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O projeto propõe a realização de temporada da peça "Enquanto você voava, eu criava raízes", 11ª criação da Cia Dos à Deux de teatro gestual. Além do espetáculo serão realizados Workshop e Palestras.
Começar a desvendar as “dramaturgias do tema chave”. A partir dos desdobramentos, personagens começam a surgir de nosso imaginário. Levados por esse fio, conduzimos as personagens a uma encruzilhada, para que o encontro e o confronto se criem. Por fim nascem os conflitos: “O que aprendeu a árvore com a terra para conversar com o céu?” Pablo Neruda Em todas as nossas criações de Teatro visual, partimos de uma palavra chave, que chamamos “Flecha”. Aquela que nos atinge, nos toca, nos perfura profundamente, de forma inexplicavelmente poética. O nosso fio da meada. Esse fio que vai se desenrolar para formar teias, onde as personagens irão transitar. A palavra-flecha, para essa nova pesquisa são os “MEDOS”. Quem quer que olhe para dentro de si mesmo e examine quaisquer uma de suas manifestações corporais e/ou psíquicas, perceberá aquela que permanece desde o nascimento: o MEDO. O primeiro medo que cada criança conhece é o medo da própria sombra, o medo de descobrir o próprio ser outro, sem rosto. “Minha mãe pariu gêmeos, eu e o medo” Thomas Hobbes No estado de natureza mais primitiva o medo é o condutor. Medo de existir, resistir, amar, morrer. Medo de viver, dizer, sentir, estar, partir. O medo segue nossos sonhos. O medo cega nossos sonhos. Assim, surgem as Personagens Dara, o anjo - Uma última pena que lhe restava, acabava por cair. Arrancaram-lhe todas as penas, talvez por medo, que ele pudesse ainda voar. Ele, que durante segundos, minutos, horas, dias, meses, anos, séculos, ouviu os lamentos de todos. Agora cessa de ouvir o invisível. Agora está condenado a sentir, a ver e ouvir, como um simples humano. Fora por medo, que ele pudesse desvendar todas as verdades, que lhe arrancaram as penas. Andando ao invés de voar, observa o mundo com outros olhos. Pela primeira vez em sua existência, ele respira e descobre a intensidade, a força e a dor de um suspiro. E agora saber-se mortal, reconhecer-se finito. Agora, é um tempo que se esgota e só se tem essa existência para ser quem é. Álamo, a árvore - Ele nunca havia sentindo o cheiro da terra de tão perto. Naquela noite, caído ali, ele podia observar detalhes que até então não era possível. Estirado ao chão ele sentia a vibração das formigas em procissão. Do chão sentia a humidade, que lhe dava arrepios. Do chão sentia a vibração da terra. Jamais ele poderia imaginar que essa outra perspectiva, ahorizontal, lhe provocaria tamanha vertigem. Álamo, com os seus 350 anos de vida, agora sentia e ouvia como um humano, mas era uma árvore que havia sido arrancada, tendo que criar outras raízes para sobreviver nessa nova existência.
Objetivo geral · A apresentação do espetáculo gestual "Enquanto você voava, eu criava raízes", O projeto pretende ainda: V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; X - apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias; Objetivos específicos · A presente proposta tem como objetivo a apresentação do espetáculo gestual "Enquanto você voava, eu criava raízes", com a realização de uma temporada de 2 meses na cidade do Rio de Janeiro, totalizando 32 sessões; · Realizar 3 Palestras/ bate-papo pós espetáculo com o publico; · Realizar 1 Workshops/Oficina; · Fomentar a geração de emprego e renda na área teatral.
