Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realizar atividades da União das Etnias de Ijuí, composta por 13 Centros Culturais étnicos Associados, durante o ano de 2024, valorizando sobremaneira o folclore, as artes, a história e os usos e costumes destas etnias e de todas as 48 que ajudaram o Município de Ijuí ser reconhecido como "Capital Mundial das Etnias".
CONTINUIDADE DA FICHA TÉCNICA... ETNIAS INDÍGENAS Grupo de canto e dança típicas guarani – NHAMANDU JEXAKA – brilhos do sol. Grupo de canto e dança Guarani em várias aldeias do Povo Guarani têm grupo de canto e dança. Esses grupos querem mostrar para os não indígenas como é a cultura Guarani através dos seus cantos, música e de sua dança e com o nosso esforço vamos até ao não indígenas para mostrar nossa cultura milenar do povo NHAMANDU JEXAKA – brilhos do sol. Com isso o Povo Guarani é mais conhecido e os não indígenas sabem que existem comunidades indígenas e também divulgamos nosso artesanato. Também possuímos amigos não indígenas que ajudam os grupos de canto apoiando com transporte, lugares para apresentar e que acreditam nos grupos. Os cantos que os grupos divulgam já vem desde quando os grupos indígenas surgiram por exemplo nossos antepassados já cultivavam a música é uma alegria para eles quando se faz a música e dança para comemorar por exemplo os frutos. Este ano a foi a maior quantidade que a gente colheu foi o milho e a gente comemora sobre isso e hoje tenta resgatar. Grupo de Danças Típicas KASINGANG – GA KRÃ – Filhos da Terra. O nome Kaingang tem o significado de “povo da floresta”. Este nome tem tudo a ver com a forma de pensar e agir deste povo ou etnia. Para o Kaingang a natureza é fonte de alimento, de saúde e também de sabedoria, alegria e diversão. Através da dança expressam valores e costumes tradicionais que os identificam como etnia diferenciada. As pinturas que apresentam nos rostos demonstram a organização tradicional em dois clãs, ou metades. ORQUESTRA JOVEM RIO GRANDE DO SUL Criado em 2009 na Secretaria da Justiça e do Desenvolvimento Social do governo do Estado, o projeto mistura aprendizado de música com assistência social. Permite que jovens entre 10 e 24 anos, vindos de lares mantidos com até três salários mínimos, entrem para uma orquestra e recebam o ensino completo da música, da leitura de partituras ao domínio de um instrumento. Muitos desses alunos são da periferia. Poucos cogitaram a carreira artística antes de entrar para a orquestra. Em alguns casos, a seleção para o projeto também foi a primeira vez em que seguraram um violino ou tocaram uma flauta doce, por exemplo. Também acontece de ser a primeira vez que ouvem falar em Mozart e Beethoven. A ideia partiu de um conceito muito simples: mostrar que o talento não pertence à origem, renda ou estratificação social. Basta que as pessoas tenham oportunidade que o talento floresce. ORQUESTRA DE TEUTÔNIA A Orquestra de Teutônia – Rio Grande do Sul foi criada em 1983, logo após a emancipação político-administrativa de Teutônia, contando inicialmente com 13 músicos que se encontravam semanalmente, sob a coordenação do Professor Airton Grave. Tinha como função principal levar a música instrumental para festas comunitárias e outros eventos socioculturais. Paralelamente ao trabalho da Orquestra, funcionava gratuitamente, no Centro Cultural 25 de Julho de Teutônia, uma escola de música que visava a formação de novos instrumentistas. Um grande projeto musical foi iniciado em março de 1986, com mais de 50 alunos inscritos para aulas de trompete, trombone, saxofone, clarinete, teclados, violão e bateria. Muitos instrumentos foram adquiridos pelo Centro Cultural e emprestados aos alunos. Após 3 anos de estudos, nasce a Orquestra Mirim de Teutônia, quando a maioria dos alunos tinha seus 12,13 ou 14 anos de idade. Com o passar dos anos os alunos que mais se destacaram, passaram