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O projeto visa promover a manutenção da companhia profissional de teatro da SCAR, dos grupos amadores de teatro para pessoas surdas e intérprete de libras e teatro para pessoas 60+, do grupo de novos dramaturgos e a criação de um grupo para novos diretores teatrais, contemplando atividades regulares, criação e apresentação de espetáculos, por um período de um ano.
SINOPSE DA OBRA Projeto cultural de estruturação de linguagem de teatro na SCAR, fomentando a pesquisa, criação e difusão do teatro em Santa Catarina.
OBJETIVO GERAL Desenvolver o núcleo artístico de teatro da SCAR através da manutenção de ensaios e criação de novos espetáculos do grupo profissional; dar continuidade à pesquisa e formação de grupos de teatro para pessoas surdas e intérpretes de libras e de pessoas 60+; e da formação de novos artistas para a dramaturgia e direção teatral. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Manter as atividades do Núcleo de Atores da SCAR, com três ensaios semanais, por 11 meses; - Realizar a criação e montagem de 2 espetáculos do Núcleo de Atores da SCAR, com 5 apresentações cada espetáculo; total de 4 apresentações em Jaraguá do Sul, 1 em Guaramirim, 1 em Schroeder, 1 em Corupá, 1 em Massaranduba, 1 em São Bento do Sul, 1 em Pomerode. - Manter o grupo de dramaturgia da SCAR, com uma aula semana, por 10 meses; - Criar um grupo de direção teatral da SCAR, com uma aula semanal, por 10 meses; - Realizar 2 mostras teatrais com os textos gerados pelos alunos de dramaturgia com direção dos alunos de direção teatral. - Manter o grupo de teatro para surdos e intérpretes da SCAR, com uma aula semanal, por 10 meses; - Realizar a criação e montagem de 2 espetáculos do grupo de teatro para surdos e intérpretes da SCAR, com 2 apresentações cada espetáculo; - Manter o grupo de teatro para pessoas 60+, com uma aula semanal, por 10 meses; - Realizar a criação e montagem de 2 espetáculos do grupo de teatro para pessoas 60+ da SCAR, com 2 apresentações cada espetáculo. - Realizar 2 oficinas sobre produção em teatro ministrada pelo Núcleo de Atores SCAR;
O projeto atende às finalidades e objetivos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Artigo 3º Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:(...)c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante:(...)c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;(...)e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;(...)d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;(...) No Brasil ainda são poucas as iniciativas de manutenção de corpos artísticos estáveis em cidades fora dos grandes centros urbanos e capitais, como é o caso de Jaraguá do Sul, cidade sede da Sociedade Cultura Artística SCAR. A Sociedade Cultura Artística SCAR de Jaraguá do Sul é uma entidade civil sem fins lucrativos, que surgiu em 1956, e desde a sua fundação a instituição tem sua história ligada ao desenvolvimento sociocultural da região Norte de Santa Catarina, contribuindo para a promoção da cultura e das artes, por meio da oferta de bolsas artísticas, da realização de espetáculos, pelo estímulo ao surgimento de novos artistas e valores em todas as suas manifestações e na formação de plateias. Anualmente a SCAR oferece em suas dependências cursos de artes para mais de 3000 alunos por ano, sendo que 55% deste total desfruta de bolsa de estudos, através de projetos que viabilizam o acesso de pessoas menos favorecidas aos bens culturais. Atualmente a instituição possui duas companhias profissionais: uma companhia de dança e uma companhia de teatro, formadas por talentos locais, investindo na continuidade da formação artística profissional, proporcionando formas de trabalho justas na própria região de residência e se desdobrando no reconhecimento da própria comunidade, com o compromisso de entrega de apresentações gratuitas. A