Cia. Dos à Deux _ Há 25 anos, André Curti e Artur Luanda Ribeiro iniciavam na França uma parceria artística com a criação da Cia. Dos à Deux. Eles se conheceram durante um festival em Paris e decidiram começar juntos uma pesquisa teatral e coreográfica, tendo como inspiração a obra "Esperando Godot", de Samuel Beckett. Em 1998, nascia o primeiro trabalho, "Dos à Deux", peça que deu nome à companhia. Descobertos no Festival de Avignon com esse primeiro trabalho, os dois então jovens criadores tiveram um imediato reconhecimento pela critica e pelos curadores, lhes impulsionando pelas estradas de todos os países da Europa, além da África, América do Sul, Coreia do Sul e na Índia. A premiada companhia de teatro gestual arrebatou plateias em mais de 50 países, somando mais de 3 mil apresentações por toda a Europa, África Central, Ásia, Polinésia Francesa, Emirados Árabes e América do Sul. O repertório é formado por: "Dos à Deux" (1998), "Aux pieds de la lettre" (2002), "Saudade em terras d’água" (2005), "Fragmentos do desejo" (2009), "Ausência" (solo com Luís Melo, de 2012), "Dos à Deux - 2º ato" (2013) "Irmãos de sangue" (2013), "Gritos" (2016) e "Enquanto voce voava, eu criava raízes" (2022). Em 2021, sete espetáculos da companhia foram exibidos na mostra online "Dos à Deux - A Singularidade de uma Trajetória". Depois de mais de duas décadas instalada na França, desde 2015 a Cia. Dos à Deux passou a ter duas sedes: uma em Paris e outra no Rio de Janeiro. Para criar a sede carioca, Artur e André reformaram um antigo cortiço construído em 1846, no bairro da Glória. Além de abrigar a companhia, o espaço vem se estabelecendo como um local para oficinas e residências artísticas para outros grupos. Com dramaturgia, cenografia, coreografia, encenação e performance de André Curti e Artur Luanda Ribeiro, "Enquanto você voava, eu criava raízes", a companhia continua sua pesquisa híbrida, criando cruzamentos poéticos entre o teatro gestual, as artes plásticas, e o audiovisual. Entre o onírico e a realidade, o espetáculo não tem uma dramaturgia linear. A narrativa visual acontece por meio de seus corpos, da fisicalidade e da virtuosidade. Assim como nas obras anteriores, a linguagem gestual é criada a partir de um tema desenvolvido pela dupla. Em cena, André e Artur nos convidam a imergir nos múltiplos medos que nos atravessam para, aos poucos, chegar a estados, sentimentos e emoções, a que deram o nome de "espaços íntimos de sensações". A Cia. Dos à Deux propõe que o público assista ao espetáculo como que através de uma lente de cinema. Por trás dessa tela que se assemelha a um portal, como se fosse um grande oráculo dos sonhos. Criados pelo diretor de fotografia Miguel Vassy e pela artista plástica Laura Fragoso, as imagens projetadas em cena dialogam com a dramaturgia, assim como a música original criada por Federico Puppi. "Para mim, nesse espetáculo, ficamos na beira do abismo desde o início", diz André. "São os abismos que temos dentro de nós, essa sensação de vazio permanente, de que há algo dentro se abrindo e um outro eu está caindo dentro da gente", complementa Artur. O espetáculo estreou no Rio de Janeiro em 2022, onde cumpriu três temporadas de sucesso (Oi Futuro, Teatro Firjan SESI Centro, Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto). Neste ano de 2023, fez sua primeira temporada em São Paulo, com sessões esgotadas, no Sesc Santo Amaro, Sesc São José do Rio Preto e Jundiaí e Festival de Teatro de Curitiba. Em julho/23, o espetáculo ficou em cartaz o mês inteiro no Festival de Avignon na França no Teatro Patinoire - La Manufacture. Prêmios _ A peça "Enquanto você voava, eu criava raízes" foi agraciada com o Prêmio Shell na categoria cenário, é indicada por iluminação e figurino. Vencedora dos prêmios APTR em três categorias (melhor espetáculo, cenografia, música) e indicada a melhor iluminação, e ao Prêmio Cesgranrio em cinco categorias (melhor espetáculo, direção, música, cenografia e iluminação). O projeto atende aos dispostos no Art. 1° da Lei 8.313/91, a saber: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Atende ainda, ao disposto no artigo 3° da mesma Lei, a saber: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos Por que a Lei Federal de Incentivo à Cultura? As Leis de Incentivo à Cultura são de extrema importância para a captação de recursos para realização de projetos. Ela permite o financiamento da criação e difusão de forma sólida, garantindo a manutenção de equipes artísticas e técnicas. Além disso, propicia a oportunidade de concorrência em editais de instituições que exigem o enquadramento prévio e/ou posterior em Lei Federal de Incentivo à Cultura. Ao patrocinar este projeto, esta Secretaria estará agregando valores de democratização e valorização das artes cênicas brasileiras, promoção e difusão do teatro, através de um espetáculo de qualidade técnica e artística, revelando uma postura compromissada para com a sociedade.
