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O projeto Arte é Informação visa criar um espaço para o uso da arte como estratégia de distribuição de informação nos territórios, aproximando diferentes linguagens artísticas e entendendo sua importância como forma de conectar as juventudes periféricas com seus territórios e as realidades locais, priorizando os grupos sub-representados na sociedade como indígenas, LGBTQIA+, pretas e pardas, entre outras. O intuito é formar uma parceria com coletivos locais e produtores de atividades culturais que dialoguem com informações nas periferias da Cidade de Belém, Recife e Campo Grande. O projeto prevê realizar oficinas formativas facilitadas pela equipe da Énois para realização de eventos artísticos e culturais, mapeamento das atividades culturais dos territórios e escuta da comunidade. Ao final serão disponibilizados vídeos contando como foi cada evento mostrando a pluralidade da diversidade cultural local nas periferias do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.
A Classificação etária do projeto é livre sendo composta das seguintes ações: O projeto prevê uma parceria com coletivos locais para participarem de oficinas formativas facilitadas pela equipe da Énois para realização de eventos artísticos e culturais, mapeamento das atividades culturais dos territórios e escuta com a comunidade. Ao final serão disponibilizados vídeos contando um pouco mais de cada evento, focando na pluralidade da diversidade cultural local das periferias do Centro-Oeste, Norte e Nordeste. Os vídeos serão apresentados por participantes do projeto e moradores locais que tenham tido contato com as ações promovidas durante os eventos, relatando um pouco do impacto e os benefícios de sua realização para a comunidade.
Objetivo: Fortalecer a produção das atividades culturais gratuitas, por meio de diferentes suportes artísticos, usando a arte como estratégia de distribuição de informação nos territórios e entendendo sua importância para conectar as comunidades periféricas com seus territórios nas cidades de Recife, Belém e Campo Grande. Objetivos Específicos: Formar 45 produtores com o apoio de 9 coletivos das Cidades de Recife, Belém e Campo Grande, que estejam voltados para as periferias locais de seus territórios, para mapear as atividades culturais e promover eventos artísticos usando diferentes suportes e linguagens para distribuição de arte em diálogo com informações locais. Cada coletivo será responsável por formar e acompanhar 5 produtores por 5 meses totalizando 45 pessoas alcançadas no mapeamento e produção artística mesclando linguagens de informação e arte. O projeto culmina com 2 eventos culturais nas comunidades para distribuição artística de informação nos territórios, realizada pelos coletivos participantes. O objetivo do projeto é alcançar pelo menos 10 mil pessoas entre as 45 selecionadas para as oficinas, o público presente nos eventos culturais em cada território e as divulgações que serão feitas nas ruas após o ciclo de oficinas contando e nas redes sociais com vídeos de cada evento em seus respectivos territórios por Cidade. Para além das atividades, o projeto também espera distribuir bolsas de auxílio alimentação e transporte para os 45 inscritos, inicialmente será uma bolsa no valor de R$ 3.000,00 sendo R$1.000,00 por três meses para a participação nas oficinas de suportes artísticos e produção de eventos a partir de informações.
Para a Énois, é preciso ampliar o entendimento do que é cultura para incluir a diversidade cultural presente no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, especialmente nas periferias, que estão fora do radar da mídia cultural tradicional. E se passassem a retratar e chancelar outras expressões culturais? É o que esse projeto quer fomentar. Quando refletimos sobre a diversidade cultural e as crescentes ondas de migração e como os veículos de comunicação tradicionais comunicam esta diversidade, percebemos que há uma grande tela em branco a ser pintada: primeiro porque os veículos tratam a cultura basicamente como uma agenda de eventos artísticos "Agenda cultural", sem editorias específicas que tratam a Cultura com a devida diversidade que ela merece; segundo porque a disseminação dos acessos à produção cultural, artística e comunicacional ainda se encontram centralizadas em mãos pouco diversas e também porque, de modo geral, não somos estimulados a entender culturas e produções artísticas de grupos sub-representados como algo a ser apreciado. O projeto Arte é Informação que ajuda a diversificar um pouco da Cultura repassada nas periferias oferecendo oficinas formativas sobre suportes artísticos como lambe-lambe e produção de eventos como exposições e saraus, auxiliando na distribuição de informação conectada com a realidade local. Mostrando que é possível integrar e informar a comunidade a diversidade cultural. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 1 da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E ao final do projeto os seguintes objetivos do art. 3º da Lei 8313/91 serão alcançados: II - fomento à produção cultural e artística IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas
Contrapartida: Além de realizar o projeto gratuitamente, oferecemos oficinas com o tema sobre diversidade cultural nos territórios periféricos para 100 jovens durante a produção do projeto.
