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O projeto "DESPERTAR RACIAL" envolve a produção de filme documentário média-metragem, com aproximadamente 70 minutos de duração em 4k, que, a partir de histórias sobre o encontro de pessoas com sua negritude, buscará entender como o letramento racial pode ser uma das estratégias do combate ao racismo e fortalecer uma mudança efetiva da sociedade em torno do assunto. Será trabalhada a ideia de documentário expandido, com a geração de produtos complementares: website (com a função de agregar os conteúdos em um só lugar); e-book (com compilado das pesquisas para realização do filme); cartilha digital (material educativo de apoio); podcast (explicando de forma mais direta os temas em discussão). O acesso a todos os produtos será gratuito.
O documentário ‘DESPERTAR RACIAL’, ao longo de 70 minutos, busca entender como o letramento racial pode ser uma das estratégias para uma mudança efetiva da sociedade em torno dos impactos do racismo sobre a população negra. A partir da história e das indagações pessoais da codiretora Fernanda Rosário em torno de sua trajetória de valorização da negritude, a narrativa do documentário, de caráter reflexivo e inspiracional, apresentará personagens negros de diferentes regiões do Brasil que possam discutir seus processos de despertar racial e suas atuações pautadas no letramento em diferentes esferas da sociedade. O filme deve funcionar como uma ferramenta, em si mesmo, desse letramento, inspirando pessoas no processo de identificação/aceitação de sua história e raça por meio de exemplos, além de falar da importância do letramento racial na vida de pessoas negras e consequentemente de toda a sociedade. A obra também pretende refletir sobre o papel de cada esfera da sociedade na construção desse entendimento. Estruturado com base no conceito de “documentário expandido”, que leva a discussão sobre seus temas para outros espaços e mídias além da narrativa do filme, o média-metragem articulará a produção entrelaçada de diversos conteúdos complementares. O website do documentário será o epicentro dessa produção, ao organizar, em primeiro lugar, informações sobre o próprio filme. Serão ali destacadas, por exemplo, vídeo-pílulas (de 1 a 2 minutos) extraídas do trabalho de captação de imagens, além de textos que explicarão pontualmente ideias, conceitos e informações cruciais relacionadas a esse campo. No website, será possível ainda ouvir os episódios de um podcast (a ser oferecido também nas plataformas especializadas nesse formato) feito em parceria com personagens dos filmes, pesquisadores do assunto e instituições de ensino. Os episódios do podcast (de até 10 minutos) serão construídos como uma ferramenta de “letramento na prática”, com o objetivo de ser mais pedagógico e breve, explicando de forma mais direta os temas dessa discussão. Exemplos de temas: qual o significado de letramento racial; o que fazer ao ser vítima ou presenciar casos de racismo; como combater o racismo recreativo; como levar o letramento para dentro de casa; o letramento se aplica para outros grupos étnico-raciais. O podcast pretende ser mais acessível, para ser compartilhado em ferramentas como WhatsApp/TikTok e chegar a mais pessoas. Estará disponível também o download de duas publicações: um e-book com o material levantado durante o processo de pesquisa do filme, na fase de pré-produção, e uma cartilha para uso educacional, voltada a escolas e professores interessados em incluir os temas do documentário em aulas, disciplinas e atividades extracurriculares. Classificação indicativa de todos os produtos do projeto: livre para todas as idades.
