Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 235976Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

A SAGA DAS MULHERES GAUCHAS DESBRAVADORAS DAS FRONTEIRAS AGRÍCOLAS

LISBOA & ROCHA CONSULTORIA LTDA
Solicitado
R$ 187,1 mil
Aprovado
R$ 187,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-01-15
Término
2026-11-22
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto visa a edição, publicação e distribuição gratuita do livro "A saga das mulheres gaúchas desbravadoras das fronteiras agrícolas".

Sinopse

A) Detalhes do tema central que será abordado no livro. O livro apresentará o capitulo que falta ser escrito sobre a história do povoamento das fronteiras agrícolas do Brasil. Mostrará que a história da mulher é diferente a dos agricultores e seus filhos, que já foram contadas. Qual é a diferença? Elas desempenharam duas funções. A primeira a de mãe que precisou cuidar da saúde, educação, alimentação e segurança dos seus filhos vivendo em lugares complemente isolados. Onde uma infecção de garganta tinha potencial de ser mortal por falta de medicações e assistência médica. A outra função foi a de trabalhar na implatação das lavouras lado a lado com os homens. A maioria das famílias de gaúchos e de seus descendentes que povoaram as fronteiras agrícolas apostaram tudo que tinham no sonho de ter dias melhores. Venderam o tinha em investigaram no sonho. Nos primeiros anos viveram em barracas de lonas. B) Apresentação de como o autor pretende dividir, por capítulos, o conteúdo do livro. Primeira parte - Como foi tomada a decisão de ir para as fronteiras agrícolas. Segunda parte - A viagem. Terceira parte- A chegada. Quarta parte: O cotidiano nas novas terras. Quinta parte - As crises. Sexta e última parte: Consolidação da nova realidade. C) Relevância do tema abordado para a área cultural brasileira. A história do povoamento das fronteiras agrícolas do Brasil precisa fazer parte dos livros escolares. Além de ter sido um pilar do que chamamos hoje de agronegócio, ela mistura a cultura dos gaúchos com outras dos estados do Centro-Oeste, Norte e Nordeste do Brasil, cujo resultado dessa mistura precisa ser conhecido. Com esta meta, o livro estará disponível em escolas e outros estabelecimento gratuitamente, podendo servir de fonte de conhecimento, consulta e pesquisa sobre o tema para estudantes, professores e outros profissionais.

Objetivos

Obejtivo Geral: O objetivo desse projeto é produzir um livro resgatando a história das mulheres gaúchas desbravadoras das fronteiras agrícolas. Produto LIVRO: -Formato impresso - Produzir, publicar e distribuir gratuitamente 1.000 exemplares do livro. - Formato digital _ Disponibilizar gratuitamente um e-book na internet.

