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O projeto trata da realização de temporada e circulação do espetáculo "Ciranda - sem perder a ternura". A proposta prevê temporada de 1 mês em São Paulo/SP e 1 mês no Rio de Janeiro/SP, e turnê, com 15 apresentações, em 5 capitais brasileiras - Salvador/BA, Brasília/DF, Cuiabá/MT, Natal/RN e Belém/PA -, sendo 3 apresentações por cidade.
ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Um retrato do universo feminino tendo como foco 15 anos na vida de três mulheres da mesma família: a mãe, sua filha e a neta. Esse é o argumento da peça de Célia Forte, “Ciranda". A peça, do gênero drama, reflete sobre as diferenças de visão de mundo entre mãe e filha e como o destino provoca verdadeiras cirandas na vida das pessoas. Tudo acontece na casa de Lena, mulher libertária que vive até hoje a filosofia hippie dos anos 60/70, o que deixa a filha Boina em pânico; e as discussões entre elas são constantes. Boina (que odeia o nome dado pela mãe) é uma executiva bem-sucedida, casada com um americano e que tem uma filha pequena. Ela não entende a vida sem compromisso da mãe e sua eterna despreocupação com as finanças. Lena, por sua vez, adora a vida: tem sempre novos amores, bebe, fuma, se diverte. Mundos opostos, ou seja, mãe liberal e “bicho grilo” e filha conservadora e capitalista. Numa das ciladas do destino, elas são obrigadas a se separar e Lena passa a cuidar da neta. Passados 15 anos sem se verem, Boina volta para se reconciliar com Lena, mas a mãe já havia morrido e ela é obrigada a conviver com a filha, uma adolescente que reproduz o modo descompromissado de viver da avó. As atrizes vivem personalidades opostas: no início, o ponto de vista defendido por uma é atacado pela outra; já na parte final, a mesma atriz defende o que atacou no início da trama. Essa variação de situações direciona a interpretação e as adequações de tom e de intenção por parte das atrizes.
Objetivo Geral: O projeto tem como objetivo a realização de temporada do espetáculo "Ciranda - sem perder a ternura", com 12 apresentações em São Paulo e 12 apresentações no Rio de Janeiro; e de circulação do mesmo espetáculo, com mais 15 apresentações, distribuídas em 5 capitais (Salvador/BA, Brasília/DF, Cuiabá/MT, Natal/RN e Belém/PA), sendo 3 apresentações por cidade. Objetivo Específico: 1) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: realizar 39 apresentações teatrais da peça "Ciranda - sem perder a ternura", sendo 12 em São Paulo, 12 no Rio de Janeiro, com temporada de 1 mês em cada cidade, além de circulação com 3 apresentações em Salvador/BA, 3 em Brasília/DF, 3 em Cuiabá/MT, 3 em Natal/RN e 3 em Belém/PA, com ingressos a R$ 90,00 (inteira) e R$ 45,00 (meia-entrada). 2) Atingir um público potencial de 19.500 (dezenove mil e quinhentos) espectadores ao realizar apresentações em teatros com a capacidade média de 500 lugares. 3) CONTRAPARTIDA SOCIAL: realizar 1 (uma) ação de formação de plateia gratuita em cada cidade com o elenco, em forma de palestra, com número de beneficiários máximo de 1000 pessoas, discutindo o processo de elaboração do espetáculo e a criação dos personagens, bem como a difusão da importância da arte e da cultura no Brasil. Essa medida será realizada de forma aberta a todos os interessados, sendo que estimulamos a participação de alunos e professores da rede pública de ensino/ONGs de cada localidade de acordo com art. 30 da IN 01/2023.