Objetivo Geral Produzir filme de média-metragem com 70 minutos de duração, sendo um documentário de impacto com caráter inspiracional, a fim de apresentar a história de despertar racial e o processo de autoidentificação de pessoas racializadas, revelando como o racismo influencia seus entendimentos e sua aceitação racial, além de conscientizar os espectadores sobre a importância do letramento racial como ferramenta de (re)educação antirracista para uma sociedade mais igualitária. Objetivos Específicos A. FILME DOCUMENTÁRIO DE MÉDIA-METRAGEM (70 minutos): - Produzir e finalizar o filme documentário de média-metragem 4k digital, com aproximadamente 70 minutos, intitulado DESPERTAR RACIAL; - Disponibilizar o filme na íntegra em plataformas digitais gratuitas e de fácil acesso, como Youtube, Vimeo ou similares; - Alcançar cerca de 3.400 espectadores por meio de exibições virtuais. B. OBRA EXIBIDA: - Realizar sessões de exibição do filme em organizações de ensino públicas (escolas e universidades) e em organizações sociais ligadas aos temas do documentário; - Alcançar cerca de 1.200 espectadores por meio de exibições presenciais. C. WEBSITE: - Criar e difundir website a fim de agregar os conteúdos referentes ao filme; - Alcançar 1.000 pessoas por meio do website. D. E-BOOK: - Criar um e-book, com um compilado das pesquisas realizadas, para aprofundamento dos temas do projeto; - Alcançar 200 pessoas por meio do e-book. E. PODCAST: - Produzir um podcast, na perspectiva dos diretores, a fim de apresentar os temas da discussão de forma mais pedagógica e breve, com 10 episódios de 10 minutos cada; - Alcançar 500 pessoas por meio do podcast. F. CARTILHA DIGITAL: - Criar uma cartilha digital, escrita como um material educativo de apoio para facilitar e propor formas de introduzir o tema em salas de aula; - Alcançar 100 pessoas por meio da cartilha digital.
O projeto ‘DESPERTAR RACIAL’ envolve a produção de um filme documentário em 4k, de aproximadamente 70 minutos, que buscará entender como o letramento racial pode ser uma das estratégias para uma mudança efetiva da sociedade em torno dos impactos do racismo sobre a população negra. Ao longo do documentário, será acompanhada a jornada do despertar racial de pessoas negras, mostrando diferentes caminhos de valorização da negritude e de aceitação de suas identidades. O racismo pressupõe a racialização das relações, ou seja, o estabelecimento arbitrário de direitos e lugares hierarquicamente diferentes para brancos e não-brancos, que legitima uma pretensa supremacia da população branca. Para combatê-lo, são necessários posicionamentos, ações e esforços contínuos de pessoas racializadas e também por indivíduos brancos _ de modo que estes se envolvam no diálogo e aprendam sobre o contexto histórico-social que levou à construção de um imaginário de superioridade da branquitude e passem a questionar esse sistema de opressões, buscando entender o seu papel no processo e combatendo as desigualdades. São cotidianos os casos de racismo em nossa sociedade, essa prática não está apenas no passado. De acordo com a pesquisa "Percepções sobre o racismo no Brasil"*, encomendada pelo Instituto de Referência Negra Peregum e pelo Projeto SETA (Sistema de Educação por uma Transformação Antirracista) e desenvolvida pelo IPEC (Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica), publicada em 2023, 81% dos participantes afirmam que o Brasil é um país racista e 44% das pessoas consideram que a raça/cor/etnia é o principal fator gerador de desigualdades no Brasil. Os dados obtidos com o estudo indicam os impactos do racismo na população brasileira, tais como exclusão, marginalização e sub-representação de grupos populacionais em função de sua raça/cor/etnia, entre outros aspectos da discriminação racial em curso no país. O Letramento Racial é um termo que se refere à prática social de compreender como a racialização funciona na sociedade e sua influência nas vivências e experiências dos sujeitos nas diversas esferas da vida social. O letramento racial é uma importante ferramenta para educar e (re)educar as pessoas, pois está relacionado com a necessidade de desconstruir formas de pensar e agir que foram naturalizadas na nossa sociedade e que perpetuam preconceitos e desigualdades. Esta ferramenta permite aos indivíduos desenvolver a capacidade de interpretar códigos e práticas racistas em diversos contextos, de modo que seja possível repensar as relações raciais, refletir sobre as estruturas da sociedade e questionar os lugares de poder socialmente impostos. Tendo em vista que o racismo impacta negativamente na autoestima das pessoas racializadas durante