| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 30822936000169 | BB GESTAO DE RECURSOS - DISTRIBUIDORA DE TITULOS E VALORES MOBILIARIOS S.A. | 1900-01-01 | R$ 1,18 mi |
Projeto consiste na realização do festival/ Mostra QUILOMBO GROOVE-Preces, Louvores e Batuques do Quilombo do Curiaú, nas unidades dos Centros Culturais Banco do Brasil em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, contemplando atividades formativas e artísticas.
O "QUILOMBO GROOVE - Preces, Louvores e Batuques do Quilombo do Curiaú" é um projeto que celebra e difunde a rica cultura quilombola através da música e outras expressões artísticas, centrado no Batuque e no Marabaixo, formas musicais tradicionais do povo negro no Amapá. Durante sete dias, o Centro Cultural Banco do Brasil em quatro estados brasileiros será palco de uma mostra que inclui oficinas de percussão, confecção de instrumentos, contação de histórias, cortejos artísticos, shows musicais, e rodas de conversa. O projeto visa enriquecer socioculturalmente a população brasileira, destacando a importância das culturas populares e tradicionais no desenvolvimento social das comunidades. O Grupo Raízes do Bolão, representante do Quilombo do Curiaú, lidera o projeto, acompanhado por artistas como Brenda Melo, Paulo Bastos, e a Banda Afro Brasil. O projeto também aborda a resistência e fé do povo quilombola diante de históricas adversidades, incluindo uma exposição fotográfica de Paulo Rocha, que captura a essência do Batuque e do Marabaixo em festas religiosas e profanas ao longo de sete anos. Esta iniciativa não só celebra a identidade e resiliência quilombola, mas também serve como um meio de conscientização e apreciação da diversidade cultural brasileira.
OBJETIVO GERAL Difundir e fortalecer as culturas populares, tradicionais e identitárias do Estado do Amapá, ao enfatizar sua importância no desenvolvimento social do estado, elevando a autoestima de artistas oriundos do Quilombo do Curiaú, ao propiciar sua autoafirmação enquanto negro/ negra, através da socialização de conhecimentos ancestrais, com pesquisadores da diversidade afro-brasileira estabelecendo uma ampla rede de contato. OBJETIVOS ESPECÍFICOS CURSO / OFICINA / ESTÁGIO # Realização de 08 (oito) oficinas práticas, com 02 horas de duração cada, 01 de Percussão e 01 de Confecção de Instrumentos com Materiais Recicláveis, distribuídas nas unidades do CCBB das cidades de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS # Realização de 12 sessões de contações de histórias, com duração de 40 minutos cada, distribuídas nas unidades do CCBB das cidades de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG. EXPOSIÇÃO DE ARTES # Realização de 04 (quatro) exposições fotográficas do artista Paulo Rocha, composta por 20 fotografias medindo 29,7 x 42, com curadoria de Claudio Silva, distribuídas nas unidades do CCBB das cidades de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG. A exposição terá visitação gratuita e está aberta por 07 dias. SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA # Realização de 04 (quatro) vivências/ rodas de conversas, com 02 horas de duração cada, sobre Percursos Sonoro-Coreográficos acerca do Marabaixo, distribuídas nas unidades do CCBB das cidades de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG. # Realização de 04 (quatro) oficinas práticas, com 02 horas de duração cada, sobre Percursos Sonoro-Coreográficos acerca do Batuque, distribuídas nas unidades do CCBB das cidades de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG. # Realização de 04 (quatro) vivências/ rodas de conversas, com 02 horas de duração cada, sobre Interferências Étnico-Raciais na Música Amapaense, distribuídas nas unidades do CCBB das cidades de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG. Obs: O Item orçamentário PALESTRANTE, refere-se à contratação de 02 facilitadores, 01 para a oficina Percursos Sonoro-Coreográficos acerca do Marabaixo, 01 para a oficina Percursos Sonoro-Coreográficos acerca do Batuque e 03 mediadores para a roda de conversa Interferências Étnico-Raciais na Música Amapaense. APRESENTAÇÃO MUSICAL # Realização de 04 (quatro) shows musicais com o Grupo Raízes do Bolão, Brenda Melo, Paulo Bastos e Banda AfroBrasil, distribuídos nas unidades do CCBB das cidades de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG; # Realização de 04 (quatro) shows musicais com os artistas convidados: Sabrina Zahara, Capitão Pupunha, MC Deeh e Pretogonista, distribuídos nas unidades do CCBB das cidades de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG; # Realização de 04 (quatro) shows de 01 (um) grupo quilombola, distribuídos nas unidades do CCBB das cidades de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG; Obs: O Item orçamentário BANDA/GRUPO LOCAL, refere-se à cachês artísticos de 04 grupos quilombolas, a serem contratados nas cidades sede do CCBB. O Item orçamentário GRUPO MUSICAL / BANDA, refere-se ao cachê artísticos das 04 atrações principais do projeto. E o Item orçamentário GRUPOS FOLCLÓRICOS, refere-se ao cachê artísticos dos shows de abertura, dos artistas convidados. FESTIVAL/MOSTRA # Contratação de profissionais e estrutura necessárias à realizarção do Festival/Mostra QUILOMBO GROOVE em 04 (quatro) unidades do CCBB, nas cidades de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG. OBS: Neste produto estão cadastrados apenas profissionais e estrutura, despesas de operacionalização do projeto, como locação de e equipamento de som e luz, audiodescrição, passagens aéreas, hospedagem, alimentação e outras.
