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PRONAC 236367Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Restauração do Terminal Ferroviário de Engenheiro Corrêa

HOLOFOTE COMUNICACAO E CULTURA LTDA
Solicitado
R$ 4,74 mi
Aprovado
R$ 4,74 mi
Captado
R$ 2,82 mi
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (2)
CNPJ/CPFNomeDataValor
41785833000192HERCULANO MINERACAO LTDA1900-01-01R$ 2,00 mi
21256870000104FERRO + MINERAÇÃO S/A1900-01-01R$ 820,0 mil

Eficiência de captação

59.4%

Classificação

Área
—
Segmento
Intervenções em bens imóveis tombados/acautelados
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural material
Ano
23

Localização e período

UF principal
MG
Município
Itabirito
Início
2024-01-01
Término

Resumo

Esse projeto contempla a restauração do Terminal Ferroviário de Engenheiro Corrêa (Ouro Preto) e revitalização de seu perímetro de entorno. Trata-se de bem de valor histórico e arquitetônico construído em 1896, sendo representante do patrimônio cultural ferroviário mineiro. A edificação desenvolve-se em partido único, com tipologia eclética, bem fiel aos exemplares de estações ferroviárias de seu tempo. Como contrapartida, será realizada o Programa Estação de Memória, visando receber semanalmente professores e alunos para uma visita no Terminal Ferroviário, para que os estudantes possam conhecer a história da ferrovia em Minas Gerais.

Sinopse

Esse projeto se trata da restauração e revitalização de um patrimônio material. Em 9 de fevereiro de 1855, o Governo Imperial firmou contrato com o engenheiro inglês Edward Price para a construção da primeira seção de uma estrada de ferro que visava promover a integração do território sudeste brasileiro sobre trilhos. Objetivava-se, sobretudo, interligar as então Províncias do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Minas Ferias. Para isto, organizou-se a Companhia de Estrada de Ferro D. Pedro II, sob a direção de Christiano Benedicto Ottoni. O projeto mestre tinha como objetivo a construção de uma espécie de "espinha dorsal" entre o Rio de Janeiro e Belém do Pará, que teria conexões com todas as regiões do Brasil através de ramais a serem construídos pela própria companhia, ou por meio de outras ferrovias. As obras começaram em 11 de junho de 1855 e, em 29 de março de 1858, foi inaugurada a seção que ligava a Estação Aclamação (na cidade do Rio de Janeiro) à Freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Marapicu (atual Queimados), num total de 48,21 km. Nessa época, havia cinco estações:Campo (atual Central do Brasil), Engenho Novo, Cascadura (todas no Município da Corte), Maxambomba (atual Nova Iguaçu) e Queimados, na Província do Rio de Janeiro. Em 8 de novembro do mesmo ano, a estrada de ferro se estendeu até Belém (atual Japeri), no sopé da Serra do Mar. Quando da Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889, a Estrada de Ferro D. Pedro II teve seu nome alterado para Estrada de Ferro Central do Brasil (mudança oficializada a 22 de novembro desse ano). Ainda assim, os trabalhos de ampliação continuaram. Em 1895, os trilhos que seguiam por Minas Gerais chegaram a General Carneiro e se bifurcaram em direção a Belo Horizonte e Sete Lagoas. No ano seguinte a estação de Engenheiro Corrêa foi inaugurada. A princípio fora chamada de Estação Sardinha pelo fato de o Ribeirão Sardinha banhar a região. Pouco tempo depois da inauguração o engenheiro Manoel Francisco Corrêa Júnior responsável pela ferrovia faleceu em um desastre próximo à estação, esta então foi renomeada em sua homenagem. Esta estação foi a única entre Miguel Burnier e Itabirito, na Linha do Centro e servia principalmente aos distritos próximos, de Amarante (atual Amarantina), Casa Branca (atual Glaura) e Bação (atual São Gonçalo do Bação). A maioria dos trabalhadores da ferrovia era da região de Engenheiro Corrêa, mas havia outros de Itabirito, Lafaiete, Juiz de Fora e Barbacena. O trem fazia o itinerário de Engenheiro Corrêa para Itabirito e daí para Juiz de Fora e de Belo Horizonte para Ponte Nova. Neste último trajeto era feito transporte de passageiros, porém para Juiz de Fora era feito transporte de minério e outras cargas como, por exemplo, leite e queijos produzidos na região. Havia ainda na estação um pequeno jardim, uma fonte e bancos que faziam com que esta fosse ponto de encontro de amigos e namorados. No decorrer do século XX, a Estrada de Ferro Central do Brasil continuou sendo ampliada, especialmente com a incorporação de ramais já existentes. Contudo, algumas das estradas de ferro encampadas eram deficitárias, prejudicando muitas vezes os lucros alcançados nas linhas principais. A Estação Ferroviária de Engenheiro Corrêa foi desativada em 1997. Atualmente encontra-se num estado lamentável de abandono e depredação. -------------- ESTAÇÃO DAS ARTES Programa Registro da EstaçãoRegistrar por meio de um documentário a memória e a história da ferrovia em Engenheiro Corrêa e locais próximas, cujas trajetórias foram marcadas por essa forma de transporte, com gravações de entrevistas feitas com ferroviários aposentados e moradores antigos, além de historiadores. Programa Memorial do Terminal Ferroviário de Engenheiro CorrêaExposição permanente da história da Rede e seus funcionários, através do acervo documental, fotográfico e de objetos profissionais. Programa Estação de MemóriaReceber semanalmente professores e alunos para uma visita no Terminal Ferroviário, para que os estudantes possam conhecer história da ferrovia em Minas Gerais através da explanação feita pela equipe, bem como pelas gravações do Programa Registro da Estação e pelos conteúdos dos textos da exposição do Programa Memorial do Terminal Ferroviário de Engenheiro Corrêa. Programa Domingo na Estação (Segundo domingo de cada mês)Feira de artesanato, gastronomia, apresentação banda civil, grupos de música instrumental, teatro e circense. O Terminal Ferroviário como espaço vivo para utilização da comunidade por meio de promoção de festas populares: Janeiro (férias escolares - Festival de Verão), Fevereiro (Carnaval), Março (Dia Mundial da Água), Abril (Tiradentes), Maio (Dia das mães), Junho (Festa de Santo Antônio), Julho (férias escolares - Festival de Inverno), Agosto (dia dos pais), Setembro (Festa gastronômica), Outubro (Dia das Crianças), Novembro (Dia Nacional da Consciência Negra), Dezembro (festa de elevação à distrito). PROGRAMAÇÃO 08 às 17h - Feira de produtos locais, gastronomia, cerveja artesanal e área infantil09 às 10h - Teatro infantil10 às 11h - Banda civil11 às 13h - Banda de música instrumental14 às 15h - Teatro infantil15 às 17h - Banda de música instrumental