toda a vida, gerando conflitos de identificação e de autoimagem em nome de um padrão branco dado como superior, o processo de Despertar Racial é um processo de autoidentificação pelo qual essas pessoas passam em que questionam seu lugar no mundo e desenvolvem um maior entendimento racial, em uma jornada de autoaceitação. Desse modo, o filme ‘DESPERTAR RACIAL’ abordará a importância do letramento racial para reduzir as desigualdades e combater o racismo com o objetivo de conscientizar as pessoas inspirando-as a agir, ao mesmo tempo em que buscará evidenciar o processo de autoidentificação de pessoas racializadas, revelando como o racismo influencia seus entendimentos e sua aceitação racial O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: "Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; [...]" E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91: "[...] II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. [...]" A partir do exposto, entendemos que o projeto se encaixa na referida lei, pois objetiva a produção de obra cinematográfica de média-metragem, utilizando da pesquisa e criação artística como um meio para o letramento racial, inspirando pessoas no processo de identificação/aceitação de sua história e raça, além de falar da importância do letramento racial para toda a sociedade, promovendo importantes discussões sobre os temas abordados. *FONTE: Site ‘Percepções Sobre o Racismo’. Instituto de Referência Negra Peregum e Projeto SETA (Sistema de Educação por uma Transformação Antirracista). Disponível em: https://percepcaosobreracismo.org.br/
Profissionais que irão viajar e suas respectivas funções no projeto: - Diretores: Fernanda Pereira Fernandes Rosário e Lucas Martins de Andrade Melo;- Diretor de fotografia: Vinícius Bopprê Oliveira;- Operador de som direto: a definir*;- Logger: a definir*. *Por não se enquadrar às principais funções da ficha técnica e por se tratar de prestadores de serviços específicos, a definição desses profissionais será realizada posteriormente, junto à fase de pré-produção do projeto.
DETALHAMENTO TÉCNICO: O filme documentário "DESPERTAR RACIAL" contará com duração de aproximadamente 70 minutos. A finalização/resolução do filme será 4k digital. Cada diária de filmagem será realizada com: 3 (três) câmeras Sony Alpha 7 iv; 3 (três) tripés Manfrotto com cabeça hidráulica; e 4 (quatro) lentes, grande angular 16mm 2.8, normal 50mm 1.4, zoom 28-70mm 2.8 e teleobjetiva 70-200mm 2.8 e-mount E. Além disso, será utilizado 1 (um) equipamento de estabilização de imagem Ronin, voltado para captura de imagens em movimento, e 1 (um) drone DJI mini 2 4k para uma maior cobertura de imagens. Para a parte de áudio serão utilizados: 2 (dois) microfones lapelas Sennheiser G4; 1 (um) boom com vara e suporte Sennheiser mk600; e 1 (um) gravador Tascam 4 canais. Os equipamentos de luz serão 3 (três) iluminadores LED Aputure Amaran 200x com tripés, bandoor e softbox. Para logagem do material será utilizado computador MacBook Pro, cartões de memória Sandisk e HDs externos portáteis Seagate. Os sets de filmagem serão organizados em três etapas: a primeira para montagem do set e setup do equipamento; a segunda para a realização de entrevista; e a última dedicada à ação, quando os personagens realizam suas tarefas cotidianas e revelam seu habitat, ética e envolvimento com os temas e assuntos concernentes ao filme. PÚBLICO-ALVO: - Organizações que trabalham para desenvolver e/ou divulgar iniciativas voltadas ao letramento racial e/ou combate antirracista.- Empresas públicas e privadas interessadas em ações de promoção do combate antirracista, assim como seus colaboradores.- Estudantes de ensino médio e superior, professores e coordenadores pedagógicos de instituições públicas e privadas de ensino. - Formadores de opinião: jornalistas, influenciadores. - Público em geral. ESTRATÉGIAS DE DIVULGAÇÃO: O filme é o ponto de partida para uma série de ações que visam informar e conscientizar sobre a importância do letramento racial, gerando reflexões sobre identidade racial e (re)educação antirracista. A estratégia de divulgação passará pela criação de um sítio virtual que vai abrigar conteúdos multimídia: um e-book reunindo as pesquisas desenvolvidas para criação do filme e uma cartilha digital como material educativo de apoio para projeções coletivas em escolas, universidades e organizações sociais. Serão criados e difundidos conteúdos extras, como cartazes e trailers. O projeto contará com assessoria de imprensa para alcançar o público de maneira abrangente. As redes sociais serão movimentadas com conteúdos do documentário e sobre a temática trabalhada.