a integrar a Orquestra, dando vida e energia nova à mesma, que passava a ter em 1991, 24 músicos, e uma média etária de 16 anos. De concerto em concerto o grupo crescia tecnicamente e adquiria mais confiança. O repertório era atraente aos ouvidos da plateia que prestigiava as Noites Culturais promovidas pela Orquestra. OS FUTURISTAS Os Futuristas iniciaram suas atividades no dia 28 de junho de 1959 na cidade de Ijuí, RS. O nome “Os futuristas” originou-se de um grupo de bolão na cidade de Ijuí formado por integrantes dos mesmos. Hoje na sua 4ª geração levam em frente “Os famosos FUTURISTAS”, que seus admiradores e fãs sempre dizem quando escutam suas majestosas composições, conhecidas fora e dentro desse imenso Brasil. São 64 anos de história com “Os Futuristas”. São mais de 30 gravações em vinil e em CD, com músicas que embalaram o passado e vão continuar marcando época no futuro. Não dá para falar de boa música sem falar de “Os Futuristas”, não dá para falar da cidade de Ijuí, sem lembrar dos “Os Futuristas”! RODRIGO SOLTTON Rodrigo Soltton é um artista singular, que transforma o seu evento em uma experiência única e surpreendente. Ao som de piano e uma voz única e vibrante, cada show é construído com excelência. Com arranjos inéditos especialmente criados para o piano, o show dá personalidade a um repertório eclético e atemporal que se adapta a qualquer ocasião.
OBJETIVO GERAL: Realizar atividades da União das Etnias de Ijuí, composta por 13 Centros Culturais étnicos Associados, durante o ano de 2024, valorizando sobremaneira o folclore, as artes, a história e os usos e costumes destas etnias e de todas as 48 que ajudaram o Município de Ijuí ser reconhecido como "Capital Nacional e Mundial das Etnias". OBJETIVO ESPECÍFICO: PRODUÇÃO DE EVENTOS ÉTNICOS Produção Geral da Festa de Carnaval Afro Brasileiro; Produção Geral de Mostra de Danças Árabes e Workshop de Danças Folclóricas Àrabes; Produção da Festa dos Povos Originários (Guarani e Kaingang); Produção Geral da Festa de Sevilha - Festa da Espanha; Produção Geral da Festitália - Festa dos Italianos; Produção Geral do Encontro de Grupos Folclóricos Alemães; Produção Geral da Festa do Ligo - Festa da Letônia; Produção Geral do Arraial de Santos Populares de Portugal ; Produção da Winderfest - Festa da Holanda; Produção do Encontro Cultural Austríaco; Produção Geral da Polski Feston - Festa da Polônia; Produção Geral da Undoukai Gincana Cultural Japonesa; Produção Geral da Festa da Africanidade - em comemoração ao Dia da Consciência Negra; Produção Geral da Festa de Santa Luzia, tradicional na Suécia; Produção Geral do Encontro de Arte Gaúcha; Produção Geral do Encontro Internacional de Grupos Folclóricos; Produção dos Espetáculos de Abertura da Expofest Ijuí e do Encerramento do Plano Anual 2024. INTERCÂMBIOS NACIONAIS E INTERNACIONAIS Viagem Comitiva da União das Etnias de Ijuí ao Festival Internacional de Folclore de Nova Petrópolis; Viagem Comitiva da União das Etnias de Ijuí ao Festival Internacional de Folclore de passo Fundo; Viagem Comitiva da União das Etnias de Ijuí à Fiesta Nacional del Inmigrante de Oberá _ Argentina; Realização do Grupos do Encontro Internacional de Folclore de Ijuí com grupos da Argentina, Uruguai, Paraguai e Brasil. APRESENTAÇÕES DE GRUPOS ÉTNICOS 04 Apresentações de danças Folclóricas Árabes; 04 Apresentações de danças Folclóricas Holandesas; 04 Apresentações de danças Folclóricas Letas; 04 Apresentações de danças Gaúchas; 04 Apresentações de danças Folclóricas Suecas; 04 Apresentações de danças Folclóricas Portuguesas; 04 Apresentações de danças Folclóricas Polonesas; 04 Apresentações de danças Afro-brasileiras; 04 Apresentações de danças Folclóricas Austríacas; 04 Apresentações de danças Folclóricas Italianas; 04 Apresentações de danças Folclóricas Alemãs; 04 Apresentações de danças Folclóricas Japonesas; 04 