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Montagem e temporada da peça TUDO PELO PODER. Farragut North (2008) é a primeira e mais aclamada peça do autor americano Beau Willimon,criador da série House of Cards. A peça foi adaptada para o cinema com título homônimo ao nosso e ganhou o Oscar de melhor roteiro adaptado no ano de 2012. Nosso espetáculo terá a direção de Otávio Martins e elenco premiado. O espetáculo TUDO PELO PODER será o produto principal desse projeto e atrelado ao mesmo, como produto secundário, estarão oficinas ministradas tanto pelo ator Domingos Antonio como pelo produtor geral do espetáculo Edinho Rodrigues em parceria com o Projeto Palco.
Stephen Bellamy é um idealista coordenador de campanhas eleitorais dentro do partido democrata americano, possuindo uma carreira que muitos operadores políticos mais experientes invejam. Durante uma apertada disputa na primeira das eleições primárias no estado de Iowa, a ascensão de Stephen é freada nos bastidores da campanha da qual é um dos coordenadores. O espetáculo discorre sobre os bastidores de uma campanha eleitoral intensa e sanguinolenta onde deslizes pessoais ganham rapidamente dimensões politicas e suas consequências, por fim, se tornam irreversíveis. Stephen, um perspicaz e coordenador político que acredita, dentro do possível, ainda conservar uma dose de idealismo e princípios no começo da peça se torna uma caricatura de si mesmo ao final da mesma, morrendo tanto eticamente quanto ideologicamente na busca de tentar salvar apenas a si mesmo.
Objetivo geral O teatro tem por si a capacidade de formar opinião e de transmitir conceitos capazes de "deslocalizar" pensamentos. Partindo desse princípio, formador e modificador, o projeto "Tudo Pelo Poder" tem como objetivo trazer para os palcos brasileiros, inicialmente em São Paulo-SP, uma das obras mais premiadas de Beau Willimon que, além de ser o criador da série House of Cards da Netflix, é um dos mais premiados dramaturgos e roteiristas da nova geração americana. Essa mesma peça teatral se tornou longa-metragem vencedor do Oscar dirigido por George Clooney que possui o mesmo título do nosso projeto. Objetivos específicos - Cumprir Temporada em São Paulo-SP, em teatro com capacidade média de 200 lugares, objetivando realizar 24 sessões, com apresentações às sextas, sábados e domingos. Objetivamos a execução do espetáculo entre abril e outubro do próximo ano. - Fomentar uma discussão ampla e profícua acerca de ética, moral, cidadania e democracia. Temas presentes nessa obra que nos leva em uma viagem ao mais recôndito mundo da política. Os bastidores de uma campanha eleitoral. - Atingir um público de 3300 espectadores entre jovens e adultos, a considerar a estimativa da lotação dos teatros em 70%. - Promover ensaio aberto e oficinas teatrais que objetivamos alcançar até, aproximadamente, pessoas entre ingressos distribuídos e estudantes participantes das oficinas. (Ver contrapartidas)
O projeto Tudo pelo Poder pode se enquadrar na maioria dos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 porém, em especial, nos incisos: I- contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional VII- desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações Dessa forma alcançaremos o objetivo referido no Art. 3º da mesma lei: Inciso II - fomento à produção cultural e artística: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres Arte e política são pilares fundantes da condição humana. Fazer arte é também fazer política. Os gregos em peças como Édipo Rei, Medeia e Prometeu Acorrentado já exploravam relações de poder e as consequências psicológicas das mesmas em seus protagonistas. No teatro elisabetano Marlowe, mas, sobre tudo, Shakespeare produziram obras como Julio César, Titus Andronicus, Coriolano entre tantas outras, asfaltando o caminho para o teatro político engajado de Piscator e Brecht na primeira metade do século XX. Já no Brasil inúmeros dramaturgos ao longo do século passado nos são referência no gênero drama político até hoje como Dias Gomes, Paulo Pontes, Jorge Andrade entre tantos outros. O teatro americano nos deu obras primas da dramaturgia política. De Clifford Odetts a, mais recentemente, Robert Schenkkan e em meio a todos esses Beau Willimon se destaca por seu olhar conhecedor dos mecanismos da política contemporânea explorando como ninguém as falhas e virtudes constitutivas de cada um dos personagens não só no teatro, mas, também, no cinema e na televisão. Essa desconstrução epistemológica do fazer político e do escancaramento de humanidades de seus atores é extremamente apropriada e fundamental para um Brasil 2023/2024. A política é nada mais nada menos do que um recorte da sociedade, porém, caso não tenha ficado evidenciado ao longo dos últimos anos, escolhas políticas absurdas podem acarretar em consequências trágicas à população e instituições