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PRONAC 236345Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Musicoterapia: Oficinas de canções folclóricas para crianças com desenvolvimento atípico.

JEFFERSON PEREIRA DA SILVA
Solicitado
R$ 148,0 mil
Aprovado
R$ 148,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 24,2 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
23

Localização e período

UF principal
GO
Município
Goiânia
Início
2024-02-01
Término

Resumo

O projeto refere-se à realização de oficinas de musicoterapia com foco em canções folclóricas, para crianças que possuem desenvolvimento atípico (autismo, T21 e demais síndromes). O projeto prevê ainda, realização de oficinas em CEMEI - Centro municipal de educação infantil como contrapartida social.

Sinopse

1. Classificação etária Livre; 2. Oficinas: Música e Musicoterpia São atividades oferecidas para despertar e estimular a capacidade criativa e cognitiva, impactando o sucesso de acesso a arte e cultura com foco na linguagem musical, bem como qualidade de vida. Promovendo a interação social.

Objetivos

Objetivos: Geral: a. Despertar as habilidades artísticas em crianças com desenvolvimento atípico. b. Utilizar canções folclóricas como instrumento de inclusão. c. Ofertar produtos culturais de forma livre, gratuíta e democrática. Objetivos Específicos: A) Realizar 400 (quatrocentos) oficinas de musicoterapia para 30 criancas em desenvolvimento atípico com carga horária de 4 (quatro) horas mensais durante 10 dez) meses, durante uma vez na semana com carga horária de 1 (uma) hora semanal; B) Como contrapartida social realização de oficinas em CEMEI - Centro Municipal de Educação Infantil da região metropolitana de Goiânia; C) Realizar oficina com a temática de canções do folclore brasileiro.

Justificativa

Percebe-se que as manifestações artísticas têm demonstrado cada vez mais sua contribuição na reabilitação física e social das crianças que estão dentro do desenvolvimento atípico. É de suma importância para o indivíduo que tem o desenvolvimento atípico o contato com a arte, seja ela plástica, cênica, musical, etc. Assim, ele estará desenvolvendo o seu potencial e expressando suas emoções, sensações e percepções. O principal objetivo do ensino da arte para essa clientela é oferecer-lhes oportunidade de desenvolver suas potencialidades através da criatividade, raciocínio, percepção e domínio motor, tendo o acompanhamento de pessoas e profissionais esclarecidos de sua importância, compreendendo os resultados e efeitos provenientes das práticas sugeridas. Acredita-se que através da Arte, o professor tem a oportunidade de proporcionar experiências que irão contribuir para a evolução da personalidade deste aluno especial e também em seus familiares, que vivem o dia a dia destas pessoas e seu ajustamento social, uma vez que a atitude do educando é produto do que ele aprende, pensa e de suas possibilidades. Este projeto se justifica, pois, de acordo com a Lei 8.313, ele: I - contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promove e estimula a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoia, valoriza e difundi o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguarda a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - prioriza o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto cultural em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderá o seguinte objetivo: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: oferta de oficina de caráter artístico cultural, de forma livre e gratuita. o projeto também se enquandra na Lei LEI Nº 13.146, DE 6 DE JULHO DE 2015. Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania. Ressalta-se capítulo IX DO DIREITO À CULTURA, AO ESPORTE, AO TURISMO E AO LAZER. Art. 42. A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, sendo-lhe garantido o acesso:I - a bens culturais em formato acessível; II - a programas de televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em formato acessível. Art. 43. O poder público deve promover a participação da pessoa com deficiência em atividades artísticas, intelectuais, culturais, esportivas e recreativas, com vistas ao seu protagonismo, devendo: I - incentivar a provisão de instrução, de treinamento e de recursos adequados, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas; II - assegurar acessibilidade nos locais de eventos e nos serviços prestados por pessoa ou entidade envolvida na organização das atividades de que trata este artigo; e III - assegurar a participação da pessoa com deficiência em jogos e atividades recreativas, esportivas, de lazer, culturais e artísticas, inclusive no sistema escolar, em igualdade de condições com as demais pessoas.