O projeto "QUILOMBO GROOVE_Preces, Louvores e Batuques do Quilombo do Curiaú" nasce de uma necessidade premente de preservar e difundir a riqueza cultural de uma comunidade que representa não apenas um capítulo da história brasileira, mas a própria essência de sua identidade cultural. O Curiaú, sendo o primeiro quilombo reconhecido no Amapá e o segundo no Brasil, titulado em 1999, tornou-se um símbolo da resistência e preservação da cultura afro-brasileira. As famílias remanescentes do quilombo, localizado a apenas oito quilômetros de Macapá, lutam diariamente para manter vivas as tradições de seus antepassados. Através da oralidade dos mestres griots, de festas religiosas e profanas, e do marabaixo, ritmo emblemático de resistência e expressão cultural, esses quilombolas mantêm a chama da sua história acesa. Este projeto vem justificar-se também na luz das estatísticas contemporâneas e das legislações que reforçam a importância do reconhecimento e valorização da cultura negra no Brasil. A discrepância entre o número de pessoas que se identificam como pretas (8,2%) e a porcentagem da população negra do país (54%) reflete uma contradição que precisa ser endereçada, e é aqui que a educação e a cultura desempenham papéis vitais. Leis como a No 10.639/2003, a No 12.990/2014 e a No 13.018/2014 são testemunhos da tentativa de correção desse desequilíbrio, e nosso projeto visa ser uma contribuição prática e efetiva a esses esforços. Trata-se de um processo de afirmaça~o, de um povo que ate´ bem pouco se envergonhava de suas origens, por desconhecer seu valor simbo´lico, cidada~o e econômico no desenvolvimento da sociedade brasileira. Neste projeto, a cultura negra permanece em festa, e para tanto, contaremos com o que temos de melhor, nossa musicalidade, nossa fe´, nosso respeito aos saberes e fazeres ancestrais. Nossa proposta é apresentar o negro não como um sujeito que apenas reivindica direitos _ ainda que justos e constitucionais como as cotas _ mas como o protagonista ativo da sua narrativa e história. A intenção é celebrar a negritude que tanto contribuiu para a formação cultural do Brasil, mostrando sua beleza e diversidade, muitas vezes ofuscada pela cultura de massa. O "QUILOMBO GROOVE" se apresenta como uma plataforma de afirmação cultural e social, dando voz aos quilombolas e a artistas influenciados por eles, e possibilitando a troca de conhecimentos ancestrais e contemporâneos. Durante sete dias, em cidades-chave do circuito cultural do CCBB, serão compartilhadas vivências imersivas através de oficinas, shows, exposições e muito mais, tudo liderado pelo Grupo Raízes do Bolão, com convidados especiais e artistas locais que enriquecerão ainda mais o projeto. Sera~o 07 (sete) dias de uma vivência intensa em cada cidade, onde legi´timos quilombolas e artistas por eles influenciados, disponibilizara~o conhecimentos ancestrais e outros descobertos ao longo de suas pesquisas sobre as culturais populares, tradicionais e identita´rias. Portanto, o projeto não é apenas uma celebração; é um movimento de reconhecimento, um processo de aprendizagem e, acima de tudo, um ato de justiça histórica. Com a colaboração do cenógrafo e artista visual Paulo Rocha e sua exposição fotográfica, "QUILOMBO GROOVE" promete ser um marco na promoção da cultura quilombola, servindo como uma ponte para a compreensão e apreciação do patrimônio cultural afro-brasileiro, essencial para o desenvolvimento pleno e rico da sociedade brasileira. Seu financiamento via Lei de Incentivo à Cultura não é somente uma necessidade prática, mas também uma afirmação do seu alinhamento com os ideais de promoção e valorização da cultura brasileira, conforme estabelecido nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91. Por que a Lei de Incentivo à Cultura? O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é crucial para garantir que obras como "" possam ser realizadas e acessadas por um público amplo. Este projeto se alinha diretamente com os objetivos do Art. 1º da Lei 8313/91, pois: Enquadramento na Lei 8313/91 (Lei Rouanet): Art. 1º - O projeto se alinha com o objetivo do Pronac, sobretudo nos seguintes incisos: I: Facilita o livre acesso às fontes da cultura e o exercício dos direitos culturais ao difundir a cultura quilombola e afro-brasileira, até então marginalizada e pouco representada nos espaços culturais. II: Promove a regionalização da produção cultural e artística, ao valorizar e divulgar a música e as tradições do Quilombo do Curiaú, um elemento cultural fundamental do Amapá. III: Valoriza o conjunto das manifestações culturais e seus criadores, ao dar palco aos artistas quilombolas e ao Grupo Raízes do Bolão. IV: Protege as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, ressaltando a importância histórica e cultural do povo negro e sua contribuição à diversidade cultural nacional. V e VI: Contribui para a salvaguarda e sobrevivência do modo de viver quilombola e do patrimônio cultural e histórico brasileiro, ao preservar as práticas culturais do Marabaixo e do Batuque. VIII e IX: Estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal e prioriza o produto cultural originário do país, destacando as expressões artísticas afro-brasileiras como patrimônio cultural. Art. 3º - Objetivos alcançados pelo projeto: II, c: Fomenta a produção cultural e artística, através da realização de oficinas, contações de histórias, cortejos artísticos e shows musicais. III, d: Preserva e difunde o patrimônio artístico, cultural e histórico, por meio da proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais, em particular as do Quilombo do Curiaú. IV, a: Estimula o conhecimento dos bens e valores culturais, ao oferecer distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos durante o evento. Por que a Lei de Incentivo à Cultura é necessária para este projeto? A Lei de Incentivo à Cultura é essencial para a realização do projeto QUILOMBO GROOVE - Preces Louvores e Batuques do Quilombo do Curiaú". por diversas razões: • Apoio Financeiro: O financiamento por meio da Lei Rouanet permite a realização de um projeto cultural que talvez não obtivesse recursos por vias comerciais tradicionais, dada a sua natureza específica e educativa. • Visibilidade: O amparo da Lei Rouanet confere ao projeto uma visibilidade institucional que facilita o alcance de um público mais amplo e a obtenção de apoio de outras entidades e patrocinadores. • Sustentabilidade Cultural: Os incentivos fiscais disponibilizados pela lei garantem que o projeto possa ser sustentável e tenha continuidade, assegurando a preservação e difusão da cultura afro-brasileira e quilombola. • Educação e Representatividade: Em consonância com a legislação que promove a história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas e a reserva de vagas para negros em concursos públicos, o projeto promove a educação cultural e a representatividade negra, permitindo que as pessoas negras sejam protagonistas da própria história. Dessa forma, o projeto não só preserva e difunde a rica cultura afro-brasileira como também contribui para a valorização e o empoderamento da comunidade negra, aspectos fundamentais no desenvolvimento sociocultural do Brasil.
TIPOLOGIA DE SHOWS, segue resposta em diligencia. PRODUTO SHOW MUSICAL - MUSICAL REGIONAL A música base de todos os shows propostos no projeto QUILOMBO GROOVE – Preces, Louvores e Batuques do Quilombo do Curiaú, advém do Batuque e do Marabaixo, culturas populares, tradicionais e identitárias do Estado do Amapá. No entanto, Batuque e Marabaixo são são ritmos/ músicas regionais do Estado do Amapá, mas que não se enquadram nas pré-definições contidas no SALIC. Para fins de entendimento, aqui esclarecemos assemelhar-se ao carimbó (com quem é costumeiramente confundido), ao ijejá (pela herança africana), à ciranda (pela dança em círculos, no sentido anti-horário), ao lundu (pelo cortejo as mulheres), ao maracatu (pela similaridade entre a caixa de marabaixo e a alfaia) e outros ritmos regionais.O Batuque ao ser tocado é dançado ao som de dois tambores chamados “macacos” e de pandeiros. Os batuqueiros tocam os tambores sentado sobre estes que ficam superpostos num tarugo de acajú. Os cantores e tocadores ficam junto no centro do salão, enquanto os dançadores fazem rápidas evoluções sobre si e ao redor dos batuqueiros, sempre no sentido inverso aos dos ponteiros do relógio. As mulheres com suas saias abaixo do joelho, rodadas e coloridas, tomam conta do salão quando fazem evoluções. Os gritos e a queda de corpo dos homens também dão ao espetáculo um movimento ímpar de dança típica do folclore do Amapá.O Marabaixo ao ser tocado, as mulheres que dançam vestem-se com anáguas, saias rodadas floridas, camisa branca, colares, lenço no ombro e flor atrás da orelha, numa versão estilizada das roupas das escravas. Os homens usam roupas brancas e tocam com duas baquetas grandes tambores chamados caixas ou caixa de Marabaixo e, em conjunto cantam versos improvisados chamados ladrões. Todos dançam em círculo, sentido anti-horário e ao redor de si mesmos, em compasso cadenciado que nos remetem aos negros acorrentados nos porões dos navios negreiros, mar abaixo. SOBRE A CURADORIA Toda programação ja foi selecionada previamente, conforme já pontuada no projeto. E está na programaçao e curriculos.Também colocamos em anexo. A curadoria buscou contemplar shows que levam o título do projeto, conforme destacado acima. A curadoria foi realizada por Claudio da Silva, conforme curriculo na ficha tecnica e a Exposicao incluiu Paulo Rocha, coforme curriculo.