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Executar a restauração da edificação histórica do Terminal Ferroviário de Engenheiro Corrêa, em Ouro Preto. O projeto de restauro respeita os sistemas construtivos tradicionais remanescentes e respeita suas características arquitetônicas, buscando reparar os problemas relacionados à sua devassidão física e estrutural tendo como base os princípios vigentes de restauro. No projeto arquitetônico está prevista toda a restauração do prédio, sendo que haverá também uma parte de reconstrução, pois muitas paredes estão danificadas e não há mais a estrutura do telhado. O projeto paisagístico abarca todo o entorno da Estação, com plantio de grama, arbustos, irrigação automática, a recuperação da fonte original, a recuperação da caixa d´água, que também faz parte do conjunto. Há ainda os projetos de iluminação; de drenagem para o terreno; está previsto o cercamento da área com balizadores e correntes, para evitar o acesso de veículos e animais; um projeto de segurança eletrônica com câmeras e alarmes; e um projeto de prevenção e combate a incêndio. Pretende-se ter muitos resultados positivos de curto, médio e longo prazo para o entorno do Terminal Ferroviário, dentre eles, o aumento de circulação de pessoas e turistas na qual poderão existir e/ou aumentar a procura por restaurantes e residências em geral. Pode-se utilizar esses espaços para lazer, cultura, esporte, turismo, e até mesmo terapia. Além disso, ações culturais, ações socioeducativas, ações socioambientais e ações socioeconômicas serão bem-vindas para agregarem valores a um dos bens culturais mais apreciados da comunidade. Dessa forma, esse projeto atende o inciso IV do artigo 03 do Decreto nº 11.453, de 2023, ao "promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial" e inciso V ao "incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais". OBJETIVOS ESPECÍFICOS: a. Produto Bem Imóvel - Restauração / Preservação - Restauração de Patrimônio Material: Restaurar todo o complexo do Terminal Ferroviário de Engenheiro Corrêa. Desenvolver, efetivamente, a potencialidade de aproveitamento do prédio e do acervo, proporcionando aos visitantes e pesquisadores informações mais precisas da edificação e de sua originalidade. b. Produto Festival/Mostra: O Terminal Ferroviário como espaço vivo para utilização da comunidade por meio de promoção de festas populares. O Programa Domingo na Estação vai levar até o terminal ferroviário, no segundo domingo de cada mês, feira de artesanato, gastronomia, apresentação banda civil teatro e música instrumental. c. Produto Espetáculo de Artes Cênicas: Apresentação circense e teatral durante o Programa Domingo na Estação. d. Produto Apresentação Musical: Apresentação de música instrumental e banda civil (Associação Musical). A Região dos Inconfidentes é rica e mantenedora de diversas bandas civis, como a Banda Euterpe Cachoeirense (165 anos), Sociedade Musical Senhor Bom Jesus das Flores (90 anos), Sociedade Musical União Social (158 anos), Sociedade Musical Santa Cecília (122 anos), Sociedade Musical Senhor Bom Jesus de Matosinhos (90 anos), entre outras. e. Produto Contrapartidas Sociais: Como contrapartida social, será realizado o Programa Estação de Memória. Receber semanalmente professores e alunos para uma visita no Terminal Ferroviário, para que os estudantes possam conhecer história da ferrovia em Minas Gerais através da explanação feita pela equipe, bem como pelas gravações de entrevistas feitas com ferroviários e moradores. Espera-se no mínimo 500 estudantes e professores de instituições públicas de ensino.

