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Realização de Exposição de objetos artesanais da Comunidade Indígena Warao, Oficina de ensino básico e capacitação em empreendedorismo aos artesãos indígenas da comunidade Warao e seminário sobre artesanato Warao.
Não se aplica.
OBJETIVOS GERAIS Viabilizar a realização de ações que promovam e divulguem a cultura popular indígena da comunidade Warao, o conhecimento, a inovação, o resgate, a memória e a difusão do fazer artesanal, através da realização de atividades que valorizem as técnicas tradicionais desenvolvidas por comunidades artesãs, com a utilização de materiais naturais de determinada região. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Produto: Exposição - Realização de 01 (uma) exposição, com duração de 02 (dois) meses, na sede no Museu A Casa do Museu de Artes e Artefatos, em Pinheiros, SP e entrada gratuita; 2) Produto: Oficina de capacitação - Realização de 01 (uma) Oficina de Capacitação em Boa Vista- RR, com duração de 04 (quatro) dias; 3) Produto: Seminário - Realização de 01 (uma) Seminário em São Paulo- SP, com duração de 02 (dois) dias;
O Museu A CASA concentra seus esforços em atuar como uma instituição cultural com foco na valorização do saber artesanal. Com grande capacidade de articulação e mais de duas décadas de experiência, A CASA é um dos principais centros de referência do saber artesanal, contribuindo significativamente para a geração de valor e reconhecimento da produção artesanal, tradicional e contemporânea. Seus projetos e atividades contribuem também para o desenvolvimento e profissionalização dos agentes que atuam na cadeia produtiva do artesanato, gerando impactos positivos no âmbito social, econômico, ambiental e cultural. O artesanato é uma das práticas culturais mais difundidas no Brasil, expressando a criatividade, identidade cultural e habilidade de diferentes comunidades pelo território nacional, tendo em seu caráter manual uma de suas forças para a capilarização territorial. Por ser realizado a partir das mãos e de matérias primas disponíveis de acordo com os territórios, o artesanato é uma profissão com impactos socioambientais positivos, na qual artistas brasileiros se destacam no mundo por seu nível de proficiência e sofisticação. Comprovadamente uma atividade econômica relevante, o artesanato no Brasil conta com mais de 8 milhões de profissionais cadastrados, movimentando R$ 50 bilhões por ano [1]. A regulamentação da profissão, realizada em nível federal no ano de 2015 a partir da lei 13.180, propiciou a criação de políticas públicas para o exercício e a participação na economia criativa de forma legal. Esta participação na economia gera empregos para um grande número de pessoas: a profissão do artesanato é exercida em sua maioria por mulheres, que muitas vezes não são valorizadas pelos seus fazeres e agora se tornaram parte fundamental desta nova economia, uma valorização do profissional que se estende para o cotidiano e integra pessoas à sua comunidade. A partir desta valorização, surge toda uma cadeia de produção e distribuição, a qual envolve logística, turismo, recolhimento de impostos e outros setores, desenvolvendo a economia, contribuindo para a cultura do país e gerando renda para populações localizadas em cidades fora dos habituais destinos de investimento privado. Este projeto propõe atividades que buscam contribuir para a qualificação e profissionalização de artesãos e artesãs, geração de maior visibilidade e oportunidades de comercialização da produção artesanal, e com isso gerar impactos sociais, culturais, econômicos e ambientais positivos. As atividades propostas se enquadram no inciso " III. Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores", do Art. 1o da Lei 8313/91, atendendo aos objetivos do inciso II do Art. 3o da mesma lei, a saber: "II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore".
O Projeto Warao é realizado pelo Museu A CASA desde 2019 em parceria com a ACNUR, Agência da ONU para refugiados.