Coordenador de Atividades Formativas Þ Nome: Abdreza Rodrigues Þ Atividade: Concepção e Monitoramento Mediador de Vivência Þ Nome: Adelson Preto Þ Atividade: 01 Vivência de 02h Local: CCBB de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG Mediador de Vivência Þ Nome: Ismael Biluca Þ Atividade: 01 Vivência de 02h Local: CCBB de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG Facilitador de Oficina Þ Nome: Nena Silva Þ Atividade: 01 Oficina de 04h Local: CCBB de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG Facilitador de Oficina Þ Nome: Pedro Bolão Þ Atividade: 01 Oficina de 04h Local: CCBB de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG Contador de Histórias Þ Nome: Esmeraldina dos Santos Þ Atividade: 03 Intervenções de 40m Local: CCBB de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG Mediador de Roda de Conversa Þ Nome: Hian Moreira Þ Atividade: 01 Mediação de 02h Local: CCBB de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG Mediador de Roda de Conversa Þ Nome: Alan Gomes Þ Atividade: 01 Roda de Conversa de 02h Local: CCBB de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG Mediador de Roda de Conversa Þ Nome: Fabinho Costa Þ Atividade: 01 Roda de Conversa de 02h Local: CCBB de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG Artísta Visual-Expositor Nome: Paulo Rocha Atividade: 07 de Exposição x 04 Cidades Local: CCBB de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG Show Raízes do Bolão (Principal) Atividade: Show Musical com Duração de 80Min Local: CCBB de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG Show Pretogonista (Abertura) Atividade: Show Musical com Duração de 40Min Local: CCBB de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG Show Brenda Melo (Principal) Atividade: Show Musical com Duração de 80Min Local: CCBB de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG Show MC Deeh (Abertura) Atividade: Show Musical com Duração de 40Min Local: CCBB de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG Show Paulinho Bastos (Principal) Atividade: Show Musical com Duração de 80Min Local: CCBB de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG Show Capitão Pupunha (Abertura) Atividade: Show Musical com Duração de 40Min Local: CCBB de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG Show Banda Afrobrasil (Principal) Atividade: Show Musical com Duração de 80Min Local: CCBB de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG Show Sabrina Zahara (Abertura) Atividade: Show Musical com Duração de 40Min Local: CCBB de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG Apresentação de Grupo Quilombola Local de cada cidade Atividade: Show Musical com Duração de 60Min Local: CCBB de Brasília/DF, São Paulo/SP, Rio de Janeiro/RJ e Belo Horizonte/MG
CURSO / OFICINA / ESTÁGIO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Pisos táteis, rampas de acesso, corrimão, banheiros adaptados, reserva de espaços para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Pisos táteis, rampas de acesso, corrimão, banheiros adaptados, reserva de espaços para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. EXPOSIÇÃO DE ARTES ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Pisos táteis, rampas de acesso, corrimão, banheiros adaptados, reserva de espaços para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. SEMINÁRIO / SIMPÓSIO / ENCONTRO / CONGRESSO / PALESTRA ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Pisos táteis, rampas de acesso, corrimão, banheiros adaptados, reserva de espaços para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Pisos táteis, rampas de acesso, corrimão, banheiros adaptados, reserva de espaços para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. FESTIVAL/MOSTRA ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Pisos táteis, rampas de acesso, corrimão, banheiros adaptados, reserva de espaços para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as sessões. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as sessões. Todas as atividades do QUILOMBO GROOVE-PRECES, LOUVORES E BATUQUES DO QUILOMBO DO CURIAÚ, serão executadas dependências dos Centros Culturais do Brasil – CCBBs das cidades de Rio de Janeiro – RJ, São Paulo – SP, Brasília – DF e Belo Horizonte – MG, onde a acessibilidade no aspecto arquitetônico será garantida através de pisos táteis, rampas de acesso, corrimão, banheiros adaptados, reserva de espaços para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Os shows, contações de histórias e atividades formativas contarão com tradução simultânea em Linguagem Brasileira de Sinais – LIBRAS e audiodescrição, com vistas à facilitar o processo de comunicação. Para atendimento de outras necessidades comunicacionais que se fizerem necessárias, a proponente compromete-se com a contratação dos profissionais necessários, em regime de contrapartida, garantindo o pleno cumprimento dos artigos 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018. Para garantir maior acesso à informação, os materiais de divulgação serão produzidos com caracteres ampliados, trazendo informações sobre as medidas de acessibilidade disponíveis, além de imagens com descrição em texto alternativo e/ou em legendas com uso de hashtags educativas #pratodosverem, #pratodesverem e #pracegover, considerando as pessoas com deficiências sensoriais, intelectuais, mentais e neurodiversidades. Dados de e-mail, telefone, whatsapp e aplicativos de mensagens nos perfis das redes sociais do projeto, serão devidamente destacadas, visando atendimento personalizado a solicitações especiais de acesso à informação. Ressaltamos que consta na planilha orçamentária do projeto recursos para locação de equipamentos de audiodescrição, necessários para garantir que as pessoas com deficiência visual possam aproveitar integralmente o espetáculo, através de descrições detalhadas dos elementos visuais presentes em cena. Consta ainda a contratação de profissional de Libras para atender pessoas com deficiência auditiva. Idosos terão acesso preferencial aos locais de realização das atividades propostas, em conformidade com o art. 23 da Lei 10.741/ 2003. E apartir da entrada de acesso dos Centros Culturais Banco do Brasi - CCBBs, disponibilizaremos nos dias de atividades: guias para pessoa cega ou de baixa visão. E para garantir a adequada implementação das medidas de acessibilidade, o projeto conta com um Coordenador de Acessibilidade durante a execução do projeto. Esse profissional é responsável por coordenar as ações de acessibilidade e assegurar que todas as medidas sejam efetivamente aplicadas. Todos os artistas e técnicos integrantes do projeto passarão por um treinamento/ capacitação para eliminação de barreiras atitudinais, destinado à equipe técnica do projeto, evitando falas, atitudes e gestos capacitistas, baseados na falta de conhecimento sobre a realidade social das pessoas com deficiência na atualidade e sobre suas reais necessidades. Por fim, reafirmamos que o projeto “QUILOMBO GROOVE Preces Louvores e Batuques do Quilombo do Curiaú” está totalmente alinhado com as medidas de acessibilidade previstas na Instrução Normativa MINC No 1, de 10 de abril de 2023, garantindo em todos os produtos cadastrados, medidas de acessibilidade culturais. E que os custos necessários para garantia de tais medidas constam descritas em itens orçamentários descritos no PRODUTO PRINCIPAL FESTIVAL/MOSTRA.
