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Este projeto promove apresentações do espetáculo teatral infantil "De onde vem o dinheiro?" em escolas públicas. De forma lúdica, a peça usa da fantasia cênica para difundir, responsavelmente, importantes conceitos e premissas relacionadas ao universo financeiro e à prática de empreendedorismo.
Antônio (8), melhor amigo de Tininha (8), que mora no Rio de Janeiro, se mudou para um outro estado do país, Belém do Pará, no Norte. Os dois, agora, só se falam pelas telas, mas a vontade de se ver ao vivo, brincar no presente, é muito maior. Tininha não aguenta de saudades e quer muito visitar Tom Tom, o apelido carinhoso. Mas quando pede para sua mãe comprar a passagem, leva um banho de água fria.É muito caro ir do Rio até Belém e ela não vai conseguir. Marta explica de onde vem o dinheiro e a importância de juntá-lo para conseguir realizar a viagem. Tininha não se conforma e briga com a mãe por achar que ela não quer ajudá-la a encontrar seu amigo. Triste e cheia de saudade, Tininha e Antônio pensam num jeito mais rápido de conseguir o dinheiro da passagem. Eles sabem que existem games onde os personagens alcançam moedas rapidamente (Mario Bross, Subway Surfers, Sonic, entre outros) e pensam na possibilidade de eles mesmos entrarem num game e ganharem moedas dessa maneira. Mas o que eles não sabem é que Marta ouve essa conversa e pensa num jeito de fazer eles se sentirem num game. Ela inventa um formulário para eles participarem do Game Reino da Rainha Bufunfa, a fim de pegarem moedas. Sem desconfiar, eles seinscrevem, mas para serem selecionados, precisam passar por várias perguntas e dizer por que eles realmente precisam de moedas. Antônio e Tininha fazem uma linda canção sobre a força da amizade deles. E passam. Enquanto Tininha dorme, Marta transforma o quarto da filha num verdadeiro cenário de Game e se veste na Rainha Bufunfa, a dona do Reino Bufunfa, a terra da moeda. Tininha acorda nesse cenário e logo chama o amigo na tela. Antônio fica chocado. Parece que eles estão dentro do game. Mas nada será fácil, eles precisam passar de fases, responder perguntas, numa verdadeira gincana de aprendizado sobre economia, para conseguirem as moedas. Numa dinâmica divertida e recheada de músicas, orquestrada pela Rainha Bufunfa, que na verdade é mãe, Marta, Antônio e Tininha aprendem sobre De Onde Vem o Dinheiro. No final eles passam de todas as fases e conseguem a viagem. Mas antes descobrem que tudo foi uma grande brincadeira feita por Marta. Tininha entende que não é que mãe não quer que ela vá, é que dinheiro não cai do céu. E em vez de reclamar, vai ajudar a mãe economizar para ir viajar o mais rápido possível. Finalmente, após um tempo, Tininha e Tom Tom se encontram na casa do amigo em Belém e ficam cheio de felicidades por se verem ao vivo e dão um belo abraço de amigos. Com leveza, muita música, simplicidade e humor, “De onde vem o dinheiro?” é uma dramaturgia que pretende ensinar por meio do lúdico e faz da imaginação um espaço fértil para solidificar boas práticas e ideias.
Objetivo geral Apresentar um espetáculo teatral infantil que, de forma lúdica e divertida, colabora para potencializar a difusão de conceitos relacionados à educação financeira e ao empreendedorismo para o público infantil, por meio de uma obra cênica responsavelmente fundamentada e com valor cultural e educativo. Entre outros objetivos destacam-se:- Valorizar a perspectiva pedagógica presente em manifestações culturais como o teatro para reflexões sociais necessárias à contemporaneidade.- Contribuir para a difusão de análises críticas quanto às práticas empreendedoras identificadas pelas crianças.- Incentivar o acesso do público infantil ao teatro como ação estratégica também para a formação de plateias. Objetivos específicos Realizar a circulação deste espetáculo por 5 escolas públicas da cidade do Rio de Janeiro (localizadas em pontos diferentes da cidade). Serão 2 sessões em cada escola, uma de manhã e outra a tarde, concentrando diversas turmas em cada apresentação. Serão 10 apresentações, com cerca de 100 crianças em cada.