A peça "Ciranda" navega pela vida de três mulheres (interpretadas por duas atrizes) por quinze anos. Mulheres da mesma família, tão diferentes entre si e, ao mesmo tempo, tão próximas, que têm todos os limites testados, vasculhados, escancarados em riso e choro. Um vasto universo de culpas e perdões. E é neste universo que mãe e filha (Bárbara Bruno e Vanessa Goulart) se encontram, para contracenar e celebrar nos palcos os 50 anos de carreira de Bárbara Bruno, atriz, diretora, produtora, artista e mãe. É um espetáculo que destrincha a alma feminina com sabedoria, amor e humor. Suas personagens disparam frases de profundo alívio. Fala do que fomos, do que pensamos ser, da vida que nos leva de enxurrada para caminhos inimagináveis e que nos faz girar, num eterno recomeço da curiosa roda da existência. A personagem Lena compreende a vida e seus percalços, aprecia a imperfeição humana e acima de tudo, se diverte com ela. Será que temos noção do momento certo de revermos nossas convicções, nossas verdades, nossos sentimentos? Muitas vezes não sabemos a hora de ceder e desperdiçamos energia com brigas, intrigas e discussões. O espetáculo é um convite para essa e muitas outras reflexões. As cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro têm grande potencial de público para receber o espetáculo. Do mesmo modo, a circulação do espetáculo pelas cidades de Salvador/BA, Brasília/DF, Cuiabá/MT, Natal/RN e Belém/PA permite que o público de outras regiões brasileiras tenha acesso a um espetáculo comovente e contemporâneo que reflete sobre as relações familiares e de amizade para a continuidade da cena teatral. O mecanismo de incentivo se faz necessário como agente importante na promoção cultural, geração de postos de trabalho, movimentação das economias locais, democratizando o acesso e promovendo a acessibilidade ao produto cultural, sobretudo por se tratar de um espetáculo que irá circular por mais de uma região brasileira e, por tais razões, se enquadra nos incisos dos artigos citados abaixo, em conformidade com o Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Em relação aos objetivos listados no artigo 3º da Lei 8313/91, a proposta atende aos seguintes incisos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.
NÃO SE APLICA
NÃO SE APLICA
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Os locais escolhidos para as apresentações do espetáculo deverão, necessariamente, ser equipados com rampas de acesso, banheiros adaptados e piso tátil, de modo a atender às necessidades de idosos, pessoas com deficiência e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na plateia, atendendo, assim, o disposto na legislação vigente. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição. Serão realizadas 07 apresentações com audiodescrição, correspondendo uma audiodescrição para cada uma das cidades da temporada e turnê. A divulgação desta ação estará inserida na comunicação do espetáculo. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras. Serão realizadas 07 apresentações com tradução simultânea para a Linguagem Brasileira de Sinais (LIBRAS), correspondendo uma tradução simultânea a cada uma das capitais. Serão até 02 tradutores intérpretes de LIBRAS se revezando durante o espetáculo em local específico para este público. A divulgação desta realização de acessibilidade de conteúdo estará inserida em nossa comunicação CONTRAPARTIDA SOCIAL MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: rampas, banheiros adaptados e piso tátil. A Ação de formação será realizada em teatros que disponham de recursos de acessibilidade arquitetônica para atendimento aos portadores de necessidades especiais e idosos. Além disso, portadores de necessidades especiais e idosos contarão com atendimento prioritário na bilheteria e entrada na sala de espetáculos, obedecendo ao artigo 23 da Lei nº10.641 de 1º de outubro de 2003 e nos termos do artigo 46 do decreto nº 3.298 de 20 de dezembro de 1999. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Por se tratar de uma palestra com foco na fala dos palestrantes, a ação não contará com medida de acessibilidade específica para deficientes visuais. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: intérprete de libras.
Para promover a Democratização de acesso ao espetáculo e ações correlatas presentes neste projeto, e conforme o artigo 28 da IN no 01/2023, serão tomadas as seguintes medidas: VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Informamos que será realizado um ensaio aberto na cidade em que o espetáculo iniciar a turnê.