Em atenção ao Art. 28 da Instrução Normativa MinC nº 1, de 10 de Abril de 2023, o projeto apresenta como medidas de democratização do acesso o cumprimento dos incisos descritos abaixo: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos e; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infanto juvenil. Dada a gratuidade em todas as fases do projeto, a medida descrita no inciso I também se faz garantida, pois 100% (cem por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto serão destinados à distribuição gratuita com caráter social. Ressaltamos para além de shows musicais, constam no escopo do projeto a realização de contações de histórias voltadas ao público infanto-juvenil, bem como, a realização de diversas atividades formativas (rodas de conversas, vivências e oficinas), que serão executadas paralelamente ao produto principal, e também de acesso gratuito.
PROPONENTE DO PROJETO Associação Artística Cultural Ói Nóiz Akí | Presidente: Andreza de Souza Rodrigues Associação Artística Cultural Ói Nóiz Akí Com 23 anos de atuação no cenário cultural, muitos foram os projetos desenvolvidos, tendo por linguagem a cultura e as artes. Dentre os segmentos com maior atuação destacamos: o teatro, as artes circenses, a dança, a literatura, a música e o cinema. Nosso trabalho não está focado apenas no público que nos prestigia, pois agregar valor às marcas dos patrocinadores e parceiros que chancelam seus nomes em nossos projetos, os fideliza e nos oportuniza pensar a sustentabilidade de nossas ações. Responsabilidade na elaboração, gestão e agenciamento de nossos projetos artísticos e culturais são nossas marcas, o que nos permitiu aprovação em editais nacionais como: Prêmio Funarte de Arte na Rua, Prêmio Funarte Klauss Vianna de Estímulo à Dança, Prêmio Funarte Myriam Muniz de Estímulo ao Teatro, Prêmio Agente Jovem de Cultura –MinC, Prêmio Leitura para Todos – Projetos Sociais de Leitura DLLLB/ MinC; Edital de Ocupação do CEU DAS ARTES, CRIANÇA ESPERANÇA 2013/ UNESCO e REDE GLOBO, Prêmio de Culturas Populares - Edição Leandro Gomes de Barros/ MinC, Edital Funarte de Doação de Equipamentos de Iluminação Cênica 2017, Edital de Patrocínio do Banco da Amazônia – BASA 2018, Programa de Ocupação dos Espaços da Caixa Cultural 2019-2020, Natura Musical 2020 e 2022, Edital de Ocupação do Espaços do Centro Cultural Banco do brasil, dentre outros não menos importantes www.oinoizaki.com.br. Nº REGISTRO ANCINE - 50746 -Agente Econômico Brasileiro Independente | PONTO DE CULTURA certificado a partir dos critérios estabelecidos na Lei Cultura Viva (13.018/2014), em 06/04/2023. ANDREZA DE SOUZA RODRIGUES FUNÇÃO NO PROJETO: DIRETORA GERAL Licenciada em Artes Visuais pela Universidade federal do Amapá – UNIFAP. Nos anos de 2018 e 2019 foi professora voluntária do curso preparatório Pré-ENEM, da Escola Estadual Raimunda dos Passos Santos, para alunos do 3º Ano e EJA. Integrou a comissão julgadora do 8º Festival Curta o Curta, da Escola Estadual Raimunda dos Passos Santos no ano de 2018. Atuou como assistente de produção nos projetos 1º e 2º Encontro Amapaense de Contadores de Histórias e 6º e 7º Festival Curta Teatro. Técnica em elaboração de projetos culturais da Central de Produção Colaborativa – CPC e atual presidente da Cia.Ói Nóiz Akí, diretora geral e gestora geral e administrativa. CLAUDIO AUGUSTO LOBO DA SILVA FUNÇÃO NO PROJETO: PRODUTOR EXECUTIVO E CURADOR Licenciado em Artes Visuais pela Universidade Federal do Estado do Amapá - UNIFAP, especialista em Ensino de Teatro pela UniFCV e em Produção Cultural pelo Instituto Uni-Rio. Foi curador do Festival Curta Teatro, Festival Nacional de Teatro de Chapecó – 2018 e Semana Amapaense de Teatro, e professor-bolsista das disciplinas: Arte e Estética e Interpretação do Curso Técnico em Teatro- MEDIOTEC/ SEED-AMAPÁ. É perito em análise de projetos culturais da Lei Rouanet, credenciado pelo Ministério da Cultura – MinC. ADRIANA DE SOUZA RODRIGUES FUNÇÃO NO PROJETO: COORDENADORA GERAL Licenciada em Teatro pela Universidade Federal do Amapá – UNIFAP. Artista do núcleo fixo do Ói Nóiz Akí. Atuou como Professora-Bolsista de Dramaturgia, Jogos Teatrais e Consciência Corporal do Curso Técnico em Teatro MEDIOTEC/ SEED. Atuou nas montagens de A Revolta dos Brinquedos, O Auto do Boi Surubim, Gaudêncio Seguro-O que Morreu de Velho!, dentre outros. Coordenou o Projeto ÓI NÓIZ AKÍ – Descoberta e Formação de Novos Valores, executado em parceria com a UNESCO e REDE GLOBO, através do Programa CRIANÇA ESPERANÇA em 2013. SABRINA FERREIRA POLEZZE FUNÇÃO NO PROJETO: DIRETORA ARTISTICO Psicóloga em Formação. Integrou os grupos Ê̂ta Nós..., Marco Zero, Boca de Cena e Cores na Rotunda. Atuou nas montagens de: A Chegada de Marculino no Purgatório (indicada melhor atriz SATED/ AP), O Virgem Ninho Real, Alucinada Noite de Artaud e Cordel do Amor sem Fim. Está em cartaz com dois musicais infantis: Os Saltimbancos, de Chico Buarque (melhor atriz SATED/ AP) e Bonequinha de Pano, de Ziraldo. Através do Natura Musical lançou seu primeiro álbum, intitulado: Eu Não Ando Só!, que veio acompanhado de videoclipe. SANDRO ROGÉRIO BARBOSA DA CONCEIÇÃO FUNÇÃO NO PROJETO: DIRETOR DE PRODUÇÃO Prestou serviços à Secretaria de Estado da Cultura do Amapá–SECULT e Secretaria Extraordinária de Políticas para Afrodescendentes do Amapá– SEAFRO, na área de gestão e produção cultural. No campo da sonorização e iluminação cênica, tem assinado os projetos dos grupos Amigos da Toada, Cia. Ói Nóiz Akí e CAPTTA. É representante oficial do Boi Garantido no Estado do Amapá. ALAN MAX PANTOJA GOMES FUNÇÃO NO PROJETO: DIRETOR MUSICAL Especialista em ensino da Música. Professor do Centro de Ensino Profissionalizante de Música Walkíria Lima. Músico, cantor, arranjador, diretor musical e compositor. Como sideman já atuou ao