa e contemporânea, escrita pelo renomado autor britânico Philip Ridley. "Vincent River" estreou no Hampstead Theatre, em Londres, em 6 de setembro de 2000. A peça foi remontada por Ros Povey para Old Vic Productions no Trafalgar Studios, em Londres, em 30/10/2007. Ao longo de sua carreira, o escritor britânico Philip Ridley, foi agraciado por diversos prêmios como dramaturgo, incluindo: "Critics' Circle Theatre Award" e "Evening Standard Theatre Award". Essas condecorações internacionais enquadram o projeto nos incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Ao abordar questões LGBTQIAPN+ e apresentar personagens desse universo como protagonistas, a peça amplia a visibilidade e a compreensão das experiências e desafios enfrentados por essa comunidade. Através de suas ações de responsabilidade social, o projeto contribui para o Artigo 3º da Lei 8.313/91; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos. Os objetivos que serão alcançados enquadram-se no Art. 3º da lei Nº 8.313/91, no inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante, alínea c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. Este projeto busca a aprovação da comissão, no intuito de viabilizar a montagem e temporada deste espetáculo, com foco no fomento à produção cultural e artística por meio da realização de espetáculo de artes cênicas, conforme previsto no artigo 3º da Lei 8.313 de 1991, o que não seria possível utilizando recursos próprios.

Estratégia de execução

Contrapartida Social: Realizar uma roda de conversa sobre o processo de montagem e construção do espetáculo quando na realização ensaio aberto gratuito ao público. Tal medida será totalmente gratuita e amplamente divulgada.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS:ACESSIBILIDADE FÍSICA - Este espetáculo será apresentado em teatro, que está adaptado e oferece condições adequadas de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e a portadores de deficiência e mobilidade reduzida, conforme disposto no art 46 do Decreto 3 298, de 20 de dezembro de 1999 e no artigo 46 da IN de 1 de março de 2017 do MinC. Acessibilidade de conteúdo:ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) (rubrica: intérprete de libras);ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição (rubrica: audiodescrição). CONTRAPARTIDA SOCIAL:ACESSIBILIDADE FÍSICA - A roda de conversa será realizada em teatro, que está adaptado e oferece condições adequadas de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e a portadores de deficiência e mobilidade reduzida, conforme disposto no art 46 do Decreto 3 298, de 20 de dezembro de 1999 e no artigo 46 da IN de 1 de março de 2017 do MinC. Acessibilidade de conteúdo:ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) (rubrica: intérprete de libras);ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição (rubrica: audiodescrição). DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO:ACESSIBILIDADE FÍSICA - O enaio aberto será realizado em teatro, que está adaptado e oferece condições adequadas de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do artigo 23 da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e a portadores de deficiência e mobilidade reduzida, conforme disposto no art 46 do Decreto 3 298, de 20 de dezembro de 1999 e no artigo 46 da IN de 1 de março de 2017 do MinC. Acessibilidade de conteúdo:ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) (rubrica: intérprete de libras);ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição (rubrica: audiodescrição). Portanto, consta previsão de custos com esta estrutura na planilha orçamentária deste projeto.

Democratização do acesso

Além da democratização social inerente à idealização do projeto, uma vez que busca representar a diversidade da comunidade LGBTQIAPN+, retratando personagens e histórias que refletem uma ampla gama de identidades e experiências, este projeto propõe ampliação do acesso, visando alcançar um público diverso e de todas as condições sociais. Desse modo, considerando o art. 28 da IN no 01/2023 abaixo será adotada no projeto:I- doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter socialO projeto prevê a distribuição gratuita de 10% dos ingressos para a população de baixa renda, que será feita através parceria com ONGs, escolas da rede pública de ensino e órgãos públicos.IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;Será disponibilizado na internet (página do projeto) making of da montagem e da temporada realizada. V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;Será disponibilizada e permitida a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;Será realizado 1 (um) ensaio aberto gratuito ao público.

