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Realizar uma série de concertos musicais com o músico catarinense Juliano Demétrio e banda, com participação de músicos convidados em teatros e outros espaços ao ar livre, interpretando canções de seus dois primeiros álbuns.
A Tour Diga Sim Contra o Tempo é uma turnê musical apaixonante e vibrante que promete levar o público a uma jornada emocional e revigorante. Com uma proposta inclusiva e uma mensagem inspiradora, essa turnê busca despertar nos espectadores a importância de aproveitar cada momento da vida e abraçar as oportunidades que surgem a partir das adversidades da vida. Com uma forte presença de palco, Juliano Demétrio conduzirá os espectadores por uma experiência única, onde a música se entrelaça com histórias pessoais e mensagens profundas. Com um repertório cuidadosamente selecionado, que inclui sucessos marcantes, cada canção é um convite para dizer "sim" aos desafios, às paixões e às alegrias que a vida apresenta. O palco ganhará vida com cenários deslumbrantes, iluminação envolvente e performances cativantes. Além disso, a turnê "Diga Sim Contra o Tempo" também contará com um time de músicos talentosos e uma produção impecável, garantindo uma experiência audiovisual de tirar o fôlego. Durante a turnê, além de proporcionar momentos de entretenimento e diversão, Juliano Demétrio pretende estabelecer uma conexão genuína com o público. Através de momentos intimistas e interações emocionantes, ele compartilhará suas próprias experiências e inspirará a plateia a enfrentar seus próprios desafios, superar obstáculos e abraçar as oportunidades com coragem e determinação. Diga Sim Contra o Tempo é uma experiência musical marcante para a música regional, uma fusão de talento, energia e significado. Uma oportunidade imperdível para aqueles que desejam se envolver em uma jornada emocional, onde a música é o fio condutor que nos inspira a dizer "sim" e viver intensamente cada instante. Prepare-se para uma experiência inesquecível e deixe-se levar pela magia da música, onde o tempo não é obstáculo, mas sim um convite para dizer "sim" a cada nota e encontrar a plenitude em cada acorde. A turnê "Diga Sim Contra o Tempo" aguarda por você!
Objetivo Geral: Fomentar à produção cultural e artística de artistas regionais, fortalecendo o cenário cultural regional e a troca de experiência entre artistas e compositores. Objetivo específico - Realizar 06 apresentações do cantor/compositor Juliano Demétrio e banda em teatros, centros comunitários, e/ou clubes e ao "ar livre";- Apresentar ao público Catarinense e Gaúcho os trabalhos do cantor e compositor Juliano Demétrio, através de aprestações musicais onde interpreta músicas de seus dois primeiros álbuns, além de releituras de clássicos do Pop Rock nacional e internacional dos anos 80/90;- Realizar as apresentações em dois estados brasileiros (Santa Catarina e Rio Grande do Sul)- Divulgar as composições do músico regional Juliano Demétrio através da reprodução maciça das músicas em rádios e congêneres, ampliando a visibilidade junto ao meio radiofônico nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul;- Democratizar o acesso ao espetáculo "Diga Sim Contra o Tempo" com ingressos a preços populares;- Realizar uma oficina de formação de plateia como forma de contrapartida social;- Valorizar a produção musical do Estado de Santa Catarina.