democráticas. Os bastidores do que nos leva a escolher politicamente é a órbita na qual circula as reflexões feitas por esse espetáculo. Tudo pelo Poder é um drama político que se passa em um espaço de tempo de 24 horas durante a primeira das eleições primárias americanas no estado de Iowa. A obra é, acima de tudo, um estudo sobre temas como ambição e as decorrentes falências moral e ética. A obra nos faz refletir não somente sobre a natureza das eleições ou da própria política mas, sobre tudo, acerca da natureza dos nossos valores mais íntimos e da nossa condição humana. Uma peça como essa a ser realizada num momento no qual a cidade, o estado e o país voltam a viver, após grandes ameaças institucionais, uma normalidade democrática não será apenas relevante como necessária em seu caráter pedagógico acerca dos meandros da política e das motivações que movem seus atores. A obra, afinal, por mais que use o mundo em questão para contar uma típica história de ambição, um conto sobre Criador x Criatura, também aponta para uma certeza: A alternativa à política é a porrada. A complexidade da obra reside aí e dessa complexidade surgem as conexões para um debate acerca de uma cidade, de um estado e de um país melhor. Temos convição de que a Lei Federal de Incentivo à Cultura será o melhor caminho econômico/cultural ideal para a realização do projeto que oferecerá ao público, independente de classe social, não apenas entretenimento, mas um imprescindível debate sobre democracia, cidadania, ética e moral tendo como alegoria a corrida eleitoral nos EUA. Com foco na contribuição da cultura para o desenvolvimento econômico, economia criativa, este projeto também irá gerar trabalho e renda para os profissionais ligados direta e indiretamente nele, bem como o impacto econômico para o comércio no entorno do local de realização do espetáculo, durante o período de sua estreia e temporada de dois meses.
PROPOSTA DE DRAMATURGIA “Tudo pelo Poder (Farragut North) não é uma peça necessariamente sobre política mas sim sobre ambição e como ela, invariavelmente, impulsiona a criatura a devorar seu próprio criador.” Beau Willimon A peça se passa alguns dias antes da primeira e importantíssima eleição primária do estado americano de Iowa. Pleito este que define quais campanhas seguirão na busca pelas indicações tanto do partido democrata como do partido republicano para a presidência americana e quais ficarão pelo caminho. Na trama acompanhamos, mais especificamente, a trajetória de Stephen Bellamy, o principal assessor da campanha do ex-governador democrata Mike Morris. No decorrer dos dois atos que compõem a obra seguimos a rápida falência moral e ideológica a qual Stephen descende devido à sua desenfreada ambição, o que o impulsiona a cometer o erro desencadeante de toda uma sequência de mentiras e traições. Acompanhamos a disputa interna dentro do partido democrata americano em frente à sua primeira eleição primária, através da figura do personagem central, um perspicaz coordenador político. Em um enfrentamento de superficialidades ele é um trunfo indispensável para o seu candidato vencer o principal adversário. Seu trabalho ultrapassa o dever de erigir a imagem de um candidato coerente, competente e confiável, e torna-se imprescindível ao passo que seu realismo equilibra o otimismo desenfreado dos bastidores. Durante a campanha, seu candidato, Mike Morris, de retórica suspeita e posições titubeantes aparece em vantagem. O candidato opositor e sua equipe logo percebem que se o empenho do coordenador pode influenciar diretamente as intenções de voto, portanto, o adversário a ser batido talvez não seja o candidato em si mas sim seu talentoso coordenador. Em política, a precaução é agir. Por isso, a partir da mera sinalização de poder, o personagem central começa a passar por uma série de tentações morais. E a questão que move os acontecimentos a partir daí é: No que sua ambição resultará? O multi-premiado texto original escrito por Beau Willimon prima por um enredo muito bem estruturado. A articulação da narrativa se desenvolve a partir da constante agregação de novos elementos, a cada novo ponto de problematização, a iminência das tomadas de decisão intensifica a complexidade psicológica do protagonista. Tudo pelo Poder é uma obra que pode ser enxergada como o conto da ambição “ícaresca” tão presente em clássicos como Fausto e MacBeth trazido para o nosso contexto contemporâneo onde a gula por poder invariavelmente trará consequências para aqueles que desejam alcançá-lo.
Espetáculo teatral escrito pelo dramaturgo e roteirista americano Beau Willimon com a direção de Otávio Martins e produção geral de Edinho Rodrigues. No elenco estão confirmados, até o momento, Domingos Antonio, Maria Bia e Eduardo Semerjian. Ao longo da produção serão confirmados mais 3 outros atores. A duração da obra é estimada em uma hora e meia.