Com base nas oficinas formativas e produção de eventos culturais e mapeamento do território serão produzidos 9 vídeos de até 3 minutos ao final do projeto contando com a participação dos integrantes do projeto e moradores locais que tenham tido contando com as ações promovidas durante os eventos contando um pouco do impacto e os benefícios de sua realização para a comunidade.
Possibilidade de leitura por aplicativos de leitura e tradução disponíveis gratuitamente na internet pois a versão transcrita estará disponível no site vídeos e posts para redes sociais acessibilidade para deficientes visuais: terão descrição inclusiva nas postagens nas redes sociais para pessoas cegas e com baixa visão; Acessibilidade para deficientes auditivos: terão legenda inclusiva para pessoas surdas Acessibilidade física: Interprete de libras para acompanhar as oficinas e vídeos.
Respeitando os limites do artigo 23 da IN 01/2023 a distribuição e a divulgação do projeto serão feitas de forma a diversificar o acesso em termos geográficos, sociais e econômicos. Vamos valorizar a cultura de grupos minorizados na formação e realizaremos ampla disseminação dos conteúdos para todos os públicos de maneira 100% gratuita! Vamos distribuir esse conteúdo e conhecimento por todo o país (de maneira online e offline). Nesta versão do projeto, teremos a parceria de 9 coletivos da cidade de Recife, Belém e Campo Grande que irão auxiliar na formação de 45 pessoas, sendo 2 meses de mapeamento cultural e 3 meses de produção, finalizando com apresentação de 9 vídeos com todo processo distribuidos nas redes sociais e site da Énois. Todo o material do projeto será publicado nos sites da Énois e dos coletivos parceiros participantes. Desta maneira, é possível copiar e redistribuir o material em qualquer suporte ou formato, além de remixar, transformar, e criar a partir do material.
O projeto contará com a administração de mulheres fortes e diversas em sua produção. Angela Santos - Responsável por realizar a coordenação geral do projeto nas cidades de Belém, Campo Grande e Recife. Sou sul-mato-grossense. Nasci e, ainda hoje, moro em Campo Grande entre lindos ipês que colorem o outono de nossa cidade com flores rosas, roxas, amarelas e brancas. Sou da periferia da capital, estudei em escola pública todo o ensino fundamental e escolhi percorrer, profissionalmente, o caminho da comunicação por paixão. Formei, em 2005, em jornalismo. Tenho especialização em marketing e propaganda, mestrado em comunicação, licenciatura em letras (português/inglês) e doutoranda em estudos midiáticos, atuando hoje na coordenação de projetos. Amanda Rahra - Apoio Coordenadora geral Co-fundadora do Laboratório e Escola de Jornalismo da Énois, hoje atua na área de cuidado e gestão de pessoas e projetos da organização. Se formou jornalista (UFSC) e gestora da comunicação (USP), é mãe da Tereza e gosta de sistematizar experiências de desenvolvimento de equipe para a construção de um jornalismo mais diverso, inclusivo, representativo e local. Trabalha como educadora/facilitadora em encontros de equipe em organizações sociais e também na captação de parcerias e dinheiros. Faz parte do Aura Fellowship, um programa de apoio internacional para mulheres ativistas da Be The Earth Foudation. Sanara Maria dos Santos Araujo - Coordenadora Pedagógica Responsável por toda programação das formações, além de acompanhar o desenvolvimento durante o projeto. É nascida e criada na zona leste de São Paulo na Favela da Ilha. Jornalista formada pela Énois, Diretora de fotografia é atualmente Coordenadora de Formação para redações e jornalistas locais. Acredito em um mundo onde todos podemos viver das nossas diversidades. Helena Dias Gomes de Sá - Coordenadora de comunicação - Responsável por toda comunicação do projeto A comunicação é o meu lugar no mundo. Me formei jornalista pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) em 2016, depois de estagiar nas editorias de política dos jornais Folha de Pernambuco e Diário de Pernambuco. Neste mesmo período, tive meu filho Dante enquanto produzia meu trabalho de conclusão de curso, o Herança – passado e presente das mulheres de Tejucupapo. Já formada, escrevi para o jornal Brasil de Fato Pernambuco e integrei a equipe de reportagem do coletivo de jornalismo independente Marco Zero Conteúdo durante dois anos. Atuei como freeelancer nas áreas de reportagem, produção de conteúdo para mídias digitais e assessoria de comunicação com foco nas perspectivas da Comunicação Popular e também fiz parte da Angola Comunicação. Logo depois, passei a integrar permanentemente a equipe do Brasil de Fato Pernambuco como produtora e apresentadora do programa Trilhas do Nordeste.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.