lado de Patrícia Bastos, Zé Renato, Leci Brandão, Nilson Chaves, Almir Guineto, Nico Rezende, Dante Ozetti, Victor Ramil, Celso Viáfora, dentre outros. Foi integrante das bandas: Casa Nova, Zeta, Placa e Yes Banana. JAMESSON MÁRCIO PINHEIRO DE CARVALHO FUNÇÃO NO PROJETO: CENÓGRAFO Licenciado em Artes Visuais pela UNIFAP. Especialista em Metodologia do Ensino de Artes pela Faculdade APOENA. Professor-Bolsista do Curso Técnico em Artes Visuais – MEDIOTEC-PRONATEC. Professor efetivo do Centro de Ensino Profissionalizante de Artes Visuais Cândido Portinarí. Assinou a ilustração dos livros de literatura de cordel As Proezas de Baduri/ 2003 e A Ovelha Malhada/ 2010, ambos de Romualdo Palhano. Ficou em 3º Lugar no Concurso de Grafitagem realizado pela Polícia Militar do Estado do Amapá no ano de 2014. Participou da 1ª Mostra Pan Amazônica de Arte, realizada em Manaus – AM. PAULO ANDRÉ BENTES DA ROCHA FUNÇÃO NO PROJETO: ARTÍSTA EXPOSITOR Licenciado em Letras com Habilitação em Língua Francesa pela Universidade Estadual do Amapá – UEAP. No campo das artes e da cultura, é fotógrafo, produtor cultural e diretor de arte (cenografia, figurino e comunicação) com experiência em multilinguagens artísticas. Sua exposição fotográfica intitulada I’Ã Fotofragmentos de uma Amazônia Amapaense, ocupou o espaço cultural RUBEN BEMERGUY ASSOCIADOS no ano de 2016, nas cidades de Macapá – AP e São João Del Rey – MG. No ano de 2017 a exposição ATRAÇÕES PRINCIPAIS GRUPO RAÍZES DO BOLÃO BREVE CURRÍCULO: Formado em sua essência por agricultores quilombolas, o grupo Raízes do Bolão vive no Quilombo do Curiaú, área rural da Cidade de Macapá, onde mantém viva as tradições do Batuque e do Marabaixo, entoando “ladrões” e “bandaias” que falam de situações diversas do cotidiano e de temas religiosos. Tia Chiquinha, matriarca da família Bolão, foi e é sua principal referência, detentora de conhecimentos que ajudaram o grupo a recuperar histórias e cânticos do passado. Seu objetivo principal, é preservar seus legados históricos e a partir deles, iniciar um processo de auto sustentabilidade do grupo, aumento da autoestima de seus membros e o mais importante, abrir postos de trabalho para o artista negro e quilombola. O protagonismo do grupo o levou a percorrer 56 cidades das regiões norte, nordeste e centro-oeste, e por 49 cidades das regiões Sul e Sudeste, levando a sonoridade do Batuque e do Marabaixo aos mais longínquos torrões, através do Projeto Sonora Brasil, iniciativa do Serviço Social do Comércio – SESC/ DN. OS INTEGRANTES PEDRO ROSÁRIO DOS SANTOS (PEDRO BOLÃO) | Agricultor, mestre da cultura popular, é filho de Tia Chiquinha e responsável pelo Grupo Raízes do Bolão. Já levou os ritmos do Batuque e Marabaixo para diversas cidades brasileiras, onde pelo projeto Sonora Brasil do SESC, passou por 56 cidades das regiões norte, nordeste e centro-oeste. Viajou também em 2014 pelo mesmo projeto por 49 cidades do Sul e Sudeste. Além de ministrar oficinas de percussão e confecção de instrumentos em diversos estados brasileiros. ADELSON SOCORRO RAMOS DOS SANTOS (ADELSON PRETO) | Filho da Tia Chiquinha, participou das Bandas: Senzalas, Sambarte, Bandeira do Samba e Afro Brasil. Já tocou ao lado de Patrícia Bastos, Zé Miguel, Amadeu Cavalcante, Oneide Bastos, entre outros. Integrante do Grupo Folclórico “Raízes do Bolão”, onde viajou por 105 cidades brasileiras e alguns países da Europa. É coordenador geral do projeto cultural Banzeiro do Brilho de Fogo. BENEDITO LINO DA SILVA (NENA SILVA) | Agricultor, percussionista e neto da Tia Chiquinha. Participou da gravação do CD de artistas como: Banda Negro de Nós, Patrícia Bastos, Grupos Senzalas, Val Milhomem, Emília Monteiro, entre outros. O mesmo também é integrante do Grupo Folclórico “Raízes do Bolão”, onde viajou por 105 cidades brasileiras e alguns países da Europa. É coordenador geral do projeto cultural Banzeiro do Brilho de Fogo. ISMAEL DOS SANTOS DA SILVA (ISMAEL BILUCA) | Agricultor, percussionista e neto de Tia Chiquinha, atuou em diversas Escolas de Samba do Amapá, shows com artistas locais como: Patrícia Bastos, Grupo Senzalas, Afro Brasil, entre outros. O mesmo também é integrante do Grupo Folclórico “Raízes do Bolão”, onde viajou por 105 cidades brasileiras alguns países da Europa. É integrante do projeto cultural Roda de Bandaia. HIAN DO NASCIMENTO MOREIRA (HIAN MOREIRA) | Aluno do Curso de Licenciatura em Música, participou das bandas de artistas importantes no cenário musical amapaense, tais como: Banda Yes Banana, Banda Fuzaka, Banda Duobox, Banda Coliseu, Grupo Atitude, Grupo Rota Samba, Claudete Moreira, Karol Diva, Adriana Raquel, Juliele, Patrícia Bastos, Ana Martel, Natal Villar, Enrico di Miceli, Nivito Guedes, Cléverson Baia, e muitos outros. PAULO ROBERTO GUEDES BASTOS (PAULO BASTOS) | Mais conhecido no meio artístico como Paulinho Bastos, já atuou em diversas bandas, como: Banda Placa, Warilou, Kzan Nery, entre outras. Já atuou em diversos estados brasileiros e no exterior, Cayene, Salorã, Dole e Mont’Morou, fazendo parte de sua experiência internacional. Produziu também e arrajou os cd’s de Oneide Bastos, Patrícia Bastos e Jason. IZILNETE SANTOS DO NASCIMENTO (IZILNETE SANTOS) | Nora de Tia Chiquinha. Integrante do Raízes do Bolão. Natural do Quilombo do Curiaú, começou a dançar Batuque e Marabaixo desde criança, apresentando-se em eventos públicos e privados, difundindo a cultura quilombola. É coordenadora do Projeto Resgatando Tambores. ANTÔNIA MÁRCIA DOS SANTOS DA SILVA (NEGA BILUCA) | Neta de Tia Chiquinha e moradora do Quilombo do Curiaú. Desde criança a mesma é atuante nas rodas de batuque e marabaixo. Possui atuação na quadra junina e carnaval. Cantadeira e dançadeira do Grupo Raízes do Bolão e do Bloco Quilombola Kulembé. Já circulou por 105 cidades nos