A. MÉDIA-METRAGEM: Acessibilidade FÍSICA: não se aplica ao média-metragem por se tratar de um projeto audiovisual com distribuição virtual. B. OBRA EXIBIDA: Acessibilidade FÍSICA: Ao selecionar escolas e instituições para exibição do filme, serão consideradas as formas de acessibilidade física ao espaço: rampas para cadeiras de rodas; banheiros adaptados; portas com a largura adequada para a passagem de cadeira de rodas; áreas de passagem sem obstáculos para a circulação; piso tátil para auxílio na locomoção de deficientes visuais. A. MÉDIA METRAGEM / B. OBRA EXIBIDA: Acessibilidade de CONTEÚDO: o filme estará disponível às pessoas com deficiência visual por meio de audiodescrição e às pessoas com deficiência auditiva por meio de legendas descritivas e LIBRAS. Além disso, o filme contará com legendagem em inglês e espanhol. PRODUTOS COMPLEMENTARES - Website, podcast, e-book e cartilha digital: Acessibilidade FÍSICA: o plano de difusão dos materiais complementares website, e-book, cartilha digital e podcast é totalmente virtual, não sendo necessário prever medidas de acessibilidade física. Acessibilidade de CONTEÚDO: C. Website: será criado de forma compatível com vários dispositivos e tecnologias assistivas (para facilitar o uso de softwares de leitura de tela, por exemplo). Algumas medidas serão adotadas, como o uso do VLibras, utilização de contraste alto e descrição de imagens. Será contratado um Consultor de acessibilidade para garantir que o website seja acessível. D. E-book: arquivo de texto compatível com leitura automática, transposição para audiobook. E. Podcast: legenda descritiva. F. Cartilha digital: arquivo de texto compatível com leitura automática, transposição para audiobook.
A. FILME DOCUMENTÁRIO MÉDIA METRAGEM: A distribuição do filme digitalmente será em plataformas gratuitas e de fácil acesso, como Youtube, Vimeo ou similares, a fim de potencializar o alcance. Distribuição do filme totalmente gratuita. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 3.400 pessoas virtualmente. B. OBRA EXIBIDA: A distribuição presencial do documentário “DESPERTAR RACIAL” será em sessões de exibição para instituições de ensino públicas e privadas, assim como organizações sociais e comunitárias ligadas ao tema. Distribuição do filme totalmente gratuita. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 1.200 pessoas presencialmente. C. WEBSITE: O projeto contará com uma estratégia de impacto que reúne a produção de materiais complementares que serão disponibilizados de forma gratuita online, reunidos no website do projeto, que será responsável por agregar esses conteúdos - a produção de um podcast, um e-book e uma cartilha digital. Esses materiais irão circular também nas redes sociais do projeto, da produtora responsável pelo filme e dos profissionais envolvidos. Distribuição do website totalmente gratuita. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 1.000 pessoas. D. E-BOOK: Será produzido e-book com um compilado das pesquisas realizadas na criação do documentário, para aprofundamento dos temas do projeto e compartilhamento das informações. Será disponibilizado no website do projeto, gratuitamente. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 200 pessoas. E. PODCAST: Será produzido um podcast com 10 episódios de 10 minutos cada, onde os dois diretores do filme - Fernanda Rosário e Lucas Melo - irão conduzir entrevistas com estudiosos que irão responder e contextualizar sobre os temas que compõem o letramento racial. Será disponibilizado no website do projeto, gratuitamente. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 500 pessoas. F. CARTILHA DIGITAL: Será criado um material educativo no formato de uma cartilha digital, que servirá como material de apoio para introduzir o tema do documentário em salas de aula. Será disponibilizado no website do projeto, gratuitamente. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 100 pessoas. O plano de distribuição da proposta está de acordo com o Artigo 27 da Instrução Normativa publicada em 10 de abril de 2023, visando assegurar a democratização do acesso aos produtos resultantes do projeto, observando o seguinte: “I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores [...]; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto [...]” Além disso, serão adotadas as seguintes medidas de ampliação de acesso, de acordo com o Artigo 28 da IN: “I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento). [...] IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal”.