Justificativa

A solicitação de apoio ao projeto "Restauração do Terminal Ferroviário de Engenheiro Corrêa" junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, se faz necessário devido ao custo elevado para realizar a restauração com recursos da iniciativa privada, sendo imprescindível sua existência para preservar os bens materiais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. A história do Terminal Ferroviário de Engenheiro Corrêa é parte integrante da memória coletiva do município e, consequentemente, da história de Minas Gerais e do Brasil por se constituir como parte do patrimônio ferroviário nacional. Esse projeto justifica a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais por atender o inciso do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. No Artigo 3º da mesma lei, cumpre os seguintes objetivos: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural. --- "A arquitetura é o único meio que dispomos para conservar vivo um laço com o passado ao qual devemos nossa identidade, e que é parte do nosso ser" (CHOAY, 2001, p.139). A estação de Engenheiro Corrêa foi inaugurada em 1896. O nome homenageia o eng. Manoel Francisco Corrêa Jr., engenheiro residente da ferrovia morto em um desastre no km 514, na época cinco quilômetros à frente da estação. Em 1928, servia aos distritos de Amarante, Casa Branca e Bação. Enquanto bem cultural, o prédio do Terminal guarda a responsabilidade de manter viva a memória social em sua dimensão material e simbólica; com o intuito de promover a preservação do patrimônio mais valioso que existe que é aquele que compõe os sentimentos humanos; bem como de preservar a memória coletiva do município em que o bem cultural se insere e, é percebido em uma pluralidade de espaços e relações afetivas e socio-culturais provenientes dos sujeitos históricos que imprimiram ao lugar e à edificação sinais de sua vivência. Nota-se, portanto, que tal edificação é um espaço privilegiado onde se encontram as lembranças e os sonhos do tempo vivido e do que ainda há por viver. A simples alvenaria torna-se, portanto, um elemento histórico que confere legitimidade à memória coletiva do distrito de Engenheiro Corrêa, pois guarda em seus espaços as lembranças de tempos que não voltam mais, mas que poderão se perpetuar através da preservação de exemplares significativos para a história do local em que foi implantada sendo capaz de integrar passado, presente e futuro mutuamente. Referência bibliográfica: CHOAY, Françoise. A Alegoria do Patrimônio. São Paulo: UNESP, 2001.

