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PRONAC 236039Autorizada a captação total dos recursosMecenato

SIVUCA SINFÔNICO

VITRAL PRODUCOES ARTISTICAS CULTURAIS E EDUCACIONAIS LTDA
Solicitado
R$ 2,34 mi
Aprovado
R$ 2,34 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Espetáculos artísticos / musicais com itinerância mínima em 2 regiões
Ano
23

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2024-01-01
Término
2026-11-22
Locais de realização (8)
Manaus AmazonasBelo Horizonte Minas GeraisCuritiba ParanáJoão Pessoa ParaíbaBelém ParáPorto Alegre Rio Grande do SulRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

O presente projeto se trata da realização de concertos de Acordeon e Orquestra por estados brasileiros e concertos internacionais homenageando e divulgando o trabalho que o mestre Sivuca produziu frente a várias orquestras.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS - Divulgar a obra de Sivuca nas principais capitais brasileiras e internacionalemente; - Trazer novamente às principais orquestras brasileiras o trabalho musical de Sivuca; - Promover a música brasileira; - Formar plateia. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar concertos com as seguintes orquestras brasileiras em suas respectivas cidades: BRASIL: OSPB - Orquestra Sinfônica da Paraíba > João Pessoa - PB OSTP -Orquestra Sinfônica do Teatro da Paz > Belém - PA OSMG - Orquestra Sinfônica de Minas Gerais > Belo Horizonte - MG OSP - Orquestra Sinfônica do Paraná - PR OSB - Orquestra Sinfônica Brasileira > Rio de Janeiro - RJ OSESP - Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo > São Paulo - SP OSPA - Orquestra Sinfônica de Porto Alegre > Porto alegre - RS Orquestra Amazonas Filarmônica > Manaus - AM - Realizar dois concertos internacionais nas cidades de Lisboa (Portugal), Paris (França) e Nova Iorque (Estados Unidos), com orquestras locais. - Realizar oficinas de contrapartida social voltadas a estudantes da rede pública de ensino: "A musicalidade de Sivuca".

