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PRONAC 236022Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Shoah: 80 anos de memória e resistência

JOAO PAULO VANI
Solicitado
R$ 199,0 mil
Aprovado
R$ 199,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
Bady Bassitt
Início
2023-11-15
Término
2024-07-15
Locais de realização (4)
Belo Horizonte Minas GeraisCuritiba ParanáSão José do Rio Preto São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto consiste na publicação e distribuição da obra "Shoah: 80 anos de memória e resistência" dividida em dois volumes.

Sinopse

A Shoah, catástrofe que se abateu sobre a humanidade no século XX, é uma das maiores feridas da história. Essa situação-limite envolveu, não apenas, o horror da morte de mais de seis milhões de judeus, mas uma proposta de aniquilação de um povo. Rememorar as atrocidades cometidas pelo Estado Nazista é, sobretudo, colaborar para que tal episódio jamais se repita. Educar as novas gerações e batalhar para que as milhões de histórias abreviadas jamais caiam no esquecimento é fundamental e urgente em uma época que a escalada do totalitarismo ronda todo o globo, com discursos nacionalistas cada vez mais inflamados. Nestes livros, em cada um de seus vinte e três capítulos, diferentes questões são abordadas, não apenas acerca da diáspora e da imigração judaica, ou do terror, do trauma e da memória no período pós-guerra, mas também, e principalmente: dedica, em todos os seus ensaios, a estudos, cada vez mais necessários, sobre sobrevivência e resistência. Dessa forma, lançamos um edital para a publicação de uma obra coletiva em memória aos 80 anos da Conferência de Wannsee e à “Solução final”, código dos nazistas para o extermínio deliberado e cuidadosamente planejado de todos os judeus europeus. A iniciativa, idealizada por Claudia Costin, João Paulo Vani e José Luiz Goldfarb, reuniu vinte e três artigos divididos em dois volumes, e sua organização foi um longo processo, que envolveu todos os percalços da COVID-19. A coletânea reúne artigos densos, que abordam desde o testemunho e as narrativas até a arte e a educação, contribuindo para a produção de um conhecimento ímpar, a formação futura de professores e ainda o combate aos negacionismos contemporâneos e a manipulação da ciência. Nesse contexto, incluímos o crescimento de manifestações nazistas e neonazistas. Por isso, o combate a perspectivas deturpadas também é fundamental para as lições serem transmitidas sem qualquer ruído ou prejuízo. A coletânea realiza uma tomada de posição, construindo barricadas para enfrentar o Nazismo em suas múltiplas facetas nos sombrios dias em que vivemos. Um projeto engajado, um clamor contra todas as faces do nazi-fascismo que visa ganhar força em tantos países, especialmente na velha Europa, mas não apenas por lá. E os dois volumes hora apresentados ao público cobrem vasta variedade de temas agrupados em dois volumes: I. Diáspora e Imigração e II. Memória e Trauma. Temos em nossas mãos, portanto, nomes, lugares, conceituações; textos que discorrem sobre Adolf Eichmann, Stefan Zweig, Anatol Rosenfeld, Vilém Flusser, Moacyr Scliar, Bernardo Kucinski, Primo Levi (presente com justeza em dois ensaios), Brasil, Amazônia, Ceará, Jonathan Safran Foer, Portugal, Era Vargas, Revisionismo, Solução Final, Sobreviventes, Theresienstadt… Breve histórico sobre a “Historiografia do Holocausto” Há algumas décadas tem havido grande produção do conhecimento científico a partir do que convencionou-se chamar de “historiografia do Holocausto”: de Raul Hilberg nos anos 1960; passando pelos debates entre “intencionalistas” e “funcionalistas” nos vinte anos seguintes, casos de Saul Friedländer e Martin Broszat; até o embate ideológico entre Daniel Goldhagen e Christopher Browning, já na década de 1990. No século XXI, uma “nova historiografia” — chamada pelo professor Bruno Leal de “multidimensional” — tem sido construída a partir de reflexões contemporâneas e, principalmente, pautadas menos no desenrolar dos eventos históricos e mais na consolidação da memória coletiva desse genocídio. As controvérsias, polêmicas e contestações criadas (e muitas delas solucionadas) por estes e outros historiadores e educadores proporcionaram um corpo teórico considerável e consciente dos problemas e particularidades tanto para a construção dessa memória quanto para o ensino do Holocausto no século XXI. Assim, a memória é alicerçada para sobreviver ao momento (que logo chegará) em que a transmissão por meio de relatos em primeira pessoa não mais existirá. Como