Apresentações de danças Folclóricas Espanholas; 01 Apresentação de Canto e danças Típicas Guarani - NHAMANDU JEXAKA; 01 Apresentação de Danças Típicas kaingang; ARTISTAS LOCAIS E REGIONAIS 01 Concerto Musical com Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul; 01 Show Musical com Orquestra de Teutônia; 01 Show Musical com Rodrigo Soltton; 01 Show Musical com "Os Futuristas". Além das ações acima elencadas, espera-se alcançar os seguintes objetivos: Evidenciar a diversidade étnica por meio de danças, gastronomia, artesanato, musicas, artes cênicas, cantos, arquitetura das casas típicas e vestimentas apresentadas. Promover e divulgar o potencial cultural de Ijuí e região, com atenção especial para a diversidade cultural da nossa terra, valorizando os centros culturais existentes e incentivando novas formações. Promover a integração e a continuidade entre dançarinos envolvidos no resgate do folclore étnico, apoiando e criando espaços alternativos. Proporcionar aos visitantes conhecerem mais da colonização e história da região, através de apresentações artísticas, palestras e exposições. Oportunizar um ambiente onde os visitantes poderão interagir participando ou simplesmente assistindo as mais variadas apresentações e ações do projeto. Resgatar as culturas formadoras da região, quando de sua colonização e em especial àquelas que construíram Ijuí. Oportunizar a criação de plateias para as diferentes manifestações culturais apresentadas durante todos os dias do evento. Proporcionar às crianças, jovens e adultos a demonstração pública de seu empenho no desenvolvimento do movimento étnico no município e no fortalecimento da cultura regional. Oportunizar a integração das escolas do município com o movimento étnico, agregando conhecimentos e valores herdados dos primeiros imigrantes que colonizaram Ijuí. Consolidar e fazer valer o Título de Ijuí de Capital Nacional e Mundial das Etnias e Patrimônio Cultural do Estado do Rio Grande do Sul.
Este projeto busca a realização de atividades anuais, que somadas tornam-se o Plano Anual desta instituição eminentemente cultural, que foi criada há mais de 25 anos para promover a integração dos grupos étnicos do município de Ijuí, o qual tem gravado em sua história uma formação cultural nunca antes vista no Brasil. Ijuí foi o primeiro município a receber imigrantes de todas as etnias que embarcaram, especialmente da europa em meados de 1890. Além dos descendentes dos 04 continentes que legaram seus filhos à Ijuí, este terra sou respeitar e valorizar os povos originários, especialmente Guaranis e Kayngangs, além dos Africanos, que estavam há pouco tempo libertos, juntamente com refugiados que neste pequeno município, o qual hoje possui quase 100 mil habitantes, encontraram guarida para seus sonhos e suas famílias. O Plano Anual da UETI _ União das Etnias de Ijuí, possui em sua nomenclatura uma pequena frase que define o Movimento Étnico: Somos TODOS, Somos UM! Este Plano prevê em todas as suas atividades culturais a gratuidade, espeitando e valorizando o princípio da democratização de acesso. Entendemos que para a sociedade este projeto tem um importante significado, pois representa uma forma de relembrar e recriar a cultura dos nossos antepassados e também, mostrar novas produções culturais, estreitar laços e promover o desenvolvimento cultural, social e econômico do município e da região que o circunda. Caracteriza-se também como projeto referência para a criação e desenvolvimento de novos trabalhos, principalmente no campo das artes cênicas e da música. O Plano Anual de Atividades da União das Etnias de Ijuí "Somos TODOS, Somos UM" é uma iniciativa louvável de integração nacional e internacional. Sua existência está ligada diretamente ao reconhecimento que o município de Ijuí construiu ao longo de 4 décadas de trabalho voluntário. São muitos os benefícios advindos