Justificativa

Severino Dias de Oliveira, mais conhecido como Sivuca, nasceu em Itabaiana, na Paraíba, no dia 26 de maio de 1930. Ganhou uma sanfona de presente da sua família quando tinha 9 anos e, aos 15, foi para Pernambuco, participar de programas de calouros. Logo se destacou e passou a apresentar-se na Rádio Clube de Recife. Em 1948, foi contratado pela Rádio Jornal do Commercio, onde atuou até meados da década de 1950. Em 1949, foi convidado para gravar com a cantora Carmélia Alves em São Paulo. Carmélia foi a primeira a gravar, em 1951, o baião Adeus Maria Fulô, composição de Sivuca e Humberto Teixeira. A música foi o primeiro sucesso nacional de Sivuca e depois foi regravada em uma versão psicodélica e inesquecível pelo conjunto Os Mutantes, em 1968. Também em 1951, Sivuca gravou o primeiro seu primeiro 78 rotações, pela Continental, com as canções Carioquinha do Flamengo (de Waldir Azevedo, Bonfiglio de Oliveira) e Tico-Tico no Fubá (Zequinha de Abreu, sucesso na voz de Carmen Miranda). Em 1955, o artista vai morar no Rio de Janeiro, contratado pelas Emissoras Associadas de Rádio e Televisão Tupi e estuda teoria musical e harmonia durante três anos com Guerra Peixe. No ano seguinte, lança Eis Sivuca, seu primeiro disco solo, em 1956, gravou seu famoso choro Homenagem à Velha Guarda. Também em 1956, o artista partiu para a sua primeira temporada de shows pela Europa, com o grupo Os Brasileiros. Desde jovem, Sivuca viaja pelo interior do Nordeste brasileiro, tocando música regional com músicos locais, período de aprendizagem e experimentações, que lhe concede o conhecimento do universo musical nordestino. Segundo o artista, essa vivência entre músicos da cultura popular fornece as bases de sua obra. Apesar de decisiva, a arte de Sivuca não se resume à influência regional, transitando entre diversos gêneros da música nacional e internacional. Mestre da sanfona, instrumento do qual é um dos principais divulgadores na música nacional e internacional, seus trabalhos podem ser identificados com a bossa-nova, jazz, forró, choro, baião, maracatu e frevo. No entanto, predomina o virtuosismo no acordeom e o improviso musical, característico de expressões da Paraíba, como os cantadores de coco. A partir de 1959, chegou a morar em Lisboa e Paris, sendo considerado o melhor instrumentista de 1962 pela imprensa parisiense. Morou também em Nova York, de 1964 a 1976, e _ em 1971, Harry Belafonte o convidou para arranjar e tocar no especial dele e de Julie Andrews, na TV NBC. Sivuca usou violão e sanfona, arranjou para orquestra de cordas e fez, inclusive o arranjo de uma canção escrita para Julie Andrews homenagear Vincent van Gogh. Na década de 70, Sivuca compôs trilhas para filmes em curta-metragem da televisão educativa americana, trabalho pelo qual é indicado ao Grammy, com a trilha do filme Joy. Nesse período, fez parcerias com artistas como Hermeto Pascoal, Bette Midler e Paul Simon. Em 1975, casou-se com a compositora e compositora Glória Gadelha, com quem passou a desenvolver parcerias artísticas. Nessa época, o artista voltou para o Rio de Janeiro e participou da série de espetáculos Seis e Meia, com o show Sivuca e Rosinha de Valença. Gravado ao vivo, esse torna-se o primeiro registro do baião Feira de Mangaio, parceria com Glorinha Gadelha, considerado um dos maiores clássicos da MPB, que fez muito sucesso na voz de Clara Nunes, que o gravou em 1979, no seu disco Esperança. Em 1977, Chico Buarque escreveu a letra para uma melodia composta por Sivuca em 1947, dando origem a outro grande clássico da música popular brasileira: a canção João e Maria, única parceria dos dois compositores, sucesso em um duo de Chico e Nara Leão nesse mesmo ano, no disco Os Meus Amigos Um Barato, da cantora. Em 1985, Sivuca escreveu a sua primeira peça sinfônica: Concerto Sinfônico para Asa Branca, inovando ao mobilizar a orquestra pela ótica do acordeonista. Em 2003, voltou à Paraíba, onde seguiu trabalhando. No ano seguinte, em Recife, gravou com a Orquestra Sinfônica da cidade, o clássico disco Sivuca Sinfônico. Três anos depois, compôs seu último arranjo sinfônico, Choro de Cordel, com Glorinha. Sivuca faleceu em 2006, aos 76 anos, vítima de um câncer. Muitas de suas partituras foram doadas por sua viúva ao acervo da Fundação Joaquim Nabuco, do Recife. A doação à instituição pernambucana deveu-se a uma dívida de gratidão que o próprio artista dizia ter com o Recife em sua formação musical. O legado de Sivuca permanece vivo para as próximas gerações. O presente projeto executará concertos com todas as peças da obra Sivuca Sinfônico, que foi seu trabalho de maior destaque. Este álbum foi um dos últimos trabalhos de Sivuca, gravado em 2004, e lançado em 2006; onde foi indicado ao Prêmio de Melhor Arranjador e obteve o PRÊMIO TIM como Melhor Solista. O álbum homenageia Luiz Gonzaga, com Rapsódia Gonzaguiana e Concerto Sinfônico para Asa Branca, criando variações sobre temas do mestre. O disco também apresenta a recriação de dois de seus clássicos, "João e Maria" e "Feira de Mangaio", uma peça semi-erudita, também de seu acervo (Aquariana), além de interpretações que vão desde uma peça complexa de Paganini (Moto Perpétuo), até um choro de Luperce Miranda. Todos os arranjos e orquestrações são de Sivuca, uma das mais significativas figuras da história da música brasileira. Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. e ainda, enquadra-se nos seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:a) realização de missões culturais no país e no exterior, inclusive através do fornecimento de passagens;

Estratégia de execução

O projeto terá 2 maestros por conta de agenda disponível para viagens ao longo do ano. Portanto, os dois maestros incluídos neste projeto irão revezar entre as cidades selecionadas.