estados das regiões do norte e sul com o Raízes do Bolão, através do Projeto Sonora Brasil do SESC/DN. Com sua família tradicional, nega também aprendeu e herdou os dotes de seus ancestrais, e passou a comercializar a Gengibirra da Nega, bebida tradicional que não pode faltar nas rodas de Batuque e Marabaixo. ESMERALDINA DOS SANTOS (ESMERALDINA DOS SANTOS) | Mestre Griôt reconhecida pela sua própria comunidade, Formou-se em pedagogia no ano de 2018. Publicou seu primeiro livro em 2002, intitulado “História do Meu Povo”. Em 2011 lançou seu segundo livro, que também veio em CD, “As Aventuras de Dona Florzinha”. Ano de 2012 marcou sua carreira como escritora, pois fora convidada a ser patrona da II Feira Amapaense do Livro – FLAP. Em 2014 lançou também as obras intituladas “O Melhor caminho é a Escola” e “Relato de Viagem”. Integrante de uma das famílias tradicionais do Quilombo do Curiaú, a artista segue a tradição de negros amapaenses que descreviam seu cotidiano nos ladrões de Marabaixo, só que agora, utilizando-se da literatura. ALINE VALÉRIA SILVA DOS SANTOS (ALINE VALÉRIA) | Tataraneta de Tia Chiquinha e moradora do Quilombo do Curiaú. Devota de Santo Expedito, tomou gosto pelo Batuque e pelo Marabaixo ainda na infância. Na área da cultura possui atuação nos segmentos de artesanato, cultura popular e festas tradicionais. É integrante do núcleo fixo do Raízes do Bolão e uma das coordenadores do Bloco Kulembé. BRENDA MELO (BRENDA CYNTIAN DIAS DE MELO) Os tambores do Amapá em fusão com diversos estilos musicais universais, dão ao trabalho de Brenda Melo um tempero diferenciado. A cantora traz em seu cantar toda brasilidade que pulsa em suas veias, tendo como essência sua Terra, sua cultura localizada no norte do país. O ano de 2014, marcou o lançamento do primeiro trabalho autoral, intitulado ‘Tática’, que possibilitou uma circulação da Cantora, em turnê por diversos estados brasileiros, tais como Acre, Tocantins, Rondônia, Roraima, Pará, Amazonas, Piauí, Maranhão, Mato Grosso, bem como, a expansão deste trabalho para demais centros como: São Paulo, Paraná e Distrito Federal. Paralelamente, o talento e sensibilidade da artista também pode ser conferido nos projetos: “Quatro Cantos da Floresta”, ao lado de Marcelo Dias, Amadeu Cavalcante e Cléverson Baía; “Vozes do Amapá” ao lado de Patrícia Bastos; “Eu sou Daqui”, ao lado de Amadeu Cavalcante e “Nossa Tribo” ao lado de Nani Rodrigues, Loren Cavalcante e Mayara Braga. OS INTEGRANTES ALAN MAX PANTOJA GOMES (ALAN GOMES) | Especialista em ensino da Música. Professor do Centro de Ensino Profissionalizante de Música Walkíria Lima. Músico, cantor, arranjador, diretor musical e compositor. Como sideman já atuou ao lado de Patrícia Bastos, Zé Renato, Leci Brandão, Nilson Chaves, Almir Guineto, Nico Rezende, Dante Ozetti, Victor Ramil, Celso Viáfora, dentre outros. Foi integrante das bandas: Casa Nova, Zeta, Placa e Yes Banana. HIAN DO NASCIMENTO MOREIRA (HIAN MOREIRA) | Aluno do curso de licenciatura em música, participou das bandas de artistas importantes no cenário musical amapaense, tais como: Banda Yes Banana, Banda Fuzaka, Banda Duobox, Banda Coliseu, Grupo Atitude, Grupo Rota Samba, Claudete Moreira, Karol Diva, Adriana Raquel, Juliele, Patrícia Bastos, Ana Martel, Natal Villar, Enrico di Miceli, Nivito Guedes, Cléverson Baia, e muitos outros. BENEDITO LINO DA SILVA (NENA SILVA) | Agricultor, percussionista e neto da Tia Chiquinha. Participou da gravação do CD de artistas como: Banda Negro de Nós, Patrícia Bastos, Grupos Senzalas, Val Milhomem, Emília Monteiro, entre outros. O mesmo também é integrante do Grupo Folclórico “Raízes do Bolão”, onde viajou por 105 cidades brasileiras e alguns países da Europa. É coordenador geral do projeto cultural Banzeiro do Brilho de Fogo. MIGUEL DOS ANJOS MAUÉS NETO (MIGUEL NETO) | Licenciado em Música pela Universidade Federal do Pará e Técnico em Saxofone pela Escola de Música da UFPA. Fez parte de grupos de destaque no meio artístico como Trio Raízes, Sam Band, Hermeto Sem Preconceito, Banda Sinfônica da EMUFPA e Banda Orlando Pereira. Também apresentou-se com vários nomes do cenário musical como Jeff Gardner, Paraibinha, Elias Coutinho, entre outros. EDSON MOREIRA COSTA (FABINHO COSTA) | Graduado em artes visuais, pós-graduado em metodologia do ensino das artes e metodologia do ensino da música. Músico,arranjador e produtor, participou de inúmeros festivais e produções de CD’s de artistas locais. Além ter feito aulas e máster class com nomes nacionais e internacionais, tais como: Daniel Wolff (RS) 1º Doutor em violão no Brasil, Marcus Tardelli, Paulo André,Turíbio Santos, Profª. Drª. Cristina Tourinho, Garry Dial, Profº. Esp. Roberto Gnattali, Joaquin França Ramos, Musicalização pelo Método Kodály – (Ian Guest - MG), Fernando de La Rua, Mike Moreno – EUA. LOURDIVAL TRINDADE ROMANO JÚNIOR (JUNINHO ROMANO) | Iniciou carreira profissional aos 15 anos na Banda "ESTAÇÃO DO SOM".Passou pelas bandas Swing Sensual, Guinga Brasil, Banda Pink, Banda Doce Mel e outras. Como sideman acompanhou por 5 anos a Banda Fuzaka, Bicha do Brega, Banda Brind's, Rota Samba, Sentimento Puro, Grupo Atitude, Ramon e Gabriel e, Jefferson e Rafael. Tocou ao lado de grandes nomes da música nacional como: Leandro Lehart, Mumuzinho, Lucinha Bastos, Lia Sophia, Wanderley Andrade, Gaby Amarantos, Kim Marques, Edilson Moreno, dentre outros. Atualmente, é músico e diretor musical da cantora amapaense, Letícia Auolly. PAULINHO BASTOS (PAULO ROBERTO GUEDES BASTOS) Paulo Bastos cursou arranjo e regência na Escola de Música da Universidade Federal do Pará e canto coral no Centro de Educação Profissional de Música Walkíria Lima. Cursa Teatro na Universidade Federal do Amapá – UNIFAP. Foi tecladista das bandas Placa e Warilou. Com Kzan Nery fez shows em