destacado pelo sociólogo Michael Pollack, para ser protegida e resguardada, é necessário um grande esforço de enquadramento não-arbitrário da memória enquanto operação coletiva dos acontecimentos e interpretações do passado. O Brasil, em meados da primeira década deste século, ainda começava lentamente a criar as bases institucionais e acadêmicas para que essas reflexões pudessem, em algum momento, tornar-se rotineiras nas universidades. Em 2005, foi criado o Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), que passou a ser coordenado pela professora Maria Luiza Tucci Carneiro. No ano seguinte, criou-se o Arquivo Virtual sobre Holocausto e Antissemitismo (Arqshoah). Na mesma época, núcleos de estudos judaicos foram estabelecidos em universidades brasileiras, proporcionando a formatação de linhas de pesquisa específicas que incluíam as perspectivas e temas ligados à “nova historiografia do Holocausto” — e, consequentemente, a publicação de produções de qualidade. Também em 2005, criou-se o Núcleo de Estudos Judaicos da Universidade Federal de Minas Gerais, o NEJ/ UFMG. Em 2008, no Rio de Janeiro, veio o Núcleo Interdisciplinar de Estudos Judaico e Árabes da UFRJ (NIEJ). Dez anos depois, começaram os trabalhos interdisciplinares do Núcleo de Estudos Judaicos da UFRGS, em Porto Alegre. Estudos brasileiros sobre o Holocausto Uma produção brasileira robusta, inteligente e sabedora dos nossos contextos locais é, portanto, recente. É possível dizer que, apenas na última década, as pesquisas nacionais ligadas à construção da memória do Holocausto atingiram um patamar concebível tanto de dimensão quanto de qualidade. No entanto, apesar do exposto e evidente avanço dos trabalhos acadêmicos brasileiros relacionados a este genocídio, não é coincidência que justo tal período recente em nossa História favoreceu um boom acadêmico nessas produções científicas. Também, pudera: com a suposta polarização político-partidária e a vulgarização do Holocausto por parte de governantes, jornalistas e influenciadores, o tema, que antes figurava quase exclusivamente nos rodapés dos livros didáticos, tomou um caminho oposto e agora está na boca de todos. As razões são diversas, herméticas e envolvem ciclos de intolerância e o enfraquecimento de pilares democráticos. É nessa complexa conjuntura sociopolítica, quando surgiram brechas perigosas para que os discursos de ódio ganhassem legitimidade, que artigos, monografias, dissertações e teses sobre memória e educação do Holocausto começaram a proliferar no Brasil. Nos últimos anos, foram diversas as chamadas de artigos científicos originais para revistas e coletâneas, mostrando o desenvolvimento positivo dessas pesquisas locais e, principalmente, com resultados bastante condizentes com a capacidade dos profissionais brasileiros. A evolução é nítida e abriu novos campos de pesquisa, muitos deles transdisciplinares. Em outras palavras, tem-se entendido como a Shoah perpassa por tantos aspectos das nossas vidas. Assim, apresentar, 80 anos depois, um trabalho de fôlego com detalhamento e aprofundamento preciosos é prova cabal de que a chama pela liberdade e pela criação intelectual nunca será exterminada: são dois volumes, com quase 600 páginas, o que evidencia que nunca foi tão importante estudar sobre o Holocausto quanto atualmente. Sabendo disso, ressaltamos que a ciência e a educação são as nossas vacinas contra o ódio. Com essas ferramentas, criamos terrenos férteis para incentivar o pensamento crítico e as reflexões sobre o momento atual. E, ainda que nunca seja fácil revisitar a Shoah, esta coleção nos permitiu refletir sobre o quanto ainda temos muito a aprender com a História para que ela nunca se repita, tornando-se um alento mais em tempos tão sombrios.

Objetivos

Objetivo Geral: O projeto visa ampliar o alcance da obra "Shoah: 80 anos de memória e resistência" a fim de promover o conhecimento e a conscientização da sociedade sobre a comunidade judaica, com especial enfoque no episódio do Holocausto e suas consequências. Objetivos Específicos: Produto I - Livro: Reedição e impressão de 1.000 (mil) cópias de cada um dos dois volumes (total duas mil cópias) da obra "Shoah: 80 anos de memória e resistência", e distribuição gratuita de 70% deste total de cópias.Produto II - Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra: Realização de uma palestra aberta de lançamento do projeto.Produto III - Contrapartidas Sociais: Realização de três ações formativas abertas em formato de palestras, para estudantes e professores de escolas públicas do ensino médio.