A arte e a educação, ao longo da história, comprovaram o potencial que exercem na formação das sociedades. Ao associar esses dois valores em uma causa, os resultados tendem a surpreender pelo alcance e pela adesão às ideias. Foi nessa perspectiva de contribuir para uma reflexão crítica acerca da consciência financeira e do empreendedorismo sustentável que o espetáculo teatral "De onde vem o dinheiro?" foi concebido com foco no público infantil. A abordagem temática torna-se especialmente relevante, na medida em que a pesquisa S&P Global FinLit Survey de 2016 alertou: 2 em cada 3 adultos no mundo são analfabetos financeiros. Esse foi um dos mais extensos estudos já realizados sobre educação financeira no mundo. Nessa pesquisa, o Brasil ficou na 74ª posição, entre os 143 países estudados. Enquanto isso, países como Finlândia, Noruega, Dinamarca e Suécia são os que mais investem em alfabetização financeira para crianças e, não é coincidência, que apresentem os maiores índices de desenvolvimento humando (IDH). De acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a alfabetização financeira e empreendedorismo deveriam ser obrigatórios no currículo escolar das crianças. Para a OCDE, a alfabetização financeira faz parte das noções básicas para o desenvolvimento de uma sociedade mais igualitária e mais justa, assim como o empreendedorismo pode ser capaz de garantir um desenvolvimento em caráter verdadeiramente sustentável aos países. Educar financeiramente as crianças e incentivá-las ao empreendedorismo cumpre papel essencial na formação de uma pessoa e, consequentemente, de uma sociedade. Mesmo assim, vemos o Brasil muito atrás nos níveis desse tipo de alfabetização. Por aqui, muitos adultos ainda acreditam que dinheiro não é assunto de criança; a educação financeira não está consistentemente presente nem no universo familiar, tampouco no currículo ou na prática escolar. Sabendo que situações que envolvem empreendedorismo, dinheiro, a criança e o jovem vivenciam questões ligadas à ética, disciplina e alto controle _ e que a sociedade brasileira não está habilitada a lidar com finanças corretamente (e da provável importância da educação financeira para reverter esta situação) _, produções culturais temáticas que potencializem olhares mais críticos a esse respeito tornam-se fundamentais para o alcance de novos paradigmas. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
As passagens aéreas destinam-se a elenco (3), 1 técnico e 1 produtor.
Produto: Espetáculo de artes cênicas ACESSIBILIDADE FÍSICA: As escolas onde acontecerão as apresentações serão selecionados entre aqueles com ferramentas para viabilizar o acesso de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida (rampas, barras laterais, banheiros adaptados) e adaptação de espaços/equipamentos que facilitem o acesso para essas pessoas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Haverá audiodescrição gravada dos espetáculos, que será disponibilizada às crianças e/ou professores com necessidades especiais. Como a escola é agendada previamente, a produção entrará em contato para verificar quais as ferramentas de acessibilidade necessárias, que serão providenciadas. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Haverá intérprete de libras nos espetáculos, sempre que houver crianças e/ou professores com necessidades especiais. Como a escola é agendada previamente, a produção entrará em contato para verificar quais as ferramentas de acessibilidade necessárias, que serão providenciadas. Produto: Contrapartida social O projeto tem produtos inteiramente gratuitos, sendo dispensado de oferta de contrapartida social extra.