Especificação técnica

Oficina de Voz e expressão: EmentaCaracterísticas fisiológicas, funcionais e acústicas do componente vocal;conceituação de voz, fala e linguagem; a correta utilização e controle davoz falada e cantada: coordenação pneumo- fono- articulatória,ressonância, impostação, emissão controlada e higiene vocal; utilização davoz falada e cantada em suas possibilidades expressivas como uminstrumento efetivo na intercomunicação.Bibliografia Básica:DINVILLE, Claire. A tecnica da voz cantada, Enelivros, 1993OITICICA, Vanda. O bê-a-bá da técnica vocal, MusiMed, 1992SUNDBERG, Johan.. he science of the singing voice, Northern Illinois Univ,1987ALMEIDA, Berenice& PUCCI, Mágda. Outras Terras Outros SonsCaderno de Partituras e CD. Primeira Edição Impressa, em offset 90/m2.,Callis, 2003 BLAUBIL, Alain& SHOEMBERG, Michel. Les MisérablesPiano/ Vocal Selections., Wise Publication, 1997BUARQUE, Chico; PONTES, Paulo. Musical Gota D’Água com reduçãofeita por LUCATTO, Regina, Festival Goiânia, 2005LEITE, Marcos. Método de Canto Popular Brasileiro- Para Vozes MédioAgudas., Lumiar, 2001JONNSON, Rosamond. Album of Negro Spirituals., M. Edward B. MarksMusic Company, 1940 Oficina de Sensibilização Musical: Ementa: Escuta e Escuta sensível. Criatividade. Funções daMúsica. Introdução aos aspectos culturais em música. Gostos musicais. Conceitos de música e Saúde. Bibliografia: MATEIRO. T; ILARI B.. Pedagogias em educação musical., InterSaberes,2012 SCHAFER, M.. O Ouvido Pensante., Unesp, 1991BARRAUD, H.. Para Compreender as Músicas de Hoje., Perspectiva,1983 BEYER E,; KEBACH P.. Pedagogia da música: experiências deapreciação musical, Mediação, 2011LOURO V S.. Educação musical e deficiência: propostas pedagógicas., Ed. doautor, 2006ZAMPRONHA, M L S.. Da música seus usos e recursos., Unesp, 2007ZAGONEL B.. Brincando com a música em sala de aula., Ibpex, 2011______. Revista Brasileira de Musicoterapia., http://www.revistademusicoterapia.mus.br/,