Ficha técnica

Tiago Costa Martelli - (RESPONSÁVEL PELA EMPRESA PROPONENTE E GESTORA) – CORDENAÇÃO GERAL e FINANCEIRA(Em março de 2023, idealizou e atuou no espetáculo “O dia das mortes na história de Hamlet” de Bernard-Marie Koltés sob a direção de Guilherme Leme Garcia, no Sesc 24 de maio em São Paulo. Participou do Circuito de Leituras - Todas as Noites São de Sonhos, realizado no Solar de Botafogo no RJ, com a peça "O Dia da Matança na História de Hamlet'', texto de B. Marie Koltés e direção de Miwa Yanagizawa. Atuou e produziu o espetáculo "Só... Entre Nós" de Franz Keppler com direção de Joca Andreazza, esse projeto ficou em cartaz no Sesc Consolação e depois seguiu para o circuito TUSP de Teatro realizando apresentações nas cidades de São Carlos, Bauru e Ribeirão Preto. Em 2014 apresentou "Jonas e a Baleia" de Walcyr Carrasco no Festival Satyrianas, sob a direção de Ney Matogrosso. Participou do Letras em Cena no Masp em 2012, realizando como ator a leitura da peça "Jonas e a Baleia" de Walcyr Carrasco com direção de Cassio Scapin. Repetiu essa leitura no Festival Mix Brasil no Teatro Cândido Mendes do Rio de Janeiro. No ano de 2012 participou do Festival Satyrianas com a leitura de duas peças - "PacWoman" texto de Caco Galhardo sob direção de Fernanda D'Umbra e "Clarissa e Leonard" texto de Tati Bernardi sob direção de Lucia Segall. Em 2011 atuou no espetáculo Olerê Olará, escrito e dirigido por Dionísio Neto, fazendo temporada no CCSP. Integrou a Companhia de Teatro Os Satyros durante três anos, atuando em “Os 120 dias de Sodoma” e “Justine”, ambas sob a direção de Rodolfo Garcia Vazquès. Durante dois anos também produziu o Festival Satyrianas e coordenou as Oficinas de teatro do grupo Os Satyros.COORDENADOR DE PRODUÇÃO: Edson Pinto Ferreira Filho - Mestre em Ciências Sociais (ênfase em Sociologia Econômica) pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, especializado em Políticas Públicas e Inovação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e em Visão Holística pela Universidade Holística do Brasil, e graduado em Administração pela Universidade Estácio de Sá. Possui experiências focadas na Gestão de Projetos e Novos Negócios e no Desenvolvimento Estratégico e Sustentável das Organizações, com emprego de planejamento, organização e orientação para inovação; de visão crítica e sistêmica dos processos; e valorização e aplicação estratégica dos recursos (humanos), para organizações públicas e privadas de médio e grande porte.Vivas Cultura e Esporte, Aventura Teatros (Teatro Riachuelo Rio e Teatro Prudential), Experience Rio Carnival (Marquês de Sapucaí/Carnaval Rio), Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, NV Consultoria em Planejamento e Recursos Humanos, Volkswagen Caminhões e Ônibus, Michelin e Alcoa compõem o conjunto de organizações para as quais já atuou em sólidos serviços. Inclui-se ainda, Universidade Estácio de Sá e Centro Universitário Geraldo Di Biase, por onde lecionou nos cursos de graduação e pós graduação.Nos últimos 04 anos atuou nos seguintes projetos: Arte em Cores (2020, 2022 e 2023), Cultura na Praça (2020, 2021 e 2022), Movimenta Pebas (2020 e 2022), Documentário Em Busca da História do Cruzeiro, Som Câmera e Ação, Centro Cultural Tatajuba, Movimenta Pará (2023) e Rerato (2023).. DIREÇÃO ARTÍSTICA E DIREÇÃO CÊNICA: Georgette Fadel (Atriz formada pela Escola de Arte Dramática da USP e diretora formada pelo Departamento de Artes Cênicas da ECA, USP. Em 2007 ganhou o Prêmio Shell de Melhor Atriz por Gota d’água, um breviário. Dirigiu as peças: Afinação-Ajuste, texto de André Sant’anna, Epidemia Prata, Cia Mungunzá de Teatro, Cara de Fogo, de Marius von Mayenburg, O Duelo, de Tchekhov, Mundana Cia, Primeiro Amor, de Samuel Beckett, 2006; * Prêmio Shell de melhor ator para Marat Descartes; Meia-Meia, de