Produto principal: Espetáculo teatral Duração: 60 minutos. Período: 32 sessões em 8 semanas, com apresentações de quinta-feira a domingo; Classificação etária: 18 anos Os espetáculos da Cia Dos À Deux são de dramaturgia inteiramente visuais, concebidos de partituras gestuais, não havendo falas audíveis.
1 - Produto Principal – Espetáculo de Artes Cênicas Os espetáculos da Cia Dos À Deux são de dramaturgia inteiramente visuais, concebidos de partituras gestuais, não havendo falas audíveis, portanto é de usufruto de deficientes auditivos. um roteiro com o descritivo aproximado das sensações sonoras da trilha, cena por cena, será entregue aos portadores de deficiência auditiva Acessibilidade física: O espetáculo realizará temporada em teatro comercial da cidade do Rio de Janeiro. O espaço deve oferecer instalações adequadas estruturalmente, para garantir o acesso a pessoas idosas e aos portadores de necessidades especiais (monitores, sinalização, rampas de acesso, elevadores, banheiros e espaço especial na plateia). Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, não gera custos ao projeto. São ferramentas e recursos já disponíveis nos espaços de realização. Acessibilidade para deficientes visuais: Haverá audiodescrição disponível em todas as sessões do espetáculo. ITEM DA PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: O espetáculo é gestual, não há texto. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, não gera custos ao projeto. Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos: Produto naturalmente acessível para este público, por se tratar de um espetáculo com linguagem desenvolvida pensando em atender a todos os públicos. Haverá equipe treinada para recebê-los. Item orçamentário: Não se aplica, por não existir custo extra para acessibilidade a esse público 2 - CONTRAPARTIDA SOCIAL - Workshop e Bate-papo pós espetáculo com o publico Palestra/ bate-papo pós espetáculo com o publico Acessibilidade física: As Palestras/bate-papo pós espetáculo com o publico serão realizadas nas dependências do Teatro onde ocorrerá a temporada. O espaço deve oferecer instalações adequadas estruturalmente, para garantir o acesso a pessoas portadores de necessidades especiais (monitores, sinalização, rampas de acesso, elevadores, banheiros e espaço especial na plateia). Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, não gera custos ao projeto. São ferramentas e recursos já disponíveis nos espaços de realização. Acessibilidade para deficientes visuais: O conteúdo da palestra é 100% oral, permitindo completo acesso ao conteúdo por parte de deficientes visuais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica Acessibilidade para deficientes auditivos: Haverá intérprete de Libras disponível. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos: Durante a realização, os ministrantes estarão preparados para adaptar os conteúdos para facilitar a compreensão do conteúdo por todos os públicos. As aulas são interativas e permitem a identificação das necessidades locais e imediata adaptação para garantir a transmissão de conhecimento. Item orçamentário: Não se aplica, por não existir custo extra para acessibilidade a esse público. Workshop Acessibilidade física: O Wokshop será realizado na Sede da Cia, destinado a estudantes de artes cênicas de escolas publicas do Rio de Janeiro e atores em geral, por ser um trabalho Gestual e físico, não pode ser executado por pessoas que possuam necessidades físicas especiais, a inscrição será gratuita e amplamente divulgada a partir das redes sociais da Cia. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica, não gera custos ao projeto. São ferramentas e recursos já disponíveis nos espaços de realização. Acessibilidade para deficientes visuais: por ser um trabalho físico e gestual, não poderá ser praticado por deficientes visuais. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Não se aplica Acessibilidade para deficientes auditivos: Haverá intérprete de Libras disponível. Item da PLANILHA ORÇAMENTÁRIA: Intérprete de Libras Acessibilidade para pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos: Durante a realização, os ministrantes estarão preparados para adaptar os conteúdos para facilitar a compreensão do conteúdo por todos os públicos. As aulas são interativas e permitem a identificação das necessidades locais e imediata adaptação para garantir a transmissão de conhecimento. Item orçamentário: Não se aplica, por não existir custo extra para acessibilidade a esse público.