A realização de uma turnê musical é uma oportunidade única para enriquecer a vida cultural do país, além de proporcionar experiências inesquecíveis ao público, promover o intercâmbio cultural entre cidades e regiões, e fomentar o desenvolvimento da economia local. Nesse sentido, a lei de incentivo à cultura se mostra como uma ferramenta crucial para a concretização dessa proposta, pois permite o acesso a recursos financeiros que serão utilizados de forma estratégica para viabilizar a Mini turnê Diga Sim Contra o Tempo. Ao utilizar a lei de incentivo à cultura, não apenas estaremos contribuindo para a formação de plateias, ampliando o acesso à cultura e valorizando o trabalho dos artistas envolvidos, mas também estaremos impulsionando a cadeia produtiva do setor cultural. A Mini turnê Diga Sim Contra o Tempo demanda diversos profissionais e serviços, como técnicos de som, iluminação e palco, equipe de produção, transporte, hospedagem, divulgação, entre outros. Com a utilização da lei de incentivo a cultura, teremos condições de contratar esses profissionais, estimulando a geração de emprego e renda, além de movimentar a economia local por meio da contratação de fornecedores locais. Além disso, ao levar a turnê diga Sim Contra o Tempo para diferentes cidades, estaremos contribuindo para a descentralização cultural, levando entretenimento e acesso à arte para locais que muitas vezes não são contemplados por grandes eventos musicais. Dessa forma, estaremos fortalecendo a identidade cultural de cada região, valorizando suas peculiaridades e enriquecendo o panorama artístico nacional como um todo. Esta proposta inclui um planejamento minucioso da turnê, considerando datas, locais, estratégias de divulgação e ações de inclusão social, como a realização de alguns ensaios abertos. Além disso, pretendemos realizar parcerias com instituições culturais locais, buscando sinergias que potencializem o impacto positivo da turnê. É importante ressaltar que a lei de incentivo à cultura, ao promover a dedução fiscal de empresas patrocinadoras, estimula o investimento no setor cultural, reconhecendo a importância do mesmo para a formação de uma sociedade mais rica e diversa. A música regional, apresentada por Juliano Demétrio, se destaca por sua conexão profunda com o Sul do País, abraçando e celebrando as tradições, idiomas e histórias locais em suas músicas. É importante entender que ser um artista regional não é uma limitação, mas uma afirmação de identidade cultural. Mesmo que esses artistas não tenham visibilidade nacional, eles desempenham um papel vital na preservação e na promoção das tradições culturais de suas regiões, enriquecendo assim o panorama musical do país. É isto que este projeto quer trazer e entende que apenas com os patrocinios de empresas e pessoas físicas, por meio da Lei Rouanet, terá a possibilidade de levar seu trabalho a outras cidades.
O uso da Lei de Incentivo à Cultura se justifica por entendermos que a cultura é um patrimônio imaterial e simbólico extremamente importante para a identidade e a coesão social de uma nação, e um importante setor gerador de emprego e renda. Além disso, a realização de eventos culturais e a abertura de espaços para a arte contribuem para o desenvolvimento da economia criativa. Ainda, a Lei de Incentivo à Cultura é uma importante ferramenta para a democratização do acesso à cultura. Muitas vezes, projetos culturais de qualidade não são viabilizados por falta de recursos financeiros. Através da lei, é possível que pessoas jurídicas e físicas invistam nesses projetos e tornem possível a realização de eventos culturais que beneficiem a população em geral, especialmente aquela que não tem condições de pagar por ingressos ou frequentar espaços culturais mais caros. A turnê "Diga Sim Contra o Tempo" é um projeto cultural de grande relevância e impacto, que busca promover a arte, a música e a mensagem de união e esperança em meio aos desafios do nosso tempo. Diante da importância desse projeto, a Lei de Incentivo à Cultura se apresenta como uma oportunidade valiosa para viabilizar e fortalecer essa iniciativa. Ao utilizar a Lei de Incentivo à Cultura para a turnê "Diga Sim Contra o Tempo", será possível ampliar o alcance do projeto. Com os recursos obtidos, será possível investir na divulgação e na promoção dos shows, alcançando um público ainda maior e engajando mais pessoas nessa experiência cultural única. Além disso, a infraestrutura dos locais de apresentação pode ser aprimorada, proporcionando uma melhor experiência para os espectadores. Em resposta a diligência de 27/09/2023, verificamos o documento anexado e ele contempla os requisitos da seguinte forma:a) Referência ao patrocinador, ao proponente e ao projeto (número da proposta ou projeto);A empresa Celk Sistemas Ltda., inscrita no CNPJ no 03.434.978/0001-50, sediada à Av. Trompowsky, 346, 1o andar, Centro, Florianópolis/SC, neste ato representada legalmente pelo Sr. Rodrigo Santana, brasileiro, separado, registrado no CPF sob no xxxx, RG no xxx SSP/SC, DECLARA Diga Sim Contra o TempoIMAGM Agenciamento e Produções Ltda, inscrita no C.N.P.J. no 47.122.948/0001-83, perante a Lei de Incentivo à Cultura PRONAC, proposta no 392.137;b) Data de validade: com a aprovação do projeto; c) Descrição do valor (pelo menos 10% do valor total do projeto): R$185.000,00 (cento e oitenta e cinco mil reais. O valor total do projeto é de R$ 199.931,24.