dessa grande realização, sem esquecer o incontestável valor cultural para a comunidade, pela sua diversidade, beleza e encantamento _ um verdadeiro espetáculo de arte e cultura. O resgate incontestável que o presente projeto promove através de suas ações, especialmente no campo das festas populares e do folclore das etnias! O compromisso com a história, a valorização e resgate dos usos e costumes dos antepassados, entre tantas outras ações, tem ingerência direta na juventude, o que garante, de certa forma, a continuidade desse movimento, que é formado, especialmente por cidadãos de TODA a comunidade, seja ela da cidade, dos bairros ou do interior. Além do exposto, este projeto democratiza o acesso às produções artísticas e culturais, ampliando a interação entre os diversos grupos envolvidos e os visitantes, constituindo-se em um importantíssimo espaço para veiculação de produções culturais, tanto profissionais quanto amadoras, criando plateias multiculturais nos mais variados espaços dispostos. Vale observar que todos os espaços possuem acessibilidade e reserva para cadeirantes a frente dos espetáculos. Em todas os protocolos e apresentações, durante todas as ações do projeto, a exemplo de outras iniciativas da UETI, teremos sempre a presença de um intérprete de Libras. Assim, entendemos que o MINC, através da Lei Rouanet, com apoio do Município de Ijuí com um montante expressivo, conforme planilha de custos, são os únicos mecanismos capazes de garantir as propostas culturais apresentadas neste projeto. Somente a união de esforços entre Governo federal, Município de Ijuí, Empresas Patrocinadoras e a Entidade Promotora, juntamente com suas Associadas, será capaz de fazer com que este Projeto possa existir, reproduzir cultura e manter em pé um grandioso compolexo cultural, dedicado em sua totalidade para a cultura. A expectativa é de que o projeto irá amparar sobremaneira a manutenção do maior movimento Étnico do País, composto pelas mais distintas camadas sociais, primando pela descentralização da cultura e assim, contribuindo para o desenvolvimento da Política Cultural do País. De acordo com o art. 1°da LEI Nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, o Projeto se enquadra nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. De acordo com o art. 3°da LEI Nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, o Projeto busca os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais
RESUMO HISTÓRICO DOS GRUPOS ÉTNICOS QUE POSSUEM CENTRO CULTURAL E IRÃO PROMOVER AS FESTAS DE CADA CULTURA. A.T.Q.G - GAÚCHOS: Os Gaúchos em Ijuí possuem uma história de muito valor. As primeiras manifestações iniciam na segunda década do século passado, onde os primitivos tradicionalistas organizam os primeiros rodeios festivos. Através destes encontros a gauchada se encontrava para resgatar valores que até então eram considerados pouco populares, até mesmo impróprios para a sociedade da época. A partir de 1943, com a fundação do Clube Farroupilha, Ijuí passa a ser vista como terra pioneira no resgate à tradição gauchesca e o movimento tradicionalista de Ijuí como precursor do próprio movimento estadual. AFRO-BRASILEIROS: Negros, mulatos e caboclos se estabeleceram na região de Ijuí antes mesmo da fundação da Colônia. Em meados de 1850, quando foi aberta a Picada Conceição em meio ao mato do Grande Vale do Rio Ijuhy, a presença de descendentes africanos se mesclava com Índios e Gaúchos Primitivos - remanescentes do período Missioneiro. A Etnia Afro-Brasileira foi de fundamental importância na constituição e no progresso da Colônia...A ajuda inegável dos descendentes desta etnia oportunizou, ao imigrante que chegava, a pronta adaptação em uma nova pátria. PORTUGUESES: A forte presença portuguesa na história do Brasil fez com que muitos imigrantes portugueses estivessem presentes nas primeiras organizações