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O presente projeto tem como objetivo central a remontagem, temporada e circulação da peça infantil "O Menino que não sabia Chorar", sobre Bento, um menino com uma rara fissura lábio palatina e sem o canal lacrimal direito. Ele e sua irmã mais velha, Clarice, partem em um busca de seu choro e passam por muitas aventuras.
O Menino que não Sabia Chorar conta a história do menino Bento, que nasceu com fissura lábio palatina e sem o canal lacrimal. Nascer com uma fissura labial traz várias questões, nem todas fáceis de responder. Para as crianças, que já são naturalmente curiosas, procurar entender o que acontece com elas é natural. Procurar saber é o que faz com que Bento comece a sua jornada, sempre acompanhado por sua irmã mais velha, Clarice. Eles encontram roqueiros, cientistas e cangaceiros, mas essa jornada só vai terminar quando chegarem ao consultório do Dr. César. Talvez ele não tenha todas as respostas, mas de uma forma lúdica, vai conseguir ajudar Bento a entender porque ele é o Menino que Não Sabia Chorar.
Objetivo Geral: O presente projeto tem como objetivo central a remontagem da peça "O Menino que não sabia Chorar", baseada nos desenhos que a artista plástica e estilista Luiza Pannunzio, passou a fazer após o nascimento de seu filho Bento. Ele nasceu com uma espécie rara de fenda palatina (popularmente conhecida como lábio leporino), com o céu da boca aberto e sem o canal lacrimal direito e, portanto, não chora por esse olho. Luiza criou, então, o personagem: O Menino que não Sabia Chorar. É importante ressaltar que a peça não trata da questão médica de maneira direta, nem didática, mas sim utiliza-se desse universo lúdico/artístico e por meio da linguagem teatral, transformando-o em uma grande aventura. Na peça, Bento parte em uma aventura com sua irmã mais velha, Clarice, em busca de seu choro. Para isso passam por muitas peripécias e encontram diferentes personagens, que trazem consigo diferentes universos sonoros, auxiliando na narrativa da peça. Assim, quando buscam uma aventura triste, para ver se Bento chora de tristeza, passam pelo universo do samba-canção, procuram um personagem bravo para Bento chorar de medo e passam pela música da região do cangaço, como o xaxado e o xote, e assim por diante. Para isso, a música é executada em cena, pelos próprios atores. Objetivo específico: 8 apresentações do espetáculo na cidade de São Paulo 8 Rodas de Conversa com o público (depois de cada apresentação)
Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313 de 1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Buscamos a aprovação da comissão como forma de viabilizar a remontagem, circulação e temporada de O Menino que Não Sabia Chorar, com foco no fomento à produção cultural e artística por meio da realização de espetáculo de artes cênicas, conforme previsto no artigo 3º da Lei 8.313 de 1991, o que não seria possível utilizando recursos próprios. As leis de incentivo ao teatro são fundamentais para fornecer recursos financeiros, promover a acessibilidade, estimular a produção cultural, especialmente em um caso como o da produção de um espetáculo infantil, uma vez que o panorama que temos, dentro dessa área, favorece apenas a produção de espetáculos que se utilizam de personagens já conhecidos pelo público, sejam de fábulas e contos de fada tradicionais, ou adaptações de filmes de sucesso. O Menino que Não Sabia Chorar, com a sua temática autoral que se difere enormemente da maioria dessas produções, o apoio da Lei de Incentivo à Cultura é fundamental.
O espetáculo tem duração de 45 minutos
Acessibilidade Física: O teatro escolhido para as apresentações e para as conversas com o público contará obrigatoriamente com facilitadores para a locomoção no espaço físico, visando favorecer a presença de idosos e Pessoas com Defiência (PcD). Acessibilidade de Conteúdo: Teremos uma sessão com intérprete de LIBRAS, que acompanhará também a conversa com o público. Essa sessão merecerá uma divulgação especial, com posts, flyers e comunicação própria. Acessibilidade para PcD INTELECTUAIS: Reserva de vagas para público com deficiência em todas as sessões e rodas de conversa.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 21 da IN 05/2017 do MinC: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22. Realizaremos conversas com o público após as apresentações.