A proponente será remunerada nas funções de direção de produção, coordenação administrativa-financeira, atriz e eventualmente poderá ser remunerada, também, na função de captadora de recursos, além de ser responsável por todo processo de tomada de decisão do projeto. Nome: Barbara Janette Miessa Função: Atriz Mini Currículo: Estreou no teatro em 1974, sob a direção de Antunes Filho, na montagem de “Tome Conta de Amelie", de Georges Feydeau. A partir de então, atuou em diversos espetáculos, como: “O Efeito dos Raios Gama Sobre as Margaridas do Campo” (1974), “A Cinderela do Petróleo” (1976), “Mãos ao Alto, São Paulo!” (1980), “Meu Anjo” (1981), “À Margem da Vida” (1988), “Laços Eternos” (1993), “O Martelo” (1999), “Crimes Delicados” (2000), “Sábado, Domingo e Segunda” (2003), “Motel Paradiso” (2007). O primeiro trabalho de Bárbara na televisão foi, em 1972: "Camomila e Bem-Me-Quer", telenovela exibida pela TV Tupi na qual ela fez a personagem Bel. Em 1973, trabalhou na série de televisão “As Divinas… e Maravilhosas", na TV Tupi, encarnando a personagem Remy. Três anos depois, veio no mesmo canal a novela “Papai Coração" na pele da personagem Alice. No ano de 1981, Bárbara foi para a Rede Globo para fazer parte do elenco da novela “Terras do Sem-Fim", onde viveu a personagem Olga. Participou também de um episódio do “Caso Verdade" (1982), da minissérie “O Tempo e o Vento" (1985). Depois de ficar um tempo longe da televisão para se dedicar mais ao teatro, Bárbara retornou para a televisão em “Cidadão Brasileiro” (2006) e, logo após, “Maria Esperança" (2007), onde interpretou a ambiciosa Eugênia Albuquerque. Em 2015, volta às telenovelas interpretando a divertida e turrona Fiorina Cavichioli em “Cúmplices de um Resgate", no SBT. Também atua como diretora e produtora. Como diretora teatral dirigiu as peças “Look Book Hip House” (1990), “O Auto da Compadecida” (1994), “O Amor Venceu” (1996), “Sete Vidas” (1997), “O Cavalo na Montanha” (2003) e “Sábado, Domingo e Segunda” (2003). Em 2009, dirigiu e produziu “O Santo Parto”, de Lauro César Muniz, e dirigiu a peça “A Aurora da Minha Vida”, de Naum Alves de Souza. Em 2014, Bárbara dirigiu o espetáculo “13", protagonizado por seu irmão Paulo Goulart Filho[7]. No mesmo ano, na peça "Gertrude Stein, Alice Toklas e Pablo Picasso”, interpretou a personagem Gertrude e dividiu a direção da peça com o irmão. Nome: Elias Andreato Função: Direção Mini Currículo: Elias Andreato é ator, produtor, diretor, autor e professor. Com mais de 40 anos de carreira, Elias possui um extenso currículo, repleto de trabalhos no teatro, televisão e cinema. Durante sua carreira, conheceu e trabalhou com grandes nomes do meio artístico como: Carolina Ferraz, Cassio Scapin, Denise Fraga, Felipe Hirsch, Paulo Autran, entre muitos outros. Elias iniciou sua carreira em 1977, no espetáculo “Pequenos Burgueses”, de Renato Borghi. Na década seguinte, estreou peças de grandes autores, como Tchekhov, Molière, Shakespeare e João Cabral de Melo Neto. Em 1990, com a peça “Sexo dos Anjos”, de Flávio de Souza, Elias recebeu os maiores prêmios do teatro no Brasil: APCA, Shell e APETESP, todos na categoria “Melhor Ator”, além da indicação para a mesma categoria ao prêmio Molière, alavancando a sua carreira para outros meios, como a televisão e o cinema. Além de grandes produções no teatro, Elias atuou em “Suave Veneno“, “Minha Nada Mole Vida” e “Beleza Pura“, e foi roteirista de um dos maiores sucessos de comédia na televisão, o programa “Sai de Baixo“, todas produções da Rede Globo. No cinema, participou de mais de 10 produções, que englobam curtas e longas-metragem. Também atuou na direção de shows de grandes nomes da música popular, como o espetáculo “Bethânia e as Palavras”, de Maria Bethânia, onde foi roteirista poético e musical; e o show tributo a Chico Buarque, “Elas Cantam Chico”, onde participaram Alcione, Ana Carolina, Elba Ramalho, Elza Soares, Fernanda Abreu, Jane Duboc, Mart’nália, Sandra de Sá, Wanderléa, Zélia Duncan e Zizi Possi. Recentemente, o jornalista Dirceu Alves Jr lançou uma biografia de Elias, onde relata como o artista enfrentou todas as dificuldades para seguir seu sonho de ser ator e diretor Nome: Vanessa Goulartt Função: Atriz Mini Currículo: Estreou como atriz no teatro ainda criança em “A Cegonha Boa de Bico", de Marilu Alvarez, em 1985, peça pela qual ganhou o prêmio APETESP como atriz revelação. Atuou nas peças “Cais Oeste” (1989), de Bernard-Marie Koltès, “Namoro – No escurinho do teatro…” (1991), de Ilder Miranda Costa, e “Sábado, Domingo e Segunda” (2003), de Eduardo De Filippo. Em 2010, na peça “A Aurora da Minha Vida", de Naum Alves de Souza, foi dirigida pela sua mãe Bárbara Bruno. Sua estreia em cinema se deu