Estratégia de execução

A Prefeitura de Ouro Preto, responsável pelo imóvel, representada pelo Prefeito Angelo Oswaldo, está ciente e apoia o projeto, conforme carta de anuência anexada. Este projeto foi avaliado e aprovado pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural e Natural de Ouro Preto (COMPATRI), na 3ª Reunião Extraordinária de 2023, conforme o protocolo nº 4466/2023 que está anexado.

Especificação técnica

O projeto de restauração do Terminal Ferroviário de Engenheiro Corrêa busca delinear as ações conservativas sobre a edificação inventariada, com intuito de salvaguardar a sua integridade física, evidenciando seu significado cultural e estético, em consonância com seu novo uso, e propondo as adequações necessárias que garantam segurança e atendam às necessidades e legislações atuais. Como abordado pelo artigo 5º da Carta de Veneza de 1964, “A conservação dos monumentos é sempre favorecida por sua destinação a uma função útil à sociedade” e, portanto, adequar o terminal ao seu novo uso, além de melhorar as condições físicas de acessibilidade e segurança da edificação, justificam ainda mais o projeto de intervenção e restauro. Também pela mesma Carta de Veneza o conceito de restauração tem por objetivo conservar e revelar os valores estéticos e históricos do monumento e fundamenta-se no respeito ao material original e aos documentos autênticos. Quanto à conceituação teórica do projeto, importa destacar que as técnicas de restauração a serem utilizadas resultam de investigações sobre os materiais, técnicas e tecnologias utilizadas na construção e em registros de reformas ou restaurações pelas quais o bem cultural tenha passado. A intervenção proposta é guiada pela manutenção dos valores históricos, artísticos e estéticos da edificação; e pela garantia de compatibilidade dos novos elementos com os materiais e estruturas existentes. Espera-se que o processo de restauração estimule o conhecimento, a manutenção e a utilização de técnicas e materiais tradicionais locais, sendo eles importantes componentes do patrimônio cultural. Sendo assim, com base no restauro crítico de Cesare Brandi a restauração dessa edificação procura o restabelecimento da sua unidade potencial, sem cometer falsos históricos e artísticos. Dado o estado de degradação no qual se encontra o Terminal Ferroviário de Engenheiro Corrêa, em função do abandono, o projeto deverá abordar a reconstrução do bem. A reconstrução, como método, tem diretrizes e aspectos específicos que a distinguem do restauro. O Manual de Elaboração de Projetos de Preservação do Patrimônio Cultural, desenvolvido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), afirma que a reconstrução se configura como o: conjunto de ações destinadas a restaurar uma edificação ou parte dela, que se encontre destruída ou em risco de destruição, mas ainda não em ruínas. A reconstrução é aceitável em poucos casos especiais e deve ser baseada em evidências históricas ou documentação indiscutíveis. São exemplos: as edificações destruídas por incêndios, enchentes, guerra, ou, ainda, na iminência de serem destruídas, como no caso de construção de barragens (BRASIL, 2005) A reconstrução se justifica pela existência de documentos e registros documentais e fotográficos, bem como a abundância de elementos físicos remanescentes, que constituem evidências históricas de sua forma e matéria originais. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: BRANDI, Cesare. Teoria da restauração. São Paulo: Ateliê Editorial, 2004.BRASIL. Ministério da Cultura. Instituto do Programa Monumenta/ Manual de elaboração de projetos de preservação do patrimônio cultural / Elaboração José Hailon Gomide, Patrícia Reis da Silva, Sylvia Maria Nelo Braga. _ Brasília: Ministério da Cultura, Instituto do Programa Monumenta, 2005.CURY, Isabelle. Cartas patrimoniais. Rio de Janeiro: Edições do Patrimônio, 2000.