APRESENTAÇÕES TEATRAIS O acesso é 100% gratuito, beneficiando diretamente estudantes de escolas públicas, além de atingir também professores e outros funcionários de escolas públicas. AÇÃO FORMATIVA O projeto tem produtos inteiramente gratuitos, sendo dispensado de oferta de contrapartida social extra. Em atenção ao art. 28 da IN nº 01/2023, o projeto adotará a seguinte medida: VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
Dramaturgia: Renata MizhariDireção: Pedro Garrafa Assistente de Direção: Rafael CabralElenco: Iris Yazbek, Lucas Padovan e Rebeca OliveiraDireção de Produção: Bruna Dornellas e Wesley TellesTrilha Sonora Original: Carlos CareqaIluminador: Cesar PivettiProdução Executiva: Aline GabettoAssistente de Produção: Inez MunhozAssistente de Produção: Anna MittmannDesigner Gráfico: Jhonatan MedeirosSocial Media: Ismara CardosoCoordenadora do Projeto: Letícia NapoleGestão de Projetos: Deivid AndradeFotos: Priscila PradeVídeos: Julia RufinoIlustrações: Rayan CasagrandeAssessoria Jurídica: Maia, Benincá, Miranda AdvocaciaAssessoria Contábil: Leucimar Martins Realização: Arte Estúdio Entretenimento Ltda PROPONENTE - Arte Estúdio Entretenimento Ltda O Proponente é o principal responsável pela administração e gestão finaceira e administrativa de todas as ações. Dramaturgia: Renata Mizrahi Roteirista, dramaturga e diretora de teatro brasileira. Como autora, foi duas vezes vencedora do Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil: em 2010, pelo texto de Joaquim e as estrelas, e em 2012, pelo texto de Coisas que a gente não vê. Em 2015, Renata venceu o Prêmio Shell de Teatro pelo texto da peça Galápagos. Nascida em 1979 no Rio de Janeiro, estudou Artes-Cênicas na UNIRIO, Dramaturgia para Novela na Oficina de Autores da Globo e Cinema na EICT em Cuba (Escuela Internacional de Cine e TV). Pedro Garrafa - direçãoPedro Garrafa é diretor, ator, dramaturgo, roteirista e professor de Teatro. Ganhador do Prêmio São Paulo (FEMSA) de Teatro Infantil e Juvenil como Melhor Texto e Melhor Espetáculo de 2015, por O ALVO, espetáculo de grande sucesso de público e crítica, e do prêmico APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) pelo texto e direção de NOMO, em 2019.Pedro ainda assinou nos últimos anos, texto e direção de outros espetáculos como: Espartanos (2016), O Alvo – Hateclub (Parte 2 Em 2016) O Que A Dorothy Quer (2015), Nem Sonhando (2012), Enquanto O Mundo Explode (2010) E Oito A Zero, Os Futebóis Do País (2008). Como Diretor, Ainda Assinou O Espetáculo Fale Mais Sobre Isso (2015), de Flávia Garrafa, considerado a “melhor comédia de 2015 na escolha do público” pela Folha de São Paulo. Além do clássico AS TRÊS IRMÃS, na montagem de 2010 Cia dos Desejos, DESVIO, de Juliana Gonçalves, em 20011 e a da direção de AQUI ACONTEÇO, solo de Suia Legaspe sobre a obra poética de Orides Fontela, espetáculo da CIA DRAMÁTICA EM EXERCÍCIO em 2008. Bruna Dornellas - Direção de ProduçãoFormada em Comunicação Social/RTV na FAESA, pós graduada em Gestão em Produção Cultural pela Estácio de Sá e MBA em Gestão Empresarial pela FGV. É sócia administradora da WB Produções, produtora cultural atuante há 16 anos. Participou de mais de 20 projetos, dentre eles “Através da Iris”, de Cacau Hygino – homenagem a nova-iorquina Iris Apfel, interpretada por NathaliaTimberg; “Misery” da obra de Stephen King, com Mel Lisboa e Marcello Airoldi; “Três Mulheres Altas” (Three Tall Women) de Edward Albee, com Suely Franco, Deborah Evelyn e Nathalia Dill; “Gargalhada Selvagem” (Laughing Wild) de Christopher Durang, com Alexandra Ritcher e Rodrigo Fagundes, dentre muitos outros. Deivid Andrade - Gestor de Projeto Espetáculos como Produtor:“O Último Capítulo”, com Mariana Xavier;“E o Vento Vai Levando Tudo Embora”, com Juliano Laham;“Deu a Louca na Branca”, com Cacau Protásio;“Através da Iris”, com Nathalia Timberg. Promomix Eventos e Promoções (Janeiro/2013 à Fevereiro/2015)Assistente de RH para Eventos Promocionais Jorge Elali Produções (Junho/2015 até o presente momento)Social Media, Assistente de Produção e Designer WB Produções Artísticas e Culturais (Abril/2016 até o presente momento)Social Media e Produtor Executivo Leticia Napole - Coordenação Administrativo-FinanceiraGraduada em Jornalismo, com extensão em Marketing Cultural (UERJ) e MBA em Gestão Empresarial (FUNCEFET). Gestora cultural, transita nas áreas de teatro, música e artes visuais, tendo entre suas principais realizações espetáculos, festivais, concertos e exposições. Presta consultoria na área de controladoria de projetos e leis de incentivo à cultura para diversas produtoras no Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo. Sua empresa, Vianapole Comunicação, completou 20 anos, produzindo eventos e artistas pelo país.
PROJETO ARQUIVADO.