circuito nacional. Produtor e arranjador dos CDs de Oneide Bastos (Quando Bate o Tambor) e Jason (de Belém a Rio), este todo cantado em francês mas produzido no Brasil em Macapá-AP. Participou como arranjador dos CDs Pólvora e Fogo e Eu Sou Caboca de Patrícia Bastos. Como compositor possui músicas registradas nos CDs Zuluza e Batom Bacaba de Patrícia Bastos. Batuqueiros, seu primeiro CD solo, foi lançado em 2019 e aparece em 5º Lugar na listagem dos 100 Melhores Discos Nacional de 2019 (ver lista completa). A música Pêndulo, aparece entre as 35 Melhores Músicas de 2019 (ver lista completa). Ainda em 2019, foi o artista homenageado da 16ª Edição do SESCANTA AMAPÁ, mostra de música promovida pelo SESC-AP. Atualmente é tecladista e arranjador do Grupo Afro-Brasil-AP, arranjador, regente e um dos coordenadores do projeto popular Banzeiro do Brilho de Fogo. OS INTEGRANTES ALAN MAX PANTOJA GOMES (ALAN GOMES) | Especialista em ensino da Música. Professor do Centro de Ensino Profissionalizante de Música Walkíria Lima. Músico, cantor, arranjador, diretor musical e compositor. Como sideman já atuou ao lado de Patrícia Bastos, Zé Renato, Leci Brandão, Nilson Chaves, Almir Guineto, Nico Rezende, Dante Ozetti, Victor Ramil, Celso Viáfora, dentre outros. Foi integrante das bandas: Casa Nova, Zeta, Placa e Yes Banana. HIAN DO NASCIMENTO MOREIRA (HIAN MOREIRA) | Aluno do curso de licenciatura em música, participou das bandas de artistas importantes no cenário musical amapaense, tais como: Banda Yes Banana, Banda Fuzaka, Banda Duobox, Banda Coliseu, Grupo Atitude, Grupo Rota Samba, Claudete Moreira, Karol Diva, Adriana Raquel, Juliele, Patrícia Bastos, Ana Martel, Natal Villar, Enrico di Miceli, Nivito Guedes, Cléverson Baia, e muitos outros. ISMAEL DOS SANTOS DA SILVA (ISMAEL BILUCA) | Agricultor, percussionista e neto de Tia Chiquinha, atuou em diversas Escolas de Samba do Amapá, shows com artistas locais como: Patrícia Bastos, Grupo Senzalas, Afro Brasil, entre outros. O mesmo também é integrante do Grupo Folclórico “Raízes do Bolão”, onde viajou por 105 cidades brasileiras alguns países da Europa. É integrante do projeto cultural Roda de Bandaia. BENEDITO LINO DA SILVA (NENA SILVA) | Agricultor, percussionista e neto da Tia Chiquinha. Participou da gravação do CD de artistas como: Banda Negro de Nós, Patrícia Bastos, Grupos Senzalas, Val Milhomem, Emília Monteiro, entre outros. O mesmo também é integrante do Grupo Folclórico “Raízes do Bolão”, onde viajou por 105 cidades brasileiras e alguns países da Europa. É coordenador geral do projeto cultural Banzeiro do Brilho de Fogo. ADELSON SOCORRO RAMOS DOS SANTOS (ADELSON PRETO) | Filho da Tia Chiquinha, participou das Bandas: Senzalas, Sambarte, Bandeira do Samba e Afro Brasil. Já tocou ao lado de Patrícia Bastos, Zé Miguel, Amadeu Cavalcante, Oneide Bastos, entre outros. Integrante do Grupo Folclórico “Raízes do Bolão”, onde viajou por 105 cidades brasileiras e alguns países da Europa. É coordenador geral do projeto cultural Banzeiro do Brilho de Fogo. PEDRO ROSÁRIO DOS SANTOS (PEDRO BOLÃO) | Agricultor, mestre da cultura popular, é filho de Tia Chiquinha e responsável pelo Grupo Raízes do Bolão. Já levou os ritmos do Batuque e Marabaixo para diversas cidades brasileiras, onde pelo projeto Sonora Brasil do SESC, passou por 56 cidades das regiões norte, nordeste e centro-oeste. Viajou também em 2014 pelo mesmo projeto por 49 cidades do Sul e Sudeste. Além de ministrar oficinas de percussão e confecção de instrumentos em diversos estados brasileiros. EDSON MOREIRA COSTA (FABINHO COSTA) | Graduado em artes visuais, pós-graduado em metodologia do ensino das artes e metodologia do ensino da música. Músico,arranjador e produtor, participou de inúmeros festivais e produções de CD’s de artistas locais. Além ter feito aulas e máster class com nomes nacionais e internacionais, tais como: Daniel Wolff (RS) 1º Doutor em violão no Brasil, Marcus Tardelli, Paulo André,Turíbio Santos, Profª. Drª. Cristina Tourinho, Garry Dial, Profº. Esp. Roberto Gnattali, Joaquin França Ramos, Musicalização pelo Método Kodály – (Ian Guest - MG), Fernando de La Rua, Mike Moreno – EUA. BANDA AFROBRASIL Fundada em novembro de 2004 por ocasião do Encontro dos Tambores, manifestação cultural afrodescendente que promove o intercâmbio das comunidades quilombolas do Estado do Amapá, a Banda Afro Brasil é composta por músicos afrodescendentes e quilombolas, oriundos do Quilombo do Curiaú. De lá pra cá, a banda vem alicerçando uma proposta musical cuja sonoridade exalta a riqueza e diversidade da cultura do Extremo Norte do Brasil. Nela, a rusticidade das caixas de marabaixos, macacos (amassador e dobrador)e pandeirões, fundem-se com teclados, guitarras e contrabaixos elétricos, propiciando aos ouvintes uma experiência sensorial única, que evoca a força ancestral contido no tambor, em canções que flertam com o cacicó, zouk e o reggae. A banda possui um CD/ DVD intitulado “Uma Canção Para o Amapá”, gravado ao vivo por ocasião do I Festival de Ladrão de Marabaixo no ano de 2011, e está em estúdio gravando seu próximo álbum. Clique nos ícones abaixo, e saiba mais sobre a Banda AfroBrasil. OS INTEGRANTES ADELSON SOCORRO RAMOS DOS SANTOS (ADELSON PRETO) | Filho da Tia Chiquinha, participou das Bandas: Senzalas, Sambarte, Bandeira do Samba e Afro Brasil. Já tocou ao lado de Patrícia Bastos, Zé Miguel, Amadeu Cavalcante, Oneide Bastos, entre outros. Integrante do Grupo Folclórico “Raízes do Bolão”, onde viajou por 105 cidades brasileiras e alguns países da Europa. É coordenador geral do projeto cultural Banzeiro do Brilho de Fogo. AURELIANO DA SILVA RAMOS (AURELIANO NECK) | Integrou os Grupos Sambarte, Bandeira do Samba e Perfil do Samba. É interprete das Escolas de Samba Piratas Estilizados, Império da