DEUSDARÁ FILMES LTDAProponente e responsável por todas as decisões operacionais, administrativas e financeiras do projeto Deusdará Filmes é uma produtora audiovisual independente dedicada a realizar documentários de impacto. Iniciamos nossas atividades em 2007, ainda como um laboratório para realização de documentários-pesquisa e experimentos audiovisuais. Algumas de nossas produções: -CIBERNÉTICAS: um documentário de Graziela Mantoanelli sobre mulheres e tecnologia. O filme apresenta os percursos traçados por garotas poderosas que fazem hoje – e fizeram no passado – o mundo da tecnologia ficar mais humano e menos desigual. E promove uma reflexão sobre a presença das mulheres no ecossistema que controla os modos de vida no mundo contemporâneo. Um filme-manifesto por aumento da presença feminina no universo da tecnologia, impactando o desenvolvimento social, econômico e cultural. -DESCARTE: documentário sobre o drama social do lixo, apresentado a partir de histórias inspiradoras de artistas, designers, artesãos e ativistas que transformam materiais recicláveis com inovação e sensibilidade. O projeto compreende, além do filme, produção de reportagens, conteúdos digitais e uma ação mobilizadora sobre a questão do lixo no Brasil. -IDADE MÍDIA: programa de TV sobre educação para as mídias realizada em coprodução com o Canal Futura. Apresentado por Alexandre Sayad, o programa está na quarta temporada e tem produção executiva de Graziela Mantoanelli e direção de Leonardo Brant e Sérgio Rizzo. -DE PEITO ABERTO: documentário de Graziela Mantoanelli sobre as questões que envolve a mulher, aleitamento e maternidade, lançado nos cinemas de todo o Brasil em 2019. -COMER O QUÊ? traz o cotidiano de uma série de personagens ligados ao mundo de alimentação, de chefs consagrados a produtores rurais, passando por especialistas em nutrição, economia e gastronomia. Com direção de Leonardo Brant, pesquisa e apresentação de Graziela Mantoanelli, o documentário aborda personagens como Alex Atala, Bela Gil, Helena Rizzo, Marcos Palmeira, Marcio Atalla entre outros. Lançado em 2016 com o patrocínio da Alelo. Lançado em abril de 2016, foi vencedor do prêmio do CineB 2017 na categoria documentário. Exibido pelo canal GNT, dentro do programa GNT.Doc, agora está disponível nas principais plataformas de streaming com distribuição da O2Play. Direção: Fernanda Pereira Fernandes RosárioFernanda Rosário é jornalista com atuação em projetos pautados na temática racial, combate ao racismo, meio ambiente, educação midiática, diversidade e acessibilidade. Já teve materiais publicados (entre textos, vídeos, podcasts e apresentação de programa) na Alma Preta Jornalismo, Folha de São Paulo, UOL, Portal Terra, TV Unesp e Canal Futura. Exerce as funções de jornalista, repórter, social media, redatora, produtora audiovisual, com experiência em cobertura do Congresso da Abraji, em São Paulo, e da COP (Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima), no Egito. Tem conhecimentos em produção de textos, podcasts e vídeos. Atualmente é líder de comunicação da produtora Deusdará Filmes. Formada na Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, durante a graduação foi uma das responsáveis pela produção do documentário “Pães - Maternidade e Paternidade Solo” (2019) e atuou como estagiária e apresentadora/ coordenadora do Laboratório de Mídias Aplicadas à Educação da segunda e da quarta temporada do programa “Idade Mídia”, exibido no Canal Futura. Recebeu o 3° lugar no Prêmio 99 de Jornalismo com a matéria "Apps ajudam no deslocamento e dão autonomia para pessoas com deficiência", publicada na Folha de São Paulo e desenvolvida durante o Laboratório 99+Folha de SP, em que foi trainee em 2020 e 2021. Ficou em 2° lugar na mesma premiação com o podcast "Dinheiro para Todos: Bancarização e Soluções Digitais" em 2021, publicado também na Folha de São Paulo. Já teve seu conto “No encontro com os meus, me vi” selecionado para a antologia "O vazio não está nem quando é