Os locais mapeados para a realização de cada espetáculo, já se encontram com suas respectivas cartas de anuências, ficando o calendário para ser definido pós aprovação desta proposta. Cidade: Siderópolis Local: Aguaí Santuário Ecológico Cidade: Porto Alegre: Local: Teatro Oficina ou Concha Acústica da Fundação Teatro São Pedro; Cidade: Criciúma Local: Teatro Elias Angelone Cidade: Florianópolis Local: Centro Integrado de Cultura - CIC - Teatro Ademir Rosa Cidade Blumenau: Local: Teatro Carlos Gomes Cidade Tubarão: Local: Teatro Arena Multiuso Prefeito Estener Soratto Em resposta a diligencia 21/09/2023: O estágio em que se encontram os estudos de música popular no Brasil, torna-se crucial discutir a definição de "música popular/regional" e as abordagens teóricas usadas para fundamentar sua análise. Como em qualquer disciplina ou campo de conhecimentos, os dois problemas - definição e teoria - estão interligados. Uma determinada concepção do objeto organiza um feixe de ferramentas teóricas especificamente apropriadas para dar conta das características consideradas por esta concepção, ignorando outras que não se incluam aí. Segundo Neder (2010), pode-se definir "música popular/regional" como aquela que vem "do povo" critérios como "autenticidade" e "identidade nacional" ou "regional" são priorizados, e o que não se encaixa aí é desprezado. Ou seja, desconsidera-se a maior parte da produção das classes populares contemporâneas, e que desenvolve experiências sônicas não passíveis de apreensão segundo métodos ideados para músicas tradicionais. Ainda segundo Neder (2010), se, no entanto, entende-se que "música popular/regional" é uma elaboração erudita de materiais "populares", deixa-se de lado o que pareceria ser "primitivo" ou "mal feito" segundo estes critérios eruditos. Na medida em que os musicólogos voltados ao repertório dito erudito entendem por "música popular/regional" de interesse apenas aquelas músicas que apresentam "sofisticada" organização - segundo os critérios eruditos, derivados de matrizes europeias -, estes musicólogos tendem a acreditar que os métodos desenvolvidos para a música erudita são pertinentes para a análise de toda a música popular. Para validar essa perspectiva que restringe a singularidade do gênero popular/regional, recorre-se à ideia comumente mencionada de que "a música popular/regional não se enquadra em categorias, mas é um objeto em si". Esse equívoco gera uma série de problemas: a perda da identidade única da música popular e suas contribuições (como experimentações com timbre, microtonalidade, sutis variações rítmicas, métricas não europeias e diversos modelos de apreciação musical), a falta de ferramentas analíticas adequadas para abordar essa singularidade, a imposição forçada de parâmetros estéticos da música clássica europeia à música popular, bem como a repressão e desvalorização de inúmeros gêneros musicais, composições e indivíduos que resistem a essa abordagem padronizada. Destarte, a ausência desse alicerce compromete a compreensão adequada do termo “música popular/regional” e promove uma abordagem ambígua, prejudicando assim o progresso e a legitimação de artistas regionais e independentes. Em suma, o termo "música popular/regional" é vago o bastante para ser definido de maneira bastante discrepante, dependendo de quem o emprega. Isto tem levado pesquisadores e analistas a abandoná-lo quase por completo, adotando denominações individuais que terminam por aumentar a confusão, fragmentar ainda mais o campo e desunir os especialistas nesta área. Respondendo a este problema, a partir de uma compilação e discussão das principais classes de definições de música popular/regional empregadas usualmente, argumenta-se aqui que o termo música popular/regional é contraditório justamente por evidenciar as contradições sociais a que está exposta a própria música popular e regional. Assim, conforme preconiza Skolaude (2008), os fenômenos regionais de construção identitária se tornaram um campo importante de análise para relações de sociabilidade, pertencimento, reconhecimento, inclusão e exclusão social. Vejamos alguns exemplos. Luis Gonzaga, a partir da difusão do baião, pode ser considerado uma espécie de ‘inventor’ da cultura regional do sertão nordestino (FONTELES, 2010), e igualmente artistas como Geraldo Espíndola, Paulo Simões, Almir Sater, Geraldo Roca, Guilherme Rondon, nesse mesmo sentido, também tenham ‘inventado’ a cultura regional de Mato Grosso do Sul. Tornaram-se inventores e difusores das identidades culturais e das belezas naturais da