O Teatro escolhido deverá ser devidamente equipado com rampas de acesso, instalações sanitárias adequadas, atendimento preferencial, poltronas para cadeirantes e obesos e outras medidas que visem o atendimento aos portadores de necessidades especiais, tais como idosos, cadeirantes e portadores de deficiência física, em atendimento ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”. Além disso, como medida de acessibilidade em comunicação, serão realizadas duas sessões, sendo uma em cada mês de temporada, com audiodescrição e libras. Também teremos interpretes de libras no espetáculo/ensaio aberto destinado aos alunos do Projeto Palco assim como nas oficinas de interpretação e produção teatral ministradas pelo ator Domingos Antonio e pelo produtor teatral Edinho Rodrigues.
Gratuidade: Conforme IN publicada em 11/04/2023 Seção 2 Art. 27. inciso II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo. Preços promocionais: Conforme IN publicada em 11/04/2023 Seção 2 / Art. 27 inciso IV- mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. -->O preço normal do ingresso gerado será de R$ 70,00 (sessenta reais). E uma cota de 20% do total dos ingressos será comercializada ao preço promocional de R$ 40,00 (quarenta reais), valor abaixo do vale cultura. Serão também asseguradas meias entradas para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) doquantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013 assim como para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme art 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. Formação de Plateia: Será realizado um ensaio aberto para os alunos do Projeto PALCO seguido de palestra com os atores e diretor do espetáculo, em caráter gratuito, para debate a partir do tema e da encenação do espetáculo. Referente à gratuidade --> Projeto Palco: O projeto do espetáculo Tudo Pelo Poder possui uma parceria de formação artística e de público estabelecida com o Projeto PALCO. O Projeto PALCO é um projeto social para Arte, Lazer, Cultura e Orientação, que amplia o acesso e interesse pela Arte auxiliando no fortalecimento de competências e habilidades socioemocionais de crianças, jovens, adultos, idosos que vivem em situação de vulnerabilidade social. Com experiência em territórios periféricos localizados nas zonas oeste, sul, leste e norte da cidade, há vinte anos, a direção geral do projeto atua nas comunidades do bairro Jaguaré, em parceria com quatro escolas públicas, uma Unidade Básica de Saúde (UBS), quatro organizações sociais e um Centro Educacional Unificado (CEU). Objetivamos: - Destinar uma parcela dos 10% de ingressos da cota de gratuidade para estudantes do Projeto PALCO assim como para estudantes do ensino médio e professores de três escolas públicas parceiras do projeto situadas no Jaguaré. Estimando-se a presença de 50 alunos e/ou professores por semana de apresentação. Oficinas --> Projeto PALCO (Produto secundário) Serão também oferecidas duas oficinas de duas horas de duração cada aos estudantes do Projeto Palco durante a temporada do espetáculo. Uma oficina de interpretação com o ator Domingos Antonio e uma oficina de produção teatral com o produtor geral do espetáculo Edinho Rodrigues que se estima que venham a atingir um total de 280 alunos do curso. Ambas as oficinas serão gratuitas e serão oferecidas como produto secundário do projeto. Ensaio aberto(Produto secundário) Também oferecemos para os alunos do projeto um ensaio aberto seguido de debate com elenco e direção antes da estréia do espetáculo. Visando a inclusão através da acessibilidade esse ensaio aberto terá tradução simultânea em libras e audiodescrição. Esse ensaio também é oferecido como produto secundário do projeto. Dada a fundamental temática da peça consideramos as supracitadas contrapartidas tão essenciais quanto a própria realização do espetáculo. Um projeto como Tudo pelo Poder tem como dever colaborar com o desenvolvimento do pensamento crítico de jovens artistas em áreas de vulnerabilidade assim como integrá-los ao fazer teatral e das artes cênicas.