Justificativa

O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1° da Lei 8.313/91: I _ contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. III -apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade, dentre os elencados no Artigo 3° da Lei 8313/91: II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: b _ edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes. A aprovação através da Lei de Incentivo à Cultura será fundamental para a realização de nosso projeto, pois dará credencial para buscarmos os recursos necessários para viabilizar sua execução. A proposta do livro é abordar aspectos pendentes de registros sobre a importância da participação das mulheres no desbravamento agrícola. 1. Por que contar a história das agricultoras gaúchas nas fronteiras agrícolas? A história das famílias dos agricultores gaúchos e seus descendentes que povoaram as fronteiras agrícolas nos 1970 foi contada pela metade. Contamos apenas a parte dos homens. A mulher aparece como coadjuvante. Enquanto não resgatarmos a participação delas nessa saga, a história não estará completa. 2. Qual foi a participação delas? As agricultoras gaúchas sempre pegaram junto com os seus companheiros nas lidas da roça. Mas, antes, elas tinham a seu dispor uma estrutura de casa, escolas, hospitais, estradas, telefones, igrejas e tudo mais necessário para cuidar da família. Nada disso existia nas fronteiras agrícolas. Só havia uma imensidão de terras inexploradas, doenças que nunca tinham ouvido falar (como a malária). Faltavam medicamentos, hospitais, médicos e a lei. O que elas fizeram para cuidar dos filhos e do trabalho na lavoura nesse ambiente hostil? 3 _ Qual foi papel das mulheres quando as coisas começaram a dar errado e o desespero bateu à porta? Voltar para o Rio o Grande do Sul não era uma opção para as famílias nas fronteiras agrícolas. Vou explicar por que as coisas não deram certo na primeira década da migração. O principal motivo foi que o único produto que crescia na região era o arroz do seco. Mas a maioria das safras apodrecia nas lavouras porque não havia estradas para escoar a produção para os mercados consumidores nos grandes centros urbanos do país. E quando conseguiam levar o arroz para o comércio varejista das cidades o valor que recebiam não cobria os custos do transporte. As coisas só começaram a dar certo na década de 80, quando a Embrapa desenvolveu uma semente de soja que podia ser plantada na Linha do Equador. A soja é um produto de exportação que ajudou a estruturar as fronteiras agrícolas. 4 - Qual é o papel da mulher no momento atual? Aqui é a realidade atual da mulher na fronteira agrícola. O processo de conhecimento da história das mulheres agricultoras se dará através de coleta de informações, pesquisas e entrevistas que serão realizadas através de viagens nas principais cidades que receberam a colonização gaúcha. O autor e o fotógrafo realizarão viagens aos estados de s estados de Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Amazonas, Mato Grosso, Goiás, Tocantins, Maranhão, Bahia. O livro terá uma tiragem de 1.000 exemplares e será distribuído gratuitamente às escolas públicas, bibliotecas, centros culturais e ao público em geral. O livro digital será disponibilizado gratuitamente na internet, assim como o documentário que será produzido durante a viagem.Para atingirmos o maior número de pessoas realizaremos ampla divulgação nas mídias sociais, impressas, radiofônicas e também utilizaremos a remessa através de parcerias dos Correios (registro módico) e entrega direta.

Estratégia de execução

Não há.

Especificação técnica

Livro: “A saga das mulheres gaúchas desbravadoras das fronteiras agrícolas".Tiragem: 1.000 exemplares (sem orelhas)Capa: 78 x 31 cm, 5 x 0 cores, Tinta Escala em Kraft 280g. Prova Epson.Miolo: 116 pgs, 23 x 31 cm, 5 cores, Tinta Escala, Tinta Pantone em Offset LD 120g. Prova Epson.Lombada: 10mm, Dobradeira (Miolo), Intercalação Automática (Miolo), Costura (Miolo), Lombada Super PUR (Miolo), Corte Triateral (Miolo), Relevo Seco, corte/Vinco (Capa)

Acessibilidade

PRODUTO: LIVROACESSIBILIDADE FÍSICA: O formato impresso permite aos portadores de necessidades especiais e idosos fácil acesso e manipulação do produto cultural,estando assim de acordo com a legislação vigente.Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: não há. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTE VISUAIS: Será produzido Código QR MP3 que disponibilizará o audiolivro aos deficientes visuais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA:Audiodescrição ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS:Não se aplica por ser um livro. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não há. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENCÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS. Não se aplica por ser um livro. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não há.

Democratização do acesso

PRODUTO: LIVROOs livros não serão comercializados. Serão editados 1.000 exemplares que serão distribuídos gratuitamente ao público. Ampliação de acesso de acordo com o Art. 28 da Instrução Normativa nº 01 de 10/04/2023:I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando20% (vinte por cento);