Zona Norte, Maracatú da Favela, Embaixada de Samba Cidade de Macapá, Boêmios do Laguinho e Império do Povo. Compositor da Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense-RJ. No ano de 2010 foi escolhido como Cidadão do Samba, passando a integrar a Corte do Carnaval. RAIMUNDO NONATO NUNES DA SOLEDADE (NONATO SOLEDADE) | Integrou os grupos Sambarte, Bandeira do Samba, e Perfil do Samba. É fundador da Escola Império do Samba Solidariedade. Foi interprete de Maracatú da Favela e Império do Povo. Atualmente, integra a ala de compositores da Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense-RJ. LOURDIVAL TRINDADE ROMANO JÚNIOR (JUNINHO ROMANO) | Iniciou carreira profissional aos 15 anos na Banda "ESTAÇÃO DO SOM".Passou pelas bandas Swing Sensual, Guinga Brasil, Banda Pink, Banda Doce Mel e outras. Como sideman acompanhou por 5 anos a Banda Fuzaka, Bicha do Brega, Banda Brind's, Rota Samba, Sentimento Puro, Grupo Atitude, Ramon e Gabriel e, Jefferson e Rafael. Tocou ao lado de grandes nomes da música nacional como: Leandro Lehart, Mumuzinho, Lucinha Bastos, Lia Sophia, Wanderley Andrade, Gaby Amarantos, Kim Marques, Edilson Moreno, dentre outros. Atualmente, é músico e diretor musical da cantora amapaense, Letícia Auolly. ALAN MAX PANTOJA GOMES (ALAN GOMES) | Especialista em ensino da Música. Professor do Centro de Ensino Profissionalizante de Música Walkíria Lima. Músico, cantor, arranjador, diretor musical e compositor. Como sideman já atuou ao lado de Patrícia Bastos, Zé Renato, Leci Brandão, Nilson Chaves, Almir Guineto, Nico Rezende, Dante Ozetti, Victor Ramil, Celso Viáfora, dentre outros. Foi integrante das bandas: Casa Nova, Zeta, Placa e Yes Banana. HIAN DO NASCIMENTO MOREIRA (HIAN MOREIRA) | Aluno do curso de licenciatura em música, participou das bandas de artistas importantes no cenário musical amapaense, tais como: Banda Yes Banana, Banda Fuzaka, Banda Duobox, Banda Coliseu, Grupo Atitude, Grupo Rota Samba, Claudete Moreira, Karol Diva, Adriana Raquel, Juliele, Patrícia Bastos, Ana Martel, Natal Villar, Enrico di Miceli, Nivito Guedes, Cléverson Baia, e muitos outros. ISMAEL DOS SANTOS DA SILVA (ISMAEL BILUCA) | Agricultor, percussionista e neto de Tia Chiquinha, atuou em diversas Escolas de Samba do Amapá, shows com artistas locais como: Patrícia Bastos, Grupo Senzalas, Afro Brasil, entre outros. O mesmo também é integrante do Grupo Folclórico “Raízes do Bolão”, onde viajou por 105 cidades brasileiras alguns países da Europa. É integrante do projeto cultural Roda de Bandaia. BENEDITO LINO DA SILVA (NENA SILVA) | Agricultor, percussionista e neto da Tia Chiquinha. Participou da gravação do CD de artistas como: Banda Negro de Nós, Patrícia Bastos, Grupos Senzalas, Val Milhomem, Emília Monteiro, entre outros. O mesmo também é integrante do Grupo Folclórico “Raízes do Bolão”, onde viajou por 105 cidades brasileiras e alguns países da Europa. É coordenador geral do projeto cultural Banzeiro do Brilho de Fogo. PEDRO ROSÁRIO DOS SANTOS (PEDRO BOLÃO) | Agricultor, mestre da cultura popular, é filho de Tia Chiquinha e responsável pelo Grupo Raízes do Bolão. Já levou os ritmos do Batuque e Marabaixo para diversas cidades brasileiras, onde pelo projeto Sonora Brasil do SESC, passou por 56 cidades das regiões norte, nordeste e centro-oeste. Viajou também em 2014 pelo mesmo projeto por 49 cidades do Sul e Sudeste. Além de ministrar oficinas de percussão e confecção de instrumentos em diversos estados brasileiros. EDSON MOREITA COSTA (FABINHO COSTA) | Graduado em artes visuais, pós-graduado em metodologia do ensino das artes e metodologia do ensino da música. Músico,arranjador e produtor, participou de inúmeros festivais e produções de CD’s de artistas locais. Além ter feito aulas e máster class com nomes nacionais e internacionais, tais como: Daniel Wolff (RS) 1º Doutor em violão no Brasil, Marcus Tardelli, Paulo André,Turíbio Santos, Profª. Drª. Cristina Tourinho, Garry Dial, Profº. Esp. Roberto Gnattali, Joaquin França Ramos, Musicalização pelo Método Kodály – (Ian Guest - MG), Fernando de La Rua, Mike Moreno – EUA. ARTÍSTAS CONVIDADOS TARCÍSIO DE SOUZA LIMA (CAPITÃO PUPUNHA) | Trata-se do comandante da Canoa Cósmica ybytu 473. Adepto da Alquimia Modular Tucujú, criou em 2017 o Som da Amazônia Espacial, uma relação de antítese do Universo Sideral e a Amazônia, conectadas pela música, onde Efeitos, distorções, solos estendidos e improvisação, fundem-se com Caixas de Marabaixo e ruídos de diversos. ANA DÉBORA DE ANDRADE OLIVEIRA (MC DEEH) | Um dos principais nomes da cena rap local, MC DEEH, 22 anos, dedica-se ao hip-hop desde os 13 anos. Iniciou como b-girl seguindo-se das músicas autorais. Possui quatro vídeo clipes gravados: Meu Bonde é Esse, Madalena (feat com Anna Suav), Julgamento (feat com Pretogonista) e 188. Os estilos dominantes são o Trap, Funk e Rap. SABRINA FERREIRA POLEZZE (SABRINA ZAHARA) | Sabrina Zahara é Atriz, escritora e cantora. Sua voz já pôde ser ouvida nas bandas Bruzundunga da Silva e Trajeto Soul, em Campinas-SP e Os Sem Nome, em Macapá-AP. Seu primeiro CD foi lançado pela Pororoca Sound, projeto selecionado pelo Programa Natura Musical 2020. Trata-se do álbum Eu Não Ando Só! JORGE FILIPE SILVA DE ARAÚJO (PRETOGONISTA) | Jorge Filipe Silva de Araújo, o PRETOGONISTA tem 23 anos. Começou a cantar rap na adolescência, mais especificamente no ano de 2014. Pretogonista resgatou o menino Filipe, que escutava rap com o pai, MC POCA, fundador do primeiro grupo de rap do estado, o C.R.G.V (Pororoca sonora). Lançou um EP em 2017 intitulado Visão Periférica. Declaramos para os devidos fins que proponente será o responsável pela gestão do processo decisório, direção geral do projeto.
EXPIROU O PRAZO DE APRESENTAÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PROJETO.