Prevê-se a realização das seguintes ações para cada produto abaixo: 1) Exposição Warao e o saber artesanal indígena. Programação de 01 Exposição com objetos artesanais da comunidade Warao Local: São Paulo (SP) Período: de Janeiro/24 a Março/24. 2) Oficina de capacitação Programação de 01 Oficina exclusivo para as comunidades indígenas e participantes afins Local: Boa Vista (RR) Período: Janeiro /2024 3) Seminário Programação de 01 Seminário com entrada gratuita com informações de qualidade sobre a história, cultura e atualidade Warao. Local: São Paulo (SP) Período: Março / 2024
Produto Exposição: a) Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: O Museu A Casa está equipado para atender portadores na acessibilidade motora, com rampas de acesso e corrimão, servindo a cadeirantes e idosos, bem como banheiros adequados para cadeirantes. O espaço expositivo encontra-se no térreo, sem degraus para visitação, o espaço de convivência também é acessível por meio de rampa. Todo o espaço expositivo está equipado com a sinalização adequada para deficientes visuais e contamos com equipe preparada para receber pessoas com menos de 50% da visão. b) Acessibilidade para deficientes visuais: Será disponibilizado ao público visitante a sinalização em braile para deficientes visuais e previstos nos custos de divulgação. c) Acessibilidade para deficientes auditivos: A Equipe do Educativo do Museu A Casa está capacitada no atendimento ao público visitante quanto a utilização da linguagem em LIBRAS e previstos nos custos de divulgação. d) Acessibilidade para deficientes intelectuais: A Equipe do Educativo do Museu A Casa é preparado para receber grupos de idosos e portadores de deficiências intelectuais. Produto Oficina de capacitação: a) Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: A oficina será realizada em local térreo, de forma a dar acessibilidade a cadeirantes e idosos. b) Acessibilidade para deficientes visuais: A oficina será ministrada por equipe preparada no sentido de oferecer ao público participante o conteúdo do material tátil, com manipulação dos objetos pelos participantes. c) Acessibilidade para deficientes auditivos: A Equipe do Educativo está capacitada no atendimento a este público participante quanto a utilização da linguagem em LIBRAS e previsto nos custos de divulgação. d) Acessibilidade para deficientes intelectuais: A oficina será realizada em português, utilizando vocabulário voltado ao público de baixo nível de escolaridade formal para garantir a acessibilidade intelectual. Produto Seminário: a) Acessibilidade no Aspecto Arquitetônico: O Museu A Casa está equipado para atender portadores na acessibilidade motora, com rampas de acesso e corrimão, servindo a cadeirantes e idosos, bem como banheiros adequados para cadeirantes. O espaço expositivo encontra-se no térreo, sem degraus para visitação, o espaço de convivência também é acessível por meio de rampa. Todo o espaço expositivo está equipado com a sinalização adequada para deficientes visuais e contamos com equipe preparada para receber pessoas com menos de 50% da visão. b) Acessibilidade para deficientes visuais: O seminário será ministrado por equipe preparada no atendimento a este público participante e será disponibilizado material com a sinalização em braile para deficientes visuais e previstos nos custos de divulgação. c) Acessibilidade para deficientes auditivos: A Equipe do Educativo do Museu A Casa está capacitada no atendimento a este público participante quanto a utilização da linguagem em LIBRAS e previsto nos custos de divulgação. d) Acessibilidade para deficientes intelectuais: A Equipe do Educativo do Museu A Casa é preparado para receber grupos de idosos e portadores de deficiências intelectuais.
Em atendimento à Democratização de Acesso, o Projeto oferecerá atividades para cada produto apresentado abaixo e respectivo inciso/medida do art. 28 da IN nº 01/2023 adotado: Produto Exposição: O projeto oferecerá visitas gratuitas direcionadas aos alunos de escolas públicas, com especial atenção a escolas técnicas que têm cursos voltados a áreas afins à arquitetura, decoração de interiores e design. I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); Produto Oficina de capacitação: O evento oferecerá aulas de Matemática e língua portuguesa para gestão da economia criativa; educação financeira: criando contas bancárias, abrindo entidade legal, emitindo de notas fiscais; orientações sobre a precificação de produtos de artesanato: como estimar preços para venda; inclusão digital: como acessar novos clientes e mercados; criação de material escolar para escolas da rede pública de ensino sobre o artesanato Warao no Brasil; Treinamento de professores para disseminação do conteúdo aos seus alunos. VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; (ESPECIFICAR AS AÇÕES PARALELAS) Produto Seminário: O evento será gratuito à sociedade e com a participação no seminário pelo representante do ISA - Instituto Socioambiental que irá falar sobre a cultura dos Warao e sua importância, sendo o material disponibilizado no site http://www.acasa.org.br IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;
