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A elaboração do Plano Museológico para o Museu de Capitólio MG, representa o conjunto de investimentos necessários para a elaboração do plano museológico, da política de acervos da instituição; elaboração do sistema de documentação do acervo; a conservação preventiva do acervo; pesquisa e mapeamento de acervo a ser incorporado futuramente ao Museu, ações contempladas no Produto MODERNIZAÇÃO E EQUIPAGEM DE MUSEUS E ESPAÇOS CULTURAIS. No âmbito da Contrapartida Social, projeto dispensado de apresentar ações formativas culturais, por não se tratar de comercialização de ingressos ou produtos.
não se aplica
Objetivo Geral Elaborar o plano museológico para o Museu de Capitólio MG, dotando-o de política de acervos, sistema de documentação museológica, conservação preventiva, arrolamento do acervo existente, pesquisa e mapeamento de acervo sobre Capitólio e sua história. Objetivos Específicos - Elaborar o plano museológico da instituição de acordo com os Art. 45 e 46, da Lei Federal nº. 11.904/2009, Estatuto dos Museus e o Decreto 8.124/2013, ferramenta essencial na gestão de um museu, organizando o planejamento de modo a garantir a sua sustentabilidade; - Elaborar a Política de Acervos do Museu de Capitólio MG, definindo os critérios para aquisição e descarte de acervos na instituição; - Constituir e dar posse a Comissão de Acervos do Museu de Capitólio MG, para que a mesma delibere sobre o acervo existente e também sobre novas aquisições que virem a ser ofertadas ao Museu; - Elaborar o sistema de documentação para o acervo do Museu de Capitólio MG, de modo a permitir uma documentação dentro das normas e parâmetros museológicos; - Realizar o arrolamento do acervo existente do Museu de Capitólio MG; - Realizar a conservação preventiva do acervo sob a posse da Associação dos Empresários de Turismo de Capitólio - ASCATUR; - Realizar pesquisa e mapeamento de acervos que possam vir a ser incorporados ao Museu de Capitólio MG; - Participar da Primavera dos Museus 2024, evento promovido pelo IBRAM, com uma ação cultural e educativa a ser definida após divulgação do tema do evento pelo IBRAM.
A cidade de Capitólio, situada na Mesorregião Sul e Sudoeste do estado de Minas Gerais, é fruto do intenso movimento de exploração das regiões centrais do país e muitos são seus aspectos marcantes. Um de seus grandes atrativos são as formações rochosas, reflexos das mudanças geológicas ocorridas durante milênios, que tornam Capitólio uma importante área de estudo, baseado na diversidade geológica que apresenta (rochas como quartzito, filito e xisto) e por estar inserida em uma região de encontro de unidades tectônicas: a Nappe de Passos e o Cráton São Francisco, encontro que eclodiu nos deleitosos cânions e paredões. Além das belezas naturais, o estado de Minas Gerais é cenário de intensas trajetórias e culturas. Até o início do século XVI, o território mineiro era povoado exclusivamente por grupos indígenas. A região sudoeste pertencia, principalmente, aos Cataguás e ao tronco linguístico Macro-Jê. Com o início das expedições, em busca de minerais e terras, os Cataguás foram dizimados e as etnias Macro-Jê conquistadas. A partir do século XIX, o sudoeste de Minas entra na rota tropeira. A região que hoje contempla a cidade de Capitólio era denominada como "Mata do Rio Piumhi" e sua história remonta a dois portugueses, Machado de Faria e Gonçalvez de Morais, considerados os primeiros exploradores da região. Após alguns anos, fazendas já eram erguidas e um pequeno comércio era instalado. O crescimento da região e a fundação do povoado antecessor a Capitólio acontece com a chegada, por volta de 1830, de três irmãos: João Francisco, Manoel Francisco e Antônio Francisco. Em homenagem aos irmãos o povoado recebe o nome de "Arraial dos Franciscos", ou ainda, para os regionais "Arraial dos Cabeças", em alusão ao tamanho das cabeças dos três fundadores. Ainda no século XIX, as doações de Pedro Messias, fazendeiro da região, fizeram com que o povoado fosse nomeado "Arraial de São Sebastião dos Franciscos" em honra ao padroeiro escolhido para a capela da comunidade. Com a chegada do século XX algumas mudanças políticas aconteceram, São Sebastião dos Franciscos tornou-se distrito e foi anexado ao município de Guapé. Capitólio conquistou sua emancipação político-administrativa