região sul-mato-grossense, ancorados, sobretudo, no ícone Pantanal. Segundo Dias (2009), tradicionalmente, a identidade cultural no Rio Grande do Sul se define pelos costumes, tradições orais, literatura, história, artes, objetos culturais, ritmos musicais, culinária, sotaque e vocabulário. Mas também como afastamento do centro de decisões do país, que se reflete em sentimentos de exclusão política, de marginalização cultural e espoliação econômica. A expressão artística musical gaúcha é um bom exemplo. Enquanto a música campeira celebra e representa a apreciação dos costumes e das cenas de um mundo rural tradicional, um imaginário socialmente aceito, a tchê music surge principalmente nas áreas urbanas, originando-se de festas e histórias românticas urbanas, e se destaca pelo seu afastamento dessas tradições baseadas em valores rurais. Sua característica mais proeminente é a fusão de ritmos regionais, como vanerão e chamamé, com gêneros musicais nacionais como sertanejo, axé, pagode e funk. Neste sentido, conforme conceitualmente apresentado, o termo “música popular/regional”, não se limita ao estilo musical (sertanejo, forró, baião, rock, pop, axé, pagode, funk, etc,), mas sim, ao conjunto cultural do qual representa ou descreve em suas canções. Se não vejamos. O rock é um importante estilo musical que conquistou adeptos em todo o mundo devido à sua sonoridade, interferindo nos estilos de vestir, de encarar a vida e de produzir música. Apresenta desde seu início a crítica ao sistema vigente, seja político ou moral, assim como as dores, medos e opiniões de toda uma geração. O rock gaúcho, gênero criado e que representa o cenário dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, carrega o sotaque e as expressões típicas da cultura da região sul do Brasil, citando lugares e vocábulos regionais. Apenas para efeitos de exemplificar, pode-se citar artistas/bandas como Bidê ou Balde, Humberto Gessinger, Dazaranha, Aves de Rapina, Gera Fornasa, entre outros, que apesar de atingirem notoriedade nacional, cantam e proclamam a regionalidade do sul do Brasil. Outrossim, já houve enquadramento do artista Juliano Demétrio como “música regional”, conforme parecer do Projeto/Proposta nº. 333.240, à saber: [...] Conforme dispõe o artigo 31, inciso II, alínea “b” da Instrução Normativa nº 01/2023, sugiro o enquadramento da proposta no artigo 18 da Lei nº 8.313/1991, de acordo com a área e segmento indicados neste parecer. [...] Avaliador: Francisco L. Furtado. Vale ressaltar que o referido entendimento, vai ao encontro da fundamentação da PL nº 604/2007, que resultou na Lei nº. 14.568 de 04 de maio de 2023, à saber: [...] Com essa medida, pretendemos alcançar músicos, compositores, intérpretes e conjuntos musicais não divulgados comumente pelas emissoras comerciais de rádio e televisão. Se é verdade que a música brasileira que chega ao grande público teve sua origem nessas expressões regionais, é igualmente certo que tais expressões genuínas acabam ficando fora do circuito de gravações e espetáculos que chegam ao grande público. Com isso, não apenas ficam prejudicados os artistas, como também vai-se perdendo a memória desse saber e desse fazer cultural. [...] Senador Sérgio Zambiasi – Projeto de Lei do Senado nº 604/2007. Por fim, com base nas prerrogativas ora apresentadas, reiteramos o pedido de enquadramento da proposta como “música regional”, uma vez que TODOS os quesitos de enquadramento são atendidos. Referências Bibliográficas: COSTA, José Alves. A música popular produzida em São Luís-MA na década de sessenta do século XX. 2011. Monografia (Graduação em Licenciatura em Música) – Universidade Estadual do Maranhão, São Luís, 2011. DIAS, Marcia Tosta. Os donos da voz: indústria fonográfica brasileira e mundialização da cultura. São Paulo: FAPESP, 2000. DIAS, Valton Neto Chaves. O consumo de música regional como mediador da identidade. Dissertação apresentada ao PPGC, Universidade Federal de Santa Maria. Santa Maria, RS. 2009. DUARTE, Colmar. “A música popular no Rio Grande do Sul”. In: DUARTE, Colmar e ALVES, José Édil. Califórnia da Canção Nativa: marco de mudanças na cultura gaúcha. Porto Alegre: Movimento, 2001. MANN, Henrique. Som do Sul: a história da música no Rio Grande do Sul no século XX. Porto Alegre: Tchê, 2002. NECCHI, Vitor. “A invenção da superioridade: o ufanismo como projeto identitário do gaúcho”. In: Revista Norte, n. 6. Porto Alegre, setembro-outubro, 2008. Santos, Ricarte Almeida. Música Popular Maranhense e a questão da identidade cultural regional. São Luís, 2012.