Acessibilidade

Acessibilidade Para as Oficinas: ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: As atividades propostas são de livre acesso aos que se encontram na unidade de queimaduras. O Hospital oferece lugares adaptados a pessoas idosas, com mobilidade reduzida, portadores de deficiência física, sensorial e cognitiva. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Será utilizado o software Musibraile destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes às dos colegas de visão normal. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Serão utilizados pranchas de comunicação alternativa - CAA com linguagem pragmática e imagens que contém itens como: conversas, perguntas, sentimentos, opinião, inteeração soical, paavras essenciais e verbos essenciais. Que serão adaptadas para cada indivíduo. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS e AUTISMO: Será utilizado a metodologia PECS. O PECS é um sistema único de comunicação alternativa / aumentativa desenvolvido nos EUA em 1985 por Andy Bondy, PhD, e Lori Frost, MS, CCC-SLP. O PECS foi implementado pela primeira vez com alunos de pré-escola diagnosticados com autismo no Programa de Autismo de Delaware. Desde então, o PECS foi implementado com sucesso em todo o mundo, com milhares de alunos de todas as idades que têm várias dificuldades cognitivas, físicas e de comunicação. O protocolo de ensino do PECS é baseado no livro de B.F. Skinner, Comportamento Verbal, e análise de comportamento aplicada do amplo espectro. Estratégias específicas de estímulo e reforço que levarão à comunicação independente são usadas em todo o protocolo. O protocolo também inclui procedimentos sistemáticos de correção de erros para promover a aprendizagem se o erro ocorrer. Dicas verbais não são usados, construindo iniciação imediata e evitando dependência. Acessibilidade Contrapartidas Sociais ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: As atividades propostas são de livre acesso aos que se encontram na unidade de queimaduras. O Hospital oferece lugares adaptados a pessoas idosas, com mobilidade reduzida, portadores de deficiência física, sensorial e cognitiva. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Será utilizado o software Musibraile destina-se a criar condições favoráveis à aprendizagem musical das pessoas com deficiência visual que sejam equivalentes às dos colegas de visão normal. Na palestra será usado descrição alternativa que é caracterizada como: uma técnica de fornecer informações visuais sobre uma imagem, vídeo ou cenário para pessoas com deficiência visual. Essa descrição é feita através de palavras e serve para transmitir os detalhes visuais importantes, permitindo que as pessoas cegas visualizem mentalmente o que está sendo descrito. Essas descrições geralmente incluem informações sobre cores, formas, texturas, expressões faciais, ações e qualquer outro elemento visual relevante na imagem ou cena. É uma forma inclusiva de comunicação visual que visa garantir que pessoas com deficiência visual possam ter acesso a conteúdo visual de forma equivalente. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Serão utilizados pranchas de comunicação alternativa - CAA com linguagem pragmática e imagens que contém itens como: conversas, perguntas, sentimentos, opinião, inteeração soical, paavras essenciais e verbos essenciais. Que serão adaptadas para cada indivíduo. Para Palestra será utilizado um tradutor de LIBRAS. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS e AUTISMO: Será utilizado a metodologia PECS. O PECS é um sistema único de comunicação alternativa / aumentativa desenvolvido nos EUA em 1985 por Andy Bondy, PhD, e Lori Frost, MS, CCC-SLP. O PECS foi implementado pela primeira vez com alunos de pré-escola diagnosticados com autismo no Programa de Autismo de Delaware. Desde então, o PECS foi implementado com sucesso em todo o mundo, com milhares de alunos de todas as idades que têm várias dificuldades cognitivas, físicas e de comunicação. O protocolo de ensino do PECS é baseado no livro de B.F. Skinner, Comportamento Verbal, e análise de comportamento aplicada do amplo espectro. Estratégias específicas de estímulo e reforço que levarão à comunicação independente são usadas em todo o protocolo. O protocolo também inclui procedimentos sistemáticos de correção de erros para promover a aprendizagem se o erro ocorrer. Dicas verbais não são usados, construindo iniciação imediata e evitando dependência. Todos os custos com assebilidade serão custeados pelo proponente (exceto o interprete de libra) pois ele já possui todos os maetrias de comunicação alternativa e o software musibraile.

Democratização do acesso

As atividades oferecidas são gratuitas, não geram custos para osparicipantes e estão abertas ao público-alvo sem distinção de condição social, etnia, deficiência, gênero e domicílio e ocupação. Como contrapartida social será realizada uma apresentação musical em um CMEI - Centro Municipal de Educação Infantil. Assim, indo ao aencontro do inciso VII do artigo 28 da IN N° 01/2023 realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.

Ficha técnica

Jefferson Pereira da Silva: Graduado em Musicoterapia pela Universidade Federal de Goiás (2016). Mestre em Música pela Universidade Federal de Goiás, na linha de Pesquisa: Música, Educação e Saúde (2019/Bolsista CNPq). Pesquisa de Mestrado. “Musicoterapia e Vítimas de Queimaduras um estudo sobre níveis de dor e ansiedade”. Pós Graduando em Analise do Comportamento pelo IGAC e Pós Graduando em Psicomotricidade Neurofuncional pela Faculdade Medicina do ABC paulista. Trabalhou como Produtor Cultural No centro de Cultura Cuca Fresca (2016-2017). Musicoterapeuta supervisor clínico na Clinica Evolui kids Espaço Terapêutico especialista em tratamento para desenvolvimento atípico. Musicoterapeuta CAPS Noroeste (Centro de Atenção Psicossocial) 2018 a 2022.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-11-27
Locais de realização (1)
Goiânia Goiás