na produção “Olhos de Vampa", dirigida por Walter Rogério, em 1994. Trabalhou com o cineasta Carlos Reichenbach nos filmes “Dois Córregos" (1999) e "Garotas do ABC" (2003). Em 2005, a atriz volta ao cinema em "Coisa de mulher", dirigida por Eliana Fonseca. Vanessa escreveu o curta-metragem “O Espeto" (2006), protagonizado por Cacá Carvalho. Em 2006, ingressou no elenco da Rede Record, na novela “Cidadão Brasileiro”, de Lauro César Muniz. Participou das novelas “Maria Esperança" (2007), no SBT, e “Ti Ti Ti" (2010), na Rede Globo. Na minissérie “Dercy de Verdade” (2012), Vanessa interpretou a própria bisavó, Eleonor Bruno, conhecida como Nonoca. Também jornalista e apresentadora, Vanessa apresenta o programa de rádio e podcast Dezpadronizada. Nome: Iara Jamra Função: Arte Visual Mini Currículo: Atriz, produtora e artista plástica. Em 2020, trabalhou como atriz na série de animação de TV "O dono do lar". Em 2021, trabalhou como atriz na série Aruanas, na Rede Globo de televisão. No cinema, trabalhou como atriz, em 2022, no filme "Vale Night", e também como atriz atuou na peça teatral "Feliz dia das mães". Nome: Mariangela Alves Função: Produção Executiva Mini Currículo: Estreou como produtora, no teatro, em 2001, na função de Compay Manager do espetáculo "Les Miserables", integrando a Produção internacional da CIE México e Black & Red. Nesse mesmo ano, atuou como produtora executiva em "O Beijo da Mulher Aranha", da Produção internacional da CIE México e Black & Red, participando também como produtora do espetáculo "Dê uma chance à paz", da Black & Red. Um pouco longe das coxias, Roseli Ramalho compôs o time de marketing na Swarovski Cristal Components entre os anos de 2003 a 2010. Entre 2014 e 2015, trabalhou na produção do livro de fotos de 30 anos da carreira da atriz Claudia Raia, “Raia 30”. De volta ao teatro, em 2018, atuou como gerente de produção de todos os shows e espetáculos do teatro Espaço Teatral - Curadoria de Claudia Raia. Nos anos de 2022 e 2023, como produtora executiva, trabalhou no espetáculo “Fátima - O dia que o sol bailou”, do Ballet Vértice de Portugal e Foco3, e no espetáculo “As Meninas Velhas”, também da Foco3. Nome: Roseli Ramalho Função: Produção Executiva Mini Currículo: Estreou no mundo do teatro como produtora, em 2001, na função de Compay Manager no espetáculo "Les Miserables", compondo Produção internacional da CIE México e Black & Red. Nesse mesmo ano, atuou como produtora executiva em "O Beijo da Mulher Aranha", da Produção internacional da CIE México e Black & Red, e no espetáculo "Dê uma chance à paz", da Black & Red. Um pouco longe das coxias, Roseli Ramalho compôs o time de marketing na Swarovski Cristal Components, de 2003 a 2010. Entre 2014 e 2015, trabalhou na produção do livro de fotos de 30 anos da carreira da atriz Claudia Raia, “Raia 30”. De volta ao teatro, em 2018, atuou como gerente de produção de todos os shows e espetáculos do teatro Espaço Teatral - Curadoria de Claudia Raia. Entre 2022 e 2023, atuou como produtora executiva no espetáculo “Fátima - O dia que o sol bailou”, do Ballet Vértice de Portugal e Foco3, e no espetáculo “As Meninas Velhas”, também da Foco3. Nome: Amanda Leones Função: Controller administrativo CPF: 362.991.328-84 Mini currículo: Produtora, gestora e empreendedora cultural. Atriz pela Escola de Artes Recriarte (2009), Graduada em Eventos (Anhembi Morumbi/2012), possui especialização em Gestão Cultural: cultura, desenvolvimento e mercado (Senac/2016) e MBA em Gestão de Negócios (USP/2020). Atua no mercado do entretenimento desde 2005, em gestão de projetos em Leis de Incentivo, Editais, Convênios Públicos e Produção Cultural. É idealizadora e produtora do Festival Ubuntu, já em sua quarta edição; é fundadora e membro da Epifania Cia. de Teatro desde 2010, onde realizou os espetáculos “Das Dores – Suíte Strindberg” (2021/2017), “No Cantinho com Você” (2021/2016), “Solidão a dois – Fragmentos” (2012), “Fragmentos Tchekhov” (2010); ainda no teatro esteve também nas produções de Jardim de Inverno (2022), Conserto para Dois (2021/2022), Sylvia – uma comédia romântica (2019), Cazuza (2019), Aladdin (2019), Chaplin (2015/2018), Dioniso – a vida indestrutível (2018), Divas (2016), Mulheres à Beira de Um Ataque de Nervos (2015), A Jornada de Orfeu (2012), Os Produtores (2008) entre outros; produziu a exposição “O Silêncio que Grita” e o espetáculo “JK, um reencontro com o Brasil”, da Fundação Brasil Meu Amor, em circulação nacional de 2018 a 2022. Diretora da Versa Cultural, empresa produtora de espetáculos e projetos culturais fundada em 2012.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.