governamentais. Antes mesmo da fundação da Colônia Ijuhy, importantes autoridades já estavam à frente da abertura da Picada Conceição em meados de 1850.A maioria dos representantes desta etnia são, entretanto, luso-brasileiros, cuja miscigenação foi de grande valia para auxiliar na adaptação dos imigrantes de todas as origens quanto aos costumes brasileiros, inclusive à nova língua pátria. AUSTRÍACOS: Há mais 120 anos, o fechamento de uma fábrica de armas na Áustria ocasionou a emigração de centenas de trabalhadores para o Brasil. O destino quis que a nova morada destes sonhadores fosse Ijuí. Na recém fundada Colônia, trouxeram uma mala com esperanças e sonhos de uma nova vida. Na Terra das Culturas Diversificadas construíram uma rica história e deixaram um legado de cultura e paz para seus descendentes. POLONESES: 1891 - 100 famílias polonesas pioneiras se estabelecem na então Colônia Ijuhy. Três anos depois já eram mais de quinhentas famílias... Foram instaladas principalmente no interior do município, onde construíram sonhos em uma nova terra. Mais de um século depois, os descendentes destes primeiros imigrantes, mantém viva memórias e tradições que perduram além do tempo. ALEMÃES: Os imigrantes alemães encontraram em Ijuhy o que até então ainda não havia no Rio Grande do Sul: Uma Colônia Multicultural. Nesta terra diversificada e plural, a partir de 1890, encontraram um novo lar para suas famílias, erguendo uma história talhada com muito trabalho e sucesso... Ijuhy lhes proporcionou, sobretudo, a garantia de viverem em paz, cultuando as mais ricas tradições legadas pelos avós. ITALIANOS: Deixando para trás o desemprego e a miséria, os imigrantes italianos embarcam em um novo sonho, chegando ao Brasil a partir de 1875.Em Ijuí a saga italiana inicia por volta de 1890 quando os primeiros imigrantes chegam aos seus lotes localizados no interior da Colônia. Dentre estes colonos, haviam imigrantes recém chegados de além mar e descendentes de imigrantes já constituídos em outras colônias de imigração italiana. Em nova terra construíram suas moradas alicerçadas na fé, no trabalho e na certeza de dias melhores aos descendentes. LETOS: Deixando para trás uma realidade de exploração e um serviço militar que poderia durar vinte e cinco anos, o povo leto buscou novas terras para se estabelecer. Em janeiro de 1891, chegam os primeiro imigrantes Letos às terras de Ijuí, trazendo uma das principais marcas da cultura de seu povo: a preocupação com a alfabetização. Hoje, os descendentes destes imigrantes que encontraram em Ijuí um novo lar, mantém viva as tradições da Letônia legando os mais lindos costumes às novas gerações. SUECOS: Os primeiros imigrantes suecos chegam na segunda metade de 1891, reforçando a colonização no interior da colônia. Vindos de um país muito distante, com diferenças acentuadas na cultura, no clima e no meio ambiente, estes nobres imigrantes foram desafiados a enfrentar os mais terríveis desafios. Apesar do número reduzido de imigrantes que permaneceram em Ijuí, sua cultura e costumes não esmoreceram, permanecendo até hoje no cotidiano da comunidade ijuiense. ESPANHÓIS: Os primeiros imigrantes vindos da Espanha chegam a Ijuí cerca de dois anos após a fundação da Colônia, por volta de 1892.A busca de novas oportunidades de trabalho destes imigrantes, em sua grande maioria agricultores, encontra em Ijuí importantes semelhanças de sua terra natal ligadas ao campo.Hoje, mais de um século depois, estas semelhanças só fazem aumentar o desejo de manter viva a cultura, os costumes e as lembranças da terra dos antepassados. ÁRABES: A Terra das Culturas Diversificadas recebeu a partir do ano de 1895 descendentes de povos árabes que buscavam novas oportunidades para suas famílias. Libaneses, Palestinos e Sírios, em sua maioria mascates e desbravadores, descobriram inúmeras oportunidades na terra recém fundada. Sabendo