Renata Mellão, Curadora Geral Economista, tem passagem pelas Ciências Sociais e experiência em artes plásticas e moda. Em 1997, inaugura o Museu A CASA do objeto brasileiro, como diretora geral, com o objetivo de contribuir para o reconhecimento, valorização e desenvolvimento da produção artesanal e do design e da arte brasileira. Em 2000, desenvolveu um centro de referência na internet (www.acasa.org.br) onde se encontra seu acervo. Em 2008, idealizou o Prêmio Objeto Brasileiro, atividade bienal que caminha para sua oitava edição, edição de livros, catálogos, além de várias exposições temporárias e projetos de desenvolvimento e inovação em várias localidades do Brasil sobre arte/design + produção artesanal. Ana Letícia Fialho, Coordenação geral Gestora cultural, professora e pesquisadora. Doutora em Ciências da Arte e da Linguagem pela Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais – EHESS/Paris, Mestre em Gestão Cultural pela Universidade de Lyon II e Bacharel em Direito pela UFRGS. Foi Assessora vinculada à Reitoria da Universidade de São Paulo para a coordenação do Projeto do Novo Museu do Ipiranga, de 2020 a 2022, Professora Visitante do Programa de Pós-Graduação em História da Arte da Unifesp de 2019 a 2020, Diretora do Departamento de Estratégia Produtiva da Secretaria da Economia da Cultura do Ministério da Cultura de 2016 a 2018, Consultora em Inteligência Comercial e Coordenadora de Pesquisa do Programa Latitude da Associação Brasileira de Arte Contemporânea entre 2012 e 2020 e Curadora Executiva do Fórum Permanente de 2007 a 2013. Daniel Augusto Rubim Alves, produção executiva Daniel Rubim atua nos setores de cultura e relações internacionais há 14 anos. Tem experiência em gestão de projetos com recursos internacionais, públicos, incentivados, privados e mistos, atuando desde a concepção do projeto, captação de recursos, produção, à prestação de contas. Entre os projetos dos quais fez parte estão exposições de arte contemporânea em museus como MAC-USP, Museu Lasar Segall, Espaço das Artes, exposições de grande porte como Space Adventure em São Paulo (DCSet / Blast), projetos internacionais como Latitude (Apex-Brasil/ABACT) e Fronteiras do Pensamento (DCSet / Delos). Atualmente está vinculado à ECA-USP pela pesquisa de mestrado Projeto Octógono: Site Specific na Pinacoteca do Estado de São Paulo, é diretor da Belgalux - Câmara de Comércio e Indústria Belgo-Luxemburguesa-Brasileira no Brasil e desenvolve projetos para o museu A CASA. Tatiana Rodrigues de Sousa, Coordenação Financeira Graduada em Gestão Financeira, é Coordenadora Financeira do Museu. Atua há cerca de 20 anos em diversas áreas do setor financeiro e administrativo, como: vendas, relacionamento com o cliente, controle de fluxo de caixa, análise de documentação, entre outros, tendo destaque principalmente nas áreas de gerenciamento financeiro. Há 7 anos, é a responsável pelo departamento administrativo e financeiro do A CASA museu do objeto brasileiro. Halinni Garcia Lopes, Coordenação de comunicação Tem formação em Comunicação Visual com habilitação em Design Gráfico e é pós-graduada em Gestão de Negócios. Também teve artigo premiado no 8o Congresso Brasileiro de Pesquisa & Desenvolvimento em Design/ P&D DESIGN 2008, área em que atua desde 2007. Nos últimos 10 anos, desenvolveu diversos projetos nas áreas de produção editorial, cenografia e direção criativa para Editora Companhia das Letras, L’Occitane, Nike, Samsung, entre outros. Atualmente, está à frente da área de comunicação do Museu A CASA do Objeto Brasileiro, em São Paulo. Instituto Socioambiental, seminários O Instituto Socioambiental (ISA) atua desde 1994 ao lado de comunidades indígenas, quilombolas e extrativistas, nossos parceiros históricos, para desenvolver soluções que protejam seus territórios, fortaleçam sua cultura e saberes tradicionais, elevem seu perfil político e desenvolvam economias sustentáveis.
PROJETO ARQUIVADO EM RAZÃO DO DESCUMPRIMENTO À DILIGÊNCIA.