Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 236193Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Entrevista Compulsória - Montagem do Espetáculo

JOSE ANTONIO DE SOUZA NETO EVENTOS - ME
Solicitado
R$ 285,8 mil
Aprovado
R$ 285,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-03-01
Término
2024-09-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Realização do espetáculo teatral Entrevista Compulsória, com texto de Fabio Brandi Torres, direção de Cintia Alves, produção de Dani Correia e elenco formado por José Netho e Keila Taschini. O espetáculo cumprirá temporada de dois meses em São Paulo, em teatro a ser definido, com um total de16 apresentações.

Sinopse

Uma escritora de sucesso mundial, reclusa e que não gosta de dar entrevistas. Um repórter ambicioso, sempre em busca do seu próximo furo. Quando esses dois caminhos se cruzam, o que podia terminar com um simples telefonema sem resposta, se torna o começo de uma série de ações de consequências impensáveis, chegando a envolver até uma armadilha de urso, daquelas que só se vê em desenhos animados. Essa é a base de Entrevista Compulsória, um texto que explora as nuances do suspense psicológico, em uma trama que acontece em um único ambiente, durante uma entrevista para uma rede de televisão. No entanto, não é uma entrevista qualquer. Há alguns meses, a escritora Leda Chechlnyk, depois de lançar mais um de seus best-sellers, se recusou a fazer qualquer ação para promover o livro, um hábito recorrente. Rodrigo Avelar, um repórter veterano, se dedica a descobrir o endereço da escritora e tentar uma entrevista. Ele realmente descobre onde ela mora, mas o contato é impossível, Leda não o atende. O máximo que ele consegue é fazer uma matéria na porta da casa, relatando seu esforço e a recusa de Leda. No entanto, a partir das imagens que ele divulga - mesmo sem dar detalhes da realização - os leitores de Leda conseguem descobrir o endereço. Do dia para a noite, o local se torna um ponto de romaria dos fãs mais exaltados, ameaçando o sossego da autora. Chegam até a invadir a propriedade, que tem um área verde imensa, quase uma pequena chácara, e a se aproximarem da casa, para espiar pelas janelas. Depois de ver um canteiro de margaridas destruído, Leda resolve radicalizar: instala uma armadilha de urso no jardim. Naquela noite, Adilson, um fã que invade a propriedade, tem a perna presa pelo dispositivo. Isso se torna um caso de polícia, Leda é condenada a pagar 250 cestas básicas e, em um lance de criatividade do juiz, também é obrigada a conceder uma entrevista. Quem vai realizar o trabalho é exatamente Rodrigo Avelar, que vai com sua equipe para a casa. Ao chegarem, são recebidos por Leda na porta, que os guia até a casa, fazendo um caminho quase em ziguezague, no meio de um terreno onde a grama cresceu e virou um mato alto. Diz que é melhor se apressarem, porque já vai anoitecer e a iluminação da parte externa não está funcionando. Rodrigo questiona o abandono do lugar, Leda brinca que teve que dispensar o jardineiro para arcar com os custos do processo. A entrevista começa e, conforme avança, a tensão entre Leda e Rodrigo cresce. A hostilidade de Leda não tem disfarces, seja pelo fato dela realmente acreditar que uma autora não tem nada para falar sobre sua obra, bastando tê-la escrita, ou por culpar Rodrigo por tudo o que aconteceu. Aliás, descobrimos também que Rodrigo não está lá por acaso: Leda moveu um processo contra ele, por ter mostrado imagens da propriedade. Ela propôs um acordo, onde exigia que Rodrigo fosse o responsável por realizar a entrevista. Ele fica surpreso e aceita, uma vez que aceitaria de qualquer modo, com processo ou sem. A tensão chega a tal ponto durante a entrevista que, em uma das pausas, Rodrigo chega a pedir para beber um uísque. Leda faz com que ele mesmo se sirva e o leva ao desespero depois, fazendo-o acreditar que a bebida estava envenenada. No entanto, era só mais uma provocação. Mas não será a última: quando a entrevista finalmente acaba, Leda mostra várias caixas vazias, dizendo que recebeu aquelas encomendas naquele dia: uma série de armadilhas, de todos os tamanhos e formatos que ela diz ter instalado na propriedade. Por isso, tinha ele e a equipe, guiando-os pelo caminho, desviando das armadilhas. Ela diz que espera que eles se lembrem do caminho e entra. Rodrigo ouve incrédulo e vai atrás dela, mas descobre que a porta está trancada. Ele e a equipe terão que encontrar o caminho para a saída no escuro, no meio do mato alto, cheio de armadilhas.