Acessibilidade

a. Produto Bem Imóvel - Restauração / Preservação - Restauração de Patrimônio Material: O projeto de restauração do conjunto arquitetônico possui previsão de construção de rampas de acesso, sinalização especial e banheiros especiais conforme a Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, o Decreto nº 5.296, de 2 de dezembro de 2004 e a Instrução Normativa nº 1, de 25 de novembro de 2003, do IPHAN. Todo o projeto foi pensado para realizar a inclusão social, estando de acordo com a Declaração Universal de Direitos Humanos e também com a Constituição Federal de 1988, que apresentam direitos que devem se estender a todas as pessoas, sem exceção. Inclusive, pessoas que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, de forma a inserir esse público no convívio social com outras pessoas. ACESSIBILIDADE FÍSICA: BARRA DE APOIO PARA VASO SANITÁRIO - Barra de apoio para acessibilidadeItem da planilha orçamentária: Barra de apoio metálica cromada ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: SINALIZAÇÃO - Fornecimento e instalação de placa de alumínio fundido com denominação de cômodos para sinalização da Instalação Sanitárias e da Copa/Cozinha com informação em braile.Item da planilha orçamentária: Sinalização ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Monitor para visitas guiadas e para suporte para quem tem mobilidade reduzida e que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, inclusive como interprete de libras.Item da planilha orçamentária: Monitores ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Monitor para visitas guiadas e para suporte para quem tem mobilidade reduzida e que apresentam espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações aos conteúdos, inclusive como interprete de libras.Item da planilha orçamentária: Monitores b. Produto Festival/Mostra - Programa Domingo na Estação ACESSIBILIDADE FÍSICA: Como descrito acima, todo o espaço restaurado foi pensando com as medidas de acessibilidade física. Locação de cadeiras para o público, principalmente crianças, grávidas, idosos e mobilidade reduzida.Item da planilha orçamentária: Locação de Cadeiras e Mesas ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Profissionais Intérpretes e tradutores em Libras capacitados para inclusão de ouvintes nos contextos da Cultura Surda e acesso dos Surdos em produções culturais em linguagem fonética.Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras ACESSIBILIDADE VISUAL: Conteúdo do programa em braille.Item da planilha orçamentária: Impressão em braille. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Monitoria especializada inclusiva.Item da planilha orçamentária: Monitores c. Produto Espetáculo de Artes Cênicas - Programa Domingo na Estação ACESSIBILIDADE FÍSICA: Idem acima. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Idem acima. ACESSIBILIDADE VISUAL: Idem acima. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Idem acima. d. Produto Apresentação Musical - Programa Domingo na Estação ACESSIBILIDADE FÍSICA: Idem acima. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Idem acima. ACESSIBILIDADE VISUAL: Idem acima. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Idem acima. e. Produto Contrapartidas Sociais - Programa Estação de Memória: Como contrapartida, será realizado o programa Estação da Memória: Receber semanalmente professores e alunos para uma visita no Terminal Ferroviário, para que os estudantes possam conhecer história da ferrovia em Minas Gerais através da explanação feita pela equipe, bem como pelas gravações de entrevistas feitas com ferroviários e moradores. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Idem acima. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Idem acima. ACESSIBILIDADE VISUAL: Conteúdo do programa em braille.Item da planilha orçamentária: Impressão em braille. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: Idem acima.

Democratização do acesso

Todo o projeto é gratuito, atendendo o artigo 27 da IN 01/2023, visando descentralizar a cultura das grandes capitais para uma cidade do interior mineiro, gerando conhecimento e renda, além de realizar a diversificação econômica do município. Este projeto oferece acesso à Estação Ferroviária de Engenheiro Corrêa e ao seu entorno gratuitamente, visando assegurar a ampliação do acesso aos bens e serviços culturais produzidos por este projeto. O projeto atende os seguintes incisos do Art. 28 da IN nº 01/2023 do Ministério da Cultura: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. O espaço se localiza na área central do Distrito de Engenheiro Corrêa, sendo fácil o acesso a pé. Espaço natural de democratização que conjuga natureza, meio ambiente, cultura e patrimônio, representando um local de encontro ao ar livre onde as mais diversas manifestações culturais podem ocorrem, beneficiando a comunidade, aumentando a socialização e o contato de crianças e adolescentes com a história e a arte. Em suma, projetar espaços urbanos que darão ao distrito de Engenheiro Corrêa um visual de inovação e sustentabilidade, turismo e história misturando charme, simplicidade e singularidade que realçará e valorizará todo o distrito.