manutenção da companhia profissional de teatro da SCAR (Núcleo de Atores SCAR), garantindo condições básicas de trabalho para a criação artística, desempenha um papel crucial na preservação e no enriquecimento do cenário artístico local, pois não só oferecem oportunidades para artistas locais se desenvolverem profissionalmente, mas também proporcionam à comunidade de 7 cidades catarinenses o acesso a espetáculos gratuitos. Essas apresentações não só enriquecem a vida cultural da região, mas também inspiram e geram reflexões ao público, promovendo uma apreciação mais profunda das artes cênicas. Fundado em 2007, na época sob o nome Colher de Pau Cia. Teatro, o Núcleo de Atores SCAR estreou em 2023 o espetáculo Felicidade Interna Bruta, com temporada em 7 cidades de Santa Catarina. Entre outros espetáculos relevantes o grupo destaca "Rigobello, o Inspetor Geral", "Terra de Ninguém" e "Casa de Pólvora". Em 2016, o Núcleo de Atores SCAR, criou o Grupo de Pesquisa em Biomecânica de Meyerhold em Jaraguá do Sul. Os atores do grupo já treinavam nos conceitos de Meyerhold desde 2011, mas decidiram intensificar e ampliar o alcance da tradição. Muito embora, o período de isolamento tenha representado uma pausa no processo de treinamento, os atores do Teatro ContraPonto ainda promoveram três produções próprias neste tempo: o curta-metragem "Corte Final" e os espetáculos "O voo das maritacas sob um céu de espanto" e "Histórias do Fim". Atualmente o grupo conta com 5 integrantes. Os grupos de teatro para surdos e intérpretes de libras promove um importante papel em direção à uma maior acessibilidade e inclusão no teatro. Proporcionar um ambiente onde pessoas surdas e com deficiência auditiva possam se envolver na arte não apenas amplia as oportunidades para esses indivíduos, mas também enriquece a diversidade de perspectivas e experiências na comunidade artística. Ao capacitar pessoas surdas a expressar-se por meio do teatro e fornecer intérpretes de libras para garantir que as apresentações sejam acessíveis a todos, o projeto reforça o compromisso com a igualdade e a diversidade cultural. Atualmente este grupo conta com 9 integrantes. O grupo de teatro voltado para o público 60+ é igualmente significativo. A terceira idade é uma fase da vida rica em experiências e sabedoria, e é importante que essa parcela da população tenha a oportunidade de se expressar artisticamente e compartilhar suas histórias e visões de mundo. Além disso, o teatro é uma atividade que pode manter os idosos ativos, envolvidos socialmente e mentalmente estimulados. O projeto reconhece a importância de valorizar as contribuições culturais da população idosa, criando um espaço onde eles possam participar ativamente da cena artística. Atualmente este grupo conta com 10 integrantes. A formação de novos dramaturgos e diretores teatrais é essencial para a renovação e o desenvolvimento contínuo das artes cênicas. O teatro contemporâneo depende da criatividade e da inovação, e essas turmas representam o futuro da dramaturgia e da direção teatral na região. Ao fornecer formação e oportunidades para esses artistas, o projeto investe não apenas no presente, mas também na sustentabilidade do teatro local a longo prazo. A criação de novas obras teatrais e a exploração de novas abordagens artísticas enriquecem o cenário cultural da comunidade e mantêm a cena teatral viva e dinâmica. A turma de dramaturgia atualmente conta com 12 integrantes. A turma de direção teatral seria iniciada com o projeto. Para a companhia de teatro os encontros/aulas acontecerão três vezes por semana e conduzidos por diretor artístico, coreógrafo ou professores auxiliares. Para os grupos de dramaturgia, direção e teatro, as aulas serão uma vez por semana e conduzidas por um professor.
CONTRAPARTIDA SOCIAL A contrapartida social é será a gratuidade total do projeto e suas respectivas entregas.