aproveitar as oportunidades, estes descendentes construíram lindas histórias, contribuindo para a rica mescla de culturas presente até hoje no município, reforçando a singularidade de cada um destes povos. HOLANDESES: A chegada posterior dos imigrantes holandeses, comparada aos imigrantes de outras origens, culminou sobretudo no enriquecimento da cultura Ijuiense, tornando-a ainda mais diversificada.Em 1908, as primeiras famílias holandesas chegaram a Ijuí, lançando-se em um novo horizonte de agricultura, diferente das ocupações que tinham em sua terra natal.Uma das principais características deste povo tão unido foi sempre a sua capacidade empreendedora, o que permitiu que sua cultura se mantivesse viva no coração e na alma de cada descendente. JAPONESES: Em 18 junho de 1908 com a chegada da primeira leva de imigrantes japoneses ao Brasil, após algumas tentativas anteriores fracassadas, ocorreu a efetiva aproximação entre o governo japonês e o brasileiro. Os imigrantes japoneses eram atraídos a partir da iniciativa das companhias de imigração associadas ao governo japonês que objetivavam a criação de núcleos ou colônias no Brasil. No ano de 1917, baseada na criação de uma estrutura de núcleos coloniais no estado de São Paulo, houve a fusão das quatro companhias de emigração japonesa (NihonShokumin, NittonShokumin, NambeiIminKaisho e MoriokaIminKaisha incorporada em 1920), surgindo assim a K.K.K.K. – KaigaiKogyoKabushikiKaisha (Companhia Ultramarina de Empreendimentos S.A.) ou simplesmente Kaikô (“quatro kas”). Ela passou a monopolizar as atividades emigratórias, tornando-se a representante em território brasileiro da Companhia Imperial de Imigração. Entre suas principais funções estaria a de cuidar da saída de emigrantes e de sua distribuição no Brasil. Em meados da década de 1930, houve a tentativa da K.K.K.K. de fixar 18 famílias japonesas na região de Santa Rosa (RS). A empreitada acabou não dando certo, mas a partir desta iniciativa a história do imigrante japonês em nossa região começa a dar seus primeiros passos. Em Ijuí os relatos sobre os primeiros imigrantes datam de 1958, com a família Suzuki, estabelecida em uma pequena propriedade rural na antiga Linha Leste, entre Povoado Santana e o Bairro Modelo de Ijuí. Somos Capital Nacional e Mundial das Etnias!!! Em Ijuí os diferentes caminham juntos... Somos herdeiros do Folclore, mas também da paz... Continuaremos respeitando e acolhendo as diferenças ao longo dos anos, demonstrando ao mundo que é possível viver em um estado de diferentes culturas.
Buscando promover o acesso ao conteúdo do plano, serão tomadas as seguintes medidas de acessibilidade: Acessibilidade FÍSICA: Para acesso a todas dependências onde acontecerão as ações do plano, cabe destacar que as estruturas gerais, de palco, camarins, espaço de público, curculação, entre outros, já possuem completa acessibiilidade, inclusive com banheiros especiais, rampas, elevadores e sinalização especial, uma vez em que este cuidado tem sido tomado há varios anos. Acessibilidade de CONTEÚDO: Para todas as programações estão sendo disponibilizados ingressos gratuitos, além de acesso através da transmissão do evento pelas redes sociais. Desta forma, buscou-se a inclusão de intérpretes de libras para todas os atos formais e tambem para as transmissões ao vivo, visando alcançar o público surdo, o qual representa uma boa parcela da população brasileira. Da mesma forma, buscando a acessibilidade do público deficiente visual, buscou-se a inserção de apresentadores acostumados com este evento os quais seguirão uma roteirização adequada à este público, no que diz respeito ao entendimento da grade de programação e seus desdobramentos. Todo conteúdo no youtube terá autodescrição. Será tomado o cuidado para garantir a legenda descritiva nos vídeos apresentados e tambem a tradução de intérpretes de libras.