Acessibilidade

PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas de acesso, corrimões e assentos exclusivos (espaços já adaptados às necessidades de acesso). DEFICIENTES AUDITIVOS: linguagem musical - intérprete de libras durante as narrações antes de cada peça e descrição do conteúdo a ser apresentado no programa do concerto. DEFICIENTES VISUAIS: linguagem musical e descrição de cada peça antes de serem executadas. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas de acesso, corrimões e assentos exclusivos (espaços já adaptados às necessidades de acesso).DEFICIENTES AUDITIVOS: intérprete de libras.DEFICIENTES VISUAIS: linguagem oral com descrições de peças exibidas.

Democratização do acesso

Como medida de ampliação de acesso, serão adotadas as seguintes medidas do art. 28 da IN nº 01/2023 : PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL "IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;" PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL "VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;"

Ficha técnica

Vitral Produções Artísticas Culturais e Educacionais - (Proponente) Funções: - Coordenação Administrativo-Financeira (A proponente será remunerada nesta função através da rubrica "Custos Administrativos") - Produção Executiva A Vitral Produções elabora, desenvolve e executa projetos artísticos, culturais e educacionais, com ênfase em projetos inovadores baseados em ações sustentáveis e de alcance social. Permeando diferentes áreas artísticas, mas com ênfase nas áreas de produção audiovisual, transmissões por streaming æ Lives” em diversos seguimentos como: shows e festivais de musica, espetáculos de dança e teatro, Ead, eventos culturais e corporativos, congressos e feiras de negócios. Além disso a Vitral Produções também atua na área de gerenciamento artístico. Trento Edições Culturais Função: Direção de Produção A Trento Edições Culturais realiza os trabalhos de Produção executiva, coordenação administrativa-financeira, captação de recursos e de assessoria de imprensa para projetos culturais. Atua nas áreas de cultura, artes, meio ambiente, economia criativa, turismo, responsabilidade social e sustentabilidade. ALGUNS TRABALHOS REALIZADOS NA ÁREA CULTURAL - lançamento do CD de Juliano Ravanello (canto gregoriano); - Lançamento do livro “La primera república de las Americas", nas Embaixadas Brasileiras em Bogotá, Buenos Aires e Asunción;- Show AVE Mujeres – Música; - VII Concurso de Piano Edna Bassetti Habith – Música; - Trupe da Saúde - Artes Cênicas; - Show Essência Elis – Música; - 20 Anos do "O Grande Circo Místico" - Evento e vídeo - Teatro Guaíra; - Cafundó - Longa-metragem (Produção de Locação); - 150 Anos de Emancipação Política do Paraná - Brasília-DF; - 5 edições do Festival Folclóricos de Etnias do Paraná; - Mais de 10 edições do Concurso de Piano Edna Bassetti Habith, em Curitiba, PR. Roberto Tibiriça Função: Maestro Maestro brasileiro, titular da cadeira de nº 5 da Academia Brasileira de Música desde 26 de março de 2003 e Membro Honorário da Academia Nacional de Música, Rio de Janeiro desde 2018. Roberto Tibiriçá iniciou-se na música como pianista. Mais tarde estudou regência com o maestro Eleazar de Carvalho, com quem trabalhou por quase 18 anos. Foi duas vezes vencedor do Concurso para Jovens Regentes da Osesp, onde então tornou-se Principal Regente Convidado. Em fins dos anos 1990, Tibiriçá foi diretor artístico da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), no Rio de Janeiro, e de 2000 a 2003 trabalhou como diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica Petrobras Pró-Música (atual Opes, Orquestra Petrobras Sinfônica). Em 1995 foi eleito pela crítica especializada do Rio de Janeiro como o Músico do Ano e recebeu do Governo do Estado do Rio de Janeiro o Prêmio Estácio de Sá pelo seu trabalho com a Orquestra Sinfônica Brasileira. Com esta orquestra participou de diversas edições do Projeto Aquárius entre as quais se destacam a 2a Sinfonia (”Ressurreição”) de Gustav Mahler, na Enseada de Botafogo em 1996, para um público estimado em 150 mil pessoas e a Missa Campal celebrada por Sua Santidade o Papa João Paulo II, para cerca de 2 milhões de pessoas no Aterro do Flamengo, em 1997! Convidado pela Direção Artística do Theatro Municipal do Rio de Janeiro realizou, em 1998, o Ciclo Beethoven, onde foram executadas as 9 Sinfonias, os 5 Concertos para Piano, o Concerto Tríplice e o Concerto para Violino com o teatro completamente lotado! De 2000 a 2003 passou a ser o Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica Petrobrás Pró Música, sendo o responsável pelo alto nível artístico que este conjunto alcançou nesses 4 anos levando o mesmo a receber o Prêmio Carlos Gomes, em sua primeira edição Nacional, como o Melhor Conjunto Orquestral em 2001 e novamente em 2002. Seus concertos lotavam tanto o Theatro Municipal como na Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro. Entre os anos de 2010 e 2013 foi regente titular da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Criou a série “O Artista Brasileiro”, realizada na Sala Cecília Meireles, onde só se apresentam os artistas nacionais e que tem sido recebida até hoje com muito carinho pelo público desde sua idealização quando assumiu a OPPM. Criou também a série "Sinfônica Pop", onde convidou grandes artistas da Música Popular Brasileira como Wagner Tiso, Rita Lee, Gilberto Gil, Daniela Mercury, Zizi Possi, Sivuca, Frejat, Simone, Ivan Lins, Francis Hime, Paulo Moura, Nana Caymmi, João Bosco entre outros. Roberto Tibiriçá é considerado um dos melhores regentes da atualidade pela crítica especializada trazendo sempre em seu repertório obras de interesse artístico e público preservando assim seu objetivo de formação de novas plateias. Por este motivo recebeu em 28 de Novembro de 2002 o título de CIDADÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, concedido pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro por seus serviços prestados à Cultura do Estado desde sua vinda, em 1994. No dia 26 de Março de 2003 foi eleito para ocupar a Cadeira de No. 05 (cujo Patrono é o Pe. José Maurício Nunes Garcia) da Academia Brasileira de Música e no dia 11 de Maio de 2018, tomou posse como Membro Honorário da Academia Nacional de Música, no Rio de Janeiro. Foi ainda Diretor Artístico e Regente Titular da Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas (SP), da Orquestra Filarmônica de São Bernardo do Campo (SP) e Principal Regente da OSSODRE, Montevidéu/Uruguai. Desde 2013, Roberto Tibiriçá, vencedor de diversos prêmios e membro da Academia Brasileira de Música, tem regido concertos com importantes orquestras brasileiras e da América Latina, como a OSB, Osesp, Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, Opes, Ospa, Osusp, Orquesta Simón Bolívar (Venezuela), Orquesta Sinfonica del Sodre (Uruguai), Orquestra Filamónica de Montevideu (Uruguai) e Orquesta Sinfonica de Lima (Peru), entre outras. Miguel Archanjo de Almeida Campos Neto Função: Maestro (o projeto terá 2 maestros por conta de agenda disponível para viagens. Portanto, irão revezar entre as cidades selecionadas) Com diploma de Mestrado em regência orquestral pela prestigiosa Mannes School of Music de