Ficha técnica Diretor Geral: Otavio Martins Diretor de Produção: Edinho Rodrigues (Brancalyone Produções) Produtor executivo: Domingos Antonio (Domingos Antonio Produções Artísticas) Elenco: Domingos Antonio, Eduardo Semerjian, Maria Bia (já confirmados) OTAVIO MARTINS (DIRETOR ARTISTICO) Otavio Martins é ator, diretor, dramaturgo e roteirista. Como ator em teatro, seus últimos trabalhos foram “Quando Tudo Estiver Pronto”, de Donald Margulies, sob a direção de Isser Korik; “Kiev”, de Sergio Blanco, sob direção de Roberto Alvim; “Que Tal Nós Dois”, peça de Juliana Araripe e Otavio Martins, sob direção de Isser Korik;“Troilo e Cressida”, de W. Shakespeare, e “Três Dias de Chuva”, de Richard Greenberg, ambas sob a direção de Jô Soares. Em televisão, atualmente é o vilão da novela infantil “As Aventuras de Poliana”, do SBT. Seus últimos trabalhos foram em “PSI”, série de Contardo Calligaris para HBO, e “Toda Forma de Amor”, série de Bruno Barreto para o Canal Brasil. Como diretor, seus últimos trabalhos são “Caros Ouvintes", assinando texto e direção, "O Bosque Soturno", de Neil LaBute, "La Estupidez", de Rafael Spregelburd. Seus últimos trabalhos como dramaturgo “Pressa”, encenado em 2018 pelo grupo “Fodidos Privilegiados”, sob direção de João Fonseca, “Que Tal Nós Dois”, comédia escrita junto com Juliana Araripe, “Os Fantasmas”, direção de Hugo Rodas, e “Pergunte ao Tempo”, direção do autor. EDINHO RODRIGUES (DIRETOR DE PRODUÇÃO) Branca e Branca Produções Artísticas Ltda. Fundada em 2003 realizou, produziu e administrou diversos espetáculos teatrais, dentre eles destacam-se: “A Noite Antes da Floresta”- 2 Indicações ao Prêmio Shell 2006; “Assim Com Rose” com direção de Jairo Mattos; “O Avarento”- com Paulo Autran; “Mãos ao Alto, São Paulo!”- com Rosi Campos, Regiane Alves, Marcos Mion, Ary França; “O Bem Amado”- com Marco Nanini (produção SP); “Doce Deleite”- com direção de Marília Pêra (produção SP); “A Garota Número Um” com Monique Alfradique; “A Loba de Ray-Ban” com Christiane Torloni; “Hell”- com Bárbara Paz e direção de Hector Babenco; “Um Porto Para Elizabeth Bishop”- com Regina Braga e direção de José Possi Neto; “The Pillwoman” com direção de Bruno Guida e Dagoberto Feliz; “O Expresso do Pôr do Sol”, com direção de Fábio Assunção; “Toro Negro”, espetáculo flamenco com direção de Debora Dubois, “Da Vinci, Maquiavel e Eu”, monólogo com Tadeu Di Pyetro e direção de Elias Andreato, “Lampião e Lancelote” (musical ganhador de 11 prêmios), com direção de Debora Dubois e direção musical de Zeca Baleiro; “A Árvore Berenice” musical infantil; musical “Rita Lee Mora ao Lado” com Mel Lisboa; “Jantar” com direção de Mauro Baptista Vedia; “Dias de Vinho e Rosas” com direção de Fabio Assunção; “A Paixão Segundo Nelson” – musical com Helena Ranaldi, Vanessa Gerbelli, Jarbas Homem de Mello e com textos, músicas e direção musical de Zeca Baleiro; musical “Roque Santeiro” com direção de Debora Dubois e direção musical de Zeca Baleiro; comédia musical “A Vida em Vermelho” com Letícia Sabatella e Fernando Alves Pinto; “O Martelo” com Edwin Luisi, Anderson Muller e Natallia Rodrigues, direção Alexandre Reincke; “A Valsa de Lili”, texto de Aimar Labaki, direção de Débora Dubois; “Visceral”, texto de Nannade castro e direção de Dan Rossetto; “Fim de Partida” com direção de Yoshi Oida e Matteo Bonfitto; “O Beijo no Asfalto”, direção de Bruno Perillo; “Tectônicas” no teatro do SESI SP, com direção de Marcelo Lazzaratto, musical “Sidney Magal Muito Mais Que um Amante Latino”, dentre outras montagens. Além de exposições e shows como: Exposição Mestres Artesãos- Sesc Belenzinho (2000); Exposição Terra Paulista- Sesc Pompéia (2005); Show Dan Nakagawa e Ney Matogrosso (Teatro Imprensa) e Studio SP (gravação de DVD) em 2009; Exposição 100 Anos de Nelson Rodrigues no SESI-SP em 2012 e Prêmio de Cinema do SESI-SP edições 2013, 2014 e 2018. DOMINGOS ANTONIO (ATOR e PRODUTOR EXECUTIVO/PROPONENTE) Domingos Antonio foi o primeiro