apenas no dia 27 de setembro de 1948. Sua nomenclatura revela uma homenagem ao templo romano "Capitolium" e foi sugerido pelo Sr. Abel de Moraes Bello como uma forma modernizada de relembrar as grandezas de Roma. Um dos momentos que mais impactaram a região foi a construção, em meados de 1958, da Usina Hidrelétrica de Furnas, instalada no Rio Grande, que objetivava evitar o colapso energético do país previsto para a década de 60. No ano de 1963 a usina entrou em funcionamento. Os impactos ocasionados por sua construção foram gigantescos em vários aspectos. Cerca de 22,4% da área total do município foi inundada, o que gerou a desapropriação de milhares de famílias. Perderam-se plantações e animais, e sua população decaiu perceptivelmente. Contudo, não são apenas faces negativas as transformações provindas de Furnas. Hoje, Capitólio é uma das cidades escolhida pela Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais - SETUR-MG como Destino Indutor de Minas Gerais, e suas belezas naturais mesclam-se às criadas pela usina. O Lago de Furnas é um exemplo desta junção e seu balneário é reconhecido como o "Mar de Minas", paraíso turístico que atrai visitantes de todo o Brasil. Capitólio, cidade de superação e união, hoje com mais de oito mil habitantes, objetiva preservar sua identidade cultural e seu meio ambiente para que todos tenham acesso a estes e descubram as belezas capitolinas, bem como, suas histórias salvaguardadas e perpetuadas por seus munícipes. A presente proposta atende os incisos I, II, VI e VIII do Art. 1° da Lei Federal 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Uma vez que contribui para facilitar os meios para o livre acesso às fontes da cultura; promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; preserva os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória ao aplicar todos estes incisos na elaboração do Plano Museológico e demais documentos que serão elaborados no âmbito desta proposta. Entre os objetivos que serão alcançados destacamos os descritos no inciso III, alínea a, do Art. 3° da Lei Federal 8.313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; Uma vez que as ações previstas na proposta visam preservar e difundir o patrimônio artístico, cultural e histórico de Capitólio, mediante a elaboração do plano museológico do Museu de Capitólio, incluindo as ações de conservação preventiva e tratamento técnico de seu acervo; estimula o conhecimento dos bens e valores culturais, permitindo acesso gratuito do público a todos os produtos resultantes desta proposta cultural
não se aplica
Produto: MODERNIZAÇÃO E EQUIPAGEM DE MUSEUS E ESPAÇOS CULTURAIS ACESSIBILIDADE FÍSICA: As reuniões e apresentações que envolvem o trabalho de elaboração do plano museológico e demais documentos, serão feitos em local com acessibilidade plena. - Rampas de acessibilidade- Pisos planos em toda a área de circulação;- Portas com largura adequada para cadeirantes;- Iluminação adequada para a circulação de todo tipo de visitante;- Salas de reuniões e auditórios que respeitam as medidas de acessibilidade universal; ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS E VISUAIS: Em atendimento ao Art. 25 da IN nº 01 de 10 abril de 2023, serão adotadas as seguintes medidas de acessibilidade para pessoas com deficiência Auditiva e Visual: - Disponibilizar, quando possível, réplicas ou objetos em duplicidade no acervo para contato tátil das pessoas com deficiência, em especial as que possuem deficiência visual. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Projeto dispensado de apresentar Ações formativas Culturais como Contrapartida Social, por ser não se tratar de comercialização de ingressos ou produtos, conforme Art. 30 da IN MinC nº1, de 10 de abril de 2023.
Para ampliar o acesso ao público serão atendidas as medidas previstas no inciso V do Art. 28 da IN MinC n°1, de 10 de abril de 2023. V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. De acordo com o inciso V da citada normativa, será permitida a captação e veiculação de imagens das atividades, bem como será autorizada sua veiculação por redes públicas de televisão. CONTRAPARTIDA SOCIAL: Projeto dispensado de apresentar Ações formativas Culturais como Contrapartida Social, por ser não se tratar de comercialização de ingressos ou produtos, conforme Art. 30 da IN MinC nº1, de 10 de abril de 2023.