Objetivos

Objetivo Geral No teatro brasileiro, o thriller e o suspense psicológico são gêneros pouco explorados. A dramaturgia de Entrevista Compulsória vai buscar neles os elementos para a condução da trama, uma entrevista para a TV que se transforma em um jogo de gato e rato, cheio de armadilhas. Essa construção se dá usando poucos elementos cênicos, toda a tensão é construída a partir dos diálogos, levando o público a uma experiência intensa, no escuro de uma sala de teatro. Um thriller ou suspense psicológico bem construído pode envolver o público, levando-o a refletir sobre temas complexos, como a natureza humana, a moralidade e a justiça. Além disso, o Brasil tem uma rica tradição teatral, mas muitas vezes a produção se concentra em temas mais leves ou tradicionais. A introdução de novos gêneros e abordagens pode enriquecer a nossa tradição teatral, proporcionando novas experiências para o público e incentivando a experimentação por parte dos artistas. Outro ponto importante é que a produção de uma peça desse gênero pode contribuir para a formação de novos públicos, que podem se interessar pelo teatro a partir da temática do thriller ou suspense psicológico, assim como acontece no cinema e na literatura. Esta é uma oportunidade para os artistas brasileiros explorarem novas possibilidades e ampliar a cena teatral do país. Objetivo específico Com a montagem de Entrevista Compulsória, vamos realizar uma temporada de dois meses na cidade de São Paulo, com um total de 16 apresentações, gratuitamente, em teatros da prefeitura.

Justificativa

Este projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313 de 1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; Buscamos a aprovação como forma de viabilizar a montagem, temporada e circulação do espetáculo Entrevista Compulsória, com foco no fomento à produção cultural e artística por meio da realização de espetáculo de artes cênicas, conforme previsto no artigo 3º da Lei 8.313 de 1991, o que não seria possível utilizando recursos próprios. As leis de incentivo ao teatro são fundamentais para fornecer recursos financeiros, promover a acessibilidade, estimular a produção cultural, especialmente em um caso como o da produção de um espetáculo como o da nossa proposta, que pertence a um gênero teatral não tão explorado no país, o de thriller ou suspense psicológico. Ainda que ele seja muito comum em outros países, com diversas montagens de sucesso, no Brasil parece existir uma resistência por parte de produtores em relação ao gênero. A nossa montagem vai poder ajudar a vencer essa resistência com um projeto de qualidade artística, auxiliando no aumentando do escopo do panorama teatral brasileiro, contando para isso com um apoio que só é possível através do mecanismo de uma Lei de Incentivo à Cultura.

Especificação técnica

O espetáculo terá duração de aproximadamente uma hora.

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS Acessibilidade FÍSICA – Os teatros selecionados oferecerão, obrigatoriamente, facilitadores para a locomoção no espaço físico. Isso será uma prioridade absoluta na hora de escolher e contratar o local em que as apresentações do projeto acontecerão. Acessibilidade de Conteúdo - Teremos duas sessões com interpretes de LIBRAS, uma em cada um dos teatros, e também com recursos de audiodescrição.

Democratização do acesso

O projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 28 da IN nº 01/2023: I e II, uma vez que estamos disponibilizando 100% dos ingressos de forma gratuita, ampliando o que é solicitado nos incisos. IV - Os registros dos ensaios e do espetáculo serão disponibilizados nas contas do projeto a serem criadas em redes sociais. VI - Vamos realizar, após as apresentações, duas sessões de encontros com o público, para responder perguntas e falar sobre o processo de montagem.