brasileiro a ingressar e se formar bacharel em artes dramáticas em uma escola de teatro do Reino Unido, a Bristol Old Vic Theatre School. Com vinte anos de carreira, Domingos pôde ser visto em novelas da TV Record como PODER PARALELO , REBELDE e MÁSCARAS. Fez séries em canais que abrangem da Rede Globo à HBO Brasil entre elas O NEGÓCIO, FDP, SOM E FÚRIA e ÁFRICA DA SORTE, série da TV Brasil, por qual ganhou, em sua versão adaptada para o cinema, o prêmio de melhor ator coadjuvante no Festival de Triunfo de 2018. Participou de mais de 30 obras, entre longas e curtas-metragens, tanto no Brasil como no exterior já tendo recebido três prêmios por suas performances nessas produções. Protagonizou os longas-metragens: LINHA DE FUGA e O ESTIGMA. Já trabalhou no audiovisual com nomes como Fernando Meirelles (ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA) e Tizuka Yamasaki (1817- A REVOLUÇÃO ESQUECIDA). No momento está no elenco do premiado longa SUJEITO OCULTO de Leo Falcão que estreará em breve no eixo Rio-SP. Na roteirização e produção audiovisual, escreveu, produziu e estrelou o premiado curta-metragem MATCH e que está na grade do Canal Brasil. Domingos está em fase de envio para festivais seu mais novo curta. O doc-drama existencial MARGEM o qual também dirige, produz e estrela. No teatro atuou em espetáculos na Europa, Estados Unidos e Brasil sendo premiado duas vezes. Nos EUA foi premiado por sua intepretação de Angelo em MEDIDA POR MEDIDA no festival Shakespeare in the Park de 2015 em Los Angeles. Durante a pandemia estrelou o espetáculo online A ILHA com direção de Christian Duvvoort. EDUARDO SEMERJIAN É ator desde 1990, em TV, cinema, teatro, e também é locutor. Em Teatro, as peças mais recentes foram “A Vida Útil de todas as Coisas”, de Kiko Rieser, 2019, pela qual concorreu a melhor ator em dois prêmios; “Aula Magna com Stalin”, 2018, direção de William Pereira; “Troilo e Cressida” direção de Jô Soares, 2016/17; “Caros Ouvintes”, de 2014 até hoje e “A Bala na Agulha”, em 2013/14, ambos direção de Otávio Martins; “Hamlet”, direção de Ron Daniels, 2012/13; “Pessoas Absurdas” direção de Otavio Martins, 2012; “Doze Homens e uma Sentença”, do Grupo Tapa, 2010/11; “O Despertar da Primavera”, direção Charles Moeller e Claudio Botelho, 2010. Em TV, participou de séries como “Coisa Mais Linda”, 2020, Netflix; “O Negócio”, HBO, entre 2012 e 2017; “Rei Davi”, Rede Record, em 2011 e 2012; 2ª temporada de “Sense8”, das Irmãs Wachowski e “Lilyhammer”, ambas da Netflix. E foi André Matarazzo na minissérie “Maysa – quando fala o coração”, de Jayme Monjardim, em 2009 pela Rede Globo. Novelas do SBT “As Aventuras de Poliana” entre 2017 e 2019, e “Carinha de Anjo” em 2015. Em cinema, os longa-metragens: “Skull: The Mask”, de Kapel Furman e Armando Fonseca, 2019; “Amazon Obhijaan”, de K. Mukherjee, 2017; “Minha Mãe é uma peça 2” de Paulo Gustavo, e “Mundo Cão”, de Marcos Jorge, ambos 2016; “Ensaio sobre a Cegueira”, de Fernando Meirelles, 2008. MARIA BIA Atriz e cantora com 15 anos de carreira; Maria Bia é natural de Brasília onde foi eleita pelo jornal Correio Braziliense como um dos jovens talentos mais promissores do cenário artístico brasileiro. Maria Bia participou da série da TV Globo “Sexo e As Negas” de autoria de Miguel Falabella onde ,em seu primeiro papel na TV, assumiu o papel de protagonista com a personagem Soraia. Atualmente está no ar com a série do Gloob “Escola de Gênios” interpretando a tutora ambidestra Mirna. Já na TV aberta pode ser vista em “Brasil Toca Choro”, da TV Cultura, como uma contadora de causos e histórias. Alguns de seus últimos trabalhos são: o musical infantil “Carmen Miranda – A Grande Pequena Notável” e a peça “Depois Daquela Viagem” baseada no homônimo best-seller de Valéria Piassa Polizzi. Neste último trabalho, deu vida à própria Valéria.Tem no currículo um total de 18 musicais, 13 peças e 5 trabalhos em TV. Também participou de filmes e óperas.
PROJETO ARQUIVADO.