Fabio Brandi Torres, sócio da Prosa dos Ventos, será o responsável pela Direção Geral e Produção Executiva do espetáculo. Fabio Brandi Torres é dramaturgo, roteirista, produtor e diretor teatral, indicado uma vez ao Prêmio Shell, uma vez ao Prêmio Humor SP e três ao Prêmio FEMSA, todas como Melhor Autor. Tam- bém foi duas vezes vencedor do prêmio de Melhor Autor do Festival Curta Teatro / SESI, com os textos Subindo! e 2X2. Em teatro, seus textos foram encenados por Iacov Hillel, Isser Korik, Val Pires, Caco Cio- cler, André Garolli, Marcelo Várzea, Alexandre Reinecke, Carlos ABC, Celso Correia Lopes, Wil- liam Gavião e Rosi Campos, entre outros. Participou de residências dramatúrgicas em Portugal (2012 e 2019) e em Cabo Verde (2015). Em cinema, assinou o roteiro dos documentários 22 em XXI, sobre a Semana de 22, e Ine- zita, lançado na 42a Mostra Internacional de Cinema de SP, além dos curtas Dois Elefantes (Brasil, 2022), Entrevista Compulsória (Brasil, 2022) e Außerhalb des Aquariums (Alemanha, 2020), entre outros. Em televisão, foi roteirista de telenovelas no SBT e na BAND, além de sitcoms no Multi- show e na Band. Dramaturgia e co-direção: Paula Autran Paula Autran é doutora e mestre em artes cênicas pela ECA/USP. Jornalista, dramaturga, escritora e professora de dramaturgia. Tem dez peças encenadas, entre elas "O Armário Mágico", com a qual foi indicada à autora revelação no Prêmio FEMSA de teatro. Foi integrante do círculo de dramaturgia, do CPT, de Antunes Filho e do workshop do Royal Court Theatre. Entre seus treze livros publicados está: "O Pensamento dramatúrgico de Augusto Boal. As lições da EAD”, da Desconcertos Editora. Foi colaboradora dos jornais O Estado de São Paulo, por dez anos e Jornal da Tarde, por cinco. Faz vídeos sobre escrita em seu canal de youtube: Simplificando a escrita com Paula Autran. E durante a pandemia realizou o projeto "A linguagem e a pandemia: 365 lives diárias", com profissionais de diferentes áreas em seu instagram @paula.autran. Dirigiu a peça infanto-juvenil "A profecia da lua", apresentada para cerca de 15 mil jovens da rede pública de SP. Dirigiu as peças de sua autoria Pé na Estrada, Cinzas em Berlim e A medida do meu mundo sem você. Fez co-direção com Fabio Torres em seu infantil "O menino que não sabia chorar" e dirigiu diversas montagens em diferentes cursos de teatro que ministrou. Elenco: Camila dos Anjos é atriz formada em Artes Cênicas pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Em 2019, com o espetáculo O leão no Inverno, de James Goldman, com direção de Ulysses Cruz, ganhou o Prêmio Cenym de teatro como Melhor Atriz coadjuvante e foi indicada ao Prêmio Bibi Ferreira, como Melhor Atriz Coadjuvante. Em 2020, ganhou novamente o Prêmio Cenym como Melhor Atriz coadjuvante pela peça Inferno - Um Interlúdio Expressionista, inspirado no texto Not About Nightingales, de Tennessee Williams. Em 2015, recebeu o Prêmio de Atriz Revelação no Melhores do Teatro R7 por sua atuação no espetáculo Propriedades Condenadas, textos curtos de Tennessee Williams. João Assunção, é um ator brasileiro e sua estreia como ator ocorreu no filme "Entre Idas e Vindas" (2016). Posteriormente, participou de outras produções, incluindo as séries "Depois dos 15" e "Santo Maldito" (2023).Além da carreira artística, João é empresário e estudante de Relações Internacionais na ESPM. Ele é sócio da Lemon, uma produtora de conteúdo digital, onde se dedica integralmente aos projetos da empresa. José Trassi é ator, apresentador e dublador, com formação em artes cênicas pela New York Film Academy e em teatro pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC). Iniciou sua carreira em 1999 no seriado "Sandy & Junior", interpretando Dodô, líder da rádio estudantil e braço direito de Junior. Posteriormente, participou de diversas produções televisivas, como "Galera" (2004), "Carandiru: Outras Histórias" (2005) e "Alice" (2008). No cinema, atuou em filmes como "Boleiros 2 – Vencedores e Vencidos" (2006), "Linha de Passe" (2008), "Os Inquilinos" (2009), "Lascados" (2014) e "Mais Forte que o Mundo" (2016). No teatro, destacou-se em peças como "Tutti-Frutti: O Musical" (2000), "Quarto de Estudante" (2005), "Namorados da Catedral Bêbada" (2009-2011) e "Banana Mecânica" (2010). Figurino e arte gráfica: Luiza Pannunzio Luiza Pannunzio trabalha com moda no Atelier LP. Ilustra para o Jornal Folha de São Paulo aos domingos há muitos anos e escreve histórias ou memórias quando não é vencida pelo cansaço. Quando criança, queria ser desenhadora. Mas pra quem nasceu entre linhas e agulhas, com o barulho da máquina de costura da mãe ritmando o coração, foi impossível