O proponente adotará as seguintes medidas para ampliação do acesso ao projeto: PLANO ANUAL: Possui entrada gratuita em todas as suas atividades, obviamente respeitrando a capacidade de cada local, imposta pelas regras de segurança e legislação vigente. Além disso, será disponibilizado na internet, no Canal oficial da União das etnias de Ijuí, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22.
ADMINISTRATIVO 1 - UNIÃO DAS ETNIAS DE IJUÍ - UETI (Promotora da FENADI - Festa Nacional das Culturas Diversificadas e fará a coordenação geral do projeto e de todas as suas atividades elencadas) A União das Etnias de Ijuí - UETI, estabelecida à Rua Albino Brendler, 864, Bairro Assis Brasil, CNPJ sob nº 016351280001-94 foi fundada no ano de 1996. Compõe hoje o movimento étnico de Ijuí a Sociedade Cultural Karol Wojtyla, O Centro Cultural 25 de Julho, o Centro Cultural Regional Italiano de Ijuí, o Centro Cultural Herdeiros de Zumbi, o Centro de Cultura Austríaca, a Sociedade Cultural Holandesa, o Centro Cultural Português, o Centro Cultural Leto, a Casa de Cultura Árabe, o Centro de Cultura Espanhola, o Centro Cultural Sueco, a Associação Regional de Cultura Japonesa e a Associação Tradicionalista Querência Gaúcha. Atualmente este movimento envolve aproximadamente 2.500 pessoas de todas as idades. Destaca-se o envolvimento dos jovens que participam dos 38 grupos de dança e canto, somando aproximadamente 1.200 integrantes. Estes grupos têm divulgado Ijuí, mostrando a pluralidade cultural a diversos municípios, estados e inclusive no exterior. 2 - IMPACTO - DESENVOLVIMENTO CULTURAL (Fará a Produção Executiva, Coordenação Administrativa e Financeira e captação de Recursos) Com intensa participação em projetos culturais na região Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul desde o ano de 2007, a IMPACTO - Desenvolvimento Cultural, dirigida pelo Produtor Cultural Francisco Emílio Miron Roloff, desenvolve atividades culturais em todo o território gaúcho. É capacitada para atender as mais diversas demandas culturais em suas inúmeras particularidades como: Assessoria administrativa; Planejamento e desenvolvimento cultural; Produção e assessoria em eventos; Direção Artística e Cultural; Elaboração, edição e finalização de vídeos/documentários; Elaboração e apresentação de protocolos; Produção e Organização de eventos; Agenciamento de artistas; Produção de projetos pelas leis de incentivo à cultura; Agenciamento e Captação de Recursos, entre outros. ENTIDADES CULTURAIS PARTICIPANTES NO PROJETO: Sociedade Cultural Polonesa KarolWojtyla A Sociedade Cultural Polonesa Karol Wojtyla fundada no dia 2 de maio de 1987 tem por objetivo a preservação da língua, religiosidade, gastronomia, artesanato e o folclore dos imigrantes poloneses e seus descendentes. Centro Cultural 25 de Julho Ijuí Fundação – 9 de maio de 1987. Desde o seu início até hoje o Centro Cultural 25 de Julho com o objetivo de cultivar, propagar, difundir, preservar e pesquisar a história do nosso estado, com ênfase na etnia alemã. Centro Cultural Regional Italiano Fundação 12 de agosto de 1987 e casa típica em outubro daquele ano. A etnia italiana, desde o início, incentivou a formação de grupos de canto, como o “Buona Gente” e o “Vocal Cantare” e de danças, o “Santa Lucia”. Atualmente, o grupo de canto “Bel Vivere” e os de dança, “Giovanotti”, “Pimpinelli” e “Bambini levam a cultura italiana a partir das raízes da imigração em nossa região. Centro Cultural Herdeiros de Zumbi Fundação – 20 de novembro de 1987. O Centro Cultural Herdeiros de Zumbi tem a sua sede no Parque de Exposições, casa que segue o estilo de habitações de Dacar, no Senegal, a qual foi inaugurada ainda em outubro de 1987 e batizada