Ficha técnica

Nome: Lisboa & Rocha Consultoria Ltda. Funções: Projeto Cultural - Produção e Coordenação Geral - Atividade remunerada pelo projeto. Atividades: responsável pela gestão do processo decisório, produção, coordenação geral e acompanhamento de todo oprojeto; criação de estratégia na busca do patrocínio; contratação dos serviços; condução do evento de lançamento, disponibilização dos exemplares do livro. Currículo: Produtora Cultural desde 2005. Principais projetos culturais realizados: ”Encontro Estadual dDe Coros Das Associações Atléticas Do Banco Do Brasil Do Rio Grande Do Sul” – Abril 2022 - Pronac 1285988; “Jornada Cultural” – Março 2022 - Pronac 185870; Livro “O Mar De Dentro No Continente De São Pedro: A Importância Da Hidrovia Na Povoação E Desenvolvimento Do Rio Grande Do Sul” - Outubro 2021- Pronac 200207; Livro: “De Pai Para Filho Na Migração Gaúcha” – Abril 2019 - Pronac 1511274 ; Livro: “Cinquenta Anos De Histórias E Memórias Do Clube Do Professor Gaúcho” – Agosto/2016 - Pronac 160342; Revista: Aabb Porto Alegre Conta Sua História – Outubro/2013 - Pronac 129695; IX Encontro Estadual De Coros De Aabb Do RS -Pronac 110565;– Festival Cultural Luso – Pronac 073710. Nome: Carlos Wagner Funções: Pesquisa – Entrevistas - Texto - Redação Currículo: Jornalista. Autor dos livros: Brasiguaios: homens sem pátria (Editora Vozes, 1990); A Saga do João Sem Terra (Vozes, 1989); Brasil de Bombachas 1 (L&PM Editores, 1995); Brasil de Bombachas 2 (Duetto/Rimoli,2011); País -Bandido (RBS Publicações, 2006); Monges barbudos &O massacre do fundão (Mercado Aberto, 1981); A Guerra dos Bugres (EditoraTche, 1986); De pai para filho na migração gaúcha (2019). Repórter há mais de 40 anos, atuou nos jornais O Interior, de Carazinho (RS) e Zero Hora, do Grupo RBS, e em mais de dezenas de reportagens publicadas. Está entre os dez jornalistas mais premiado de todos os tempos, segundo o levantamento do informativo Jornalista & Cia., conquistou 38 prêmios como ARI de Jornalismo, Direitos Humanos, Imprensa Embratel, ABM Jornalismo, Setecergs, entre outros. Nome: Emilio Carlos Sales Pedroso Função: Fotógrafo e Produtor de Imagens Currículo: Jornalista. Repórter fotográfico há mais de 40 anos. Trabalhou no jornais “O Interior” da Fecotrigo e “Zero Hora”,onde atuou por 23 anos. Responsável pelas imagens dos livros "O Mar de Dentro no Continente de São Pedro" de Luiz Reni Coutinho e de “De pai para filho na migração gaúcha” de Carlos Wagner. Nome: Mariana Álvares Bertolucci Função: Coordenação Editorial - Edição - Projeto Gráfico - Assessoria de Imprensa Currículo: Jornalista. Especialização em Práxis da Criação Textual: literatura, canção, cinema e rádio na Faculdade de Letas da UniRitter. Certificação em Fabricação de Padrões. Aluna destaque 2014 a 2016. Top 5 Projetos para Idosos, Show de Moda e Artes para Idoso. Repórter e produtor em diversos editoriais em especial variedade e cultura, Colunista Social no Jornal Zero Hora/Grupo RBS (1995 a 2011). Fundadora, Diretora, Editora, Cronista e Repórter da Revista Bá 2013 a 2019). Repórter da Câmara Municipal de Porto Alegre - Assessoria de Imprensa do Gabinete da Presidência para o site da CMPA (2020) Nome: Elton Artur Werb Função: Revisão Currículo: Jornalista. Trabalhou 33 anos em redação. Revisor, repórter, editor dos cadernos do jornal “Zero Hora” (Eureka,Globaltech, Zh Digital, Dinheiro, Vida). Revisor dos livros "O Mar de Dentro no Continente de São Pedro" de Luiz Reni Coutinho e de “De pai para filho na migração gaúcha” de Carlos Wagner.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.