Ficha técnica

| José Netho | É o dirigente da instituição proponente e atuará como integrante do elenco, interpretando o personagem Rodrigo, e também como Produtor Executivo. Com formação em Artes Cênicas pela Escola de Teatro Macunaíma em 1989, atua como ator, diretor, produtor executivo, autor e roteirista. Participou de workshops com mestres como Pinna Bausche – Teatro Dança; Kazuo Ohno – Butoh; Jerzy Grotowski – Teatro Pobre de Stanislavskiano; Juliana Carneiro da Cunha – Atriz do Théâtre du Soleil, Paris. No teatro: O Rapto das Cebolinhas, Tribobó City, Clarispectros de Nós, Morte e Vida Severina, O Tempo das Coisas e as Coisas do Tempo, Imagens – Memória Rima Com História e Rima com Melancolia, Uma Dança Para Lembrar, entre outros. Na televisão: Sangue do Meu Sangue, Profissão Empresário, Retrato Falado além de campanhas de publicidade (Jornal Agora, Casas Bahia, Cartão Santander). Radioteatro (podcast): Contos de Reclusão com vários episódios. No cinema: Filmes: “Pimenta”, “Sta Cecilia”, “Seu tempo acabou”, “Amoladora”, “Pratomancia”, “Relações Obcenas”, “Meu Primeiro Voo”, “Deuses da Coincidência” (série), “Méri”, “Diário da Finitude”, todos em faze de pós-produção. “É o isolamento falando”, “Minha lista para o tsunami”, “Entrevista compulsória” (com prêmio de direção e fotografia em festivais de cinema na Europa), “Ave Rara”, A História de Cada Um”, “2 Elefantes” (Prêmio de melhor ator para José Netho no festival de Muriaé), Atrás Dos Meus Olhos. Curtas participando de festivais pelo mundo. Atriz - | Keila Taschini | Atriz formada pela UNICAMP. Atuou em mais de 15 peças de teatro sendo dirigida por nomes como Hugo Possolo, Jairo Mattos, Débora Dubois entre outros. No cinema, atuou em mais de 10 curtas metragens, entre eles “A estrutura da Bolha de Sabão”, exibido no short film corner em Cannes. Atuou em Entrevista Compulsória; de Fernando Haro e roteiro de Fabio Brandi Torres, exibido e premiado em festivais de cinema pelo mundo. Foi indicada a melhor atriz coadjuvante por “Te ouço como o vento” no BIMIFF 2022. Ainda atuou em “Alegorias”, longa-metragem de Leonel Costa selecionado para a mostra de Cinema de Tiradentes 2023. Na TV streaming atuou na série “Velhas Amigas”, “Gamebros” e “A3”, disponíveis na Amazon Prime. Dramaturgia - | Fabio Brandi Torres | Fabio Brandi Torres é dramaturgo, roteirista e diretor teatral, indicado uma vez ao Shell e três ao Prêmio FEMSA, como Melhor Autor. Em cinema, assinou o roteiro dos documentários 22 em XXI, parte das comemorações do centenário da Semana de 22, e Inezita, lançado na 42ª Mostra Internacional de Cinema de SP, além dos curtas Herr Samba (Alemanha, 2023), Dois Elefantes (Brasil, 2022), Entrevista Compulsória (Brasil, 2022) e Außerhalb des Aquariums (Alemanha, 2020), entre outros. Em teatro, seus textos foram encenados por Isser Korik (Grandes Pequeninos, Pequena Sereia, A Megera Domada), Iacov Hillel (Prepare seu Coração e Tutto Nel Mondo è Burla), Val Pires (Medida por Medida), Caco Ciocler (Vão Livre), André Garolli (Trama da Paixão e O Mata-Burro) e Rosi Campos (Se Casamento Fosse Bom...). Participou de residências dramatúrgicas em Coimbra (Portugal, 2012), no Mindelo (Cabo Verde, 2015) e em Matosinhos (Portugal, 2019). É membro do CDC - Centro de Dramaturgia Contemporânea, grupo formado exclusivamente por dramaturgos, responsável por várias montagens e publicações de textos teatrais. Também é fundador da Cia Prosa dos Ventos, que realiza uma pesquisa voltada à dramaturgia infantil. Em televisão, foi roteirista das telenovelas Seus Olhos (SBT) e Paixões Proibidas (BAND / RTP), em colaboração com Aimar Labaki e Mário Viana, além de sitcons no Multishow e na Band . Tem um livro infanto-juvenil editado, O Tesouro de Fabergé, e teve a peça Um Conto do Rei Arthur premiada no Concurso Vladimir Maiakovski. Também foi duas vezes vencedor do prêmio de melhor autor do Festival Curta Teatro / SESI, com os textos Subindo! (2000) e 2X2 (2002). Direção - |Cintia Alves| - Mestra em pedagogia do teatro (ECA/USP), Dramaturga, diretora teatral, pedagoga. Especialista em Jogos Cooperativos (UNIMONTE/Projeto Cooperação). Especialista em Gestão Cultural (Itaú Cultural/Singularidades). Coordenadora do Coletivo GRÃO – Arte e Cidadania. Responsável pelos projetos de mediação em artes Coisolândia (2013) e Coisolância 2 - Silêncio e Sons (2015), em parceria com o Centro Cultural São Paulo. Coordenadora das Oficinas de Teatro Acessível (2016) e Cinema Acessível (2017), Contação de Histórias Acessíveis (2018) em parceria com SESC Vila Mariana. Em 2019 coordenou a Oficina de Criação no 6º Congresso Internacional de Acessibilidade em Museus, em parceria com do Instituto Tomie Ohtake. Coordenadora do Laboratório de Dramaturgia do Teatro J. Safra (2014/2015). Diretora do projeto Home-Art, em parceria com o SESC SP/Modos de Acessar (2020). Dirigiu e roteirizou o experimento digital “De que cor é a chuva?" (2020).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.