EIXO 01: DESENVOLVIMENTO ARTÍSTICO - MANUTENÇÃO DO NÚCLEO DE ATORES SCAR Companhia de teatro, com três ensaios semanais de 2h a 3h cada, por um período de 11 meses. 6 atores/atrizes, 1 diretor(a) artístico(a) 1 assistente de direção 2 oficinas ministradas pelos integrantes do Núcleo de Teatro 7 cidades envolvidas 10 apresentações 1200 pessoas atendidas com as apresentações EIXO 02: FORMAÇÃO - NOVOS DRAMATURGOS 1 turma 15 alunos 1 professor 4 apresentações 400 pessoas atendidas com as apresentações Ementa: Elementos da narrativa teatral. Análise de textos dramáticos. Estrutura do ato, cena e diálogo. Conflito e resolução. Escrita de monólogos e diálogos eficazes. Construção de personagens tridimensionais. Arco de personagem. Motivações e objetivos. Comédia, drama e tragédia. Teatro contemporâneo e experimental. Exploração de estilos pessoais. Importância do diálogo. Escrita realista vs. poética. Escrita de monólogos expressivos. Referências bibliográficas da formação: O Texto no Teatro: dramaturgia, encenação, leitura, de Ingrid Dormien Koudela; Dramaturgia: Introdução às Técnicas da Escrita Teatral, de Luís Francisco Wasilewski; Escrever para o Teatro, de Dario Fo e Franca Rame; The Elements of Playwriting; de Louis E. Catron Dramaturgias do Espetáculo: do texto ao palco, de Silvia Fernandes e Luis Francisco Wasilewski. - NOVOS DIRETORES 1 turma 15 alunos 1 professor 4 apresentações 400 pessoas atendidas com as apresentações (Neste caso as turmas de dramaturgia e direção teatral se apresentam juntas, então o público atendido é o mesmo) Ementa: Apresentação do curso e expectativas. O papel do diretor de teatro e sua evolução histórica. Análise de textos teatrais. Interpretação e Compreensão de textos. Análise dramatúrgica. Temas e simbolismo. Desenvolvimento de personagens e motivações. Métodos de direção de atores. Construção de personagens e arco de personagem. Trabalho prático com atores. Revisão de cenas dirigidas. Planejamento de ensaios e cronograma de produção. Criação de cenários e figurinos. Iluminação e design de som. Gerenciamento de elenco e equipe de produção. Ensaios finais e refinamento da encenação. Direção de ensaios técnicos. Apresentação de peças dirigidas pelos alunos e escritas pela turma de dramaturgia. Referências bibliográficas da formação: A Direção Teatral, de Augusto Boal; A Arte da Direção Teatral, de Harold Clurman; Teatro de Diretor, de Eugênio Barba The Director's Craft: A Handbook for the Theatre, de Katie Mitchell - TEATRO PARA SURDOS E INTÉRPRETES 1 turma 15 alunos 1 professor 4 apresentações 400 pessoas atendidas com as apresentações Ementa: O que é teatro inclusivo. Compreensão das necessidades de surdos e intérpretes. Análise dramatúrgica e adaptação para um grupo inclusivo. Exploração de temas e símbolos acessíveis. Desenvolvimento de personagens acessíveis. Trabalho prático com o texto adaptado. Técnicas de interpretação para surdos e intérpretes. Linguagem de sinais e expressão corporal. Integração de linguagem de sinais na encenação. Revisão de cenas com interpretação inclusiva. Planejamento de ensaios e cronograma de produção inclusiva. Criação de cenários e figurinos acessíveis. Iluminação e design de som para todos. Acessibilidade nas performances ao vivo. Ensaios finais e refinamento da encenação inclusiva. Direção de ensaios técnicos acessíveis. Preparação para a estreia inclusiva. Apresentação de peças. Referências bibliográficas da formação: Teatro, Surdez e Educação, de Ronice Müller de Quadros; Teatro de Surdos: Ação e Reflexão, de Cláudia Werneck; Cultura Surda e Teatro, de Ronaldo Lopes de Oliveira; Teatro e Surdez: Um Estudo Sobre os Processos de Criação em Cena, de Raquel Camargo. - TEATRO PARA PÚBLICO 60+ 1 turma 15 alunos 1 professor 4 apresentações 400 pessoas atendidas com as apresentações Apresentação do curso, expectativas dos participantes. O papel do teatro na vida dos adultos mais velhos. Jogos e exercícios de aquecimento. Explorando a criatividade e expressão pessoal. Técnicas de interpretação e expressão corporal. Desenvolvimento de habilidades de voz e dicção. Exploração de emoções e memórias pessoais. Trabalho prático com cenas curtas. Leitura e análise de textos teatrais. Adaptação de peças para o grupo. Desenvolvimento de personagens e motivações. Revisão de cenas e monólogos. Conceitos básicos de direção teatral. Planejamento de ensaios e cronograma de produção. Criação de cenários, figurinos e adereços. Iluminação e design de som. Ensaios finais e preparação para a apresentação. Direção de ensaios técnicos e dress rehearsals. Apresentação final de cenas ou pequenas peças para familiares e amigos. Encerramento e reflexão sobre a experiência teatral. Referências bibliográficas da formação: Arte e Envelhecimento: Experiências e Desafios no Processo de Criação Artística, de Helena Singer; O Teatro e a Terceira Idade, de Maria Alice Rosa Ribeiro; Teatro e Terceira Idade: Experiências em Direção de Cena. De Fábio Goulart.