Justificativa

A coletânea de ensaios "Shoah: 80 anos de memória e resistência" sobre a comunidade judaica, com foco no Holocausto e abordando temas como diáspora, imigração, trauma e memória, possui uma relevância inestimável. O Holocausto foi uma tragédia de proporções devastadoras, deixando um impacto duradouro na comunidade judaica e na humanidade como um todo. Por meio desses ensaios, esta obra preserva a memória histórica e cultural, honrando as vítimas e sobreviventes, e garantindo que as gerações futuras compreendam a gravidade e as consequências desse período sombrio. A análise da diáspora e imigração judaica permite entender o enriquecimento cultural que ocorreu em diversas regiões do mundo, bem como as adversidades enfrentadas pelos judeus durante suas jornadas. Ao explorar o trauma vivenciado durante o Holocausto e as estratégias de preservação da memória, a obra ressalta a importância de promover a tolerância, combater o preconceito e promover a paz. Por último, o projeto prevê a distribuição gratuita de 500 (quinhentos) examplares de cada volume (total de mil examplares), em bibliotecas e escolas públicas, assim como uma palestra aberta de lançamento do projeto e ações formativas abertas em formato de palestra. Dessa forma, o projeto se enquadra aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: a) inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; pela distribuição gratuita de exemplares, lançamento e palestras.b) inciso IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; por abordar a história, cultura e tradições judaicas.c) inciso VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; por abordar a história, cultura e tradições judaicas.d) inciso VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; por abordar a história, cultura e tradições judaicas. O projeto alcança ainda os seguintes objetivos do Art. 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artesIV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos

Especificação técnica

Shoah - volume 1 346 páginas em formato 16x23cm Capa em papel supremo, 300gr/m2, impressa em 4x0 cores, com orelhas de 8cm Miolo em papel pólen 80gr/m2, impresso em 1x1 cores Livros embalados individualmente (shrink) Shoah - volume 2 246 páginas em formato 16x23cm Capa em papel supremo, 300gr/m2, impressa em 4x0 cores, com orelhas de 8cm Miolo em papel pólen 80gr/m2, impresso em 1x1 cores Livros embalados individualmente (shrink)

Acessibilidade

Produto I - Livro:Acessibilidade física: não se aplica.Acessibilidade de conteúdo: a acessibilidade visual será garantida por meio da gravação em áudio do conteúdo dos livros, conforme item da planilha orçamentária "Audiodescrição." Também, o projeto prevê a disponibilização do livro em formato epub, acessível aos programas já utilizados por pessoas com deficiência visual. Produto II - Seminário / Simpósio / Encontro / Congresso / Palestra:Acessibilidade física: a palestra de lançamento do projeto deverá ser realizada em local que garanta a acessibilidade física, facilitando a participação de pessoas com mobilidade reduzida (portanto não há custo atrelado).Acessibilidade de conteúdo: a palestra de lançamento do projeto também contará com tradução simultânea em Libras, conforme item da planilha orçamentária "Intérprete de Libras." Produto III - Contrapartidas Sociais:Acessibilidade física: as ações formativas em formato de palestra serão realizadas em locais que garantam a acessibilidade física, facilitando a participação de pessoas com mobilidade reduzida (portanto não há custo atrelado).Acessibilidade de conteúdo: as ações formativas em formato de palestra também contarão com tradução simultânea em Libras, conforme item da planilha orçamentária "Intérprete de Libras."

Democratização do acesso

Como forma de democratização de acesso, o projeto atende os incisos II e IV do Art. 27, e I do Art. 28 da Instrução Normativa nº 01/2023 ao realizar: - Distribuição gratuita de 50% do total de exemplares impressos, em escolas e bibliotecas públicas, (incisos II do Art. 27 e I do Art. 28).- Distribuição gratuita promocional por patrocinadores no montate de 10% do total de exemplare impressos (inciso I do art. 27).- Distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto no montante de 10% do total de exemplares impressos (inciso III do art. 27).- Comercialização de 30% do total de exemplares impressos para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta (inciso IV do art. 27). O projeto também atende os incisos IV, V, e VI do Art. 28 da IN nº 01/2023 ao: - Disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais do lançamento e das palestras (inciso IV).- Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos (inciso V).- Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, como as palestras para estudantes e professores de escola públicas do ensino médio (inciso VI).