Luis Mármora, Guerrilheiras ou para a terra não há desconhecidos, dramaturgia de Grace Passô; A cicatriz é a flor, de Newton Moreno). AUTOR: Philip Ridley (dramaturgo, roteirista e romancista, nasceu em Londres e estudou arte na St Martin's School of Art. Ele escreveu o aclamado roteiro do longa-metragem, The Krays (1997), e escreveu e dirigiu os filmes The Passion of Darkly Noon e The Reflecting Skin (ambos incluídos em The American Dreams , 1997) e o curta-metragem, The Universe of Dermot Finn . Ele também co-escreveu duas canções para The Passion of Darkly Noon. Ele escreveu peças de rádio para a BBC e várias peças de teatro. Suas peças para adultos incluem: The Pitchfork Disney (1991); O Relógio Mais Rápido do Universo (1992), que lhe rendeu vários prêmios importantes; Fantasma de um Lugar Perfeito (1994); Vincent River (2000); e pele de mercúrio (2005). Suas peças para crianças incluem: Karamazoo , Moonfleece , Fairytaleheart e Sparkleshark. Ao longo de sua carreira, foi agraciado com diversos prêmios, incluindo: Critics' Circle Award de Dramaturgo Mais Promissor e Prêmio Evening Standard de Dramaturgo Mais Promissor. ATRIZ: Regiane Alves (Estreou na TV como protagonista de Fascinação (1998), no SBT. Também fez Meu Pé de Laranja Lima (1998), na Band, antes de migrar para a Globo. No teatro integrou o elenco das peças: “Dança lenta no local do crime”, “Ricardo 3”, “Mãos ao alto São Paulo”, “Amor Perverso”, “Para tão longo amor”, essa última peça lhe rendeu indicação no Prêmio Shell na categoria Melhor Atriz (2016). Atuou na minissérie A Muralha (2000) e na novela Laços de Família (2000), de Manoel Carlos. Repetiu a parceria com o autor na sua personagem mais lembrada, a Dóris, em “Mulheres Apaixonadas” (2003). Atuou ainda em Cabocla (2004) e Páginas da Vida (2006), fez sua primeira protag- onista na emissora em Beleza Pura (2008) e seguiu em várias novelas nos anos seguintes. Em 2019, ela participou da Dança dos Famosos, do Domingão do Faustão. Regiane Alves atualmente pode ser vista na novela “Vai na Fé”, da TV Globo e na reprise de “Mulheres Apaixonadas”, no Vale a pena ver de novo. ATOR: Tiago Costa Martelli (Em março de 2023, idealizou e atuou no espetáculo “O dia das mortes na história de Hamlet” de Bernard-Marie Koltés sob a direção de Guilherme Leme Garcia, no Sesc 24 de maio em São Paulo. Participou do Circuito de Leituras - Todas as Noites São de Sonhos, realizado no Solar de Botafogo no RJ, com a peça "O Dia da Matança na História de Hamlet'', texto de B. Marie Koltés e direção de Miwa Yanagizawa. Atuou e produziu o espetáculo "Só... Entre Nós" de Franz Keppler com direção de Joca Andreazza, esse projeto ficou em cartaz no Sesc Consolação e depois seguiu para o circuito TUSP de Teatro realizando apresentações nas cidades de São Carlos, Bauru e Ribeirão Preto. Em 2014 apresentou "Jonas e a Baleia" de Walcyr Carrasco no Festival Satyrianas, sob a direção de Ney Matogrosso. Participou do Letras em Cena no Masp em 2012, realizando como ator a leitura da peça "Jonas e a Baleia" de Walcyr Carrasco com direção de Cassio Scapin. Repetiu essa leitura no Festival Mix Brasil no Teatro Cândido Mendes do Rio de Janeiro. No ano de 2012 participou do Festival Satyrianas com a leitura de duas peças - "PacWoman" texto de Caco Galhardo sob direção de Fernanda D'Umbra e "Clarissa e Leonard" texto de Tati Bernardi sob direção de Lucia Segall. Em 2011 atuou no espetáculo Olerê Olará, escrito e dirigido por Dionísio Neto, fazendo temporada no CCSP. Integrou a Companhia de Teatro Os Satyros durante três anos, atuando em “Os 120 dias de Sodoma” e “Justine”, ambas sob a direção de Rodolfo Garcia Vazquès. Durante dois anos também produziu o Festival Satyrianas e coordenou as Oficinas de teatro do grupo Os Satyros.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.