Em atenção ao artigo 27 da IN 04/2023: Produto Principal – Espetáculo Teatral II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; § 3º A parametrização estabelecida no sistema observará o que segue: I - meia entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) doquantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; e II - meia entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art.23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Em atenção ao art. 28 da IN 04/2023: Produto Principal – Espetáculo Teatral IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
CIA. DOS À DEUX - Proponente Há 24 anos, André Curti e Artur Luanda Ribeiro iniciavam na França uma parceria artística com a criação da Cia. Dos à Deux. Eles se conheceram durante um festival em Paris e decidiram começar juntos uma pesquisa teatral e coreográfica, tendo como inspiração a obra “Esperando Godot”, de Samuel Beckett. Em 1998, nascia o primeiro trabalho, “Dos à Deux”, peça que deu nome à companhia. Descobertos no Festival de Avignon com esse primeiro trabalho, os dois então jovens criadores tiveram um imediato reconhecimento pela crítica e pelos curadores, lhes impulsionando pelas estradas de todos os países da Europa, além da África, América do Sul, Coréia do Sul e na Índia. A premiada companhia franco-brasileira de teatro gestual arrebatou platéias em mais de 50 países, somando mais de 2 mil apresentações por toda a Europa, África Central, Ásia, Polinésia Francesa, Emirados Árabes e América do Sul. O repertório é formado por 11 espetáculos: “Dos à Deux” (1998), “Je suis bien moi” (2000), “Fulyo” (2000), “Aux pieds de la lettre” (2002), “Saudade em terras d’água” (2005), “Fragmentos do desejo” (2009), “Ausência” (solo com Luís Melo, de 2012), “Dos à Deux - 2º ato” (2013), “Irmãos de sangue” (2013), “Gritos” (2016) e “Enquanto você voava, eu criava raízes” (2022). Em 2021, sete espetáculos da companhia foram exibidos na mostra online “Dos à Deux - A Singularidade de uma Trajetória”. Depois de mais de duas décadas instalada na França, há sete anos a Cia. Dos à Deux passou a ter duas sedes: uma em Paris e outra no Rio de Janeiro. Para criar a sede carioca, Artur e André reformaram um antigo cortiço construído em 1846, no bairro da Glória. Além de abrigar a companhia, o espaço vem se estabelecendo como um local para oficinas e residências artísticas para outros grupos. Site: www.dosadeux.com Instagram: @ciedosadeux Facebook: dosadeux Nome: André Curti Função: diretor, coreógrafo e intérprete Mini-Curriculo: Entre 1983 a 1990, se forma como ator e bailarino na Escola Jogo Estúdio e na Escola Vento Forte, em São Paulo. Atua em A Casa de Bernarda Alba, de Garcia Lorca, dirigido por Eugênia Teresa. Ensina o teatro na Escola Jogo estúdio para um público de amadores. No cinema, trabalha com Hilda Machado e Renato Tapajós. Desde 1990 na França, faz parceria com Olivier FornutJoel e Joel Daguerre. Atua na companhia Le G.R.A.L, dirigida por Odile Michel e Patrick Olivier. Atua na companhia de teatro de rua « Cirka teater » na Noruega, no espetáculo « Poste Restante » dirigido por Anne Marit. De 1992 a 1998, atua e dança na companhia de teatro e dança A Fleur de Peau, dirigida por Denise Namura e Michel Budghan. Em 1998 cria a companhia de teatro gestual « Dos a Deux » junto com Artur Ribeiro, tendo no repertório a criação de 10 espetáculos. Nome: Artur Luanda Ribeiro Função: diretor, cenógrafo, iluminador e intérprete Mini-Curriculo: Seguiu uma formação em teatro pela UniRio, em dança pela Escola Angel Vianna, sapateado com Flavio Salles e formação em ator frente à câmera com Tizuka Yamasaki. Trabalha no Brasil com diretores como Márcio Vianna. Na França desde 1994, se forma na Escola