Ficha técnica

Principais participantes: 1) João Paulo Vani: proponente e coordenador geral do projeto (como previsto na planilha orçamentária, item "Coordenação Geral") responsável pela gestão do processo decisório, incluindo atividade técnico-financeira, e contratação de equipe de suporte (intérprete de libras, gravação dos eventos, produção de materiais de divulgação, dentre outros). Além disso, de forma voluntária, será um dos palestrantes na palestra de lançamento do projeto e palestrante nas ações formativas em formato de palestra. É professor e jornalista. Doutor em Teoria Literária pela Universidade Estadual Paulista "Júilo de Mesquita Filho" (Unesp/São José do Rio Preto), com doutorado-sanduíche na University of Lousville, nos Estados Unidos; graduado em Letras e mestre em Teoria Literária pela Unesp de São José do Rio Preto. É pós-doutorando da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e da Faculdade de Ciências e Letras da Unesp de Araraquara. Desde 2017 atua como coordenador local do programa “Brazilian Studies” da University of Louisville, nos Estados Unidos, mesma universidade na qual atuou como Visiting Researcher em 2017; exerceu a função profissional visitante na Faculty of Political Science and Journalism da Adam Mickiewicz University, em Póznan, Polônia, em dezembro de 2018. Livros publicados: 1) 20 adolescentes e seus segredos: sexualidade (HN, 2007), em co-autoria com Débora Bonini; 2) Bandido, Touro com Alma (HN, 2009), em co-autoria com Daniel Maia e Daniel Martins; 3) Terror e Trauma na Literatura: do 11 às marcas na alma (EDUC, 2018); 4) Elos da Língua Portuguesa - vol. 1 (HN, 2018), organizado em parceria com Maria Graça Melo e Samira Camargo; 5) 21 reflexões sobre o mundo pós-pandemia (HN, 2021); 6) Elos da Língua Portuguesa - vol. 2 (Livro na Estante, 2021), organizado em parceria com Maria Graça Melo e Samira Camargo; 7) Shoah - volume 1: Diáspora e Imigração (HN, 2022), organizado em parceria com Lyslei Nascimento; 8) Shoah - volume 2: Memória e Trauma (HN, 2022), organizado em parceria com Carlos Reiss; 9) Elos da Língua Portuguesa - vol. 3 (Livro na Estante, 2022), organizado em parceria com Maria Graça Melo e Samira Camargo. 2) Lyslei de Souza Nascimento: palestrante (de forma voluntária) na palestra de lançamento do projeto. É Professora Titular de Teoria da Literatura e Literatura Comparada na Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais, onde atua na área de Letras, com ênfase em Teoria da Literatura, Literatura Comparada e Judaica. Editora da "Arquivo Maaravi: Revista Digital de Estudos Judaicos da UFMG". Membro do GT de Literaturas Estrangeiras da ANPOLL desde 2012. Coordenadora do GT de Literaturas Estrangeiras da ANPOLL no biênio 2014-2016, 2016-2018 e 2020-2023. Pesquisadora do Grupo de Pesquisa Isaac de Castro Tartas (USP) e Pesquisadora Associada do Centro de Estudos Judaicos da USP. Vencedora do 2015-2016 Travel Award for Latin American Jewish Research na Universidade do Texas em Austin, pelo Schusterman Center for Jewish Studies. University Affiliate Visiting Scholar/Visiting Researcher (2015) na Universidade do Texas em Austin, EUA. 3) Carlos Henrique Wencland Reiss: palestrante (de forma voluntária) na palestra de lançamento do projeto. É coordenador-geral do Museu do Holocausto de Curitiba. Gestor e consultor, foi o responsável pela concepção pedagógica do espaço, com organização de material didático, ações educativas, curadorias de exposições e treinamento dos mediadores. Especialista em História e Ética Judaicas, formou-se em Comunicação Social pela UFMG, estudou Relações Internacionais na Universidade Hebraica de Jerusalém e Geopolítica na Universidade Tuiuti do Paraná.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.