Ficha técnica

GILSON FERNANDES ANTUNES MARTINS - Proponente e coordenador geralMestre em Comunicação pela Universidade Federal de Ouro Preto (2021). Bacharel em Gestão de Comunicação Integrada, com habilitação em Jornalismo, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2013) e Bacharel em Comunicação Social, com habilitação em Relações Públicas, pela mesma Instituição (2018). Fundador e gestor cultural da Holofote Cultural desde 2012. É consultor, palestrante e pesquisador na área da indústria criativa. Atuou como Secretário de Turismo, Indústria e Comércio na Prefeitura Municipal de Ouro Preto, em 2015 e 2016, e Superintendente de Atos, Memória e Chancelaria, sendo responsável pelo setor de comunicação, entre 2018 e 2020. Produziu mais 300 shows e espetáculos, dentre eles, Festival de Popularização do Teatro de Ouro Preto (2022) com patrocínio da J. Mendes, Natal Luz de Ouro Preto (2022), Festival "Ouro Preto Viva" (2020), "Concertos na Casa da Ópera" (2019), com patrocínio da Oi, "Festival Todos os Sons" – Edição Itabirito (2019), com patrocínio da Oi, Turnê "Era Uma Vez Um Carnaval" do grupo Candonguêro (2018), com patrocínio da Claro, "Turnê Boleros – Uma História de Amor" (2017) com patrocínio da Cemig, "26ª Julifest" (2017), "Festival Marte" (2017), com patrocínio da Claro, "Festival da Canção Som Plural" (2017), com patrocínio da Oi, "Carnaval Cultura de Ouro Preto" (2016 e 2017) e "Aniversário de 304 anos de Ouro Preto" (2015).O proponente será responsável pela gestão de todo o processo decisório do projeto. Receberá pela rubrica de Coordenação Geral.BRUNO MARCOS FERREIRA (CAU A248841-8) Arquitetura no acompanhamento, registro e fiscalização da obraGraduado em Arquitetura e Urbanismo, pela Universidade Federal de Ouro Preto, no ano de 2020. Mestrando em Engenharia das Construções, pela Universidade Federal de Ouro Preto, e pós-graduando em Gestão e Conservação do Patrimônio Cultural, pelo Instituto Federal de Minas Gerais. Prestou serviços de Arquitetura e Urbanismo nas cidades de Alvinópolis, Ouro Preto, Belo Horizonte e outras cidades mineiras, a partir de 2020, como profissional autônomo e também em parceria com outros arquitetos, realizando Projetos Arquitetônicos, de Regularização, de Interiores, Restauração e Consultorias. Entre 2022 e 2023 atuou como docente na Meta Escola Técnica, em Belo Horizonte, onde lecionou disciplinas para o curso técnico de Edificações. A partir de 2023, atuou como Arquiteto de Obra na Construtora AGD, em Ouro Preto, sendo responsável pela execução, acompanhamento e medição de obras de variados seguimentos como Paisagismo, Restauração e Projetos Complementares. Alguns projetos e obras executadas: atualização do Projeto Executivo de Restauração da Igreja Matriz de São Bartolomeu - Distrito de São Bartolomeu, Ouro Preto (2021); execução da obra de paisagismo e reconfiguração das vias no entorno imediato da Igreja Sagrado Coração de Jesus - Distrito de Miguel Burnier, Ouro Preto (2023); execução da obra de restauração da Estação Ferroviária de Chrockatt de Sá (1ª etapa) - Distrito de Miguel Burnier, Ouro Preto (2023).PÂMELA PERDIGÃO - Acompanhamento de Gestão Orçamentária e Administrativa (Arco Cultural Ltda)Contadora pela PUC Minas e MBA em Controladoria e Auditoria pelo Centro Universitário Una. Possui certificação em Programa de Desenvolvimento de Dirigentes (PDD) e Parceria com Organizações Sociais (POS) pela Fundação Dom Cabral. Experiência de mais de 19 anos na gestão financeira de projetos e organizações, de Segundo e Terceiro Setor, incluindo OSCIPs e OSs, com foco em execução financeira e prestação de contas de Projetos Culturais, Contratos de Gestão, Termos de Parcerias e Convênios. Desde 2011, é sócia-proprietária da Arco Cultural Ltda, empresa de assessoria financeira e prestação de contas para projetos culturais. Anteriormente, foi sócia da Em Conta Assessoria Cultural Ltda e também atuou como Assistente Financeiro no Museu de Artes e Ofícios, onde se especializou na administração financeira e prestação de contas de projetos culturais.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-10-31
Locais de realização (1)
Ouro Preto Minas Gerais