ACESSIBILIDADE CURSO/OFICINA Acessibilidade para deficientes auditivos: Para as formações do projeto, haverá um intérprete de Libras, desde que registrado no ato da inscrição. Acessibilidade física: Os teatros do Centro Cultural SCAR, prédio onde se realizam as apresentações dos espetáculos e as aulas, são absolutamente acessíveis a pessoas portadoras de deficiência e atendem à Lei da Acessibilidade, Decreto Federal n.º 163/2006, possuindo rampas de acesso, elevadores e locais adaptados (banheiros, poltronas especiais, locais para cadeiras de rodas, portas alargadas, entre outras características pensadas para o bem-estar da comunidade em geral). Também disponibilizamos os assistentes de produção, que recebem o público e ajudam na acomodação do espectador. Acessibilidade para deficientes visuais: Para as formações do projeto, haverá disponibilização de audiodescrição para os participantes que registrem tal necessidade no ato da sua inscrição. Acessibilidade atitudinal: Em caso de necessidade, disponibilizamos os assistentes de produção, que recebem o público e ajudam na acomodação do espectador. ESPETÁCULO Acessibilidade para deficientes auditivos: Para a apresentação dos espetáculos, haverá um intérprete de Libras. Acessibilidade física: Os teatros do Centro Cultural SCAR, prédio onde se realizam as apresentações dos espetáculos e as aulas, são absolutamente acessíveis a pessoas portadoras de deficiência e atendem à Lei da Acessibilidade, Decreto Federal n.º 163/2006, possuindo rampas de acesso, elevadores e locais adaptados (banheiros, poltronas especiais, locais para cadeiras de rodas, portas alargadas, entre outras características pensadas para o bem-estar da comunidade em geral). Também disponibilizamos os assistentes de produção, que recebem o público e ajudam na acomodação do espectador. Para as outras cidades onde estão programadas apresentações será escolhido um local com tal acessibilidade. Acessibilidade para deficientes visuais: Para as apresentações dos espetáculos, haverá disponibilização de audiodescrição para os participantes que registrem tal necessidade à entidade. Acessibilidade atitudinal: Em caso de necessidade, os assistentes de produção contratados possuem requisitos e qualificação específicas para acolhimento e assistência de pessoas com tais necessidades.
O projeto prevê turmas específicas para grupos vulneráveis, não só democratizando o acesso, mas também promovendo o desenvolvimento deste indivíduo. O projeto prevê GRATUIDADE total no acesso às vagas para a companhia de teatro, para as formações e para os espetáculos. Atendemos as medidas de ampliação do acesso Art 28 da IN 10/04/2023: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;
SCAR (proponente): A equipe SCAR é responsável por realizar os pagamentos, prestação de contas, distribuição dos ingressos GRATUITOS, disponibilização da infra-estrutura, limpeza, escrever e inscrever o projeto, segurança predial e equipe de brigadistas. Edilma Lemanhê (Coordenadora geral): Possui MBA em Gerenciamento de Projetos pela Fundação Getúlio Vargas e Especialização em Gestão Cultural Contemporânea pelo Itaú Cultural e Instituto Singularidades, é bacharel em Sistemas de Informações pela Univille. Há mais de 13 anos frente a diretoria executiva da SCAR, também já atuou Conselheira Municipal da Cultura, Tesoureira de Cooperativa de Crédito, Chefe de Suporte Legislativo na Câmara de Vereadores de Joinville. Vinicius da Cunha (Coordenador pedagógico): Vinicius da Cunha é ator (DRT 0008822SC), professor de teatro, produtor e iluminador. Coordenador Artístico no Teatro SCAR de Jaraguá do Sul. Bacharel em Teatro, Licenciado em História e especialista em Gestão, esta última pela FDC – Fundação Dom Cabral (2015/2018). Como ator, ao longo de 21 anos, participou de 11 espetáculos teatrais; 2 filmes pela Guarda Filmes de Joinville; da realização do projeto de arte-educação “Literatura com Sabor” no Colégio Bom Jesus IELUSC (2006-2008) em que encenou 10 esquetes baseadas em livros de literatura infanto-juvenil