ignorar o feitio das roupas que ela fazia. Luiza trabalha com moda e desenho. Ilustra para diversos veículos além de desenvolver projetos pessoais e ser parte de projetos sociais - que devolvem o esperançar de dias melhores. Tem uma loja onde vende tudo o que faz, além de figurinos para tv e teatro. Criou uma REDE de apoio para famílias que como a sua tiveram filhos com fissuras e outros defeitos na face - chama-se AS FISSURADAS - tornou-se ong e é grande agora. Desenvolveu o gosto por escrever. Estudou artes na FAAP e por um bom tempo se distraiu com a fotografia. Quando os filhos vieram, só o desenho se manteve ali. Fazendo o diálogo que faltava com o mundo que separava as mulheres mães de todo o resto. Então, a solidão ganhou a companhia do traço. Já a escrita é para sobreviver não no sentido material, mas o de respirar. Compreender os sentidos todos. Com humildade, igualdade e afeto. Cenário: Paula de Paoli Paula De Paoli, arquiteta, cenógrafa, designer gráfico e figurinista, com pós-graduação em design de hipermídia e mestranda em Arquitetura, Urbanismo e Design. Fez curso de cenografia com J.C. Serroni no CPT/ núcleo Antunes Filho e hoje é formadora convidada da SP Escola de Teatro nos cursos de Cenografia e Técnicas de Palco. Foi professora de Desenho de Moda na Faculdade Santa Marcelina e Design Gráfico na Faculdade Oswaldo Cruz. Atuou como Cenógrafa em diversos espetáculos, entre eles: "Piolim", do grupo Parlapatões, Patifes e Paspalhões; "Alice", da Cia Le Plat du Jour, "Balangangueri - O Lugar Aonde Ninguém Mais Ri" e “Dançando em Lúnassa”(assina também figurinos)- dir. Domingos Nunez, e “ Monga”-dir. Juliana Sanches (indicada no R7) e “O Menino e A Cerejeira”- dir. Stella Tobar (indicada entre 10 melhores figurinos -‘’Pecinha é a Vovozinha’’ por Dib Carneiro). Ainda teve trabalhos expostos internacionalmente: "Memórias Póstumas de Brás Cubas" dir. Zadoque Lopes, no festival de Teatro Brasileiro em Londres, Design Gráfico da Expo Rio + 10 e performance “A Famigerada” na PQ 2015 – Quadrienal de Cenografia de Praga. Atuou como cenógrafa em diversas novelas (SBT, Bandeirantes e Record) e coordenadora de “Cúmplices de um Resgate” e no seriado infantil “Patrulha Salvadora” (SBT) .Responsável pelo projeto de reforma Cenográfica do Aquário de Santos e assinou diversos projetos expográficos em parceria com J.C. Serroni. Atua na Cenografia de musicais como: "Alô, Alô Terezinha! "Direção de Hugo Possolo (figurinos), “SHREK” indicada ao prêmio Bibi Ferreira – dir. Diego Ramiro, “Cartola – O Mundo é um Moinho” – dir. Roberto Lage, “Castelo Rá Tim Bum O Musical”, “Dona Ivone Lara” Um Sorriso Negro- dir. Elísio Lopes e coordenação parcial do musical “Annie” e “Charlie Fábrica de Chocolates”. Projetos de 2022 em andamento: Figurinos, ‘’Sonho de Artista” – dir. Stella Tobar; Cenografia e Figurinos – parceria Mila Goudet – ‘’Os Modernistas’’, direção Alexandra Golik. Iluminação: Lucas Gonçalves Lucas Gonçalves iniciou sua carreira participando de oficinas de iluminação junto à CIA Teatro da Vertigem nos anos de 2001 a 2003. Atualmente desenvolve trabalhos como iluminador de artistas do cenário musical brasileiro, tais como Marcelo Jeneci, Mawaca, Nomade Orquestra, e em parceria com outros iluminadores também atua como operador de luzes nas apresentações de cantores como: Céu, Tulipa Ruiz, Otto, as Bahias e a Cozinha Mineira, Mano Brown. Participou do festival europeu “Temps de Images” na França com o espetáculo adaptado da obra de Clarisse Lispector “Paixão segundo G.H.”, dirigido por Enrique Diaz e também do festival Europália na Bélgica com o grupo “Barbatuques”. Participou da montagem da “Trilogia Bíblica” pela “CIA Teatro da Vertigem” e do Espetáculo “BR-3’ realizado no rio Tietê (SP) em 2004. Atuou nos espetáculos “Os 39 degraus” e “Avenida Q”, musicais da Broadway licenciados pela Bottega D’Arte Produções, também atuou nos espetáculos infantis: “Hi-5: os cinco sentidos, Homem Aranha: ação e aventura, Pucca e Os Padrinhos Mágicos” licenciados pela Aines produções. Foi iluminador do X Festival de Ópera de Belém, em 2011, atuando nas récitas de Tosca de Puccini e Carmina Burana de Carl Orff dirigidas por Mauro Wrona. Concebeu o projeto de iluminação da opera Der Frieschutz de Weber dirigida por Mauro Wrona e realizada pela APPA no teatro São Pedro (SP) em 2008. Operou as luzes dos espetáculos: “A ponte e a água de piscina” dirigido por Gabriel Vilela, “Conjugado” dirigido por Christiane Jatahy, “Mata Hari” dirigido por Carlos Gradim, “A casa Antiga” dirigida por Rui Cortez e “A profecia da Lua” dirigido por Paula Autran.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.