silêncio" (Editora Mireveja, 2020) e fez parte da equipe de construção do "Manual de Redação: O jornalismo antirracista a partir da experiência da Alma Preta" (2023). Direção: Lucas Martins de Andrade MeloFormado em Audiovisual pelo Centro Universitário Senac, Lucas Melo é documentarista com atuação em projetos audiovisuais de temáticas que variam entre meio ambiente, educação midiática, tecnologia e diversidade. Assinou como assistente de direção, corroteirista e montador do filme “DESCARTE” (2021), premiado como melhor documentário no Forum Film Festival, em Barcelona, além de ter sido selecionado por diversos festivais nacionais e internacionalmente. É atualmente o montador da série "IDADE MÍDIA” (2020-2023), que já está em sua 4ª temporada no Canal Futura. Atuou como montador do média-metragem "CIBERNÉTICAS" (2023), disponível no catálogo da Globoplay, e do documentário curta-metragem "CIDADE DE QUEM CORRE" (2019), selecionado para a mostra Ecofalante de Cinema Ambiental. Produção Executiva: Leonardo Botelho BrantLeonardo Brant é documentarista, diretor-associado da Deusdará Filmes, produtora independente dedicada a realizar documentários de impacto. Autor dos filmes DESCARTE, COMER O QUÊ? e CTRL-V, é diretor do programa IDADE MÍDIA para o Canal Futura e co-dirigiu a série UTOPIA BRASIL, para o CineBrasilTV. Atuou como produtor executivo dos filmes DE PEITO ABERTO e CIBERNÉTICAS, de Graziela Mantoanelli. Atuou durante duas décadas como pesquisador cultural, consultor, palestrante e autor de livros sobre políticas e mercado cultural, entre eles O PODER DA CULTURA (Editora Peirópolis, 2009). Ao longo de sua carreira criou e desenvolveu inúmeros projetos, empresas e organizações sociais no Brasil e no exterior. Produção Executiva: Graziela MantovanelloDirigiu recentemente o documentário CIBERNÉTICAS (52min), com estreia pelo Canal Futura e licenciado pela Globoplay, que conta histórias de mulheres na tecnologia, o longa-metragem sobre aleitamento materno DE PEITO ABERTO (77min), lançado em 2019 em mais de 20 cinemas em todo o Brasil, e APURANDO O OLHAR (23min), média-metragem sobre desenvolvimento infantil para o Ministério da Saúde, disponibilizado no YouTube em 2020. Cocriou e atuou em COMER O QUÊ? (56min) documentário sobre alimentação, lançado em 2015 e licenciado para GNT. Como produtora executiva realizou quatro temporadas da série IDADE MÍDIA (2020-2023), para o Canal Futura, exibido em horário nobre em TV aberta e acesso gratuito via Globoplay; o documentário DESCARTE (52 min), lançado em 2021 em diversas plataformas digitais e premiado internacionalmente como melhor documentário em diversos festivais; e dos médias À DISTÂNCIA (2015), PRAZERES & PECADOS e ÓDIO (2013). Trabalhou durante 10 anos com teatro documental e intervenções urbanas, como criadora-intérprete do grupo OPOVOEMPÉ. É mestre em saúde pública pela Universidade de São Paulo. Direção de Fotografia: Vinícius Bopprê OliveiraVinícius Bopprê é jornalista, documentarista, escritor e diretor-associado na Deusdará Filmes. Dirigiu e foi roteirista do podcast "DESCARTE" (2021), parte do documentário de longa-metragem homônimo. Dirigiu e produziu a websérie "Entre Céu e Mar" (2016), sobre o navegador Amyr Klink. Foi diretor, roteirista e produtor da série independente de documentários "Rua Comprida" (2017-2018), que conta a história de moradores da zona norte de São Paulo, além de ter dirigido as imagens da instalação "Por nós", organizada e idealizada pelo coletivo "Nós, mulheres da Periferia", contemplado com o programa VAI de incentivo. Foi diretor e roteirista da websérie "Perfezionisti” (2018), com arquitetos brasileiros. Em 2018, publicou "Pela primeira vez em muito tempo", romance finalista do Prêmio Minas Gerais de Literatura. Atuou por 6 anos como diretor de conteúdo e audiovisual em uma agência de São Paulo, onde dirigiu trabalhos diversos ligados à arquitetura e à criatividade. Trabalhou como repórter de educação do Portal Porvir.
PROJETO ARQUIVADO.