Nova York, Miguel Campos Neto está na sua 13ª temporada como regente titular da Orquestra Simfônica do Theatro da Paz em Belém e do Festival de Ópera deste mesmo teatro, bem como diretor musical e regente titular da Orquestra Sinfônica "Altino Pimenta" da Universidade Federal do Pará, onde também é professor de Regência Orquestral, Prática de Orquestra, Violino e Música de Câmara. . Foi também fundador e por 12 anos regente titular da Orquestra Jovem Vale Música (grupo sinfônico fruto de projeto social com jovens de Belém) e por 4 anos regente titular da Orquestra Sinfônica Wilson Fonseca, em Santarém (PA).Recentemente nomeado "Regente Laureado" da Chelsea Symphony, orquestra sediada em Nova York e da qual foi diretor artístico e regente titular durante cinco temporadas, Campos Neto também atuou como maestro convidado frente a grupos como a Orquestra Nacional de Avignon-Provence (França), a Orquestra Sinfônica de Porto Rico, a Orquestra Sinfônica de Mulhouse (França), a Savaria Symphony (Hungria), a Sinfônica Dana Point e a Irvine Symphony (Estados Unidos) e a Orquesta Ciudad de Alcalá (Espanha). No Brasil, foi convidado a reger as orquestras sinfônicas de Mato Grosso, do Rio Grande do Norte, Theatro São Pedro (SP), do Teatro Nacional Cláudio Santoro (Brasília), de Minas Gerais, Heliópolis, Experimental de Repertório, Municipal de Campinas, Orquestra Jovem de Guarulhos, e Sinfônica da Unicamp. Em 2021 teve sua estreia como maestro convidado de um dos mais importantes grupos sinfônicos do país: a Orquestra Sinfônica Brasileira, sendo desde então convidado regularmente pela OSB.A temporada de 2020-2021 trouxe sua estreia como regente de ópera em palcos internacionais com Cavalleria Rusticana e Pagliacci na "Opera Grand Avignon" (França) com aclamação de público e crítica. Já o ano de 2019 foi marcado por seu retorno ao Curso Internacional de Verão de Brasília como professor de regência e maestro da orquestra sinfônica de encerramento. Em 2023 Miguel Campos Neto retornou à ópera Grand Avignon para assinar a direção musical e regência da ópera Il Turco in Italia, de Rossini, sendo mais uma vez acolhido pela crítica local. João Pedro Teixeira Função: Solista - acordeonista (extenso currículo anexo) ULTIMOS TRABALHOS REALIZADOS: · Solista da OSB, Orquestra Sinfonica Brasileira no concerto de 50 anos do Projeto Aquarius - Rio de Janeiro, Agosto/2022 · Solista da Orquestra Sinfonica de Minas Gerais, concertos no Palacios das Artes - Belo Horizonte - MG, Agosto/2022 · Solista da Orquestra Sinfonica do Paraná - Concerto em Curitiba - PR - Junho/2022 · Concertos solo "O Acordeon na Música Clássica" projeto "Bravíssimo Concertos" - Cascavel/PR - Medianeira/PR - Curitiba/PR - Junho/Julho 2022 · Abertura SOLO do 60º Festival de Etnias do Paraná - Teatro Guaíra - Curitiba/PR, Junho/2022 · Estréia do documentário: João Pedro Teixeira "Universalizando o Acordeon" com participação especial de Hermeto Pascoal - Teatro Guaira, Curitiba/PR - Setembro/2022 · Live "Hermeto Pascoal 85 Anos" no palco do Guairão - Curitiba, Junho/2021 · Festival Acordeom Brasileiro - Curitiba, Dezembro/2021 Daniel Eduardo Quandt Função: afinador (currículo e portfólio anexo) Natural da Cidade de Joinville - SC, atua como luthier de instrumentos de palhetas livres, e atualmente é o único luthier de Bandoneons no Brasil responsável por construir esses novos instrumentos. Atua como Bandoneonista desde 2011, tendo tocado na OrquestraLatino-Americana da UNESPAR, grupos de teatro e grupos folclóricos da tradição alemã da cidade de Joinville e região.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.