para estudantes do ensino fundamental. Participou de dois projetos de Circulação promovidos pelo SESC Santa Catarina: Baú de Histórias (2009) e Em Cena Catarina (2013). Foi indicado a melhor ator no Festival Internacional de Uruguaiana em 2019 pela atuação no espetáculo “Um inimigo do povo” da Cia. Rústico Teatral. É produtor da Cia. Alma Livre de Jaraguá do Sul e do Cafuné Histórias de Schroeder. Gilberto Amaro (Coordenador técnico): Iniciou na área de iluminação em 1992 com a Tamanduá Iluminação, onde participou de vários projetos como responsável técnico, entre eles o Projeto e execução de Iluminação do Museu Paranaense, as turnês de Deborah Colker (Velox, Casa, Rota e Quatro Por Quatro), Jota Quest (Oxigênio), Ballet MOMIX, Ballet Kirov. Com a Empresa Companhia Da Luz, entre 2002 e 2003 participou como técnico de iluminação das turnês Gilberto Gil (Kaya’n’Gandaya), Ney Matogrosso (Ney Canta Cartola). Foi ministrante da Oficina de Iluminação e Vestimenta no Sesc Pantanal e responsável pelo Projeto e Execução do sistema de iluminação das Galerias de Artes dos SESC’s Jaraguá do Sul, Joinville e Chapecó, entre outros. Atualmente é o responsável técnico pelos teatros da SCAR (Sociedade Cultura Artística). Entre os cursos que participou destaca o Curso de Projeto, Instalação e Manutenção em Equipamentos de Iluminação Arquitetural (Philips Vari-Lite, Dallas, EUA, 2014) e Programação dos Consoles de iluminação cênica ETC EOS (Fábrica da ETC – Electronic Theatre Control em Madison WI, EUA, 2016). Michael Frederico Paiva da Silva (Diretor artístico): Ator e fundador do Teatro ContraPonto de Jaraguá do Sul (SC) desde 2007 — quando este ainda se chamava Colher de Pau Cia. Teatro — destaca a participação nas montagens do espetáculo “Rigobello, o Inspetor Geral” (2011 a 2013 e 2019 até hoje) e do experimento “O que matou Porfíria Reis” (2014). Além disso, também atua em outras frentes: foi assistente de direção da peça teatral “Valsa n.6” (GpoEx – 2014) e da ópera “La Traviata” (15º Femusc – 2020), diretor do espetáculo infantil “O rapto de Daniel” (Cia. EntreAtos – 2014 a 2017), de “Terra de Ninguém” (Colher de Pau – 2013) e da opereta “Casamento à luz das lanternas” (Orquestra Jovem da SCAR – 2019). Também avança na dramaturgia, tendo grande carinho pelos textos “A incrível ponte que habita gente” e “Kamishibai” (Caravana do Sonhar – 2016 e 2018). Na pesquisa de atuação, investe principalmente na Biomecânica Teatral de Meyerhold, sendo aluno de Marcelo Bulgarelli desde 2011, além de também ter feito treinamento com o italiano Claudio Massimo Paternó e com o russo Gennadi Bogdanov em 2018 no Centro Internazionale Studi di Biomeccanica Teatrale di Mejerchol'd em Perugia, na Itália, onde ainda participou dos festivais-escola FLIPT 2018 (Fara in Sabina) e Bridges 2018 (Vanzago). Como contista, publicou os livros “Mal que se quis” (2009) e “Quem matou Porfíria Reis?” (2013), ambos em parceria com Suelen Rocha. Como produtor cultural, trabalha com os projetos sociais da SCAR – Sociedade Cultura Artística desde 2013. Paulo Zwolinski (Produtor executivo): Gestor e Produtor Cultural, Bacharel em Administração com ênfase em Marketing, Especialista em Arte e Educação, Cursando MBA em Liderança e Desenvolvimento de Equipes de Alto Desempenho; Produtor Executivo da Bienal Internacional do Livro de Jaraguá do Sul, Oficineiro de Elaboração de Projetos Culturais e de Criatividade, atualmente é Coordenador de Projetos da Sociedade Cultura Artística – SCAR, onde faz a gestão de projetos culturais provenientes das mais variadas leis de incentivo, foi Técnico de Cultura do Sesc Jaraguá do Sul por mais de 8 anos, onde produziu projetos nacionais e estaduais do Sesc, Palco Giratório, Rede Sesc de Teatros, Arte da Palavra; Idealizador de projetos como Cena Aberta, Diálogos Urgentes Sesc e Coletivo Criativo de Dramaturgia, foi produtor executivo da Companhia de Teatro Stávis Damaceno (Cia. com prêmios Shell e APTCA), onde iniciou sua carreira na produção cultural há 14 anos atrás.
PROJETO ARQUIVADO.