Acessibilidade Física: Os locais de apresentação serão adequados a pessoas com deficiências físicas e/ou mobilidade reduzida. Contará com banheiros adaptados, corredores largos e rampas de acesso.Serão selecionados com base no fornecimento de fácil acesso à Portadores de Necessidades Especiais, em pleno atendimento às legislações específicas e a N.B.R. 9.050. Ainda, serão reservados espaços específicos e de fácil acesso para atender as pessoas com necessidades especiais e idosos, incluindo atendimento diferenciado pela equipe de produção.Acessibilidade para pessoas com deficiência visual, auditiva: Vídeo de abertura com audiodescrição. Item na planilha: Custos de Divulgação.Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitaçoes aos conteúdos assim como pessoas que desconhecem as linguagens ou idiomas dos conteúdos: A apresentação contará com monitores treinados no atendimento do público com deficiência.Item da planilha orçamentaria: Monitores.
As apresentações realizadas com entrada gratuita terão seus convites destinados a toda população da comunidade local. Se prevê ao menos, 01 (um) espetáculo realizado ao ar livre, gratuito e com público estimado em 3.350 pessoas. Ingressos Inteiros: Valor sugerido de R$ 60,00. Ingressos Solidários: Valor Sugerido de R$ 30,00Ingressos Cortesias: Valor Sugerido R$ 0,00 A política de meia-entrada é garantida através da Lei Federal nº12.933/2013, de 26 de dezembro de 2013 e decreto 8.567, de 5 de dezembro de 2015, que vigora em todo o território nacional, tendo como base o valor do ingresso inteiro. Nas apresentações realizadas em teatros, previstos para acontecerem nas capitais e/ou cidades polos regionais, prevemos a distribuição de convites cortesias por concerto. Estes convites serão destinados a estudantes do ensino médio e superior de escolas e universidades públicas; alunos de oficinas e projetos sociais ligados à arte, além de ingressos gratuitos para divulgação (imprensa e autoridades) e patrocinadores. Ao menos um dos concertos realizado em teatro, será gravado e as captações de áudio e vídeo, após as devidas edições serão integralmente disponibilizadas gratuitamente na internet, através do canal de youtube de Juliano Demétrio. Os custos de gravação estão inseridos no Custo Vinculado (Divulgação). Como contrapartida social será realizado um workshop musical para “FORMAÇÃO DE PLATÉIA”, com duração de 30 minutos, entrevistas em mídias radiofônicas e televisivas. FORMAÇÃO DE PLATEIA. Duração do workshop: 30 minutos Número de participantes por workshop: 100 alunos de oficinas e projetos sociais ligados à arte. Local do workshop: Tubarão/SCItem Planilha orçamentária: Produto Contrapartida Social: Palestrante.
A IMAGM Agenciamento e Produções Musicais Ltda., proponente deste projeto, é o coordenador geral do projeto. A IMAGM Agenciamento e Produções Ltda. é uma empresa do setor de agenciamento e produção de eventos culturais, artísticos e de entretenimento, pautado no compromisso com a excelência, diversidade cultural, inovação criativa e impacto social. Atua como uma força impulsionadora no cenário cultural, artístico e de eventos proporcionando experiências inesquecíveis para o público e oportunidades excepcionais para artistas e talentos. Larisa Hemkemeier Webber de Mello ‐ Coordenação Técnica: produtora cultural e profissional de captação de recursos, com formação pela AFP – Association of Fundraising Professional, IATS – Instituto de Administração para o Terceiro Setor Luiz Carlos Merege, e em projetos culturais pela FGV/MINC – Fundação Getúlio Vargas, Ministério da Cultura e CEMEC. É membro da ABCR – Associação Brasileira de Captadores de Recursos. Possui experiência nas áreas de música, dança, literatura, arqueologia, teatro e construção de centros culturais. Juliano Demétrio é um talentoso artista Catarinense que traz consigo a autenticidade e a riqueza cultural de Santa Catarina. Com uma paixão profunda por suas raízes e um dom para expressar a alma do seu povo através da arte, Juliano é um verdadeiro tesouro da cena cultural local.A música de Juliano Demétrio é um reflexo dessa profunda conexão com a cultura regional e suas canções capturam as histórias e os sentimentos que permeiam sua comunidade, tocando os corações de todos que têm o privilégio de ouvi-lo.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.