Diretoria ASCATUR: Presidente: Rafael Leite de Freitas Vice-Presidente: Vitor Oliveira Vasconcelos Secretária: Viviane Garcia Goulart Vice-Secretária: Talita Alves Soares Tesoureiro: Diego Henrique Zaparoli Vice-Tesoureiro: Gustavo Gonçalves de Souza Mata A Diretoria se envolve de forma voluntária nas ações do Museu. A diretoria é responsável pelas decisões que envolvem o Museu e respectivamente será a responsável pelo processo decisório no âmbito do projeto. Os membros da diretoria participarão de forma ativa durante a execução do projeto. A contratação de consultores/curadores será para subsidiar tecnicamente as ações e projetos da instituição. Nenhuma ação ou projeto será levada a efeito sem a aprovação da diretoria do proponente. PRESIDENTE Rafael Leite de Freitas: 35 anos; Empresário; Graduado em Engenharia Agrícola e Ambiental pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) 2011; Associado fundador da Associação dos Empresários de Turismo de Capitólio (ASCATUR), onde atuou como Tesoureiro, Vice-presidente e atualmente ocupa o cargo de Presidente. Membro efetivo do Conselho Fiscal da Cooperativa de Crédito Sicoob Credicapi. Sócio Administrador na empresa Pousada Mar de Minas LTDA. VICE-PRESIDENTE Vitor Oliveira Vasconcelos: 28 anos; Empresário; Graduado em Engenharia de Biossistemas pela Universidade de São Paulo de 2012 a 2017; Vice-Presidente da Biossistec Jr. Gestão 2015; Voluntário AIESEC Romênia(2016) e Croácia (2017); Curso Gestão Financeira para o Agro 2018; Socio-fundador da Pousada Escarpas Eco Village, Velloa Passeios Náuticos, Capitólio Escarpas Turismo, Taboa Restaurante e La Parrilha Escarpas. SECRETÁRIA Viviane Garcia Goulart: 28 anos; Empresária; Graduada em Direito desde 2017; Pós-graduada em gestão de negócios desde 2019; Sócia na Empresa Hotel Chalé Capitólio e Cascalheira Tropeiro LTDA. VICE-SECRETÁRIA Talita Alves Soares: 38 anos; Empresária; Graduada em Zootecnista formada pela Universidade Estadual Paulista (UNESP - Ilha Solteira); Pós-graduada em Nutrição de Gado Leiteiro pela Faculdade de Zootecnia de Uberaba (FAZU); Bacharel em Ciências Contábeis pela Universidade de Franca (UNIFRAN); Desde 2021 é Secretária Executiva Sindical no Sindicato Rural de Capitólio e Agente de Desenvolvimento Rural, junto ao Senar Minas; Desde 2020 é sócia proprietária na Zoovet consultoria e representação comercial; Desde 2021 e sócia proprietária da Bourbon Cafeteria. TESOUREIRO Diego Henrique Zaparoli: 35 anos; Empresário; Gastrônomo pela Universidade Cruzeiro do Sul 2019-2022; Técnico em Química pelo Escola Técnica de Passos de 2010 a 2012; Designer de Interiores e Projetista pela Escola Técnica de Passos de 2014 a 2016; Sócio-proprietário da Projeta Interiores em Passos/MG em 2014; Vendedor Via Varejo de 2012 a 2014; Auxiliar de Farmácia na Santa Casa de Passos de 2008 a 2010; Subgerente da Loja Pernambucanas em Paulínia SP de 2006 a 2008; Atualmente Sócio-fundador do Restaurante Tô Aqui LTDA. VICE-TESOUREIRO Gustavo Gonçalves de Souza Mata: 43 anos; Empresário; Graduado em Administração de Sistemas de Informação pela UNA, Pós-Graduado em Gestão de Negócios pela FGV, MBA em Gestão de Saúde e Instituições Financeiras pelo IBMEC, Pós-Graduado em Marketing pela UNA, MBA em Gestão Financeira pela Don Cabral; Gerente de remuneração e contrato de trabalho Gerdau 2014, Gerente de remuneração VALE/VLI, gerente executivo LATAM de recursos humanos na Danfoss 2020; Proprietário da empresa Damata Balonismo e piloto de balão. Serão selecionados e contratados (1) um historiador, (4) quatro auxiliares de pesquisa e (1) um auxiliar administrativo. Curadoria Executiva: João Paulo Correa: Museólogo, registro COREM 063-I, sócio-gerente da Viés Cultural Museologia e Patrimônio, empresa com registro no COREM 5ªR 001-J, atua há mais de dez anos na área museológica coordenando planos museológicos, elaborando e executando projetos de exposições, reservas técnicas, tratamento técnico e documentação de acervos. Atuou/a como responsável técnico de diversos projetos museológicos. Será responsável técnico pelos serviços de museologia do Memorial do Basquetebol de Ponta Grossa. Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4805016Z7 Maurício da Silva Selau: Historiador, Mestre em História Cultural, Doutorando em Museologia, sócio proprietário da Viés Cultural Museologia e Patrimônio, atua há mais de quinze anos na área de patrimônio cultural, com ênfase em processos museológicos, participando de pesquisas, elaboração de planos museológicos, projetos de exposições, elaboração e gestão de projetos. Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4773600P8
PROJETO ARQUIVADO.