de “Lar Maria Augusta”, em homenagem a uma das colaboradoras fundadoras da etnia. Centro Cultural Austríaco de Ijuí Fundação – 12 de outubro de 1987. O Centro Cultural cultiva os costumes, o folclore e outras manifestações culturais dos imigrantes austríacos que aqui se fixaram. Em 14 de outubro de 1988, durante a II FENADI, foi inaugurada a Casa Típica Austríaca, construída em estilo Tirolês e que foi ampliada e remodelada em 2017 que deixou sua fachada ainda mais elegante e típica. Sociedade Cultural Holandesa Fundação – 6 de dezembro de 1987. Como forma de continuar a cultuar as tradições de seus antepassados, descendentes holandeses em reunião realizada na Sociedade Cultural 25 de Julho da Linha 6 Norte, fundaram a Sociedade Cultural Holandesa, no dia 16 de dezembro de 1987. Centro Cultural Português de Ijuí Fundação – 5 de janeiro de 1988. Com base no espírito de saudosismo de seus membros para com a pátria-mãe inaugurou sua sede social em 1990, denominando-a Casa de Portugal, em estilo arquitetônico das casas rurais da Ilha Terceira – Açores. Em 1993 foi criado o Rancho Folclórico e Etnográfico Alma Lusa, o qual desde sua fundação representou diversas regiões de Portugal, e atualmente representa de maneira mais fidedigna possível a etnografia da macrorregião das Beiras, com destaque para as tradições dos distritos de Viseu e Aveiro. Centro Cultural Leto de Ijuí Fundação – 5 de novembro de 1987 – A inauguração da sua Casa Típica no Parque de Exposições ocorreu em 17 de outubro de 1988, construída de madeira proveniente, em sua maior parte, das colônias da linha 11, Rincão dos Letos. A etnia formou grupos de canto, adulto e infantil, sendo uma das pioneiras nesta arte entre as etnias. Associação Tradicionalista Querência Gaúcha Fundação - 13 de março de 1990. A Associação tem por objetivo a reunião das entidades tradicionalistas de Ijuí, legalmente constituídas e associadas, o desenvolvimento de atividades artístico-culturais, social, esportivo e campeiro, atendo-se ao Folclore e à Tradição Gaúcha, em suas variadas, puras e autênticas manifestações, colaborando com os poderes públicos, organismos estatais e entidades privadas em atos cívico-patrióticos. Casa de Cultura Árabe de Ijuí Fundação – 20 de julho de 1989. Em outubro do ano seguintes os esforços dos fundadores, em sua maioria de famílias árabes (libaneses e palestinos) resultou na inauguração da sua casa típica, cuja inauguração ocorreu no ano do centenário de Ijuí. A Casa de Cultura Árabe funda o grupo de danças em 15 de julho de 1996 Hayat, vida no idioma árabe, o qual através da dança veio integrar e enriquecer os laços culturais da etnia. Centro de Cultura Espanhola Fundação - 16 de janeiro de 1993. O Centro busca, entre suas finalidades, reviver e cultivar as tradições legadas pelos antepassados, enraizados ao longo dos anos em Ijuí e no Rio Grande do Sul. Em 1993 a entidade funda seus Grupos de Dança. “Hijos del Sol”, o primeiro. Em 1995 foi criado o Grupo “Lõs Ninõs”, tendo também feito parte da história do Centro os Grupos “Las Centro Cultural Sueco de Ijuí Fundação - 14 de setembro de 1991. O Centro Cultural Sueco tem dentre os seus objetivos o resgate, o cultivo e a finalidade de proporcionar conhecimentos mais amplos da cultura sueca, bem como manter contatos com o país de origem e promover cursos e atividades de caráter cívico, artístico, cultural e social. Associação Regional de Cultura Japonesa - Sakura No dia 22 de outubro de 2017 em reunião com as autoridades do município de Ijui no parque de Exposições Wanderley Burman durante a FENADI, os descendentes japoneses demonstraram interesse em integrar a União da Etnias de Ijui e retomar o projeto de seus pais.
PROJETO ARQUIVADO.