de Mímica Corporal Dramática de Paris, dirigido por Stewen Watson e Corinne Soun e na Universidade Nouvelle Sourbonne-Paris III no curso Licenciatura em Estudos Teatrais. Paralelamente, se formou em outras técnicas como: clown e jogo de máscaras com Serge Poncelet e butô e contato improvisação com Catherine Dubois. Na França, trabalhou como ator e bailarino em diversas cias: Joseph Nadj, ThéâtreYunké, in Extremis, Annie Schindler e Catherine Dubois. Em 1998 cria a compainha de teatro gestual « Dos a Deux » junto com André Curti, tendo no reportorio a criaçao de 10 espetaculos. Nome: Frederico Puppi Função: Trilha sonora Mini-Curriculo: Italiano radicado no Brasil, começou a estudar violoncelo aos 4 anos, no Suzuki Center – Itália. Formado no Conservatório de Aosta em violoncelo erudito, estudou música moderna no Liceu de Barcelona. Em 2006 recebeu uma scholarship para o Berklee College of Music durante o Umbria Jazz Festival, sendo o único violoncelista italiano a receber esse prêmio. É coprodutor do último disco de Maria Gadú "Guelã" e fez parte da banda fixa da cantora por 4 anos, com turnês nacionais e internacionais. Em 2015 lançou seu primeiro disco autoral “O Canto da Madeira”, considerado o melhor disco instrumental do ano pela crítica especializada. Já tocou com Gilberto Gil, Ana Carolina, Péricles, Diogo Nogueira dentre outros. Gravou com Sérgio Mendes, Jorge Israel, Paula Toller, Roberta Sá, Jony Hooker e Caio Prado. Indicado ao Grammy Latino em 2015 por “Guelã” e em 2014 ao Grammy USA com o disco “Magic” de Sergio Mendes. Em 2018 lançou seu segundo álbum, “Marinheiro de terra firme”, com a participação de Milton Nascimento. Em 2017 cria o duo Yamí Music com o percussionista Marco Lobo. Nome: Hugo Mercier Função: Iluminador Mini-Curriculo: Francês, Hugo Mercier, durante 5 anos (entre 2008 e 2013), fez parte da equipe de criação de luz do Théâtredu Soleil no espetáculo Os Náufragos da louca esperança, com direção de Ariane Mnouchkine, com temporada em Paris e turnê internacional. É coordenador técnico de luz na Cia. Dos a Deux, nos espetáculos Irmãos de sangue e Gritos, em turnê pelo Brasil e internacional. Em Gritos, assina a iluminação junto com Artur Luanda Ribeiro. No Brasil, fez a criação do desenho de luz do show de lançamento O canto da madeira, de Federico Puppi; do show Variável eloquente, de Caio Prado; dos espetáculos Contos de Tchekhov, com o grupo Os Geraldos, direção ArmanSaribekian - Sala do Lume – Campinas; Vertigem digital, direção Alexandre Elias; Fez operação de luz nos espetáculos Simbora - a história de Wilson Simonal, direção Pedro Brício (RJ e SP); Elis - a musical, direção Denis Carvalho (SP e turnê Brasil); Gonzagão - a Lenda, direção João Falcão. (RJ, SP e turnê Brasil). Nome: Silvio Batistela Função: Diretor de Produção Mini-Curriculo: Durante seus 20 anos de carreira, criou inúmeras parcerias com artistas com os quais desenvolveu projetos de artes cênicas, entre eles Guilherme Leme Garcia, Vera Holtz, Denise Stoklos, Angela Vieira, Luiz Melo, entre tantos outros; projetos que se apresentaram por todo o Brasil, através de patrocínios de empresas como a Oi, o Banco do Brasil, a Petrobrás, os Correios, etc. Dirigiu ainda a produção de algumas companhias cariocas, como Cia. Teatro Autônomo a Cia PeQuod, o Amok Teatro, a Cia Carroça de Mamulengos. É até hoje representante da Cia. franco-brasileira Dos à Deux. Além de produzir, idealizou três projetos de continuidade que vêm se desenvolvendo a cada ano de trabalho. São eles: Seleção Brasil em Cena – desde 2016 – 8 edições,Cena Brasil Internacional- desde 2012 – 7 edições e Mostra Internacional Cena Brasil – desde 2013 – 3 edições.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.